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quinta-feira, 11 de maio de 2017

43% dos homens não gostam de fazer sexo oral, diz estudo brasileiro

O estudo verificou ainda que “os homens cometem três erros básicos

Os homens cometem ainda três erros que têm impacto no prazer feminino e, claro, no sucesso do estímulo oral

Aversão e vergonha de não saber estimular a parceira da forma correta são os principais motivos que fazem com que 43% dos homens não gostem de fazer sexo oral nas companheiras. É o que aponta um estudo conduzido por Aline Castelo Branco, educadora sexual e especialista em programação neolinguística para relacionamentos.
O estudo, realizado em parceria com o Núcleo de Estudos da Sexualidade (Nusex) da Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), contou com a participação de 200 mulheres e 300 homens brasileiros.
O estudo verificou ainda que “os homens cometem três erros básicos que causam muito impacto no prazer feminino”:
  1. Colocar a língua de fora e movimentar a cabeça para cima e para baixo de forma brusca, sem tocar no clitóris;
  1. Colocar os lábios em bico e movimentar o rosto para todos os lados, agitando os genitais da parceira;
  1. Sugar o clitóris da parceira ao ponto de provocar dor. “O clitóris tem nove mil terminações nervosas, sendo uma área sensível que deve ser trabalhada com muita delicadeza”, explica a especialista no mesmo comunicado.
Fonte: Notícias ao Minuto

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Síndrome pós-orgasmo afeta homens e causa febre e diarreia

Para alguns homens o orgasmo pode não ser uma experiência prazerosa. Isto ocorre por causa da síndrome da doença pós-orgásmica (POIS, na sigla em inglês), um problema raro que afeta exclusivamente os homens e causa sintomas que vão desde cansaço e febre até diarreia. De acordo com aBBC Brasil, a doença, desoberta em 2002 pelo cientista holandês Marcel Waldinger, neuropsiquiatra da Universidade de Utrecht, na Holanda, já foi identificada em pouco mais de 200 homens. Mas Waldinger acredita que sua incidência pode ser mais comum do que os números indicam.
Isso porque muitos homens não falam sobre o problema por causa da vergonha e confusão que os sintomas causam. Outros sequer sabem que o que têm é uma síndrome. Alguns pacientes enfrentam o transtorno durante a vida toda e têm o chamado “POIS Primário”. Em outros casos, apelidados de “POIS Adquirido”, a doença se desenvolve com o passar dos anos.

Possíveis causas

Em relação às possíveis causas, desde sua descoberta, cientistas identificaram várias, que variam entre uma possível alergia ao próprio sêmen a um distúrbio neurobiológico. Mas, Waldinger acredita que o problema pode ter uma base psicológica.
Um estudo realizado este ano com 45 homens que sofrem da doença apontou uma nova possível causa para a POIS: uma reação autoimune ao plasma seminal. Caso seja isso, os cientistas acreditam que esta reação pode ser tratada com injeções regulares de sêmen diluído. Esse tratamento ainda está em fase experimental e só foi administrado em dois pacientes.
Outras possíveis causas sugeridas por Waldinger em um novo relatório são uma disfunção da glândula pituitária e a deficiência de testosterona. Já Barry Komisaruk, cientista especializado em respostas neuronais a estímulos sexuais e diretor do Programa de Pesquisa Biomédica da Universidade de Rutgers, em Newark, Estados Unidos, sugere que a doença está ligada à atrofiação do nervo vago ou pneumogástrico, um nervo craniano que envia impulsos para quase todos os órgãos.
“Muitos dos sintomas que os pacientes apresentam são mediados pelo nervo vago”, explicou Komisaruk.

Sintomas

Entre os sintomas da doença estão cansaço extremo, dificuldades de memória, problemas de concentração, debilidade da musculatura, febre ou sudorese extrema, diarreia, calafrios, alterações do estado de ânimo, geralmente irritabilidade, discurso incoerente, congestão nasal e olhos ardendo.
Todas essas manifestações aparecem alguns segundos, minutos ou poucas horas após a ejaculação e podem durar entre dois e cinco dias.

Tratamento

As variações de sintomas de um paciente para outro e a ausência de uma causa específica dificulta o desenvolvimento de um tratamento único. Pacientes já tentaram tratamentos à base de vitaminas, adesivos de testosterona, eliminação de laticínios de suas dietas, sedativos e antibióticos. No entanto, até o momento, a medida mais eficiente para evitar o problema é, infelizmente, a abstinência sexual.
Homens que sofrem com a síndrome da doença pós-orgásmica participam do Fórum POIS Center, um lugar onde compartilham suas experiências e falam sobre truques para tentar driblar os sintomas. Apesar da ausência de um tratamento eficaz, para muitos usuários do Fórum o importante por enquanto é divulgar mais a doença e assim aumentar as chances de se encontrar uma cura.
veja

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Quanto tempo dura uma relação sexual normalmente?

Não é fácil estabelecer uma forma científica de medir a duração do ato sexual. O que marca o começo? Como cronometrar? O estudo que chegou mais próximo de fazer uma medição confiável determinou qual o “tempo de latência da ejaculação intravaginal”, ou seja, o tempo que demora desde a penetração do pênis até a ejaculação.
estudo, feito na Universidade de Utrecht, reuniu dados de 500 casais heterossexuais de cinco países (Holanda, Reino Unidos, Estados Unidos, Espanha e Turquia). As mulheres receberam um cronômetro que disparavam no momento da penetração e acionavam novamente quando havia ejaculação. O resultado foi bem variado: de relações de 33 segundos a outras de 44 minutos.
“Tirar a média não resultaria em um número muito fidedigno por causa da grande variação, o mais sensato foi valorizar a mediana. Ou seja, aquele índice em que o maior número de casais concentrou as respostas – que foi 5,4 minutos”, explica Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da USP (Universidade de São Paulo).
Ela lembra que a mediana foi decrescendo com a idade: homens de 18 a 30 anos tiveram, com mais frequência, penetrações de 6,5 minutos. Entre os mais velhos de 51 anos, a mediana foi de 4,3 minutos.

Ter ejaculação precoce já foi símbolo de virilidade

A importância da pesquisa, segundo Carmita, foi definir o tempo da ejaculação a ser considerado precoce para efeito de pesquisas. Esse tempo foi fixado em um minuto ou menos, depois da penetração. Ela explica que até os anos 1960, o ejaculador precoce era tido como mais viril, justamente por sua rapidez.
Robson Pires

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Conheça camisinha vibratória que promete orgasmos em 100% das relações

Preservativo conta com vibradores em miniatura que são controlados por Bluetooth


Por Redação
Uma empresa americana inventou um modelo de camisinha feminina que promete ampliar as chances de um orgasmo para mulheres. O preservativo chamado de VA W.O.W conta com vibradores em miniatura que são controlados por Bluetooth para estimular a vagina.
Os representantes da marca afirmam que os testes indicam que a camisinha é capaz de garantir que as mulheres tenham orgasmos em todas as relações sexuais. Alguns casais participaram dos testes e 70% das mulheres conseguiram alcançar o orgasmo na primeira tentativa.
A empresa quer que as camisinhas vibratórias cheguem ao mercado dentro de 12 a 18 meses, mas elas ainda precisam receber a aprovação de órgãos regulatórios.
Portal no Ar

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Mulheres têm orgasmos mais intensos quando parceiro é engraçado e rico, diz estudo

 

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Um homem que te faz rir pode te deixar muito feliz — e não só pelas boas piadas. Pelo menos esta é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade de Albany, nos Estados Unidos. Após interrogar estudantes universitárias sobre a sua vida sexual e as características de seus parceiros, os pesquisadores concluíram que quanto melhor o senso de humor do parceiro, mais chances elas têm de experimentar orgasmos intensos. Da mesma forma, o prazer também aumentaria de acordo com a autoestima e a renda familiar do homem.
Conduzida pelo psicólogo George Gallup, a pesquisa levantou detalhes como medidas, personalidade e aparência dos parceiros das entrevistadas. A intensidade dos orgasmos também se relacionava com a frequência com que o casal tinha sexo durante a semana e em quão atraída por seu parceiro a mulher se sentia.
Além disso, mulheres que começaram a vida sexual mais cedo revelaram ter tido mais parceiros e experimentado mais orgasmos. Elas também disseram estar mais satisfeita sexualmente com seus companheiros do que as demais.
“Nós identificamos uma série de traços — motivação, inteligência, foco e determinação — que previam quão frequentemente uma mulher iniciava relações sexuais. Além disso, o senso de humor do parceiro não apenas previa sua autoestima e renda familiar, mas também a propensão da mulher de iniciar o sexo, e quão frequentemente o casal fazia sexo e a frequência do orgasmo em relação a outros parceiros”, escreveram os pesquisadores.
Robson Pires

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Nesta sexta-feira, dia 06 de setembro, é Dia do Sexo

Nesta sexta-feira, dia 06 de setembro é comemorado o Dia do Sexo. A data é comemorada  desde 2008, após uma ação de marketing da marca de preservativos Olla, que desde então encabeça uma campanha para levar o dia em comemoração ao sexo ao  calendário oficial.  Não demorou muito para o movimento cair nas graças do público e virar um bom motivo para um clima a dois.

06 de setembro, dia do sexo

O dia em comemoração ao sexo é celebrado desde 2008