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domingo, 29 de janeiro de 2017

Pessoas que passam mais tempo nuas são mais felizes, diz estudo

As pessoas foram avaliadas antes de tirar roupa depois de vesti-la

Os resultados revelaram que estar nu e estar junto de pessoas sem roupa faz bem tanto para a imagem do corpo, como para a autoconfiança


As pessoas que passam mais tempo nuas são mais felizes do que a gente que anda sempre vestida, revelou um cientista do Reino Unido. Segundo uma pesquisa, os que praticaram naturismo por muito tempo gostam mais de seu corpo e sentem uma maior satisfação e confiança em si mesmos.
Os pesquisadores verificaram que os britânicos que antes passavam tempo nus ou estavam junto a gente nua que pegava banhos de sol, eram mais felizes do que as pessoas que usavam mais roupa. A pesquisa feita online abrangeu 850 pessoas de várias idades, religiões e tamanhos. As pessoas foram avaliadas antes de tirar roupa depois de vesti-la.
Os resultados revelaram que estar nu e estar junto de pessoas sem roupa faz bem tanto para a imagem do corpo, como para a autoconfiança. O doutor Keon West, pesquisador da Universidade Goldsmiths em Londres, afirma que as vantagens psicológicas da nudez devem ser examinadas mais detalhadamente para ajudar a resolver problemas ligados à insatisfação.
Fonte: Com informações do Sputnik Brasil

terça-feira, 8 de março de 2016

Violência doméstica mata cinco mulheres por hora diariamente em todo o mundo

A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) Action Aid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente.
A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os diretos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhões de mulheres.
“A intenção do relatório é fazer um levantamento sobre as diversas formas de violência que a mulher sofre no mundo. Na África, por exemplo, temos países que até hoje têm práticas de mutilação genital. Aqui, na América Latina, o Brasil é o quinto país em violência contra as mulheres. Segundo dados do Instituto Avon, três em cada cinco mulheres já sofreram violência nos relacionamentos em nosso país”, informa a assistente do programa de direitos das mulheres da Action Aid Brasil, Jéssica Barbosa.
O relatório considera as diferenças regionais entre os países e, além disso, observa o universo de denúncias subnotificadas, de mulheres que sofrem assédio, estupro ou outros tipos de violência e têm vergonha de denunciar.
“A forma de contar é sempre muito difícil, existe uma cultura de silenciar a violência contra a mulher. É a cultura da naturalização, onde há um investimento social para naturalizar a violência contra a mulher com o que se ouve na música, nas novelas, na rua. Tudo isso é muito banalizado e a mulher se questiona: 'será que o que aconteceu comigo foi uma violência? Será que se eu denunciar vão acreditar em mim?”, diz Jéssica Barbosa.
No Brasil, a organização promove a campanha Cidade Segura para as Mulheres, que busca o compromisso do Poder Público com uma cidade justa e igualitária para todos os gêneros.
“Muitas mulheres não conseguem exercer seu direito de ir e vir. A cidade não foi pensada para as mulheres, os becos são muito estreitos e escuros no Brasil. É necessário que haja o empoderamento das mulheres para superar a situação de violência. Por mais que o Estado tenha a obrigação de garantir instrumentos, é preciso que a gente invista na autonomia dessas mulheres”, acrescenta Jéssica.
Portal Terra

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Casais usam ruínas de antigo balneário para a prática de sexo

O prédio localizado na Via Costeira também é frequentado por usuários de drogas

Um prédio abandonado localizado na Via Costeira, zona Leste de Natal vem se tornando motivo de preocupação para a Polícia Militar e de insegurança para alguns banhistas. As salas desativadas estão sendo utilizadas por casais para a prática de sexo ao ar livre e consumo de drogas.
A denúncia partiu de hóspedes e funcionários de hotéis da região que com frequencia testemunham pessoas chegarem de carro e tranquilamente entrar nas ruínas do prédio onde antes funcionava o Vale das Cascatas.
Em todos os cômodos é possível constatar vestígios de que a denúncia de fato tem fundamento. São preservativos usados espalhados por todo o ambiente assim como latas de refrigerante com pequenos furos que são utilizadas para o consumo de crack.
De acordo com o tenente Andrei, oficial da Companhia de Turismo, há muito tempo que este problema é uma realidade e que vários assaltos já foram registrados no local. "Esse prédio abandonado só prejudica nosso plano de segurança, algumas pessoas, principalmente casais, acabam desafiando o crime focando vulneráveis em um local extemamente propício a ocorrer situações de risco", informou.
O antigo balneário, ainda segundo a polícia, não possui nenhuma vigilância e pode ser alvo da fiscalização da secretaria de saúde, visto que duas piscinas também sem nenhum uso continuam acumulando água que fica parada gerando a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. 
Portal BO

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Nesta sexta-feira, dia 06 de setembro, é Dia do Sexo

Nesta sexta-feira, dia 06 de setembro é comemorado o Dia do Sexo. A data é comemorada  desde 2008, após uma ação de marketing da marca de preservativos Olla, que desde então encabeça uma campanha para levar o dia em comemoração ao sexo ao  calendário oficial.  Não demorou muito para o movimento cair nas graças do público e virar um bom motivo para um clima a dois.

06 de setembro, dia do sexo

O dia em comemoração ao sexo é celebrado desde 2008