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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Exercício físico melhora a qualidade dos espermatozoides

Um estudo mostrou que homens sedentários que passam a se exercitar regularmente e de forma moderada (30 minutos de corrida, três vezes por semana) apresentam uma melhora na contagem e qualidade dos espermatozoides. (iStock/Getty Images)

Um novo estudo mostrou que a prática regular de exercícios físicos traz benefícios para o sistema reprodutivo masculino


Não é novidade que praticar exercícios físicos regularmente faz bem para a saúde. Agora, um novo estudo traz outro incentivo para os homens se exercitarem: a prática moderada de atividade física aumenta a contagem e melhora a qualidade dos espermatozoides.
De acordo com o estudo, publicado recentemente na revista científica britânica Reproduction, homens que começaram a correr regularmente apresentaram um aumento no número de espermatozoides saudáveis. O crescimento foi temporário e começou a diminuir dentro de um mês, quando o participantes pararam de correr.

Estudo

No experimento, pesquisadores da Universidade de Úrmia, no Irã, dividiram 261 homens saudáveis, sem problemas de fertilidade e sedentários, em quatro grupos: sem exercício (controle), três treinos por semana de treinamento de alta intensidade, três sessões semanais de exercício moderado, três sessões por semana de exercício intenso. O programa teve duração total de 24 semanas. 
Os resultados mostraram que os integrantes dos três grupos que praticaram exercício perderam peso e apresentaram melhorias nos testes de esperma, em comparação com aqueles que se mantiveram sedentários. Mas, a prática de atividade física moderada (30 minutos na esteira) foi a que trouxe mais benefícios para o sistema reprodutivo masculino.
“Nossos resultados mostram que fazer exercício pode ser uma estratégia simples, barata e eficaz para melhorar a qualidade do esperma de homens sedentários. É importante reconhecer, no entanto, que a razão pela qual alguns homens não podem ter filhos não está relacionada apenas a sua contagem de espermatozoides. Problemas de infertilidade masculina podem ser complexos. Mudar de estilo de vida pode não resolver esses casos facilmente.”, disse Behzad Hajizadeh Maleki, líder do estudo.
Embora esse estudo não comprove uma relação de causa e consequência entre atividade física e aumento de fertilidade nos homens, os pesquisadores acreditam que pelo menos parte do resultado pode ser atribuído à redução de peso dos participantes. Estudos realizados anteriormente mostraram que a obesidade pode diminuir a fertilidade masculina. Um terço dos integrantes de cada grupo estava acima do peso e todos os homens que realizaram exercícios apresentaram redução da gordura corporal.

Equilíbrio

Entretanto, é preciso ter cautela e equilíbrio, uma vez que exercício em excesso também pode ter um efeito contrário e prejudicar a produção de esperma. Estudos anteriores já relacionaram a prática de esportes competitivos, como ciclismo, com a diminuição da qualidade do espermatozoide.
“Temos muito pouco conhecimento sobre como o exercício físico pode afetar a fertilidade masculina e a qualidade do espermatozoide, mas essa é uma pergunta feita com frequência pelos homens que desejam aumentar suas chances de ter um filho”, disse Allan Pacey, professor de Andrologia na Universidade de Sheffield, no Reino Unido, e porta-voz da British Fertility Society, à rede britânica BBC.
O que não está claro ainda é se esse estímulo também aumenta a fertilidade. Esse é o próximo passo dos pesquisadores. Eles irão analisar em laboratório se as mudanças induzidas pelo exercício afetam também o potencial do espermatozoide fertilizar o óvulo.
veja

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Consumo moderado de álcool ajuda a manter o colesterol bom, sugere estudo

Ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente sempre foi a receita indicada para manter uma vida saudável. A novidade, agora, fica por conta da inclusão de doses moderadas de bebidas alcoólicas para conservar os níveis de HDL, o chamado colesterol bom.
Um estudo apresentado no “American Heart Association’s Scientific Sessions 2016”, mostrou que, em pessoas que consumiram álcool moderadamente (meia dose para mulheres e até duas para homens, o que representa, segundo o com o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, varia de 8 a 14 gramas de etanol puro), o índice do HDL caiu mais devagar em comparação com o de quem não bebeu nada ou ingeriu doses excessivas de bebidas alcoólicas (mais de uma dose para mulheres e mais de duas para homens). Os resultados foram obtidos com o acompanhamento de 80 mil chineses saudáveis durante seis anos. Eles foram divididos de acordo com o comportamento que reportaram: não consumidores de álcool, consumidores moderados ou excessivos.
Robson Pires

terça-feira, 26 de julho de 2016

Correr na rua ou na esteira? Saiba qual a melhor opção para você


Escolha deve se basear no perfil da pessoa e nos objetivos a serem alcançados



Por Redação
Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável. Porém, uma das dúvidas em torno desta atividade, que ganha cada vez mais adeptos, está na escolha entre correr na esteira ou na rua.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, e dirigido pelo professor Andrew Jones, convidou nove corredores para correr em uma rua, medindo o gasto de energia. Logo depois, ele levou os mesmos voluntários para correr em uma esteira, na mesma intensidade, mas com inclinações diferentes. Ao final da pesquisa, concluiu-se que é possível compensar de forma adequada o esforço extra de correr ao ar livre colocando a esteira a uma inclinação de 1%.
Segundo a unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, a opção pela esteira, normalmente praticada em casa e nas academias, é mais indicada aos iniciantes, pessoas com sobrepeso ou que estejam voltando de alguma lesão, pois impulsiona o corredor para frente, proporcionando um exercício com menos dificuldade, e consequentemente, causando menos impacto nas articulações. Já o treinamento na rua é aconselhado para quem já pratica a atividade, pois exige mais intensidade e condicionamento físico. Ao ar livre o atleta também aprende a lidar com a variação climática, pressão do ar e melhora sua percepção quanto ao ritmo, além de diversificar estímulos mecânicos com subidas, descidas e diferentes tipos de terrenos, ideal para quem visa participar de competições.
Vale ressaltar que é importante seguir algumas cautelas que melhoraram o desempenho, como manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água para manter o corpo sempre hidratado, realizar alongamentos e seguir a orientação de um médico e um educador físico.
Em casos leves de dores e incômodo, uma alternativa para aliviar os sintomas é a utilização de medicamento à base de dietilamonio diclofenaco, como o Biofenac, da unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, que possui ação analgésica e anti-inflamatória para diminuir o inchaço e a dor na região. Trazendo, dessa forma, alívio imediato às lesões causadas pelo esforço no treinamento.
Portal no Ar

domingo, 24 de julho de 2016

É possível ‘malhar’ apenas com o uso da mente?

A prática é usada em treinamentos de alto nível


Por Redação
Parece uma propaganda carregada de charlatanismo: um método que propõe a “malhação” apenas através do uso de um motor imaginário – ativar o corpo com a força da mente. Isso mesmo: pensando em fazer exercício.
Mas o quanto isso é eficaz?
A prática é usada em treinamentos de alto nível, mas para testar os efeitos que ela teria em pessoas com vida predominantemente sedentária, o programa da BBC Confie em Mim, Sou Médico organizou um experimento com um grupo de sedentários e o professor Tony Kay, da Universidade de Northampton, no Reino Unido.
Kay é especialista em biomecânica do exercício e recrutou sete voluntários que não fazem mais de duas horas de atividade física por semana para submetê-los a uma série de testes voltados a uma área específica do corpo: a panturrilha.
Primeiro, o professor mediu a força deste músculo com o auxílio de um dinamômetro, o tamanho com um aparelho de ultrassom, e a porcentagem de uso do músculo com eletrodos. Para isso, o grupo teve que fazer um exercício básico para contrair ao máximo a panturrilha.
A partir daí, os voluntários passaram 15 miutos por dia pensando no exercício.

Após um mês, a força das panturrilhas tinha aumentado, em média, 8%. Mas um dos voluntários conseguiu um incremento de quase 34% na força muscular.
É importante explicar que isso não ocorreu por causa de aumento de massa muscular, mas sim porque, ao pensar em um exercício particular durante um mês, os participantes aprenderam a estimular melhor as fibras musculares. No início do experimento, o grupo utilizava, em média, 46,3% da massa muscular da panturrilha. No final, o percentual de uso chegou quase a 69%.
“Eles conseguiram exigir mais do músculo”, explica Kay. “Com isso, ativam uma porcentagem muito maior do músculo ao fazer o exercício, o que lhes permite produzir mais força.”
O “motor imaginário” é utilizado por atletas de elite para melhorar seu rendimento, mas também é ideal para evitar perda de força muscular em pessoas lesionadas ou que não podem realizar uma atividade física.
Portal no Ar

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Brasileiros são os campeões em dores de cabeça crônicas diárias


dor
Os brasileiros são campeões mundiais em dores de cabeça crônicas diárias, segundo pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). E ocupam lamentável quarto lugar em cefaleia tensional e enxaqueca. Para prevenir estas dores, Gláucia Berreta Ruggeri, coordenadora médica do Núcleo de Atenção Integral à Saúde (NAIS), da Central Nacional Unimed, recomenda a adoção de hábitos mais saudáveis no dia a dia:
É possível prevenir essas dores com boas horas de sono, exercícios físicos, postura adequada no ambiente de trabalho, alongamentos sempre que possível e alimentação balanceada. Tabagismo e alcoolismo também devem ser evitados, independentemente das dores de cabeça.
Robson Pires