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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Centrais sindicais confirmam nova “Greve Geral” no dia 30 de junho em todo país

Milhares de potiguares saíram as ruas na primeira Greve Geral realizada em 2017

Lideranças sindicais alinharam uma nova greve e manifestações esporádicas contra as reformas Trabalhista e Previdenciária em vários estados

Lideranças das centrais sindicais brasileiras se reuniram na manhã desta segunda-feira 05, na sede regional da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), na cidade de São Paulo, onde confirmaram uma nova Greve Geral que ocorrerá em todos os estados brasileiros no dia 30 de junho, última sexta-feira do mês.
As entidades sindicais também conclamaram a população para um dia de mobilização nacional, chamado “Esquenta Greve Geral”, com data marcada para acontecer dia 20 de junho. Segundo os sindicalistas, as centrais “irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária e pelo #ForaTemer”.
“A ideia é manter o foco contra as reformas defendidas pelo governo, para continuar alertando trabalhadores e trabalhadoras sobre os riscos que corremos de perda de direitos trabalhistas, culminando numa nova greve geral ao fim do mês de junho”, afirma José Calixto Ramos, presidente da NCST.
O dirigente também disse as manifestações se darão de forma constante, para manter a população informada das propostas prejudiciais aos trabalhadores e trabalhadoras que tramitam no Congresso, além da criação de uma comissão para falar individualmente com cada senador. “Vamos falar com cada parlamentar individualmente, mostrando o quão prejudicial essas propostas são para a qualidade de vida de quem trabalha”, concluiu.
Participaram da reunião a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Força Sindical (Força), Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Sindical e Popular (CONLUTAS) e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Intersindical – Central da Classe Trabalhadora e A Pública – Central do Servidor.
Agora RN

domingo, 4 de junho de 2017

Ato organizado pelo ‘Vem Pra Rua’ reúne apenas 30 pessoas no Rio de Janeiro

Manifestação aconteceu na manhã deste domingo 4

No local, foi colocada uma lixeira e diversos sacos de lixo com a imagem de políticos de diferentes partidos. Entre as imagens, há do presidente Michel Temer

Cerca de 30 pessoas se reuniram na manhã deste domingo 4 na altura do posto 5, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, em um ato contra a corrupção e a favor da renovação política no País. O movimento foi organizado pelo VemPraRua RJ.
Os manifestantes estenderam duas faixas na calçada que dizem: “Todo apoio à Lava Jato” e “Renovação política”. Em coro, pedem Justiça e fazem referência ao juiz responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro.
Os manifestantes estenderam duas faixas na calçada que dizem: “Todo apoio à Lava Jato” e “Renovação política”. Em coro, pedem Justiça e fazem referência ao juiz responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro.
No local, foi colocada uma lixeira e diversos sacos de lixo com a imagem de políticos de diferentes partidos. Entre as imagens, há do presidente Michel Temer, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dos ex-presidentes Dilma e Lula, além do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, atualmente preso. Os pedestres são estimulados a jogar os sacos de lixo com as imagens dos políticos na lixeira.
O inspetor de equipamentos Agnaldo Nery, 54, disse que é preciso uma mobilização forte da população para que haja mudanças na política. “Temos hoje um processo de corrupção generalizada com quase todos os políticos envolvidos”, disse. Ele segurava um cartaz que dizia: “Fora STF, Temer e Congresso. Prisão já”.
Ao lado, cerca de 15 pessoas também se reuniam com cartazes a favor da intervenção militar.
Agora RN

sábado, 20 de maio de 2017

MBL recua em pedido de renúncia e Vem Pra Rua adia ato contra Temer - MBL e Vem Pra Rua cancelam protestos

Os movimentos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) recuaram na posição de convocar manifestações e pedir a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB).
O MBL (Movimento Brasil Livre) decidiu recuar na posição de pedir a renúncia de Temer, afirmou à Folha seu coordenador Kim Kataguiri. “Há motivo de sobra para investigar Temer nos áudios, mas eles são inconclusivos”, afirmou. “Vamos suspender a posição pró-renúncia até que surjam novas informações.”
Já o Vem Pra Rua suspendeu a convocação que havia feito para atos no domingo (21), alegando motivos de segurança. O movimento promete nova data de manifestação, ainda não marcada.
O tema principal, afirmou Rogério Chequer, coordenador do movimento, na quinta-feira (18), seria “fora todos os corruptos”, não apenas pela renúncia de Temer. Segundo comunicado enviado pelo grupo nesta sexta (19), “o adiamento não significa recuo; ao contrário, nada abala nossa convicção de que todos, sem exceção e de que partidos forem, devem ser punidos pelos crimes cometidos”.
“A decisão foi tomada já que em muitas cidades não houve tempo hábil para planejar a segurança ideal, como sempre aconteceu, mesmo naquelas em que havia mais de um milhão de pessoas nas ruas”, diz o texto.
Em São Paulo a decisão foi tomada após reunião de movimentos com a Polícia Militar, que teria orientado a suspensão dos atos por causa da Virada Cultural, que ocorre no mesmo final de semana, dizem coordenadores.
Após a liberação dos áudios, a coordenadora do Nas Ruas Carla Zambelli publicou vídeo nas redes sociais afirmando que é hora de “assentar a poeira, colocar o pé no chão e ver o que está acontecendo”. O movimento não participou da convocação de atos. “O que se pintou ali atrás não foi muito bem o que se viu hoje”, afirmou.
O Movimento Liberal Acorda Brasil, que também participou das manifestações anti-Dilma de 2016, porém, manteve a posição pedindo a saída de Michel Temer. Nas redes sociais, os coordenadores afirmam que “vai ficar chato se continuarem a dizer que a gravação não é nada demais” e “é tão difícil assim entender que ela é so um pequeno extrato de MUITO mais?”. O grupo, porém, não fez convocação para atos.
Portal no Ar

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho recebe ameaças de morte em Natal

Fachada do prédio onde mora Rogério Marinho (PSDB)
Ação em frente a apartamento do deputado aconteceu ao final do protesto organizado por centrais sindicais e movimentos sociais na capital potiguar


Parte da fachada do prédio onde mora o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator da reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, foi pichada na noite desta sexta-feira 28, em Natal, por manifestantes.
As mensagens, direcionadas ao tucano, incluem desde palavras de ordem, como “Fora, Temer!”, e acusações de “golpista” e “corrupto” até ameaças de morte. Em uma das pichações, por exemplo, é possível observar a seguinte mensagem: “Morte aos inimigos do povo”.
A ação em frente ao apartamento do deputado – que fica localizado na Avenida Floriano Peixoto, em Petrópolis, na zona Leste, aconteceu ao final do protesto organizado por centrais sindicais e movimentos sociais que levou às ruas da capital potiguar milhares de pessoas. Segundo os manifestantes, havia 80 mil participantes no ato – que percorreu a Av. Hermes da Fonseca em direção à Praça Pedro Velho, entre Tirol e Petrópolis. A Polícia Militar, que esperava 10 mil pessoas no protesto, não divulgou estimativas oficiais de adesão.
GREVE GERAL
O ato desta sexta-feira em Natal fez parte de uma série de mobilizações contra as reformas na Previdência e na legislação trabalhista. A segunda reforma, que teve relatoria do deputado potiguar, foi aprovada na Câmara na última quarta-feira 26.

Agora RN

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Advogado é baleado durante manifestação denominada de "Greve Geral" hoje em São Gonçalo do Amarante na BR 406

A vítima sofreu dois tiros enquanto fazia caminhada na marginal da rodovia; Suspeito fugiu antes de ser identificado


Um advogado que terá a identidade preservada foi baleado na manhã desta sexta-feira (28), durante uma manifestação sindical, na BR 406, na cidade de São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal. De acordo com a polícia o suspeito atirou após ter o carro apedrejado por um desconhecido.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal os o advogado não participava da manifestação quando foi atingido por dois tiros que acertaram a perna e o braço. Um socorrista realizou os primeiros atendimentos até a chegada de uma ambulância que encaminhou a vítima até o pronto socorro Clóvis Sarinho. O atirador não foi identificado e teria efetuado os disparos após ter o carro apedrejado por manifestantes.
Portal BO

Manifestantes da Greve Geral seguem em caminhada até a Praça Cívica

A aglomeração de manifestantes já causa transtornos no trânsito

A manifestação convocada por diversas categorias sindicais e instituições religiosas e civis denominada “Greve Geral” definiu o percurso do protesto na tarde desta sexta-feira,28.
O grupo está concentrado no cruzamento do shopping Midway Mall, no sentido Parnamirim-Natal e seguirá em caminhada até a Praça Cívica, conforme apurado pela reportagem do portalnoar.com.br. A Polícia Militar está acompanhando o protesto.
A aglomeração de manifestantes já causa transtornos no trânsito, inclusive de ambulâncias que se dirigem até o Hospital Walfredo Gurgel, tendo que fazer desvio.
 Portal no Ar

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Regina Duarte comparece as manifestações contra políticos e sobe em carro na Avenida Paulista

Regina Duarte

Manifestantes vestindo verde e amarelo ocuparam sete quarteirões da Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto a favor da Operação Lava Jato neste domingo (4). As manifestações também foram realizadas em outras cidades do país.

A Polícia Militar informou que, aproximadamente, 15 mil pessoas estiveram presentes na manifestação no horário de maior concentração, que foi entre 16h e 16h30. Por volta das 18h, os manifestantes começaram a deixar a avenida.


Entre os participantes, a atriz Regina Duarte. A atriz subiu no carro de som e foi ovacionada pelo público ao ser anunciada no microfone. Regina gritou palavras de ordem e deu um abraço simbólico nos manifestantes. “Os que estão aqui já sabem que precisam estar aqui”, disse a artista, sendo bastante aplaudida.
No ano passado, ela fez um selfie de cima de uma árvore durante um protesto contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Recentemente, a artista contou que foi vítima de assédio moraldurante uma briga no trânsito, na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Ontem, no fim da tarde, fui vítima de intolerância num incidente de trânsito. Mais que tudo, me impressiona a agressividade generalizada e a desconfiança reinante”, declarou.
tv foco

sábado, 12 de novembro de 2016

Manifestantes voltam a protestar contra Trump nos EUA

Pela terceira noite seguida, milhares de manifestantes voltaram às ruas das principais cidades dos Estados Unidos para protestar contra as políticas do presidente eleito, Donald Trump. Em Portland, a maior cidade do estado de Oregon, as manifestações se estenderam até a madrugada deste sábado (12) e estão sendo classificadas pela polícia local de motim em razão das depredações que ocorreram na cidade. Os manifestantes bloquearam ruas e interromperam o tráfego na Ponte Morrison, que atravessa o rio Willamette. Uma pessoa foi baleada nos protestos.
Em Atlanta, capital do estado da Geórgia, centenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a vitória de Trump nas eleições da última terça-feira (8). As manifestações de Atlanta foram pacíficas e acompanhadas a distância pela polícia. Na marcha, as pessoas entoavam a frase “Trump não é meu presidente”.
Em Miami, no estado da Flórida, protestos interromperam o trânsito do centro da cidade. Em Manhattan, área central de Nova York, centenas de pessoas participaram de um ato chamado comício do amor, em protesto contra Trump, no Washington Square Park, um parque público da cidade. Ecoando palavras de ordem como “Trump não é meu presidente” e “Trump fascista”, mais de 200 pessoas protestaram nas escadarias da sede do governo do estado de Washington, em Olympia.
Robson Pires

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Manifestantes fecham BR’s e impedem tráfego de veículos em diversas partes do RN

Polícia Rodoviária Federal confirmou que trechos das BR's 406, 304 e 101 foram interditados por manifestantes nesta manhã


Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fecharam desde o início da manhã desta sexta-feira (11) a BR-406, no trecho localizado no município de Ceará-Mirim, e impediu o tráfego de veículos de toda a região.
A BR-304 também foi alvo de manifestação com bloqueios em dois trechos: Mossoró e Ielmo Marinho. Uma parte da BR-101 que corta o município de Extremoz também foi bloqueada. As informações são da Polícia Rodoviária Federal.
Nesta sexta-feira, diversos setores protestam em todo país pela não-aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/255, que limita os gastos públicos em setores como saúde e educação pelos próximos 20 anos.
Agora RN

sábado, 29 de outubro de 2016

Justiça determina desocupação de escolas e prazo do MEC termina segunda-feira

Movimentos contrários às ocupações têm pressionado os manifestantes a deixarem as unidades de ensino


Por Agência Brasil
Na segunda-feira (31), termina o prazo dado pelo Ministério da Educação (MEC) para que os estudantes deixem as escolas, universidades e institutos federais ocupados em protesto contra medidas propostas pelo governo federal. Caso isso não ocorra, o MEC informou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 5 e 6 de novembro, será cancelado nesses estabelecimentos.
Os estudantes que fazem as ocupações são contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, e a reforma do ensino médio instituída pela Medida Provisória (MP) 746/2016, enviada ao Congresso. O governo argumenta que a PEC, aprovada em dois turnos na Câmara, é fundamental para o ajuste fiscal das contas do país. Em relação à reforma do ensino, o Ministério da Educação diz que o tema já vinha sendo debatido com especialistas e o setor, inclusive com a tramitação de projetos no Legislativo, porém, em decorrência da urgência do tema, foi necessária a edição de uma medida provisória.
Movimentos contrários às ocupações têm pressionado os manifestantes a deixarem as unidades de ensino. Além disso, a Justiça tem concedido ações de reintegração de posse em diversas cidades.
Desocupações
De acordo com o último balanço da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), 1.177 locais estão ocupados em todo o país. Não há um balanço nacional oficial. Há divergências entre os números apresentados pela Ubes e pela secretarias de Educação. Um exemplo é o Paraná, estado que concentra mais ocupações. Segundo a UBES, há 843 estabelecimentos ocupados. Para a Secretaria de Educação, são 491, número inferior ao divulgado ontem (27), 590.
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), somente em Curitiba, foram expedidos desde ontem 25 liminares para reintegração de posse. No estado, o Movimento Brasil Livre, contrário às ocupações, tem feito ações para pedir que os estudantes deixem as instituições de ensino.
Em vídeo publicado hoje (28) no Facebook, dois integrantes do movimento informam ter feito manifestações em três escolas estaduais: Colégio Estadual Lysímaco Ferreira da Costa, Colégio Estadual do Paraná e Colégio Estadual Leôncio Correia. “Nessas três escolas, a gente organizou manifestações junto com os pais, junto com vários estudantes, e as pessoas estavam furiosas com as invasões”, dizem. “Fomos defender os direitos dos estudantes, estamos aqui depois daquela batalha, daquele campo de guerra”, acrescentam.
Em nota divulgada nesta sexta-feira (28), a secretária de Educação do Paraná, Ana Seres, pede que os estudantes liberem pacificamente as escolas e permitam a realização das provas do Enem. De acordo com Ana, se as unidades permanecerem ocupadas, 72 mil estudantes serão prejudicados. “Peço que todos – pais, estudantes e comunidade – pensem com critério neste momento e vejam que os alunos estão sendo os grandes prejudicados.” Com as ocupações, 460 mil alunos estão sem aulas no estado.
De acordo com a coordenação do movimento Ocupa Paraná, a orientação é que os estudantes deixem os colégios caso recebam mandado de reintegração de posse. O movimento recomenda que eles deixem as escolas para que não seja preciso o uso da força policial. Segundo a coordenação, o movimento se considera vitorioso por ter promovido a articulação entre os estudantes.
O Ocupa Paraná destaca ainda a importância do discurso feito pela estudante Ana Júlia Ribeiro, de 16 anos, quarta-feira (26) na Assembleia Legislativa do Paraná. “É um insulto a nós que estamos lá, nos dedicando, procurando motivação todos os dias, sermos chamados de doutrinados”, disse Ana Júlia aos parlamentares.”Nós sabemos pelo que estamos lutando: a nossa bandeira é a educação, nossa única bandeira é a educação”, acrescentou a jovem.
A morte de um estudante de 16 anos dentro de uma escola ocupada em Curitiba também marcou o movimento. Ele teria sido morto por colega, também menor, após desentendimento. Ambos teriam consumido uma droga sintética.
Nesta semana, foram registradas reintegrações em outros estados. No Tocantins, a retirada dos estudantes foi tumultuada e alguns teriam saído algemados. Em São Paulo, a Polícia Militar desocupou, no último dia 25, a Escola Estadual Silvio Xavier, no Piqueri, na zona norte da capital paulista, em uma ação de reintegração. Após a desocupação, 13 estudantes que participavam da ocupação da escola foram detidos e levados para delegacia.
Portal no Ar

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Manifestantes comemoram impeachment na Avenida Paulista

Manifestação contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e contra o PT ocorre na Avenida Paulista em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A via está bloqueada pelos manifestantes, que comemoram o impeachment.
Às 18h40, houve confusão entre pessoas contra e a favor do impeachment no local. Um grupo começou a gritar xingamentos contra o PT. A polícia interveio e a confusão foi dispersada. Dois bonecos estão sendo inflados neste momento, um representando Dilma e outro Renan Calheiros.
A Polícia Militar fez um cordão de isolamento entre o quarteirão onde estão os manifestantes pró-impeachment e o quarteirão onde ocorre manifestação contra o impedimento de Dilma. Dois carros da tropa de choque também ajudam no bloqueio.
Robson Pires

terça-feira, 10 de maio de 2016

Manifestações contra o impeachment ocorrem em 14 estados e no DF

Na capital paulista, atos causaram nós no trânsito; Na Região Metropolitana do Rio, um trecho da BR-101 foi bloqueado

Por: Redação - O Globo

Movimentos sociais contrários ao processo de impeachment de Dilma Rousseff bloquearam em protesto trechos de avenidas e rodovias na manhã desta terça-feira, em todo o país. Os protestos foram organizados pela Frente Brasil Popular, que reúne movimentos sociais, como o MST, centrais sindicais e partidos de esquerda com apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Na capital paulista, foram realizados atos em pelo menos cinco locais, o que causou transtornos no trânsito da cidade. Contrários ao impeachment, manifestantes fecharam trechos da Avenida 23 de maio, da Marginal Pinheiros, da Marginal Tietê, da Rodovia Hélio Smidt, na direção do aeroporto de Guarulhos e da Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na Zona Norte. Além de São Paulo, foram registrados protestos no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraíba, Paraná, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Ceará, Piauí e no Distrito Federal, de acordo com o portal de notícias “G1”.
Agora RN

domingo, 17 de abril de 2016

Manifestações pró e contra o impeachment ocorrem em pelo menos 10 Estados do País

Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostra que os atos seguem pacíficos


Por Estadão Conteúdo
Pelo menos dez Estados registram manifestações favoráveis ou contrárias ao impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17), dia em que a Câmara dos Deputados decide sobre a admissibilidade do processo de afastamento da petista da Presidência. Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostra que os atos seguem pacíficos
Em Brasília, do lado norte da Esplanada dos Ministérios, separado para quem é contra o impeachment, o movimento ainda é fraco no início da tarde, já que os manifestantes estão se concentrando a seis quilômetros do local e deverão seguir para o Congresso Nacional mais tarde. Cerca de seis mil pessoas estão na concentração, de acordo com o último boletim da Polícia Militar. Integrantes da União Nacional dos Estudantes (Une) puxam gritos de guerra próximo ao Ministério das Comunicações.
Em São Paulo, manifestantes contra o impeachment já lotam o Vale do Anhangabaú, na região central da capital paulista. Militantes sindicais, de movimentos sociais e também cidadãos não ligados a organizações carregam faixas contra o golpe e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Gritam “Não vai ter golpe, vai ter luta”, mensagens expostas também em um telão instalado no local. Ainda não há estimativa de público, mas a população já ocupa uma extensão que vai do Viaduto do Chá, onde um carro de som faz as vezes de palco, até a esquina com a Avenida São João.
Os apoiadores do afastamento da presidente se reúnem em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista. Por lá, a movimentação segue tranquila e o número de manifestantes é menor em comparação a outras manifestações que pediam o impeachment de Dilma.
No interior do Estado, em Campinas, está previsto um ato para as 14h na Avenida Norte-Sul, em Cambuí, bairro nobre da cidade. Até perto das 13h, a movimentação era pequena, mas há um grande número de barracas montadas na avenida para a venda de bebidas e comidas para os manifestantes. A expectativa dos organizadores é que 300 mil pessoas participem da manifestação. Mais cedo, na cidade paulista de Osvaldo Cruz, cerca de 200 pessoas pediam a saída da petista da Presidência. Em Indaiatuba, também houve um ato contra a presidente Dilma.
No Rio de Janeiro, a manifestação “Funk contra o Golpe” entrou na reta final pouco antes das 13h. Os organizadores informaram ao microfone de carro de som que o ato reuniu 50 mil pessoas. Procurada, a Polícia Militar disse não ter feito estimativa de público. O protesto é organizado pela produtora de funk Furacão 2000 e pela Frente Brasil Popular, movimento que reúne partidos, sindicatos e movimentos sociais de esquerda. Outro protesto, a favor do impeachment, está marcado para ocorrer às 15h em Copacabana, ponto de partida do ato da manhã.
Em Minas Gerais, manifestantes começavam a chegar à Praça da Liberdade por volta das 13h30 para participar do protesto pelo afastamento da presidente. Três caminhões de som estão posicionados na praça. Um telão está sendo montado para transmissão da votação do impeachment. Cerca de duas mil pessoas contrárias ao impeachment, saíram em outro ato da Praça Raul Soares e seguiram para a Praça da Estação, de onde acompanharão a sessão na Câmara dos deputados também por telões.
No Espírito Santo, os grupos pró-impeachment poderão acompanhar a votação em telões que serão instalados na Praça do Papa, na Enseada do Suá, em Vitória, e em um posto de combustíveis na Praia da Costa, em Vila Velha, na grande Vitória.
Na Bahia, manifestantes a favor do governo estão acampados no Farol da Barra, na orla de Salvador (BA), desde o sábado (16). A maioria integra o MST e acompanhará a sessão da Câmara por um telão. A expectativa das lideranças é de que 150 mil pessoas ocupem a orla da Barra, que já foi palco de protestos do grupo defensor do impedimento de Dilma. Desta vez, aqueles que pedem o fim do governo se reunirão no Jardim de Alah, bairro do Costa Azul.
No Paraná, na cidade de Francisco Beltrão, o movimento “Vem Pra Rua” instalou nas ruas cavaletes com os nomes dos deputados do Estado que são contrários ao impeachment.
Na capital de Rondônia, Porto Velho, manifestantes contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff já estão em concentração na Praça das Três Caixas D’Água desde as 10h. Participam do movimento membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT/RO), MST, Partido dos Trabalhadores, entre outros movimentos. Os organizadores esperam que mais de cinco mil pessoas se unam à manifestação até o início da votação, às 14h.
Em Mato Grosso, pessoas pró e contra o impedimento da presidente Dilma se reúnem em praças e bares para acompanhar a votação. Movimentos sociais, sindicais e estudantis que compõem a Frente Brasil Popular em Mato Grosso participam desde as 9h, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), para a “Vigília Ecumênica pela Paz e pela Democracia”. (, especial para O Estado)
Em Recife, capital de Pernambuco, a movimentação dos grupos pró e contra o impeachment já começou. No Marco Zero, região central da cidade, estão reunidos manifestantes favoráveis ao Governo. Neste momento, cerca de 400 pessoas, segundo a organização, circulam pela área. O clima é de tranquilidade e muitas crianças acompanham os pais.
No segundo jardim da praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, os manifestantes favoráveis ao impeachment estão reunidos. De acordo com o movimento Vem Pra Rua, a mobilização já conta com mais de 200 integrantes. Muitas famílias vestido verde a amarelo carregam faixas e cartazes contra a presidente Dilma Rousseff.
Portal no Ar

sábado, 16 de abril de 2016

Mortaledão” vira ponto de encontro de manifestantes a favor do impeachment me Brasília

Balão inflado na frente do hotel em que Lula está hospedado foi palco de agressões no final da manhã de hoje


Os movimentos Acorda Brasil e Nas Ruas inflaram, em Brasília, um balão de uma mortadela gigante denominada “Mortadelão”, uma crítica à informação de que os manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff estaria recebendo um lanche de pão com mortadela e a quantia de R$ 10 para participar dos protestos.
Na manhã de hoje o Mortadelão foi inflado na frente do hotel em que o presidente Luis Inácio Lula da Silva estava hospedado. O mesmo que motivou uma briga entre seguranças do presidente e manifestantes. O fato é que o “Mortadelão” agora serve como ponto de encontro dos manifestantes favoráveis ao impedimento.
O balão deve ser inflado em vários pontos de Brasília entre hoje e amanhã, dia da votação do relatório que pede o afastamento de Dilma na Câmara dos Deputados
Agora RN

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Manifestantes preparam ato em Natal para domingo de votação do impeachment

Os movimentos que pedem a queda do governo Dilma realizarão ato, a partir das 14 horas, ao lado do shopping Midway Mall, em apoio ao afastamento de Dilma


Por Redação
A votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) pelo plenário da Câmara dos Deputados,prevista para o próximo domingo (17), será acompanhada pelos natalenses favoráveis ao afastamento da petista nas ruas.
Os movimentos que pedem a queda do governo Dilma realizarão ato, a partir das 14 horas, ao lado do shopping Midway Mall, em apoio ao impeachment da presidente. Na ocasião, será colocado um telão, que exibirá, ao vivo, a votação na Câmara dos Deputados.
Portal no Ar

domingo, 10 de abril de 2016

Manifestantes instalam placar do impeachment em frente ao Congresso

Manifestantes do movimento Vem pra Rua fixaram hoje (10) três painéis no gramado em frente ao Congresso Nacional com o presumido placar da votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. O grupo também fixou placas menores no gramado com as fotos dos deputados e a indicação do posicionamento deles em relação ao afastamento.
Pela estimativa do movimento, 286 deputados votarão a favor do impeachment, enquanto 112 estão indecisos e 115 são contrários. São necessários 342 votos para a presidenta ser afastada pela Câmara dos Deputados. O movimento pró-impeachment já fez ações semelhantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, quando divulgou nomes de deputados contrários ao afastamento ou indecisos. O estudante e empresário Vinícius Carvalho, 24 anos, participante do Vem pra Rua e do Movimento Brasil (MBR), afirma que, além de pressionar parlamentares, o objetivo é informar a população.
Robson Pires

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Movimentos que pedem o impeachment de Dilma vão às ruas no dia 17 de abril

Manifestações deverão ocorrer em mais de 300 cidades brasileiras, a exemplo do que ocorreu no dia 13 de março, quando as manifestações reuniram cerca de 5 milhões de pessoas no País inteiro


Por Estadão Conteúdo
 

O Vem Pra Rua, um dos principais grupos de oposição à presidente Dilma Rousseff, marcou a próxima manifestação pró-impeachment para o dia 17 de abril.
A expectativa no Congresso Nacional é que a votação do impedimento na Câmara ocorra nesta data, um domingo.
Os organizadores pretendem instalar telões em dois caminhões de som na Avenida Paulista, de onde será transmitida a movimentação dos parlamentares.
O movimento deverá se repetir em mais de 300 cidades brasileiras, a exemplo do que ocorreu no dia 13 de março, quando as manifestações reuniram cerca de 5 milhões de pessoas no País inteiro.
Portal no Ar

sexta-feira, 18 de março de 2016

Mulheres lindas e maravilhosas protestaram contra Dilma em Brasília (DF)

Meninas lindas e corajosas e desimpedidas foram hoje a Brasília (DF) protestar a favor do Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ninguém foi capaz de molestá-las.
Robson Pires

domingo, 13 de março de 2016

Avenida Paulista reúne 1,4 milhão de pessoas; governo teme impacto de atos


A Polícia Militar informa que, aproximadamente, 1 milhão e 400 mil pessoas estiveram presentes no horário de pico (16h15), durante a manifestação ocorrida na região da Avenida Paulista, neste domingo (13). O cálculo foi elaborado pelo programa COPOM online, que realiza o georreferenciamento da área, definindo polígonos de concentração de pessoas por meios de inúmeras fotos aéreas e terrestres, contabilizando a própria avenida Paulista, alameda Santos, rua São Carlos do Pinhal e todas as transversais.
No período das 15h às 16h30, foram registradas 228 mil pessoas chegando a região, somente pelas estações de Metrô da avenida Paulista. Nos demais municípios do Estado foram reunidos aproximadamente 400 mil pessoas nas manifestações. A estimativa não considera a rotatividade do público presente. Não houve nenhuma ocorrência grave, sendo registrados dois furtos de celular e um desacato.
Robson Pires

Manifestações pelo Brasil são destaque na imprensa internacional

SÃO PAULO, SP - As manifestações contra a presidente Dilma Rousseff, realizadas em várias cidades brasileiras neste domingo (13), são destaque também na mídia internacional. O jornal norte-americano "The Wall Street Journal" colocou o assunto na home de sua página na internet, chamando a atenção para as "centenas de milhares de manifestantes". "A ira" deles, segundo a publicação, está direcionada contra Dilma e seu partido, o PT, "cercados por uma crise de confiança".
O jornal francês "Le Monde" informa, em seu site, que há manifestações "em todo o Brasil" contra Dilma. A publicação diz que dezenas de milhares de pessoas protestaram em cerca de 400 cidades, no que chamou de "uma mobilização de grande dimensão contra a presidente, atolada em uma séria crise política".
O espanhol "El País", que faz uma cobertura ao vivo dos protestos em seu serviço brasileiro, também deu destaque ao evento em seu site global. "Oposição se manifesta contra Rousseff e leva pressão às ruas", diz a manchete. No texto, o jornal faz a análise de que a crise política tem durado "meses" e destaca que este domingo será uma das provas mais importantes para a oposição à presidente.


O argentino "Clarín" afirma que as manifestações acontecem "em meio a um clima de forte descontentamento social" pela recessão e pelos casos de corrupção. "Os manifestantes tingiam as ruas com o verde e amarelo da camiseta da seleção brasileira de futebol", diz o jornal, que lembra que esta rodada de protestos é a primeira a ser apoiada abertamente pelos partidos de oposição.
O texto diz ainda que cenas como a da multidão na praia de Copacabana, no Rio, "viraram usuais" desde a eclosão da crise econômica e política.

As informações da agência Reuters, que classificou o clima da manifestação em São Paulo como "festivo", destacam que o tamanho dos protestos pode ser crucial no convencimento do Congresso para apoiar ou não o processo de impeachment de Dilma.

Outra agência, a AFP disse que "protestos em massa "sacudiram o Brasil". A Al Jazeera informa que "milhares de manifestantes tomaram as ruas para pedir a saída da presidente".