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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Pesquisa - 80% dos brasileiros classificam gestão Temer como ruim e péssima

Estudo revela que a atual administração federal atinge a maior taxa negativa de avaliação

Em maio, a avaliação do governo do presidente Michel Temer alcançou o maior índice de rejeição, já que 80% dos brasileiros classificam-no como ruim e péssimo, segundo pesquisa Pulso Brasil, realizada pela Ipsos. Comparando o número atual da gestão do peemedebista com o de abril, percebe-se uma elevação de cinco pontos percentuais neste quesito (de 75% para 80%).  O estudo ainda aponta que 93% dos entrevistados consideram que o Brasil está no rumo errado – uma piora de um ponto percentual em relação ao índice do mês anterior (92%).
“O levantamento é uma fotografia da percepção dos brasileiros poucos dias antes da divulgação do acordo de delação premiada da JBS. Analisando a série histórica, tanto a taxa de aprovação quanto o barômetro sobre os rumos do país, é possível projetar que o noticiário recente tem grande probabilidade de acentuar a tendência identificada na pesquisa de maio”, comenta Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo Pulso Brasil.
No ranking “Barômetro Político”, a pesquisa também analisou a popularidade de 44 nomes listados entre políticos e personalidades públicas.  O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua sendo o nome mais rejeitado, com índice de 88%. Na segunda colocação está o presidente Michel Temer com 86%, seguido pelo senador Renan Calheiros, que soma 80%, e por Fernando Collor de Mello e Aécio Neves que estão empatados, com 77% de reprovação.
Analisando a imagem dos últimos três ex-presidentes do país, Dilma Rousseff totaliza 73% de rejeição versus 22% de aprovação. Fernando Henrique Cardoso soma 70% de desaprovação contra 12% de aprovação. Já, Luiz Inácio Lula da Silva possui 63%de reprovação e 33% de aprovação.
Medindo os políticos que já disputaram o segundo turno em um pleito presidencial, Aécio Neves é o tucano com maior taxa de rejeição com 77%, alta de um ponto percentual sobre o mês passado.  Seguido por José Serra, que permanece com os 70% de abril, e por último, Geraldo Alckmin com 64% (único do partido que teve uma queda na desaprovação de quatro pontos percentuais). Já Marina Silva, da REDE, continua melhorando seu índice e diminuiu seis pontos percentuais em relação a última edição do estudo, somando 52% de desaprovação.
Por outro lado, o juiz Sérgio Moro e o ex-juiz Joaquim Barbosa são as personalidades mais bem avaliadas com 69% e 43% de aceitação, respectivamente. Na sequência está o ex-presidente Lula da Silva e o deputado federal Tiririca, empatados com 33% de aprovação, seguidos por Cármen Lúcia que acumula 30% de favorabilidade.
A pesquisa da Ipsos ampliou, no levantamento de maio, a lista de pessoas analisadas. Outras personalidades que foram avaliadas quanto ao índice de desaprovação e aprovação são: Sérgio Cabral (72% e 1%, respectivamente); Anthony Garotinho (69% e 4%, respectivamente); Aloizio Mercadante (50% e 3%, respectivamente); Rodrigo Maia (50% e 2%, respectivamente); Jair Bolsonaro (50% e 14%, respectivamente); Romero Jucá (49% e 3%, respectivamente); Celso Russomano (49% e 17%, respectivamente); Ciro Gomes (48% e 13%, respectivamente); Eduardo Paes (48% e 2%, respectivamente ); Jean Wyllys (47% e 5%, respectivamente); Marcelo Crivella (46% e 12%, respectivamente); Romário (46% e 20%, respectivamente); Paulinho da Força (46% e 4%, respectivamente); ACM Neto (45% e 7%, respectivamente); Gilmar Mendes (44% e 3% respectivamente); Henrique Meirelles (44% e 6%, respectivamente); Fernando Haddad (44% e 5%, respectivamente); Roberto Justus (40% e 18%, respectivamente); Gleisi Hoffmann (40% e 3%, respectivamente); João Doria (39% e 16%, respectivamente); Lindberg Farias (39% e 1%, respectivamente); Paulo Skaf (38% e 6%, respectivamente); Rodrigo Janot (36% e 20%, respectivamente); Deltan Dallagnol (25% e 12%, respectivamente); Jorge Paulo Lemann (20% e 6%, respectivamente); Abilio Diniz (19% e 12%, respectivamente); Guilherme Leal (17% e 7% respectivamente); Luiza Trajano (17% e 8% respectivamente) e Viviane Senna (16% e 22% respectivamente).
Portal no Ar

quinta-feira, 30 de março de 2017

70% dos brasileiros mudaram seus hábitos em função da violência

40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão
A falta de segurança pública restringe cada vez mais o uso das cidades pela população. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.002 pessoas mostra que 70% dos brasileiros estão tomando alguma medida restritiva, como evitar andar com dinheiro, sair à noite, deixar de circular por alguns bairros, aumentar a segurança privada e até mesmo trocar de casa ou os filhos de escola .
Um ponto de destaque é que 27% das pessoas mudaram o modo de se vestir para reduzir o risco de assalto ou de assédio. Há diferença significativa entre os gêneros: 30% das mulheres estão se privando de vestir como gostariam, contra 23% dos homens. A pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Segurança Pública foi feita em 141 municípios entre os dias 1 e 4 de dezembro de 2016. As alterações de hábitos nos últimos 12 meses se devem ao fato de 80% das pessoas terem vivenciado de perto alguma situação de risco, como pessoas usando drogas (70%), a polícia prendendo alguém (50%), alguém sendo agredido (39%) ou assaltado (32%), ou estiveram presentes em um tiroteio (26%), entre outras.
Das famílias brasileiras, 40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão nos últimos 12 meses. Em 2011, 30% das famílias diziam ter sido afetadas. O medo da violência altera o modo de vida e impacta no bolso dos brasileiros. Dos entrevistados, 76% contrataram serviços ligados à segurança privada, como instalação de alarmes, grades e trancas, compraram armas ou contrataram seguros contra roubo ou furto. A violência tem impacto também sobre a economia do país.
“A violência provoca tanto a perda da qualidade de vida, como da competitividade, ou seja, do desenvolvimento do país. Trabalhadores ficam mais tensos e, com isso, menos focados no trabalho, menos produtivos. As empresas desviam recursos da produção para atividades de segurança. Investidores desistem de investir no país. Como consequência, os produtos ficam mais caros”, afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De um modo geral, a sociedade acredita que iniciativas sociais são mais eficazes no combate à violência que as repreensivas. No entanto, quando instados a escolher as duas principais medidas para combater a violência, 85% citam pelo menos uma ação repressiva.
“O paradoxo parece refletir o fato da população estar pressionada pelo aumento da violência e desejando que sejam encontradas soluções urgentes. O que acaba recaindo em ações repressivas”, analisa Renato da Fonseca.
IMPUNIDADE – A certeza da impunidade é motivo para o aumento da criminalidade, na opinião de 82% dos entrevistados. Para 75% das pessoas, penas mais rigorosas reduziriam a criminalidade e 85% defendem a redução da maioridade penal para 16 anos. Os crimes de ódio, originados por preconceitos de cor, de gênero, de classe social, de orientação sexual, entre outros, devem ser punidos de forma mais severa do que os crimes comuns, na opinião de 73% dos entrevistados.
As ações repressivas mais citadas como forma de melhorar a situação da segurança são o maior combate ao tráfico de drogas (43%), o aumento do policiamento (41%), das penas pelos crimes (24%) e o combate à venda ilegal de armas (21%). Para 83% das pessoas é preciso ter uma política de tolerância zero, em que todo tipo de infração seja punida. E 55% das pessoas concordam que a violência dos criminosos justifica a violência policial.
Portal no Ar

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

De cada três novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro

Desemprego vai continuar crescendo no país canarinho
Até 2018, 13,8 milhões de pessoas não terão trabalho no País e o Brasil terá maior aumento de desemprego entre os países do G-20

O Brasil terá em 2017 o maior aumento do desemprego entre as economias do G-20 e adicionará 1,4 milhão de novos trabalhadores sem emprego à sociedade até 2018. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho que, em um informe publicado nesta quinta-feira, alerta que o desemprego no País vai continuar a se expandir para atingir um total de 13,8 milhões de brasileiros até o ano que vem.
A OIT estima que, entre 2016 e 2017, o exército de desempregados no planeta aumentará em 3,4 milhões. Mas o epicentro dessa crise será o Brasil, responsável por 35% desse número, com 1,2 milhão em 2017 e mais 200 mil em 2018. De cada três novos desempregos no mundo, um será brasileiro.
Em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, superado apenas pela China e Índia, países com uma população cinco vezes superior a do Brasil. Nos EUA, com uma população 50% superior à brasileira, são 5 milhões de desempregados a menos que no País.
“As coisas vão piorar no Brasil antes de voltar a melhorar”, alertou o economista-senior da OIT, Steve Tobin. Pelos dados da entidade, o número de brasileiros sem empregos passará de 12,4 milhões em 2016 para 13,6 milhões em 2017. Para 2018, o número total chegará a 13,8 milhões.
Em termos percentuais, o salto no desemprego no Brasil vai ser o maior entre as economias do G-20. A taxa irá passar de 11,5% em 2016 para 12,4% em 2017. Ao final de 2018, apenas a África do Sul terá um índice de desemprego ainda superior ao do Brasil.
Na avaliação de Tobin, existem indicações de que a economia brasileira vai começar a se recuperar em 2018. Mas um impacto no mercado de trabalho não seria imediato, já que empresas tendem a aguardar antes de voltar a contratar. “Mesmo que o PIB melhore, existe uma reação retardada no mercado de trabalho”, explicou. Na avaliação da entidade, a recessão em 2016 no Brasil foi “mais profunda que antecipada” e que essa realidade ainda vai se fazer sentir em 2017.
Um dos temores ainda da OIT é de que a informalidade no mercado de trabalho brasileiro cresça, assim como a taxa de pessoas em empregos precários.
Impacto. Na OIT, os economistas não escondem que os números brasileiros tiveram um impacto mundial e afetaram os cálculos gerais. Para a entidade, como consequência, a América Latina tem hoje o maior desafio do desemprego no mundo, diante da recessão e suas consequências em 2017. Além disso, o continente conta ainda com uma população jovem, pressionando o mercado de trabalho.
No total, a região deve terminar 2017 com uma taxa de desemprego de 8,4%, 0,3 pontos a mais que em 2016. “Isso será amplamente gerado pelo aumento do desemprego no Brasil”, disse a OIT, lembrando que a recessão de 2016 foi a segunda em menos de uma década.
De acordo com a entidade, com uma contração do PIB brasileiro de 3,3% e 2016, o resultado foi um impacto em toda a região e nas exportações de países vizinhos. O cenário brasileiro acabou levando o PIB regional a sofrer uma queda de 0,4%. Quanto mais dependente do Brasil, pior foi o resultado para o continente. Na América Central, por exemplo, a expansão do PIB foi de 2,4%. Já na América do Sul, a queda foi de 1,8%.
Uma das consequências deve ser ainda o grau de vulnerabilidade, mesmo entre aqueles com trabalho. Entre 2009 e 2014, esses problemas foram alvo de amplas melhorias. Mas com o fim do crescimento regional em 2015, a taxa de trabalhadores em condições precárias aumentou de novo e passou de 90,5 milhões naquele ano para uma estimativa de 93 milhões ao final deste ano.
No médio prazo, a OIT ve a região com certo otimismo. A tendência aponta para uma estabilização dos preços de commodities e as “incertezas políticas e macroeconômicas começam a diminuir”. O resultado seria uma volta do crescimento do PIB na região já em 2017, de cerca de 1,6%.
Mas, ainda assim, a pressão sobre o mercado de trabalho vai continuar e o número de desempregados aumentará. Isso por conta da expansão da população jovem continuar a um ritmo mais acelerado que a criação de postos de trabalho.
Mundo. Pelo mundo, a OIT alerta que o desemprego também deve aumentar em 2017, mas apenas de forma marginal. No total, serão 3,4 milhões de novos desempregados, uma taxa de 5,8%, contra 5,7% em 2016.
Isso significa que um total de 201 milhões de pessoas estarão sem trabalho neste ano, um número que irá aumentar em outros 2,7 milhões em 2018.
Se no início da década a explosão no desemprego foi gerado pela crise nos países ricos, agora os números apontam para os emergentes. Nas economias desenvolvidas, o número total de desempregados passará de 38,6 milhões de pessoas para 37,9 milhões entre 2016 e 2017. Mas, no mundo em desenvolvimento, ele subirá de 143,4 milhões para 147 milhões.
Para Guy Ryder, diretor-geral da OIT, o crescimento da economia mundial continua a ser “frustrante”, o que deve criar sérios problemas para que mercados gerem postos de trabalho.
Além do desemprego, a OIT alerta para o fato de que 42% daqueles com um trabalho ocupam postos com alta taxa de vulnerabilidade, baixos salários e nenhum direito. “Nos países emergentes, quase um em cada dois trabalhadores vivem uma situação de vulnerabilidade”, disse Tobin, economista da OIT.
Sem um crescimento suficiente da economia mundial, essa população com trabalhos precários deve aumentar em 11 milhões de pessoas. O número de trabalhadores ganhando menos de US$ 3,10 por dia deve também aumentar e mais de 5 milhões em apenas dois anos.
Agora RN

sábado, 31 de dezembro de 2016

Conta de energia será mais barata para o brasileiro no início de 2017

De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde

O ano vai começar com a conta de energia mais barata para os brasileiros. De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde, ou seja, sem cobrança extra no bolso dos consumidores.
O sistema de cobrança por meio de bandeiras tarifárias começou a ser implementado em janeiro de 2015, e funciona da seguinte forma: a bandeira de cor vermelha adiciona uma taxa extra de R$ 4,50 reais a cada 100 quilowatts-hora (KWh) consumidos, e a bandeira de cor amarela adiciona uma custo de R$ 1,50 reais a cada 100 kWh.
Para identificar a taxa que está em vigor no mês, o consumidor deve estar atento ao boleto da conta de luz, no qual estão dispostas as bandeiras com a coloração da bandeira e a descrição que indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.
Esse sistema foi conduzido com o objetivo de suprir os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que utiliza mais recursos financeiros do que a energia de hidrelétricas. De acordo a Aneel, a decisão tem como base o relatório do Operador Nacional do Sistema (ONS), que aponta que a condição hidrológica está mais favorável.
Agora RN

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Governo confirma reajuste do salário mínimo para R$ 937 a partir do ano que vem


Valor será corrigido de R$ 880 para R$ 937, menos do que o estimado pelo próprio governo, e deve injetar R$ 38,6 bilhões na economia

O salário mínimo vai aumentar dos atuais R$ 880,00 para R$ 937,00 a partir de 1º de janeiro. O governo autorizou uma elevação de 6,74%, estimativa do Ministério da Fazenda para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE. O reajuste deve injetar R$ 38,6 bilhões na economia do ano que vem, o equivalente a 0,62% do PIB, de acordo com o Ministério do Planejamento.
O reajuste ficou menor do que o projetado pelo próprio governo. Em outubro, quando enviou a Lei Orçamentária Anual (LOA) ao Congresso, a União estimava que o salário mínimo em 2017 seria de R$ 945,80. A projeção considerava uma inflação de 7,5% neste ano. “Em virtude da inflação menor em 2016, o reajuste será menor do que o previsto na LOA”, informou o Ministério do Planejamento.
A política de valorização do salário mínimo foi uma marca do governo petista. Ela estabelece que o valor seja corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo INPC, e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Essa norma foi aprovada em lei e valerá até 2019.
Em 2015, o País registrou uma queda de 3,77% na atividade econômica, de acordo com o IBGE. Quando há recessão, o desempenho do PIB não é considerado para o cálculo do salário mínimo. No acumulado do ano, até novembro, o INPC está em 6,43%. “Trata-se, portanto, de aplicação estrita da legislação”, informou a pasta.
No ano passado, o salário mínimo teve reajuste de 11,6%, passando de R$ 788,00 para R$ 880,00. A maior contribuição para o aumento também veio da inflação. Desse reajuste, 11,57 pp corresponderam à inflação e 0,1 pp ao crescimento do PIB em 2014.
Agora RN

domingo, 25 de dezembro de 2016

Em mensagem de fim de ano, Temer diz que Brasil derrotará a crise em 2017

Em pronunciamento em cadeia de rádio e TV na noite de hoje (24), véspera do Natal, o presidente Michel Temer disse que o Brasil derrotará a crise em 2017. Ele destacou que os juros estão caindo e continuarão caindo no ano que vem. O presidente também disse que os empresários voltarão a investir e o desemprego vai cair. Durante a sua fala, Temer fez um balanço das suas ações em pouco mais de 100 dias como presidente e disse que está trabalhando para desburocratizar o Estado e atingir uma “democracia da eficiência”.
Em um pronunciamento focado em transmitir uma mensagem de otimismo, Temer abordou as medidas que o governo está adotando para tentar resolver a crise econômica. Ao defender as reformas, Temer disse que as mudanças nas estruturas do Estado é um “desafio complexo” e que buscará o entendimento por meio do diálogo. “Assumi definitivamente a Presidência da República há pouco mais de cem dias. Tenho trabalhado dia e noite para fazer as reformas necessárias para que o país saia dessa crise e volte a crescer”, disse.
O presidente disse que, nesse período, “muito já foi feito” e que os esforços resultaram na volta da inflação para dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. Temer listou entre as iniciativas de sua gestão a aprovação da proposta da emenda à Constituição que limite os gastos públicos por 20 anos, a lei de transparência das estatais e a aprovação, na Câmara, da medida provisória que reforma o Ensino Médio.
“Tenho a perfeita consciência dos problemas do país e da missão que me foi dada. Os brasileiros pagam muitos impostos e pouco recebem em troca. Meu desafio é desburocratizar o Estado e melhorar a qualidade da administração pública. É o que eu chamo de democracia da eficiência”, disse.
Temer disse que ampliou em mais de R$ 8 bilhões o Orçamento da saúde e voltou a defender a proposta de reforma da Previdência, que estabelece a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria e o tempo mínimo de contribuição de 25 anos. “Estamos começando a reforma da Previdência, para que sua sagrada aposentadoria esteja garantida agora e no futuro”, disse.
Ao final, o presidente prestou uma homenagem ao cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, que morreu no dia 14. Dom Paulo, como era conhecido, tinha 95 anos e estava internado em São Paulo para tratar de problemas pulmonares. O cardeal foi um dos personagens mais importantes da história recente do Brasil por sua atuação como defensor dos direitos humanos durante o período da ditadura militar e após a volta da democracia. “A esperança foi seu lema, a coragem sua marca. Coragem e sentimento de esperança não me faltarão”, disse Temer.
A mensagem foi gravada durante a semana, em Brasília. Na quinta-feira (22), Temer embarcou para São Paulo para passar o Natal com a família em sua residência particular. O presidente viajou para a capital paulista após o anúncio de mudanças na legislação trabalhista. O presidente também anunciou, no mesmo dia, a redução de juros do cartão de crédito e saques do FGTS . Temer deverá ficar em São Paulo até a manhã de segunda (26), quando voltará para Brasília.
Ainda sem agenda divulgada, o presidente passará a semana na capital federal, de onde sairá para o Rio de Janeiro. Temer passará o Réveillon com a primeira-dama, Marcela Temer, e o filho do casal na Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, onde se localiza o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (Cadim) base da Marinha, fixada ao sul da Baía de Sepetiba.
Agora RN

Nove entre dez brasileiros atribuem a Deus sucesso financeiro



Pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos (nível de confiança de 95%)

Quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior a gratidão a Deus pelas conquistas terrenas

Nove entre dez brasileiros dizem que seu sucesso financeiro se deve a Deus, mostra pesquisa Datafolha.
A porcentagem supera 90% entre os religiosos, é de 70% entre os sem religião e aparece até mesmo entre os que se declaram ateus: 23% concordam com a declaração.
Quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior a gratidão a Deus pelas conquistas terrenas.
Ainda assim, são 77% os graduados que atribuem responsabilidade divina às finanças, e 7 entre 10 entre os que têm renda mensal acima de 10 salários mínimos (R$ 8.800, pelo valor atual).
DINHEIRO DOS OUTROS
A disparidade de opinião entre os mais e menos escolarizados, ou entre os mais e menos ricos, fica ainda mais ampla quando se trata do dinheiro dos outros.
Um terço de quem fez até o ensino fundamental e 28% dos que ganham até R$ 1.760 por mês concordam com a frase “As pessoas pobres, em geral, não têm fé em Deus, e por isso não conseguem sair dessa situação”.
Em contraposição, são apenas 9% os graduados que atribuem pobreza à falta de fé, mesmo índice dos que ganham mais de R$ 8.800.
O Datafolha ouviu 2.828 brasileiros maiores de 16 anos selecionados por sorteio aleatório, em amostragem representativa da população.
*A matéria completa encontra-se disponível no site do jornal Folha de S.Paulo.
Agora RN

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Pesquisa revela preferência por destinos domésticos com destaque para o Nordeste

Aumentou a intenção de viagem, para os próximos seis meses, de brasileiros com baixa renda e escolaridade


Cresceu, em outubro, o percentual de brasileiros dispostos a viajar nos próximos seis meses, período que inclui as férias escolares, festas de fim de ano e o Carnaval. Em comparação ao mesmo mês do ano passado houve expansão na intenção de viagem de 22,4% para 26,3%, segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo nas principais capitais do país. O resultado do último mês foi o melhor de 2016. Em janeiro, o percentual de intenção de viagem era de 19,1%.
Um fator que chamou a atenção na pesquisa foi o aumento da intenção de viagem na faixa de renda mais baixa, com rendimento familiar de até R$ 2.100,00. Em outubro de 2015, 8,6% dos entrevistados nessa faixa de renda confirmaram a intenção de viajar. Este ano, o número aumentou para 10,9%, um crescimento de 2,3 pontos percentuais.
A pesquisa verificou ainda o aumento da intenção de viagem de avião em todas as faixas de renda. Entre os entrevistados com rendimento mensal de até R$ 2.100,00, 40% deverão utilizar o avião nas próximas viagens, crescimento de 7,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2015 – o maior registrado entre todas as faixas ouvidas.
O crescimento também pode ser observado em todos os graus de instrução, com destaque para aqueles com primeiro grau completo. Nesse intervalo de instrução, a intenção de viagem quase dobrou se compararmos os meses de outubro de 2015 e 2016, passando de 7,1% para 13,3%.
O ministro Marx Beltrão comemorou os dados e atribuiu o aumento na intenção de viagem à esperança na retomada da economia brasileira. “A sondagem mostra o vigor dessa atividade. Mesmo com um cenário econômico em recuperação, aos poucos o brasileiro está voltando a pensar nas viagens de férias. Esse é um excelente sinal”, afirmou.
Viagens domésticas
De acordo com o estudo, oito em cada 10 potenciais viajantes (80,9%) pretendem visitar destinos nacionais. Os atrativos do Nordeste são os preferidos dos entrevistados. A região deve receber 44,4% do total de turistas. O Sudeste fica em segundo lugar, com 23% das indicações. A região Sul vem a seguir com 21%. Os demais entrevistados dispostos a viajar fizeram opção pelo Centro-Oeste (9,9%) e pelo Norte (1,7%).
Depois do hotel, a casa de parentes e amigos será o principal meio de hospedagem utilizado pelo brasileiro que pretende viajar nos próximos seis meses. Esta foi a opção de 42,8% dos potenciais viajantes ouvidos, em outubro, pelo Ministério do Turismo em sete capitais. Hotéis e pousadas devem receber 45,2% dos turistas.
O avião continua sendo o principal meio de transporte dos turistas brasileiros, com 53,2% das intenções dos viajantes, o que sinaliza viagens mais longas em relação ao ano anterior quando 49,6% optaram pelo transporte aéreo. O carro, como segunda opção, tem 31% e o ônibus vem em terceiro lugar com 12,5%.
Com o câmbio favorável, as intenções de viagem para o exterior também cresceram, ampliando os negócios do segmento internacional no Brasil. No entanto, somente 18,6% dos brasileiros pretendem viajar para fora até abril de 2017.
Sobre a pesquisa
A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é uma pesquisa realizada em mais de 2 mil famílias em sete capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Agora RN

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Para 70% dos brasileiros, policiais cometem excessos de violência


Mais da metade da população (53%) tem medo de ser vítima de violência por policiais civis e 59% temem ser agredidos por policiais militares

Uma pesquisa nacional divulgada nesta quarta-feira (2) aponta que 70% da população sente que as polícias cometem excessos de violência no exercício da função. O percentual sobe entre jovens com idade entre 16 e 24 anos, chegando a 75%. Os dados foram apurados pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
Mais da metade da população (53%) tem medo de ser vítima de violência por policiais civis e 59% temem ser agredidos por policiais militares. O índice também sobe entre os jovens – 60% têm medo da Polícia Civil e 67%, da Polícia Militar. O estudo ouviu 3.625 brasileiros com mais de 16 anos em 217 municípios de todo país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Policial vítima
A pesquisa revelou também que 64% dos brasileiros acreditam que os policiais são vítimas de criminosos. O anuário do FBSP aponta que, em 2015, 393 policiais foram assassinados 16 a menos do que no ano anterior.
Segundo o anuário, os policiais brasileiros morrem mais fora do horário de trabalho do que a serviço da corporação: foram 103 mortes durante o expediente (alta de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora do serviço (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo. “O policial, muitas vezes, reage a um roubo sem estar protegido, não têm um colega do lado, ou está trabalhando em ‘bicos’”, diz ele.
Estrutura policial
A pesquisa mostra ainda que 63% dos brasileiros acreditam que os policiais não têm boas condições de trabalho. Para pouco mais da metade (52%), a Polícia Civil faz um bom trabalho esclarecendo crimes e 50% crê que a Polícia Militar garante a segurança da população.
“A sociedade brasileira reconhece a importância das policias, reconhece que elas são fundamentais para a manutenção da nossa democracia, mas os policias não estão tendo boas condições de trabalho, são caçados pelo crime. Mas também, a forma como eles atuam não satisfaz a população”, avalia Renato.
Plano nacional
Em nota, o Ministério da Justiça e Cidadania comentou o levantamento do FBSP. A assessoria de comunicação social do ministério  esclareceu que a proposta do futuro Plano Nacional de Segurança Pública define um “protocolo unificado de atuação e investigação nas hipóteses de mortes de policiais e mortes decorrentes de intervenção policial”.
Agora RN

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Medo do desemprego é o mais alto em 17 anos, diz CNI

Por Heilysmar Lima
O medo do desemprego entre os brasileiros alcançou, em junho, o maior nível desde que começou a ser medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 1999.
Segundo pesquisa da CNI, no mês passado o indicador ficou em 108,5 pontos. O patamar é o maior da série histórica e só havia sido atingido antes em maio de 1999 durante a crise de desvalorização do real. O índice subiu 1,9% ante a última medição, em março, e 4,2% ante junho de 2015.
O levantamento da entidade apurou ainda o índice de satisfação com a vida dos entrevistados. O indicador ficou em 93,1 pontos em junho, melhorando em relação a março, quando havia caído a 92,4 pontos, patamar mais baixo desde 1999. Em relação a junho de 2015, a satisfação caiu 2,6%.
A pesquisa da CNI é realizada trimestralmente. Para auferir os dados divulgados nesta segunda-feira (18) foram ouvidas, entre 24 e 27 de junho, 2002 pessoas em 141 municípios.
Portal no Ar

terça-feira, 5 de julho de 2016

Brasileiros já pagaram este ano R$ 1 trilhão em impostos e taxas

dinheiro_sacosO impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), localizada na região central da capital paulista, atingiu hoje (5), às 13h30, a marca de R$ 1 trilhão, valor que abrange o total de impostos, taxas e contribuições pagas pela população brasileira nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal) desde 1º de janeiro de 2016.
Segundo a ACSP, no ano passado esse valor foi alcançado no dia 29 de junho e o atraso deste ano está associado à queda na arrecadação, decorrente da crise que atinge o país e enfraquece a atividade econômica. “Mesmo com esse enfraquecimento, o painel chega a R$ 1 trilhão em função do avanço da inflação. Com preços mais altos, o consumidor desembolsa, também, maiores valores em impostos, já que esses são calculados sobre o preço final das mercadorias e serviços”, diz a ACSP.

Robson Pires

domingo, 26 de junho de 2016

Metade dos brasileiros com diabetes não sabe que tem a doença

diabetesNo Dia Nacional de Combate ao Diabetes, especialistas alertam que metade dos cerca de 14 milhões de brasileiros que têm o diabetes não sabe que tem a doença. Segundo o endocrinologista João Salles, da Sociedade Brasileira de Diabetes, uma das dificuldades em identificar a doença é que ela não apresenta sintomas no início, como é o caso do tipo dois de diabetes. No estágio avançado, podem aparecer sinais como boca seca, vontade de urinar com frequência e perda de peso espontaneamente.
“Pessoas com mais de 40 anos, obesas, principalmente com a circunferência abdominal elevada, pessoas com pressão alta, altas taxas de triglicérides e com o HDL, o colesterol bom, baixo, devem ficar mais atentas pois estes são fatores de risco do diabetes tipo dois”, alertou Salles. Cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores são outras consequências.
Robson Pires

terça-feira, 14 de junho de 2016

1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter plano de saúde em um ano



Em relação a abril de 2016, os planos de saúde permaneceram praticamente estáveis em maio, com perda de 30.783 beneficiários

Em maio de 2015, havia 50.183.430 beneficiários, contra 48.623.463 no mesmo mês deste ano, segundo a ANS

Em um ano, 1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter plano de saúde. Em maio de 2015, havia 50.183.430 beneficiários de planos de assistência médica. No mês passado, esse número caiu para 48.623.463 – redução de 3,1%. Os dados estão disponíveis na Sala de Situação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Em relação a abril de 2016, os planos de saúde permaneceram praticamente estáveis em maio, com perda de 30.783 beneficiários (0,06%). A ANS ressalta que houve aumento de beneficiários nos planos coletivos empresariais  – o número passou de 32.269.736, em abril, para 32.275.710, no mês passado.
Entre abril e maio deste ano, Bradesco Saúde S.A teve variação de 0,37%; Amil, de 0,47%; Hap Vida, de 0,79%; Sul America, de 0,50%; e Notre Dame, de 0,21%. Já a Porto Seguro teve uma retração de 2,19%.
Odontologia. Nesse período, os planos exclusivamente odontológicos tiveram crescimento de 0,82% – passaram de 21.749.012, em abril, para 21.926.664, em maio. O aumento de beneficiários se deu em todos os seguimentos (planos individuais, coletivos empresariais e coletivos por adesão).
A Odontoprev S.A, com 6,3 milhões de beneficiários, teve uma queda de 0,27% entre abril e maio de 2016. Amil cresceu 2,38%; Hap Vida, 3,9%; Interodonto, 0,35%; Sul América, 5,02%, e Porto Seguro S.A, 2,11%.
Agora RN

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Temer pede confiança e que brasileiros colaborarem para sair da crise


Segundo ele, é “urgente” fazer um governo de “salvação nacional”



Por Agência Brasil
Em suas primeiras palavras como presidente interino da República, Michel Temer, disse que o povo brasileiro há de “prestar sua colaboração para tirar o país” da crise em que se encontra, mencionou entusiasmo dos políticos que o prestigiam e voltou a falar que é “urgente pacificar a Nação” e “unificar o Brasil”.


Após dar posse aos novos ministros de seu governo, que comporão uma equipe menor, Temer citou algumas vezes a necessidade de recuperação da economia. Segundo ele, é “urgente” fazer um governo de “salvação nacional”.
“O povo brasileiro há de prestar sua colaboração para tirar o país dessa grave crise em que nos encontramos. O diálogo é o primeiro passo para enfrentarmos desafios para avançar e garantir retomada do crescimento”, afirmou Temer, mencionando também a necessidade de partidos políticos e lideranças da sociedade civil participarem.
“Minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança. Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente, na vitalidade de nossa democracia, na recuperação da economia nacional nos potenciais do país, em suas instituições sociais e políticas e na capacidade de que unidos poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade”, afirmou o presidente interino.
Quando Michel Temer entrou na sala em que deu posse ao novo governo, uma salva de fogos de artifício foi ouvida nos corredores do Palácio do Planalto.
“Eu pretendia que esta cerimônia fosse extremamente sóbria e discreta, como convém ao momento que vivemos. Entretanto eu vejo entusiasmo dos colegas parlamentares, dos senhores governadores e tenho absoluta convicção de que este entusiasmo deriva precisamente da longa convivência que nós todos tivemos ao longo do tempo”, disse Temer.
No momento em que o presidente interino falava, houve uma confusão dos manifestantes contrários ao impeachment da presidenta afastada, Dilma Rousseff, que tentaram entrar no Planalto mas foram contidos pela segurança presidencial.

 Portal no Ar

sábado, 30 de abril de 2016

Número de declarações do Imposto de Renda entregues fica abaixo do previsto

O total de contribuintes que enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2016 foi 27.960.663


Por Agência Brasil
O total de contribuintes que enviaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2016 foi 27.960.663, crescimento de 0,23% em relação ao ano passado. Somente nas quatro horas finais de entrega, 792,3 mil contribuintes acertaram as contas com o Fisco.
O número ficou abaixo das estimativas da Receita. Originalmente, o Fisco esperava receber 28,5 milhões de declarações este ano, mas a projeção foi revista para 28,2 milhões, porque o número de declarações retificadoras foi menor que o previsto. Em 2015, 27.895.994 contribuintes haviam entregado a declaração do IRPF dentro do prazo.
Quem não enviou o documento só poderá fazê-lo na próxima segunda-feira (2), a partir das 8h. O contribuinte será multado em 1% do imposto devido por mês de atraso (limitado a 20% do imposto total) ou em R$ 165,74, prevalecendo o maior valor. Não será necessário baixar um novo programa. O sistema automaticamente gerará a guia para o pagamento da multa.
Número de declarações de Imposto de Renda fica abaixo do esperado (Foto: Divulgação)
Número de declarações de Imposto de Renda fica abaixo do esperado (Foto: Divulgação)
O pagamento das restituições começa em 15 de junho e vai até 15 de dezembro, em sete lotes mensais. Quanto antes o contribuinte tiver entregado a declaração com os dados corretos à Receita, mais cedo será ressarcido. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos de idade, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.
A partir da próxima semana, o contribuinte que quiser adiantar o preenchimento da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física do próximo ano poderá reunir as informações em uma plataforma única. Também às 8h de segunda-feira, a Receita Federal lançará o rascunho da declaração de 2017.
O módulo de preenchimento das informações está disponível na página do órgão na internet, no serviço Rascunho IRPF. Os dados podem ser acessados de qualquer computador ou dispositivo móvel com o aplicativo App IRPF e ficam armazenados no sistema da Receita. Quando começar o prazo de entrega da declaração de 2017, o contribuinte pode importar as informações para o formulário.
Portal no Ar

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Doenças graves isentam de pagar o imposto de renda

Muitos brasileiros não sabem, mas podem ter direito à isenção do imposto de renda. Isso mesmo, isenção, porque a declaração continua sendo obrigatória. Uma das possibilidades para não pagar é ser portador de doença grave. Nesta hipótese, a isenção é garantida pela redação do artigo 6º e inciso XIV da lei federal de número 7.713, de 22 de dezembro de 1988.

Para a Receita Federal, têm direito à isenção os portadores de moléstias como AIDS, cegueira, esclerose múltipla e neoplasia maligna (câncer), entre outras de quem recebe rendimentos – até R$ 40 mil por ano – de aposentadoria, pensão ou reforma militar. A segunda condição imposta pelo Fisco para isentar o contribuinte é ser beneficiário da Previdência Social, já que o benefício não é válido para quem tem doença grave e não é aposentado.
Segundo a Receita Federal, se o portador da doença exerce uma atividade profissional – seja autônomo ou seja empregado – e ainda não tenha se aposentado, não tem direito à isenção do imposto. Caso o contribuinte seja isentado pelas regras do Fisco, é preciso ainda procurar um serviço médico oficial da União, dos estados ou municípios para fazer um laudo pericial que comprove a moléstia.
Lista de doenças que permitem isenção do IR
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS); alienação mental; cardiopatia grave; cegueira; contaminação por radiação; doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante); doença de Parkinson; esclerose múltipla; espondiloartrose anquilosante; fibrose cística (mucoviscidose); hanseníase; nefropatia grave; hepatopatia grave; neoplasia maligna; paralisia irreversível e incapacitante; tuberculose ativa.
Robson Pires

terça-feira, 12 de abril de 2016

População Brasileira já passa dos 15 milhões de idosos

Esta população tende a crescer ainda mais nos próximos anos, com a estimativa de que no ano de 2022


Por Estadão Conteúdo
 

O Brasil já foi considerado o país do futuro devido o alto número de jovens no país, mas esta realidade vem mudando a cada ano. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente existem no país uma população de mais de 15 milhões de idosos (8,6% da população brasileira), sendo a maioria destes, mulheres.
Esta população tende a crescer ainda mais nos próximos anos, com a estimativa de que no ano de 2022, o número de idosos no país chegue a 30 milhões, representando 13% da população do Brasil. Uma das razões desta alta é o aumento da qualidade de vida, aliada a queda de fecundidade.
Observando esse crescimento na expectativa de vida, a Gerontologia é uma das áreas que mais se tornam promissoras. O especialista nesta área tem como função prestar o atendimento a pessoas idosas e também qualificar profissionais de saúde e afins para assistência à população a este grupo, com atendimento ético, digno e de qualidade.
O gerontólogo pode trabalhar, em hospitais, centros de convivência, serviços de assistência domiciliar, entre outros lugares onde se encontram pessoas idosas. Profissionais de qualquer área podem fazer um curso em gerontologia. É importante lembrar que o especialista em gerontologia não pode atuar como geriatra, médico especializado no atendimento a pessoas de idade avançada.
Portal no Ar

4 em cada 10 brasileiros convivem com o desemprego

O número salta para 76,3% quando se trata de conhecer alguém que foi demitido nos últimos seis meses ou que tiveram de encerrar as atividades do seu negócio


Por Redação
A escalada do desemprego tem atingido cada vez mais pessoas e quatro em cada dez brasileiros (42,2%) têm algum familiar desempregado dentro da própria casa, segundo pesquisa da SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e da (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
O número salta para 76,3% quando se trata de conhecer alguém que foi demitido nos últimos seis meses ou que tiveram de encerrar as atividades do seu negócio.
Diante do mercado de trabalho em deterioração, 82,7% dos pesquisados acreditam que o desemprego aumentará neste ano e mais de um terço (37%) avalia que não se sentem seguros em seu trabalho.
“O risco de perder o emprego e a baixa perspectiva de recolocação exerce forte influência sobre a confiança do consumidor, alimentando a queda do consumo e do próprio emprego num ciclo vicioso para a economia”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizaro Junior.
*Com informações de O Financista

terça-feira, 5 de abril de 2016

Índice de Satisfação com a Vida é o menor já registrado por pesquisa

Os brasileiros nunca estiveram tão insatisfeitos, revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em março, o Índice de Satisfação com a Vida caiu 2,8% na comparação com dezembro de 2015 e atingiu 92,4 pontos, o menor patamar desde o início da série histórica iniciada em março de 1999. Na comparação com março de 2015, a queda foi de 2,4%.

O Índice de Medo do Desemprego teve alta de 4,1% em março ante dezembro de 2015 e registrou 106,5. Esse foi o segundo maior indicador da série histórica, iniciada em 1999. Na comparação com março de 2015, o índice cresceu 7,8%. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego aumentou mais fortemente entre dezembro de 2014 e março de 2015. O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 17 e 20 de março.
Robson Pires

Brasileiros estão insatisfeitos com a vida, diz pesquisa

Os brasileiros nunca estiveram tão insatisfeitos, revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em março, o Índice de Satisfação com a Vida caiu 2,8% na comparação com dezembro de 2015 e atingiu 92,4 pontos, o menor patamar desde o início da série histórica iniciada em março de 1999. Na comparação com março de 2015, a queda foi de 2,4%.

O Índice de Medo do Desemprego teve alta de 4,1% em março ante dezembro de 2015 e registrou 106,5. Esse foi o segundo maior indicador da série histórica, iniciada em 1999. Na comparação com março de 2015, o índice cresceu 7,8%. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego aumentou mais fortemente entre dezembro de 2014 e março de 2015. O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 17 e 20 de março.
Robson Pires