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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Os países em que elas mais sofrem com a agressão e imposição social

Uma lista classificou quais são os doze Estados que mais tratam mal as mulheres
Em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer

Passou-se mais um ano, 2017 chegou, mas algumas coisas ainda não mudaram ao redor do mundo. Uma classificação listou os doze #Países que tratam suas #mulheres quase como animais. Nesses lugares elas não têm direito a opinião, não têm liberdade individual, são obrigadas a responderem a seus pais e maridos, e sofrem diariamente com a violência. Além desses dados aterradores, esses são os Estados que mais matam suas mulheres por motivo torpe. Muitas vezes a violência vem travestida de ‘tradição cultural’ em que os atos de crueldade se perpetuam sob o pretexto de que ‘foi sempre assim’. Obviamente que todo o aspecto de uma determinada sociedade deve ser analisado para se determinar as nuances do que acontece naquele lugar, mas isso não dá espaço para que elas continuem morrendo porque sempre foram tratadas de maneira inferior. Dentre os países listados estão o Afeganistão, país em que as mulheres têm uma expectativa de vida baixíssima, cerca de quarenta e cinco anos apenas. Ali as mulheres são totalmente guiadas por seus maridos, aquelas que são viúvas, por exemplo, acabam sem nenhum recurso financeiro e viram mendigos. Para piorar o Afeganistão é um dos países com maior taxa de mortalidade no parto e puerpério. Na República Democrática do Congo, por exemplo, as mulheres não têm direito a assinar nenhum documento legal sem a permissão de algum homem. A situação do Nepal também não é das melhores onde muitas jovens são vendidas e prometidas aos seus maridos ainda pré-adolescentes.
São inúmeros os outros países em que elas sofrem repressão, em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer. No Paquistão, por exemplo, se uma menina for acusada de adultério, às vezes por motivos sem justificativa, como olhar para o lado, ela pode ser apedrejada até a morte em praça pública, por um parente próximo muitas vezes. Na Somália, se uma mulher tiver dificuldades no trabalho de parto ninguém pode ajudar, pois elas são obrigadas a terem seus filhos sozinhos, pois isso seria uma ‘obrigação’ de toda mãe. No Iraque, o sequestro de jovens é altíssimo, um caso em 2014 veio à tona quando cerca de duzentas mulheres morreram após se recusarem a ter praticas sexuais com soldados que não conheciam. Na Índia também a prostituição infantil acaba matando milhares de meninas todos os anos. Dentre outros países listados estão o Chad, em que meninas de dez anos se casam com homens adultos, Iêmen, onde elas vivem 24h para seus maridos, Arábia Saudita, onde elas não podem dirigir, e Guatemala, onde elas são consideradas inferiores pela lei. Todos esses lugares são um exemplo de como ainda precisamos evoluir como seres humanos.

Fonte: Blasting News/AgoraRN

terça-feira, 16 de julho de 2013

O adeus ao Mestre Sérvulo do Bambelô, ícone da cultura popular de Songa

Mestre Sérvulo Teixeira de Moura e o seu sobrinho Gláucio Teixeira Pedubreu 

São Gonçalo do Amarante amanheceu menos colorida. O município que é celeiro de mestres e grupos originais da cultura popular, perdeu na manhã de domingo (14) mais um representante de ponta, o artista Sérvulo Teixeira de Moura, conhecido como Mestre Sérvulo do Bambelô da Alegria. Ele tinha 86 anos, era diabético e hipertenso. Na manhã de domingo, quando se preparava para ir a um piquenique se sentiu mal. Chegou a ser socorrido no hospital, mas não resistiu aos problemas respiratórios.

O sobrinho e também músico Glaucio Teixeira Pedubreu, lembrou com emoção a ativa participação do Mestre na comunidade de brincantes de Santo Antônio do Potengi. “Tio Sérvulo era tudo pra gente”.

Sérvulo deixa não só o grupo Bambelô da Alegria, mas o legado da brincadeira em grupos da nova geração, como PeduBreu

O corpo foi sepultado na manhã de segunda-feira, no cemitério público. De acordo com a prefeitura de São Gonçalo do Amarante, Sérvulo estava recebendo um incentivo cultural, por meio da Fundação Dona Militana, projeto que tem como objetivo a valorização dos mestres da cultura do município.

Mestre Sérvulo Nasceu no Sítio Breu, no dia 10 de dezembro do ano de 1927. Foi um bastião da memória dos brincantes de boi; do fandango, bambelô, pastoril, congos.

O bambelô é uma forma mais sofisticada do coco de roda, que recebeu influências d o samba. É dançado em círculos onde brincantes batem na palma da mão enquanto outros fazem passos diferenciados no centro. Há um revezamento denominado “vênia” (umbigada).


Do blog: Eu, Max Daniel Alves Bezerra e minha esposa Rosângela Faustino quando gerenciávamos a Fundação de Cultura na época chamada de FUMDASGA, quase que diariamente tínhamos contato pessoalmente com o Mestre Sérvulo. Conversávamos sobre tudo e, principalmente sobre a sua atuação na cultura popular. lembranças maravilhosas e inesquecíveis.

QUE DEUS O RECEBA NA MORADA CELESTIAL.

TN