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terça-feira, 16 de maio de 2017

Lista dos 100 melhores prefeitos do país traz 5 do RN Pesquisa analisa a credibilidade dos gestores junto a diversos órgãos

Cinco prefeitos de cidades potiguares estão entre os 100 melhores do Brasil. É o que mostra uma avaliação feita pelo Instituto Brasileiro de Divulgação (UDB) depois de cem dias dos gestores no poder.
O prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira, do PRB, e a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, do PP, estão na lista. Os outros três gestores são de Goianinha, Berg Lisboa (PSD); de Lagoa D’Anta, Taianni Santos (PP); e de Caicó, Batata (PSDB).
De acordo com a direção do instituto, a pesquisa analisa a credibilidade dos gestores junto aos órgãos governamentais, Federal, Estadual, Tribunal de Contas e Ministério Público, além do comprometimento com a sociedade. A UBD ainda faz uma análise por meio de telefone com moradores das cidades para saber o nível de satisfação com a administração municipal.
Portal no Ar

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pesquisa mostra o tamanho do genital considerado normal; veja a média Mas, se você estiver fora das medidas, não se preocupe



O tamanho do genital masculino sempre foi um assunto polêmico. Muitas pessoas acreditam que ele é o grande responsável pela masculinidade, já outras acham que ele é fundamental na hora de conquistar uma mulher. Por isso, essa insegurança acaba traumatizando homens do mundo inteiro.
Segundo um estudo realizado em 2015, os cientistas conseguiram estabelecer uma medida considerada “normal” para o genital masculino. Com base em amostragens e dados de 17 estudos, os especialistas checaram às medidas de 15.521 homens de todas as partes do mundo.
Segundo Dr. David Veale, autor principal do estudo, essas medidas são úteis para os homens que se preocupam com suas proporções. Esse resultado fez com que os médicos conseguissem tranquilizar seus pacientes, que muitas vezes acreditavam ter um órgão pequeno. Além disso, os dados ajudam os especialistas a diagnosticarem doenças como macro e micropênis.
“Em alguns casos, a preocupação dos homens em relação ao assunto é tão grande que configura quadros de transtorno dismórfico corporal, quando a pessoa tem uma percepção do próprio corpo diferente da realidade”, disse Veale. Publicado no periódico BJUI International, o estudo evidenciou que o comprimento médio de um genital masculino flácido é de 9,16 cm e esticado, 13,24cm. Já o tamanho médio do órgão ereto é de 13,12 cm. Além disso, o estudo mostrou que a circunferência média do pênis flácido é de 9,31 cm e ereto, de 11,66 cm.
Mas, se você estiver fora das medidas, não se preocupe. De acordo com o urologista Eduardo Bertero, representante do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia, os homens não precisam se apavorar, pois são apenas medidas. Segundo Bertero, um pênis que chega a 10 cm de comprimento é funcional. O micropênis, atinge menos que 7 cm.
Determinadas regiões podem caracterizar o tamanho do pênis. Confira o tamanho médio dos pênis – eretos – de alguns países:
Brasil: 15,7 centímetros
República Democrática do Congo: 17,93 centímetros
Estados Unidos: 14,88 centímetros
Argentina: 14,88 centímetros
Alemanha: 14,46 centímetros
Ficou curioso e quer checar o seu? Para medir, é preciso ficar de pé com o órgão ereto. A medida deve ser realizada na parte de cima do genital, da base até a ponta da glande. Para medir a grossura, basta enrolar a fica métrica em três locais: junto à base, no meio da haste peniana e antes do sulco entre a glande e o corpo do pênis. O resultado será a média dos 3 números.
Fonte: Jornal Ciência

segunda-feira, 20 de março de 2017

Depressão e desânimo atingem 59% dos desempregados, diz pesquisa

Também foram citados sentimentos de privação de consumo
Mais da metade dos entrevistados teve alterações no sono devido ao desemprego; seis em cada dez têm menos vontade de sair

A pesquisa “Impactos do Desemprego: saúde, relacionamentos e estado emocional”, conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que, além de trazer complicações à vida financeira, o desemprego afeta também o estado físico e emocional das pessoas.
De acordo com o estudo, 59% dos entrevistados se sentem deprimidos ou desanimados, 63% estão estressados ou nervosos e 62% dizem ter estado angustiados. Também foram citados sentimentos de privação de consumo que tinha anteriormente (75%), ansiedade (70%) e insegurança de não conseguir um novo emprego (68%).
Em menor proporção foram mencionados sentimentos de medo (57%), baixa autoestima (55%), perda de valor perante as pessoas (39%), vergonha diante de amigos ou parentes (37%) e culpa (26%).
Por outro lado, 54% das pessoas passaram a sentir-se esperançosas com a vida após perder o emprego e três em cada dez (30%) estão mais otimistas do que era antes e confiam que coisas boas irão acontecer.
Os entrevistados também disseram que o desemprego afetou a saúde, à medida que mais da metade (51%) teve alterações no sono, 45% relatam mudanças no apetite, 40% têm dores de cabeça ou enxaquecas frequentes, 29% tiveram alteração na pressão (principalmente aqueles com mais de 50 anos, 54%) e 16% disseram descontar a ansiedade em vícios como álcool, cigarro, comida entre outros.
Com relação aos impactos nos relacionamentos, o estudo mostra que seis em cada dez (59%) daqueles que perderam o emprego têm menos vontade de sair, 27% ficam mais isolados das pessoas, 9% têm feito algum tipo de agressão verbal a pessoas próximas e 4% agrediram fisicamente algum parente ou amigo.
Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o trabalhador precisa ter uma visão realista de sua situação para evitar problemas financeiros maiores. “É importante que o desempregado mantenha a mente aberta para propostas diferentes das que ele esteja esperando, seja em termos de salário ou função. Nessa hora, trabalhos alternativos também podem ser uma fonte de renda temporária”, diz.
Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.
Agora RN

domingo, 25 de dezembro de 2016

Nove entre dez brasileiros atribuem a Deus sucesso financeiro



Pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos (nível de confiança de 95%)

Quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior a gratidão a Deus pelas conquistas terrenas

Nove entre dez brasileiros dizem que seu sucesso financeiro se deve a Deus, mostra pesquisa Datafolha.
A porcentagem supera 90% entre os religiosos, é de 70% entre os sem religião e aparece até mesmo entre os que se declaram ateus: 23% concordam com a declaração.
Quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior a gratidão a Deus pelas conquistas terrenas.
Ainda assim, são 77% os graduados que atribuem responsabilidade divina às finanças, e 7 entre 10 entre os que têm renda mensal acima de 10 salários mínimos (R$ 8.800, pelo valor atual).
DINHEIRO DOS OUTROS
A disparidade de opinião entre os mais e menos escolarizados, ou entre os mais e menos ricos, fica ainda mais ampla quando se trata do dinheiro dos outros.
Um terço de quem fez até o ensino fundamental e 28% dos que ganham até R$ 1.760 por mês concordam com a frase “As pessoas pobres, em geral, não têm fé em Deus, e por isso não conseguem sair dessa situação”.
Em contraposição, são apenas 9% os graduados que atribuem pobreza à falta de fé, mesmo índice dos que ganham mais de R$ 8.800.
O Datafolha ouviu 2.828 brasileiros maiores de 16 anos selecionados por sorteio aleatório, em amostragem representativa da população.
*A matéria completa encontra-se disponível no site do jornal Folha de S.Paulo.
Agora RN

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Avaliação ruim do governo Temer sobe de 39% para 46%, aponta Ibope/CNI

A pesquisa Ibope/CNI foi realizada de 1º a 4 de dezembro, antes do vazamento da delação premiada do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo
Aprovação pessoal do presidente também piorou. Em dezembro, 64% dos entrevistados disseram desaprovar a maneira de Temer governar

A avaliação negativa do governo do presidente Michel Temer (PMDB) aumentou para 46% em dezembro, mostra pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta-feira, 16. No levantamento anterior, realizado em setembro e divulgado em outubro deste ano, o porcentual dos que avaliavam o governo como ruim ou péssimo era de 39%.
A avaliação positiva do governo Temer, por sua vez, oscilou de 14% para 13% entre setembro e dezembro. A avaliação regular do governo do peemedebista também oscilou levemente para 35% em dezembro, ante 34% na última pesquisa. Os que não souberam ou não responderam sobre a avaliação do governo representaram 6% dos entrevistados em dezembro, ante 12% em setembro.
A aprovação pessoal do presidente também piorou. Em dezembro, 64% dos entrevistados disseram desaprovar a maneira de Temer governar. Em setembro, esse porcentual era de 55%. Já os brasileiros que aprovam o jeito do presidente de administrar o País oscilaram de 28% para 26% de setembro para dezembro. Outros 10% não sabem ou não responderam essa questão em dezembro, ante 17% em setembro.
A confiança da população no presidente também diminuiu. Em dezembro, 23% dos entrevistados disseram confiar em Temer, queda de três pontos porcentuais em relação ao levantamento de setembro (26%). Ao mesmo tempo, o porcentual dos que não confiam no presidente aumentou de 68% para 72% entre as duas pesquisas. Os que não sabem ou não responderam essa questão foram 5% em dezembro, ante 6% em setembro.
Temer x Dilma
A pesquisa traz ainda a comparação da administração Temer com o governo da presidente cassada Dilma Rousseff (PT). Em dezembro, o porcentual dos que avaliaram que o governo Temer é melhor do que o da petista diminuiu para 21%, ante 24% em setembro. Ao mesmo tempo, os que consideram que o governo Temer é pior do que o da petista aumentaram de 31% para 34% entre as duas pesquisas. Para 42% os dois governos são iguais, ante 38% na pesquisa anterior. Outros 3% não sabem ou não responderam em dezembro, ante 7% em setembro.
A perspectiva para o restante do governo Temer também piorou, segundo a pesquisa. Aqueles que acreditam que a perspectiva é ruim ou péssima aumentaram de 38% para 43% entre setembro e dezembro, enquanto os que preveem que o governo será ótimo ou bom diminuíram de 24% para 18%. Os que preveem que o governo Temer será regular oscilaram de 30% para 32% dos entrevistados. Outros 7% não souberam ou não responderam em dezembro, ante 8% na pesquisa anterior.
A pesquisa Ibope/CNI foi realizada de 1º a 4 de dezembro, antes do vazamento da delação premiada do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo, na qual ele citou Temer e ministros do governo. O levantamento ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de 2 pontos e o nível de confiança, 95%.
Agora RN

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Pesquisa revela preferência por destinos domésticos com destaque para o Nordeste

Aumentou a intenção de viagem, para os próximos seis meses, de brasileiros com baixa renda e escolaridade


Cresceu, em outubro, o percentual de brasileiros dispostos a viajar nos próximos seis meses, período que inclui as férias escolares, festas de fim de ano e o Carnaval. Em comparação ao mesmo mês do ano passado houve expansão na intenção de viagem de 22,4% para 26,3%, segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo nas principais capitais do país. O resultado do último mês foi o melhor de 2016. Em janeiro, o percentual de intenção de viagem era de 19,1%.
Um fator que chamou a atenção na pesquisa foi o aumento da intenção de viagem na faixa de renda mais baixa, com rendimento familiar de até R$ 2.100,00. Em outubro de 2015, 8,6% dos entrevistados nessa faixa de renda confirmaram a intenção de viajar. Este ano, o número aumentou para 10,9%, um crescimento de 2,3 pontos percentuais.
A pesquisa verificou ainda o aumento da intenção de viagem de avião em todas as faixas de renda. Entre os entrevistados com rendimento mensal de até R$ 2.100,00, 40% deverão utilizar o avião nas próximas viagens, crescimento de 7,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2015 – o maior registrado entre todas as faixas ouvidas.
O crescimento também pode ser observado em todos os graus de instrução, com destaque para aqueles com primeiro grau completo. Nesse intervalo de instrução, a intenção de viagem quase dobrou se compararmos os meses de outubro de 2015 e 2016, passando de 7,1% para 13,3%.
O ministro Marx Beltrão comemorou os dados e atribuiu o aumento na intenção de viagem à esperança na retomada da economia brasileira. “A sondagem mostra o vigor dessa atividade. Mesmo com um cenário econômico em recuperação, aos poucos o brasileiro está voltando a pensar nas viagens de férias. Esse é um excelente sinal”, afirmou.
Viagens domésticas
De acordo com o estudo, oito em cada 10 potenciais viajantes (80,9%) pretendem visitar destinos nacionais. Os atrativos do Nordeste são os preferidos dos entrevistados. A região deve receber 44,4% do total de turistas. O Sudeste fica em segundo lugar, com 23% das indicações. A região Sul vem a seguir com 21%. Os demais entrevistados dispostos a viajar fizeram opção pelo Centro-Oeste (9,9%) e pelo Norte (1,7%).
Depois do hotel, a casa de parentes e amigos será o principal meio de hospedagem utilizado pelo brasileiro que pretende viajar nos próximos seis meses. Esta foi a opção de 42,8% dos potenciais viajantes ouvidos, em outubro, pelo Ministério do Turismo em sete capitais. Hotéis e pousadas devem receber 45,2% dos turistas.
O avião continua sendo o principal meio de transporte dos turistas brasileiros, com 53,2% das intenções dos viajantes, o que sinaliza viagens mais longas em relação ao ano anterior quando 49,6% optaram pelo transporte aéreo. O carro, como segunda opção, tem 31% e o ônibus vem em terceiro lugar com 12,5%.
Com o câmbio favorável, as intenções de viagem para o exterior também cresceram, ampliando os negócios do segmento internacional no Brasil. No entanto, somente 18,6% dos brasileiros pretendem viajar para fora até abril de 2017.
Sobre a pesquisa
A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem é uma pesquisa realizada em mais de 2 mil famílias em sete capitais brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Agora RN

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Pesquisa aponta que perda de visão cresce entre diabéticos do mundo todo

Em 2010, uma em cada 52 pessoas teve perda de visão e uma em cada 39 pessoas ficou cega por retinopatia diabética – desdobramento da doença que danifica a retina

No mundo inteiro, a perda de visão por causa do diabetes tem aumentado assustadoramente. Entre 1990 e 2010, a quantidade de pessoas com perda de visão parcial ou total devido à doença subiu de 27% para 64%. Em 2010, uma em cada 52 pessoas teve perda de visão e uma em cada 39 pessoas ficou cega por causa da retinopatia diabética – desdobramento da doença que danifica a retina. No Brasil, 12 milhões de pessoas sofrem de diabetes e muitas nunca fizeram acompanhamento oftalmológico. Como a retinopatia diabética costuma atingir três em cada dez portadores da doença, pode levar à perda total da visão se não for tratada a tempo.
De acordo com Renato Neves, oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, o paciente diabético deve dilatar a pupila todos os anos e se submeter a um exame ocular bastante minucioso. Quando esse controle é feito regularmente, costuma prevenir 95% da perda de visão relacionada ao diabetes. “O paciente diabético pode apresentar problemas de visão a qualquer momento. Daí a importância de um acompanhamento oftalmológico frequente. Como o comprometimento da retina pode ser assintomático, sem alterações na qualidade da visão, o exame de fundo de olho é fundamental para detectar pontos e vasos sanguíneos propensos a romper e desencadear hemorragia”.
Nos Estados Unidos, o número de pacientes com retinopatia diabética aumentou 89% na década entre 2000 e 2010, atingindo 7,7 milhões de pessoas. Embora estudos realizados nos últimos anos apontem para o sucesso das injeções intravítreas de antiangiogênicos em pacientes com retinopatia diabética, em casos raros pode haver complicações, como descolamento da retina, formação de catarata e aumento ou redução da pressão intraocular. “O principal papel dos antiangiogênicos é a interrupção da perda de visão. Embora seja difícil recuperar a visão perdida, as injeções intravítreas impedem a progressão da doença, evitando que a pessoa acabe ficando cega. Com anestesia local e pupilas dilatadas, a injeção é aplicada diretamente no vítreo, camada gelatinosa localizada entre a retina e o cristalino”, diz Neves.
De acordo com o médico, o tratamento com injeções de antiangiogênicos precisa ser repetido em intervalos regulares para atingir resultados duradouros. “O paciente deve usar colírios antibióticos durante cerca de trinta dias.  Ensaios clínicos demonstram melhora em até 34% da visão central e estabilização da visão em 90% dos casos. Por isso, vem sendo considerado um método altamente eficaz”.
Agora RN

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Butantan anuncia testes clínicos de vacina contra dengue em mais quatro cidades

Ensaios clínicos começarão no dia 5 de outubro em Brasília e Cuiabá e, no dia 19, no Recife e em Belo Horizonte


Por Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Mais quatro cidades brasileiras começaram a testar a terceira e última etapa da vacina da dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan. Os ensaios clínicos começarão no dia 5 de outubro em Brasília e Cuiabá e, no dia 19, no Recife e em Belo Horizonte. Até este momento, os testes envolvem 17 mil voluntários em 13 cidades brasileiras.
“Hoje estamos enfrentando este grande desafio. São anos de estudo. É a última fase da primeira vacina do mundo tetravalente com dose única e contra quatro tipos de vírus, com altíssimo índice de proteção. Estamos muito otimistas”, disse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, durante uma reunião entre pesquisadores do Instituto Butantan e de 14 centros de pesquisa de todo o país que estão conduzindo os ensaios clínicos da vacina contra a dengue.
Essa etapa da pesquisa servirá para comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço, receberá placebo, que é uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Ninguém – nem a equipe médica, nem o voluntário – saberão quem receberá a vacina e quem receberá o placebo. O objetivo disso é descobrir, a partir dos exames que serão coletados desses voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e se quem tomou o placebo contraiu a doença.
Os voluntários são pessoas saudáveis, que já tiveram, ou não, dengue em algum momento da vida e que se enquadrem em três faixas etárias: 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos. Durante cinco anos, eles serão acompanhados por uma equipe médica para verificar a eficácia da proteção oferecida pela vacina.
Ofensiva contra o Aedes aegypti
O governo paulista também anunciou hoje (19) uma nova ofensiva em todo o estado para evitar o avanço do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, no próximo verão.
Chamada de Todos Juntos Contra o Aedes aegypti, a campanha contará com a participação de 20 mil agentes municipais e estaduais, além de mais 30,2 mil profissionais fazendo atividades extras aos sábados, visitando imóveis públicos, privados e baldios e removendo criadouros.
“Resolvemos dar continuidade ao mutirão, primeiro, contratando os voluntários que trabalharão aos sábados, com uma remuneração de R$ 120 por sábado trabalhado. Serão mais de 30 mil voluntários”, disse o secretário estadual da Saúde, David Uip. “A segunda ação é a busca por resíduos de pneus. São mais de 300 municípios envolvidos, e vamos em busca desses pneus, que são os principais redutos de mosquitos.”
Segundo Uip, de 1º de janeiro a 31 de agosto deste ano, o número de casos de dengue em todo o estado caiu 77%, na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 675.129 em 2015 para 154.180 casos da doença neste ano. Também houve queda de 84% no número de óbitos por dengue, que passaram de 482 entre janeiro e agosto do ano passado para 77 este ano.
Portal no Ar

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Floresta amazônica se destaca mundialmente na preservação da biodiversidade

Segundo os pesquisadores, 10% de redução da biodiversidade por região já poderia ser considerada uma séria ameaça ao planeta


Por Redação
Um estudo divulgado recentemente pela revista científica Science, desenvolvido por pesquisadores da University College London, cria um retrato da preservação de mais de 40 mil espécies dos mais variados ambientes em todo o mundo. Segundo os pesquisadores, 10% de redução da biodiversidade por região já poderia ser considerada uma séria ameaça ao planeta. Lamentavelmente, se constatou que em 60% de toda a superfície terrestre essa marca já foi ultrapassada. Só no continente australiano, cerca de 40% da biodiversidade já foi perdida.
“Muitas vezes, as interferências do homem na natureza causam impactos irreversíveis, destruindo ecossistemas que jamais se recuperarão”, diz o Biólogo Giuseppe Puorto, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS). Ele cita, por exemplo, a tragédia provocada pelo rompimento das barragens em Mariana, causando o maior desastre ambiental da história do nosso país. “Os efeitos dessa lama que escoou e atingiu o Rio Doce vão além do que já se constatou até agora. Terá, certamente, sérias consequências no futuro”, diz Puorto.
Em compensação, o estudo divulgado pela revista Science traz um dado menos desolador para o país. Na Floresta Amazônica, os pesquisadores afirmam que a perda da biodiversidade está abaixo dos 5%, considerada umas das menores taxas em todo o planeta. “Um feito, se considerarmos o quanto a região ainda sofre com o problema do desmatamento, embora já tenha enfrentado períodos bem mais graves, antes da implantação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal”, ressalva o Biólogo.
Quando foi implantado, em 2004, dados do Ministério do Meio Ambiente apontam que no mesmo ano o desmatamento da região atingiu uma área de 27.772 km2. Mas, no ano seguinte, caiu para 19.014 km2. E vem caindo ano a ano. Em 2015, a marca registrada foi de 5.831 km2. Ou seja, uma redução de 80%, em 10 anos. “Precisamos, urgentemente, a cuidar melhor de nossas riquezas naturais. Não podemos mais ficar apenas nos discursos e metas. Precisamos, de fato, agir em defesa da biodiversidade e de nossa existência”, conclui Puorto.
Portal no Ar

domingo, 10 de abril de 2016

Maioria dos brasileiros rejeita figuras de Dilma, Temer e Eduardo Cunha

Levantamento do Datafolha revela que as três figuras da linha de comando do Brasil não são toleradas pela população


Por Redação
Dilma, Temer e Cunha são rejeitados.
Dilma, Temer e Cunha são rejeitados.
A mais recente pesquisa Datafolha, realizada entre 7 e 9 de abril, concluiu que o Brasil não aguenta nenhuma das três figuras que estão associadas ao comando do Brasil.
A primeira delas é a própria presidente Dilma Rousseff. 61% dos entrevistados defendem o afastamento da mandatária. Esse índice era 68% no levantamento anterior, feito entre os dias 17 e 18 de março.
Pela primeira vez, o instituto do jornal Folha de S.Paulo também mediu a taxa de rejeição do vice-presidente Michel Temer. Para 58% dos entrevistados, ele também deve ser afastado de suas funções. Em eventual impeachment de Dilma, Michel assume.
O Datafolha também perguntou aos entrevistados o que pensam sobre a cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. 77% dos entrevistados defendem que ele deve ser cassado. Cunha é o terceiro na linha de sucessão da presidência da República.
Para o levantamento, foram realizadas 2.779 entrevistas em 170 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Portal no Ar

sábado, 2 de abril de 2016

Presidente Dilma é rejeitada por 74,5% da população do RN

Governo da presidente Dilma Rousseff também foi desaprovado em 91% por empresários potiguares


Por Redação
Pesquisa aponta os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado (Foto: Reprodução)
Pesquisa aponta os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado (Foto: Reprodução)
Índices de aprovação e desaprovação dos governos federal e estadual; impeachment da presidente Dilma Rousseff; avaliação dos serviços públicos prestados; expectativa dos empresários industriais quanto à várias questões pertinentes às suas atividades e à economia em geral são alguns dos temas levantados por pesquisa feita pela Consult para a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN).
A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira, 01, na Casa da Indústria, durante reunião mensal da Diretoria da FIERN, pelo presidente Amaro Sales de Araújo.
Segundo o levantamento, o governo da presidente Dilma Rousseff é desaprovado por 91% dos empresários e por 74,5% da população do Rio Grande do Norte. Os percentuais favoráveis ao impeachment da presidente são ainda mais próximos: 66% dos empresários são favoráveis, enquanto que o índice chega a 61,4 entre a população.
Os números relativos à aprovação e desaprovação do governo Robinson Faria entre industriais e população também estão próximos. Entre os empresários da indústria, 29,5 aprovam e 49,5 desaprovam; a população deu 32,7 de aprovação e 50,1 de desaprovação à administração estadual.
A pesquisa quis saber o que a população considera como seus maiores problemas. Falta de segurança lidera, com 46,5 pontos, mais do dobro do segundo lugar, Saúde, com 21,7 pontos, seguido por desemprego, com 9,4 pontos e falta d’água, como 5,9 pontos.
De acordo com a pesquisa os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado são, pela ordem: a classe política, 48,8 pontos; todos, 31,9 pontos; governo federal, 11,3, e governo estadual, 4,3 pontos.
Portal no Ar

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Pesquisa revela variação de 296% em preços de material escolar


material_escolar_3O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) realizou entre os dias 08 e 12 de janeiro uma pesquisa de preços de material escolar em 11 estabelecimentos da capital potiguar a fim de alertar o consumidor na hora de fazer as compras de volta às aulas.
Entre os 36 itens pesquisados estavam: apontador, cola, caneta, giz de cera, lápis de cor, corretivo, papéis e cartolinas, materiais básicos e indispensáveis para qualquer estudante. E o resultado revelou que a pesquisa é a melhor amiga do consumidor.
O Procon Natal encontrou variações de até 296% entre produtos da mesma marca, e diferença de até 568% entre marcas concorrentes, valores que assustam o consumidor, em um momento em que todos sofrem com a crise econômica.
Robson Pires

sábado, 23 de janeiro de 2016

Crise reduziu consumo de nove entre dez brasileiros, mostra pesquisa


compras_do_varejoPesquisa divulgada esta semana pelo Instituto Data Popular mostra que nove entre dez brasileiros diminuíram o consumo no ano passado, devido à crise econômica. As entrevistas foram feitas entre os dias 4 e 12 de janeiro com 3,5 mil consumidores maiores de 16 anos em 153 municípios de todos os estados.
Segundo os dados, dos 99% dos consultados que acreditam que o país está em crise, 81% têm certeza de que vivenciam um período de recessão. Para 55%, esta é a pior crise que já enfrentaram. De acordo com o presidente do instituto, Renato Meirelles, isso acontece por dois fatores.
O primeiro deles é que existe hoje um contingente enorme de consumidores que não participavam do mercado na época em que o Brasil conviveu com hiperinflação. “Não eram adultos na época da hiperinflação. É, de fato, um conjunto de consumidores jovens que tendem a achar que esta é a maior crise”, disse Meirelles, para quem a crise atual não é a maior que o país atravessa. “A gente já teve crises com taxas de desemprego maiores, com o país com menos reserva internacional do que tem hoje, com mais inflação.”
Robson Pires

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Sexo aumenta imunidade e fortalece o coração


sexo casalAlém de proporcionar muito prazer, o sexo traz uma série de benefícios para a saúde física e emocional. Transar ajuda a dormir bem, melhora o funcionamento do coração, a sensação de bem-estar e pode aumentar a imunidade.
Na definição da OMS (Organização Mundial de Saúde), a sexualidade é vista como um aspecto central do ser humano durante toda a vida, não apenas na fase reprodutiva. “Se for entendido apenas como coito, o sexo não passa de uma atividade física como outra qualquer, mas vai além disso. É a forma de contato mais íntima que existe”, diz Paulo Tessarioli, psicólogo, terapeuta sexual e presidente da Abrasex (Associação Brasileira dos Profissionais de Saúde, Educação e Terapia Sexual).
Com tantas preocupações na correria do dia a dia, nem sempre as pessoas conseguem entrar no clima e aproveitar o momento de intimidade. “A resposta sexual é uma das primeiras funções do ser humano a ser abalada”, declara o urologista e sexólogo Celso Marzano, autor do livro “O Prazer Secreto” (editora Eden).
A seguir, oito razões para você apostar mais no sexo e esquecer de vez as tensões cotidianas.
1 – Diminui gripes e resfriados
Uma vida sexual ativa é capaz de fortalecer o sistema imunológico. Manter relações sexuais uma ou duas vezes por semana tem sido associado a níveis mais altos da imunoglobulina A, um importante anticorpo para a imunidade. “Esse fator pode proteger contra resfriados e outras infecções”, diz Marzano.
2 – Melhora a ansiedade
Transar funciona como um eficiente calmante. Durante o sexo, ocorre a liberação da ocitocina, hormônio que ajuda a relaxar. A tranquilidade e a relação de segurança que se formam no ato sexual contribuem para reduzir a ansiedade. “Investir na sexualidade faz com que as pessoas se sintam menos ansiosas”, fala Tessarioli.
3 – Reduz o estresse
Diferentes estudos relacionam a atividade sexual à redução do estresse. A sensação de relaxamento desencadeada no sexo ultrapassa o momento do orgasmo. Em uma pesquisa publicada em 2006, Stuart Brody, professor de psicologia da Universidade Charles, em Praga, na República Tcheca, observou menor pressão arterial e reação ao estresse entre as pessoas que fizeram sexo com penetração vaginal. “Esse efeito não foi observado em pessoas que tiveram outras atividades sexuais como a masturbação”, afirma Brody.
4 – Aumenta a generosidade
A ocitocina, também conhecida como “hormônio do amor”, também ajuda a construir confiança e vínculos afetivos. A substância é responsável por aquela vontade de não desgrudar do parceiro depois do sexo e tem sido relacionada ao sentimento de generosidade.
5 – É bom para o humor
Cara feia nem sempre é fome, talvez seja mesmo falta de sexo. A satisfação sexual influencia no bem-estar, na felicidade e no estado de humor. “Quando as pessoas estão satisfeitas ficam mais distantes de estados deprimidos do humor. É uma forma de se blindar contra problemas como a depressão”, fala Tessarioli.
6 – Fortalece o coração
O exercício sexual melhora o sistema cardiovascular e consequentemente toda a circulação corpórea, diminuindo as chances de infarto. “Pesquisadores da Inglaterra descobriram que fazer sexo duas ou mais vezes por semana reduziu o ataque cardíaco fatal pela metade nos homens, em comparação com aqueles que tinham relações sexuais menos de uma vez por mês”, declara o urologista e sexólogo Celso Marzano.
7 – Mais contato emocional e parceria
Por meio do sexo, é possível se conectar emocionalmente com o parceiro. “Esse é um dos poucos momentos em que existe contato físico e emocional ao mesmo tempo, uma intimidade que ajuda no autoconhecimento”, afirma Tessarioli. A ligação que existe na prática sexual contribui para o fortalecimento das relações e do convívio. Quanto mais sexo, mais parceria entre o casal.
8 – Relaxa e melhora o sono
Logo depois do sexo é comum sentir sono e relaxamento. E os efeitos podem durar além do período imediatamente após o ato. O sexo ajuda a dormir melhor porque a ação da ocitocina durante o orgasmo também promove o sono, segundo Marzano.
Robson Pires

domingo, 8 de novembro de 2015

Ibope indica aumento da rejeição ao PT


estrelas PT
Ocupante da Presidência da República desde o início de 2003, o PT é hoje o partido com maior rejeição no Brasil, segundo pesquisa Ibope feita na segunda quinzena de outubro e divulgada pelo Estadão. Do total de entrevistados, 38% apontaram a legenda de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff como aquela de que menos gostam. No outro extremo, 12% indicaram o PT como partido preferido – ou seja, para cada petista, há cerca de três antipetistas no País.
No ranking da rejeição, o PT não apenas está em primeiro lugar, mas é o líder disparado. Em distante segundo lugar, com 30 pontos porcentuais a menos, está o PSDB (8% de rejeição). O PMDB, com 6%, aparece em empate técnico, também na segunda colocação.
É a primeira vez que o Ibope mede a rejeição às legendas com uma pergunta específica (“de qual desses partidos você gosta menos?”). Não é possível, portanto, saber se a onda antipetista está em seu ápice. Mas há indícios de que essa tendência no eleitorado se fortaleceu desde o ano passado.
Em outubro de 2014, pouco antes da eleição presidencial vencida por Dilma, o PT tinha uma imagem “favorável” ou “muito favorável” para 41% dos eleitores, também segundo o Ibope. Outros 46% viam o partido de forma “desfavorável” ou “muito desfavorável”. De lá para cá, a parcela com opinião contrária ao PT cresceu para 70%, enquanto os favoráveis se reduziram a apenas 23%.
Outro indicador do desgaste dos petistas é a evolução da taxa de preferência pela sigla. Em abril de 2013, pouco antes da onda de manifestações de protesto pelo País, o PT era o partido preferido de 36% da população – o melhor resultado para a legenda em uma década.
Robson Pires

sábado, 7 de novembro de 2015

Rejeição da população ao governo Dilma chega a 86,5%


dilma dedo no nariz
Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná revelou que a desaprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu 86,5%. Apenas 11,1% aprovam a condução do País e 2,4% não souberam o que dizer. A informação é do Diário do Poder. A desaprovação atinge o seu máximo, 90,1%, entre as pessoas de 25 a 34 anos, justamente quem está tentando se consolidar no mercado de trabalho.
Se as eleições presidenciais fossem hoje, Aécio Neves (PSDB) apareceria em primeiro com 34,2% das intenções de voto e disputaria o segundo turno com Marina Silva (Rede) que aparece em segundo com 19,7%. O ex-presidente Lula ficaria em terceiro com 17,1%, seguido por Jair Bolsonaro (PTB) com 5,3% e Ciro Gomes (PDT) com 5,2%. Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tiveram apenas 1,5% e 1%, respectivamente. Cerca de 8,5% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,5% não souberam responder.
Caso Geraldo Alckmin fosse o representante do PSDB, Marina Silva lideraria com 24,3% contra 22,6% do tucano. Lula continuaria em terceiro com 18,2%, seguido por Ciro Gomes (6,1%) e Jair Bolsonaro (5,7%). Temer e Caiado teriam 1,6% e 1,4%, respectivamente. Nesse cenário, 10,7% dos eleitores não votariam em nenhum dos candidatos citados e o número de indecisos subiria para 9,4%.
Se o candidato do PSDB fosse José Serra, ele apareceria em primeiro com 25,5% dos votos contra 23,8% de Marina Silva. Lula ficaria em terceiro com 17,7%, seguido por Ciro Gomes (6%) e Bolsonaro (5,8%). Temer e Caiado apareceriam com 2% e 1,4%, respectivamente. Outros 9,8% não votariam em nenhum deles e 8% não souberam dizer em quem votariam.
O Instituto Paraná ouviu 2.085 eleitores em 170 municípios de 23 estados entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro. Houve checagem simultânea de 19,95% das entrevistas e o grau de confiança do resultado é de 95%. A margem de erro é de 2% para mais ou menos.
Robson Pires

sábado, 10 de outubro de 2015

Metade dos brasileiros defende que ‘bandido bom é bandido morto’, indica pesquisa

Exatamente 50% dos entrevistados se declararam favoráveis à ideia da frase


Por Redação
O anuário da segurança pública brasileira, divulgado nessa semana, revelou que metade dos brasileiros concordam com a máxima “bandido bom é bandido morto”.
Exatamente 50% dos entrevistados se declararam favoráveis à ideia da frase. Já 45% discordam. Ainda segundo as estatísticas, 2% nem concorda nem discorda, enquanto 3% não souberam responder.
O maior percentual de concordância se observou na região Sul, onde 54% concordam com o conceito da frase. Quando o critério de avaliação é raça, o índice é maior entre brancos. 53% deles acham que “bandido bom é bom morto”.
A maior variação percentual foi observada quando o critério é a idade. 65% dos entrevistados com mais de 60 anos concordam com a ideia da frase. O índice é menor entre jovens, com 42% concordando.
Portal no Ar

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Pesquisa: 45% dos inadimplentes não têm condições de pagar suas dívidas

“Devo, não nego. Pago quando puder”. A famosa expressão descreve bem como muitos brasileiros se encontram atualmente. Diante do agravamento da crise econômica, mais consumidores têm enfrentado dificuldades para colocar a vida financeira em ordem.

Um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais revela que quatro em cada dez (45%) brasileiros inadimplentes não têm condições financeiras de pagar suas dívidas atrasadas em um intervalo de até três meses.
O levantamento mostra também que a perspectiva de continuar inadimplente é mais frequente nas classes C, D e E (46%) do que nas classes A e B (32%). Além disso, 44% dos devedores ouvidos pelo SPC Brasil afirmaram que a situação financeira atual deles está pior se comparada ao ano passado.
Robson Pires

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pesquisa da Serasa aponta que para 73% dos consumidores a situação econômica piorou em 2015

dinheiro 3Estudo do Serasa revela que os inadimplentes já somam 56,4 milhões brasileiros. O valor total das dívidas em atraso é de cerca de R$ 243 bilhões. A inadimplência aumentou em relação a junho de 2014, quando 54,1 milhões estavam negativados. Pesquisa da Serasa com 1.274 consumidores, realizada na semana passada, revela que o desemprego e a alta no custo de vida dificultam as finanças.
Para 73% dos entrevistados, a situação econômica pessoal piorou em 2015. Para os entrevistados, as principais razões apontadas para a decadência das finanças são a perda de emprego (31,87%) e o aumento do custo de vida/inflação (32,18%). A redução da renda justifica a situação para 17,82% das pessoas. Já o descontrole nos gastos da casa é mencionado por 12,56% dos entrevistados e outros 5,57% culpam despesas com financiamentos ou reformas.
Robson Pires

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Católicos diminuem 26% no Brasil


jesuscruzO catolicismo ainda é a maior religião brasileira, seguida por seis em cada 10 pessoas no país, mas encolheu 26% nos últimos 25 anos, segundo uma pesquisa da agência Hello Search. Segundo o levantamento, atualmente 57% dos brasileiros são católicos – em 1991, ano da visita do papa João Paulo 2º ao país, eram 83% na medição do Censo.
Em contrapartida, as religiões evangélicas ganharam muitos fieis. Em 2015, os pentecostais, corrente que reúne a Igreja Universal e a Assembleia de Deus, atingiram 16% de simpatizantes, enquanto os não pentecostais, como a Igreja Luterana e Calvinista têm 9%. Em comparação, no ano 1991 os dois grupos somados não passavam de 9%.
Entre entrevistados que declararam não ter religião o índice foi de 12%, com maior representatividade entre os jovens de 16 a 24 anos. Os simpatizantes do Espiritismo, Umbanda e “Outras Religiões” possuem 2% cada. Já Candomblé e outras religiões afro-brasileiras têm apenas 1%. A agência ouviu mil pessoas de 70 cidades de todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.
Robson Pires