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domingo, 22 de janeiro de 2017

Mesmo com Exército nas ruas, Natal chega ao quarto dia sem ônibus


Já são 26 ônibus e micro-ônibus incendiados no Rio Grande do Norte

Empresas e os rodoviários suspenderam o serviço com medo de ataques de facções criminosas. Neste domingo (22), além da falta de transporte, uma forte chuva cai sobre Natal

Mesmo com as tropas das Forças Armadas realizando um patrulhamento ostensivo nas ruas de Natal (RN), o que ocorre desde sexta-feira (19), a cidade chega ao seu quarto dia consecutivo sem transporte público. As empresas e os rodoviários suspenderam o serviço com medo de ataques de facções criminosas. Neste período, já são 26 ônibus e micro-ônibus incendiados no Rio Grande do Norte.
Desde o fim da tarde da última quarta-feira (18), quando os primeiros ataques a ônibus foram registrados, que os veículos não conseguem cumprir as rotas em sua totalidade. Na quinta-feira (19) os coletivos ainda chegaram a circular, mas todos foram recolhidos após os primeiros registros de incêndios. Na sexta-feira (20) e no sábado (21) não houve transporte público na capital potiguar, assim como ocorre hoje.
Neste domingo (22), além da falta de transporte, uma forte chuva cai sobre Natal desde as primeiras horas da manhã, colaborando ainda mais para o baixo tráfego de veículos na cidade. A alternativa para os natalenses tem sido utilizar táxis e veículos escolares, que foram autorizados a fazer lotação.
O Sintro-RN (Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN) informa que também não está definido o retorno dos ônibus nesta segunda-feira (23). Tudo dependerá das garantias de segurança para a realização do trabalho.
Segundo o Sindicato, Natal possui uma frota de 630 veículos. Nesta época do ano, com a cidade lotada de turistas em razão das férias, a estimativa do órgão é que 380 mil pessoas utilizem o transporte público diariamente.
Além dos 26 ônibus e micro-ônibus, a Polícia Militar também registrou ataques a cinco viaturas do governo do estado e de Prefeituras, um caminhão, dois carros particulares, quatro delegacias e três prédios públicos. Não houve feridos em nenhum caso. Os atentados foram registrados em dez municípios.
Os ataques começaram no mesmo dia em que detentos foram transferidos de Alcaçuz, maior penitenciária do Rio Grande do Norte, onde uma rebelião deixou 26 mortos apenas no final de semana passado. A expectativa é que mais vítimas sejam confirmadas pelo governo nos próximos dias, já que o presídio registrou novos confrontos durante a semana entre presos das facções rivais PCC e Sindicato do RN.
Já o presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta (RN), registra mais um dia de aparente tranquilidade. Uma espécie de “muro” erguido com contêineres, que dividirá os presos das duas facções, já teve sua primeira fileira finalizada. Depois, um muro definitivo deverá ser construído. A Polícia Militar continua no local.
Agora RN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Após numerosos ataques no RN, ônibus continuam sem previsão de saída

Presidente do Sinto, Júnior Rodoviário confirmou a decisão de contrariar o prefeito, que na última quinta (19) havia se decidido pela normalização dos transportes

Natal amanheceu nesta sexta-feira (20) ainda sem ônibus nas ruas. A decisão foi do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Rio Grande do Norte (Sintro) alegando falta de segurança nos municípios potiguares. Não há previsão para liberação dos transportes públicos.
O presidente do sindicato, Júnior Rodoviário confirmou a decisão de contrariar o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), que na noite da última quinta-feira (19) havia se reunido com sua cúpula em contato com o governador Robinson Faria (PSD) para decidirem, junto ao Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn) pela normalização dos meios de transporte público.
Desde a crise na penitenciária de Alcaçuz, 22 ônibus, dois micro-ônibus, um carro do governo do RN, um carro da STTU, um veículo do município e três da secretaria de Saúde de Caicó, e duas delegacias e um prédio público foram alvos da ação de criminosos que utilizam coquetéis molotov e galões de líquidos inflamáveis para incendiar o patrimônio público.
Agora RN

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

FORÇAS MILITARES PODEM TOMAR CONTA DO BRASIL - Alerta: General do Exército já admite intervenção militar caso houver um clamor das ruas


Esse não é o primeiro artigo do general Bini fazendo análise política e propostas de solução

Ex-chefe do Estado Maior do Ministério da Defesa e já aposentado, militar diz que “as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições”

O general da reserva Rômulo Bini Pereira, ex-chefe do Estado Maior do ministério da Defesa, admitiu a intervenção militar como saída para a crise política que envolve os três Poderes da Republica. Em artigo publicado nesta quinta-feira (15) no jornal O Estado de S. Paulo (leia íntegra abaixo), o militar escreve: “Se o clamor popular alcançar relevância, as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições”.
Um dos mais influentes militares das gerações que atuaram durante a ditadura militar, o general faz uma análise da situação política brasileira, critica o Congresso Nacional e até o governo. Segundo ele, a elite política empurra o Brasil para o brejo. Sob o título de “Alertar é Preciso 2”, o artigo do general diz que as Forças Armadas serão a “última trincheira defensiva desta temível e indesejável ida para o brejo”. E conclui: “Não é apologia ou invencionice. Por isso, repito: alertar é preciso”.
No longo artigo, o general faz uma análise da situação política no Brasil e no Mundo. Critica o Congresso por ter acrescentado punições ao Judiciário entra as medidas de combate à corrupção propostas pelo Ministério Público. Sem citar o nome, lembra que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), é réu por peculato e afrontou uma decisão de um ministro do Supremo que determinou seu afastamento do cargo, por estar na linha sucessória presidencial. Também citou “um grande número de parlamentares envolvidos em processos judiciais”.
Sobre o Judiciário, o general diz que a sociedade ainda confia nos juízes de primeira instância, mas coloca em dúvida a atuação dos tribunais superiores. “Nas instâncias superiores o quadro é diferente”, escreveu. Aproveitou para criticar o foro privilegiado, direito das autoridades de serem julgadas exclusivamente pelo STF – o que, segundo ele, acarreta sobrecarga e morosidade nos processos julgados pelo Supremo. Diz que o Judiciário está contaminado pela política partidária.
General Bini considera ainda que o país enfrenta uma “desgraça sem precedentes” e tenta profetizar: “É nesse cenário de ‘desgraças’ que as instituições maiores e seus integrantes deverão ter a noção, a consciência e a sensibilidade de que o país poderá ingressar numa situação de ingovernabilidade, que não atenderá mais aos anseios e às expectativas da sociedade, tornando inexequível o regime democrático vigente”. E insinua: “É um caso, portanto, a se pensar”.
Reincidente
Esse não é o primeiro artigo do general Bini fazendo análise política e propostas de solução. Em novembro de 2015, ele escreveu outro texto e o veiculou no mesmo jornal, com o mesmo título, em que fazia uma análise também catastrófica da situação política daquele momento.
No texto do ano passado, o militar lembra que um colega general, em documento interno, alertou para o agravamento da crise institucional, que poderia conduzir o país a uma “caótica conjuntura”. “Nesse casão, as Forças Armadas teriam de ser empenhadas e, por isso, deveriam estar adestradas”, escreveu.
O general Bini está na reserva e não tem qualquer comando de tropa. Seu artigo representa o que pensa uma minoria mais barulhenta de oficiais das Forças Armadas, formada por generais e coronéis saudosistas que viveram a ditadura militar (1964-1985).
Fontes das Forças Armadas garantem que o discurso político do general não tem eco na caserna atual, formada por gente profissionalizada, de outra geração. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, leu o artigo do general logo cedo, mas nada comentou. Há uma semana o comandante do Exército, general Eduartdo Vilas Boas, chamou de “tresloucados” e “malucos” quem pede intervenção militar para resolver a crise.
Leia a íntegra do artigo veiculado nesta quinta-feira (15):
“Alertar é preciso 2
Rômulo Bini Pereira
General da Reserva
A renomada escritora e jornalista Cora Rónai, em lúcido artigo, fez um alerta: ‘(…) um país vai para o brejo aos poucos construindo uma desgraça ponto por ponto (…)’. Felizes palavras em face do momento crítico pelo qual passa a Nação brasileira. Em cima de um conhecido ditado popular, ao citar o termo brejo, fez uma sutil alusão a indicar para onde caminha o Brasil.
A inesperada e incorreta invasão promovida recentemente na Câmara dos Deputados por um grupo de manifestantes é uma dessas ‘desgraças’. Membros do governo, lideranças políticas e a imprensa expressaram seu desacordo e sua indignação quanto à invasão e enquadraram o grupo de manifestantes como representantes da ‘direita’ e, até para alguns, da ‘extrema direita’. Esse enquadramento teve como origem a utilização de palavras de ordem que exigiam intervenção militar. O ministro da Defesa declarou que os militares não aprovaram o ato e permanecem em observância dos preceitos constitucionais, atitude que as Forças Armadas vêm adotando desde 1985.
A invasão suscita, entretanto, algumas considerações em razão do cenário político não só do País como do mundo. Os adeptos da adoção de uma intervenção militar vêm crescendo visivelmente. Não se tem conhecimento se são adeptos de uma ação direta manu militari ou de um apoio total e participativo num novo governo não eleito pelo voto popular. São cidadãos de meia-idade que conviveram com o regime militar e consideram o período de proveito para a sociedade brasileira. Por terem a mesma visão, a eles se juntam jovens revoltados e sem esperanças de melhoras na crise que o País vive. Já não se intimidam com o patrulhamento e com o ‘politicamente correto’ tão apregoado no Brasil. Alegam que as Forças Armadas cultuam princípios e valores que não veem em outras instituições e que elas seriam a única solução para a crise atual.
No cenário mundial, dois fatos políticos recentes suscitam também observações válidas: as eleições presidenciais nos Estados Unidos e o plebiscito que definiu a saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit). As análises feitas por institutos de pesquisa mostram que a principal causa dos surpreendentes resultados é creditada aos governos centrais e suas instituições, que se afastaram das opiniões e dos interesses de suas respectivas populações. Acrescentam que houve uma verdadeira desaprovação, por parte dos eleitores, dos defensores do ‘politicamente correto’, isto é, votaram contra opiniões e pareceres dos intelectuais, de segmentos do mundo artístico e cultural e, ainda, da mídia em geral. Todos davam como certa a vitória das propostas derrotadas. Uma discordância dos que se arvoram a ditar e impor propostas e ações afastadas da realidade de seus povos.
Em 8 de novembro de 2015, este jornal publicou artigo intitulado Alertar é preciso, no qual questionei se as instituições maiores estavam consolidadas e funcionando corretamente. Passado um ano, reafirmo o meu questionamento com uma agravante. O segundo artigo da Constituição está em vigor ou é um princípio fundamental inócuo?
No Legislativo, sabemos agora que a Câmara dos Deputados não é um cartório, e sim que três centenas de deputados fizeram ‘’“emendas à meia-noite” a desvirtuar as medidas anticorrupção propostas pelo povo brasileiro. O presidente do Senado, considerado réu pelo STF por acusação de peculato, confrontou e desobedeceu a uma decisão monocrática de juiz da Suprema Corte, fato que fere qualquer sistema dito democrático. E para agravamento do quadro político, é grande o número de parlamentares envolvidos em processos judiciais. Uma ‘desgraça’ sem precedentes.
No Judiciário os brasileiros ainda depositam esperança, graças ao corajoso desempenho dos juízes de primeira instância. Nas instâncias superiores o quadro é diferente. O esdrúxulo direito de foro privilegiado acarreta uma sobrecarga de processos no STF, o que lhe dá uma pauta extensa e criticada e indesejável morosidade. Com a transmissão de suas sessões pela TV, constata-se que são graves as divergências pessoais entre alguns de seus membros. E a presença da política partidária faz-se notar. A divulgação de altos salários no Judiciário – ditos legais, mas imorais –, o ‘fatiamento’ de artigo da Constituição aprovado pelo ex-presidente da Corte no processo de impeachment e o desgastante e inédito processo envolvendo o presidente do Senado afetaram a imagem e a credibilidade da instituição.
No Executivo, a situação econômica indefinida, o possível envolvimento da equipe governamental em atos de corrupção, o desgastante processo das tratativas parlamentares para a aprovação de propostas úteis para o País e uma oposição agressiva são aspectos que, gradativamente, fragilizam e deixam acuado o governo. Já se fala em novas eleições e até mesmo em deposição. A atual oposição esqueceu-se de que foi a única responsável pela calamidade que tomou conta do País. Governou durante 13 anos, deixou-o na bancarrota e instituiu uma imoralidade sistêmica. Está em pleno processo de “vitimização” e já defende, histericamente, as manifestações radicais de rua com ações e depredações. É o mesmo modus operandi de passado recente.
É nesse cenário de ‘desgraças’ que as instituições maiores e seus integrantes deverão ter a noção, a consciência e a sensibilidade de que o País poderá ingressar numa situação de ingovernabilidade, que não atenderá mais aos anseios e às expectativas da sociedade, tornando inexequível o regime democrático vigente. O aludido brejo é significativo. É um caso, portanto, a se pensar.
Desse modo, se o clamor popular alcançar relevância, as Forças Armadas poderão ser chamadas a intervir, inclusive em defesa do Estado e das instituições. Elas serão a última trincheira defensiva desta temível e indesejável ‘ida para o brejo’. Não é apologia ou invencionice. Por isso, repito: alertar é preciso.
Agora RN

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Campanha ganha as ruas na terça-feira (16)

Depois do encerramento do registro de candidaturas na segunda-feira (15), os candidatos ganham as ruas no dia seguintes com direito a propaganda e mobilizações públicas.
Robson Pires

terça-feira, 26 de julho de 2016

Correr na rua ou na esteira? Saiba qual a melhor opção para você


Escolha deve se basear no perfil da pessoa e nos objetivos a serem alcançados



Por Redação
Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável. Porém, uma das dúvidas em torno desta atividade, que ganha cada vez mais adeptos, está na escolha entre correr na esteira ou na rua.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, e dirigido pelo professor Andrew Jones, convidou nove corredores para correr em uma rua, medindo o gasto de energia. Logo depois, ele levou os mesmos voluntários para correr em uma esteira, na mesma intensidade, mas com inclinações diferentes. Ao final da pesquisa, concluiu-se que é possível compensar de forma adequada o esforço extra de correr ao ar livre colocando a esteira a uma inclinação de 1%.
Segundo a unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, a opção pela esteira, normalmente praticada em casa e nas academias, é mais indicada aos iniciantes, pessoas com sobrepeso ou que estejam voltando de alguma lesão, pois impulsiona o corredor para frente, proporcionando um exercício com menos dificuldade, e consequentemente, causando menos impacto nas articulações. Já o treinamento na rua é aconselhado para quem já pratica a atividade, pois exige mais intensidade e condicionamento físico. Ao ar livre o atleta também aprende a lidar com a variação climática, pressão do ar e melhora sua percepção quanto ao ritmo, além de diversificar estímulos mecânicos com subidas, descidas e diferentes tipos de terrenos, ideal para quem visa participar de competições.
Vale ressaltar que é importante seguir algumas cautelas que melhoraram o desempenho, como manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água para manter o corpo sempre hidratado, realizar alongamentos e seguir a orientação de um médico e um educador físico.
Em casos leves de dores e incômodo, uma alternativa para aliviar os sintomas é a utilização de medicamento à base de dietilamonio diclofenaco, como o Biofenac, da unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, que possui ação analgésica e anti-inflamatória para diminuir o inchaço e a dor na região. Trazendo, dessa forma, alívio imediato às lesões causadas pelo esforço no treinamento.
Portal no Ar

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Manifestantes preparam ato em Natal para domingo de votação do impeachment

Os movimentos que pedem a queda do governo Dilma realizarão ato, a partir das 14 horas, ao lado do shopping Midway Mall, em apoio ao afastamento de Dilma


Por Redação
A votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) pelo plenário da Câmara dos Deputados,prevista para o próximo domingo (17), será acompanhada pelos natalenses favoráveis ao afastamento da petista nas ruas.
Os movimentos que pedem a queda do governo Dilma realizarão ato, a partir das 14 horas, ao lado do shopping Midway Mall, em apoio ao impeachment da presidente. Na ocasião, será colocado um telão, que exibirá, ao vivo, a votação na Câmara dos Deputados.
Portal no Ar

sábado, 15 de agosto de 2015

Aécio Neves e partidos de oposição convocam brasileiros para estarem nas ruas neste domingo para protestarem contra o governo Dilma Rousseff

Com a popularidade da presidente Dilma Rousseff em baixa e as crises econômica, política e ética cada vez mais acirradas, movimentos de oposição ao governo da petista saem às ruas neste domingo, 16, em protestos programados para todo o País e também no exterior. O Movimento Brasil Livre espera manifestações em, pelo menos, 144 localidades, já o Vem Pra Rua lista 257 cidades em seu site, sendo 19 fora do Brasil. Além do ‘fora Dilma’, outro mote dos principais movimentos de rua contrários à atual gestão federal, que inclui também o Revoltados Online, é “não vamos pagar a conta do PT”. Em Natal, a manifestação está programada para a partir das 15 horas, em frente ao Midway Mall.
Ao contrário dos protestos anteriores, quando o principal partido de oposição tentou manter uma certa neutralidade, neste domingo, o PSDB e seus principais aliados, como o DEM, PPS e Solidariedade, convocaram as pessoas para irem às ruas. O candidato derrotado do PSDB em 2014, Aécio Neves, sinalizou ontem, em Maceió, onde participa do lançamento da campanha nacional de filiação do seu partido, que vai participar das manifestações, mas não disse onde.
“A minha vontade pessoal é essa (de ir). Pretendo sim, mas vou avaliar até sábado, 15, aonde vou e se vou”, disse o tucano, durante a campanha de filiação em Maceió. Aécio disse que recebeu convite de várias cidades no Nordeste, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Segundo aliados, o mais provável é que Aécio vá ao protesto em Belo Horizonte ou Brasília.
O site do PSDB em São Paulo lista 61 cidades com protestos marcados. O presidente do partido no Estado divulgou um vídeo convocando a população do Estado a sair às ruas protestando contra o atual governo.
Na capital paulista, os manifestantes se concentrarão mais uma vez na Avenida Paulista, tradicional local de protestos na cidade. São Paulo concentrou os maiores números nas duas primeiras manifestações contra o governo Dilma, em março e abril deste ano. Em Minas, domicílio eleitoral de Aécio, o Vem pra Rua prevê protestos em 30 cidades. Em Belo Horizonte, a concentração será na Praça da Liberdade, região central da capital mineira. Segundo a Polícia Militar, o primeiro protesto contra o governo, em 15 de março, reuniu 24 mil pessoas em Belo Horizonte, número contestado pelos organizadores do protesto.
Defesa de Lula

Simultaneamente aos protestos contra o governo Dilma em todo o País, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a CUT São Paulo estão programando para domingo, a partir das 13 horas, um ato “em defesa da democracia” em frente à sede do Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Alguns manifestantes já estão em vigília no local desde o início desta semana e prometem permanecer acampados até a próxima segunda-feira, 17. A vigília precede a manifestação agendada para quinta-feira, 20, em todo Brasil, por sindicatos e movimentos sociais.

Sem referência direta ao governo Dilma, na página do Facebook onde o evento foi criado, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC divulgou a hashtag #SomostodosLULA. “Não permitiremos que nossa principal liderança seja atacada ou mesmo ameaçada por setores ou pessoas que não têm responsabilidade com a democracia e que nunca se importaram com os trabalhadores”, diz o sindicato, classificando de vitorioso o legado do ex-presidente petista.
Domingo Negro

O dia 16 de agosto não foi escolhido ao acaso para marcar os protestos contra o governo Dilma Rousseff. Nesta data, há 23 anos, em 1992, o então presidente Fernando Collor de Mello foi alvo de uma das maiores manifestações contra um governo no período pós-redemocratização, protagonizada pelos caras-pintadas Três dias antes de 16 de agosto, que ficou conhecido como o “domingo negro”, em meio às turbulências e as denúncias que pesavam contra sua gestão, além do consequente enfraquecimento e isolamento político, Collor fez um pronunciamento à nação, pedindo que usassem o verde-amarelo da bandeira brasileira, em seu apoio. Mas o ocorreu foi o contrário, no dia 16 de agosto de 1992, também um domingo, os brasileiros saíram às ruas de todo o País vestidos de preto, com os rostos pintados de verde-amarelo, pedindo a saída de Collor.

Depois dessa manifestação, o processo de impeachment foi aprovado pela Câmara Federal, por 441 votos a favor e 38 contra, e Fernando Collor foi afastado da Presidência da República no dia 2 de outubro daquele ano. Sabendo que seria afastado, Collor acabou renunciando no dia 29 de dezembro, mas o Senado prosseguiu o julgamento, afastando-o do cargo e privando-o dos direitos políticos por oito anos.
Tribuna do Norte

Protestos do dia 16 vão focar impeachment, dizem lideranças



Apesar do objetivo comum de derrubar a presidente, as principais lideranças do movimento não têm consenso sobre qual o caminho a seguir depois disso. Foto: Divulgação


O objetivo das manifestações convocadas para este domingo será essencialmente um: derrubar a presidente Dilma Rousseff


Os três principais movimentos que lideram os protestos anticorrupção – Movimento Brasil Livre (MBL), Revoltados Online e Vem Pra Rua – não se deixam distrair pelo risco de serem criticados por uma suposta “indignação seletiva”. O objetivo das manifestações convocadas para este domingo será essencialmente um: derrubar a presidente Dilma Rousseff .
Nem mesmo os recentes relatos de delatores do esquema de corrupção da Petrobras de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, teria recebido R$ 5 milhões de propina, fazem os líderes dos protestos titubearem.
O peemedebista é visto como um aliado na implementação de um processo de impeachment e por isso deve ser poupado no dia 16. É Cunha quem tem o poder de decidir pôr em votação na Câmara um pedido de impeachment da presidente. “O que nós concordamos com o Vem para Rua e o Revoltados Online é que o mote geral da manifestação deve ser realmente o ‘Fora Dilma'”, afirmou à BBC Brasil Fábio Ostermann, um dos líderes do MBL.
Para Ostermann, “misturar as pautas” interessa ao PT, que tenta transformar Cunha num “bode expiatório”. “Claramente, não está funcionando. É importante ter senso de prioridade nesse momento. Se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tiver suas contas a acertar com a Justiça e com a população, isso vai se dar na hora certa. Certamente não é o dia 16 de agosto”, acrescentou.
O líder do Revoltados Online, Marcello Reis, vai na mesma linha. Ele diz que nenhum político corrupto será poupado pelo movimento, mas que no momento o foco é no governo federal. “Não queremos passar o vagão na frente da locomotiva. Então, todas as conversas que tivemos com Cunha sempre foram pela apresentação do impeachment (de Dilma). É um protesto específico pela saída da presidente, seja (por meio de) impeachment, cassação ou renúncia”, disse, resumindo o objetivo do dia 16.
Rogério Chequer, do Vem pra Rua, afirma que as manifestações se concentram no impeachment e no fim da corrupção, mas que devem atingir com mais força os petistas. “Eu acho que as críticas vão ser maiores na relação com os fatos que têm sido revelados e comprovados. O PT já foi condenado por caso de 2005 (Mensalão).”
Apesar da oposição declarada ao governo Dilma, Cunha tem declarado publicamente que não vê base jurídica para o impeachment, até mesmo se o Tribunal de Contas da União recomendar a rejeição das contas federais de 2014. Isso porque agora trata-se de um novo mandato da presidente.
Os movimentos contam com as mobilizações de domingo para mudar esse quadro. “Acredito que o dia 16 vai mudar o quadro político. Se for maior que os protestos de março, político tem medo do povo. Com certeza na semana seguinte teremos novidade, ou o Cunha vai votar o impeachment ou a Dilma vai baixar a crista e renunciar”, defende Reis.
E o depois?
Apesar do objetivo comum de derrubar a presidente, as principais lideranças do movimento não têm consenso sobre qual o caminho a seguir depois disso.
Reis, do Revoltados Online, diz que, caso o vice-presidente, Michel Temer, assuma no lugar de Dilma Rousseff, o movimento também pedirá seu impeachment. “Acredito que Temer seja cúmplice de todos os roubos do PT. O PMDB não está livre da culpa, não. Caso venha uma estratégia de sair Dilma Rousseff e entrar Temer, nós também vamos pleitear a saída do Temer”, disse. Já Ostermann, do MBL, e Chequer, do Vem Pra Rua, dizem que Temer seria a saída “constitucional”.
Eles não apostam no caminho de uma cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque o julgamento das contas da campanha eleitoral da chapa petista tende a ser um processo longo, dada a possibilidade de recursos que o direito à defesa garante.
Se a chapa fosse cassada com menos de dois anos de mandato, novas eleições seriam convocadas. Esse é o cenário preferido do senador tucano, Aécio Neves, que acredita que ganharia um novo pleito, após ter sido derrotado na eleição de 2014.
“Nós temos que ir para a solução constitucional. Não acho que é questão de apoiar o Temer ou não, é o que temos para hoje, por causa da Constituição. Nós vamos respeitá-la. O que o Temer vai fazer, eu não sei. A gente vai ver o que ele vai fazer”, disse Chequer.
“Você vai me perguntar: você gosta do Temer, apoia o Temer? Claro que não. Até porque quem elegeu o Temer vice foram as mesmas pessoas que elegeram a Dilma. Mas nós temos o procedimento constitucional que precisa ser respeitado”, afirma Ostermann, para quem Aécio está sendo “oportunista”.
Apesar de não declararem apoio à estratégia do presidente do PSDB, os líderes dos movimentos veem com bons olhos o apoio do partido às manifestações. A legenda está usando as inserções a que tem direito na rede aberta de TV para convocar a população para o protesto do dia 16 – mas sem fazer referência aos pedidos de impeachment.
As lideranças tucanas estão divididas sobre a questão, e por isso o partido não se manifestou oficialmente a favor da medida. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin são contra.
Alckmin está mais interessado em disputar as eleições para presidente de 2018 contra o PT. Já Serra, embora não tenha se posicionado publicamente, estaria articulando assumir como ministro na Fazenda num eventual governo Temer.
As lideranças do PSDB na Câmara e no Senado, o deputado Carlos Sampaio e o senador Cássio Cunha Lima, têm se manifestado abertamente pela saída da presidente. Ambos são alinhados com Aécio.
“Amigos, dia 16 de agosto, vamos voltar às ruas de todo o país não mais para protestar e exigir mudanças. Agora vamos pedir o impeachment da Dilma (sic) responsável maior por um governo corrupto, mentiroso e incompetente!”, escreveu Sampaio no Facebook, dia 23 de julho.
Contra Dilma ou contra todos?
Apesar do forte discurso anticorrupção, as manifestações tem apresentado um claro viés antigoverno e anti-PT desde as primeiras edições em março e abril, acredita Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP. Ele vem acompanhando de perto os protestos realizados de São Paulo e conduziu uma pesquisa sobre os manifestantes que compareceram à Avenida Paulista em abril.
Os questionários revelaram um forte sentimento contra o sistema político em geral, mas que acaba sendo verbalizado com mais força contra o governo federal. Entre os entrevistados, 73% disseram não confiar em qualquer partido. “Esse caráter antigoverno já estava muito marcado nos dois primeiros protestos. A corrupção era um motivo pelo qual ele era antigoverno”, notou.
“Nossa pesquisa apontou para uma descrença muito generalizada no sistema político, mas tendo foco específico no governo federal como uma exemplificação máxima desse desgaste da representação política.”
Por causa disso, observa Ortellado, as lideranças dos protestos “tentam desenhar essa tática de desgastar a Dilma por meio do Cunha, um político sobre quem recaem mais suspeitas de corrupção do que sobre ela”.
Para o cientista político da USP Álvaro Moisés, é natural que o governo federal e a presidente sejam os principais alvos dos protestos.
“Em qualquer situação política no Brasil, o foco principal é o governo. O Executivo é quem tem mais poder, tem uma máquina administrativa inteira a seu dispor. É claro que, quando você tem o crescimento de uma perspectiva antipolítica, o primeiro lugar que o protesto foca é o Executivo, é natural”, afirma.
“Não acho que seja uma escolha seletiva: vamos focar na presidente mas não vamos focar no presidente da Câmara. É evidente que quem está no governo central tem muito mais exposição do que quem está em cargos que, embora importantes, têm menos visibilidade”, acrescentou.
Fonte: Terra

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Presidente da CUT diz que vai às ruas ‘de armas na mão’ defender Dilma

Dilma  e Vagner Freitas
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, pediu aos movimentos sociais a ida à “rua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente”.
Vagner Freitas presidente nacional da CUT
Os três principais grupos que lideram a convocação para protestos contra a presidente Dilma Rousseff e o PT, no domingo (16), decidiram adotar três palavras de ordem em comum: “Fora corruptos”, “Fora Dilma” e “Lula nunca mais”. Em paralelo, movimentos sociais voltaram a dar apoio à petista em ato no Palácio do Planalto, no qual o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Wagner Freitas, falou em ir às ruas “de armas na mão”.
Os protestos deste domingo foram convocados para mais de 200 cidades do País. O alvo prioritário são o PT, Dilma e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Com a definição de ontem entre a Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua, os principais articuladores das manifestações decidiram oficialmente poupar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é investigado pela Operação Lava Jato por suspeita de ter cobrado propina do esquema de corrupção na Petrobrás.
“A questão do Eduardo Cunha não é central para nós. Ele não é o foco, mas vamos pressioná-lo pela admissibilidade dos pedidos de impeachment que estão na Câmara”, disse Carla Zambelli, porta-voz da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, frente que reúne dezenas de grupos anti-Dilma. Como presidente da Câmara, Cunha é quem decide se aceita ou não pedido de impeachment.
Por sua vez, os movimentos anti-Dilma já adotaram como alvo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que se reaproximou do Planalto. Na noite de quarta-feira, integrantes do MBL fizeram um ato de protesto na frente da residência oficial do peemedebista.
Os grupos discordam, porém, sobre o tratamento a ser dado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por investigar autoridades com foro no Supremo Tribunal Federal, como os alvos da Lava Jato. “A lentidão do Janot no processo chama a atenção, mas não existe indicação de que ele esteja obstruindo a investigação”, afirmou Rogério Chequer, do Vem Pra Rua.
‘Às armas’
Grupos pró-PT têm adotado o discurso da defesa da democracia para rechaçar movimentos pelo impeachment. Mas ontem, em solenidade no Palácio do Planalto, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Wagner Freitas, afirmou que os movimentos sociais serão o “exército” que vai “enfrentar essa burguesia”.
“Recado para os golpistas: nós somos trabalhadores, trabalhamos pela democracia”, discursou o sindicalista. “O que se vende é a intolerância, o preconceito de classe contra nós. Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para a rua entrincheirados de armas na mão, se deitar e lutar se tentarem tirar a presidente.”
Os presentes responderam com gritos de “Não vai ter golpe”. Dilma ouviu as manifestações, mas não comentou o discurso de Freitas. Em entrevista após a cerimônia, o ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) tampouco respondeu ao ser questionado sobre o assunto e limitou-se a dizer que o “governo não trabalha com a hipótese de impeachment”. “O governo trabalha com um ambiente de mais estabilidade, mais diálogo, especialmente com nossa base.”
Portal no Ar

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Maioridade: “A Casa do povo atende clamor das ruas”, diz Fábio Faria

Em sua conta no Twitter, o deputado federal Fábio Faria (PSD) comentou a redução da maioridade penal. Segundo ele, “a Casa do povo atende clamor das ruas”. Pesquisa Datafolha aponta que 87% da população brasileira é a favor da diminuição.


Robson Pires

domingo, 15 de março de 2015

Várias capitais terão manifestações contra o governo Dilma Rousseff e o PT

Manifestações tomam conta do país

Brasil mobilizado contra o governo do PT
PT partido odiado pelo povo brasileiro

O portal IG mapeou as manifestações deste domingo (15) contra o governo da presidente Dilma Rousseff e contra o PT começam logo pela manhã. É o caso de Brasília e Belo Horizonte, que terão grupos nas ruas a partir das 9h30. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o protesto está marcado para começar às 14h.
Os protestos têm a organização de grupos como Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados e são apoiados por partidos de oposição, como o PSDB (derrotado nas eleições presidenciais), DEM e Solidariedade. Alguns artistas também divulgaram vídeos em favor dos protestos nas redes sociais.
Parte dos organizadores defende a bandeira do impeachment da presidente Dilma. Outros grupos, como o Vem pra Rua, pedem apenas o fim da corrupção no governo.
Na manifestação da última sexta-feira (13), que defendia a Petrobras e a presidente Dilma e condenava a política de ajuste fiscal do governo, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) conseguiu reunir cerca de 12 mil pessoas (segundo a Polícia Militar) em São Paulo, onde o protesto teve maior adesão. No Rio de Janeiro, os cálculos da PM apontaram para pouco mais de 1 mil pessoas. Já em Brasília participaram do ato por volta de 1,5 mil pessoas.
Confira a agenda divulgada pelo Vem pra Rua, um dos organizadores dos protestos do dia 15, que inclui a agenda de outros grupos.
CAPITAIS:
Aracaju/SE – 9h30 – Arcos da Orla
Belém/PA – 9h30 – Praça da República
Belo Horizonte/MG – 9h30 – Praça da Liberdade
Boa Vistra/RR – 17h – Praça do Centro Cívico
Brasília/DF – 9h30 – Museu da República
Campo Grande/MS – 14h – Praça do Rádio
Cuiabá/MT – 13h – Praça da República, Centro
Cuiabá/MT – 16h – Praça da Rádio
Curitiba/PR – 14h – Praça Santos Andrade
Curitiba/PR – 9h30 – Centro Cívico
Curitiba/PR – 14h00 – Praça Santos Andrade
Florianópolis/SC – 16h00 – TICEN (Av. Paulo Fontes, 701)
Fortaleza/CE – 10h00 – Praça Portugal
Goiânia/GO – 14h00 – Praça Tamandaré
João Pessoa/PB – 15h00 – Busto de Tamandaré
Macapá/AP – 16h – Praça da Bandeira
Maceió/AL – 9h30 – Corredor Vera Arruda
Manaus/AM – 14h – Posto 300 (Av. Djama Batista)
Manaus/AM – 9h30 – Av. Eduardo Ribeiro, em Frente à Feirinha
Natal/RN – 15h00 – Avenida Roberto Freire
Palmas/TO – 16h – Palácio Araguaia, Praça dos Girassóis
Porto Alegre/RS – 9h30 – Redenção
Porto Alegre/RS – 14h00 – Parcão
Porto Velho/RO – 14h – Praça das 3 Caixas D’Água, Centro
Recife/PE – 9h30 – Av. Boa Viagem (em frente a Padaria Boa Viagem)
Rio Branco/AC – 14h – Palácio do Governo
Rio de Janeiro/RJ – 14h – Candelária
São Luiz/MA – 15h00 – Av. Litorânea
São Paulo/SP – 14h00 – Metrô Trianon MASP (Av. Paulista, 1.370)
Salvador/BA – 16h00 – Farol da Barra
Teresina/PI – 16h00 – Av. Marechal Castelo Branco (em frente a Alepi)
Vitória/ES – 16h00 – Praça do Papa
Vitória/ES – 16h – Sede da Petrobras

Humor: programa Minha Vaia, Minha Vida!