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domingo, 9 de outubro de 2016

Truques para saciar a vontade de comer doces depois do almoço

Quando a vontade de tomar sorvete for grande, opte pelo picolé de frutas, por exemplo

É normal sentir aquela vontade de comer docinho depois do almoço? E no meio do expediente? Segundo Ana Paula Gonçalves da Silva, nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, essa necessidade é comum sim e acontece porque os alimentos mais pesados demoram a ser processados. Veja alguns truques para saciar a vontade de comer doces depois do almoço e dê adeus ao peso na consciência!
“Assim que terminamos uma refeição pesada, rica em carboidratos, temos o que chamamos de hipoglicemia reativa, um estado de baixa de açúcar no sangue, consequência de uma liberação excessiva de insulina. Quando isso acontece, o cérebro aciona a necessidade de glicose na corrente sanguínea e vem o desejo de comer doces”, explica Ana Paula.
“A glicose é muito importante para o bom funcionamento do cérebro e os doces, quando consumidos moderadamente, não são vilões. O açúcar também é chamado de alimento dos neurônios e, por isso, quando alguém precisa de energia, o corpo ~pede~ açúcar, pois é o principal alimento do cérebro”, afirma a nutricionista.
  • Faça substituições no cardápio: ao invés de optar por sobremesas preparadas com muito açúcar ou biscoitos industrializados, consuma frutas frescas ou secas após o almoço. Experimente uvas passas e tâmaras, elas possuem um sabor mais adocicado.
  • Não resistiu? Substitua! Por exemplo, quando a vontade de tomar sorvete for grande, opte pelo picolé de frutas, pois os teores de açúcar e gordura são menores quando comparados com as versões cremosas.
  • Teste outras opções para adoçar: quando preparamos uma sobremesa ou um bolo podemos trocar o açúcar refinado por uma quantidade reduzida da versão mascavo, melado de cana ou mel. Também pode-se usar frutas frescas ou secas para enriquecer o sabor.

Fonte: Dieta Já

terça-feira, 26 de julho de 2016

Correr na rua ou na esteira? Saiba qual a melhor opção para você


Escolha deve se basear no perfil da pessoa e nos objetivos a serem alcançados



Por Redação
Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável. Porém, uma das dúvidas em torno desta atividade, que ganha cada vez mais adeptos, está na escolha entre correr na esteira ou na rua.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, e dirigido pelo professor Andrew Jones, convidou nove corredores para correr em uma rua, medindo o gasto de energia. Logo depois, ele levou os mesmos voluntários para correr em uma esteira, na mesma intensidade, mas com inclinações diferentes. Ao final da pesquisa, concluiu-se que é possível compensar de forma adequada o esforço extra de correr ao ar livre colocando a esteira a uma inclinação de 1%.
Segundo a unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, a opção pela esteira, normalmente praticada em casa e nas academias, é mais indicada aos iniciantes, pessoas com sobrepeso ou que estejam voltando de alguma lesão, pois impulsiona o corredor para frente, proporcionando um exercício com menos dificuldade, e consequentemente, causando menos impacto nas articulações. Já o treinamento na rua é aconselhado para quem já pratica a atividade, pois exige mais intensidade e condicionamento físico. Ao ar livre o atleta também aprende a lidar com a variação climática, pressão do ar e melhora sua percepção quanto ao ritmo, além de diversificar estímulos mecânicos com subidas, descidas e diferentes tipos de terrenos, ideal para quem visa participar de competições.
Vale ressaltar que é importante seguir algumas cautelas que melhoraram o desempenho, como manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água para manter o corpo sempre hidratado, realizar alongamentos e seguir a orientação de um médico e um educador físico.
Em casos leves de dores e incômodo, uma alternativa para aliviar os sintomas é a utilização de medicamento à base de dietilamonio diclofenaco, como o Biofenac, da unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, que possui ação analgésica e anti-inflamatória para diminuir o inchaço e a dor na região. Trazendo, dessa forma, alívio imediato às lesões causadas pelo esforço no treinamento.
Portal no Ar

domingo, 24 de julho de 2016

É possível ‘malhar’ apenas com o uso da mente?

A prática é usada em treinamentos de alto nível


Por Redação
Parece uma propaganda carregada de charlatanismo: um método que propõe a “malhação” apenas através do uso de um motor imaginário – ativar o corpo com a força da mente. Isso mesmo: pensando em fazer exercício.
Mas o quanto isso é eficaz?
A prática é usada em treinamentos de alto nível, mas para testar os efeitos que ela teria em pessoas com vida predominantemente sedentária, o programa da BBC Confie em Mim, Sou Médico organizou um experimento com um grupo de sedentários e o professor Tony Kay, da Universidade de Northampton, no Reino Unido.
Kay é especialista em biomecânica do exercício e recrutou sete voluntários que não fazem mais de duas horas de atividade física por semana para submetê-los a uma série de testes voltados a uma área específica do corpo: a panturrilha.
Primeiro, o professor mediu a força deste músculo com o auxílio de um dinamômetro, o tamanho com um aparelho de ultrassom, e a porcentagem de uso do músculo com eletrodos. Para isso, o grupo teve que fazer um exercício básico para contrair ao máximo a panturrilha.
A partir daí, os voluntários passaram 15 miutos por dia pensando no exercício.

Após um mês, a força das panturrilhas tinha aumentado, em média, 8%. Mas um dos voluntários conseguiu um incremento de quase 34% na força muscular.
É importante explicar que isso não ocorreu por causa de aumento de massa muscular, mas sim porque, ao pensar em um exercício particular durante um mês, os participantes aprenderam a estimular melhor as fibras musculares. No início do experimento, o grupo utilizava, em média, 46,3% da massa muscular da panturrilha. No final, o percentual de uso chegou quase a 69%.
“Eles conseguiram exigir mais do músculo”, explica Kay. “Com isso, ativam uma porcentagem muito maior do músculo ao fazer o exercício, o que lhes permite produzir mais força.”
O “motor imaginário” é utilizado por atletas de elite para melhorar seu rendimento, mas também é ideal para evitar perda de força muscular em pessoas lesionadas ou que não podem realizar uma atividade física.
Portal no Ar

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Dormir muito pode ser tão ruim para a saúde quanto fumar e consumir álcool

A combinação “falta de atividade física com um comportamento sedentário” ou “falta de atividade física com excesso de sono (mais de nove horas por noite)” é tão prejudicial para a saúde quanto fumar e beber intensamente(Thinkstock/VEJA)


Dormir mais de nove horas por noite pode ser tão perigoso para a saúde quanto fumar e consumir bebidas alcoólicas. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico PLOS Medicine.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade de Sydney, analisou os hábitos de saúde de 230.000 pessoas com mais de 45 anos de idade. Além de comportamentos já relacionados ao aumento do risco de doenças, como o tabagismo, o excesso de bebidas alcoólicas, alimentação pobre e falta de exercícios, os pesquisadores também acrescentaram o tempo gasto sentado e pouco ou muito sono.
Os resultados mostraram que as pessoas fisicamente inativas que dormiam mais de nove horas corriam um risco de morte 1.6 vezes maior do que as que praticavam o equivalente a "mais de 150 minutos de atividade física moderada ou vigorosa por semana" e dormiam pouco.
Uma das possíveis explicações é o fato de que dormir mais de nove horas aumenta a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2, problemas de tolerância à glicose, doenças cardíacas e obesidade.
veja

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sedentarismo e maus hábitos alimentares fazem aumentar os casos de diabetes


diabetesAlimentar-se de forma inadequada e manter uma vida sedentária são hábitos que a população aprendeu rapidamente. Mas o problema vai além dos quilinhos a mais, e as consequências de uma dieta desequilibrada são grandes para a saúde. Uma delas corresponde ao fator de risco para as doenças do sistema circulatório como infartos e derrames: o diabetes.
O diabetes é o aumento da glicose no sangue, causada pela deficiência na produção ou ação da insulina – hormônio produzido pelo pâncreas e responsável por transformar as moléculas de glicose em energia. “O corpo não consegue administrar a glicose de forma adequada, o que aumenta seus níveis no sangue. A partir daí começam os problemas de saúde”, afirma a endocrinologista do Hapvida Saúde, Lyz Helena.
Um dos principais problemas do diabetes é que ele pode se desenvolver de forma assintomática – quando os primeiros sinais de alerta começam a aparecer, o quadro já está bem estabelecido. O aumento da sede, urinar excessivamente e perca de peso, continua sendo os principais sintomas da doença.
Segundo a médica, o ideal é não esperar os sintomas surgirem para procurar um médico. Com exames periódicos, é possível diagnosticar o aumento da glicose e iniciar o tratamento precocemente. Casos de diabetes na família são sinais de que o acompanhamento periódico é recomendável, pois o problema pode ser herdado.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Síndrome do pânico melhora com atividade física - A síndrome do pânico é uma das doenças psiquiátricas mais comuns do mundo

Pessoas com síndrome do pânico costumam ter baixíssima tolerância ao exercício. Muito provavelmente, segundo cientistas, devido aos sintomas manifestados num ataque, como taquicardia. Num ciclo vicioso, essas pessoas costumam apresentar baixo condicionamento cardiorrespiratório. Porém, é justamente o exercício que tem feito pacientes assim ganharem qualidade de vida, autoconfiança e supressão de crises extremas de ansiedade.
A síndrome do pânico é uma das doenças psiquiátricas mais comuns do mundo. Afeta entre 1,7% e 5% da população global, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) a lista entre as 20 doenças mais debilitantes do planeta. Um estudo pioneiro dos pesquisadores brasileiros Raphael Marques Gomes, Aline Sardinha, Claudio Gil Araújo, Antonio Nardi e Andrea Deslandes, todos da UFRJ, mostrou que treinamento aeróbico pode ajudar a controlá-la.
O editor de livros Ronaldo Bolsas Pereira Teixeira, de 63 anos, convive com a síndrome do pânico desde 1980. Há dez anos, porém, viu sua vida melhorar com programa de exercícios. Ele faz atividade física regularmente, sob a supervisão de Araújo:
— No início, tinha medo, porque os ataques de ansiedade fazem com o que coração dispare. Você teme infartar. Vira hipocondríaco. Aos poucos, o treinamento lhe mostra que isso não é verdade. Com o exercício mais intenso, sua pulsação sobe mais do que num ataque. E nada acontece. Você descobre que ficará bem. É uma sensação maravilhosa. Devolve a autoconfiança.
Ele conta que as medicações auxiliam em muitos aspectos, mas não eliminam, por exemplo, uma hipocondria intensa:
— Com exercício, ela desaparece. Você vê na prática que os sintomas não têm fundamento.
Fonte: O Globo

sábado, 17 de outubro de 2015

Conheça o treino e a cápsula que emagreceram a cantora Simony, aos 39 anos


Cantora revela com detalhes suas artimanhas para secar 21 kg e transformar o corpo gordinho em uma silhueta de fazer inveja a qualquer musa fitness

Simony tem chamado atenção nas redes sociais com imagens do seu corpão atual. Aos 39 anos e mãe de quatro filhos, a cantora, de 1,60 m e 55 kg, está podendo! “Percebi que precisava perder peso porque engordei 21 kg na gravidez do Anthony. Tive pressão alta, pré-eclampsia… Também me mudei para uma cidade de praia (agora ela mora em Vitória, no Espírito Santo) e resolvi voltar à academia com tudo.” Antes de pegar pesado nos exercícios, ela contou com uma ajudinha extra. “Eu adotei as cápsulas de feijão-branco, que me ajudaram bastante por cinco meses. Aí, quando voltei a malhar, já estava bem magrinha”, conta. Hoje, faz dieta regrada, toma 30 vitaminas diárias e se joga na atividade física. Fã da musa fitness Bella Falconi, Simony encara a  musculação quatro vezes por semana com treinos de 45 minutos. “O método da Simony aposta em exercícios que utilizam cargas altas e grandes amplitudes de movimento para gerar gasto calórico”, diz Vitor Portugal, personal trainer da cantora, que elaborou com exclusividade para VIVA! um treino parecido com o da cantora para as leitoras fazerem em casa. Com alimentação correta, em dois meses já é possível notar os resultados”, garante!
O CARDÁPIO EXPRESS DA CANTORA
esportiva da clínica Patrícia Davidson, no Rio de Janeiro. A cápsula deve ser consumida uma hora antes do almoço e do jantar. “O tempo de uso depende dos resultados do paciente, por isso é importante ter acompanhamento médico”, diz a nutricionista.
Café da manhã: batata-doce (feita na fritadeira sem óleo) com creme de leite light, omelete de vários tipos, crepioca (farinha da tapioca com ovo) recheada com banana (ou outro ingrediente que não seja “gordo” demais a gosto)
Almoço e jantar: arroz integral, salada, verduras, carnes magras.
Antes do treino: sempre um carboidrato, como escondidinho de batata-doce com carne moída de patinho bem magro.
Dica da Simony: “Não tem jeito, é preciso tirar das refeições o açúcar. Também indico substituir o sal comum pelo rosa e abolir a farinha”.
ENTENDA O QUE É E COMO FUNCIONA A CÁPSULA DE FEIJÃO-BRANCO
Com grande potencial, a faseolamina, a proteína da farinha do feijão-branco, é bastante eficaz no processo de emagrecimento. “Ela é excelente, pois causa saciedade e dificulta a absorção do carboidrato das refeições”, explica Alessandra Scutellaro Baltazar, nutricionista
FAÇA O TREINO DE SIMONY EM CASA
Alterne exercícios de membro inferior e superior com intervalos de 60 segundos entre cada série. Faça, no mínimo, três vezes na semana, entre 30 e 45 minutos”, ensina Portugal. Repita as séries três vezes, fazendo 15 movimentos em cada uma delas!
Fonte: Revista Viva Mais

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Prática de caminhada pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa

Pesquisa revela que caminhada reduz pela metade o risco de morte por ataque do coração

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia revelou que a chave para combater o envelhecimento e manter uma vida saudável pode estar na prática de exercícios físicos. Segundo a pesquisa da Universidade de Saarland, na Alemanha, uma caminhada diária pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa.
De acordo com os pesquisadores, apenas uma caminhada diária de 20 a 25 minutos pode render até sete anos a mais de vida. Um dos motivos é que a prática de exercício pode, por exemplo, reduzir pela metade os riscos de morte por ataque do coração entre as pessoas de 50 ou 60 anos e retardar o envelhecimento do DNA. Além disso, a prática de exercícios diminui a probabilidade de desenvolvimento de diabetes e hipertensão.
Os cientistas analisaram 69 pessoas saudáveis não fumantes com idades entre 30 e 60 anos que não praticavam exercícios regulares e passaram a fazer alguma atividade física. Após realizar exames de sangue durante os seis meses de vida ativa, os cientistas constataram que a prática de exercícios aeróbicos regulares, treinos de força, entre outros exercícios, desencadearam um processo antienvelhecimento capaz de reparar o DNA envelhecido.
“ Nunca podemos evitar nos tornar completamente velhos, mas podemos atrasar o envelhecimento. Exercício adquire três a sete anos a mais de vida. É um antidepressivo, melhora as funções cognitivas e agora há uma evidência que pode retardar sintomas de demência”, afirma o pesquisador Sanjay Sharma da St Georges Universtity ao jornal “The Independent”.
O estudo indica ainda que os exercícios físicos trazem benefícios a qualquer idade, independente de quando começou a ser praticado.
“Quanto mais ativo você é, e não importa quando você começa, mais benefícios você terá”, afirmou Christi Deaton, da Fundação Florence Nightingale.
Fonte: O GLOBO

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Confira alguns alimentos que não podem faltar no cardápio masculino

Preocupação com o equilíbrio físico e mental não deve visar apenas uma boa aparência

A maioria dos homens se mostra bastante resistente quando o assunto é cuidar da saúde. Pesquisa realizada pelo Instituto de Geografia e Estatística, o IBGE, revela que homens vivem em média 7 anos menos que as mulheres. No entanto, o que muitos desconhecem é que alguns problemas da saúde masculina podem ser prevenidos com a tríade alimentação saudável, prática de exercícios físicos e consumo de produtos que complementem a dieta, muitas vezes carente dos nutrientes necessários para a manutenção do bom funcionamento do organismo.
De acordo com Flávia Morais, coordenadora de nutrição do Mundo Verde, entre as doenças que mais acometem os homens podemos destacar a  obesidade, as doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial e o câncer de próstata. “A alimentação exerce papel fundamental na prevenção e tratamento dessas doenças, destacando-se nutrientes como o ômega 3, encontrado nos óleos de peixe e na semente de linhaça, que auxilia no controle da pressão arterial, redução do colesterol total e do LDL (colesterol ruim), além de atuar nos episódios de aterosclerose”, ressalta.
Ainda de acordo com a especialista, os antioxidantes também são nutrientes fundamentais, já que a sua deficiência na alimentação leva ao enfraquecimento do músculo cardíaco. “Por isso, a importância da ingestão diária de frutas, verduras e legumes variados. Alimentos como suco de uva integral, suco de cranberry, açaí e abacate são excelentes fontes de antioxidantes, protetores da saúde do coração. Além disso, as gorduras do bem, encontradas nos óleos vegetais (azeite de oliva extravirgem, óleo de linhaça e de macadâmia) e nas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas e avelãs) que são fontes de gorduras insaturadas, estão diretamente relacionadas à saúde do coração”, alerta Flávia.

Confira os melhores alimentos para prevenir algumas das principais doenças masculinas:
Sobrepeso/Obesidade – Fator de risco para diversas doenças, entre elas, as cardiovasculares e diabetes. Pesquisas mostram que o ganho de peso com a idade é maior entre os homens do que entre as mulheres. A adoção de bons hábitos alimentares e a prática regular de exercícios físicos são medidas que colaboram para a manutenção e perda de peso. Como coadjuvantes na perda de peso podem ser utilizados os chás verde e branco, o óleo de coco, cápsulas de fibras como quitosana, e agar agar.
Câncer de próstata – Estudos mostram a relação inversa entre o consumo de fontes de licopeno e risco de câncer de próstata, pulmão e estômago. O licopeno é uma substância antioxidante responsável pela cor avermelhada do tomate, melancia, pimentão. Já a soja e seus derivados são fontes de isoflavonas, que também atuam na prevenção contra o câncer de próstata. Por fim, o zinco. Ele é um mineral importante para a saúde da próstata. Suas principais fontes alimentares são ostras, grão de bico e demais leguminosas, semente de abóbora, cereais integrais, oleaginosas, semente de gergelim, tahine e chocolate amargo.
Fertilidade – O consumo de alimentos com alto teor de antioxidantes e nutrientes como selênio, ácido fólico e zinco, é fundamental para a produção de esperma. Uma alimentação baseada em legumes, vegetais folhosos verde escuros e frutas, castanha, leguminosas, semente de abóbora, para este caso, é imprescindível. A prática regular de atividades físicas e o controle do estresse também são importantes para evitar a infertilidade.
JH

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Dormir pelado faz um bem danado ao organismo; conheça as vantagens

A informação pode parecer estranha e curiosa, mas há comprovação científica para o fato

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 40% da população mundial sofre de algum distúrbio do sono. Com números tão altos, vale a pena investir em técnicas que possam fazer com que o descanso não seja um problema. Dormir pelado pode ser uma delas.

A informação pode parecer estranha e curiosa, mas há comprovação científica para o fato: dormir pelado traz benefícios ao organismo. A dica então é esta: deixe o pijama no guarda-roupa e aproveite as vantagens que dormir pelado pode proporcionar a você.
Por que dormir pelado?
Para quem ainda não está convencido de que dormir pelado é benéfico, separamos abaixo alguns benefícios da prática para fazer todo mundo mudar de ideia.
Dormir melhor
Ao dormir, sua temperatura corporal diminui e o corpo relaxa. Se você estiver de pijama, esse processo pode ser interrompido e demora mais tempo para acontecer. Isso significa um sonomenos profundo.
Fazer mais sexo
Se você dorme acompanhado, saiba que abandonar as roupas gera benefícios hormonais, como maior liberação de oxitocina, o “hormônio do amor”. O processo acontece a partir do contato com a pele, o que também estimula a sensualidade e o sexo
Prevenir doenças
No caso das mulheres, por exemplo, doenças como a candidíase ocorrem pela proliferação de um fungo, que pode infectar, dentre outras partes do corpo, a vagina e a vulva.
O uso constante de absorventes diários, roupas íntimas e biquínis, especialmente se estiverem molhados, dificulta a ventilação na região e aumenta a possibilidade de fungos. Ao dormir sem roupa, você favorece a ventilação e evita a umidade.
Sentir-se mais atraente
Além de fazer mais sexo, você também vai se sentir mais atraente. A explicação é que andar sem pijama automaticamente coloca você em um estado mental sexy.
Isso ocorre porque o tecido pode interromper a produção da melatonina, que atua diretamente no sono e é também responsável por retardar o envelhecimento. Com a redução do hormônio, a tendência é que os cabelos e a pele fiquem menos saudáveis.
Perder peso
Talvez essa pareça a relação com menos sentido, mas há uma explicação para ela. Já dissemos que, ao ir para a cama sem roupas, você melhora a qualidade do seu sono.
Ao não dormir bem ou ter o sono interrompido, no entanto, o seu corpo vai produzir mais cortisol, substância que, em excesso, aumenta o seu apetite.
Além de dormir pelado, acrescente outras práticas
Se o simples fato de dormir pelado pode tornar o sono melhor, aliar essa prática a outros cuidados pode fazer com suas noites sejam cada vez mais relaxantes.
– Pratique atividades físicas regularmente
– Crie uma rotina de sono e durma entre seis a oito horas por dia
– Prefira não ingerir comidas pesadas na janta e antes de dormir
– Tente cortar a cafeína durante o período da noite. Os chás, de outro modo, são bem-vindos, especialmente os com efeito calmante, como é o caso da camomila
– Escolha colchão e travesseiro adequados e que permitam que você relaxe
– Quando já estiver deitado, deixe de lado os aparelhos eletrônicos
– No período da noite, evite situações que possam gerar ansiedade
 Fonte: Terra

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A cada dez anos com colesterol alto, risco de infarto cresce 40%

Coração: de acordo com pesquisadora, nunca é cedo para adotar medidas para controlar o colesterol(Thinkstock/VEJA)

De acordo com estudo, malefícios causados por esse tipo de gordura são cumulativos

Um novo estudo revelou que, a cada dez anos em que uma pessoa vive com a taxa de colesterol elevada, o risco de ela sofrer uma doença do coração aumenta em quase 40%. A descoberta foi relatada nesta segunda-feira no periódico Circulation, da Associação Americana do Coração.


Pesquisadores analisaram dados de 1 478 adultos sem doenças cardiovasculares aos 55 anos e calcularam o tempo em cada um deles tinha o colesterol elevado e o risco de sofrer um infarto ou um derrame. 

Entre os 389 voluntários que viviam com o índice elevado de um a dez anos, a probabilidade era de 8,1%. Já entre os 577 voluntários que tinham colesterol alto de onze a vinte anos, o risco subia para 16,5%. Dos participantes que não tinham problemas de colesterol, 512, o risco era de 4,4%.

A cada década de exposição ao colesterol elevado, a probabilidade de sofrer uma doença cardiovascular crescia em 39%, sugerindo que o malefício do colesterol elevado é cumulativo.


Prevenção — “Nunca é cedo demais para um jovem adulto falar com seu médico sobre doenças do coração e adotar medidas de controle de colesterol, como dieta, prática de exercício e, em alguns casos, remédios”, afirma Ann Marie Navar-Boggan, líder do estudo e cardiologista do Duke Clinical Research Institute em Durham, nos Estados Unidos.

“As placas que se desprendem das artérias e causam ataques cardíacos levam anos para se desenvolver. O que acontece nas suas veias, especialmente no seu nível de colesterol aos 30 e 40 anos, afeta sua saúde cardíaca aos 50, 60 e 70 anos.”

Estratégias para controlar o colesterol

Consuma ômega-3


O ômega-3 é um ácido graxo que tem função anti-inflamatória. Ele diminui o risco de placas de gordura, formadas pelo colesterol alto, inflamarem e causarem coágulos. Além disso, o nutriente reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL). O ômega-3 pode ser encontrado em peixes, principalmente na sardinha e no salmão. Não por acaso, um estudo comprovou que a dieta do mediterrâneo, que é rica nesse ácido graxo, pode reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Evite alimentos ricos em gordura saturada




Carnes gordas (como a picanha), leite integral, queijo amarelo, presunto e manteiga são exemplos de alimentos ricos em gordura saturada. "Esse tipo de gordura é o que tem a maior concentração de colesterol ruim em sua composição", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, coordenador do Centro de Hipertensão do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. Prefira as versões menos gordurosas desses alimentos, como carnes brancas e leite desnatado.


Pratique exercícios físicos


A prática de atividades física acelera o metabolismo e, consequentemente, incentiva a ação das enzimas que elevam a concentração de colesterol bom no sangue. Indiretamente, o exercício reduz o nível de colesterol ruim e protege as artérias. O ideal é praticar pelo menos 30 minutos de atividade física três vezes por semana.

Eleve a ingestão de fibras


As fibras ajudam a diminuir a absorção intestinal das gorduras, matéria-prima do colesterol. "Esse mecanismo faz com que o organismo excrete mais gordura do que absorve e ajuda a controlar os níveis de colesterol ruim no corpo", afirma Marcelo Paiva, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Um estudo mostrou que ingerir três quartos de xícara de chá por dia de leguminosas — como feijão, lentilha e grão-de-bico —, ricas em fibra, pode diminuir em 5% as taxas de colesterol ruim. Outras boas fontes do nutriente são aveia, chia e caqui. 

Pare de fumar


O tabagismo em si não eleva os níveis de colesterol ruim no sangue. Porém, componentes como a nicotina deterioram as paredes das artérias, de modo que fica mais fácil o colesterol se fixar nelas. "O cigarro acelera e agrava o processo de formação de placas de gordura", diz Marcelo Paiva.
veja

sábado, 10 de janeiro de 2015

Ser otimista protege o coração, diz estudo

Pesquisa americana constatou que pessoas otimistas têm mais chances de serem magras e de apresentarem uma boa saúde cardíaca do que as pessimistas

Pessoas otimistas têm uma melhor saúde cardiovascular, segundo um estudo publicado na edição de janeiro do periódico Health Behavior & Policy Review. A pesquisa constatou que os otimistas possuem duas vezes mais chances de terem uma saúde cardiovascular ideal em comparação com os pessimistas.
CONHEÇA A PESQUISA


Onde foi divulgada: periódico Health Behavior & Policy Review.

Quem fez:  Rosalba Hernandez, Kiarri N. Kershaw, Juned Siddique, Julia K. Boehm e colegas.

Instituição: Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Resultado: Otimistas têm duas vezes mais chances de terem uma boa saúde do coração, quando comparados com os pessimistas.
O estudo contou com a participação de 6.000 pessoas que foram acompanhadas por onze anos. Os pesquisadores verificaram a saúde cardiovascular dos participantes por meio de medição e análise de pressão arterial, índice de massa corpórea (IMC), glicose, colesterol, dieta, atividade física e tabagismo. A cada fator positivo, atribuíam uma pontuação para o indivíduo, que variava de 0 a 2. Os participantes também fizeram testes que mediam saúde mental e física e nível de otimismo. 
Resultados — De acordo com os autores da pesquisa, a pontuação da saúde aumentava conforme o grau de otimismo. As pessoas que tinham uma visão mais positiva da vida (e de suas doenças) foram até 50% mais propensas a terem as pontuações na faixa intermediária e 76% na ideal.
Os otimistas também se mostraram mais ativos fisicamente, menos propensos ao tabagismo, MAIS MAGROS e com melhores taxas de açúcar e colesterol no sangue.
Veja