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terça-feira, 13 de junho de 2017

Em protesto, Vem Pra Rua põe 27 coroas de flores diante do TSE

Faixa em buquê diz: “Aqui jaz o TSE, assassinado por Gilmar Mendes, Napoleão Maia, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. Vem Pra Rua, São Paulo”

Em protesto contra a decisão do TSE de manter Temer no governo, o movimento Vem Pra Rua acaba de montar, diante do tribunal, em Brasília, arranjo com 27 coroas de flores – uma para cada Estado brasileiro.
A faixa que atravessa cada buquê, com rosas brancas e amarelas, diz: “Aqui jaz o TSE, assassinado por Gilmar Mendes, Napoleão Maia, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. Vem Pra Rua, São Paulo”.
Agora RN

domingo, 4 de junho de 2017

Ato organizado pelo ‘Vem Pra Rua’ reúne apenas 30 pessoas no Rio de Janeiro

Manifestação aconteceu na manhã deste domingo 4

No local, foi colocada uma lixeira e diversos sacos de lixo com a imagem de políticos de diferentes partidos. Entre as imagens, há do presidente Michel Temer

Cerca de 30 pessoas se reuniram na manhã deste domingo 4 na altura do posto 5, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, em um ato contra a corrupção e a favor da renovação política no País. O movimento foi organizado pelo VemPraRua RJ.
Os manifestantes estenderam duas faixas na calçada que dizem: “Todo apoio à Lava Jato” e “Renovação política”. Em coro, pedem Justiça e fazem referência ao juiz responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro.
Os manifestantes estenderam duas faixas na calçada que dizem: “Todo apoio à Lava Jato” e “Renovação política”. Em coro, pedem Justiça e fazem referência ao juiz responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro.
No local, foi colocada uma lixeira e diversos sacos de lixo com a imagem de políticos de diferentes partidos. Entre as imagens, há do presidente Michel Temer, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dos ex-presidentes Dilma e Lula, além do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, atualmente preso. Os pedestres são estimulados a jogar os sacos de lixo com as imagens dos políticos na lixeira.
O inspetor de equipamentos Agnaldo Nery, 54, disse que é preciso uma mobilização forte da população para que haja mudanças na política. “Temos hoje um processo de corrupção generalizada com quase todos os políticos envolvidos”, disse. Ele segurava um cartaz que dizia: “Fora STF, Temer e Congresso. Prisão já”.
Ao lado, cerca de 15 pessoas também se reuniam com cartazes a favor da intervenção militar.
Agora RN

sábado, 20 de maio de 2017

MBL recua em pedido de renúncia e Vem Pra Rua adia ato contra Temer - MBL e Vem Pra Rua cancelam protestos

Os movimentos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff (PT) recuaram na posição de convocar manifestações e pedir a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB).
O MBL (Movimento Brasil Livre) decidiu recuar na posição de pedir a renúncia de Temer, afirmou à Folha seu coordenador Kim Kataguiri. “Há motivo de sobra para investigar Temer nos áudios, mas eles são inconclusivos”, afirmou. “Vamos suspender a posição pró-renúncia até que surjam novas informações.”
Já o Vem Pra Rua suspendeu a convocação que havia feito para atos no domingo (21), alegando motivos de segurança. O movimento promete nova data de manifestação, ainda não marcada.
O tema principal, afirmou Rogério Chequer, coordenador do movimento, na quinta-feira (18), seria “fora todos os corruptos”, não apenas pela renúncia de Temer. Segundo comunicado enviado pelo grupo nesta sexta (19), “o adiamento não significa recuo; ao contrário, nada abala nossa convicção de que todos, sem exceção e de que partidos forem, devem ser punidos pelos crimes cometidos”.
“A decisão foi tomada já que em muitas cidades não houve tempo hábil para planejar a segurança ideal, como sempre aconteceu, mesmo naquelas em que havia mais de um milhão de pessoas nas ruas”, diz o texto.
Em São Paulo a decisão foi tomada após reunião de movimentos com a Polícia Militar, que teria orientado a suspensão dos atos por causa da Virada Cultural, que ocorre no mesmo final de semana, dizem coordenadores.
Após a liberação dos áudios, a coordenadora do Nas Ruas Carla Zambelli publicou vídeo nas redes sociais afirmando que é hora de “assentar a poeira, colocar o pé no chão e ver o que está acontecendo”. O movimento não participou da convocação de atos. “O que se pintou ali atrás não foi muito bem o que se viu hoje”, afirmou.
O Movimento Liberal Acorda Brasil, que também participou das manifestações anti-Dilma de 2016, porém, manteve a posição pedindo a saída de Michel Temer. Nas redes sociais, os coordenadores afirmam que “vai ficar chato se continuarem a dizer que a gravação não é nada demais” e “é tão difícil assim entender que ela é so um pequeno extrato de MUITO mais?”. O grupo, porém, não fez convocação para atos.
Portal no Ar