Mostrando postagens com marcador consumidores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumidores. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de abril de 2017

Novas regras para rotativo do cartão de crédito valem a partir desta segunda

Consumidor que não conseguir pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito somente poderá ficar no rotativo por 30 dias

A partir deste mês, os consumidores que não conseguirem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só poderão ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, entrará em vigor nesta segunda-feira 3.
A medida consta da reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Os bancos tiveram pouco mais de dois meses para se adaptarem à nova regra, que obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que cobra taxas menores, os clientes que não conseguirem quitar o rotativo do cartão de crédito nos primeiros 30 dias.
Durante esse período de quase dois meses, os bancos definiram as novas taxas para o crédito parcelado. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a medida tem o potencial de reduzir pela metade os gastos com juros em 12 meses.
Impacto
No entanto, o diretor econômico da entidade, Miguel de Oliveira, diz que o impacto das medidas sobre os juros só será conhecido nos próximos meses.
“Em primeiro lugar, muitos bancos fixaram taxas bem elásticas, que podem chegar de 1,99% a 10% ao mês, dependendo da instituição financeira e do histórico [capacidade de pagamento] do consumidor. Então, fica difícil saber qual será o efeito efetivo, porque cada consumidor tem uma taxa personalizada, e a gente precisa ver quem não conseguirá pagar a fatura integral”, acrescentou Oliveira.
Em fevereiro, após o anúncio da nova regra, a taxa média do crédito rotativo subiu de 15,12% para 15,16% ao mês, conforme pesquisa mensal da Anefac. A taxa média do crédito parcelado foi na contramão e caiu de 8,34% para 8,30% ao mês. Segundo Miguel de Oliveira, os juros do cartão só deverão sofrer influência das novas regras a partir de maio.
“Como a nova regra limita em 30 dias o prazo do rotativo, o consumidor que não conseguir pagar a fatura de março vai cair no rotativo em abril e só passará para o crédito parcelado em maio. Só lá, nossos levantamentos começarão a refletir os efeitos da mudança”, esclareceu Oliveira.
Dívida multiplicada
Com base em dados mais recentes da Anefac, de fevereiro, a taxa média de 15,16% ao mês no crédito rotativo equivale a 444,03% ao ano. Ao fim de três meses, uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão subiria para R$ 1.527,23. Ao fim de 12 meses, equivaleria a R$ 5.440,26.
Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta – de 15,16% ao mês – incidirá nos primeiros 30 dias e a taxa de 8,3% ao mês incide nos meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.350,70 em três meses e para R$ 2.768,31 em 12 meses. A diferença chega a 11,6% em 90 dias e a 49,1% em um ano.
O cálculo, no entanto, leva em conta as taxas médias de juros. A economia efetiva pode variar porque os bancos personalizam as taxas para cada consumidor no rotativo e no crédito parcelado. Os juros finais também variam em função do histórico e da capacidade de pagamento do cliente.
Agora RN

sábado, 31 de dezembro de 2016

Conta de energia será mais barata para o brasileiro no início de 2017

De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde

O ano vai começar com a conta de energia mais barata para os brasileiros. De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde, ou seja, sem cobrança extra no bolso dos consumidores.
O sistema de cobrança por meio de bandeiras tarifárias começou a ser implementado em janeiro de 2015, e funciona da seguinte forma: a bandeira de cor vermelha adiciona uma taxa extra de R$ 4,50 reais a cada 100 quilowatts-hora (KWh) consumidos, e a bandeira de cor amarela adiciona uma custo de R$ 1,50 reais a cada 100 kWh.
Para identificar a taxa que está em vigor no mês, o consumidor deve estar atento ao boleto da conta de luz, no qual estão dispostas as bandeiras com a coloração da bandeira e a descrição que indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.
Esse sistema foi conduzido com o objetivo de suprir os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que utiliza mais recursos financeiros do que a energia de hidrelétricas. De acordo a Aneel, a decisão tem como base o relatório do Operador Nacional do Sistema (ONS), que aponta que a condição hidrológica está mais favorável.
Agora RN

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Conta de luz fica mais cara em novembro com bandeira amarela

No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha


Por Agência Brasil
A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.
Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.
O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.
Cobrança
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.
veja

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Saiba como reduzir o consumo de energia para economizar na conta de luz

A Cosern, empresa do Grupo Neonergia, orienta o uso correto de alguns eletrodomésticos e aconselha a adoção de novos hábitos


Por Redação
Para disseminar o conceito de consumo eficiente de energia elétrica e ajudar o consumidor a reduzir o valor mensal da conta de luz sem abrir mão do conforto, a Cosern, empresa do Grupo Neonergia, orienta o uso correto de alguns eletrodomésticos e aconselha a adoção de novos hábitos.
Ar condicionado:
Ajuste o aparelho para uma temperatura confortável (cerca de 22° C).
Utilize o timer (temporizador) para evitar o funcionamento desnecessário do condicionador de ar.
Recorra a ventiladores para manter o clima agradável, após a refrigeração do cômodo.
Faça manutenção e limpeza do aparelho com frequência. Além de higiênica, a medida contribui para um desempenho mais econômico, pois a sujeira acumulada no filtro dificulta a troca de calor e a passagem do ar, exigindo mais potência e, consequentemente, maior consumo de energia.
Geladeiras:
Fique atento ao estado de conservação do seu refrigerador. Em más condições, eles chegam a representar 30% do consumo de uma residência.
Instale a geladeira e o freezer em locais ventilados da sua casa, longe de fontes de calor (como fogão) e respeitando um espaço mínimo de 15 centímetros de paredes e armários.
Observe periodicamente a borracha de vedação. Uma vez ressecada, ela é a responsável por um dos maiores desperdícios de energia doméstica.
Chuveiro elétrico:
Coloque-o sempre na posição verão. Quanto mais baixa a temperatura da água, menor o consumo de energia.
Ferro elétrico:
Organize-se para passar a maior quantidade possível de roupa de uma só vez. É importante otimizar o funcionamento do ferro, aproveitando o calor, e evitar desligá-lo para ligá-lo logo em seguida. Reaquecer o equipamento com frequência é o que aumenta o gasto. O mesmo deve ser feito com o forno elétrico.
Churrasqueira elétrica e grills:
Mesmo eventualmente, avalie a necessidade de ligar esses equipamentos. Se possível, substitua os itens elétricos por modelos a carvão ou a gás.
Aparelhos de som e ventiladores:
Ouvir música em volume alto e colocar o ventilador na velocidade máxima também contribui para um gasto maior de energia.
Lâmpadas elétricas:
Troque as lâmpadas fluorescentes normais ou incandescentes (cuja venda no comércio já está proibida) por lâmpadas de LED.  Além de melhor desempenho, elas economizam cerca de 80% em relação as primeiras e tem maior durabilidade.
Pintura de paredes:
Utilize cores claras na pintura das paredes e fique com as janelas da sua casa abertas o maior tempo possível, aproveitando a luz natural. As duas medidas também contribuem para reduzir o consumo de energia.
Compra de eletrodomésticos:
Preste atenção e opte por produtos que apresentam o Selo Procel (aquele que identifica aparelhos mais eficientes e que consomem menos energia).
Portal no Ar