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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Advogado é baleado durante manifestação denominada de "Greve Geral" hoje em São Gonçalo do Amarante na BR 406

A vítima sofreu dois tiros enquanto fazia caminhada na marginal da rodovia; Suspeito fugiu antes de ser identificado


Um advogado que terá a identidade preservada foi baleado na manhã desta sexta-feira (28), durante uma manifestação sindical, na BR 406, na cidade de São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal. De acordo com a polícia o suspeito atirou após ter o carro apedrejado por um desconhecido.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal os o advogado não participava da manifestação quando foi atingido por dois tiros que acertaram a perna e o braço. Um socorrista realizou os primeiros atendimentos até a chegada de uma ambulância que encaminhou a vítima até o pronto socorro Clóvis Sarinho. O atirador não foi identificado e teria efetuado os disparos após ter o carro apedrejado por manifestantes.
Portal BO

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Advogado mata cliente com canetada após levar uma ‘gravata’

Advogado deu uma canetada no pescoço e uma martelada na cabeça da vítima


Por Estadão Conteudo
 

Depois de levar uma “gravata” do pecuarista João Antônio Padula, de 53 anos, com quem discutiu por causa de uma ação, o advogado Clayton Colavite, de 32, reagiu e matou o cliente com uma caneta e um martelinho na noite de quarta-feira, 8, em Jales, no noroeste de São Paulo. O advogado deu uma canetada no pescoço e uma martelada na cabeça da vítima. O crime aconteceu à noite no escritório do advogado.
“Eles discutiram, e o pecuarista avançou sobre o advogado, que levou uma ‘gravata’ e reagiu atacando o Padula com uma caneta com ponta de metal, que deve ter atingido uma veia do pescoço”, afirmou o delegado operacional Sebastião Biazi, da Polícia Civil de Jales.
O pecuarista, ex-vereador em São Francisco, também levou uma martelada na cabeça. “O advogado usou um martelinho de enfeite de mesa”, explicou o policial, lembrando que a vítima era um homem forte e não teve dificuldade para dominar o advogado de baixa estatura.
Após ser detido, Colavite foi autuado por homicídio simples. Depois de explicar que nunca tinha visto alguém morrer vítima de canetada, o delegado contou que o advogado ficou em estado de choque.
“Ele não teve nenhuma reação e, por volta das 2h30 desta quinta-feira, 9, familiares ligaram para o escritório preocupados. Depois, eu e outro policial fomos ao escritório”, explicou Biazi, que viu “muito sangue” no local.
Legítima defesa
Ao depor na Central de Polícia Judiciária de Jales, o advogado alegou legítima defesa. Ele foi autuado por homicídio simples, cuja pena é de seis a 12 anos de prisão. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) regional acompanha o caso.
Portal no Ar

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Advogado que matou o filho e depois praticou suicídio era tido como homem "centrado e tranquilo"

Ex-colegas afirmam que foram surpreendidos com notícia.

 O advogado Adriano Benvindo Neri, de 36 anos, que matou o filho de 3 anos e, em seguida, tirou a própria vida, na madrugada desta quarta-feira (30), era tido como um homem "centrado e tranquilo". Um advogado que trabalhou durante três anos com ele afirma que se surpreendeu com a notícia da tragédia.
De acordo com ele, o advogado Adriano Benvindo trabalhava com direito cível. Adriano, de acordo com a polícia, matou o filho Felipe Furtado Neri, de 3 anos, com dois tiros e, depois, atirou no próprio peito. Ele usou um revólver calibre 32 para isso."Realmente, foi uma grande surpresa, porque trabalhamos três anos juntos na Câmara Municipal de Natal e ele sempre foi um cara extremamente tranquilo, bastante centrado e até mesmo conselheiro e amigo. Então, não esperávamos nunca um atitude dessa", afirma o advogado Paulo César Ferreira da Costa.
Adriano estava em processo de separação com a mulher e, de acordo com a polícia, a guarda do filho teria sido motivo de brigas e, consequentemente, pode ter levado o advogado a ter a atitude extrema.
O advogado Alex Morais, que estudou com Adriano, também disse ao Portal BO que o colega "era um cara do bem, muito gente boa e bastante tranquilo".
Portal BO

terça-feira, 21 de outubro de 2014

OAB-DF decide conceder registro de advogado a Joaquim Barbosa

 

barbosa STF
A Comissão de Seleção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal decidiu nesta segunda-feira (20) conceder registro de advogado ao ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa. O presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha, havia contestado a solicitação feita para reativar o registro alegando que Barbosa feriu o Estatuto da Advocacia quando foi presidente do STF.
Durante sua gestão como presidente do Supremo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro se envolveu em diversas polêmicas com advogados. Uma delas, usada como argumento do presidente da OAB-DF, foi quando classificou como “arranjo entre amigos” a proposta de trabalho oferecida pelo advogado José Gerardo Grossi ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Em outro episódio, no qual Barbosa também foi criticado, o ministro expulsou do plenário do Supremo o advogado do petista José Genoino, Luiz Fernando Pacheco. Barbosa também criticou advogados que atuam como juízes eleitorais e afirmou que participam de “conluio” com magistrados.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Polícia prende homem com adolescentes em motel na Praia do Meio

 
Um homem foi preso em flagrante nesta quinta-feira, 24, em um quarto de motel na Praia do Meio, zona Leste de Natal, com três adolescentes. De acordo com a Polícia Civil, o detido é advogado, tem 32 anos e foi encontrado no momento em que tinha relações sexuais com uma das jovens. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Pirangi, na zona Sul da capital potiguar.

A Polícia informou que uma denúncia anônima foi feita e uma equipe da Polícia Militar se deslocou até o motel. Ao entrar no quarto, os policiais constataram que o advogado já havia tido relações sexuais com duas garotas e estava praticando o ato com a terceira. A pena para este tipo de crime é de reclusão e poder variar entre quatro e dez anos. O grupo também teria utilizado maconha.

Ainda segundo informações da Polícia, o advogado teria pago R$ 50 para as duas adolescentes com quem já tinha tido relação e pagaria o mesmo valor para a terceira. Na Delegacia Especial de Defesa da Criança e Adolescente (Dea), as jovens de 15, 16 e 17 anos confirmaram o acerto financeiro.

As adolescentes foram encaminhadas ao Instituto Técnico-Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) e realizaram exame de corpo de delito.
TN

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Mulher suspeita de matar advogado tem prisão preventiva decretada

A advogada Cleidimar Oliveira Dantas, suspeita de matar o advogado Lafaiete Dantas Barbosa Júnior, teve a prisão preventiva decretada. Até o fim da manhã desta quinta-feira (19), a advogada estava sob escolta policial no unidade hospitalar de Pau dos Ferros, mas sem a previsão para que ocorra o depoimento à polícia.

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita segue em estado de choque e sem condições de depor sobre o homicídio, que ocorreu por volta das 9h de ontem, quando o advogado Lafaiete Dantas foi atingido por tiros de revólver calibre 38 na cabeça quando somente ele e a advogada supostamente estariam no escritório. Sem as informações de Cleidimar Oliveira, a Polícia preferiu ainda não adiantar quais as suspeitas para motivação do crime.

O advogado Lafaiete Dantas Barbosa Júnior será enterrado na tarde desta quinta-feira (19), em Souza, no interior da Paraíba.
 
Local do crime (Foto: BlogdoJP)

Advogado é assassinado e mulher dele é principal suspeita

 
O advogado Lafaiete Dantas Júnior foi assassinado dentro do próprio escritório, na manhã desta quarta-feira (18), na cidade de Pau dos Ferros. A principal suspeita do crime é a mulher dele, que também é advogada e foi presa logo após o crime. A polícia ainda não sabe o que pode ter motivado o homicídio.
Lafaiete Dantas teria sido morto com tiros de revólver calibre 38. Cleidimar Dantas foi detida ainda dentro do escritório, mas, de acordo com a polícia, teria entrado em estado de choque e, por isso, teve que ser medicada. O homicídio foi registrado na rua Hipólito Cassiano.
Portal BO 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Liminar mantendo Rosalba no cargo, divulgada em redes sociais, não passa de boato

  Na onda da boataria, criaram um ministro para o TSE, batizaram de Gonzaga Neto, e propagaram como nota de blog, afirmando que o TSE concedeu liminar mantendo no cargo a governadora Rosalba Ciarlini.
Tudo boato, segundo o advogado da governadora, Felipe Cortez, que ainda está trabalhando no recurso.
“Como podemos entrar com recurso se nem o acórdão do TRE foi
publicado?”, questionou Felipe.

Thaisa Galvão

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Advogados de Clúdia Regina preparam novo recurso

Os advogados da prefeita de Mossoró Claudia Regina usarão a mesma estratégia adotada, quando ela foi afastada do cargo pela primeira vez, para tentarem fazer com que ela retorne ao Executivo. Sanderson Mafra, um dos defensores da prefeita, explicou que entrará com uma ação cautelar no Tribunal Regional Eleitoral. Ele argumentará que a prefeita deve ser mantida no cargo até o julgamento do recurso sobre a sentença proferida ontem pelo magistrado Herval Sampaio Júnior.

Quando a prefeita foi cassada pela primeira vez, os advogados de defesa entraram com um instrumento semelhante e conseguiram com que, uma semana após o afastamento, ela retornasse ao cargo.

“O que eles (os advogados da deputada Larissa Rosado) fizeram foi reunir tudo que já havia denunciado em uma AIME (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo), tanto é que o juiz nesta sentença remete as outras decisões já sentenciadas (contra Claudia Regina)”, comentou Sanderson Mafra.

TN

sábado, 3 de agosto de 2013

Advogados da prefeita de Mossoró apresentam dois recursos


Cláudia Regina tenta reverter a decisão de primeira instância que cassa o mandato

Os advogados que representam a prefeita de Mossoró Cláudia Regina (DEM), que teve uma sentença de cassação mantida na última quinta-feira pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, atuarão em duas frentes para reverter a decisão. No TRE já foi impetrado um recurso contra a sentença do juiz Herval Sampaio Júnior, autor da cassação da gestora.

Já no Tribunal Superior Eleitoral os advogados da prefeita impetrarão um recursos especial sobre o acórdão do TRE que suspendeu a decisão do juiz Pedro Cordeiro, o qual anulava a sentença de cassação. O advogado Kennedy Diógenes, que representa a prefeita, destacou que no TSE continuará na discussão para validar a decisão do juiz Pedro Cordeiro. O magistrado, após a sentença de Herval Júnior, proferiu uma decisão anulando o ato e definindo que o processo deveria voltar para o início da sua tramitação com a inclusão da governadora Rosalba Ciarlini, já que ela havia sido citada nas denúncias da ação.

“Defendemos a lisura da decisão do juiz Pedro Cordeiro”, destacou o advogado, acrescentando que novas estratégias sobre esse processo estão sendo traçadas pelos advogados de defesa da prefeita Claudia Regina.

Na última quinta-feira, a Corte Eleitoral votou pelo retorno dos efeitos da sentença que cassou o mandato da prefeita de Mossoró Claudia Regina (DEM) e do vice-prefeito Wellington Filho (PMDB). A unanimidade prevaleceu o entendimento de que o juiz Pedro Cordeiro, autor da decisão que anulou a sentença de cassação proferida pelo magistrado Herval Sampaio Júnior, não poderia ter rejulgado o mesmo caso já sentenciado pelo juiz Herval.

A divergência ocorreu sobre o trânsito em julgado ou não do processo. Mas por 4 votos a 3 prevaleceu o entendimento de que o processo não havia se esgotado, ou seja, cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral.

O julgamento no Tribunal Regional Eleitoral sobre a  cassação da prefeita de Mossoró Claudia Regina  foi mais uma etapa na novela jurídica em que se transformou o mandato da gestora. No final do mês de fevereiro, o juiz Herval Sampaio Júnior, analisando a acusação de abuso de poder econômico feita pela coligação da deputada Larissa Rosado (que disputou o pleito em Mossoró) e pelo Ministério Público Eleitoral, sentenciou a cassação da prefeita.

Menos de uma mês depois, o juiz Pedro Cordeiro, atuando durante férias de Herval Júnior, decidiu anular a sentença. O magistrado acolheu o argumento feito pelos advogados de Claudia Regina que apontaram para necessidade da governadora Rosalba Ciarlini figurar no pólo passivo do processo, já que as acusações de abuso de poder econômico recaem sobre ações feita pela gestora estadual.

Foi a partir da decisão de Pedro Cordeiro que surgiu o recurso do Ministério Público Eleitoral. As Promotoras Eleitorais Ana Ximenes e Karine Crispim, no recursos apresentado ao TRE, pediram que fosse mantida a sentença do magistrado José Herval de Sampaio Júnior.

TN

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Disputa por terreno foi a causa da morte do advogado criminalista Antônio Carlos Souza

Antônio Carlos Souza de Oliveira, 41 anos, advogado criminalista, foi assassinado por uma disputa pela posse de um terreno. A Polícia Civil elucidou o caso da morte do bacharel, ocorrida em maio passado, e chegou à conclusão de que Antônio Carlos foi vítima de uma vingança do homem que afirmava ser o proprietário de vários lotes das quadras 28 e 30 do loteamento Santa Luzia, em São Gonçalo do Amarante, adquirido pelo advogado em fevereiro passado.
Degepol/Divulgação
A Degepol divulgou foto do terreno, alvo da disputa entre Antônio Carlos e o posseiro Expedito José, que afirmava ser o dono das áreas compradas pelo advogadoA Degepol divulgou foto do terreno, alvo da disputa entre Antônio Carlos e o posseiro Expedito José, que afirmava ser o dono das áreas compradas pelo advogado

Degepol/Divulgação
Expedito José nega ser mandante do crime contra o advogadoExpedito José nega ser mandante do crime contra o advogado
Os delegados responsáveis pelo inquérito apresentaram as informações ontem em coletiva de imprensa, onde também foi apresentado o homem preso por supostamente efetuar os disparos, Lucas Daniel André da Silva, o Lukinha. Além dele, a polícia prendeu também no fim do mês passado Expedito José dos Santos, apontado como o mentor e mandante da execução, e a mulher dele, Francine Andrade de Souza, acusada de auxiliar a destruir o automóvel utilizado para cometer o crime.O comerciante Expedito José, que se apresentava como “Irmão Sérgio”, teria tomado a decisão de executar o criminalista depois de uma discussão entre os dois ocorrida em 13 de abril deste ano. Neste dia, Antônio Carlos foi até o terreno motivo da briga e, junto com amigos, derrubou o muro que havia sido levantado a mando de Expedito, que tinha os planos de construir um supermercado no local. O comerciante diz que os danos provocaram uma perda de R$ 40 mil. 

Degepol/Divulgação
Lucas: Não conhecia Expedito. Fiz por amizade ao sargentoLucas: Não conhecia Expedito. Fiz por amizade ao sargento
Depois de destruir a estrutura com o auxílio de cordas amarradas a um automóvel, ainda de acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios (Dehom), o advogado enviou uma mensagem ao comerciante, informando sobre a atitude. Insatisfeito com o ocorrido, Expedito José chegou a afirmar ao criminalista que ele pagaria “tijolo por tijolo” o que havia feito. Então ele procurou Lucas Daniel e o pedreiro que havia contratado para construir o muro, ainda foragido e identificado pela polícia somente como “Irmão Marcos”, para planejar o assassinato. O delegado Roberto Andrade, que presidiu as investigações, confirmou que a arma, as roupas escuras e a balaclava utilizadas pelo executor, e o transporte até o lugar onde foi praticado o crime, o Doblò de placas MMW-6343, foram cedidos pelo mandante.

Lucas Daniel disse ontem, durante a entrevista coletiva, que não praticou o homicídio sozinho. Tanto Expedito José como o Irmão Marcos estavam com ele no veículo. “Marcos foi dirigindo na ida e na volta foi Irmão Sérgio”, relatou. Lucas Daniel também disse que os três passaram momentos antes do assassinato no Binos Bar, estabelecimento onde aconteceu o homicídio, para se certificarem de que a vítima estava no local. “Irmão Marcos desceu para comprar um churrasco e viu que ele estava lá”, contou. Depois, os três pararam o Doblò na rua Pastor Eustáquio Lopes da Silva, paralela à Lima e Silva, onde fica a frente do bar em que estava o advogado. Lucas Daniel aguardou encostado em um poste da rua Ary Barroso Antônio Carlos ir ao banheiro para executá-lo. “Dei seis tiros”, afirmou o acusado.
Quem é quem

Confira quem são os 4 envolvidos no crime
Expedito José dos Santos
Apontado pela polícia como mandante do assassinato, ele foi preso em 28 de maio no Ceará. O comerciante teria uma desavença por causa de um terreno com a vítima.

Lucas Daniel André da Silva
Lucas Daniel não tinha antecedentes criminais, mas foi o autor confesso dos disparos. Ele foi preso no dia cinco de junho enquanto trabalhava em um lava-jato, em Barro Vermelho. Na casa dele, a polícia apreendeu balas de espingarda 28 e a roupa utilizada no dia do crime.

Francine Andrade de Souza
Mulher de Expedito. A polícia diz que ela auxiliou o companheiro a atear fogo no automóvel usado no crime, uma das provas do homicídio.

Irmão Marcos
Pedreiro contratado por Expedito para levantar um muro no terreno motivo da briga com o advogado. Ele teria guiado o veículo até o bar onde Antônio Carlos foi morto
TN.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Disputa por terreno pode ter sido o motivo da execução do advogado Antônio Carlos

O delegado Roberto Andrade, da Delegacia Especializada em Homicídios, confirmou que o casal preso na semana passada por suposto envolvimento na morte do advogado Antônio Carlos de Oliveira pode realmente ter sido o mandante do crime, motivado por a disputa de um terreno. No entanto, a Polícia Civil ainda investiga a possibilidade de a ordem ter partido de dentro de um presídio do Rio Grande do Norte.

De acordo com o delegado, durante as investigações, descobriu-se que a morte de Antônio Carlos já estava acertada e a ordem vinha de dentro de Alcaçuz. Roberto Andrade não quis revelar detalhes do caso, para não atrapalhar o andamento das investigações, mas adiantou que o advogado teria recebido R$ 30 mil de um preso para conseguir sua liberdade, porém, isso não aconteceu.
Por esse motivo, o preso, que não teve o nome revelado, teria planejado a morte do advogado. Situação semelhante teria acontecido em um presídio na cidade de Mossoró. Neste caso, Antônio Carlos havia recebido a quantia de R$ 50 mil, mas também não teria conseguido a liberdade do detento, provocando revolta, ao ponto de especular-se o assassinato dele.
“Nós recebemos informações de que uma semana antes pessoas de dentro de Alcaçuz já sabiam que Antônio Carlos seria assassinado. Então, estamos investigando cada detalhe para que possamos chegar aos verdadeiros culpados da morte”, revelou o delegado Roberto Andrade.
O presidente do inquérito ainda revelou para a reportagem do Portal BO que nos próximos dias deverá viajar para Mossoró onde ouvirá pessoas ligadas as denúncias partidas do presídio e que neste momento da investigação sua equipe está concentrada nessas duas linhas envolvendo presos.
Apesar disso, ele reconheceu que tem fortes indícios de que o casal Francine Andrade de Souza e Expedito José dos Santos seria o mandante do crime, tanto que conseguiu mandados de prisão contra os suspeitos. Eles podem ter encomendado a morte de Antônio Carlos devido a uma disputa por um terreno comprado pelo advogado, em São Gonçalo do Amarante.
Do Portal BO

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Dehom vai investigar morte de advogado criminalista Antônio Carlos de Souza Oliveira, de 41 anos, que foi executado na noite desta quinta-feira, 9, num bar no bairro Nazaré, zona Oeste de Natal.

Advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira de 41 anos foi executado na noite desta quinta-feira, 9 de maio de 2013 por homem encapuzado.

A morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, 41 anos, será investigada pelo delegado Roberto Andrade da Delegacia Especializada em Homicídios (Dehom). O crime ocorreu na noite dessa quinta-feira (9), em um bar no bairro de Nazaré, zona Oeste de Natal.


Arquivo TN
Antônio Carlos de Souza foi o terceiro advogado morto neste anoAntônio Carlos de Souza foi o terceiro advogado morto neste ano

Inicialmente, o delegado geral da Polícia Civil, Fábio Rogério, anunciou que a delegada Sheila Freitas, da Divisão Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deicor) iria investigar o caso, já que Antônio Carlos tinha muitos clientes envolvidos com o crime. "Por isso foi escolhida uma delegacia com mais condições de averiguar o caso", disse.

Após a morte do advogado Anderson Miguel, em junho de 2011, foi a Deicor que ficou com o caso, que posteriormente também foi apurado pela Polícia Federal. Isso porque Miguel era investigado na Operação Hígia, desencadeada pela PF e que apurava fraudes em licitações do Estado do Rio Grande do Norte.

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) divulgou nota de pesar pelo falecimento do advogado Antônio Carlos. Leia a nota na íntegra:


"A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte lamenta a morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, morto na noite desta quinta-feira (9), em Natal/RN. A Seccional Potiguar irá formar uma comissão especial para acompanhar o caso de perto e adotar as medidas necessárias para o esclarecimento dos fatos e a punição dos responsáveis.



O velório de Antônio Carlos está sendo realizado na capela cinco do cemitério Morada da Paz, em Emaús. A missa acontece às 16h e sepultamento às 17h.

Filho de Jorge Ferreira de Oliveira e Margaret de Souza Oliveira, Antônio Carlos de Souza Oliveira nasceu em 1973, em Recife/PE. Se formou em Direito na Universidade Potiguar, em 1996."


Mais dois advogados foram mortos este ano

Neste ano, também foi morto no RN o advogado Marcelo Roverlando Jorge de Moura, 38 anos. Ele foi assassinado com cinco tiros disparados por dois homens na noite do dia 9 de janeiro, a 30 metros de casa, na rua Sebastião Paulo, em Apodi, segundo informações do delegado Renato Batista, que esteve no local do crime.

A advogada Vanessa Ricarda de Medeiros, 37 anos, também foi vítima de homicídio neste ano. De acordo com a Polícia, ela teria sido morta a pauladas pelo namorado em um motel, próximo ao município de Santo Antônio, na madrugada do dia 14 de fevereiro.

Casos da década de 90 continuam sem elucidação

A morte da advogada Bianca Mesquita de Moraes Passos,de 33 anos, no dia 14 de maio de 1999, é um dos casos de morte de advogados que permanece sem solução. Encontrada caída ao lado de seu carro no anel viário do campus da UFRN, próximo a uma guarita do Exército, o Ministério Público chegou a considerar o arquivamento dos autos por considerar insuficiência de indícios que levem à identificação dos responsáveis.

Na época, seguranças da universidade afirmaram que dois homens em uma moto foram vistos próximo ao carro da vítima. O caso foi retomado pelo juiz Henrique Baltazar Vilar dos Santos em outubro de 2008, por entender que depoimentos levavam a duas suspeitas: o marido da advogada e uma segunda pessoa não revelada.

O caso do assassinato do advogado Francisco Gilson Nogueira de Carvalho, morto no dia 20 de outubro de 1996 no município de Macaíba, chegou a ter indiciamento pelo crime. O policial aposentado Otávio Ernesto Moreira foi absolvido em junho de 2006 pelo 2º Tribunal do Júri Popular, que acatou a tese de negativa de autoria apresentada pela defesa. O juiz Célio de Figueiredo Maia, presidente do Tribunal do Júri, declarou o caso como "insolúvel" após absolvição do aposentado.

TN

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

OAB/RN acompanha investigação da morte de advogado em Apodi/RN


A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte lamenta, com pesar, a morte do advogado Marcelo Roverlando, que foi assassinado na noite de ontem (9), no município de Apodi. O presidente da Subseção de Mossoró, Aldo Fernandes, juntamente com o delegado Renato Batista e o Promotor de Justiça Silvio Brito, foram até o local do crime para apurar os fatos. Segundo o delegado, a polícia ainda não sabe o real motivo do crime, mas ele apresenta fortes indícios de execução.
Marcelo Roverlando estava em uma motocicleta, a 30 metros de casa, quando foi alvejado com cinco tiros, por dois homens que também estavam em uma moto. Ele morreu no local, antes da chegada do socorro médico.
Conforme o presidente da OAB/RN, Sérgio Freire, a Seccional Potiguar vai acompanhar as investigações sobre esse crime bárbaro e exigir sua imediata apuração e punição dos envolvidos. “A advocacia está entristecida com esse episódio de violência e vai buscar a solução do caso”, disse.
Por Robson Pires

Assassinato misterioso no interior do RN: advogado influente no interior do RN é executado com quatro tiros

Assassinatos misteriosos continuam acontecendo em todo o Estado do Rio Grande do Norte

Um advogado identificado como Marcelo Roverlando Jorge de Moura, de 39 anos, natural da cidade de Apodi e residente na Rua primeiro de Maio, foi morto por volta de 22h15 dessa quarta-feira(09), quando retornava para sua residência. Marcelo estava em uma motocicleta, modelo Suzuki 750, de placa KJK 9072 e sofreu a emboscada na Rua Sebastião Paulo, no Bairro Nossa Senhora da Conceição, duas quadras de onde residia.

 




Segundo informações preliminares, dois homens estavam em uma motocicleta e efetuaram cerca de quatro disparos na vítima, que morreu no local antes da chegada do socorro médico. O advogado foi atingido na cabeça com um disparo, outro no ombro e três na região lombar. Logo em seguida, os assassinos fugiram com destino ignorado.

O delegado Renato Oliveira, titular da regional da cidade esteve no local do homicídio e ouviu familiares e testemunhas presentes. Segundo Renato, a possibilidade de latrocínio está praticamente descartada, já que nada foi levado da vítima. O delegado informou ainda que o advogado, ultimamente tinha vencido muitas causas na justiça e não descarta a possibilidade da execução ter sido cometida a mando de um de seus desafetos.

De acordo com o delegado Renato Oliveira, ainda não se sabe o que teria motivado o assassinato. Ele disse que o advogado Marcelo Roverlando era bastante atuante, bem relacionado na cidade e nos municípios vizinhos por sua atuação no exercício da profissão. Marcelo trabalhava como agente penitenciário, antes de ser advogado. A família não informou se a vítima vinha sofrendo ameaças de morte.

O corpo de Marcelo ficou caído no meio da rua e ao lado da motocicleta. O seu celular, inclusive, foi recolhido como peça de investigação. O local foi isolado pelas viaturas de Rádio Patrulha e do Grupo Tático Operacional da cidade para os procedimentos, realizados pela Equipe do Instituto Técnico e Cientifico de Policia, Itep de Mossoró.

Do DN Onlinecom informações de O Câmera