segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Temer ‘fatia’ cargos para conseguir apoio - Nas gestões de Lula e na de Dilma a divisão dos cargos era semelhante a hoje

A exemplo do que ocorria em governos anteriores, desde que assumiu, há oito meses, o presidente Michel Temer tem distribuído cargos na administração pública para agradar a seus aliados e garantir apoio em votações no Congresso. Sua estratégia, no entanto, tem sido a de dividir funções de uma mesma pasta ou órgão para diferentes padrinhos, restringindo as indicações.
O modelo é o chamado “porteira aberta”, quando a indicação vale apenas para o cargo específico e não inclui subordinados, por exemplo. Difere do chamado “porteira fechada”, modelo mais comum na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando se permitia que apadrinhados dos partidos da base ocupassem todos os cargos de livre nomeação de uma determinada pasta. Nas gestões de Luiz Inácio Lula da Silva e na de Dilma Rousseff a divisão dos cargos era semelhante ao que ocorre hoje.
A reportagem mapeou os cerca de 150 principais cargos das 24 pastas e secretarias com status de ministério e encontrou diversos exemplos dessa divisão, como no Ministério da Educação
O titular da pasta é do DEM – o deputado licenciado Mendonça Filho (PE) – e outros integrantes são historicamente ligados ao PSDB, como a secretária executiva, Maria Helena Guimarães de Castro, e a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Maria Inês Fini.
“Para as políticas públicas andarem, é preciso, além de competência e qualificação técnica, ter uma equipe com respaldo político”, disse o ministro.
Outro caso é o Ministério da Saúde, em que o também deputado licenciado Ricardo Barros, indicado do PP, divide a cúpula e órgãos auxiliares entre apadrinhados do seu partido e do PMDB. O ministro da Saúde disse que o único critério com o qual se importa é que o indicado tenha competência técnica. “As indicações são sempre de pessoas qualificadas, independentemente de quem indica. Quando não é qualificada, não é nomeada”, afirmou Barros.
No Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, comandado por Osmar Terra (PMDB), postos estratégicos são ocupados por nomes de outros partidos, como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), presidido pelo ex-deputado federal Leonardo Gadelha, ligado ao PSC. Já a secretária Nacional de Assistência Social da pasta, Maria do Carmo Brant de Carvalho, pertence aos quadros do PSDB, tendo atuado na eleição de 2014 na elaboração de políticas sociais do programa de governo do então candidato tucano à Presidência Aécio Neves.
Para Terra, o modelo de distribuição de cargos tem sido bem-sucedido ao construir uma boa relação com as legendas que apoiam o Planalto. “Ele contempla as várias possibilidades de força de peso político dos partidos que compõem a base, predominando a preocupação em dar resultado”, afirmou o ministro “Os partidos estão preocupados com o resultado do governo, indicando pessoas qualificadas. Sabemos que o governo tem dois anos e precisa dar respostas rápidas.”
Portal no Ar

Pescador e surfista são encontrados após três dias em alto mar



Pescador conhecido como “Lula” e o surfista Leo Morais saíram ainda na madrugada da sexta-feira (20) para pescar na praia de Pipa


Após 70 horas no mar, navegantes foram encontrados próximo à Barreira do Inferno, em Parnamirim, após conseguirem fazer contato com amigos por telefone


Um pescador e um surfista do RN foram resgatados, na manhã desta segunda-feira (23) próximo a Barreira do Inferno, município de Parnamirim, após três dias à deriva. O pescador conhecido como “Lula” e o surfista Leo Morais saíram ainda na madrugada da sexta-feira (20) para pescar na praia de Pipa e estavam desaparecidos.
De acordo com o portal G1, os dois foram encontrados por volta das 8h30 da manhã desta segunda-feira (23). Ainda não se tem informações sobre o estado de saúde deles, que passaram mais de 70 horas no mar.
Segundo a presidente da Associação de Surfistas da Praia de Pipa, Eronilda Marinho, os navegantes conseguiram contato por telefone na tarde do domingo (22) e informaram problemas na embarcação que o fizeram ficar à deriva. “O Leo me ligou a cobrar e eu retornei, foi quando ele me disse que o tempo estava muito ruim, o mastro do barco havia quebrado e eles estavam à deriva”, disse Eronilda.
Ainda segundo Eronilda, amigos realizavam buscas pela orla de Parnamirim quando encontraram os dois em alto mar. “Quando eles ligaram, disseram que estavam perto da Barreira do Inferno. Os amigos estavam muito preocupados e foram procurá-los. Encontraram eles em alto-mar, perto de onde conseguimos contato”, informou.
Agora RN

Número de mortos durante rebeliões na Penitenciária de Alcaçuz chegaria perto dos 60

Detentos se enfrentaram novamente na última quinta-feira (19)

Fonte ouvida pelo Portal Agora RN dentro da penitenciária diz que 'ainda existem muitos corpos espalhados pelos pavilhões'; até o momento, governo só confirma 26

Apesar do Governo do Rio Grande do Norte ter anunciado, até o momento, que ‘apenas’ 26 presos foram assassinados durante as rebeliões que aconteceram ao longo da semana passada em Alcaçuz, uma fonte do Portal Agora RN dentro do presídio informou que o número de mortes, na realidade, deve chegar perto dos 60.
Em entrevista realizada neste final de semana, a fonte garantiu que houveram novos assassinatos no confronto que aconteceu na última quinta-feira (19), um dia depois de cerca de 220 membros do Sindicato do RN terem sido transferidos para a Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP).
“Ainda tem muitos corpos espalhados aqui dentro. Creio eu que foram cerca de 32 membros do Sindicato e algo em torno de 25 do PCC”, revelou.
Segundo a fonte, os confrontos entre as facções tiveram armas brancas e também armas de fogo envolvidas. Pistolas ponto 40 com munições letais e espingardas calibre 12 de balas de borracha foram utilizadas nos embates, que culminou numa verdadeira chacina dentro do presídio, ainda sem um número total de mortes oficializadas pelo Governo do Estado.
Agora RN

Detran leiloa 600 motos “cinquentinhas” nesta sexta-feira

Veículos ciclomotores serão vendidos por plataforma online

Interessados podem ver veículos ciclomotores antes do leilão, entre terça e quarta-feira; apenas cem estão em bom estado para circulação

O Detran/RN leiloa nesta sexta-feira (27) 153 lotes de ciclomotores. Serão aproximadamente 600 motos “cinquentinhas”, sendo 100 em situação de circulação e 500 para sucata. O leilão acontece às 10h, no Auditório da Escola de Governo, no Centro Administrativo do Estado, no bairro Lagoa Nova, em Natal.
O Detran/RN leiloa nesta sexta-feira (27) 153 lotes de ciclomotores. Serão aproximadamente 600 motos “cinquentinhas”, sendo 100 em situação de circulação e 500 para sucata. O leilão acontece às 10h, no Auditório da Escola de Governo, no Centro Administrativo do Estado, no bairro Lagoa Nova, em Natal.
A visitação às “cinquentinhas” pode ser feita nesta terça (24) e quarta-feira (25), das 8h às 14h, no pátio do Detran em Natal, que fica no cruzamento da Avenida Capitão Mor Gouveia com Rua Bom Pastor, onde funcionava a garagem da Empresa Guanabara.
O leilão funciona de forma online, por meio do site www.lancecertoleiloes.com.br; e de maneira presencial. Para participar do leilão eletrônico, os interessados devem preencher um cadastro no site da Lance Certo Leilõesfornecendo a documentação exigida e passar por uma análise de crédito. As pessoas cadastradas já podem se antecipar e oferecer lances aos veículos. No dia do leilão, serão recebidos os lances de quem estiver presente e também dos participantes que estiverem online e já forem cadastrados no sistema.
Os interessados em comparecer ao leilão presencial, precisam ir ao evento com a documentação exigida e comprovante de residência. Para pessoa física, é necessário apresentar RG e CPF. Já para pessoa jurídica precisa levar o contrato social e o CNPJ da empresa. O pagamento deve ser efetuado em dinheiro ou cheque, da seguinte forma: 20% no ato da arrematação e o restante do valor em depósito ou cheque descontado em até três dias úteis após o leilão.
Mais informações e edital do leilão no site da Lance Certo Leilões: www.lancecertoleiloes.com.br.
Agora RN

domingo, 22 de janeiro de 2017

Cresce o número de adolescentes que não usam camisinha - Hábito fez aumentar os casos de aids e sífilis entre os jovens brasileiros

Novos velhos tempos: não é um retrocesso aos anos sem cuidado da era pré-aids, mas há um evidente desleixo (Roberto Setton/VEJA)

Entre os anos 80 e 90 do século passado, a aids impôs mudanças abissais no comportamento sexual — o medo da contaminação fez reduzir o número de parceiros e levou às carteiras e bolsas o preservativo. Bastou que a epidemia fosse controlada para o pavor recuar. E, no vácuo desse recuo, veio o desleixo nos necessários cuidados: pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feita com mais de 100.000 alunos do 9º ano do ensino fundamental, entre 13 e 15 anos, mostra que, em 2015, 66% tinham usado camisinha na última relação sexual — uma redução preocupante em relação a 2012, quando 75% revelaram ter posto o preservativo. O infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, afirma: “Os jovens estão deixando de se cuidar porque simplesmente não temem as doenças transmitidas pelo sexo”. O dado assustador: no Brasil, os casos de aids nos adolescentes entre 15 e 19 anos cresceram de 2,8 para cada 100 000 habitantes em 2006 para 5,8 a cada 100 000 pessoas em 2015.
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Mulheres fazem vigília em frente ao presídio de Alcaçuz

A guerra entre as facções afeta o cotidiano das famílias, que aguardam solução em frente ao presídio

Mulheres e crianças lidam com condições insalubres no exterior do presídio, mas não tiram os pés da areia no local

A guerra entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do Crime RN, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, extrapolou os muros e afetou os que estão do lado de fora da unidade à espera do fim do conflito que já dura oito dias. As famílias dos detentos se dividem na porta da unidade, trocam acusações e até agressões. Mulheres e crianças lidam com condições insalubres no exterior do presídio, mas não tiram os pés da areia no local.
Na entrada da penitenciária, ripas de madeira e telhados se equilibram junto com pedaços de alvenaria sem reboco, no local onde as mulheres de detentos que fazem parte do sindicato se reúnem noite e dia, desde o massacre que deixou 26 mortos no Alcaçuz. A estrutura é usada normalmente em dias de visita. Uma pia serve de cozinha para o grupo, e um menino de pouca idade dorme, nu, em cima do balcão.
Ao lado dessa proteção, que é praticamente a única, em um colchão, colocado à sombra de uma árvore rasteira, uma das mulheres descansa, enquanto aguarda novidades. No bar, ao lado do presídio, outros colchonetes se espalham pelo chão, cortesia da dona, que permite o descanso das famílias até fechar o estabelecimento. Quando o bar é fechado, as mulheres se transferem para a calçada e dormem ali mesmo.
Uma casa em frente também é usada como apoio para o grupo. “Não queremos sair daqui, temos medo que aconteça alguma coisa com eles. Deixei meus filhos menores com minha mãe e estou aqui desde domingo. Sou manicure, mas nem isso estou fazendo”, conta Maria* – nome fictício a pedido para presevar a identidade das mulheres.
Já nos fundos do presídio, uma estrutura parecida – com um pouco mais de espaço e partes de alvenaria – abriga mulheres de detentos do PCC. Mais desconfiadas, las não aceitam gravar entrevistas ou tirar fotos, mesmo de costas. A superexposição que tiveram na mídia deixaram medo e consequências. “Meus patrões disseram que não querem mais ver a minha cara. Você faria o quê, se a sua empregada aparecesse na televisão falando que o marido é do PCC?”, afirma a mulher de um dos detentos.
O medo também é de retaliações. As famílias, dos dois lados, trocam acusações de agressão. Do lado do PCC, as mulheres reclamam que as outras foram até o local com uma enxada e ameaçaram um espancamento. “Até a voz eu não quero gravar porque podem reconhecer. Depois que foram até a casa de uma de nós, para matar , a gente está com muito medo”, destacou Carla*. Já as esposas de membros do sindicato as acusam de receber provocações constantes e admitem ter estapeado e roubado a “feira” de uma das moças do grupo rival.
As famílias defendem as facções. Entre os familiares e os presos, a comunicação é constante, por celular. Cada grupo defende que o outro deu início à confusão que se transformou em um conflito sangrento e prolongado. Não enxergam saída para a guerra nem do lado de fora. “Meu marido está baleado aí dentro e se recusou a ir para o hospital, porque lá tem muitos do sindicato”, diz Sheila*. Os dois lados criticam o que seria a falta de um código de honra do rival.
“No PCC tem só estupradores. O sindicato não aceita isso, não aceita roubar ônibus, escola. Vai roubar o povo que não tem nada? É só tráfico”, disse Maria*, mulher de um detento do sindicato.
“O sindicato não tem respeito pelas mulheres, pelos filhos, e não separam as coisas. Querem matar todo mundo”, afirmou Teresa*, esposa de um preso do PCC. Na percepção de mulheres de detentos do sindicato, o PCC recebe tratamento privilegiado. Ontem (20), as que pertencem ao grupo do sindicato não conseguiram entregar alimentos para os detentos. Já as mulheres dos detentos do PCC confirmaram que conseguiram repassar arroz, feijão e cuscuz.
Em resposta ao questionamento do favorecimento do PCC na entrada de alimentos na unidade, a assessoria de comunicação da Secretaria de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte afirmou que os presos estão sendo alimentados com três refeições diárias e que as feiras de familiares estão suspensas em ambos os lados.
A realidade precária, a falta de alimentos e condições de higiene – não há banheiros disponíveis –, é comum a todas as famílias. O sofrimento também. Enquanto as esposas do PCC se queixam da falta de segurança e de alimentos, uma menina brinca, de calcinha, nas areias da frente do presídio de Alcaçuz, com brinquedos de praia. A mãe a levou porque não tinha com quem deixar. A criança parecia alheia às conversas sobre os acontecimentos e a briga entre famílias. Mas, segundo a mãe, é só aparência. “Ela pergunta pra mim: ‘isso é guerra, mãe? Por que ficam batendo, matando? Eu quero meu pai’”.
Agora RN

Mesmo com Exército nas ruas, Natal chega ao quarto dia sem ônibus


Já são 26 ônibus e micro-ônibus incendiados no Rio Grande do Norte

Empresas e os rodoviários suspenderam o serviço com medo de ataques de facções criminosas. Neste domingo (22), além da falta de transporte, uma forte chuva cai sobre Natal

Mesmo com as tropas das Forças Armadas realizando um patrulhamento ostensivo nas ruas de Natal (RN), o que ocorre desde sexta-feira (19), a cidade chega ao seu quarto dia consecutivo sem transporte público. As empresas e os rodoviários suspenderam o serviço com medo de ataques de facções criminosas. Neste período, já são 26 ônibus e micro-ônibus incendiados no Rio Grande do Norte.
Desde o fim da tarde da última quarta-feira (18), quando os primeiros ataques a ônibus foram registrados, que os veículos não conseguem cumprir as rotas em sua totalidade. Na quinta-feira (19) os coletivos ainda chegaram a circular, mas todos foram recolhidos após os primeiros registros de incêndios. Na sexta-feira (20) e no sábado (21) não houve transporte público na capital potiguar, assim como ocorre hoje.
Neste domingo (22), além da falta de transporte, uma forte chuva cai sobre Natal desde as primeiras horas da manhã, colaborando ainda mais para o baixo tráfego de veículos na cidade. A alternativa para os natalenses tem sido utilizar táxis e veículos escolares, que foram autorizados a fazer lotação.
O Sintro-RN (Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN) informa que também não está definido o retorno dos ônibus nesta segunda-feira (23). Tudo dependerá das garantias de segurança para a realização do trabalho.
Segundo o Sindicato, Natal possui uma frota de 630 veículos. Nesta época do ano, com a cidade lotada de turistas em razão das férias, a estimativa do órgão é que 380 mil pessoas utilizem o transporte público diariamente.
Além dos 26 ônibus e micro-ônibus, a Polícia Militar também registrou ataques a cinco viaturas do governo do estado e de Prefeituras, um caminhão, dois carros particulares, quatro delegacias e três prédios públicos. Não houve feridos em nenhum caso. Os atentados foram registrados em dez municípios.
Os ataques começaram no mesmo dia em que detentos foram transferidos de Alcaçuz, maior penitenciária do Rio Grande do Norte, onde uma rebelião deixou 26 mortos apenas no final de semana passado. A expectativa é que mais vítimas sejam confirmadas pelo governo nos próximos dias, já que o presídio registrou novos confrontos durante a semana entre presos das facções rivais PCC e Sindicato do RN.
Já o presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta (RN), registra mais um dia de aparente tranquilidade. Uma espécie de “muro” erguido com contêineres, que dividirá os presos das duas facções, já teve sua primeira fileira finalizada. Depois, um muro definitivo deverá ser construído. A Polícia Militar continua no local.
Agora RN

Chuva causa pontos de alagamento na Grande Natal

A chuva que vem caindo em Natal desde as primeiras horas da manhã deste domingo (22) deixa pontos de alagamento na cidade.
Em tradicionais ruas como avenida Afonso Pena vários trechos estão alagados.O mesmo acontece no cruzamento da Rua Mossoró, na zona Leste de Natal.
Já na zona Sul, próximo a Avenida da Integração também alagou . A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) orienta que os motoristas tenham atenção redobrada durante o período de chuva.
Segundo informações da Climatempo o domingo será de períodos de nublado, com chuva a qualquer hora. A capital do Rio Grande do Norte registra 23 graus nesta tarde.
Agora RN

Em crise, 73 municípios já entraram em calamidade financeira

Decreto de calamidade como meio de pressão por negociações de socorro.

A dificuldade para pagar salários e honrar compromissos já levou pelo menos 73 municípios a decretarem estado de calamidade financeira desde o ano passado, 43 deles apenas em janeiro, segundo dados atualizados pela CMN. Com a medida, os prefeitos buscam se livrar temporariamente das punições previstas em caso de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Mas, na prática, eles têm visto o decreto de calamidade como meio de pressão por negociações de socorro.
Dos municípios que decretaram calamidade agora em 2017, 14 são do Rio, 11 de Minas, quatro da Paraíba, quatro de São Paulo, três do Ceará, três do Rio Grande do Norte, dois de Santa Catarina, um do Pará e um do Rio de Grande do Sul. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Portal no Ar

sábado, 21 de janeiro de 2017

Em Alcaçuz, novas partes de corpos são encontradas e resgatadas por peritos do Itep

Agentes do Itep trabalham para achar possíveis novos corpos de presos em Alcaçuz

Segundo informações do Itep, partes de cadáveres dos presos foram encontradas nos pavilhões 2, 3 e 4 do presídio - onde não há detentos no momento

Na tarde deste sábado (21), três equipes de peritos do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) retornaram à penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, aproveitando a intervenção do governo do Rio Grande do Norte, para investigarem onde estariam os outros corpos de presidiários assassinados durante o confronto entre membros das facções do PCC e do Sindicato do Crime, que – até então – havia deixado 26 mortos contados.
Segundo informações do Itep, que continuará buscando possíveis novos cadáveres, partes de corpos dos presos foram encontrados nos pavilhões 2, 3 e 4 – onde não há detentos no momento – do complexo prisional. O Itep, contudo, não deu maiores informações sobre as buscas e os materiais recolhidos.
Além disso, seguindo a informação dos próprios presos de que haveria mortos jogados em uma das fossas de Alcaçuz, uma equipe da Companhia de Águas e Esgoto (Caern) também foi levada ao presídio para encontrá-la e tentar esvaziá-la.
Agora RN