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domingo, 11 de junho de 2017

Vendedor da NET é suspeito de assediar cliente por WhatsApp: ‘Que peito lindo’ - Caso terminou na polícia após BO da cliente

Um consultor de vendas da NET é suspeito de assediar uma cliente na Vila Mariana, na Zona Sul de São Paulo. O homem enviou mensagens como “peito lindo” e “bum bum [SIC] delicioso”. A estudante, que é menor de idade, reuniu as provas e registrou um boletim de ocorrência. A operadora disse que está averiguando o caso.
A vítima seguia a pé até a estação Chácara Klabin do Metrô, por volta das 11h50 de quinta-feira (8), quando foi abordada por um consultor de vendas. Ela se interessou pelo plano oferecido, mas estava com pressa, e apenas se cadastrou para receber mais informações.
“Inicialmente, ele foi muito profissional. Em nenhum momento me desrespeitou ou me assediou. Estava uniformizado, usava crachá, e por isso não vi nenhum problema em deixar meu telefone para entender os planos de telefonia e internet com calma, em outro momento”, contou ao portal G1 a adolescente de 17 anos.
Uma hora mais tarde, entretanto, as mensagens do consultor de vendas começaram a chegar via Whatsapp. “Ele me mandou ‘oi linda’, elogiou e eu agradeci. Depois, esperei as propostas de planos, mas recebi aquelas mensagens nojentas e fiquei desacreditada”, disse a estudante do Ensino Médio.
As mensagens elogiavam o corpo da jovem e relatavam a excitação do homem, que usava linguagem de baixo calão. “Eu não estava acreditando. Em nenhum momento dei liberdade para que ele me dissesse aquelas coisas. Não tem cabimento nenhum.”
Ela repreendeu a atitude do vendedor, demonstrando sua indignação, informou que o denunciaria e o bloqueou no aplicativo de mensagens instantâneas. “Em seguida, escrevi um relato e postei no Facebook para conscientizar as pessoas sobre o que passamos, mostrar que feminismo não é ‘mimimi’. É fundamental para acabar com esse tipo de atitude.”
Portal no Ar

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Condenado estuprou enteada de 7 anos e encarcerou família no RN - Crimes ocorreram em uma residência na zona rural de Nísia Floresta

O juiz Rainel Batista Pereira Filho, da Comarca de Nísia Floresta, condenou um homem acusado de praticar diversos crimes (alguns de natureza sexual) contra sua companheira e os filhos dela na zona rural daquele Município, durante dois anos, a uma pena de 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime fechado para o início do cumprimento da pena.
O acusado foi denunciado pelo Ministério Público pela prática dos crimes de lesão corporal, ameaça, cárcere privado, estupro de vulnerável e satisfação de lascívia perante criança praticado contra sua companheira e contra os dois filhos dela, um casal de crianças..
Segundo a peça acusatória, o homem manteve sua companheira e as crianças em cárcere privado, sob constante ameaça, por aproximadamente dois anos, em uma residência localizada em Boágua, no Município de Nísia Floresta, desprovida de abastecimento de água e energia elétrica, só podendo sair de casa acompanhados do acusado.
Ele também teria praticado sexo e outros atos libidinosos por reiteradas vezes com a sua enteada, de 7 anos de idade na data dos fatos, ainda no período do cárcere. Ou seja, por aproximadamente um mês, o padastro teria abusado sexualmente da menina, consistente na prática de conjunção carnal e outros atos libidinosos, muitas vezes na presença do irmão dela.
De acordo com o MP (que ofereceu a denúncia em 5 de julho de 2012), o acusado angariava o sigilo dos menores valendo-se de ameças de morte, direcionadas normalmente para a mãe das vítimas infantes. As três vítimas também teriam sido submetidas a diversas lesões corporais e que, durante o período, eram mantidas sob ameaças de morte proferidas com a utilização de uma faca e um ferro longo e pontiagudo. A denúncia também menciona a existência de lesões corporais no menor garoto.
Julgamento
Quando julgou a ação penal, o magistrado reconheceu a extinção de punibilidade do acusado, relativamente aos crimes de lesão corporal e ameaça, por estarem prescritos em virtude de já ter se passado mais de cinco anos (termo inicial da prescrição tem a data de 05 de julho de 2012) sem que o Estado tenha imposto pena quanto a estes crimes.
Quanto aos demais crimes, houve condenação do acusado baseado nas provas constantes nos autos da ação penal, especialmente nos depoimentos das vítimas, de testemunhas (como de policiais militares e conselho tutelar) e do próprio acusado.
Se baseando na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, o juiz considerou que os delitos cometidos ocorreram em âmbito doméstico, distante de vizinhos ou pessoas que pudessem testemunhar sobre os atos praticados pelo acusado, de modo que as palavras das vítimas ganham especial relevo como elemento probatório, desde que dotadas de coerência e linearidade, bem como não contrárias as demais provas produzidas.
“Os depoimentos das vítimas apresentam consistência e congruência uns com os outros, bem como com os demais elementos probatórios colacionados aos autos, sendo, muitas vezes, confirmados pelos depoimentos das testemunhas, de modo que merecem força como elemento de prova”, considerou.
Ao condenar o padastro das crianças, o magistrado negou-lhe o direito de recorrer em liberdade, por considerar reincidente o agora condenado e os contornos concretos que envolvem o delito apreciado, praticado contra crianças de pouca idade, no ambiente doméstico de convivência, o que demonstra o desrespeito aos mínimos padrões sociais e denotam a periculosidade do réu.
“Com isso, entendo presente a necessidade de acautelar-se a ordem pública, de forma a impedir que o condenado volte a delinquir, assim NEGO O DIREITO A RECORRER EM LIBERDADE”, decidiu Rainel Batista.
Portal no Ar

terça-feira, 9 de maio de 2017

Idoso acusado de abusar de criança de seis anos é preso em Ceará-Mirim

Mãe de uma das crianças denunciou o idoso depois de descobrir o que acontecia

Sebastião, que fazia transporte escolar alternativo, foi acusado por seis crianças por abuso sexual, todas elas com idade média de seis anos

Policiais Civis efetuaram a prisão de Sebastião de Souza Macedo, de 66 anos, na tarde desta terça-feira 9.
Sebastião, que fazia transporte escolar alternativo, foi acusado por seis crianças por abuso sexual, todas elas com idade média de seis anos.
Segundo a Polícia, antes de levar as crianças para casa, o acusado as levava para uma lagoa, onde mandava as crianças do sexo feminino tirarem a roupa, para que ele tocasse e cheirasse seus órgãos genitais.
A mãe de uma das crianças denunciou o idoso depois de descobrir o que acontecia.
No momento da prisão, Sebastião estava em sua casa, num assentamento agrícola, na zona rural de Ceará-Mirim.
Agora RN

domingo, 23 de abril de 2017

Após sumiço, figurinista da Globo reaparece e da queixa contra José Mayer; saiba a reação dele

E a história envolvendo a acusação de assédio de José Mayer contra uma figurinista na Globo acaba de ganhar um novo capítulo. Após a Globo afastar o ator e atrizes fazerem campanha contra o assédio moral e sexual, a figurinista Su Tonani havia desaparecido, contrariando as expectativas que ela daria queixa na polícia contra o veterano global. No entanto, após o sumiço Su Tonani acaba de reaparecer. É o que informa a jornalista Keila Jimenez.

A profissional decidiu contar à polícia tudo o que aconteceu nas ocasiões em que diz ter sido assediada pelo ator da Globo. O depoimento oficial dela deve ocorrer no início da próxima semana, no Rio. O fato é que algumas pessoas tentaram dissuadi-la de levar o caso adiante, mas outras famosas deram força para a denúncia.

A família de José Mayer, por sua vez, está totalmente do lado dele. Eles fecharam suas contas nas redes sociais e estão com ele em uma casa na região serrana do Rio. A ordem é que todos eles fiquem o mais isolados que puderem. José Mayer deverá ser chamado para depor após a formalização do depoimento oficial de Su Tonani.

domingo, 9 de abril de 2017

Valesca Popozuda, vítima de assédio: ‘Eu chorava sem parar’

(ERNANI D' ALMEIDA/VEJA)

Em depoimentos, mulheres vencem o medo e a vergonha e relatam episódios de assédio sexual

Valesca Popozuda, cantora, 38 anos: “Eu estava no início da carreira quando um empresário entrou no meu camarim, disse umas coisas e colocou o pênis para fora. Eu estava usando um babyliss e encostei o aparelho quente nele. Hoje, a situação pode até parecer engraçada, mas não foi. Eu chorava sem parar. Nunca contei a ninguém por medo. Medo de que não acreditassem em mim.”
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Roteirista da Globo faz manifesto sobre assédio nos bastidores

Alessandra Colasanti e José Mayer (Facebook/TV Globo) (Facebook/TV Globo)

Acusação contra José Mayer fez com que várias funcionárias da emissora se manifestassem contra o machismo e o assédio

Depois da polêmica envolvendo José Mayer e a figurinista Susllem Tonani, uma roteirista do Adnight e também atriz da Globo, Alessandra Colasanti lançou um manifesto em seu perfil no Facebook falando sobre assédios que mulheres sofrem nos bastidores da emissora ou no teatro. “Imagina se rolasse a campanha #meuprimeiroassédionotrabalho. Ou algo semelhante. Não ia sobrar pedra sobre pedra. Eu já fui assediada por diretores tanto no teatro quanto da Rede Globo. Quem nunca?”, publicou.

Até a manhã desta quinta-feira, o post já tinha mais de trinta comentários e 140 curtidas. Entre as respostas, está uma declaração da própria roteirista. “Um diretor de teatro disse que ia chupar a minha b**eta (assim mesmo) no meio de uma cena sendo marcada, com outros atores em cena. Um diretor de TV também beijou a minha boca sem o meu consentimento”, escreveu ela.
Outras mulheres responderam ao manifesto de Alessandra, contando situações que já enfrentaram. “Sempre, perdi até a conta. Só diminuiu quando comecei a envelhecer e é um alívio. Mas também já vi muitas mulheres assediarem homens, inclusive na TV Globo”, escreveu uma. “Falas escrotas como ‘nossa, como tá gostosa hein?, no set de gravação, na frente de toda a equipe, quem nunca?”, comentou outra. “Um outro diretor que já virou pó ‘escolhia’ as modelos e atrizes que tivessem dentes bonitos pra conversar e depois sugeria jantares e assim ia, ele fazia questão de dizer isso, se a mulher tinha dente bom, bonito ele se aproximava, muito bizarro”, completou outra.
Agora RN

sábado, 10 de dezembro de 2016

Após caso de assédio, Biel tenta soar feminista em novo single - ‘Ninguém Segura Ela’ foi lançado nesta sexta-feira no Spotify e no iTunes

O cantor MC Biel chega para o lançamento de uma casa de eventos, no Rio (Marcos Fernandes//)
Depois de prometer poupar a música brasileira da sua obra, MC Biel está de volta. E, ao que tudo indica, quer limpar sua barra. O cantor, que anunciou uma pausa na carreira depois de ser acusado de assediar sexualmente uma repórter durante uma entrevista coletiva, pôs no ar nesta sexta-feira, no iTunes e no Spotify, um single com viés feminista. Ninguém Segura Ela fala de uma garota poderosa, que deixa marmanjos babando por onde passa e que não está nem aí, porque é uma menina forte e decidida, que não deve satisfação a ninguém.
“Ela nunca olha pra trás / ela sabe o que quer / ela sabe o que faz”, diz trecho da letra. “Onde passa, incomoda / E quem perdeu agora chora.”
Se na forma de abordar a mulher Biel procura demonstrar alguma evolução, musicalmente ele fica na mesma. A faixa é feita de batidas sintéticas e a voz do cantor parece toda retrabalhada no AutoTune, aquele software que é uma espécie de Photoshop da voz e socorre cantores pop mundo afora.
Confira o clipe abaixo:

O caso de assédio 

A jornalista Giulia Pereira, 21, registrou boletim de ocorrência na 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo, acusando o cantor de assédio sexual durante uma entrevista que ela fazia para o portal iG. Durante a conversa, gravada em áudio e vídeo, Biel chamou a repórter diversas vezes de “gostosa” e, ao saber que ela tinha uma idade próxima à dele, que tem 20 anos, disse: “Idade não significa nada. Se te pego, te quebro no meio”.
Quando o caso foi divulgado, em junho, Biel foi às redes sociais pedir desculpas, afirmando que havia amadurecido após a situação. Mas no fim de julho ele foi filmado em um show, cantando uma das frases que levaram a jornalista a denunciá-lo: “Tá gostosinha, te quebro no meio”. Depois, durante uma entrevista ao TV Fama, da RedeTV!, Biel, questionado sobre o que faria se voltasse a encontrar a jornalista, respondeu que a primeira coisa que faria seria falar sobre o quanto ela prejudicou sua carreira.
O funkeiro voltou a ser criticado quando usuários do Twitter resgataram diversas mensagens antigas postadas pelo jovem na rede social. Nos tuítes, Biel destilou preconceito e falou mal de muita gente, de Angélica a Fátima Bernardes. Poucos dias depois, ele anunciou que daria uma pausa na carreira para se dedicar a outras atividades, como os estudos, e afirmou que apenas cumpriria a agenda de shows que já estava marcada. Pouco mais de um mês depois, porém, ele voltou à ativa e publicou uma foto em que aparecia gravando em um estúdio.
Em outubro, Biel fez um acordo com a promotoria, pelo qual deveria doar 4.400 reais a uma instituição de caridade.
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Cantada de rua poderá ser punida com multa em Buenos Aires

Assédio sexual nas ruas (iStock/Getty Images)

As penas vão de dez dias de trabalho comunitário a multa de 1.000 pesos, equivalente a 212 reais

As cantadas inconvenientes e grosseiras estão com os dias contados em Buenos Aires. Uma lei aprovada na capital argentina nesta semana prevê punição para o assédio sexual nas ruas da cidade – as penas aos infratores vão de dez dias de trabalho comunitário a multa de 1.000 pesos, equivalente a 212 reais.
A nova legislação visa prevenir e punir o assédio sexual que agrida, maltrate, intimide e afete a dignidade, a liberdade, a livre circulação e o direito à integridade física ou moral das pessoas com base em seu gênero, identidade ou orientação sexual, reportou o jornal La Nación.
Segundo a lei, o assédio sexual verbal ou físico engloba “todo comportamento unilateral de uma ou mais pessoas, baseado em gênero, identidade e orientação sexual, contra outras que não desejam ou rejeitam aquele comportamento”.
O texto, do parlamentar Pablo Ferreyra, explica que o assédio pode se manifestar por meio de “comentários sexuais, diretos ou indiretos sobre o corpo, fotografias e gravações sem autorização de partes íntimas, contato físico impróprio ou sem consentimento, perseguição, encurralamentomasturbação e exibicionismo”.
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terça-feira, 14 de junho de 2016

CCJ aprova PL que prevê tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres

Agressor de violência doméstica e familiar contra a mulher poderá ser obrigado a utilizar equipamento eletrônico de monitoramento para fins de fiscalização imediata


Por Redação
O monitoramento eletrônico para quem pratica violência doméstica e familiar contra a mulher, seus familiares ou testemunhas e a instituição do Programa de Prevenção e Conscientização da Prática de Assédio Moral e Sexual Cyberbullying, através da Internet, nas escolas públicas e privadas, foram dois dos projetos aprovados na reunião desta terça-feira (14) da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ).
“Esses foram Projetos em destaque na pauta de votação da CCJ, nesta terça-feira, que apreciou e votou outras sete matérias. Também foram distribuídas para os relatores sete projetos que serão relatados na próxima reunião”, afirmou o presidente da Comissão, deputado Albert Dickson (PROS).
Pelo Projeto de autoria da deputada Márcia Maia (PSDB), que trata da prática de assédio pela internet, o agressor de violência doméstica e familiar contra a mulher poderá ser obrigado a utilizar equipamento eletrônico de monitoramento para fins de fiscalização imediata e efetiva das medidas protetivas de urgência, constantes da Lei Federal 11.340 de 2006.
Já o Projeto de Lei 031/16 de autoria do deputado Kelps Lima (Solidariedade) dispõe sobre o monitoramento eletrônico de agressor de violência doméstica que esteja cumprindo alguma das medidas protetivas de urgência, constante da Lei Federal 11.340, de 2006, bem como medida cautelar diversa da prisão.
Outra matéria que estava na pauta foi o Projeto de Lei Complementar que altera a Lei 261 de 2003, que instituiu o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP), que teve pedido de vista do deputado Kelps Lima (Solidariedade).
Participaram da reunião os deputados Albert Dickson, Galeno Torquato (PSD), Cristiane Dantas (PCdoB), José Adécio (DEM), Kelps Lima, Márcia Maia (PSDB) e Carlos Augusto (PSD).
Portal no Ar

sábado, 28 de maio de 2016

RN tem 1.472 denúncias de violência sexual em quatro anos

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, como o que ocorreu no último sábado (21), no Rio de Janeiro – onde uma jovem de 16 anos foi brutalmente violentada – também alimentam estatísticas alarmantes no Rio Grande do Norte.
Dados da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), apontam que 49% dos boletins de ocorrência registrados somente em 2015, são denúncias de violência sexual contra crianças e jovens de 0 na 18 anos. Os registros mostram que dos 712 casos recebidos na especializada, 348 foram de crimes sexuais.
Em 2015, dados da DCA revelam que Natal teve 139 estupros a vulnerável, ou seja, vítimas com até 14 anos de idade, e 34 estupros de adolescentes entre 15 e 18. Segundo a titular da especializada, delegada Dulcineia Costa, os de Natal que mais concentram casos estão na Zona Norte. Os bairros que lideram o ranking são de Nossa Senhora da apresentação, com 32 casos, seguido de Lagoa Azul, com 28, Felipe Camarão, com 19, seguido de Pajuçara e do Planalto, ambos com 14. Nos últimos quatro anos, 1.472 denúncias relacionadas a violência sexual.
Tribuna do Norte / Por Robson Pires

Piauí registra novo caso de estupro coletivo



Jovem de 17 anos foi drogada e estuprada por cinco homens no município de Bom Jesus, a 635 km ao sul de Teresina



Por da Agência Brasil
Uma jovem de 17 anos foi drogada e estuprada por cinco homens no município de Bom Jesus, a 635 km ao sul de Teresina, na sexta-feira da semana passada. A vítima foi encontrada seminua e amordaçada com a própria roupa em uma construção no centro da cidade. O crime foi praticado por um jovem de 18 anos e quatro menores, com idades entre 15 e 17 anos, que foram apreendidos. Ontem, o juiz de Bom Jesus, Heliomar Rios Ferreira, determinou a soltura dos quatro jovens.
A garota foi socorrida e levada para o Hospital Regional de Bom Jesus, onde foi feito exame de corpo de delito. A vítima chegou a ficar em coma induzido durante a recuperação.
Em depoimento à polícia, os adolescentes negam participação no estupro e confirmam que o jovem de 18 anos manteve relações sexuais com a menor. O rapaz de 18 anos confessou que teve relações sexuais, mas negou o uso de violência. Ele continua preso.
De acordo com o delegado Aldely Fonteneli, o laudo pericial confirmou que houve estupro, mas falta a comprovação do envolvimento dos adolescentes. A polícia fez coleta de material genético e o resultado dos exames deve demorar um mês.
A promotora Gabriela Almeida Santana disse que se surpreendeu com a normalidade com que os menores encararam o abuso praticado contra a jovem. “Como eles estão na mesma cela, a impressão é que eles combinaram depoimentos. Nenhum dos quatro esboçou arrependimento. Eles negam participação e se mostraram muito tranquilos, falam a mesma versão com riqueza de detalhes. Não acredito na versão”, disse.
Ela havia pedido a transferência dos quatro menores para o Centro de Internação Provisória, em Teresina. Eles estariam sofrendo ameaças. O juiz negou e determinou a soltura.
Há um ano, quatro adolescentes sofreram um estupro coletivo em Castelo do Piauí, 194 km ao norte de Teresina. As vítimas, que tinham entre 15 e 17 anos, foram espancadas, apedrejadas, estupradas, amarradas e jogadas de um penhasco de oito metros de altura. Uma delas, Danielly Rodrigues Feitosa, de 17 anos, morreu.
Portal no Ar

Ato contra violência sexual estende varal com roupas sujas de sangue no Rio




Um varal com 33 peças de roupa sujas de "sangue" foi estendido em frente ao hotel Copacabana Palace


Por Estadão Conteúdo
Um ato contra a violência sexual e em apoio à jovem de 16 anos vítima de um estupro coletivo na zona oeste do Rio ocupa as areias da praia de Copacabana, na zona sul da cidade, na manhã deste sábado (28). Um varal com 33 peças de roupa sujas de “sangue” foi estendido em frente ao hotel Copacabana Palace e chamou a atenção de quem passava pelo local.
O número de roupas estendidas é uma referência aos 33 homens que participaram do estupro coletivo, de acordo com o depoimento da adolescente à polícia. A organização do ato também planejava distribuir 130 rosas para mulheres que passassem pelo local, em alusão aos 130 estupros diários que ocorrem no Brasil.
Além do varal, os ativistas ainda colocaram cartazes com os dizeres “Não me estupre”, “Mulheres não merecem violência, mulheres merecem flores” e “Violência não é um sinal de força, é um sinal de desespero e fraqueza”.
Ontem à noite, dezenas de manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no centro da cidade. Os manifestantes estenderam faixas contra a violência sexual e depois saíram em marcha até o Palácio Capanema, sede do Ministério da Cultura no centro do Rio, onde há uma ocupação de ativistas contra o governo do presidente em exercício Michel Temer (PMDB).
Portal no Ar

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Pais trocam virgindade da filha de 12 anos por uma vaca

Adolescente era abusada pelo menos duas vezes por semana (Foto: Reprodução/Rede Record)

Misteriosamente, o pai da adolescente foi assassinado. A menina, hoje com 14 anos, está grávida


Por Redação
Uma menina de 12 anos, virgem, teria sido trocada por uma vaca no município de São Cristóvão, em Sergipe. O fato, que é investigado pela Justiça local, foi revelado ao Brasil pelo programa Repórter Record. O ‘comprador’ – um comerciante de 44 anos – abusava da adolescente pelo menos duas vezes por semana, segundo as investigações.
A história da menina foi exibida na quinta-feira (12), na Rede Record. Foram no mínimo oito meses de violência até que o comerciante, de nome José dos Anjos, foi preso, em 2014. A família da menina contou que eles eram ameaçados pelo agressor. Misteriosamente, o pai da adolescente foi assassinado. A jovem, hoje com 14 anos, está grávida.
Portal no Ar

terça-feira, 8 de março de 2016

Violência doméstica mata cinco mulheres por hora diariamente em todo o mundo

A violência doméstica é responsável pela morte de cinco mulheres por hora no mundo, mostra a organização não governamental (ONG) Action Aid. A informação é resultado de análise do estudo global de crimes das Nações Unidas e indica um número estimado de 119 mulheres assassinadas diariamente por um parceiro ou parente.
A ActionAid prevê que mais de 500 mil mulheres serão mortas por seus parceiros ou familiares até 2030. O documento faz um apelo a governos, doadores e à comunidade internacional para que se unam a fim de dar prioridade a ações que preservem os diretos das mulheres. O estudo considera dados levantados em 70 países e revela que, apesar de diversas campanhas pelo mundo, a violência ou a ameaça dela ainda é uma realidade diária para milhões de mulheres.
“A intenção do relatório é fazer um levantamento sobre as diversas formas de violência que a mulher sofre no mundo. Na África, por exemplo, temos países que até hoje têm práticas de mutilação genital. Aqui, na América Latina, o Brasil é o quinto país em violência contra as mulheres. Segundo dados do Instituto Avon, três em cada cinco mulheres já sofreram violência nos relacionamentos em nosso país”, informa a assistente do programa de direitos das mulheres da Action Aid Brasil, Jéssica Barbosa.
O relatório considera as diferenças regionais entre os países e, além disso, observa o universo de denúncias subnotificadas, de mulheres que sofrem assédio, estupro ou outros tipos de violência e têm vergonha de denunciar.
“A forma de contar é sempre muito difícil, existe uma cultura de silenciar a violência contra a mulher. É a cultura da naturalização, onde há um investimento social para naturalizar a violência contra a mulher com o que se ouve na música, nas novelas, na rua. Tudo isso é muito banalizado e a mulher se questiona: 'será que o que aconteceu comigo foi uma violência? Será que se eu denunciar vão acreditar em mim?”, diz Jéssica Barbosa.
No Brasil, a organização promove a campanha Cidade Segura para as Mulheres, que busca o compromisso do Poder Público com uma cidade justa e igualitária para todos os gêneros.
“Muitas mulheres não conseguem exercer seu direito de ir e vir. A cidade não foi pensada para as mulheres, os becos são muito estreitos e escuros no Brasil. É necessário que haja o empoderamento das mulheres para superar a situação de violência. Por mais que o Estado tenha a obrigação de garantir instrumentos, é preciso que a gente invista na autonomia dessas mulheres”, acrescenta Jéssica.
Portal Terra

Relatos de violência sexual aumentaram 129% em 2015 no Ligue 180



O Ligue 180 é um serviço gratuito e confidencial do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos


Por Agência Brasil
A Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) contabilizou no ano passado, em comparação a 2014, aumento de 44,74% no número total de relatos de violência e de 129% no número de relatos de violência sexual (estupro, assédio, exploração sexual), com a média de 9,53 registros por dia.
Do total de 3.478 relatos de violência sexual registrados em 2015, 2.731 eram de estupro (78,52%); 530 de exploração sexual (15,24%); e 217 de assédio sexual no trabalho (6,24%). A Central de Atendimento à Mulher também constatou que houve aumento de 325% nos relatos de cárcere privado, com a média de 11,8 registros por dia.
O balanço divulgado hoje (8), Dia Internacional da Mulher, também contabilizou em 2015 aumento de 154% no número de estupros registrados, com a média de 7,5 casos por dia, e aumento de 102% no número de relatos de exploração sexual, com a média de 44 registros por mês. A cada três horas, um estupro é relatado ao Ligue 180, segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).
Atendimentos no Ligue 180
De acordo com a SPM, a Central de Atendimento à Mulher fez 749.024 atendimentos em 2015. Foram, em média, 62.418 por mês e 2.052 por dia. O número é 54,4% superior a 2014, com 485.105 atendimentos. Desde a sua criação, em 2005, a Central já registrou 4,8 milhões de atendimentos.
Do total de atendimentos de 2015, 10,23% (76.651) corresponderam a relatos de violência, dos quais 58,86% foram cometidos contra mulheres negras. Entre os relatos, 50,16% corresponderam à violência física; 30,33% à violência psicológica; 7,25% à violência moral; 2,10% à violência patrimonial; 4,54% à violência sexual; 5,17% a cárcere privado; e 0,46% ao tráfico de pessoas.
O Ligue 180 é um serviço gratuito e confidencial do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. A Central recebe denúncias de violência, reclamações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher e orienta as mulheres sobre seus direitos e a legislação vigente, encaminhando-as para outros serviços quando necessário.
Portal no Ar

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Adolescente desmaia ao reconhecer homem que a estuprou em Parnamirim - Mãe e filha foram estupradas durante um assalto a uma residência no bairro de Bela Parnamirim. Dupla detida nega a violência sexual

Euclides Tomas, de 18 anos, e Jeová Soares, de 23 anos, suspeitos pelo assalto à uma residência e pelo estupro de mãe e filha – uma adolescente – foram detidos nessa quarta-feira (25) e confessaram o roubo, mas negaram qualquer tipo de violência sexual.
Porém, não é isso o que as vítimas afirmaram. O patriarca da família, José Ferreira, de 35 anos, foi até a 1ª DP – onde os suspeitos foram autuados – e reconheceu os dois, afirmando que Jeová foi o responsável pelos estupros. As mulheres, ainda muito abaladas, fizeram o reconhecimento apenas por meio de fotografias.
Ambas também confirmaram que Jeová e Euclides participaram do crime. Segundo informações dos policiais, a adolescente de 14 anos chegou a desmaiar quando viu a imagem de Jeová.
Para o delegado da 1ª DP de Parnamirim, Júlio César, não há dúvidas que a autoria dos crimes seja de Euclides e Jeová, tendo inclusive os mesmos confessado o assalto a casa. “Este é um caso de resposta rápida e efetiva da Polícia Civil. Mesmo não assumindo o abuso sexual, temos provas suficientes para identificar o autor do estupro”, destacou.
Euclides e Jeová foram flagranteados pelos crimes de roubo qualificado e estupro e já foram encaminhados para o Sistema Prisional.
A prisão
Após diligencias e de encontrarem o carro da família abandonado, Euclides e Jeová foram localizados pela equipe da 1ª DP na tarde da quarta-feira em uma granja, localizada no bairro Nova Esperança, também em Parnamirim. Com a dupla os policiais apreenderam diversos pertences das vítimas, subtraídos durante o assalto, além de um revólver, utilizado durante o crime.
Agora RN

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Jovem é presa por filmar sexo com criança de três anos


Adolescente foi está detida numa instituição para menores. Foto: Divulgação
Adolescente foi está detida numa instituição para menores. Foto: Divulgação

A garota de 14 anos alegou que não se lembra de ter feito o vídeo porque estava bêbada no hora da gravação


Uma adolescente de 14 anos de idade foi presa e está em um centro de detenção juvenil, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Ela fez um vídeo de cunho sexual com uma criança de apenas três anos.
O vídeo foi publicado em sua página do Facebook e causou indignação. O delegado da cidade disse ao “SMN Weekly” que, após a publicação do vídeo, a polícia recebeu centenas de telefonemas inconformados.
Após as denúncias, a polícia localizou a adolescente e foi até sua casa. A jovem confessou ser a autora do vídeo e alegou que só o gravou por que estava muito bêbada.
A adolescente foi detida na sexta-feira (20), acusada de conduta sexual criminosa com um menor.
O delegado declarou que “Este é um caso devastador em que uma criança inocente está sendo abusada e aproveitada por aqueles em que ela deveria ter sido capaz de confiar”. E também fez um apelo para os pais: “Você precisa saber o que seus filhos estão fazendo”.
Fonte: IG

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Pastor é preso por orgias nos ‘encontros de aprofundamento’

O acusado selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os "encontros de aprofundamento"


No município mineiro de João Monlevade, um pastor de 36 anos foi preso após denúncias de que ele estaria promovendo encontros sexuais coletivos entre os fiéis da “Igreja do Reavivamento Divino”.
Segundo testemunhas ouvidas na 27ª Delegacia Regional João Monlevade, o pastor Gibran Henrique induzia os evangélicos a deturpações das leituras bíblicas para que os mesmos se despissem de suas roupas e de sua moral.
Giovana Duarte Sarmento, estudante de 27 anos disse em depoimento que o pastor selecionava as moças e rapazes de beleza mais evidente para os “encontros de aprofundamento”, nestes encontros ele afirmava que para entrar em conexão direta com Deus precisariam tirar as roupas e tomar o sangue de Cristo, que era representado por cálices de Cabernet Sauvignon.
Depois de dezenas de cálices de vinho o pastor Gibran promovia a chamada “comunhão com os irmãos”, que segundo depoimento de Letícia Duila Cabral, radialista de 26 anos, seria uma espécie de abraço coletivo onde todos deveriam sentir integralmente o corpo dos irmãos.
O depoimento mais chocante foi o da enfermeira Melissa Farias, que aos 32 anos, que viveu momentos de horror que jamais deseja lembrar. Segundo ela o pastor Gibran dizia que quem quer ser amado precisa amar, que era preciso amar ao próximo como a ti mesmo… Só que o “amor” neste caso seria um eufemismo de sexo. E ela confessou ter sido submetida a sessões de “sexo pervertido” com dois irmãos simultaneamente.
O pastor Gibran se defende argumentando que o Brasil em sua Constituição Federal garante liberdade de culto as religiões, e que a “igreja do Reavivamento Divino” acredita na libertação da alma por meio de orgasmos. E que mesmo se for preso converterá na prisão muitas almas para o seu senhor.
O município de João Monlevade era uma espécie de Meca da “igreja do Reavivamento Divino”. Com a prisão de seu maior líder, a igreja deve encerrar suas atividades em nosso país. O pastor Gibran pede orações e ajudas financeiras para custear as despesas decorrentes de sua defesa jurídica.
Fonte:Sobral 24 Horas

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Professoras são presas por fazer sexo com alunos durante excursão

As professoras vão responder pelo crime na próxima quarta-feira (21)


Duas professoras americanas foram presas no domingo (18/01/2015) após fazerem sexo com alunos durante excursão na praia de San Clemente, na Califórnia, segundo o “The Mirror”. As viagens aconteceram em novembro do ano passado, e elas tiveram relações sexuais com pelo menos dois alunos.
Melody Lippert, de 38 anos, viajou pela primeira vez com o grupo de alunos, mantendo relações com um deles. Depois de algumas semanas, Melody resolveu convidar a amiga, também professora da South Hills High School, para viajar com ela. De acordo com o “The Mirror”, elas beberam demais e fizeram sexo com pelo menos dois alunos.
Fonte: iBahia

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Polícia prende homem com adolescentes em motel na Praia do Meio

 
Um homem foi preso em flagrante nesta quinta-feira, 24, em um quarto de motel na Praia do Meio, zona Leste de Natal, com três adolescentes. De acordo com a Polícia Civil, o detido é advogado, tem 32 anos e foi encontrado no momento em que tinha relações sexuais com uma das jovens. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Pirangi, na zona Sul da capital potiguar.

A Polícia informou que uma denúncia anônima foi feita e uma equipe da Polícia Militar se deslocou até o motel. Ao entrar no quarto, os policiais constataram que o advogado já havia tido relações sexuais com duas garotas e estava praticando o ato com a terceira. A pena para este tipo de crime é de reclusão e poder variar entre quatro e dez anos. O grupo também teria utilizado maconha.

Ainda segundo informações da Polícia, o advogado teria pago R$ 50 para as duas adolescentes com quem já tinha tido relação e pagaria o mesmo valor para a terceira. Na Delegacia Especial de Defesa da Criança e Adolescente (Dea), as jovens de 15, 16 e 17 anos confirmaram o acerto financeiro.

As adolescentes foram encaminhadas ao Instituto Técnico-Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) e realizaram exame de corpo de delito.
TN