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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Brasileiros são os campeões em dores de cabeça crônicas diárias


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Os brasileiros são campeões mundiais em dores de cabeça crônicas diárias, segundo pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). E ocupam lamentável quarto lugar em cefaleia tensional e enxaqueca. Para prevenir estas dores, Gláucia Berreta Ruggeri, coordenadora médica do Núcleo de Atenção Integral à Saúde (NAIS), da Central Nacional Unimed, recomenda a adoção de hábitos mais saudáveis no dia a dia:
É possível prevenir essas dores com boas horas de sono, exercícios físicos, postura adequada no ambiente de trabalho, alongamentos sempre que possível e alimentação balanceada. Tabagismo e alcoolismo também devem ser evitados, independentemente das dores de cabeça.
Robson Pires

sábado, 20 de dezembro de 2014

Vítimas de enxaqueca têm duas vezes mais chances de sofrer paralisia facial


20141218135120490181uA enxaqueca é uma doença neurovascular crônica e incapacitante. Trata-se do distúrbio mais comum do sistema nervoso com base biológica e que acomete normalmente pessoas geneticamente predispostas. As causas, apesar dessa possível tendência hereditária, continuam indefinidas. No entanto, muitos são os problemas associados a ela. Pacientes que sofrem com as seguidas crises agudas de dor de cabeça apresentam maior risco de transtornos de ansiedade, depressão e até isquemia cerebral. Nova pesquisa publicada na versão on-line da revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, traz mais um fator a essa equação. A enxaqueca pode dobrar o risco de ocorrência da paralisia de Bell, também chamada de paralisia periférica facial.
A equipe liderada por Shuu-Jiun Wang, da Universidade Nacional de Yang-Ming e do Hospital Geral de Veteranos de Taipei, em Taiwan, acompanhou 136.704 pessoas com mais de 18 anos, divididas em dois grupos — com e sem enxaqueca — e acompanhadas por três anos em média. Nesse período, o diagnóstico de paralisia de Bell foi confirmado em 671 participantes enxaquecosos e em 365 do grupo controle.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Mulheres correm mais riscos de sofrer AVC do que homens

As mulheres, de todas as idades, correm mais riscos de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) do que os homens. Elas devem, por isso, ficar atentas à pressão arterial, de acordo com as novas recomendações da Associação Norte-Americana do Coração. As mulheres têm também maiores fatores de risco que favorecem os acidentes cerebrais, como enxaquecas, depressão, diabetes e arritmia cardíaca. Os acidentes vasculares cerebrais são a terceira causa de mortalidade entre as mulheres, depois das doenças cardíacas e do câncer, que é a quinta causa de morte nos homens.  
O novo guia lembra a importância de controlar regularmente a pressão arterial, principalmente em mulheres jovens, antes de tomarem contraceptivos e de ficarem grávidas. Os sintomas de um AVC em mulheres são similares aos dos homens: dormência súbita ou fraqueza do braço, dificuldade em falar ou compreender o que dizem os outros. Segundo os autores do estudo, os sintomas de um acidente vascular cerebral nas mulheres podem ser mais sutis, uma vez que elas têm mais dificuldades em se expressar ou estar cientes do seu ambiente. Um acidente vascular cerebral ocorre quando uma artéria que irriga o cérebro é obstruída por um coágulo, causando a destruição dos tecidos cerebrais.
 
Marcos Dantas