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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Meia taça de vinho por dia eleva risco de câncer de mama

Segundo um estudo britânico, meia taça de vinho ou copo pequeno de cerveja aumenta o risco de câncer de mama na pré-menopausa em 5% e na pós-menopausa, em 9%. (iStock/Getty Images)

Segundo um novo estudo, meia taça de vinho ou um copo pequeno de cerveja já é o suficiente para aumentar o risco de câncer de mama

vinho já foi associado a diversos benefícios para a saúde, principalmente no que diz respeito ao coração. Mas um novo estudo, realizado pelo Fundo Mundial para Pesquisas sobre Câncer, sugere que meia taça da bebida – ou um copo pequeno – por dia já é o suficiente para aumentar o risco de câncer de mama em mulheres.
Na verdade, neste caso, o dano está associado ao álcool e não à bebida em si. Um copo pequeno de cerveja por dia também foi associado ao aumento do risco do tumor. Por outro lado, a prática regular de atividade física de alta intensidadepode reduzir a probabilidade de sofrer da doença.
“Com este relatório abrangente e atualizado, a evidência é clara: ter um estilo de vida fisicamente ativo, manter um peso saudável ao longo da vida e limitar o álcool – são todas as medidas que as mulheres podem tomar para reduzir seu risco.”, disse Anne McTiernan, uma das autoras do estudo.

Menos álcool, mais exercício

Os pesquisadores analisaram 119 estudos já existentes, totalizando 12 milhões de mulheres, das quais 260.000 desenvolveram câncer de mama. Os resultados mostraram que apenas 10 gramas de álcool por dia – o equivalente a um copo pequeno de vinho ou cerveja – aumenta o risco de câncer de mama na pré-menopausa em 5%. A mesma quantidade de álcool aumentou em 9% a probabilidade de câncer de mama na pós-menopausa, a forma mais comum do tumor.
Embora o estudo não tenha analisado a relação de causa e consequência entre o consumo de álcool e o aumento do risco de câncer de mama, existem diversas hipóteses que poderiam explicar essa associação. A conversão do álcool em acetaldeído é uma delas.  “Em tecidos expostos, o álcool é convertido em acetaldeído, um químico que pode causar mutações no DNA, que podem, potencialmente, levar ao câncer “, disse Chin-Yo Lin, pesquisador do Centro de Receptores Nucleares e Sinalização Celular da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, em entrevista à CNN.
Outra possível explicação é o aumento do estrogênio. “O consumo de álcool também está associado a níveis elevados do hormônio sexual feminino estrogênio. A exposição cumulativa excessiva ao estrogênio é um fator de risco importante no câncer de mama. Uma série de estudos têm mostrado que o álcool pode aumentar as ações de estrogênio em células de câncer de mama.”, disse Lin.
A revisão também mostrou que o excesso de peso e a obesidade aumentam a probabilidade de câncer de mama pós-menopausa. Por outro lado, a prática regular de atividade física diminuiu o risco dos dois tipos de tumor. Antes da menopausa, 45 minutos por dia de exercícios vigorosos, como corrida ou bicicleta, significaram uma redução de 17% no risco de câncer de mama. Após a menopausa, o impacto desse tipo de exercício foi de apenas 10%. Porém, a prática de atividades moderadas, como jardinagem ou caminhada, reduziu a probabilidade da doença em 13%.

Alimentação também contribui

No que diz respeito à dieta, o relatório concluiu que existem “evidências limitadas” que vegetais sem amido, como brócolis,

repolho, couve-de-bruxelas, alho-poró, feijão e espinafre podem diminuir o risco dos chamados cânceres de mama negativos aos receptores de estrogênio. Embora seja um tipo mais raro de câncer da mama, tende a ser mais agressivo e ter um pior prognóstico.
Também foi encontrada uma associação entre dietas ricas em laticínios, cálcio e carotenoides e uma redução no risco de câncer de mama. Carotenoides são pigmentos sintetizados por plantas, que frequentemente são responsáveis por sua coloração amarelada, laranja ou vermelha. Alguns alimentos ricos na substância são abóbora, damasco, cenoura, espinafre e couve. 
“As conclusões indicam que as mulheres podem obter algum benefício ao incluir na dieta uma alta variedade de vegetais não-amiláceos, incluindo alimentos que contêm carotenoides. Isso também pode ajudar a evitar o comum acúmulo de peso de 500 gramas a um quilo por ano, o que é fundamental para reduzir o risco de câncer.”, disse Anne.

Câncer de mama no Brasil

O câncer de mama é o segundo tipo de tumor maligno mais incidente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Para o Brasil, são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama, com um risco estimado de 56,20 casos a cada 100.000 mulheres.
veja

quinta-feira, 11 de maio de 2017

43% dos homens não gostam de fazer sexo oral, diz estudo brasileiro

O estudo verificou ainda que “os homens cometem três erros básicos

Os homens cometem ainda três erros que têm impacto no prazer feminino e, claro, no sucesso do estímulo oral

Aversão e vergonha de não saber estimular a parceira da forma correta são os principais motivos que fazem com que 43% dos homens não gostem de fazer sexo oral nas companheiras. É o que aponta um estudo conduzido por Aline Castelo Branco, educadora sexual e especialista em programação neolinguística para relacionamentos.
O estudo, realizado em parceria com o Núcleo de Estudos da Sexualidade (Nusex) da Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), contou com a participação de 200 mulheres e 300 homens brasileiros.
O estudo verificou ainda que “os homens cometem três erros básicos que causam muito impacto no prazer feminino”:
  1. Colocar a língua de fora e movimentar a cabeça para cima e para baixo de forma brusca, sem tocar no clitóris;
  1. Colocar os lábios em bico e movimentar o rosto para todos os lados, agitando os genitais da parceira;
  1. Sugar o clitóris da parceira ao ponto de provocar dor. “O clitóris tem nove mil terminações nervosas, sendo uma área sensível que deve ser trabalhada com muita delicadeza”, explica a especialista no mesmo comunicado.
Fonte: Notícias ao Minuto

terça-feira, 18 de abril de 2017

Relator reduz idade mínima da mulher para 62 anos e flexibiliza pontos da reforma

Deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Pontos flexibilizados foram a inclusão de políticos na regra de transição, o cálculo do benefício e idades mínimas diferentes para a transição

BRASÍLIA – A redução da idade mínima de aposentadoria das mulheres de 65 anos para 62 anos na proposta de reforma da Previdência levou a adaptações na regra de transição elaborada pela equipe do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Agora, a idade mínima de transição começa em 53 anos para mulheres e 55 anos para homens, de acordo com a apresentação que foi feita aos parlamentes em café da manhã com o presidente Michel Temer no Palácio do Alvorada.
A apresentação confirma ainda outros pontos do relatório, como a inclusão de políticos na regra de transição, o cálculo do benefício partindo de 70% da média de salários dos trabalhadores vinculados ao INSS. Os servidores também terão idades mínimas diferentes na regra de transição. Muitas das mudanças foram feitas de última hora após grande pressão de parlamentares.
A decisão da idade mínima das mulheres atende a um pleito da bancada feminina da Câmara, composta por 55 deputadas. Coordenadora da bancada na Câmara, a deputada Soraya Santos (PMDB-RJ) afirmou que a idade mínima menor para as mulheres era uma “questão emblemática” para elas. “Para mostrar que o Brasil precisa fazer o dever de casa. A maioria das mulheres tem dupla jornada no trabalho e em casa, ganha salários menores”, afirmou.
Desde o início de abril, após divulgação do Placar da Previdência, o relator da matéria tem levado ao presidente ponderações dos parlamentares em relação a alguns pontos como a aposentadoria rural e os benefícios de prestação continuada. Temer chegou a afirmar que deu permissão para que se façam “os acordos necessários nesses tópicos, desde que se mantenha a idade mínima”.
O presidente lembrou ainda que no caso da aprovação da PEC do teto dos gastos, que também era uma matéria difícil, o governo conseguiu 366 votos e no Senado o mesmo porcentual.
Apesar da confiança, a atualização do Placar da Previdência, levantamento realizado pelo Grupo Estado com deputados a respeito de reforma que tramita na Câmara, mostra que o número de parlamentares contrários à proposta está em 275, enquanto os que são a favor em 101.
Agora RN

sexta-feira, 31 de março de 2017

SUS terá atendimento para mulheres vítimas de violência doméstica e sexual

As novas regras valem já a partir de hoje

O atendimento especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica e sexual no Sistema Único de Saúde (SUS) agora será garantido por lei. Foi sancionada na quinta-feira (30) e publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União a Lei 13.427/2017, que garante, entre outros direitos, o acompanhamento psicológico e cirurgias plásticas reparadoras, se for o caso. As novas regras valem já a partir de hoje.
A lei tem origem no Projeto de Lei do Senado (PLS) 295/2013, apresentado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência Contra a Mulher ao final dos seus trabalhos, em 2013. O PLS foi aprovado primeiramente pelo Senado naquele ano, sofreu uma mudança feita na Câmara dos Deputados e então foi aprovado pelo Senado no último dia 7. O projeto original previa atendimento especial a vítimas de violência doméstica, mas a emenda aprovada pelos deputados e confirmada pelos senadores estendeu a proteção às vítimas de violência sexual.
Entre os atendimentos que devem ser assegurados, conforme a nova lei, estão tratamento médico, atendimento psicológico e, quando for necessário, cirurgias plásticas reparadoras.
Além de ampliar a abrangência da proposta, a Câmara também aprovou mudança de redação e substituiu a expressão “organização de serviços públicos” por “organização de atendimento público”.
Portal no Ar

domingo, 5 de março de 2017

No RN, assassinatos de mulheres crescem em 14% nos primeiros três meses de 2017

"Feminicídio" se tornou a segunda causa de morte violenta no Rio Grande do Norte

De acordo com pesquisa realizada pelo Obvio, dos municípios potiguares, é Natal quem lidera o ranking de crimes contra as mulheres

O “feminicídio” – crime popularmente conhecido como assassinato de mulheres – cresceu em 14% nestes primeiros três meses de 2017 em relação ao mesmo período em 2015 e 2016. A conclusão foi tirada em pesquisa realizada pelo Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio), que apontou também que o “feminicídio” se tornou a segunda causa de morte violenta no Rio Grande do Norte, registrando 25% dos casos, ficando atrás apenas dos homicídios e à frente dos latrocínios.
Ainda de acordo com o Obvio, dos municípios potiguares, é Natal quem lidera o ranking de crimes contra as mulheres. Nestes casos, são as armas de fogo as mais utilizadas pelos assassinos (75%), seguidas de asfixia mecânica; arma branca; queimadura e espancamento – cada um destes contabilizando o percentual de 6,25%.
Em se tratando de etnia, são as mulheres de cor parda que mais sofrem ataques. De janeiro a março de 2017, foram oito mulheres pardas mortas. Já no quesito educação, as mulheres que possuem apenas nível fundamental lideram as estatísticas negativas.
No Rio Grande do Norte, existem apenas cinco Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher (Deam), que funcionam sempre em horário comercial, somente de segunda à sexta-feira. Em Natal, há duas Deam: uma localizada na zona Norte e outra na Ribeira, atendendo às zonas restantes do município. Além destas, há delegacias em Parnamirim, Mossoró e Caicó.
Com informações da TN / Por agora RN

INDICATIVO DE GREVE DA EDUCAÇÃO - Dia 08/03 tem assembleia unificada do Estado e municípios e Marcha das Mulheres

A quarta-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, será marcada por duas grandes atividades. A primeira será uma assembleia unificada do Estado e municípios com indicativo de Greve Geral Nacional da Educação, convocada pela direção do SINTE/RN.
A assembleia acontece às 14h, na ASSEN. Além da greve da educação, o Dia Internacional da Mulher será pautado.
Uma outra assembleia unificada já está marcada para dia 15 de março.

MARCHA DAS MULHERES
Logo após a assembleia, às 15h, será realizada a Marcha das Mulheres Contra a Reforma da Previdência. A atividade está sendo organizada por diversas entidades. A concentração será em frente ao INSS da Rua Apodi, no Centro de Natal/RN.
Fonte: Sinte RN

sábado, 4 de março de 2017

Denúncias de violência sexual aumentam 88% no carnaval deste ano

Os números levam em conta atendimentos registrados pela Central de Atendimento à Mulher (Disque 180).

As denúncias de violência sexual no carnaval aumentaram 87,9% neste ano em comparação com o carnaval de 2016, segundo dados da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, do governo federal. Os números levam em conta atendimentos registrados pela Central de Atendimento à Mulher (Disque 180).
Segundo a Secretaria, foram 109 atendimentos de relatos de violência sexual neste ano, contra 58 no ano passado. Para a pasta, o aumento no número de relatos de violência sexual – que abrange de assédios ao estupro – pode ter conexão com as campanhas que incentivam a denúncia.
Nos quatro dias de carnaval, o Disque 180 registrou, ao todo, 2 132 queixas de mulheres – o que representa uma leve queda de 1,62% em comparação com o mesmo período do ano passado.
A violência física foi o principal motivo das ligações (1.136). Em seguida, vem a violência psicológica (671), a sexual (109), a violência moral (95), além de denúncias de cárcere privado (68), violência patrimonial (49) e tráfico de pessoas (4).
Rio
Nesta quinta, a Polícia Militar do Rio divulgou dados de agressões a mulheres no Estado. Em cinco dias, período de duração da Operação Carnaval realizada pela PM, a instituição prestou 15.943 atendimentos por meio do telefone 190. Desses, 2 154 (13,5%) se referiam a casos de violência contra mulheres.
Portal no Ar

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Reforma da Previdência - Exigência de 25 anos de contribuição pegaria 79% de aposentados por idade

Oito em cada dez trabalhadores que se aposentam hoje por idade contribuem para a Previdência menos tempo do que exigirá a proposta feita pelo governo Michel Temer.
O texto da reforma estabelece que, para se aposentar, será preciso ter no mínimo 65 anos de idade e 25 anos de contribuição. Hoje, é possível obter o benefício com 15 anos de contribuição e 65 anos de idade, para homens, ou 60 anos, no caso das mulheres.
Números inéditos da Previdência mostram que 60% das aposentadorias por idade concedidas de janeiro a dezembro de 2015 foram para trabalhadores que não chegaram aos 20 anos de contribuição, e 79% haviam contribuído menos que os 25 que serão exigidos pela reforma.
A mudança deve atingir principalmente os mais pobres, que, em geral, contribuem por menos tempo, pois costumam ser mais sujeitos ao trabalho informal.
Por isso, são os trabalhadores da base da pirâmide os que mais recorrem à aposentadoria por idade. O valor médio dos benefícios (R$ 890) é menos da metade do pago, em média, aos que deixam o mercado pelo critério do tempo de contribuição (R$ 1.825). Ela também é majoritária nos Estados mais pobres do país.
Agora RN

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Travestis e transsexuais poderão alterar nome em documentos a partir desta sexta no RN

Transsexual exibe seu novo documento
Mobilização tem como objetivo receber pessoas que tenham interesse em adotar o seu nome social em documentos oficiais

A Defensoria Pública do Rio Grande do Norte irá realizar, nesta sexta-feira (10), uma grande ação para abertura de processos de alteração de registro social. A mobilização, que marca a passagem do Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro), irá acontecer das 8h às 14h, na sede da Defensoria, em Lagoa Nova.
A mobilização tem como objetivo receber pessoas que tenham interesse em adotar o seu nome social em documentos oficiais. Com a abertura do processo, todos os documentos – RG, CPF e Certidões – passarão a constar com o nome escolhido, sendo gerado um novo registro. No caso dos transexuais – pessoas que realizaram a mudança de sexo através de cirurgia – é possível ainda mudar o gênero que consta nos documentos.
“Temos uma baixa demanda na Defensoria desse tipo de procura, muitas vezes pela falta de informação. Este é um processo relativamente simples e em alguns casos é possível alterar até mesmo o gênero”, explica o defensor público André Lima, atual coordenador do Núcleo de Defesa dos Grupos Socialmente Vulneráveis.
Para abertura do processo é preciso ter em mãos os seguintes documentos: RG (cópia), CPF (cópia), Certidão de Nascimento ou de Casamento (cópia), Comprovante de Residência (cópia) e atestados de antecedentes criminais da Justiça Estadual e da Justiça Federal.
Agora RN

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Estudo diz que homens carecas são mais másculos e dominantes; concorda?

Segundo informações do portal americano "USA Today", os pesquisadores conduziram três experimentos
Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, divulgou uma pesquisa que indica que os caras com a cabeça totalmente raspada atraem as mulheres

Dizem que gosto é algo que não se discute, já que se trata de assunto pessoal. Por outro lado, algumas características costumam chamar atenção da maioria das mulheres. Você, por exemplo, sente mais atração por um homens cabeludos, calvos ou carecas? Isso pode parecer um detalhe bobo, mas está relacionado à ideia de masculinidade.
A Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, fez um estudo e descobriu que os homens com cabeça raspada foram classificados como mais atraentes. A justificativa é que os homens carecas passam a imagem de mais dominantes, másculos, altos e fortes.
Analisando os perfis
Segundo informações do portal americano “USA Today”, os pesquisadores conduziram três experimentos. Foram apresentadas para as mulheres fotos de diferentes homens e elas tiveram que analisar as imagens e dizer que características combinavam com esses caras.
As participantes falaram quais homens passavam a imagem de mais dominantes , quais elas consideravam mais másculos , em quais sentiam mais confiança e por quais eram mais atraídas . As mulheres também fizeram a classificação contrária, expondo os homens que passavam a ideia de serem fracos e menos atraentes .
Aparência
Se você é do time que acha que os cabeludos são mais bonitos, não se sinta sozinha. Os homens de cabeça raspada foram considerados mais dominantes, mas isso não que dizer necessariamente que eram os mais belos para as mulheres.
Em outra parte do experimento, foi mostrado fotos de homens com e sem cabelo. O resultado indicou que, estando com a cabeça raspada, o homem pode passar a imagem de ser até quatro anos mais velho.
Argumentos
Agora você deve estar se perguntando por que os carecas foram escolhidos como mais másculos se os cabeludos podem ser mais bonitos e com aparência mais jovem. Os estudiosos explicam que isso acontece devido aos estereótipos .
Como exemplo, eles citam que os caras de cabeça raspada são frequentemente encontrados em profissões que tradicionalmente eram consideradas masculinas, como ofícios que envolvem serviços braçais.
Outro argumento, é que raspar a cabeça passa uma ideia de autoconfiança , pois o homem desiste de usar produtos para evitar a perda de cabelo, mostrando que ele domina a situação e não vê problemas com a perda dos fios.
Isso pode ser verdade, pois a pesquisa também indicou que a atração só funciona se o homem for completamente careca. As imagens dos caras como cabelo desigual ou que sofrem de calvície passaram a ideia de que são fracos e pouco atraentes para as mulheres que participaram da pesquisa.
Fonte: iG

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Francesa vence o Miss Universo e rompe tabu de 64 anos

Iris Mittenaere foi coroada Miss Universo na noite deste domingo (29)
'Estou muito orgulhosa de vestir essa coroa para a Europa', disse a vencedora; Brasileira Raissa Santana ficou no top 13 do concurso de beleza

A francesa Iris Mittenaere foi coroada Miss Universo na noite deste domingo, 29, em Manila, nas Filipinas. Ela é a segunda francesa a receber o título e devolve para a Europa a coroa após 27 anos. A última francesa a usar a tiara foi Christiane Martel, em 1953, há 64 anos.
“Estou muito orgulhosa de vestir essa coroa para a Europa”, disse a vencedora. A norueguesa Grudt Mona foi a última europeia a conquistar o título em 1990.
Iris espera que sua vitória sirva para despertar mais interesse no concurso de beleza universal, tanto na França como em outros países do antigo continente.
A modelo eleita na 65ª edição do concurso tem 1,73 metro e é estudante de odontologia. Mittenaere afirmou que sua vitória “foi uma grande Surpresa”, ela não esperava ficar sequer entre as seis finalistas.
Durante a rodada de perguntas, a francesa foi questionada a respeito de sua posição sobre o acolhimento de refugiados. Ela respondeu que respeita os diferentes pontos de vista e a soberania nacional de cada país, embora acredite na política de portas abertas em nome da diversidade e da globalização. “Era uma pergunta difícil. Temos pessoas a favor e contra (ao acolhimento de refugiados em França). Eu não queria escolher, queria representar todos eles.”
A nova mulher mais bonita do mundo disse que vai usar o seu reinado de um ano para viajar para diferentes países que tenham trabalhos de caridade no campo da educação. “Eu quero que todas as crianças tenham acesso à educação, e, especialmente, as mulheres jovens”, afirmou a nova Miss Universo.
A brasileira Raissa Santana ficou no top 13 do concurso de beleza.
Agora RN

domingo, 22 de janeiro de 2017

Mulheres fazem vigília em frente ao presídio de Alcaçuz

A guerra entre as facções afeta o cotidiano das famílias, que aguardam solução em frente ao presídio

Mulheres e crianças lidam com condições insalubres no exterior do presídio, mas não tiram os pés da areia no local

A guerra entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do Crime RN, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte, extrapolou os muros e afetou os que estão do lado de fora da unidade à espera do fim do conflito que já dura oito dias. As famílias dos detentos se dividem na porta da unidade, trocam acusações e até agressões. Mulheres e crianças lidam com condições insalubres no exterior do presídio, mas não tiram os pés da areia no local.
Na entrada da penitenciária, ripas de madeira e telhados se equilibram junto com pedaços de alvenaria sem reboco, no local onde as mulheres de detentos que fazem parte do sindicato se reúnem noite e dia, desde o massacre que deixou 26 mortos no Alcaçuz. A estrutura é usada normalmente em dias de visita. Uma pia serve de cozinha para o grupo, e um menino de pouca idade dorme, nu, em cima do balcão.
Ao lado dessa proteção, que é praticamente a única, em um colchão, colocado à sombra de uma árvore rasteira, uma das mulheres descansa, enquanto aguarda novidades. No bar, ao lado do presídio, outros colchonetes se espalham pelo chão, cortesia da dona, que permite o descanso das famílias até fechar o estabelecimento. Quando o bar é fechado, as mulheres se transferem para a calçada e dormem ali mesmo.
Uma casa em frente também é usada como apoio para o grupo. “Não queremos sair daqui, temos medo que aconteça alguma coisa com eles. Deixei meus filhos menores com minha mãe e estou aqui desde domingo. Sou manicure, mas nem isso estou fazendo”, conta Maria* – nome fictício a pedido para presevar a identidade das mulheres.
Já nos fundos do presídio, uma estrutura parecida – com um pouco mais de espaço e partes de alvenaria – abriga mulheres de detentos do PCC. Mais desconfiadas, las não aceitam gravar entrevistas ou tirar fotos, mesmo de costas. A superexposição que tiveram na mídia deixaram medo e consequências. “Meus patrões disseram que não querem mais ver a minha cara. Você faria o quê, se a sua empregada aparecesse na televisão falando que o marido é do PCC?”, afirma a mulher de um dos detentos.
O medo também é de retaliações. As famílias, dos dois lados, trocam acusações de agressão. Do lado do PCC, as mulheres reclamam que as outras foram até o local com uma enxada e ameaçaram um espancamento. “Até a voz eu não quero gravar porque podem reconhecer. Depois que foram até a casa de uma de nós, para matar , a gente está com muito medo”, destacou Carla*. Já as esposas de membros do sindicato as acusam de receber provocações constantes e admitem ter estapeado e roubado a “feira” de uma das moças do grupo rival.
As famílias defendem as facções. Entre os familiares e os presos, a comunicação é constante, por celular. Cada grupo defende que o outro deu início à confusão que se transformou em um conflito sangrento e prolongado. Não enxergam saída para a guerra nem do lado de fora. “Meu marido está baleado aí dentro e se recusou a ir para o hospital, porque lá tem muitos do sindicato”, diz Sheila*. Os dois lados criticam o que seria a falta de um código de honra do rival.
“No PCC tem só estupradores. O sindicato não aceita isso, não aceita roubar ônibus, escola. Vai roubar o povo que não tem nada? É só tráfico”, disse Maria*, mulher de um detento do sindicato.
“O sindicato não tem respeito pelas mulheres, pelos filhos, e não separam as coisas. Querem matar todo mundo”, afirmou Teresa*, esposa de um preso do PCC. Na percepção de mulheres de detentos do sindicato, o PCC recebe tratamento privilegiado. Ontem (20), as que pertencem ao grupo do sindicato não conseguiram entregar alimentos para os detentos. Já as mulheres dos detentos do PCC confirmaram que conseguiram repassar arroz, feijão e cuscuz.
Em resposta ao questionamento do favorecimento do PCC na entrada de alimentos na unidade, a assessoria de comunicação da Secretaria de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte afirmou que os presos estão sendo alimentados com três refeições diárias e que as feiras de familiares estão suspensas em ambos os lados.
A realidade precária, a falta de alimentos e condições de higiene – não há banheiros disponíveis –, é comum a todas as famílias. O sofrimento também. Enquanto as esposas do PCC se queixam da falta de segurança e de alimentos, uma menina brinca, de calcinha, nas areias da frente do presídio de Alcaçuz, com brinquedos de praia. A mãe a levou porque não tinha com quem deixar. A criança parecia alheia às conversas sobre os acontecimentos e a briga entre famílias. Mas, segundo a mãe, é só aparência. “Ela pergunta pra mim: ‘isso é guerra, mãe? Por que ficam batendo, matando? Eu quero meu pai’”.
Agora RN

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Padre escandaliza Itália: fazia orgias com 9 mulheres

O padre Don Andrea Contin: orgias com várias mulheres (Reprodução/Twitter/VEJA.com)

O padre foi descoberto durante uma investigação de violência privada e favorecimento à prostituição

Um escândalo sexual envolvendo um padre que promovia orgias chocou a cidade de Pádua, localizada na região do Vêneto, no norte da Itália. Don Andrea Contin, da igreja de San Lazzaro, teria feito sexo com várias mulheres da paróquia. Nas práticas, eram utilizados jogos, acessórios e fantasias.
De acordo com fontes ligadas à investigação, ao menos nove mulheres teriam praticado atos sexuais com o sacerdote. Em depoimento, duas admitiram ter mantido relações com o padre, que está afastado de suas funções. Uma das mulheres contou que o religioso chegou a sugerir que outros homens participassem dos encontros, como orgia.
O padre foi descoberto durante uma investigação de violência privada e favorecimento à prostituição. Isso porque as duas mulheres, uma de 49 anos e outra de 51, contaram ter sido “vítimas” do sacerdote.
A de 49 anos era “amante” do padre desde 2014. À polícia, ela disse que o sacerdote a obrigou a se prostituir e a manter sexo em condições “extremas”. Já a mulher de 51 anos relatou que o padre se aproveitou de um momento de fragilidade emocional em uma época que passava por um divórcio para tocar suas partes íntimas e propor sexo.
veja

sábado, 14 de janeiro de 2017

Ex-BBB Klebber Bambam se gaba: “peguei 54 capas da ‘Playboy'”

O ex-BBB Kébber Bambam, após vencer a primeira edição do “Big Brother Brasil” e faturar R$ 500 mil, em entrevista ao jornal “Extra”, resolveu fazer um balanço do que mudou na sua vida de 2002 para cá.

Para quem não sabe, hoje o rapaz ganha a vida como modelo fitness. Mas o que também mudou bastante desde que ficou famoso foi o currículo amoroso de Klebber.
“Nunca faltou mulher, graças a Deus. Sempre choveu muito na minha horta. Só de capa da ‘Playboy’ eu peguei 54”, disse ele, de 38 anos e atualmente solteiro.

Bambam, no entanto, não quis listar nomes. Mas vale lembrar que ele namorou as também ex-BBBs Josiane, capa da revista masculina em março de 2003, e Xaiane, que posou nua em abril de 2002.

tv foco

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A perigosa moda do uso de testosterona para o desejo sexual

Os principais riscos associados ao uso de suplementos de testosterona são infarto, problemas de fertilidade, no cérebro, no fígado e no sistema endócrino. (iStock)


Homens e mulheres estão recorrendo a injeções de testosterona para aumentar o apetite sexual. Saiba por que isso é um risco para a saúde

Nos últimos anos, injetar doses de testosterona, o hormônio masculino, virou moda entre mulheres que querem aplacar o cansaço constante e aumentar seu desejo sexual. De acordo com a revista Pulse, o uso dos suplementos dobrou nos últimos cinco anos na Europa e nos Estados Unidos – tanto entre homens quanto mulheres – como uma saída contra o cansaço e a falta de desejo sexual.
A popularidade da prática é tanta que, segundo informações da rede britânicaBBC, Nick Panay, médico da Real Associação de Obstetras e Ginecologistas do Reino Unido, defendeu que a substância seja administrada gratuitamente, em mulheres, pela rede pública de saúde.
A FDA, agência americana que controla e regulamenta os alimentos e medicamentos, lançou um alerta sobre os riscos de infarto e problemas de fertilidade causados pelo consumo excessivo destes suplementos.”O abuso da testosterona, geralmente em uma dose maior do que a receitada pelos médicos, pode afetar seriamente a saúde da pessoa e causar infarto, problemas no cérebro, no fígado e no sistema endócrino”, disse o comunicado da FDA.
Os suplementos de testosterona só devem utilizar a substância caso seja diagnosticada a baixa produção de hormônio e se o seu consumo for controlado por um médico. A nova moda surgiu acompanhada de advertências. Especialistas afirmam que esses suplementos hormonais devem ser usados somente sob supervisão médica. O uso inadequado das substâncias “pode causar infarto, problemas cerebrais, danos no fígado e no sistema endócrino”.
A testosterona é o hormônio masculino responsável pelo desejo e pelas funções sexuais do homem, mas também é possível sintetizar a substância. Várias empresas desenvolveram suplementos de testosterona, retirando-a de plantas (que também a produzem) para vendê-las na forma de comprimidos, injeções ou gel.
Panay esclarece que a substância não é “uma espécie de Viagra feminino. É apenas algo que pode ajudar entre os que sofrem de uma deficiência do composto. Nas mulheres, por exemplo, o hormônio combate o distúrbio conhecido como transtorno do desejo hipoativo, que afeta 15% das mulheres na menopausa. Vi mulheres que passaram a correr maratonas”, explicou o médico.

Adeptos famosos

A prática já tem adeptos famosos: o cantor britânico Robbie Williams admitiu, há dois anos, que tomava injeções de testosterona para aumentar o apetite sexual e aguentar o ritmo das turnês. “Um médico me disse que meu nível de testosterona era igual ao de um homem de 100 anos, então comecei a tomar injeções que me ajudaram não só a melhorar meu estado físico, como a minha atividade sexual”, disse o cantor à revista Esquire.

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domingo, 8 de janeiro de 2017

Sim, as mulheres estão bebendo tanto quanto os homens, diz estudo

Pesando cerca de dois quilos, Sydney foi imediatamente levada para uma incubadora, onde passaria por uma série de verificações


Sydney Groves, de Essex, Inglaterra, nasceu com uma condição chamada gastrosquise, um raro defeito na parede abdominal que fez com seu intestino crescesse de forma externa e precisasse ser envolto em plástico.
No entanto, mesmo com uma baixa chance de sobrevivência, ela recentemente completou seu primeiro ano de vida, de acordo com informações do jornal Daily Mail. O intestino externo de Groves foi embrulhado para que gradualmente pudesse ser colocado para dentro, antes de ser costurado. Foram necessários vários dias até que ela pudesse se alimentar e evacuar normalmente. Neste período, foi alimentada por um tubo através do nariz que ia em direção ao estômago.
Felizmente, apesar do começo dramático de sua vida, ela completou um ano de idade e, de acordo com a mãe, Fran Groves, de 26 anos, sequer parece ter passado por tantas complicações, pois está perfeitamente saudável. Sydney foi diagnosticada com a condição rara durante um exame na 12ª semana de gestação, em um hospital em Harlow, Essex. A partir de então, a mãe precisou passar por uma série de cuidados, incluindo a realização do acompanhamento em um hospital maior, em Whitechapel, a quilômetros de distância de sua casa.
“Foi assustador”, disse ela em entrevista ao Daily Mail. “Disseram na minha primeira consulta que algo não estava certo. Era a última coisa que esperávamos. Disseram-nos era apenas um em cada 3.000 que nascia com esta condição, e já tínhamos muitas preocupações”.
Os pais foram informados de que a gravidez não poderia progredir para além de 37 semanas, de modo que não seria mais seguro para o bebê. Então, em dezembro de 2015, Fran foi internada em um hospital em Londres para realizar o parto induzido. No entanto, Sydney nasceu somente cinco dias depois, por meio de uma cesariana de emergência.

Nos últimos anos as mulheres têm bebido e se expondo a tantos riscos associados a isso quanto os homens

E isso é um problema: o organismo das mulheres não tolera álcool tão bem quanto o dos homens

Tradicionalmente, os homens bebem mais do que as mulheres. Mas, segundo cientistas, essa tendência já mudou. Um estudo global publicado concluiu que as mulheres, principalmente as mais jovens, têm consumido quase tanta bebida alcoólica quanto com os homens. Isso significa que elas são afetadas pelos mesmos efeitos nocivos do álcool e sinaliza a necessidade de campanhas contra o abuso de álcool direcionada especificamente para esse público.
No estudo, publicado no periódico científico BMJ Open, pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade de New South Wales, na Austrália, analisaram o consumo de álcool de mais de 4 milhões de homens e mulheres ao longo de um século. Historicamente, os homens consomem entre 2 e 12 vezes mais álcool do que as mulheres. No entanto, essa diferença diminuiu tanto no últimos anos que alguns especialistas chegam a dizer que hoje as mulheres bebem mais do que os homens.
A tendência, conhecida como ‘convergência sexual’, é evidente principalmente em pessoas mais jovens. Entre 1891 e 1910, os homens eram duas vezes mais propensos a consumir bebidas alcoólicas do que as mulheres e corriam três vezes mais risco de desenvolver problemas como alcoolismo ou que causem danos à sua saúde. Porém, entre 1991 e 2000 essa diferença praticamente desapareceu. Nesse período a taxa de predisposição dos homens beberem mais do que as mulheres caiu para apenas 1,1 vez e de problemas relacionadas ao uso abusivo da substância para 1,2 vezes.
“O consumo de álcool e os distúrbios relacionados a ele historicamente são vistos como fenômenos masculinos. Esse novo estudo questiona essa premissa e sugere que as mulheres, principalmente as mais jovens, devem ser alvo de esforços para redução do impacto do uso de substâncias e de seus efeitos nocivos”, escreveram os autores.
Segundo especialistas ouvidos pelo jornal britânico The Guardian, o consumo de álcool pelas mulheres aumentou por uma série de razões. Por exemplo, aquelas que passaram a ocupar cargos que antes eram exclusividade dos homens juntaram-se a eles na incorporação do happy hour às suas rotinas. Outros fatores são a queda do preço das bebidas alcoólicas e o surgimento de bebidas mais doces – que as mulheres preferem – e de campanhas de marketing direcionadas exclusivamente para elas.

“Desde 1950 nós observamos um aumento no consumo de álcool pelas mulheres. O consumo de bebidas em casa têm aumentado continuamente e como o álcool é tão barato e encontrado facilmente tornou-se um básico das compras do dia a dia. Também vimos um esforço da indústria em comercializar produtos e marcas específicas para mulheres.”, disse Emily Robinson, diretora de campanhas da ONG britânica Alcohol Concern.
Emily ressalta o fato de que as pessoas geralmente não percebem quando o consumo de álcool ultrapassa o limite entre apenas algo para um momento de prazer e se torna um hábito. “As mulheres fazem ‘a hora do vinho’ quase todas a noites. Beber muito, frequentemente, pode acarretar problemas de saúde físicos e mentais futuros e as pessoas não percebem o quanto é fácil passar por cima dos limites recomendados”, alerta.
O principal problema das mulheres beberem tanto quanto os homens é que seus organismos são diferentes e o corpo das mulheres não tolera o álcool tão bem quanto o dos homens. O corpo feminino tem menos água, o que faz com que o álcool fique mais concentrado em seu organismo. Elas também têm fígados menores do que os homens, o que torna mais difícil a metabolização da substância de forma segura.
Em 2010, as doenças relacionadas ao consumo de álcool resultaram em cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo. Estima-se que elas foram responsáveis por mais de 161 milhões de anos de vida perdidos.
Fonte: Veja


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Pernambucana sofre ameaças após postar foto sem roupa em redes sociais

A polêmica, segundo a estudante de ciências biológicas, já era esperada, mas não na proporção atual
Feliz com o peso, jovem fez publicação para incentivar outras mulheres a aceitar corpo, mas foi criticada. Caso será levado ao MPPE nessa quarta

A estudante recifense Daniela Martins, de 21 anos, vem sendo alvo de agressões virtuais e ameaças após uma de suas postagens nas redes sociais, falando sobre aceitação do próprio corpo, viralizar. Até a manhã desta quarta-feira (4), a publicação com uma foto nua somava mais de 64 mil curtidas e 16,5 mil compartilhamentos. Devido às agressões, a jovem pretende ir ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ainda nesta quarta.
Até o Natal do ano passado, as fotos de Daniela repercutiam na internet de forma ampla, mas positiva. Fora do “padrão feminino imposto” , ela buscava incentivar outras mulheres a enxergar beleza independentemente do peso, por meio de fotografias e palavras afetivas. Foi após a publicação de uma foto sem roupa, no dia 27 de dezembro, que começaram a surgir as agressões, xingamentos e ameaças físicas à jovem.
A polêmica, segundo a estudante de ciências biológicas, já era esperada, mas não na proporção atual. “O problema começou quando um menino me criticou pela foto e eu discuti com ele. Depois, a minha publicação chegou num grupo em que as pessoas me agrediram verbalmente e me ameaçaram”, conta a estudante. Segundo ela, alguns dos usuários disseram que sabiam os principais locais de circulação de Daniela e iriam agredi-la fisicamente.
A jovem chegou a procurar a polícia em dezembro do ano passado, mas, de acordo com a vítima, o Boletim de Ocorrência só poderia ser registrado caso as mensagens contendo as agressões fossem impressas. “Não tive como porque, para imprimir tudo, eu gastaria mais de R$ 700”, lamenta. “Uma amiga conseguiu uma advogada e nós vamos fazer a denúncia. Ainda estou tentando processar o que está acontecendo”, conta.
Apesar da situação, a jovem se sente feliz pelas palavras de afeto que tem recebido em meio às críticas. “Recebi depoimentos lindos de muitas pessoas. O que eu fiz não foi forçado, foi algo que veio da minha vontade de mostrar que as mulheres podem se sentir lindas de qualquer jeito”, sintetiza.
Ainda segundo Daniela, as postagens não devem parar tão cedo, apesar de a família dela não se dar conta da dimensão do caso. “Minha irmã é deficiente mental, então não entende totalmente o que está acontecendo. Minha mãe é empregada doméstica e pediu para eu não ir atrás dessa história, porque não temos como pagar advogado”, conta Daniela.
Apesar das dificuldades, ela demonstra força para encarar a situação da maneira mais sensata possível. “Sei quem eu sou e entendo o meu papel dentro da minha casa, na minha família e entre as pessoas com quem convivo, de mostrar que a mulher tem seu valor e que pode ser o que quiser. Ainda existem muitas que precisam se sentir empoderadas”, conta.
Polícia
Procurado pelo G1, o delegado de Repressão aos Crimes Cibernéticos Derivaldo Falcão explicou que a necessidade de se imprimir uma imagem da tela com as ofensas é devido ao link, que fica aparente no navegador do computador e funciona como uma identidade da postagem.
“A gente precisa solicitar à rede social a identificação. Para isso, o link é importante. As pessoas pegam às vezes pelo celular e não tem o caminho. A gente tem que ter a postagem da ofensa com aquela URL específica”, detalhou.
Fonte: G1/ Agora RN

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Os países em que elas mais sofrem com a agressão e imposição social

Uma lista classificou quais são os doze Estados que mais tratam mal as mulheres
Em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer

Passou-se mais um ano, 2017 chegou, mas algumas coisas ainda não mudaram ao redor do mundo. Uma classificação listou os doze #Países que tratam suas #mulheres quase como animais. Nesses lugares elas não têm direito a opinião, não têm liberdade individual, são obrigadas a responderem a seus pais e maridos, e sofrem diariamente com a violência. Além desses dados aterradores, esses são os Estados que mais matam suas mulheres por motivo torpe. Muitas vezes a violência vem travestida de ‘tradição cultural’ em que os atos de crueldade se perpetuam sob o pretexto de que ‘foi sempre assim’. Obviamente que todo o aspecto de uma determinada sociedade deve ser analisado para se determinar as nuances do que acontece naquele lugar, mas isso não dá espaço para que elas continuem morrendo porque sempre foram tratadas de maneira inferior. Dentre os países listados estão o Afeganistão, país em que as mulheres têm uma expectativa de vida baixíssima, cerca de quarenta e cinco anos apenas. Ali as mulheres são totalmente guiadas por seus maridos, aquelas que são viúvas, por exemplo, acabam sem nenhum recurso financeiro e viram mendigos. Para piorar o Afeganistão é um dos países com maior taxa de mortalidade no parto e puerpério. Na República Democrática do Congo, por exemplo, as mulheres não têm direito a assinar nenhum documento legal sem a permissão de algum homem. A situação do Nepal também não é das melhores onde muitas jovens são vendidas e prometidas aos seus maridos ainda pré-adolescentes.
São inúmeros os outros países em que elas sofrem repressão, em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer. No Paquistão, por exemplo, se uma menina for acusada de adultério, às vezes por motivos sem justificativa, como olhar para o lado, ela pode ser apedrejada até a morte em praça pública, por um parente próximo muitas vezes. Na Somália, se uma mulher tiver dificuldades no trabalho de parto ninguém pode ajudar, pois elas são obrigadas a terem seus filhos sozinhos, pois isso seria uma ‘obrigação’ de toda mãe. No Iraque, o sequestro de jovens é altíssimo, um caso em 2014 veio à tona quando cerca de duzentas mulheres morreram após se recusarem a ter praticas sexuais com soldados que não conheciam. Na Índia também a prostituição infantil acaba matando milhares de meninas todos os anos. Dentre outros países listados estão o Chad, em que meninas de dez anos se casam com homens adultos, Iêmen, onde elas vivem 24h para seus maridos, Arábia Saudita, onde elas não podem dirigir, e Guatemala, onde elas são consideradas inferiores pela lei. Todos esses lugares são um exemplo de como ainda precisamos evoluir como seres humanos.

Fonte: Blasting News/AgoraRN