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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Presidente do Conselho de Ética diz que Aécio foi vítima de ‘armação’

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), considera que o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) foi vítima de “uma grande armação”. Nesta sexta-feira, 23, João Alberto arquivou a representação contra o tucano alegando não estar “convencido” das acusações contra o parlamentar, investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os membros do colegiado ainda podem recorrer da decisão do presidente.
Para João Alberto, Aécio não agiu de má-fé ao pedir R$ 2 milhões ao dono da JBS, Joesley Batista. “Esse cidadão (Joesley) era tido como um homem sério, um dos principais empresários do País, com trânsito em todas as áreas, e que nunca se pensou que era bandido. Ele (Aécio) entrou para conversar com um bandido pensando que era uma pessoa séria”, defendeu o presidente do Conselho. Ele destacou que as gravações de Aécio com Joesley não o convenceram de que houve quebra de decoro parlamentar, nem as reportagens publicadas pela imprensa.
Aliado do ex-presidente José Sarney, o peemedebista foi apontado como um dos principais atores no acordo suprapartidário costurado entre os partidos do Senado para “salvar Aécio”. O objetivo seria não criar mais um precedente na Casa. “Não existe nada disso, ninguém falou comigo. Eu já disse e repito: ‘não tenho mais idade para aceitar pressão'”, rebateu.
João Alberto contou que aguardava posição do Supremo sobre a prisão de Aécio nesta semana para tomar a sua decisão, porém o julgamento acabou adiado. O prazo para ele decidir sobre o recebimento ou não da representação no Conselho contra Aécio acabaria na próxima segunda, 26. “Como não tinha material que me desse uma certeza de que houvesse quebra de decoro, decidi pelo arquivamento da petição”, alegou. Ele explicou ainda que, caso haja recurso no plenário, ele dará tramitação “normal” ao processo.
Arquivamento
Na petição de arquivamento do processo que pedia a cassação do mandato de Aécio, João Alberto alegou falta de provas. “A fundamentação do pedido deve estar baseada em elementos que possam ser objeto de apuração. O quanto alegado, da mesma forma, deve estar lastreado em conjunto probatório pré-constituído, o qual deverá acompanhar a representação no momento do seu ingresso, o que não ocorreu. Tal circunstância, por si só, seria suficiente para justificar a rejeição preliminar do pedido”, diz trecho do despacho.
A decisão de João Alberto critica ainda a junção de notícias de jornais entre o conjunto de provas, que João Alberto classificou como “temerário” e considera que a delação de Joesley não é suficiente para dar sequência à representação. “Não havendo qualquer prova documental, há aqui claro conflito entre a palavra de um empresário interessado a qualquer custo em se safar da prisão e a palavra de um senador da República que conta com presunção de veracidade.”
Para João Alberto, na gravação de Aécio e Joesley “não há qualquer tratativa de vantagem indevida, muito menos envolvendo interesses públicos” e também não houve pedido de contrapartida. O texto destaca ainda que não foi anexado ao processo nenhuma gravação ou troca de mensagens entre Andrea Neves e Joesley Batista, onde teria ocorrido pedido de vantagem indevida. “Ao contrário, das gravações e dos documentos trazidos aos autos em momento posterior fica claro e evidente que a irmã do representado não pediu ‘propina’ ao empresário, mas sim o procurou para tentar vender um apartamento da família”, afirma João Alberto.
Agora RN

sábado, 10 de junho de 2017

TSE rejeita cassação e absolve Temer - Placar, que era esperado, foi de 4 a 3 pró-governo

Após quatro dias de julgamento, a maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou nesta sexta-feira  (9) contra a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014, pelas acusações de abuso de poder político e econômico. O placar da votação ficou em 4 a 3.  O voto de desempate foi proferido pelo presidente da corte, ministro Gilmar Mendes.
Em seu voto, Gilmar mencionou que foi o relator do pedido inicial do PSDB para a reabertura da análise da prestação de contas da chapa Dilma-Temer. Ele disse, entretanto, que o pedido foi aprovado pelo tribunal para reexame do material e não para condenação sumária. “Não se trata de abuso de poder econômico, mas se trata de um dinheiro que sai da campanha e não disseram para onde vai. Primeiro é preciso julgar para depois condenar. É assim que se faz e não fixar uma meta para condenação. O objeto dessa questão é sensível porque tem como pano de fundo a soberania popular”, defendeu.
Também votaram pela absolvição os ministros Napoleão Nunes MaiaAdmar Gonzaga e Tarcísio VieiraLuiz Fux e Rosa Weber acompanharam o relator, Herman Benjamin, pela cassação da chapa.
Quatro dos sete ministros entenderam que não há provas suficientes para retirar o mandato da chapa. Além disso, a maioria avaliou que as delações de ex-executivos da Odebrecht não podem ser incluídas no julgamento porque não estavam no pedido inicial de cassação, feito pelo PSDB em 2014.
“Não é algum fricote processualista que se quer proteger, mas o equilíbrio do mandato. Não se substitui um presidente a toda a hora, mesmo que se queira. A Constituição valoriza a soberania popular, a despeito do valor das nossas decisões”, disse Gilmar ao proferir seu voto.
A maioria dos ministros também argumentou que as provas que restaram, como outros depoimentos de delatores da Operação Lava Jato, que também citam repasses de propina para a chapa, não são suficientes para concluir que os recursos desviados para o PT e PMDB abasteceram a campanha de 2014.
Mendes voltou a dizer durante seu voto que  “não cabe ao TSE resolver a crise política” do país, e que falou isso a políticos que o procuraram para debater o tema.
Portal no Ar

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho recebe ameaças de morte em Natal

Fachada do prédio onde mora Rogério Marinho (PSDB)
Ação em frente a apartamento do deputado aconteceu ao final do protesto organizado por centrais sindicais e movimentos sociais na capital potiguar


Parte da fachada do prédio onde mora o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, foi pichada na noite desta sexta-feira 28, em Natal, por manifestantes.
As mensagens, direcionadas ao tucano, incluem desde palavras de ordem, como “Fora, Temer!”, e acusações de “golpista” e “corrupto” até ameaças de morte. Em uma das pichações, por exemplo, é possível observar a seguinte mensagem: “Morte aos inimigos do povo”.
A ação em frente ao apartamento do deputado – que fica localizado na Avenida Floriano Peixoto, em Petrópolis, na zona Leste, aconteceu ao final do protesto organizado por centrais sindicais e movimentos sociais que levou às ruas da capital potiguar milhares de pessoas. Segundo os manifestantes, havia 80 mil participantes no ato – que percorreu a Av. Hermes da Fonseca em direção à Praça Pedro Velho, entre Tirol e Petrópolis. A Polícia Militar, que esperava 10 mil pessoas no protesto, não divulgou estimativas oficiais de adesão.
GREVE GERAL
O ato desta sexta-feira em Natal fez parte de uma série de mobilizações contra as reformas na Previdência e na legislação trabalhista. A segunda reforma, que teve relatoria do deputado potiguar, foi aprovada na Câmara na última quarta-feira 26.

Agora RN

quarta-feira, 15 de março de 2017

Maia, Eunício, José Serra e Aécio Neves são alvos de investigação do STF

Eunício Oliveira, Rodrigo Maia, Aécio Neves e José Serra

Presidentes da Câmara e do Senado, além de senadores tucanos, estão entre os alvos da Procuradoria-Geral da República encaminhados ao Supremo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu para investigar  os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), além dos senadores Edison Lobão (PMDB), Romero Jucá (PMDB). O Estadoapurou também que estão na lista de pedidos de inquérito daPGR os senadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). Como parlamentares, todos têm privilégio de foro e a decisão sobre a investigação cabe ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
Os casos dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e dos ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega devem ser remetidos à primeira instância, como os petistas perderam o foro privilegiado.
Governo. A PGR também pediu investigação para ao menos cinco dos 29 ministros de Temer (PMDB). São eles Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores.
No total, Rodrigo Janot enviou 320 pedidos ao STF com base nas delações premiadas de 78 executivos da Odebrecht. São 83 pedidos de abertura de inquéritos, 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, 7 pedidos de arquivamentos e 19 outras providências.
Segundo a PGR, “não é possível divulgar detalhes sobre os termos de depoimentos, inquéritos e demais peças enviadas ao STF por estarem em segredo de Justiça.” Por isso, Rodrigo Janot, em seus pedidos, também solicitou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, a retirada do sigilo desse material considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público.
Agora RN

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Mais de 15 prefeitos devem se filiar ao PSDB no RN com a presença de Aécio Neves

Deputados em reunião com Aécio Neves

Ao cumprir agenda política em Brasília, deputado estadual Ezequiel Ferreira participou de reunião com presidente nacional do PSDB, que garantiu vinda a Natal

Ao cumprir agenda política em Brasília, na última semana, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), participou de uma reunião da bancada estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com o presidente Nacional do partido, Aécio Neves que confirmou presença no encontro da agremiação, em Natal, no dia 25 de março. O deputado Gustavo Carvalho e o deputado federal e presidente de honra do PSDB no RN, Rogério Marinho, também participaram da reunião.
Ezequiel e os correligionários articularam a vinda de 15 prefeitos de outros partidos para o PSDB, que devem assinar suas fichas de filiação durante o evento. Para ele, o partido, com a presença que tem, deve mostrar ainda mais seu crescimento nas eleições de 2018.
“Mostramos ao presidente Aécio Neves durante nossa reunião que o partido cresceu bastante. Nós passamos a ter a maior bancada da Assembleia Legislativa, com cinco deputados. Elegemos 10 prefeitos, 11 vice-prefeitos e mais de uma centena de vereadores. Há uma perspectiva da entrada de novos prefeitos no partido. O PSDB deve ficar com mais de 25 prefeitos, o deputado federal Rogério Marinho e terá candidato a presidente da República. Portanto, diante do seu crescimento, nos últimos anos, o PSDB vai participar do tabuleiro político nas sucessões e nas eleições que vamos ter em 2018”, relatou.
Ainda segundo Ezequiel, que preside a Assembleia Legislativa do RN, o presidente do partido vem acompanhando o crescimento da representatividade do PSDB potiguar, informação confirmada pelo próprio Aécio Neves.
“É notória a ampliação da capilaridade e influência do partido no estado do Rio Grande do Norte. Contava com o deputado federal Rogério Marinho, prefeitos e vereadores e agora conta com cinco deputados estaduais atuantes. E este grupo fez o partido crescer ao ponto de torna-lo peça fundamental no tabuleiro eleitora de 2018”, disse o presidente nacional do PSDB, ao lado do senador paraibano Cássio Cunha Lima, também do PSDB.
Agora RN

sábado, 26 de novembro de 2016

Brasil - A Lava Jato chega ao PSDB - Depoimentos mostram como o dinheiro da Odebrecht bancou a campanha de Serra em 2010

As delações da Odebrecht atingiram em cheio o PSDB. Em reportagem na edição desta semana, já nas bancas, VEJA revela como despesas da campanha de José Serra à Presidência em 2010, como o jatinho que ele usou para viajar pelo país, foram bancadas com dinheiro sujo da Odebrecht.
Os recursos foram depositados na Suíça em contas pessoais de um aliado do tucano, o ex-banqueiro Ronaldo Cezar Coelho. O texto também põe fim a um mistério: três fontes confirmaram à revista que o codinome “santo” que aparece em planilhas da empreiteira refere-se ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) — nenhum deles, no entanto, disse ter negociado diretamente com o paulista.
veja

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

“Vandalismo, drogas, violência e morte são marcas das invasões de escolas”, diz deputado

Rogério Marinho critica ocupações e chama organizadores de 'pelegos'

O uso do movimento sindical brasileiro pelo PT para conquistar seus objetivos políticos foi o tema central de mais um artigo do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), publicado neste final de semana. Na opinião do parlamentar, “o poder dos pelegos” cresceu bastante durante os governos Dilma e Lula. “Hoje, apesar de ter sido apeado do poder, a voz do partido ecoa em universidades, escolas invadidas, nas hordas do MST, nas invasões do MTST, nas greves de bancários e de professores, na pauta de muitas organizações do tipo não governamentais. Eles detêm a hegemonia”.
Para Rogério, “os recentes acontecimentos nas invasões de escolas espalhadas pelo país mostram as consequências nefastas deste tipo de política pelega aplicada pelo PT e seus satélites. É a completa desmoralização do já deficitário ensino nacional. Vandalismo, depredação, drogas, violência e até morte são os frutos podres de uma ação política criminosa. Há muito prejuízo do dinheiro público e vidas com tais ações maléficas. O espetáculo é deprimente”.
Ainda de acordo com o parlamentar, os invasores de escolas “lutam a favor de que? Lutam contra uma reforma que irá dar o direito ao estudante em escolher a área de conhecimento que deseja aprofundar-se? Lutam contra a profissionalização de milhões de jovens que anseiam entrar no mercado de trabalho? Nada faz sentido. Lutam para atrapalhar, desestabilizar e abalar os denominados inimigos”.
Leia o texto na íntegra abaixo.

Pelegos
Deputado Federal Rogério Marinho
O movimento sindical brasileiro foi institucionalizado pela mão do Estado, tutelado e teleguiado pelos interesses de Getúlio Vargas, nos anos de ditadura do Estado Novo. A Lei de Sindicalização, de inspiração fascista, decretada pelo presidente em 1931, marcou e influencia até hoje o comportamento dos sindicatos no Brasil.
Uma boa parte deles é servil aos interesses dos poderosos e funciona como fonte de propaganda política e manifestações encomendadas. Pelegos são os operadores dessas engrenagens. A inspiração totalitária de Vargas consolidou um sindicalismo controlado, que engana o trabalhador e o conduz a ações que servem politicamente ao próprio tutor.
Nos governos Lula e Dilma, o poder dos pelegos multiplicou-se. Hoje no Brasil existem mais de 15 mil sindicatos, muitos vinculados aos interesses políticos do PT. A prática fascista foi adotada em relação aos sindicatos e às centrais sindicais e estendido, com adaptações, a sociedade civil organizada, desde o início das atividades dos petistas. Faz parte integrante de seu modo de fazer política. Muitos autodenominados movimentos sociais, movimentos estudantis, ongs estão girando em torno do poder e dos interesses dos petistas e seus puxadinhos; infelizmente, são apenas satélites.
Durante mais de 30 anos, a turma sindical e partidária do Lula ampliou seu poder dos sindicatos a praticamente todas as instituições da sociedade. Consolidando um atrelamento do tipo pelego em um conjunto diversificado e ampliado de instituições. De quebra reforçou o atrelamento de seu time de sindicatos em 2008, quando o então presidente Lula vetou o artigo que exigia a prestação de contas ao Tribunal de Contas da União da contribuição sindical obrigatória na lei que regulamentou as centrais sindicais.
Hoje, apesar de ter sido apeado do poder, a voz do partido ecoa em universidades, escolas invadidas, nas hordas do MST, nas invasões do MTST, nas greves de bancários e professores, na pauta de muitas organizações do tipo não governamentais, na boca e na caneta de celebridades e jornalistas. Eles detêm a hegemonia.
Os recentes acontecimentos nas invasões de escolas espalhadas pelo país mostram as consequências nefastas deste tipo de política pelega aplicada pelo PT e seus satélites. É a completa desmoralização do já deficitário ensino nacional. Vandalismo, depredação, drogas, violência e até morte são os frutos podres de uma ação política criminosa. Há muito prejuízo do dinheiro público e vidas com tais ações maléficas. O espetáculo é deprimente.
Afinal os invasores lutam a favor de que? Lutam contra uma reforma que irá dar o direito ao estudante em escolher a área de conhecimento que deseja aprofundar-se? Lutam contra a profissionalização de milhões de jovens que anseiam entrar no mercado de trabalho? Nada faz sentido. Lutam para atrapalhar, desestabilizar e abalar os denominados inimigos.
Foi o que sobrou aos que não querem o bem da Nação: propagação da violência política e uso de inocentes como massas de manobra. Eles repetiram ad nauseam ameaças de incendiar o Brasil caso fossem retirados do poder. Ameaçaram os brasileiros de dentro do Planalto ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff. Estão cumprindo, pelo menos em parte, tais ameaças. A sociedade brasileira irá repudia-los.
Agora RN

domingo, 30 de outubro de 2016

Segundo turno deve consolidar força do PSDB nas eleições 2016


Os tucanos, que venceram em São Paulo e Teresina no primeiro turno, disputam o segundo turno em outras oito capitais

No ano em que o PT deixou o governo federal com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o PSDB deve sair das urnas neste domingo (30) como protagonista nas capitais brasileiras.
Os tucanos, que venceram em São Paulo e Teresina no primeiro turno, disputam o segundo turno em outras oito capitais. São favoritos em, pelo menos, quatro: Porto Alegre, Manaus, Maceió e Porto Velho.
Também têm chances em Belo Horizonte e Belém, segundo pesquisas Datafolha e Ibope que apontam, respectivamente, João Leite e Zenaldo Coutinho em empate técnico com os seus adversários.
Caso os candidatos que lideram as pesquisas confirmem o favoritismo, os tucanos repetirão o desempenho de 2004, melhor resultado de sua história, com a conquista de seis capitais.
“O segundo turno deve consolidar uma liderança do PSDB no país, sobretudo no número de habitantes que o partido passa a governar. É um resultado que se projeta para 2018, não temos nenhuma dúvida disso”, diz o deputado Sílvio Torres, secretário-geral do PSDB.
Os tucanos, no primeiro turno, venceram em cidades com população conjunta de 37 milhões de habitantes e receita de R$ 136 bilhões, de longe o partido líder nesses quesitos.
O PMDB, partido do presidente Michel Temer, deve sair das urnas com um resultado aquém de suas pretensões.
O partido lançou candidatos em 18 capitais com o objetivo de vencer nas maiores metrópoles do país e ganhar musculatura para as eleições presidenciais de 2018. Mas não deve levar nenhuma das dez maiores capitais do país.
Os peemedebistas venceram em Boa Vista no primeiro turno e são favoritos em Goiânia, Cuiabá e Florianópolis. Mas amargaram derrotas em São Paulo, no Rio de Janeiro e podem perder uma eleição que foi dada como certa em Porto Alegre.
Candidatos de caciques como Jader Barbalho e Valdir Raupp perderam no primeiro turno em Belém e Porto Velho. Em Maceió, o candidato do presidente do Senado, Renan Calheiros, Cícero Almeida, chega ao fim do segundo turno atrás nas pesquisas.
Entre os outros partidos da base de Temer, o PSD é o que deve ter melhor desempenho: elegeu o prefeito de João Pessoa, é favorito em Campo Grande e pode levar Curitiba.
O PSB deve ter resultado semelhante: venceu em Palmas, é favorito no Recife e chega às urnas no segundo turno para uma disputa acirrada em Aracaju, onde o seu candidato é Valadares Filho.
O PRB deve eleger Marcelo Crivela no Rio e o PPS, Luciano Rezende em Vitória. Já partidos como PP, PTB e SD devem sair das urnas sem nenhum gestor de capital.
Professora da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Silvana Krause destaca o crescimento de partidos médios e diz que o desempenho do PSDB nas capitais não necessariamente se refletirá em capital eleitoral para 2018.
“É preciso avaliar com cautela. A vitória do João Doria em São Paulo foi fenômeno que vai além do eleitorado tradicional tucano. E uma possível derrota em Belo Horizonte vai demonstrar uma fragilidade do Aécio Neves e do PSDB em Minas”, afirma.
OPOSIÇÃO
Os partidos de oposição a Temer tendem a sair das urnas enfraquecidos. O PT, que chegou a eleger oito prefeitos de capital em 2004, primeira eleição municipal com Lula na Presidência, deve ficar apenas com Rio Branco (AC).
O partido disputa o segundo turno no Recife, mas pesquisas apontam para a reeleição de Geraldo Júlio (PSB).
O PDT venceu em Natal e deve levar Fortaleza, com a reeleição de Roberto Cláudio, apoiado pelos ex-governadores Cid e Ciro Gomes.
O partido ainda tem chance de reeleger o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda, apoiado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). Mas Eduardo Braide (PMN) chega às urnas como favorito.
O PCdoB tem chance em Aracaju, com o ex-prefeito Edvaldo Nogueira, mas também chega à eleição atrás.
Partidos que atuam conjuntamente no Congresso Nacional, a Rede Sustentabilidade e o PSOL vivem cenários distintos. O partido da ex-senadora Marina Silva chega como favorito em Macapá para reeleger o prefeito Clécio Luis. O PSOL tem chances em Belém.
*Informações da Folha de S.Paulo.
Agora RN

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Confira novo mapa político no Brasil: PT CAIU EM TODO O PAÍS - Pela primeira vez São Paulo não terá 2° turno . Ao todo 18 capitais do Brasil vão para o 2º turno


Eleito a prefeito é o primeiro, desde 1992, a ganhar no 1º turno
Após anos, pela primeira vez São Paulo não terá 2º turno nas eleições. João Doria (PSDB) foi eleito a prefeito da capital com 3.085.187 no domingo (2), para os próximos quatro anos. Doria é o primeiro prefeito de São Paulo eleito em primeiro turno desde 1992, quando as eleições passaram a ter dois turnos.

A votação foi marcada pelo alto índice de votos brancos (5,29%), nulos (11,35%) e de abstenções (21,84%), que juntos somam 38,84% do eleitorado de 8.886.324 pessoas aptas a votar. Nas capitais, a votação do 2º no país acontece no dia 30 de outubro.


A principal mudança nas eleições municipais de 2016 foi o desempenho do PT. Desta vez o partido não conseguiu popularizar com o PSDB nas capitais do Brasil. Em 2016, entre os candidatos petistas, apenas Marcus Alexandre conseguiu se reeleger em primeiro turno em Rio Branco (AC). O PT também conseguiu enviar João Paulo para o segundo turno no Recife (PE).



Ao todo, 18 das 26 capitais terão 2º turno para escolha de prefeito. Já em 2012, 17 capitais tiveram 2º turno. Na região Sul e Centro-Oeste haverá votação novamente em todas as capitais.  No Sudeste, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória terão segundo turno.



Apenas São Paulo definiu João Doria (PSDB) como prefeito no primeiro turno. Já no Nordeste, haverá segundo turno em cinco das nove capitais: Aracaju, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luís. Na Região Norte, quatro das sete capitais definirão o prefeito no dia 30: Belém, Macapá, Porto Velho e Manaus.


As capitais que não terão segundo turno são:
Salvador - Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM)
São Paulo - João Doria (PSDB)
Teresina - Firmino Filho (PSDB)
Rio Branco - Marcus Alexandre (PT)
Natal - Carlos Eduardo (PDT)
Boa Vista - Teresa (PMDB)
João Pessoa - Luciano Cartaxo (PSD)
Palmas - Amastha (PSB)


As capitais que terão segundo turno são:


Sudeste

Rio de Janeiro (RJ): Marcelo Crivella (PRB) e Marcelo Freixo (PSOL)
Belo Horizonte (MG): João Leite (PSDB) e Alexandre Kalil (PHS)
Vitória (ES): Luciano Rezende (PPS) e Amaro Neto (SD)



Sul
Curitiba (PR): Rafael Greca (PMN) e Ney Neto (PSD)
Florianópolis (SC): Gean Loureiro (PMDB) e Angela Amin (PP)
Porto Alegre (RS): Nelson Júnior (PSDB) e Sebastião Melo (PMDB)



Nordeste
Aracaju (SE): Edvaldo Filho (PCdoB) e Antonio Valadares (PSB)
Maceió (AL): Rui Palmeira (PSDB) e Cicero de Almeida (PMDB)
Recife (PE): Geraldo Filho (PSB) e João Lima e Silva (PT)
Fortaleza (CE): Roberto Claudio (PDT) e Capitão Wagner (PR)
São Luís (MA): Edivaldo de Holanda (PDT) e Eduardo Salim (PMN)



Norte

Deurico/Capital News
Urnas confirmam pesquisas e 2º turno terá Marquinhos e Rose na disputa
Em Campo Grande os candidatos Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto do PSDB irão disputar o 2º turno
Belém (PA): Zenaldo Júnior (PSDB) e Edmilson Rodrigues (PSOL)


Macapá (AP): Clecio Luís (Rede) e Gilvam Borges (PMDB)
Manaus (MA) Artur Neto (PSDB) e Marcelo Ramos (PR)
Porto Velho (RO): Hildon Chaves (PSDB) e Leonardo de Moraes (PTB)



Centro-Oeste
Goiânia (GO): Iris Machado (PMDB) e Vanderlan Cardoso (PSB)
Cuiabá (MT): Emanuel Pinheiro (PMDB) e Wilson dos Santos (PSDB)
Campo Grande (MS): Marcos Trad (PSD) e Rose (PSDB)

domingo, 21 de agosto de 2016

Após romper com PT, PMDB torna PSDB seu maior aliado para eleições

Legendas se aproximam para eleições deste ano


Por Redação

O divórcio entre petistas e peemedebistas no plano federal provocou um forte rearranjo das forças políticas nos municípios. Neste ano, o PMDB terá o PSDB como parceiro favorito na formação de chapas para disputar as prefeituras, posição que era do PT até quatro anos atrás.
Em 2012, o PMDB fechou 282 coligações nas quais tinha um petista como vice (12% do total das candidaturas peemedebistas). Em 2016, o número caiu para menos da metade: 124 (5% do total). Com isso, os tucanos subiram para o primeiro posto no ranking de coligados com os peemedebistas, enquanto os petistas passaram para o terceiro lugar, atrás dos pedetistas.
O afastamento entre as legendas da presidente afastada Dilma Rousseff e do presidente em exercício Michel Temer também fica evidente pelo lado dos candidatos a prefeito do PT, que tiveram 213 vices do PMDB na eleição passada e terão apenas 76 na disputa deste ano. No total, o número de alianças entre PMDB e PT, com um ou outro partido na cabeça de chapa ou no cargo de vice, caiu de 495 para 200 – uma redução de cerca de 60%.

Para o peemedebista Geddel Vieira Lima, ministro-chefe da Secretaria de Governo, o fato de o PSDB aparecer agora como o aliado preferencial é “uma mudança de eixo”. “É fruto dessa aproximação nacional (com os tucanos) e do afastamento entre PMDB e PT.” O deputado federal Silvio Torres (SP), secretário-geral do PSDB, disse que seu partido superou o PT nas alianças por ser “o mais estruturado”.
A mudança de posição no ranking, porém, se deve à queda do PT, e não a uma maior aproximação entre PMDB e PSDB nos municípios – no passado, esses dois partidos já estiveram juntos em mais coligações.

Embora as alianças nos municípios sejam predominantemente direcionadas por interesses locais, as expectativas em relação às eleições gerais de 2018 têm peso significativo. E nada garante que, até lá, PMDB e PSDB continuem unidos na esfera federal – posição a que chegaram no decorrer do processo de impeachment de Dilma.
Se as eleições municipais deste ano tiverem influência em 2018, o PMDB tende a sair bem posicionado. O partido vai disputar as prefeituras de pelo menos 2.336 cidades, três dezenas a mais do que em 2012. Além disso, deve ser beneficiado pela redução significativa de candidatos petistas. O PT disputou cerca de 1,8 mil prefeituras há quatro anos e, agora, deve concorrer em menos de mil.
Portal no Ar

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Novo presidente da Câmara dos Deputados dedica vitória ao senador Aécio Neves

Maia assume a Câmara com uma aparente divisão na base do governo de Michel Temer, que colocou de um lado a "antiga oposição", composta por PSDB, DEM e PPS, e de outro o Centrão


Em seu primeiro compromisso público como presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) visitou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a quem dedicou sua vitória. Reunido no gabinete do tucano com a presença do líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), Maia agradeceu o empenho dos colegas na articulação por sua eleição.
“Eu não poderia deixar de, assim que saísse de casa hoje, visitar quem construiu comigo na base essa vitória. Essa vitória eu devo a todos, mas na origem, devo a Aécio Neves. Na vida, a gente tem que ser grato àqueles que entram num projeto quando poucos acreditam”, disse o presidente da Câmara.
Segundo Maia, foi Aécio que, com o conhecimento de quem já foi presidente da Câmara, desenhou a estratégia e participou da construção das alianças necessárias para sua eleição. “A nossa vitória foi construída no domingo à noite, numa conversa com Aécio, Imbassahy e o ministro da Educação, Mendonça Filho”, disse.
A presença de Maia no segundo turno parecia pouco provável até o dia da eleição. A atual oposição, composta pelo PT, PCdoB e PDT, estava disposta a apoiar a candidatura do ex-ministro de Dilma Rousseff Marcelo Castro (PMDB-PI). Uma reviravolta estratégica trouxe os votos dos aliados de Dilma para Maia, com o intuito de evitar, a qualquer custo, uma nova ascensão do chamado Centrão, representado na eleição por Rogério Rosso (PSD-DF).
Maia assume a Câmara com uma aparente divisão na base do governo de Michel Temer, que colocou de um lado a “antiga oposição”, composta por PSDB, DEM e PPS, e de outro o Centrão, formado por partidos pequenos e nanicos. O novo presidente dos deputados, entretanto, minimizou a divisão.
“Não foi uma vitória da ‘antiga oposição’, foi uma vitória da Casa. Temos que olhar para o futuro e não para o passado. Não vamos mais separar a base como ‘antiga oposição’ e ‘Centrão’. Isso tudo está atrapalhando o Brasil. Vamos trabalhar em conjunto para que o governo tenha uma base unida”, declarou.
Apesar disso, Maia não poupou o Centrão de críticas veladas. Ao ser questionado sobre possível interferência na escolha do líder do governo na Câmara, em referência ao Centrão, o deputado fez questão de deixar claro que não faz parte do grupo que pressiona o governo.
“Eu não sou líder do governo. Eu sou o presidente da Câmara dos Deputados, dos 513 deputados. Quem indica o líder do governo é o presidente da República. Como eu não faço parte do bloco que pressiona o governo para indicar líder, eu não vou fazer isso”, respondeu.
Reforma política
Maia demonstrou seu interesse de trabalhar em conjunto com o Senado Federal. Ainda nesta quinta-feira, 14, o novo presidente da Câmara irá se encontrar com o presidente em exercício, Michel Temer, e prometeu se reunir em seguida com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Entre as pautas prioritárias, Maia apontou a agenda econômica do governo, mas pontuou em especial a reforma política, proposta que credenciou mais uma vez ao aliado Aécio Neves.
“Aécio Neves está trazendo uma pauta importante, que é a da reforma política. O sistema político faliu, ruiu, e a ideia do senador Aécio Neves vem em boa hora. A reforma política talvez seja, fora da pauta econômica, uma agenda urgente”, defendeu.
Durante o encontro, Aécio Neves entregou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que registrou ontem no Senado, em conjunto com o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). De acordo com o tucano, os dois pontos principais da proposta são o fim de coligações proporcionais e o restabelecimento de uma cláusula de barreira, que exige um número mínimo de votos para atuação de um partido ou parlamentar.
O objetivo de Aécio é diminuir a quantidade de legendas políticas que, segundo ele, hoje inviabilizam a atuação no Poder Legislativo. A PEC começa a tramitar pelo Senado, mas Aécio disse que gostaria, desde já, contar com o apoio do novo presidente da Câmara.
O tucano elogiou a eleição de Rodrigo Maia e disse que a vitória irá “oxigenar a política brasileira”. Segundo Aécio, um compromisso de Maia, e que ele já tem posto em prática, é a “pacificação política” e a união dos blocos em torno de um objetivo comum.
Portal no A
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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ex-governadora Wilma mira vaga na Câmara Municipal de Natal pelo PT do B - Atual vice de Carlos Eduardo informa que deverá oferecer apoio à pré-candidata Márcia Maia, do PSDB

Na contramão da ascensão política, a ex-governadora Wilma de Faria deverá tentar uma vaga na Câmara Municipal de Natal (CMN) pelo Partido Trabalhista do Brasil (PT do B) no pleito eleitoral que se avizinha. A ex-prefeita de Natal e atual vice de Carlos Eduardo informa que deverá oferecer apoio político ao projeto da filha, a deputado estadual Márcia Maia, que se apresenta como pré-candidata a prefeita de Natal pelo PSDB.
“É evidente que o meu partido, o Partido Trabalhista do Brasil, está conversando com o partido da deputada Márcia, que hoje é pré-candidata a prefeita de Natal. Estamos unindo esforços, pensando numa Natal cada vez melhor”, pontua Wilma, que afirma já estar dando publicidade a esta união através de suas redes sociais.
“Eu já comecei nas redes sociais, que eu acho importantíssimo que a gente converse com o povo. Eu sempre fui de debater, de discutir e vou continuar fazendo isso com a campanha”, destacou Wilma.
Agora RN

domingo, 10 de julho de 2016

Wilma apoia pré-candidatura de Marcia Maia a prefeitura de Natal

Presidente do Partido Trabalhista do Brasil no Rio Grande do Norte, Wilma de Faria, é uma das incentivadoras da sua filha, a deputada Marcia Maia, concorrer à prefeitura de Natal. O apoio da vice-prefeita foi dado na manhã deste sábado, 09, durante o Seminário do PSDB, em que foi oficializada a pré-candidatura da parlamentar tucana ao poder executivo da capital.
“A deputada tem uma história bonita e séria de trabalho e de luta. Marcia, aos 15 anos, estava fazendo um trabalho social lá em Mãe Luiza e vocês podem ir lá e perguntar. Ela começou cedo e continua trabalhando. Está no seu quinto mandato como deputada estadual. E, graças a Deus, nunca falhou e povo de Natal e do Rio Grande do Norte sabe do trabalho que ela realiza”, destacou a ex-governadora.
Relatando sobre sua trajetória de ousadia e coragem pra enfrentar campanhas difíceis e vencê-las e levar ao povo muito trabalho, tanto na prefeitura de Natal, quanto no governo do estado, Wilma ofereceu sua experiência e reconhecimento popular em favor do projeto tucano. “É por isso que eu estou aqui hoje somando”.
O apoio de Wilma foi agradecido pelas lideranças do PSDB, que destacaram a importância de uma aliança com a ex-prefeita e ex-governadora. Falaram o presidente estadual, Valerio Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, além do deputado federal Rogerio Marinho.
“Minha trajetória, boa parte dela se fez ao lado da ex-governadora Wilma. São mais de 20 anos. Com ela, aprendi sobre servir, espírito público, desprendimento e vontade de conseguir alcançar situações que os outros julgavam impossíveis. Testemunhei vários episódios e eu consegui me consolidar como cidadão tendo a professora e ex-governadora Wilma como espelho”, disse Rogério Marinho.
Robson Pires

FHC recebe alta e passa bem após implantar marca-passo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, 85 anos, já está em casa depois de ter passado ontem (9) por um procedimento para implante de marca-passo, aparelho usado para corrigir o ritmo cardíaco.
De acordo com sua assessoria de imprensa, FHC deixou o hospital na noite de ontem e passa bem. Pelo Facebook, a assessoria informou também que o ex-presidente está “seguindo vida normal” e que agradece as manifestações de apoio recebidas.
O procedimento foi realizado às 9h no Hospital do Coração, na capital paulista, sem a necessidade de anestesia geral. O ex-presidente foi levado ao quarto às 10h30 e o ritmo cardíaco já voltou ao normal.
Robson Pires

sábado, 9 de julho de 2016

PSDB oficializa pré-candidatura de Márcia Maia à prefeitura de Natal

Durante encontro realizado em Natal, hoje (09), o PSDB oficializou a pré-candidatura da deputada Márcia Maia à prefeitura de natal. O evento acontece no Hotel Holiday Inn.
Na plateia a presidente estadual do PTdoB, ex-governadora Wilma de Faria, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e a bancada tucana Gustavo Carvalho, Raimundo Fernandes e José Dias. O evento é coordenado pelo presidente de honra do PSDB/RN, deputado federal Rogério Marinho.
Robson Pires

terça-feira, 28 de junho de 2016

Campanha de Dilma recebeu R$ 2 mi de investigada na Boca Livre

Uma das empresas citadas nas investigações da Operação Boca Livre, que apura fraudes na captação de recursos para projetos culturais via Lei Rouanet, o Laboratório Cristália doou 5,2 milhões de reais a partidos políticos e candidatos a presidente e a deputado federal, estadual e distrital, nas eleições de 2010 e 2014.
A presidente afastada Dilma Rousseff foi a candidata que mais recebeu recursos do laboratório investigado no esquema que desviou cerca de 180 milhões de reais da lei destinada a incentivar a cultura nacional por meio de incentivos fiscais. A campanha da petista recebeu 2 milhões de reais nas eleições de 2014 da Cristália Produtos Químicos e Farmaceuticos Ltda.
O valor destinado ao caixa de Dilma corresponde a 46% dos 4,3 milhões de reais doados pelo laboratório a campanhas políticas em 2014. Além da petista, o único candidato a receber dinheiro da empresa em 2014 foi o ex-deputado federal Newton Lima (PT-SP), com 75.000 reais. O restante das doações foi rateado entre diretórios nacionais e regionais de PSDB (1,5 milhão de reais), PT (500.000 reais), PCdoB, (110.000 reais), PSC (90.000 reais) e PMDB (50.000 reais).
Quatro anos antes, em 2010, o Cristália já havia distribuído 900.000 reais entre candidatos e partidos. O ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Barros Munhoz (PSDB), que recentemente teve o mandato cassado pela Justiça, foi o preferido do laboratório: recebeu 300.000 reais em doações de campanha.
A seguir aparecem o deputado federal e ex-ministro da Saúde Saraiva Felipe (PMDB-MG), com 80.000 reais; Newton Lima, com 70.000 reais; e Vivaldo Barbosa (PSB-RJ), com 20.000 reais. Foram agraciados com 10.000 reais cada um Apolinário Rabelo (PCdoB-DF), Augusto Carvalho (SD-DF) e Roberto Eduardo Giffoni (DEM-DF), este réu no mensalão do DEM no Distrito Federal.
Entre os partidos, o PSDB recebeu naquela eleição 250.000 reais em doações eleitorais da empresa alvo da Boca Livre; o PT levou 150.000 reais.
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Boca Livre - Segundo os investigadores da operação deflagrada na manhã desta terça-feira, as empresas que patrocinavam os projetos fraudados da Lei Rouanet se beneficiavam duas vezes do esquema: pela parcela do superfaturamento que era repassada a elas e também por meio da dedução do imposto de renda, conforme prevê a lei. Além disso, em alguns casos, a Controladoria-Geral da União (CGU), que atuou em parceria com a Polícia Federal nas investigações, identificou o pagamento de propina de 30% dos valores captados junto ao Ministério da Cultura, que seriam pagos por esse grupo de produtores culturais às empresas patrocinadoras.
Além do Ministério da Cultura e do Cristália, as investigações citam as empresas Bellini Eventos Culturais, Scania, KPMG, o escritório de advocacia Demarest, Roldão, Intermedica Notre Dame, Lojas 100, Nycomed Produtos Farmacêuticos e Cecil. O casamento do filho do empresário Antonio Carlos Bellini Amorim, do Grupo Bellini, em Jurerê Internacional, em 25 de maio deste ano, seria um dos eventos bancados com verbas da Lei Rouanet. Em dois vídeos sobre o evento, divulgados em redes sociais, um no dia anterior ao casamento e outro na cerimônia, é possível ver os convidados com taças de bebidas.
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Lula ainda lidera pesquisa, mas perderia para Aécio e Marina no 2º turno

O senador Aécio Neves (PSDB) aparece como favorito em todos os confrontos diretos na segunda etapa das eleições


Por Redação
A 131ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 2 a 5 de junho de 2016 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta quarta-feira (dia 8) fez uma simulação do comportamento do eleitorado para as eleições de 2018.
Apesar de o ex-presidente Lula (PT) liderar as simulações de primeiro turno, o senador Aécio Neves (PSDB) aparece como favorito em todos os confrontos diretos na segunda etapa das eleições.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Confira os números da pesquisa estimulada do primeiro turno:
Cenário 1
Lula 22,0%, Aécio Neves 15,9%, Marina Silva 14,8%, Ciro Gomes 6,0%, Jair Bolsonaro 5,8%, Michel Temer 5,4%, Branco/Nulo: 21,2%, Indecisos: 8,9%
Cenário 2
Lula 22,3%, Marina Silva 16,6%, Geraldo Alckmin 9,6%, Ciro Gomes 6,3%, Michel Temer 6,2%, Jair Bolsonaro 6,2%, Branco/Nulo: 24,0%, Indecisos: 8,8%
Veja as simulações de segundo turno:
Cenário 1:
Aécio Neves 34,3%, Lula 29,9%, Branco/Nulo: 28,8%, Indecisos: 7,0%
Cenário 2:
Aécio Neves 32,3%, Michel Temer 15,8%, Branco/Nulo: 42,2%, Indecisos: 9,7%
Cenário 3:
Aécio Neves 29,7%, Marina Silva, 28,0%, Branco/Nulo: 34,6%, Indecisos: 7,7%
Cenário 4:
Lula 31,7%, Michel Temer 27,3%, Branco/Nulo: 33,4%, Indecisos: 7,6%
Cenário 5:
Marina Silva 33,7%, Michel Temer 20,9%, Branco/Nulo: 37,0%, Indecisos: 8,4%
Cenário 6:
Marina Silva, 35,0%, Lula 28,9%, Branco/Nulo: 30,0%, Indecisos: 6,1%
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