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sexta-feira, 31 de março de 2017

SUS terá atendimento para mulheres vítimas de violência doméstica e sexual

As novas regras valem já a partir de hoje

O atendimento especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica e sexual no Sistema Único de Saúde (SUS) agora será garantido por lei. Foi sancionada na quinta-feira (30) e publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União a Lei 13.427/2017, que garante, entre outros direitos, o acompanhamento psicológico e cirurgias plásticas reparadoras, se for o caso. As novas regras valem já a partir de hoje.
A lei tem origem no Projeto de Lei do Senado (PLS) 295/2013, apresentado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência Contra a Mulher ao final dos seus trabalhos, em 2013. O PLS foi aprovado primeiramente pelo Senado naquele ano, sofreu uma mudança feita na Câmara dos Deputados e então foi aprovado pelo Senado no último dia 7. O projeto original previa atendimento especial a vítimas de violência doméstica, mas a emenda aprovada pelos deputados e confirmada pelos senadores estendeu a proteção às vítimas de violência sexual.
Entre os atendimentos que devem ser assegurados, conforme a nova lei, estão tratamento médico, atendimento psicológico e, quando for necessário, cirurgias plásticas reparadoras.
Além de ampliar a abrangência da proposta, a Câmara também aprovou mudança de redação e substituiu a expressão “organização de serviços públicos” por “organização de atendimento público”.
Portal no Ar

quinta-feira, 30 de março de 2017

70% dos brasileiros mudaram seus hábitos em função da violência

40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão
A falta de segurança pública restringe cada vez mais o uso das cidades pela população. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.002 pessoas mostra que 70% dos brasileiros estão tomando alguma medida restritiva, como evitar andar com dinheiro, sair à noite, deixar de circular por alguns bairros, aumentar a segurança privada e até mesmo trocar de casa ou os filhos de escola .
Um ponto de destaque é que 27% das pessoas mudaram o modo de se vestir para reduzir o risco de assalto ou de assédio. Há diferença significativa entre os gêneros: 30% das mulheres estão se privando de vestir como gostariam, contra 23% dos homens. A pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Segurança Pública foi feita em 141 municípios entre os dias 1 e 4 de dezembro de 2016. As alterações de hábitos nos últimos 12 meses se devem ao fato de 80% das pessoas terem vivenciado de perto alguma situação de risco, como pessoas usando drogas (70%), a polícia prendendo alguém (50%), alguém sendo agredido (39%) ou assaltado (32%), ou estiveram presentes em um tiroteio (26%), entre outras.
Das famílias brasileiras, 40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão nos últimos 12 meses. Em 2011, 30% das famílias diziam ter sido afetadas. O medo da violência altera o modo de vida e impacta no bolso dos brasileiros. Dos entrevistados, 76% contrataram serviços ligados à segurança privada, como instalação de alarmes, grades e trancas, compraram armas ou contrataram seguros contra roubo ou furto. A violência tem impacto também sobre a economia do país.
“A violência provoca tanto a perda da qualidade de vida, como da competitividade, ou seja, do desenvolvimento do país. Trabalhadores ficam mais tensos e, com isso, menos focados no trabalho, menos produtivos. As empresas desviam recursos da produção para atividades de segurança. Investidores desistem de investir no país. Como consequência, os produtos ficam mais caros”, afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De um modo geral, a sociedade acredita que iniciativas sociais são mais eficazes no combate à violência que as repreensivas. No entanto, quando instados a escolher as duas principais medidas para combater a violência, 85% citam pelo menos uma ação repressiva.
“O paradoxo parece refletir o fato da população estar pressionada pelo aumento da violência e desejando que sejam encontradas soluções urgentes. O que acaba recaindo em ações repressivas”, analisa Renato da Fonseca.
IMPUNIDADE – A certeza da impunidade é motivo para o aumento da criminalidade, na opinião de 82% dos entrevistados. Para 75% das pessoas, penas mais rigorosas reduziriam a criminalidade e 85% defendem a redução da maioridade penal para 16 anos. Os crimes de ódio, originados por preconceitos de cor, de gênero, de classe social, de orientação sexual, entre outros, devem ser punidos de forma mais severa do que os crimes comuns, na opinião de 73% dos entrevistados.
As ações repressivas mais citadas como forma de melhorar a situação da segurança são o maior combate ao tráfico de drogas (43%), o aumento do policiamento (41%), das penas pelos crimes (24%) e o combate à venda ilegal de armas (21%). Para 83% das pessoas é preciso ter uma política de tolerância zero, em que todo tipo de infração seja punida. E 55% das pessoas concordam que a violência dos criminosos justifica a violência policial.
Portal no Ar

domingo, 5 de março de 2017

No RN, assassinatos de mulheres crescem em 14% nos primeiros três meses de 2017

"Feminicídio" se tornou a segunda causa de morte violenta no Rio Grande do Norte

De acordo com pesquisa realizada pelo Obvio, dos municípios potiguares, é Natal quem lidera o ranking de crimes contra as mulheres

O “feminicídio” – crime popularmente conhecido como assassinato de mulheres – cresceu em 14% nestes primeiros três meses de 2017 em relação ao mesmo período em 2015 e 2016. A conclusão foi tirada em pesquisa realizada pelo Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio), que apontou também que o “feminicídio” se tornou a segunda causa de morte violenta no Rio Grande do Norte, registrando 25% dos casos, ficando atrás apenas dos homicídios e à frente dos latrocínios.
Ainda de acordo com o Obvio, dos municípios potiguares, é Natal quem lidera o ranking de crimes contra as mulheres. Nestes casos, são as armas de fogo as mais utilizadas pelos assassinos (75%), seguidas de asfixia mecânica; arma branca; queimadura e espancamento – cada um destes contabilizando o percentual de 6,25%.
Em se tratando de etnia, são as mulheres de cor parda que mais sofrem ataques. De janeiro a março de 2017, foram oito mulheres pardas mortas. Já no quesito educação, as mulheres que possuem apenas nível fundamental lideram as estatísticas negativas.
No Rio Grande do Norte, existem apenas cinco Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher (Deam), que funcionam sempre em horário comercial, somente de segunda à sexta-feira. Em Natal, há duas Deam: uma localizada na zona Norte e outra na Ribeira, atendendo às zonas restantes do município. Além destas, há delegacias em Parnamirim, Mossoró e Caicó.
Com informações da TN / Por agora RN

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Esposa de Victor faz exame de corpo de delito e mãe dele faz B.O. - Poliana, que está grávida, denunciou o marido por violência doméstica

A empresária relatou que foi jogada no chão pelo companheiro, que desferiu diversos chutes nela (Instagram/Reprodução)

Poliana Bagatini, esposa do cantor sertanejo Victor, da dupla Victor & Leo, foi até o Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte no sábado para realizar o exame de corpo de delito. No dia anterior, ela denunciou o marido por violência doméstica. Segundo informações da Polícia Civil, a mãe do cantor, Marisa Chaves, registrou um boletim de ocorrência (B. O.) contra a empresária Bagatini logo depois.

De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento de Proteção e Orientação da Família da capital mineira, Poliana, que está grávida, relatou que foi jogada no chão pelo companheiro, que desferiu diversos chutes nela. Ao tentar sair do apartamento, a moça foi impedida por um segurança e pela irmã do cantor. Ela teria conseguido sair do apartamento somente quando uma vizinha, que ouviu os gritos, acionou o elevador.

A empresária ainda teria recebido diversas ameaças da família do cantor após deixar o prédio. Segundo informações do G1, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso e os próximos passos são ouvir as testemunhas e acessar as imagens do circuito de segurança do prédio.
veja

domingo, 8 de janeiro de 2017

Sim, as mulheres estão bebendo tanto quanto os homens, diz estudo

Pesando cerca de dois quilos, Sydney foi imediatamente levada para uma incubadora, onde passaria por uma série de verificações


Sydney Groves, de Essex, Inglaterra, nasceu com uma condição chamada gastrosquise, um raro defeito na parede abdominal que fez com seu intestino crescesse de forma externa e precisasse ser envolto em plástico.
No entanto, mesmo com uma baixa chance de sobrevivência, ela recentemente completou seu primeiro ano de vida, de acordo com informações do jornal Daily Mail. O intestino externo de Groves foi embrulhado para que gradualmente pudesse ser colocado para dentro, antes de ser costurado. Foram necessários vários dias até que ela pudesse se alimentar e evacuar normalmente. Neste período, foi alimentada por um tubo através do nariz que ia em direção ao estômago.
Felizmente, apesar do começo dramático de sua vida, ela completou um ano de idade e, de acordo com a mãe, Fran Groves, de 26 anos, sequer parece ter passado por tantas complicações, pois está perfeitamente saudável. Sydney foi diagnosticada com a condição rara durante um exame na 12ª semana de gestação, em um hospital em Harlow, Essex. A partir de então, a mãe precisou passar por uma série de cuidados, incluindo a realização do acompanhamento em um hospital maior, em Whitechapel, a quilômetros de distância de sua casa.
“Foi assustador”, disse ela em entrevista ao Daily Mail. “Disseram na minha primeira consulta que algo não estava certo. Era a última coisa que esperávamos. Disseram-nos era apenas um em cada 3.000 que nascia com esta condição, e já tínhamos muitas preocupações”.
Os pais foram informados de que a gravidez não poderia progredir para além de 37 semanas, de modo que não seria mais seguro para o bebê. Então, em dezembro de 2015, Fran foi internada em um hospital em Londres para realizar o parto induzido. No entanto, Sydney nasceu somente cinco dias depois, por meio de uma cesariana de emergência.

Nos últimos anos as mulheres têm bebido e se expondo a tantos riscos associados a isso quanto os homens

E isso é um problema: o organismo das mulheres não tolera álcool tão bem quanto o dos homens

Tradicionalmente, os homens bebem mais do que as mulheres. Mas, segundo cientistas, essa tendência já mudou. Um estudo global publicado concluiu que as mulheres, principalmente as mais jovens, têm consumido quase tanta bebida alcoólica quanto com os homens. Isso significa que elas são afetadas pelos mesmos efeitos nocivos do álcool e sinaliza a necessidade de campanhas contra o abuso de álcool direcionada especificamente para esse público.
No estudo, publicado no periódico científico BMJ Open, pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade de New South Wales, na Austrália, analisaram o consumo de álcool de mais de 4 milhões de homens e mulheres ao longo de um século. Historicamente, os homens consomem entre 2 e 12 vezes mais álcool do que as mulheres. No entanto, essa diferença diminuiu tanto no últimos anos que alguns especialistas chegam a dizer que hoje as mulheres bebem mais do que os homens.
A tendência, conhecida como ‘convergência sexual’, é evidente principalmente em pessoas mais jovens. Entre 1891 e 1910, os homens eram duas vezes mais propensos a consumir bebidas alcoólicas do que as mulheres e corriam três vezes mais risco de desenvolver problemas como alcoolismo ou que causem danos à sua saúde. Porém, entre 1991 e 2000 essa diferença praticamente desapareceu. Nesse período a taxa de predisposição dos homens beberem mais do que as mulheres caiu para apenas 1,1 vez e de problemas relacionadas ao uso abusivo da substância para 1,2 vezes.
“O consumo de álcool e os distúrbios relacionados a ele historicamente são vistos como fenômenos masculinos. Esse novo estudo questiona essa premissa e sugere que as mulheres, principalmente as mais jovens, devem ser alvo de esforços para redução do impacto do uso de substâncias e de seus efeitos nocivos”, escreveram os autores.
Segundo especialistas ouvidos pelo jornal britânico The Guardian, o consumo de álcool pelas mulheres aumentou por uma série de razões. Por exemplo, aquelas que passaram a ocupar cargos que antes eram exclusividade dos homens juntaram-se a eles na incorporação do happy hour às suas rotinas. Outros fatores são a queda do preço das bebidas alcoólicas e o surgimento de bebidas mais doces – que as mulheres preferem – e de campanhas de marketing direcionadas exclusivamente para elas.

“Desde 1950 nós observamos um aumento no consumo de álcool pelas mulheres. O consumo de bebidas em casa têm aumentado continuamente e como o álcool é tão barato e encontrado facilmente tornou-se um básico das compras do dia a dia. Também vimos um esforço da indústria em comercializar produtos e marcas específicas para mulheres.”, disse Emily Robinson, diretora de campanhas da ONG britânica Alcohol Concern.
Emily ressalta o fato de que as pessoas geralmente não percebem quando o consumo de álcool ultrapassa o limite entre apenas algo para um momento de prazer e se torna um hábito. “As mulheres fazem ‘a hora do vinho’ quase todas a noites. Beber muito, frequentemente, pode acarretar problemas de saúde físicos e mentais futuros e as pessoas não percebem o quanto é fácil passar por cima dos limites recomendados”, alerta.
O principal problema das mulheres beberem tanto quanto os homens é que seus organismos são diferentes e o corpo das mulheres não tolera o álcool tão bem quanto o dos homens. O corpo feminino tem menos água, o que faz com que o álcool fique mais concentrado em seu organismo. Elas também têm fígados menores do que os homens, o que torna mais difícil a metabolização da substância de forma segura.
Em 2010, as doenças relacionadas ao consumo de álcool resultaram em cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo. Estima-se que elas foram responsáveis por mais de 161 milhões de anos de vida perdidos.
Fonte: Veja


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Os países em que elas mais sofrem com a agressão e imposição social

Uma lista classificou quais são os doze Estados que mais tratam mal as mulheres
Em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer

Passou-se mais um ano, 2017 chegou, mas algumas coisas ainda não mudaram ao redor do mundo. Uma classificação listou os doze #Países que tratam suas #mulheres quase como animais. Nesses lugares elas não têm direito a opinião, não têm liberdade individual, são obrigadas a responderem a seus pais e maridos, e sofrem diariamente com a violência. Além desses dados aterradores, esses são os Estados que mais matam suas mulheres por motivo torpe. Muitas vezes a violência vem travestida de ‘tradição cultural’ em que os atos de crueldade se perpetuam sob o pretexto de que ‘foi sempre assim’. Obviamente que todo o aspecto de uma determinada sociedade deve ser analisado para se determinar as nuances do que acontece naquele lugar, mas isso não dá espaço para que elas continuem morrendo porque sempre foram tratadas de maneira inferior. Dentre os países listados estão o Afeganistão, país em que as mulheres têm uma expectativa de vida baixíssima, cerca de quarenta e cinco anos apenas. Ali as mulheres são totalmente guiadas por seus maridos, aquelas que são viúvas, por exemplo, acabam sem nenhum recurso financeiro e viram mendigos. Para piorar o Afeganistão é um dos países com maior taxa de mortalidade no parto e puerpério. Na República Democrática do Congo, por exemplo, as mulheres não têm direito a assinar nenhum documento legal sem a permissão de algum homem. A situação do Nepal também não é das melhores onde muitas jovens são vendidas e prometidas aos seus maridos ainda pré-adolescentes.
São inúmeros os outros países em que elas sofrem repressão, em Mali, as meninas, apenas menstruam e são obrigadas a passar por uma cirurgia de mutilação do clitóris para que não sintam prazer. No Paquistão, por exemplo, se uma menina for acusada de adultério, às vezes por motivos sem justificativa, como olhar para o lado, ela pode ser apedrejada até a morte em praça pública, por um parente próximo muitas vezes. Na Somália, se uma mulher tiver dificuldades no trabalho de parto ninguém pode ajudar, pois elas são obrigadas a terem seus filhos sozinhos, pois isso seria uma ‘obrigação’ de toda mãe. No Iraque, o sequestro de jovens é altíssimo, um caso em 2014 veio à tona quando cerca de duzentas mulheres morreram após se recusarem a ter praticas sexuais com soldados que não conheciam. Na Índia também a prostituição infantil acaba matando milhares de meninas todos os anos. Dentre outros países listados estão o Chad, em que meninas de dez anos se casam com homens adultos, Iêmen, onde elas vivem 24h para seus maridos, Arábia Saudita, onde elas não podem dirigir, e Guatemala, onde elas são consideradas inferiores pela lei. Todos esses lugares são um exemplo de como ainda precisamos evoluir como seres humanos.

Fonte: Blasting News/AgoraRN

domingo, 18 de dezembro de 2016

RN soma 1.900 mortes e 2016 se torna o ano mais violento da história do estado

Segundo informações do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio), o Rio Grande do Norte registrou, na última sexta-feira (16), a marca de 1.900 mortes violentas intencionais. A 14 dias do fim do ano, 2016 se tornou o mais violento da história do estado potiguar, superando 2014, quando foram computados, ao todo, 1.772 mortes violentas intencionais.
De acordo com estudo do Observatório, a região que mais concentrou assassinatos em 2016 foi a zona Norte de Natal, somando 41% das ocorrências, a zona Oeste da capital potiguar vem logo atrás, com 37% dos casos. No escopo de bairros da zona Norte, é o Nossa Senhora da Apresentação quem mais computa mortes violentas intencionais (65), seguido por Pajuçara (52); Potengi (34) e Lagoa Azul (31); já na zona Oeste, o bairro campeão de assassinatos foi Felipe Camarão, com 50 mortes violentas.
Estatísticas
2014 (01/01 a 31/12): 1.772 Crimes Violentos Letais Intencionais
2015 (01/01 a 31/12): 1.670 Crimes Violentos Letais Intencionais
2016 (01/01 a 16/12): 1.900 Crimes Violentos Letais Intencionais
Fonte: OBVIO

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Sesed recebe comissão para discutir ações para combater a violência contra a mulher


Secretário recebeu algumas propostas por parte da comissão, como a qualificação de policiais militares e civis para o acolhimento de mulheres vítimas de violência



Por Redação
O secretário da Segurança e da Defesa Social do Rio Grande do Norte, Caio Bezerra, recebeu, nesta quarta-feira (11), uma comissão para discutir ações para combater a violência contra a mulher no Estado.
Durante o encontro, o secretário recebeu algumas propostas por parte da comissão, como a qualificação de policiais militares e civis para o acolhimento de mulheres vítimas de violência, a instalação de equipes multidisciplinares nas delegacias e a possibilidade de atendimentos especiais nas delegacias de plantão da capital.
O titular da Sesed afirmou que o tema é uma das preocupações do órgão e explicou que ações já estão sendo desenvolvidas através da Coordenadoria da Defesa da Mulher e das Minorias (CODIMM). Inclusive, o Ronda Cidadã da Área Integrada de Segurança Pública 4 (AISP 4) é uma das referências nas ações de execuções de medidas protetivas em favor de mulheres vítimas de agressões. “Esse é um problema que a Sesed tem total preocupação em combater. O que pudermos fazer para ajudar a acabar com a violência contra a mulher, nós iremos fazer. Já temos alguns projetos em desenvolvimento que serão colocados em prática nos próximos meses”, destacou.
Participaram do encontro Flávia Lisboa, secretária Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres, Ana Lúcia Raymundo, diretora da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da Defensoria Pública do RN, Erlândia Moreira Passos, titular da CODIMM, além de Eliana Fernandes e Iara Cristina do Nascimento, integrantes da Comissão de Mulheres Advogadas da OAB/RN.
A Sesed disponibiliza, através da CODIMM, o telefone Disque Denúncia 24 horas: 0800 281 2336, para um atendimento mais rápido para as mulheres vítimas de violência.
Portal no Ar

domingo, 21 de agosto de 2016

Uma mulher foi executada por dia na última semana no RN

Sete vítimas do sexo feminino foram alvejadas pela violência.


Por Redação
Mais uma mulher acabou entrando para as estatísticas de femicídio no Rio Grande do Norte.  Dessa vez, a vítima foi a empregada doméstica Antônia Edinete de Oliveira, 37, que morreu na madrugada deste sábado, 20, no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró.
Edinete já havia sido covardemente agredida durante a semana no município de Governador Dix-Sept Rosado, juntamente com o irmão. Ambos chegam em casa quando foram alvo de dois homens.
Segundo os relatos repassados os dois bandidos chegaram em uma moto, mandaram as vítimas ficarem de costas e atiraram.
Robson Pires

sábado, 16 de julho de 2016

Assembleia Legislativa aprova Projeto de Lei da Patrulha Maria da Penha

Medida enviará assiduamente agentes da PM a casas de mulheres que tenham procurado a Justiça contra seus agressores

Em sessão plenária realizada na última quinta-feira (14), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, os deputados deram, por unanimidade, a aprovação final para o Projeto de Lei criador da Patrulha Maria da Penha, que prevê que a Polícia Militar seja acionada para cumprir medidas protetivas expedidas pelo Poder Judiciário para vítimas de violência doméstica.
A iniciativa foi da deputada estadual Cristiane Dantas (PCdoB), que propõe no projeto que patrulhas da Polícia Militar sejam enviadas uma vez por semana para checar residências ou locais de trabalho de mulheres e seus filhos que tenham procurado a Justiça e conseguido medidas de afastamento contra seus agressores.
Para Cristiane Dantas a aprovação do Projeto de Lei chega para incrementar a força de proteção às mulheres agredidas. “Apenas um papel com uma ordem judicial não afasta o agressor da vítima, que muitas vezes não têm a quem recorrer. Quando a vítima vai à delegacia denunciar o agressor ela precisa sair de lá com uma garantia de segurança para ela e os filhos. A aprovação desse projeto representa um grande avanço na garantia dos direitos e proteção das mulheres vítimas de violência doméstica. Vamos continuar na batalha para que a lei seja regulamentada e cumprida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado”, explicou a deputada.
Agora RN

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Bomba! Luiza Brunet revela ter sido violentamente agredida pelo companheiro

Luiza Brunet com o empresário Lírio Parisotto (Foto: Reprodução)

Mais um caso de violência contra a mulher acaba de entrar para a estatística. Uma bomba envolvendo o nome de Luiza Brunet acaba de explodir nas redes sociais. Nesta sexta-feira (1°), o colunista Alcelmo Gois, do Jornal “O Globo”, revelou que a atriz foi violentamente agredida pelo ex-companheiro, o empresário Lírio Parisotto.
Segundo a publicação, a ex-modelo de 54 anos foi violentada no último dia 21 de maio durante uma viagem à Nova York. Lírio teria começado a discutir com Luiza enquanto jantava com ela e alguns amigos em um restaurante e depois levou a discussão para o apartamento.
Ao chegarem ao apartamento, ele teria partido para cima dela com agressões verbais. Logo depois, ela recebeu um soco no olho e chutes pelo corpo. Luiza contou que foi derrubada no sofá e imobilizada violentamente até ter quatro costelas quebradas. Ela só conseguiu escapar depois de gritar por ajuda. Então, se trancou no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, para voltar ao Brasil.
“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.
Portal no Ar

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Vídeo antigo em que padre Fábio de Melo prega sobre agressão a mulher gera polêmica

Padre Fabio de Melo costuma ser o queridinho das redes sociais, mas se viu no meio de uma polêmica nesta segunda-feira. Ele está sendo acusado de machismo depois que um trecho de uma pregação feita em 2007 foi divulgado no Twitter. Na mensagem, o religioso afirma que “o agressor só se torna agressor porque a vítima o autoriza”.
O vídeo que circula nas redes é um trecho da pregação “Amar-se para amar”, feita na Canção Nova em julho de 2007. No sermão, ele fala sobre amor próprio e sugere que as pessoas são responsáveis pela forma como são tratadas. “É o caráter que está exposto no seu rosto que vai dizer ao outro o que ele pode fazer com você ou não”.
“Não não saímos por aí com as plaquinhas: ‘não abuse de mim’, ‘me respeite’. Porque essa placa não está escrita em palavras, ela está escrita nos seus olhos. É você com seu jeito de olhar, com seu jeito de ser gente. É o caráter que está exposto no seu rosto que vai dizer ao outro o que ele pode fazer com você ou não. Nós, no momento em que nos construímos como pessoas é que sinalizamos nosso território. Caso contrário, as pessoas virão, acharão que nós podemos tudo e farão tudo que quiserem conosco mesmo”.
A partir daí, Padre Fabio exemplifica seu ponto de vista citando a violência doméstica. Ele insinua que a mulher tem o poder de determinar se continuará sendo agredida ou não.
“Eu sempre digo, as mulheres que são agredidas fisicamente pelos seus maridos, no dia em que ela recebe a primeira agressão, ela que vai determinar para ele se ele vai ter o direito de agredi-lo a vida inteira ou não. É o jeito como ela olha pra ele. Não é nenhuma palavra, nenhum grito que vai dizer ‘não me bata’, mas é o sei jeito de ser mulher. O agressor só se torna agressor porque a vítima o autoriza”.
Usuários do Twitter enxergaram machismo na colocação de Fabio de Melo e resolveram questioná-lo, principalmente em relação à violência doméstica. Os internautas o acusam de responsabilizar a mulher pela agressão, quando a culpa é do homem. O padre respondeu.
Veja polêmica em discussão em rede social AQUI
Extra – O Globo


Blog do BG

terça-feira, 14 de junho de 2016

CCJ aprova PL que prevê tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres

Agressor de violência doméstica e familiar contra a mulher poderá ser obrigado a utilizar equipamento eletrônico de monitoramento para fins de fiscalização imediata


Por Redação
O monitoramento eletrônico para quem pratica violência doméstica e familiar contra a mulher, seus familiares ou testemunhas e a instituição do Programa de Prevenção e Conscientização da Prática de Assédio Moral e Sexual Cyberbullying, através da Internet, nas escolas públicas e privadas, foram dois dos projetos aprovados na reunião desta terça-feira (14) da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ).
“Esses foram Projetos em destaque na pauta de votação da CCJ, nesta terça-feira, que apreciou e votou outras sete matérias. Também foram distribuídas para os relatores sete projetos que serão relatados na próxima reunião”, afirmou o presidente da Comissão, deputado Albert Dickson (PROS).
Pelo Projeto de autoria da deputada Márcia Maia (PSDB), que trata da prática de assédio pela internet, o agressor de violência doméstica e familiar contra a mulher poderá ser obrigado a utilizar equipamento eletrônico de monitoramento para fins de fiscalização imediata e efetiva das medidas protetivas de urgência, constantes da Lei Federal 11.340 de 2006.
Já o Projeto de Lei 031/16 de autoria do deputado Kelps Lima (Solidariedade) dispõe sobre o monitoramento eletrônico de agressor de violência doméstica que esteja cumprindo alguma das medidas protetivas de urgência, constante da Lei Federal 11.340, de 2006, bem como medida cautelar diversa da prisão.
Outra matéria que estava na pauta foi o Projeto de Lei Complementar que altera a Lei 261 de 2003, que instituiu o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP), que teve pedido de vista do deputado Kelps Lima (Solidariedade).
Participaram da reunião os deputados Albert Dickson, Galeno Torquato (PSD), Cristiane Dantas (PCdoB), José Adécio (DEM), Kelps Lima, Márcia Maia (PSDB) e Carlos Augusto (PSD).
Portal no Ar

terça-feira, 31 de maio de 2016

Temer cria órgão para coordenar combate à violência contra mulher


Ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, anunciou a implantação de um núcleo de proteção diretamente ligado à pasta

Por: Redação - Estadão

O presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), anunciou na manhã desta terça-feira, 31, em reunião com secretários de Segurança dos 26 Estados e do Distrito Federal e com o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, a criação de um órgão para coordenar os trabalhos de combate à violência contra a mulher.
O grupo de trabalho foi formado após o caso de estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no Rio de Janeiro, que veio a tona na semana passada. Na ocasião, Temer foi bastante criticado nas redes sociais por demorar para se manifestar sobre o tema.
“Estamos assistindo a uma onda crescente de violência contra a mulher. A competência não é da União, mas podemos ajudar no combate à violência contra a mulher”, afirmou Temer. “Neste sentido, estamos vendo como podemos incrementar o auxílio aos Estados no combate a este tipo de violência porque entendemos que a conjugação de esforços é fundamental.”
Em rápido discurso, Temer relembrou ainda a criação da Delegacia da Mulher e de Crimes raciais quando era secretário de Segurança de São Paulo, nos anos 1980. “O simbolismo nos anos 80 foi muito importante, porque vimos uma diminuição da violência. E eu acredito que esta reunião pode funcionar como símbolo de que o País todo está preocupado com a violência contra a mulher.”
Agora RN

terça-feira, 3 de maio de 2016

Delegacias da Mulher cumprem mandados judiciais contra agressores - Durante a ação, denominada Flor de Lótus, foram apreendidas armas, munições e drogas.

 Nesta terça-feira (3), as Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher (DEAM´s), de Natal (Zona Sul e Zona Norte) e de Parnamirim, cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de suspeitos pelo crime de violência doméstica (Lei Maria da Penha). Durante a ação, denominada Flor de Lótus, um homem foi preso em flagrante e foram apreendidas armas, munições e drogas. Um dos objetivos da ação foi apreender armas e munições que estivessem em poder dos agressores.
“A Flor de Lótus é uma referência a amor e proteção. As mulheres que são vítimas de violência, mesmo depois que têm garantida as medidas protetivas, ainda sofrem ameaças por parte de alguns agressores por manterem um vínculo de amor. Esta ação vem para punir aqueles que ainda insistem nestas ações criminosas”, afirmou a delegada da DEAM Zona Sul, Karla Viviane.
Durante a ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas casas de agressores, localizadas em Parnamirim. Osenilton Alves dos Santos, 23 anos, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. ”Durante o cumprimento dos mandados, nós conseguimos apreender uma arma de calibre 12 e munições; além de munições para arma calibre 38 e para fuzil. Também apreendemos coldres”, detalhou a delegada da DEAM Parnamirim, Paoulla Benevides Maués.
“De forma rotineira, nós sempre solicitamos à Justiça que sejam emitidos mandados judiciais (de prisão, de busca e apreensão) contra os agressores, como forma de cessar a violência contra as mulheres. Até o final da semana, nós iremos cumprir mais mandados judiciais”, detalhou a delegada da DEAM Zona Norte, Ana Alexandrina Gadelha Gonçalves.
Portal BO

terça-feira, 8 de março de 2016

Violência doméstica mata cinco mulheres por hora diariamente em todo o mundo

A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) Action Aid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente.
A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os diretos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhões de mulheres.
“A intenção do relatório é fazer um levantamento sobre as diversas formas de violência que a mulher sofre no mundo. Na África, por exemplo, temos países que até hoje têm práticas de mutilação genital. Aqui, na América Latina, o Brasil é o quinto país em violência contra as mulheres. Segundo dados do Instituto Avon, três em cada cinco mulheres já sofreram violência nos relacionamentos em nosso país”, informa a assistente do programa de direitos das mulheres da Action Aid Brasil, Jéssica Barbosa.
O relatório considera as diferenças regionais entre os países e, além disso, observa o universo de denúncias subnotificadas, de mulheres que sofrem assédio, estupro ou outros tipos de violência e têm vergonha de denunciar.
“A forma de contar é sempre muito difícil, existe uma cultura de silenciar a violência contra a mulher. É a cultura da naturalização, onde há um investimento social para naturalizar a violência contra a mulher com o que se ouve na música, nas novelas, na rua. Tudo isso é muito banalizado e a mulher se questiona: 'será que o que aconteceu comigo foi uma violência? Será que se eu denunciar vão acreditar em mim?”, diz Jéssica Barbosa.
No Brasil, a organização promove a campanha Cidade Segura para as Mulheres, que busca o compromisso do Poder Público com uma cidade justa e igualitária para todos os gêneros.
“Muitas mulheres não conseguem exercer seu direito de ir e vir. A cidade não foi pensada para as mulheres, os becos são muito estreitos e escuros no Brasil. É necessário que haja o empoderamento das mulheres para superar a situação de violência. Por mais que o Estado tenha a obrigação de garantir instrumentos, é preciso que a gente invista na autonomia dessas mulheres”, acrescenta Jéssica.
Portal Terra

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Lei garante cirurgia reparadora a mulher vítima de violência


mulher-negra
A presidenta Dilma Rousseff sancionou uma nova Lei que estabelece a oferta e a realização de cirurgia plástica reparadora de sequelas de lesões causadas por atos de violência contra a mulher pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As regras estão presentes na Lei 13.239, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (31).
A partir de agora, são obrigatórias, nos serviços do SUS, próprios, contratados e conveniados, a oferta e a realização de cirurgia plástica reparadora de sequelas de lesões causadas por atos de violência contra a mulher. Os hospitais e os centros de saúde pública, ao receberem vítimas de violência, deverão informar as mulheres sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica para reparação das lesões ou sequelas de agressão comprovada.
Robson Pires

sábado, 16 de maio de 2015

Estudante ‘sumida’ revela no Facebook que fugiu de casa porque apanhava

O desaparecimento da garota já estava sendo acompanhado pela Polícia Civil, através da Delegacia de Capturas e Polinter (Decap)


Considerada pessoa desaparecida, desde que saiu de casa nessa quinta-feira à noite, na Cidade da Esperança, na zona Oeste de Natal, a estudante Natalieni Farias da Silva, 14 anos, revelou na noite desta sexta-feira, no Facebook, que resolveu fugir de casa porque apanhava dos pais.
A mensagem foi publicada logo abaixo do comentário de sua mãe, Marcela Farias, que escreveu o seguinte (na íntegra):
SOU A MÃE DELA SEI Q MUITOS VÃO JULGAR, MAS POR FALTA DE CONSELHO NÃO FOI, ISSO É MUITA AMIZADES, Q TENTAMOS AFASTAR FALTA DE PUXÃO DE ORELHA NÃO FOI, MORAVA COMIGO, E DEPOIS FOI MORAR COM O PAI, E DESDE DE ENTÃO FEZ OUTRAS AMIZADES Q NÃO SE SABE O CERTO QM É, JÁ FUI NAS PESSOAS MAIS PRÓXIMAS E O PAI A PROCURA DE QM POSSA ESTAR COM ELA, E NADA NÃO SE SABE, QM TIVER COM ELA TENHA CONSCIÊNCIA Q ELA TEM FAMÍLIA, E ELA É DE MENOR, ELA NÃO SABE O MAL Q TÁ FAZENDO, POIS É PRA ELA MESMO, E QM SOFRE É A FAMÍLIA. ENTÃO COLOQUEM NA MESMA SITUAÇÃO POIS NUNCA SABEMOS SE UM DIA VAI ACONTECER COM VC OU COM ALGUÉM PRÓXIMO. AGRADEÇO A COMPREENSÃO
Como forma de retrucar a própria mãe, a estudante publicou o seguinte post (reproduzido na íntegra):
oi pessoal pesso desculpa a dotos eu não estou desaparecida eu decidin sair de casa pq meu pai me batia muito e o pior de tudo sem motivo nenhum em felizmente nao posso conta com a minha propri mãe ela é imqual ao meu pai cansei de sofre cansei de apanha pessei em muitas vezes da um fim a minha propria vida estou bem a única pessoa que eu queria esta é com a minha vó pois ela sim e humana e não um mostro como meu pai e minha mãe, agora sim eu sei o que não é apanha mais e ainda mais sem motivo algum vo não deszista de mim pois eu amo muito a senhora beijos te amo 
De acordo com o pai dela, Ronilson Batista, a jovem aproveitou quando ele adormeceu e saiu de casa por volta das 23 horas. Hoje pela manhã, vizinhos disseram ter visto a garota pegando carona com um rapaz conhecido por Anderson. Diante disso, o pai da estudante se dirigiu à Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (Decap) para comunicar o fato.
JH

sábado, 18 de abril de 2015

Polícia de São Gonçalo do Amarante prende suspeito de atear fogo em casa com mulher e crianças dentro

Além disso, homem teria agredido ex-companheira várias vezes e até atirado contra ela.

Policiais da Delegacia de São Gonçalo do Amarante prenderam, nesta sexta-feira (17), Erivan Soares da Silva, em cumprimento ao mandado de prisão temporária de 30 dias, expedido pela Justiça daquela Comarca. Ele é suspeito de violência doméstica, tentativa de homicídio, disparo de arma de fogo e, inclusive, atear fogo onde estava a companheira e mais duas crianças.
O delegado Raimundo Rolim explica que instaurou Inquérito Policial para apurar várias denúncias de violência doméstica, lesão corporal, ameaça, tentativa de homicídio, disparo de arma de fogo em via pública, dano, e, inclusive, queimaduras nas costas de um bebê.
Essas agressões teriam sido praticadas contra a ex-companheira de Erivan, ainda no ano de 2014. Com isso, diante dos depoimentos, o delegado apresentou representou pela prisão temporária do investigado.
A ex-companheira de Erivan Soares foi vítima reiteradamente de agressões físicas que deixaram marcas e cicatrizes por todo corpo, inclusive com ameaças de morte e duas tentativas de homicídio, quando Erivan teria ateado fogo na casa da ex-companheira e de sua irmã, com mais duas crianças dentro.
Apesar disso, a vítima compareceu na delegacia de São Gonçalo, acompanhada de advogadas, e chegou a pedir que o ex-companheiro fosse solto, situação que deixou os policiais e até os advogados perplexos.
Além desses crimes contra a ex-companheira, o delegado Raimundo Rolim informou que está investigando as queimaduras sofridas por um bebê em um desses atentados praticados pelo suspeito.
Portal BO