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quarta-feira, 22 de março de 2017

EUA: Estupro coletivo de jovem é transmitido ao vivo no Facebook

A transmissão na rede social foi descoberta por parentes da vítima, que levaram imagens à polícia (Dado Ruvic/Reuters)

A transmissão do crime, que ocorreu em Chicago, foi assistida por quarenta pessoas e nenhuma contatou as autoridades

A polícia de Chicago, nos Estados Unidos, revelou nesta quarta-feira que está à procura de cinco a seis homens suspeitos de realizarem o estupro coletivo de uma adolescente de 15 anos e transmiti-lo ao vivo no Facebook.
A menina, Deahvion Austin, estava desaparecida desde o último domingo e foi encontrada pelas autoridades na terça-feira, após sua mãe levar imagens do vídeo a um superintendente da polícia, Eddie Johnson. Segundo a emissora local WGN, a mãe de Austin foi avisada por um tio da jovem de que o vídeo estaria circulando na internet.
A transmissão chegou a ser assistida por quarenta pessoas e nenhuma contatou os serviços de emergência. A polícia ainda não encontrou responsáveis e tenta rastrear a origem do vídeo. “O que é mais perturbador, mais do que o fato de que fizeram isso, é que tantas pessoas viram e não pegaram o telefone para discar 911”, disse Johnson à WGN.
De acordo com a polícia de Chicago, os detetives pediram imediatamente ao Facebook que o vídeo fosse tirado do ar, o que foi feito em seguida. “Crimes como esse são hediondos e não permitimos esse tipo de conteúdo no Facebook”, informou a rede social em comunicado.
Em janeiro, quatro pessoas foram presas em Chicago após transmitirem na rede social a tortura de um homem com deficiência. No mesmo mês, o estupro coletivo de uma jovem de 18 anos, na Suécia, também foi mostrado ao vivo no Facebook. Três suspeitos foram detidos em flagrante após denúncias de usuários.
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terça-feira, 31 de maio de 2016

Vítima de estupro coletivo deixa o Rio de Janeiro com medo de ameaças de morte

Jovem foi orientada a cortar qualquer tipo de contato com antigos amigos e não terá à disposição celular e nem internet

Por Estadão Conteudo
 

A adolescente de 16 anos vítima de estupro coletivo em Jacarepaguá, na zona oeste, está deixando nesta terça-feira (31) o Estado do Rio de Janeiro com a família. Ela foi incluída no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte, do governo federal, e executado pelo governo estadual. Foi orientada a cortar qualquer tipo de contato com antigos amigos e não terá à disposição celular e nem computador com internet.
O secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Paulo Melo, recebeu a menina por uma hora nesta segunda-feira, 30. Melo contou que ela relatou estar recebendo ameaças de traficantes. “Ela está assustada e quer mudar de vida, mas fiquei impressionada com a sua tranquilidade. É uma menina inteligente, articulada e amadurecida pela vida.”
O lugar para onde ela foi levada com a mãe, o pai, a avó, o irmão e o filho não será divulgado. A adolescente foi vítima na semana passada, após sair de uma festa. Ela contou que acordou em uma casa que não conhecia, com cerca de 30 homens. A cena foi filmada e viralizou na internet.
Portal no Ar

sábado, 28 de maio de 2016

RN tem 1.472 denúncias de violência sexual em quatro anos

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, como o que ocorreu no último sábado (21), no Rio de Janeiro – onde uma jovem de 16 anos foi brutalmente violentada – também alimentam estatísticas alarmantes no Rio Grande do Norte.
Dados da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), apontam que 49% dos boletins de ocorrência registrados somente em 2015, são denúncias de violência sexual contra crianças e jovens de 0 na 18 anos. Os registros mostram que dos 712 casos recebidos na especializada, 348 foram de crimes sexuais.
Em 2015, dados da DCA revelam que Natal teve 139 estupros a vulnerável, ou seja, vítimas com até 14 anos de idade, e 34 estupros de adolescentes entre 15 e 18. Segundo a titular da especializada, delegada Dulcineia Costa, os de Natal que mais concentram casos estão na Zona Norte. Os bairros que lideram o ranking são de Nossa Senhora da apresentação, com 32 casos, seguido de Lagoa Azul, com 28, Felipe Camarão, com 19, seguido de Pajuçara e do Planalto, ambos com 14. Nos últimos quatro anos, 1.472 denúncias relacionadas a violência sexual.
Tribuna do Norte / Por Robson Pires

Piauí registra novo caso de estupro coletivo



Jovem de 17 anos foi drogada e estuprada por cinco homens no município de Bom Jesus, a 635 km ao sul de Teresina



Por da Agência Brasil
Uma jovem de 17 anos foi drogada e estuprada por cinco homens no município de Bom Jesus, a 635 km ao sul de Teresina, na sexta-feira da semana passada. A vítima foi encontrada seminua e amordaçada com a própria roupa em uma construção no centro da cidade. O crime foi praticado por um jovem de 18 anos e quatro menores, com idades entre 15 e 17 anos, que foram apreendidos. Ontem, o juiz de Bom Jesus, Heliomar Rios Ferreira, determinou a soltura dos quatro jovens.
A garota foi socorrida e levada para o Hospital Regional de Bom Jesus, onde foi feito exame de corpo de delito. A vítima chegou a ficar em coma induzido durante a recuperação.
Em depoimento à polícia, os adolescentes negam participação no estupro e confirmam que o jovem de 18 anos manteve relações sexuais com a menor. O rapaz de 18 anos confessou que teve relações sexuais, mas negou o uso de violência. Ele continua preso.
De acordo com o delegado Aldely Fonteneli, o laudo pericial confirmou que houve estupro, mas falta a comprovação do envolvimento dos adolescentes. A polícia fez coleta de material genético e o resultado dos exames deve demorar um mês.
A promotora Gabriela Almeida Santana disse que se surpreendeu com a normalidade com que os menores encararam o abuso praticado contra a jovem. “Como eles estão na mesma cela, a impressão é que eles combinaram depoimentos. Nenhum dos quatro esboçou arrependimento. Eles negam participação e se mostraram muito tranquilos, falam a mesma versão com riqueza de detalhes. Não acredito na versão”, disse.
Ela havia pedido a transferência dos quatro menores para o Centro de Internação Provisória, em Teresina. Eles estariam sofrendo ameaças. O juiz negou e determinou a soltura.
Há um ano, quatro adolescentes sofreram um estupro coletivo em Castelo do Piauí, 194 km ao norte de Teresina. As vítimas, que tinham entre 15 e 17 anos, foram espancadas, apedrejadas, estupradas, amarradas e jogadas de um penhasco de oito metros de altura. Uma delas, Danielly Rodrigues Feitosa, de 17 anos, morreu.
Portal no Ar

Ato contra violência sexual estende varal com roupas sujas de sangue no Rio




Um varal com 33 peças de roupa sujas de "sangue" foi estendido em frente ao hotel Copacabana Palace


Por Estadão Conteúdo
Um ato contra a violência sexual e em apoio à jovem de 16 anos vítima de um estupro coletivo na zona oeste do Rio ocupa as areias da praia de Copacabana, na zona sul da cidade, na manhã deste sábado (28). Um varal com 33 peças de roupa sujas de “sangue” foi estendido em frente ao hotel Copacabana Palace e chamou a atenção de quem passava pelo local.
O número de roupas estendidas é uma referência aos 33 homens que participaram do estupro coletivo, de acordo com o depoimento da adolescente à polícia. A organização do ato também planejava distribuir 130 rosas para mulheres que passassem pelo local, em alusão aos 130 estupros diários que ocorrem no Brasil.
Além do varal, os ativistas ainda colocaram cartazes com os dizeres “Não me estupre”, “Mulheres não merecem violência, mulheres merecem flores” e “Violência não é um sinal de força, é um sinal de desespero e fraqueza”.
Ontem à noite, dezenas de manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), no centro da cidade. Os manifestantes estenderam faixas contra a violência sexual e depois saíram em marcha até o Palácio Capanema, sede do Ministério da Cultura no centro do Rio, onde há uma ocupação de ativistas contra o governo do presidente em exercício Michel Temer (PMDB).
Portal no Ar

“Estou mais famoso que a Dilma”, diz suspeito de estupro coletivo no RJ


Lucas Duarte Santos, de 20 anos, jogador do Boavista, negou participação no crime.



Por Agência Estado
Terminou por volta de 23h o depoimento do jogador de futebol Lucas Duarte Santos, de 20 anos, suspeito de ter participado do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, no sábado passado, 21, na zona oeste do Rio. Segundo o advogado de Santos, Eduardo Antunes, o depoimento, no qual seu cliente negou participação no crime, durou cerca de uma hora.
O caso é investigado na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), já que imagens do crime em vídeo circularam pela internet e redes sociais.
Além do jogador, que integra o elenco do Boavista, time da primeira divisão do Campeonato Carioca, prestaram depoimento na noite desta sexta-feira Ray de Souza, de idade não revelada, e uma jovem que não foi identificada.
Os três chegaram juntos à Cidade da Polícia, na zona norte do Rio. Na chegada, Souza parou diante das câmeras, acenou, sorriu e disse estar “mais famoso que a Dilma (Rousseff, presidente afastada)”.
Segundo Antunes, que afirmou ter lido os depoimentos dos três, embora defenda apenas Santos, as versões convergiram. Na versão do cliente de Antunes, após participar de um baile funk, dois casais (Lucas Santos, Ray de Souza, a jovem que prestou depoimento e a vítima do estupro) se reuniram em uma casa abandonada no Morro da Barão, na Praça Seca, zona oeste.
A adolescente de 16 anos teria tido relações sexuais com Ray de Souza. No mesmo local e momento, Santos teria tido relações com a outra jovem. O advogado afirmou que os três teriam deixado a adolescente na casa e que não podem dizer se houve estupro em seguida.
De acordo com Antunes admite, Ray de Souza confessou ter filmado a adolescente após as relações sexuais e ter mandado as imagens para um amigo pelo aplicativo de mensagens WhatsApp. O advogado disse não ter visto os vídeos do crime. Segundo Antunes, conforme o depoimento, seu cliente não aparece nas imagens.
Portal no Ar

Operação para prender suspeitos de estupro tem tiroteio no Rio

Polícia Militar afirmou que, quando os agentes entraram no morro, criminosos os receberam a tiros, iniciando um confronto que teria sido breve e sem vítimas

Por: Folha de S. Paulo

Um dia após localizar a casa em que uma adolescente de 16 anos foi estuprada, a Polícia Militar voltou neste sábado (28) ao morro da Barão, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. Um suspeito de ter participado do estupro foi detido e levado para a delegacia que investiga o caso, onde seria ouvido. Seu nome não foi divulgado.
A Polícia Militar afirmou que, quando os agentes entraram no morro, criminosos os receberam a tiros, iniciando um confronto que teria sido breve e sem vítimas.
A investigação teve início após um vídeo da jovem, nua e desacordada, ter sido postado nas redes sociais na terça (24). Na gravação, um grupo de homens, em meio a risadas, toca nas partes íntimas da garota e diz que ela foi violentada por “mais de 30”. Em 2009, a lei foi alterada e passou a considerar, além da conjunção carnal, atos libidinosos como crime de estupro.
A partir disso, internautas e autoridades em geral manifestaram indignação, prestaram solidariedade à vítima e se mobilizaram para denunciar os suspeitos do crime.
Neste sábado, após reclamações de Eloísa Samy, advogada da vítima, que acusou o delegado responsável pelo caso de “machismo” e de estar “criminalizando a menina”, o Ministério Público do Rio afirmou que acompanhará de perto a investigação policial.
A Promotoria quer entender por que a jovem foi submetida a dois depoimentos no mesmo dia, após já ter sido ouvida pela polícia na madrugada de quinta (26). Na sexta (27), o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, designou dois delegados para o caso: Alessandro Thiers, de Crimes de Informática e agora sob críticas da defesa da menina, e Cristiana Bento, da Delegacia de Criança Vítima.
No fim da tarde, a delegada tomou o testemunho da adolescente, acompanhada de um policial psicólogo. Ao longo de duas horas, a vítima detalhou, em depoimento livre, o que aconteceu, voltando a confirmar ter acordado, nua, diante de 33 homens.
Segundo a Folha apurou, a menor estava muito nervosa e enjoada devido ao coquetel de medicamentos contra doenças sexualmente transmissíveis que foi obrigada a tomar. Após intervalo de dez minutos, a jovem iniciou novo depoimento. Dessa vez, ouvida pelo delegado Thiers e mais dois inspetores.
“O primeiro comentário dela [menina] foi que havia muitos homens na sala. Ela ainda se incomoda com a presença de muita gente em local fechado”, disse a advogada Eloísa Samy, que questionou a forma como sua cliente foi interrogada por Thiers. “O delegado perguntou se a menina de 16 anos, vítima de estupro coletivo, tinha por hábito fazer sexo em grupo.”
Ainda na noite de sexta, ao falar à imprensa após colher o depoimento da vítima, o delegado Thiers afirmou que a advogada da menina interrompeu o testemunho de sua cliente. “A partir do momento em que a polícia perguntou se ela [a vítima] havia sofrido algum tipo de ameaça das pessoas que estavam lá, se ela conhecia os traficantes locais, ela [a advogada] entendeu por bem que não convinha falar sobre isso.”
A advogada agora pede que o delegado seja afastado do caso. Procurado pela Folha, o delegado não retornou os contatos.
“Tive conhecimento disto agora pela manhã [de sábado, 28]. Vamos verificar o que aconteceu e conversar com o colega que tem atribuição sobre o caso. É preciso muito cuidado para não aumentar o dano à jovem”, disse Lúcia Iloízio, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Violência Contra a Mulher do Ministério Público do Rio.
A advogada da adolescente e o delegado responsável pelo caso já haviam sido antagonistas em 2014, quando ela defendia manifestantes acusados de atos violentos durante os protestos populares. Ela chegou a ser presa temporariamente pelo delegado, sob acusação de associação criminosa. À época, a advogada negou ter participado de atos de violência nos protestos.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que a investigação “tem sido feita de forma integrada pelas duas delegacias especializadas –Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV)– para realizar apuração do crime”. “A investigação é conduzida de forma técnica e imparcial, na busca da verdade dos fatos, para reunir provas do crime e identificar os agressores, os culpados pelo crime.”
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), atendendo a convite da Polícia Civil, vai designar representante para acompanhar a investigação.
SEM PRISÕES
A advogada da garota estuprada também questionou a decisão do delegado de não pedir as prisões dos quatro suspeitos de participação no crime. “Ninguém dá valor à palavra da mulher. É óbvio que é machismo”, afirmou a advogada à Folha. “Ele criminaliza a menina. Queriam que ela tivesse filmado o próprio momento do estupro para dizer que houve estupro?”
Após os depoimentos, o delegado afirmou não haver subsídios para pedir a prisão de suspeitos nem para assegurar que houve realmente o crime de estupro. De acordo com a advogada, um dos rapazes que prestaram depoimento pediu desculpas à menina, chorando.
Em uma postagem na madrugada deste sábado (28) em seu perfil no Facebook, a adolescente reagiu a comentários de pessoas que a acusam de estar procurando exposição com o caso. “Não, eu não quero mídia, não, não fui eu que postei fotinha, muito menos vídeo! Então parem de me culpar, quem errou e procurou não fui eu!! A culpa nunca é da vítima… ninguém culpa quem foi assaltado por estar na rua com o celular”, escreveu.
Agora RN

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Um é preso e dois apreendidos suspeitos de serem estupradores que agiam em Natal

Trio foi detido no bairro de Felipe Camarão, de acordo com polícia.

A Polícia Civil prendeu um homem e apreendeu dois adolescentes suspeitos de serem os estupradores que vinham agindo em Natal nas ultimas semanas. Segundo informações da polícia, as vítimas fizeram o reconhecimento do homem preso como sendo um dos envolvidos diretamente nos estupros.

As investigações são comandadas pela Delegacia da Mulher. A Polícia Civil informou que os detalhes das prisões serão revelados durante entrevista coletiva a ser realizada no final da manhã desta quinta-feira (20), às 11h. O trio foi detido no bairro de Felipe Camarão.
 
O homem preso foi identificado como Alex do Nascimento, de 22 anos. Ainda de acordo com o que foi apurado pelo Portal BO, o trio nega envolvimento nos estupros. O maior de idade, além desses casos, teria envolvimento também em um homicídio.

Portal BO

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Estupro coletivo de motorista de ônibus causa comoção na Colômbia


Em Bogotá, um policial fica de guarda ao lado de um grafite contra o presidente colombiano Juan Manuel Santos(Guillermo Legaria/AFP/VEJA)

Uma motorista de ônibus em Bogotá foi abusada por pelo menos três pessoas que abordaram o veículo, que estava vazio, quando percorria sua rota habitual, crime que causou indignação e comoção na Colômbia. A polícia de Bogotá detalhou nesta sexta-feira que o estupro aconteceu na noite de quinta (23h00 em Bogotá, 1h00 desta sexta em Brasília), quando o ônibus do Sistema Integrado de Transporte Público (SITP) que a mulher conduzia transitava pelo bairro de Kennedy, no sudoeste da capital.

Dois homens e uma mulher subiram no veículo e ameaçaram a motorista com facas e um bastão de madeira. Um deles tomou o controle do ônibus enquanto os outros dois levaram a mulher para o fundo do veículo, onde ela foi espancada e violentada. Fontes policiais citadas pela imprensa local confirmaram que os indivíduos utilizaram "objetos" para agredir sexualmente a motorista, que foi abandonada seminua em outra parte da região sudoeste da cidade.

O coronel da polícia Luis Barreira explicou aos jornalistas que a mulher, que está internada no Hospital Policlínico de Olaya, relatou o crime aos agentes e está colaborando com a elaboração de retratos falados de seus agressores. Barreira pediu ajuda da população "para que forneça informação" sobre os suspeitos, e destacou que a polícia oferece uma recompensa de 10 milhões de pesos (11.700 reais). O prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, afirmou em sua conta no Twitter que "há um crescimento acelerado de ataques a motoristas SITP que não podem ficar impunes, menos ainda quando se tratam de mulheres trabalhadoras".

(Com agência EFE)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Polícia divulga retrato falado de um dos suspeitos de estupro coletivo em Natal

Três homens abordaram casal, amarram marido e estupraram a mulher.





Informações sobre suspeitos podem ser repassadas para polícia através do 181
 
A Polícia Civil está à procura de três homens suspeitos de terem estuprado uma mulher, no último dia 17. A vítima estava acompanhada do marido, quando eles foram abordados pelos criminosos. O homem foi amarrado e a mulher violentada pelo trio. Nesta terça-feira (21), a polícia divulgou o retrato falado de um dos suspeitos.

De acordo com a polícia, o casal estava em uma motocicleta em uma estrada de barro, próximo ao prolongamento Prudente de Morais, no San Vale. Eles foram surpreendidos pelos criminosos que fizeram uma abordagem na via, armados com facão.
Em seguida, o trio levou as vítimas para um matagal. O homem foi amarrado e, mesmo tentando reagir, foi dominado pelos três bandidos. Enquanto dois deles seguravam o homem, um terceiro teria abusado sexualmente da mulher, depois, os bandidos se revezaram no estupro, de acordo com o que foi apurado pela polícia.
Após praticarem o estupro, os bandidos ainda fugiram levando a motocicleta das vítimas. Segundo relato do casal, um dos suspeitos estava em um cavalo. Quem tiver alguma informação sobre o suspeito do retrato falado ou sobre algum dos outros dois suspeitos pode ligar para o telefone 181. A identidade de quem denunciar será mantida em sigilo.
Portal BO