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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Presidente do Conselho de Ética diz que Aécio foi vítima de ‘armação’

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), considera que o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) foi vítima de “uma grande armação”. Nesta sexta-feira, 23, João Alberto arquivou a representação contra o tucano alegando não estar “convencido” das acusações contra o parlamentar, investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os membros do colegiado ainda podem recorrer da decisão do presidente.
Para João Alberto, Aécio não agiu de má-fé ao pedir R$ 2 milhões ao dono da JBS, Joesley Batista. “Esse cidadão (Joesley) era tido como um homem sério, um dos principais empresários do País, com trânsito em todas as áreas, e que nunca se pensou que era bandido. Ele (Aécio) entrou para conversar com um bandido pensando que era uma pessoa séria”, defendeu o presidente do Conselho. Ele destacou que as gravações de Aécio com Joesley não o convenceram de que houve quebra de decoro parlamentar, nem as reportagens publicadas pela imprensa.
Aliado do ex-presidente José Sarney, o peemedebista foi apontado como um dos principais atores no acordo suprapartidário costurado entre os partidos do Senado para “salvar Aécio”. O objetivo seria não criar mais um precedente na Casa. “Não existe nada disso, ninguém falou comigo. Eu já disse e repito: ‘não tenho mais idade para aceitar pressão'”, rebateu.
João Alberto contou que aguardava posição do Supremo sobre a prisão de Aécio nesta semana para tomar a sua decisão, porém o julgamento acabou adiado. O prazo para ele decidir sobre o recebimento ou não da representação no Conselho contra Aécio acabaria na próxima segunda, 26. “Como não tinha material que me desse uma certeza de que houvesse quebra de decoro, decidi pelo arquivamento da petição”, alegou. Ele explicou ainda que, caso haja recurso no plenário, ele dará tramitação “normal” ao processo.
Arquivamento
Na petição de arquivamento do processo que pedia a cassação do mandato de Aécio, João Alberto alegou falta de provas. “A fundamentação do pedido deve estar baseada em elementos que possam ser objeto de apuração. O quanto alegado, da mesma forma, deve estar lastreado em conjunto probatório pré-constituído, o qual deverá acompanhar a representação no momento do seu ingresso, o que não ocorreu. Tal circunstância, por si só, seria suficiente para justificar a rejeição preliminar do pedido”, diz trecho do despacho.
A decisão de João Alberto critica ainda a junção de notícias de jornais entre o conjunto de provas, que João Alberto classificou como “temerário” e considera que a delação de Joesley não é suficiente para dar sequência à representação. “Não havendo qualquer prova documental, há aqui claro conflito entre a palavra de um empresário interessado a qualquer custo em se safar da prisão e a palavra de um senador da República que conta com presunção de veracidade.”
Para João Alberto, na gravação de Aécio e Joesley “não há qualquer tratativa de vantagem indevida, muito menos envolvendo interesses públicos” e também não houve pedido de contrapartida. O texto destaca ainda que não foi anexado ao processo nenhuma gravação ou troca de mensagens entre Andrea Neves e Joesley Batista, onde teria ocorrido pedido de vantagem indevida. “Ao contrário, das gravações e dos documentos trazidos aos autos em momento posterior fica claro e evidente que a irmã do representado não pediu ‘propina’ ao empresário, mas sim o procurou para tentar vender um apartamento da família”, afirma João Alberto.
Agora RN

Após 17 dias preso, empresário Fred Queiroz consegue liberdade

Fred Queiroz foi preso no dia 6 de junho durante a Operação Manus, que investiga um esquema de propina e compra de votos
Justiça Federal autorizou a soltura do suspeito de participar do esquema de propina com o ex-ministro Henrique Alves nesta sexta-feira (23)

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte concedeu, nesta sexta-feira (23), liberdade ao empresário Fred, sueptiso de integrar uma organização criminosa para pagar propinas com o objetivo de comprar apoios políticos na campanha de 2014 do ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves.
O relaxamento da prisão foi assinado pelo juiz Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal no Rio Grande do Norte, o mesmo que expediu o mandato de prisão temporária expedido no dia 6 de junho, durante a Operação Manus. Após ser solto, Fred vai precisar cumprir uma série de determinações. Caso contrário, ele volta para a ser preso.
Entre as medidas estão a proibição de entrar no diretório do PMDB, a proibição de manter contato com outros investigados e com filiados do partido que possuam mandatos eletivos e a obrigação de se apresentar mensalmente na 14ª Vara para prestar informações das atividades.
Fred Queiroz foi preso durante a Operação Manus, deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de junho em cumprimento a um mandado de prisão, suspeito de praticar os crimes de formação de organização criminosa e de lavagem de dinheiro. Ele é apontado como um dos operadores do esquema que pode ter sido usado para pagar propina em troco de apoio político para Henrique Eduardo Alves, durante a campanha do Governo em 2014.
Ele é ex-secretário da pasta de Obras Públicas da gestão do prefeito Carlos Eduardo Alves. Enquanto esteve preso, ele continuou como titular da Secretaria por três dias. Só foi exonerado após uma pressão de aliados governistas.
Agora RN

terça-feira, 20 de junho de 2017

PRF apreende mais de 100 mil reais sem origem comprovada em Extremoz

Descoberta aconteceu no final da noite de ontem, 19
Inicialmente informando que havia feito uma um saque bancário, o homem de 38 anos não apresentou nenhum comprovante da operação

Durante uma fiscalização de rotina da Polícia Rodoviária Federal, uma grande quantidade de dinheiro em espécie foi encontrada em posse de um motorista que passava pela BR-101, em Extremoz. Como ele não portava documento de identificação pessoal e a informação apresentada para a origem do dinheiro era confusa, ele foi conduzido à Polícia Civil para apuração. A descoberta aconteceu no final da noite de ontem, 19.
Os PRFs encontraram o montante de R$ 109.450,00 e U$ 300,00 distribuídos em duas bolsas. Inicialmente informando que havia feito uma um saque bancário, o homem de 38 anos não apresentou nenhum comprovante da operação. Diante das suspeitas, os policias decidiram apresentar o fato ao delegado da polícia judiciária para a devida apuração, encaminhando o homem e o dinheiro para a delegacia de plantão da Zona Norte de Natal.
Agora RN

Corte francesa condena Paulo Maluf a três anos de prisão por lavagem de dinheiro

Deputado federal Paulo Maluf foi condenado pela Justiça francesa

Deputado é condenado por lavagem de dinheiro; além dele, Justiça francesa condenou, pelo mesmo crime, sua mulher e o filho mais velho do casal

GENEBRA – A Corte de Apelações de Paris condenou o deputado Paulo Maluf (PP/SP) a três anos de prisão e multa de 200 mil euros por lavagem de dinheiro. Sua esposa, Silvia, também foi condenada a três anos, com multa de 100 mil euros.
Em 2015, ex-prefeito de São Paulo (1993/1996) já havia sido condenado pela Justiça em Paris por lavagem de dinheiro. Os crimes teriam ocorrido entre 1996 e 2003. Numa primeira instância, ele pegou três anos de prisão.
Além de Maluf, a Justiça francesa condenou sua mulher Sylvia Lutfalla Maluf e o filho mais velho do casal Flávio Maluf, pelo mesmo crime. A sentença determinou ainda o confisco de 1,8 milhão de euros em contas do deputado e de seus familiares. Além disso, à família foram impostas multas que somam 500 mil euros.
Mas a defesa de Maluf apresentou um recurso perante a Corte de Apelações de Paris que, só em março deste ano, começou a julgar o caso. Uma decisão seria dada no dia 9 de maio. Mas, na ocasião, os três juízes indicaram que não havia ainda um consenso sobre a sentença e um primeiro adiamento foi anunciado. A nova data para a sentença seria 30 de maio. Há duas semanas, uma vez mais sem consenso, os juízes optaram por mais um adiamento.
Em primeira instância, a Justiça francesa determinou que Maluf, a mulher e o filho ‘agiram em associação para ocultar a origem de recursos’ que tiveram origem em ato de corrupção e desvio de dinheiro no Brasil na época em que Maluf era prefeito de São Paulo.
A sentença menciona diretamente obras do túnel Ayrton Senna e da avenida Água Espraiada, sob suspeita de superfaturamento. O parlamentar e seus familiares segundo a justiça francesa, são acusados de enviar o dinheiro dos crimes para empresas offshore e contas em bancos no exterior.
No último dia 23, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenaram Maluf pelo crime de lavagem de dinheiro a uma pena de 7 anos, 9 meses e dez dias de prisão. O crime, como no caso da França, teria sido praticado quando ele exercia o cargo de prefeito de São Paulo. Os ministros entenderam que a pena elevada é ‘incompatível’ com o mandato de deputado. Assim, decretaram a perda do mandato de Maluf. O STF ainda impôs multa de cerca de R$ 1,3 milhão ao ex-prefeito.
Consultados, os advogados de Maluf informaram que vão recorrer à Corte Suprema francesa.
Agora RN

terça-feira, 13 de junho de 2017

Prisão do senador Aécio Neves será votada na semana que vem

Pedido foi inicialmente negada pelo relator anterior do caso, ministro Edson Fachin, que decidiu somente afastar Aécio das atividades de senador

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou hoje, 13, que levará o pedido de prisão contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para julgamento na Primeira Turma da Corte na próxima terça-feira, 20.
A prisão foi inicialmente negada pelo relator anterior do caso, ministro Edson Fachin, que decidiu somente afastar Aécio das atividades de senador. A Procuradoria-Geral da República entrou com um agravo contra a decisão, ao mesmo tempo em que a defesa do tucano interpôs um agravo para garantir a liberdade dele.
Ambos os pedidos serão levados à votação na Primeira Turma no mesmo dia, disse hoje o ministro Marco Aurélio, que foi sorteado o novo relator do caso de Aécio após ser acatado um pedido da defesa pela redistribuição do processo. “Serão analisados os extremos”, disse.
O ministro ressaltou que, caso provocado pela PGR, poderá pedir esclarecimento ao Senado sobre o cumprimento da decisão que determinou o afastamento de Aécio das atividades parlamentares. Para Marco Aurélio, não basta que o senador se afaste voluntariamente, mas que o cargo seja considerado vago, sendo convocado um suplente, o que ainda não foi feito.
“Fica uma cadeira vaga. O desejável não isso, é que ela esteja preenchida”, disse Marco Aurélio. “Ao que tudo indica, o episódio de dezembro está fazendo escola. Não me passa pela cabeça que o Senado não cumpra decisão judicial”, acrescentou o ministro, fazendo referência ao caso Renan Calheiros, no fim do ano passado, quando a Mesa Diretora do Senado decidiu não cumprir decisão liminar pelo afastamento do político alagoano da presidência da Casa.
Agora RN

sábado, 10 de junho de 2017

Juiz suspende transferência de Henrique até julgamento de HC - Juízo de Brasília pede a transferência do ex-ministro de Natal

O juiz Francisco Farias, da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, suspendeu a transferência para Brasília do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), alvo de duas operações da Justiça Federal na última terça-feira (06), informou Época.
Alves foi alvo de mandado de prisão preventiva, na terça-feira, 6, na Operação Manus. Mas, no mesmo dia, também foi alvo de outra operação, com origem em Brasília.
O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, havia pedido ao juiz Francisco Farias, da 14ª Vara Federal do RN, a transferência de Alves para Brasília.
O advogado Marcelo Leal apresentou habeas corpus contra a decisão. Farias solicitou posicionamento do Ministério Público Federal e depois vai decidir sobre o pleito de permanência em Natal.
Em seu habeas corpus, Leal afirmou que o objetivo era expô-lo à “execração pública” e questionou: “Qual a lógica de transferir Henrique para colocá-lo à disposição de outro juiz de igual envergadura fazendo com que o Estado arque com custos de transporte aéreo, escolta, alimentação e outros, quando o requerente pode ser ouvido pelo juízo do Distrito Federal por videoconferência?”.
Portal no Ar

terça-feira, 6 de junho de 2017

MPF acusa Henrique de receber propina de quatro empreiteiras - Segundo a investigação, R$ 7,5 milhões em recursos ilícitos teriam sido recebidos pelo ex-ministro

O procurador da República Rodrigo Teles disse haver indícios de que o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, preso hoje (6) em Natal, solicitou e recebeu recursos ilícitos de ao menos quatro empreiteiras para sua campanha ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014, da qual saiu derrotado.
Segundo a investigação, ao menos R$ 7,5 milhões em recursos ilícitos teriam sido recebidos pelo ex-ministro, que também usou o dinheiro para despesas pessoais.
Uma das empresas envolvidas foi a OAS, responsável pela construção da Arena das Dunas, sede da Copa do Mundo de 2014 em Natal. As investigações in dicam que Alves atuou junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte para atrasar em anos as ações de fiscalização do órgão, que havia identificado o superfaturamento da obra.
Em troca, o político recebeu uma doação oficial de R$ 3 milhões da OAS por meio Diretório Estadual do PMDB, afirmaram os investigadores, bem como outros R$ 650 mil diretamente. Negociações parecidas teriam ocorrido junto às empreiteiras Odebrecht (R$ 3 milhões não declarados), Carioca Engenharia (R$ 400 mil) e Andrade Gutierrez (R$ 100 mil).
As investigações foram conduzidas em parceira com a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontaram operações suspeitas, como o saque de grandes quantias em dinheiro a poucos de dias da eleição de 2014.
“A gente analisando a propria época desses saques de valores em espécie nota, inclusive, um saque de R$ 2 milhões em espécie poucos dias antes do segundo turno, o que gerou a suspeita de que esses recursos possam ter sido utilizados para a compra de votos”, afirmou o procurador Rodrigo Teles.
Segundo os procuradores responsáveis pelo caso, Henrique Eduardo Alves teria oferecido a todas as empresas sua influência nos poderes Executivo, Legislativo e, inclusive, Judiciário em troca de propina. Ele teria agido também em conjunto com o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Nesta quarta-feira, a Polícia Federal cumpriu cinco mandados de prisão preventiva na Operação Manus, incluindo aquele contra Henrique Eduardo Alves, além de seis mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada forçadamente a depor, e 22 ordens de busca e apreensão. O ex-ministro permanecerá preso em Natal, informou a PF.
Ele também investigado em um caso paralelo, conduzido pela Procuradoria da República do Distrito Federal, no qual é suspeito de ocultar R$ 20 milhões em contas no exterior. A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Henrique Eduardo Alves e aguarda retorno.
Portal no Ar

Prisão de Henrique se deu para evitar que ex-ministro esvaziasse contas da corrupção

Ex-ministro do Turismo Henrique Alves (PMDB) foi preso pela Polícia Federal

Pedido é apoiado em informações fornecidas pelo Ministério Público da Suíça sobre movimentação bancária do ex-ministro até 2015, quando a Lava-Jato já estava em curso

BRASÍLIA – O Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão do ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, um dos mais antigos aliados do presidente Michel Temer, para impedir que o ex-deputado esvazie contas bancárias supostamente abastecidas com dinheiro de propina, parte dela das obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
O pedido é apoiado em informações fornecidas pelo Ministério Público da Suíça sobre movimentação bancária do ex-ministro até 2015, quando a Lava-Jato já estava em curso. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal, considerou consistentes os argumentos dos procuradores do caso.
“Em liberdade Henrique Alves pode livremente movimentar as contas, colocar em nome de laranjas, apagar ou tentar apagar o produto do que se diz ser crime, usar os valores para fins diversos, em prejuízo do processo penal a que responde ou outras investigações que eventualmente venham a ocorrer”, sustenta Vallisney conforme trecho da ordem de prisão obtida pelo GLOBO.
Henrique Alves é acusado de se associar ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para receber propina da Carioca Engenharia, uma das empresas responsáveis pelas obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
Com base em informações da Suíça, o Ministério Público Federal acusa Henrique Alves como destinatário de pelo menos US$ 827 mil de propina que teria sido repassada a ele por ordem de Cunha. O dinheiro teria sido depositado na conta Beefield, na Suíça, por Ricardo Pernambuco, um dos donos da Carioca.
As obras foram em parte financiadas com recursos do Fundo de Investimento do FGTS, administrado pela Caixa Econômica Federal. Também participaram das obras a Odebrecht e a OAS.
Pelo relato de delatores da Carioca e da Odebrecht, os financiamentos eram condicionados a pagamentos de propinas a Cunha e outras pessoas com influência no Conselho Curador do FGTS.
Agora RN

Relatório diz que Henrique influenciou repasses da OAS para ABC e América

Henrique Alves, Rubens Guilherme, ex-presidente do ABC, e Alex Padang, ex-presidente do América

Clubes receberam, em 2013, R$ 2 milhões cada em virtude de contrato firmado com a OAS Engenharia, que construiu e administra a Arena das Dunas, obra superfaturada

Quando ABC e América firmaram contrato com a Arena das Dunas, em meados de 2013, para mandarem seus jogos no palco que viria, pouco tempo depois, receber quatro jogos da Copa do Mundo FIFA, eles jamais imaginariam que isso, um dia, se tornaria caso de polícia. Porém, neste 06 de junho de 2017 a situação aconteceu e tem causado pânico nos torcedores das duas equipes.
Diante da prisão do ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, capturado hoje através da Operação Manus (desdobramento da Lava Jato no Rio Grande do Norte), a Polícia Federal incluiu em seu relatório que o ex-deputado intercedeu junto a Léo Pinheiro, então sócio da OAS Engenharia (empresa que construiu e administra a Arena) para que a empresa firmasse contrato com os clubes. A informação foi à tona através do portal Globoesporte.com.
De acordo com o relatório da PF, a situação se caracteriza por ‘corrupção passiva’ quando se identifica ‘vantagem indevida a favor de terceiros’, no caso ABC e América. Em 2013, os dois clubes receberam R$ 2 milhões de luvas pela assinatura do contrato com a OAS sob influência de Henrique Alves. A participação do ex-deputado foi confirmada por Alex Padang e Rubens Guilherme, presidentes dos clubes à época.
No documento, a Polícia Federal diz que “houve solicitação de vantagem indevida em favor de terceiro em razão do auxílio político e parlamentar prestado pelo então deputado federal ao grupo empresarial OAS, e que pode configurar o crime de corrupção passiva, previsto no art. 317 do Código Penal”. Muito embora isso tenha sido ‘constatado’ pela investigação, o relatório diz que ainda vai apurar caso o ex-deputado tenha solicitado dinheiro em troca do auxílio.
Henrique Eduardo Alves foi preso no início da manhã desta terça-feira 06 acusado dos crimes de corrupção passiva e ativa, além de lavagem de dinheiro. A investigação conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público aponta que o deputado teria sido beneficiado no sobrepreço de R$ 77 milhões identificado na construção da Arena das Dunas, palco potiguar da Copa de 2014. Na época, Henrique era candidato ao Governo do RN.
Agora RN

sábado, 3 de junho de 2017

Homem é preso após furtar imagem sacra e trocar por drogas em boca de fumo

O fato ocorreu na cidade de Espirito Santo; Maconha e cocaína foram apreendidas durante a ação policial

Três pessoas foram presas na noite desta quinta-feira (01), no município de Espírito Santo, distante 76 quilômetros de Natal suspeitas de tráfico de drogas e envolvimento no furto de uma imagem sacra ocorrido na igreja da Cidade. Durante a ação policial foram apreendidas maconha, crack, dinheiro e uma balança de precisão.
De acordo com o Capitão Henrique, comandante da terceira companhia do 8° Batalhão as investigações começaram após o furto de uma imagem sacra na igreja da cidade, a apuração feita pela Polícia Civil que chegou até o principal suspeito do crime, o homem confessou onde vendeu a imagem. " Com a confissão fomos até o local e descobrimos que se tratava de uma boca de fumo", disse.
Ainda segundo o Capitão no interior da residência um homem foragido da justiça identificado como Fernando Andriê da Silva Coelho e a companheira dele guardavam maconha, cocaína e balança de precisão. Fernando ainda tentou fugir, mas foi surpreendido por policiais militares que cercaram todo o perímetro. Dalvan Soares de Souza que assumiu ter arrombado a igreja, furtado a imagem e vendido na boca de fumo foi autuado por furto e associação criminosa.
Portal BO

Polícia Federal prende ex-deputado Rocha Loures - Segundo a PF, não há previsão, neste momento, de transferência

A Polícia Federal informou que o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), aliado do presidente Michel Temer (PMDB), foi preso neste sábado, 3, por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A prisão ocorreu nesta manhã em Brasília. O ex-deputado se encontra na Superintendência Regional da PF na capital federal.
Segundo a PF, não há previsão, neste momento, de transferência.
Rocha Loures e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foram gravados pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, em negociação de pagamento de propina. Depois, ambos foram alvos de ações controladas pela Procuradoria-Geral da República. Em um dos vídeos gravados pela Polícia Federal, Rocha Loures aparece “correndo” após supostamente ter recebido uma mala com R$ 500 mil.
A prisão de Rocha Loures havia sido pedida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato. A captura de Rocha Loures foi negada por Fachin. O ministro do STF havia alegado a imunidade parlamentar de Rocha Loures para não autorizar a prisão.
O ex-assessor de Temer havia assumido o mandato de deputado federal no lugar de Osmar Serraglio (PMDB-PR) que foi ao Ministério da Justiça. Após ser deposto da Justiça, Serraglio decidiu recusar a oferta de Temer para virar ministro da Transparência e reassumir o seu mandato.
Após Rocha Loures perder a prerrogativa do foro privilegiado, já que Osmar Serraglio havia voltado à Câmara, Janot, então, pediu a reconsideração da prisão do aliado de Temer.
Na semana passada, Janot já havia pedido para Fachin reconsiderar a decisão tanto relativa a Rocha Loures quanto ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).
Para o procurador-geral da República, a prisão dos dois é “imprescindível” para garantia da ordem pública e instrução criminal, diante de fatos gravíssimos que teriam sido cometidos pelos parlamentares.
Portal no Ar

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Filho é preso após vídeo dele agredindo mãe de 84 anos causar revolta na web - Roberto Elísio Coutinho foi flagrado agredindo a própria mãe em São Luís.

Nos últimos dias, vídeos de um homem xingando e agredindo a própria mãe, uma idosa de 84 anos, vêm sendo compartilhados por todo o País por meio do WhatsApp, atingindo milhões de visualizações e causando revolta entre as pessoas. Nas imagens, enquanto a mulher pede por clemência, o homem a ameaça verbal e fisicamente, a impede de levantar da cadeira, puxando-a com força para trás, chegando a dar tapas e até mesmo a bater nela com objetos.
O homem em questão é Roberto Elísio Coutinho, morador da cidade de Raposa, na região metropolitana de São Luís, no Maranhão, e que já teve prisão preventiva decretada pelas autoridades do Estado. A idosa nas imagens se chama Joseth Coutinho, é mãe do acusado e sofre do Mal de Alzheimer.
“‘Senhor’ é o c***, que eu não sou senhor, sou teu filho! […] Cala boca! Ou tu fica calada ou vai internada!”, estão entre as palavras ditas pelo homem ao longo da discussão, enquanto agride a mãe com tapas.
Antes de ser preso, Roberto chegou a dar uma entrevista ao telejornal JMTV, da TV Mirante, onde alegou ter assistido posteriormente aos vídeos gravados. Perguntado sobre o que sentiu ao ver suas próprias agressões, respondeu: “Arrependimento, tristeza, nojo, raiva, tudo.” “Eu preciso de tratamento, dessa vez, mais complexo, com internação. […] Quando eu tenho esses surtos, eu não gravo nada”, acrescentou.
A reportagem do canal também falou com José Augusto Cutrim, promotor de defesa do idoso que pediu a prisão preventiva de Roberto, que ainda deve passar por perícia médica. “Até que ele demonstre, via judicial, que realmente sofre de algum problema médico, é um sujeito perfeitamente normal, sabendo o que está fazendo e irá responder pelo crime que cometeu.”
O filho de Roberto já havia registrado uma ocorrência denunciando agressão de Roberto à senhora na semana anterior na Delegacia de Proteção ao Idoso.
Após os fatos virem à tona, a idosa fez exame de corpo de delito e pôde voltar para casa, acompanhada por assistentes sociais do Ministério Público.
Veja:

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Suspeito de matar motorista da UFRN é preso - José Wilson foi assassinado em abril, em Ponta Negra.

Policiais militares da Rocam conseguiram prender, nesta quarta-feira (24), um homem suspeito de matar o motorista da UFRN José Wilson de Souza, de 59 anos. Ele foi assassinado em Ponta Negra, no dia 9 de abril, quando estava indo pegar a reitora da Universidade para levá-la ao aeroporto.
José Lindemberg Dantas Nascimento foi preso na comunidade do Japão. Ele vinha sendo investigado pela Polícia Federal e, inclusive, já havia um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal, haja vista que o motorista assassinado era servidor federal.
Durante a operação que resultou na prisão de José Lindemberg, que era foragido de Alcaçuz, outras quatro pessoas foram detidas por outros crimes.
Portal BO

segunda-feira, 15 de maio de 2017

PRF apreende 170 mil cigarros contrabandeados em São José de Mipibu

Carga é avaliada em R$ 21 mil, de acordo com a polícia.

 Três homens foram presos transportando 170 mil cigarros contrabandeados. O trio foi detido neste final de semana pela Polícia Rodoviária Federal. A mercadoria e o veículo utilizado também foram apreendidos.
A prisão ocorreu próximo ao posto da PRF em São José de Mipibu/RN, que fica no km 118 da BR-101. Uma equipe patrulhava o trecho avistou, em um dos acessos, um Fiat Uno e percebeu hesitação do motorista em prosseguir. Com a aproximação da viatura policial, o motorista deu meia-volta e empreendeu fuga em retorno.
Após um acompanhamento em alta velocidade e percorridos mais de 800 metros, o carro em fuga foi parado, três ocupantes foram rendidos e o motivo da fuga descoberto: 16 caixas de cigarros contrabandeados, com as marcas Pine Blue e Gold Seal. Cada caixa continha 50 pacotes de 10 maços cada, totalizando 170.000 cigarros. A carga foi avaliada em aproximadamente R$ 21 mil.
Os três homens presos, de 24, 25 e 39 anos de idade, foram levados à delegacia da Polícia Federal em Natal/RN, onde as mercadorias e o carro ficaram apreendidos. Os homens responderão em liberdade.
Portal BO

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Jovem seduzia homens e dava golpe de ‘Boa Noite Cinderela’ em casas noturnas

A mulher foi presa depois de ser denunciada por algumas das vítimas

A polícia conseguiu chegar até ela com investigação de três meses

Na madrugada desta última quinta-feira (11), a Polícia Civil de São Paulo conseguiu prender uma jovem que estaria aplicando golpes em casas noturnas da capital. A mulher foi identificada como Tamires Caballos, e foi localizada depois de três meses de investigação da polícia que já estava ciente dos crimes praticados por ela.
A prisão aconteceu em uma casa noturna, que se localiza no bairro de Água Branca, na zona oeste da capital. A estudante estaria cometendo o famoso crime de ‘Boa Noite Cinderela’ em que colocava medicações e drogas ilícitas na bebida de homens para poder conseguir roubá-los. Ela seduzia os jovens nas boates com a promessa de se relacionar com eles. A jovem que impressiona pela beleza, usava de sua capacidade de sedução para poder impressionar as vítimas que acabavam caindo no golpe já velho conhecido nas noites das grandes metrópoles.
No entanto, dessa vez ela foi flagrada pela polícia que descobriu onde e qual seria o novo golpe aplicado por Tamires. Os investigadores tomaram conhecimento de qual seria a casa noturna em que a jovem estaria através de interceptações em conversas nas redes sociais. Pelas trocas de mensagens foi possível entender que novas vítimas seriam feitas no local descoberto.
Foi assim que os investigadores foram até a casa noturna para impedir novos crimes. Assim que foi localizada Tamires foi detida e levada até o Departamento de Capturas, no centro da cidade de São Paulo. De acordo com a polícia a jovem trabalhava como garota de programa, e já tinha um longo histórico da prática de crimes deste tipo.
Ela trabalhava na região de Barra Funda, e substancialmente na área nobre do bairro Jardins. Ao que parece ela teria clientes ricos e conseguia convencer homens de grande poder aquisitivo a sair com ela, o que eles não imaginavam é que seriam roubados. Os investigadores se aproveitaram que a jovem estaria em uma casa noturna para prendê-la, ela foi detida por volta das 2h da madrugada. Isso porque a boate é considerada local público e por isso não teriam empecilhos para que a prisão acontecesse.
A princípio a moça ficou detida no Decade (Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas) durante toda a manhã e tarde do dia da prisão, e depois foi transferida para outra delegacia onde foi prestar novos depoimentos. A polícia agora investiga quais os crimes anteriores da jovem,  para poder determinar o inquérito. Ela agora aguarda detida a decisão da justiça.
Fonte: News 365

sábado, 6 de maio de 2017

Polícia Militar apreende drogas, arma, munições e rádios comunicadores em São Gonçalo

Material estava com um grupo de quatro homens

De acordo com informações da Central de Operações, as equipes abordaram os suspeitos em uma residência alvo de uma denúncia e investigação

Policiais militares das viaturas 1142 e 1143, do 11° Batalhão apreenderam na noite desta sexta-feira (05), vasto material ilícito, como drogas, arma e munições. Todo o material estava com um grupo de quatro homens, abordado na comunidade de Olho D’água dos Carrilhos, em São Gonçalo do Amarante.
De acordo com informações da Central de Operações, as equipes abordaram os suspeitos em uma residência alvo de uma denúncia e investigação. No local foram encontradas cerca de um quilo de maconha, crack, cocaína, munições calibre 9 milímetros, uma pistola com carregador e rádios de comunicação.
Os suspeitos presos na ocasião foram conduzidos a delegacia de plantão da zona Norte e autuados por associação ao crime e tráfico de entorpecentes. A polícia acredita que o grupo faça parte de alguma fação criminosa atuante no Estado. As informações são do Portal BO.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Para MBL, greve tem cunho político e serve para desviar foco de investigações contra Lula

Integrante do MBL no RN, Luciana Monteiro comenta série de manifestações programadas para esta sexta e, ao contrário do protesto, celebra reformas


O Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou notoriedade após articular protestos a favor do impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), considera a greve geral conclamada por movimentos sociais de Esquerda para esta sexta-feira 28 um ato de “cunho político” e voltado para “desviar o foco” das investigações contra o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT). É o que afirma a odontóloga Luciana Monteiro, uma das integrantes do MBL no Rio Grande do Norte.
De acordo com Luciana, os protestos de hoje foram convocados por sindicalistas porque “eles não gostam de trabalhar de jeito nenhum”. “O país está precisando trabalhar e superar o buraco onde estamos. Não tem cabimento uma greve geral na véspera de um feriadão. Isso demonstra que eles [sindicalistas] não tem compromisso nenhum com o país, nem com o pobre nem com ninguém”, critica.
A greve geral desta sexta tem o objetivo de manifestar repúdio às reformas propostas para a Previdência e a legislação trabalhista. Para sindicalistas, as mudanças representam retirada de direitos de trabalhadores. Segundo Luciana, contudo, a revolta tem apenas uma motivação: o fim da obrigatoriedade do pagamento da contribuição sindical pelos trabalhadores, que têm o desconto em folha.
“Esses sindicalistas arrecadam, em média, R$ 3,3 bilhões por ano e não têm que prestar conta de nada. O que nós vemos são sindicalistas andando em carros de luxo, empregando parentes nos sindicatos e usando trabalhadores como massa de manobra. Esses movimentos todos são pagos com dinheiro público. Aí quando tiram a taxação obrigatória, eles acham ruim”, dispara Luciana.

Foto: Luciana Monteiro, integrante do MBL no RN / Arquivo Pessoal
Segundo a articuladora do MBL, a reforma trabalhista, ao propor o fim do “imposto sindical”, representa um avanço. “Ao trabalhador, foi dado o direito de escolher. Agora, os sindicalistas precisarão mostrar serviço. E sindicalista não gosta de trabalhar de jeito nenhum”, repete. “Eles estão defendendo os interesses deles e dos parentes”, complementa.
Ainda de acordo com Luciana, além do fim do imposto sindical, a reforma trabalhista que foi aprovada na Câmara dos Deputados não acarreta fortes mudanças na legislação. “A reforma foi mínima. E o que mudou foi positivo, como a divisão das férias e a regulamentação da terceirização. Agora, os trabalhadores terceirizados vão ter os mesmos direitos dos efetivos”, assinala.
Sobre a possibilidade de flexibilização da carga horária de trabalho, a porta-voz do Movimento Brasil Livre considera outra alteração positiva. “O estudante universitário, por exemplo. No turno contrário ao de suas aulas e compromissos na faculdade, ele poderá trabalhar, receber pelo período que ele trabalhar (3h, 4h ou 5h) e complementar sua renda”, pontua.
Por fim, a integrante do MBL afirma que os sindicalistas que conclamaram a manifestação de hoje não têm conhecimento profundo das causas. “Eles não sabem nem por que estão protestando. Só sabem gritar e agredir as pessoas. Eles estão apedrejando ônibus… isso é democracia? Isso é liberdade?”, conclui.
Agora RN

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Mandado do Supremo é cumprido e goleiro Bruno volta à prisão

Goleiro Bruno foi mandado de volta para prisão
Após os tramites no local, ele passaria por exames de praxe no Instituto Médico Legal (IML) e seria mandado para o presídio da cidade

Dois dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) revogar a liminar que o mantinha em liberdade, o goleiro Bruno Fernandes voltou à prisão na tarde desta quinta-feira, 27. Era perto das 14 horas quando ele se apresentou na Delegacia Regional de Varginha (MG).
Após os tramites no local, ele passaria por exames de praxe no Instituto Médico Legal (IML) e seria mandado para o presídio da cidade. Bruno foi condenado a mais de 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio, ocorrida em 2010.
O goleiro está voltando para a cadeia após 62 dias em liberdade. Na terça-feira, 25, a 1ª Primeira Turma do STF votou a favor de parecer emitido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo a revogação da liminar que libertou o atleta.
Ao se apresentar nesta tarde, ele entrou rapidamente na delegacia e se negou a falar com a imprensa.
O advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, já adiantou que vai recorrer em favor do cliente. “A intenção é conseguir sua liberdade o quanto antes”, afirmou. No entanto, o contrato do atleta com o Boa Esporte deverá ser rescindido, como estava previsto caso ele retornasse para a prisão.
Agora RN

terça-feira, 25 de abril de 2017

Supremo Tribunal Federal decide mandar goleiro Bruno de volta à prisão

Bruno, ex-goleiro

Defesa do jogador havia conseguido no dia 21 de fevereiro um habeas corpus no STF para que o atleta fosse libertado da cadeia

Por 3 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na tarde desta terça-feira, 25, que o goleiro Bruno Fernandes, de 32 anos, retorne à cadeia. Após deixar a prisão em 24 de fevereiro, o goleiro assinou contrato com o Boa Esporte Clube, de Varginha, em Minas Gerais, que disputa a segunda divisão do Campeonato Mineiro
O goleiro, ex-jogador do Flamengo, havia deixado a prisão na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Santa Luzia, na Grande Belo Horizonte, em 24 de fevereiro. Ele cumpria pena de 22 anos e 3 meses de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver da ex-amante, Eliza Samudio, com quem teve um filho.
A defesa do jogador conseguiu no dia 21 de fevereiro um habeas corpus no STF para que o atleta fosse libertado. A decisão foi do ministro Marco Aurélio Mello, que considerou o fato de o jogador estar preso há quase sete anos sem que o júri que o condenou tenha sido referendado em segunda instância.
Agora RN

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Polícia Federal prende estudante com 5,6 quilos de ecstasy no aeroporto de São Gonçalo do Amarante - Flagrante foi feito na madrugada deste domingo (23/004/2017)


A Polícia Federal prendeu na madrugada deste domingo (23) no aeroporto internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, um estudante paranaense, 28 anos, acusado de tráfico de drogas. Ele reside em Curitiba/PR e desembarcou de um voo vindo de Portugal trazendo na bagagem 5,6 quilos de ecstasy.
A prisão aconteceu logo após os policiais serem avisados pela Receita Federal de que ao ser submetida à inspeção de raios X, havia sido detectada uma bagagem de conteúdo suspeito. De imediato, o estudante foi identificado como sendo o proprietário da mala, a qual, após ser vistoriada,continha em um fundo falso, envoltos em fitas plásticas, três tabletes contendo um pó branco com característica de substância entorpecente.
O homem recebeu voz de prisão e em seguida foi conduzido para autuação na sede da Polícia Federal no bairro de Lagoa Nova, onde a substância encontrada passou por perícia e deu resultado preliminar positivo para MDMA.
Quando do seu interrogatório, porém, o suspeito invocou o direito constitucional de permanecer em silêncio e negou-se a responder a todas as perguntas que lhe foram formuladas.
Além da droga, foram apreendidos ainda com o acusado: celulares, passaporte e um bilhete de passagem em seu nome com origem em Bruxelas, Bélgica, onde os policiais acreditam que o ecstasy tenha sido adquirido.
Indiciado na lei de tráfico internacional de drogas, o preso foi submetido a exame de corpo de delito e encontra-se custodiado na Superintendência da PF, à disposição da Justiça.
Esta foi a segunda apreensão de droga sintética realizada pela PF este anono aeroporto Aluízio Alves. O total de ecstasy apreendido no período já ultrapassa a marca dos 19 quilos.
Portal BO