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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Volume de cheques devolvidos baixou de 2,21% em julho para 2,13% em agosto


Em termos absolutos, 1.101.930 cheques foram devolvidos em agosto, o que representou um aumento de 5,6% na comparação com o mês anterior


Por Agência Brasil
O número de cheques devolvidos pela segunda vez por falta de fundos caiu para 2,13% do total movimentado em agosto, mostra pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 19, pela Boa Vista SCPC. O resultado representa uma queda na margem, já que em julho o nível ficou em 2,21%, mas é mais alto que o de agosto de 2015 (2,07%).
Em termos absolutos, 1.101.930 cheques foram devolvidos em agosto, o que representou um aumento de 5,6% na comparação com o mês anterior. Mas, segundo a Boa Vista SCPC, os cheques movimentados cresceram em uma proporção maior (9,6%) e chegaram a 51.704.060, o que levou à queda proporcional.
No acumulado do ano, o volume de cheques devolvidos em relação ao total movimentado atingiu 2,31%, ante 2,15% no mesmo período de 2015. Foi o maior nível para o acumulado em oito meses da série histórica iniciada em 2006. Os cheques devolvidos recuaram 7,1% e os cheques movimentados caíram 13,7%. Também no acumulado do ano, a devolução de cheques de pessoas físicas diminuiu 8,1% e a de pessoas jurídicas recuou 4,1%.
Portal no Ar

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Demanda do consumidor por crédito recua em janeiro, diz Serasa Experian

Os juros e a inflação elevados, o avanço do desemprego e a confiança dos consumidores em níveis baixos foram decisivos para a redução da procura por fontes de financiamento em janeiro, segundo economistas da Serasa Experian. A demanda por crédito recuou 2,6% em janeiro de 2016 na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a dezembro, a retração foi de 0,6%, já descontados os efeitos sazonais.

A busca por empréstimos caiu em todas as faixas de renda em janeiro tanto na margem como na comparação interanual. Os declínios mais expressivos foram registrados entre as pessoas com menor renda. Entre os que recebem até R$ 500 por mês, a demanda por crédito encolheu 3,1% ante dezembro e 7,1% na comparação com janeiro de 2015.
Robson Pires

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Inadimplência abre ano com alta em todas as regiões, aponta SPC

O crescimento do número de consumidores inadimplentes mostrou aceleração nas quatro regiões


Por Redação
O número de consumidores brasileiros com contas em atraso e registrados em cadastros de inadimplentes iniciou o ano de 2016 apresentando crescimento em todas as regiões pesquisadas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o indicador, no último mês de janeiro, frente à igual período do ano passado, a alta mais expressiva foi na região Nordeste, onde foi verificado um aumento de 6,86% na quantidade de consumidores com dívidas em atraso. Em seguida aparecem a região Sul (4,77%), Centro-Oeste (4,59%) e Norte (3,71%). O estudo não considera os dados da região Sudeste, que estão suspensos devido à entrada em vigor da Lei Estadual 16.569/2015, que dificulta a negativação de inadimplentes no Estado de São Paulo.
Na comparação mensal, isto é, ante dezembro do ano passado, o crescimento do número de consumidores inadimplentes mostrou aceleração nas quatro regiões, influenciado por fatores sazonais: 0,93% na região Sul, 0,92% no Norte, 0,59% no Nordeste e 0,26% no Centro-Oeste.
Inadimplência continuará crescendo em 2016 preveem economistas
Levando em consideração somente o número de dívidas em atraso, com exceção da região Norte, cuja alta oscilou de 6,69% em janeiro de 2015 para 6,53% em janeiro de 2016, todas as demais regiões registraram aceleração na comparação de um ano com o outro. No Nordeste, a variação positiva passou de 4,45% em janeiro de 2015 para 8,43% em janeiro último, no Centro-Oeste, a alta foi de 4,66% para 6,69% e no Sul, houve um salto de 2,61% para 6,66% na quantidade de dívidas não pagas.
O prognóstico dos economistas do SPC Brasil é que apesar de os bancos e comerciantes estarem restringindo a concessão de crédito – fator que acaba limitando a capacidade de endividamento do consumidor – a inadimplência deve continuar crescendo nos próximos meses, em virtude da piora das condições macroeconômicas do país e do aumento da massa de desempregados.
“A aceleração da inflação tem feito com que o planejamento financeiro dos consumidores fique prejudicado, já que há perda constante do poder de compra. Além disso, a escalada nas taxas de juros encarece as parcelas das compras realizadas a prazo e dos financiamentos, dificultando assim o pagamento em dia dos compromissos financeiros”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Dívidas de água e luz se destacam
A abertura das dívidas não pagas por segmento da economia revela que não são apenas as dívidas que dependem da concessão de crédito que apresentam crescimentos expressivos. As pendências com contas básicas, como água e luz, registraram o crescimento mais elevado em duas das quatro regiões estudadas: alta de 17,01% na região Sul e de 13,30% no Centro-Oeste, em janeiro deste ano na comparação com o mesmo período de 2015. “Esse fato demonstra que o aperto financeiro já impactou a capacidade de pagamento até mesmo das contas do dia a dia”, explica a economista Marcela Kawauti.
“Temos observado há vários meses que esse segmento de serviços básicos para o funcionamento das residências tem crescido de modo substancial no indicador de dívidas em atraso. Isso se explica pelo fato de que mais companhias de água e luz passaram a utilizar a negativação de CPFs como forma de recuperar a pendência financeira de seus usuários antes de realizar o corte no fornecimento”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
De acordo com o indicador, os atrasos no setor de comunicação, que englobam as pendências com telefonia, TV por assinatura e internet se destacaram principalmente nas regiões Nordeste (12,39%) e Norte (9,89%), ao passo que as dívidas no comércio, apresentaram a alta mais expressiva no Centro-Oeste, com crescimento de 7,77% na comparação entre janeiro deste ano com igual mês do ano passado. As dívidas bancárias, que levam em consideração atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, registaram crescimento principalmente no Nordeste (9,50%).
Nova lei prejudica inscrição de inadimplentes
Desde setembro, quando passou a vigorar a nova lei, os consumidores do Estado de São Paulo que atrasam suas contas só podem ter seu nome incluído em cadastros de devedores se assinarem um aviso de recebimento (AR) enviado pelos Correios. No modelo antigo, que vigorava desde a implantação do Código de Defesa do Consumidor, em 1991, a notificação era feita por carta simples e o consumidor tinha dez dias corridos para regularizar sua dívida antes de ter o CPF negativado.
Como os Correios enfrentam dificuldades para localizar os consumidores em horário comercial para colher a assinatura do AR e alguns inadimplentes se recusam a assinar o protocolo, muitos consumidores que atrasam suas contas estão deixando de constar na lista de inadimplentes, o que causa distorção no mercado de crédito no país. Com menos informações na base de devedores, a concessão de crédito deve sofrer impactos, resultando em juros mais elevados para todos os consumidores, estando eles com as contas em dia ou não.
Outro ponto prejudicial da nova lei é que, caso o consumidor não seja localizado pelos Correios e não assine o aviso de recebimento, ele só poderá ser considerado inadimplente se a dívida for protestada em cartório, o que implica na cobrança de taxas para ter a pendência excluída após o seu pagamento. Antes da nova lei entrar em vigor, o consumidor não era onerado financeiramente, pois bastava pagar a dívida para ter o nome ‘limpo’ de volta, independentemente de o lojista optar ou não pelo protesto.
O SPC Brasil e a CNDL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) pela inconstitucionalidade da lei e aguardam o julgamento.
Portal no Ar

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Inadimplência cresce em setembro e já atinge 57 milhões de brasileiros


dividaO número de consumidores brasileiros com contas atrasadas aumentou 5,45% no mês de setembro com relação a igual mês do ano passado, de acordo com o Indicador de Inadimplência apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O resultado representa uma aceleração se comparado com o dado de agosto, quando a variação anual havia sido de 4,86%. Na comparação com agosto deste ano, sem ajuste sazonal, houve um recuo de 0,59% no volume de brasileiros inadimplentes.
Em número absoluto, o SPC Brasil e a CNDL estimam que até o encerramento do mês de setembro, havia um total de 57 milhões de consumidores com o nome registrado em cadastro de devedores – o que equivale a 38,9% da população adulta do país (faixa de 18 a 94 anos). Entre janeiro de 2015 e setembro do mesmo ano, houve um aumento líquido de aproximadamente 2,4 milhões de CPFs negativados em todo o território nacional.
Robson Pires

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Pesquisa da Serasa aponta que para 73% dos consumidores a situação econômica piorou em 2015

dinheiro 3Estudo do Serasa revela que os inadimplentes já somam 56,4 milhões brasileiros. O valor total das dívidas em atraso é de cerca de R$ 243 bilhões. A inadimplência aumentou em relação a junho de 2014, quando 54,1 milhões estavam negativados. Pesquisa da Serasa com 1.274 consumidores, realizada na semana passada, revela que o desemprego e a alta no custo de vida dificultam as finanças.
Para 73% dos entrevistados, a situação econômica pessoal piorou em 2015. Para os entrevistados, as principais razões apontadas para a decadência das finanças são a perda de emprego (31,87%) e o aumento do custo de vida/inflação (32,18%). A redução da renda justifica a situação para 17,82% das pessoas. Já o descontrole nos gastos da casa é mencionado por 12,56% dos entrevistados e outros 5,57% culpam despesas com financiamentos ou reformas.
Robson Pires

Vendas no Dia dos Pais caem 11,21%, o pior resultado em 6 anos, apontam SPC Brasil


tumblr_ly0sboeaAJ1qeb44so1_500As expectativas pessimistas dos comerciantes brasileiros se confirmaram e o comércio varejista registrou o pior resultado dos últimos seis anos para o Dia dos Pais. As consultas para vendas a prazo, que sinalizam o ritmo do movimento no comércio, repetiram o comportamento de baixa das demais datas comemorativas deste ano e caíram 11,21% na semana do Dia dos Pais, entre os dias 2 e 8 de agosto.
Os dados são calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em 2014, as vendas já haviam registrado uma queda de 5,09%, mas em anos anteriores, os resultados foram positivos: crescimentos de 3,78% (2013), 4,75% (2012), 6,86% (2011) e 10% (2010).
Robson Pires

sábado, 20 de junho de 2015

Economistas recomendam reservar dinheiro para enfrentar crise econômica

sem-dinheiroA reserva de dinheiro para emergências é uma opção para enfrentar o momento atual de crise na economia, com o aumento do desemprego e da inflação e, assim, fugir da inadimplência. A avaliação é da economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil, Marcela Kawauti. “As pessoas têm o costume de comprometer toda a renda com as parcelas. Quando vem o desemprego ou algum imprevisto, não tem para onde correr. É preciso antecipar um futuro não muito bom e fazer uma reserva financeira”, recomenda a economista.
Ela orienta que se façam cortes no orçamento familiar para fazer essa reserva, como reduzir a frequência em restaurantes, por exemplo. “Privilegie as compras à vista. Se não tiver dinheiro, espere dois ou três meses economizando”, sugere. Outro passo para evitar a inadimplência, segundo a economista, é trocar dívidas mais caras por mais baratas, como tomar crédito consignado – com taxa média de juros de 26,9% ao ano em abril, segundo o Banco Central -, para pagar o cartão de crédito, hoje com taxa do rotativo em 347,5% ao ano.
Robson Pires

domingo, 25 de janeiro de 2015

Conta de celular no Brasil custa, em média, 104 reais


contacelular
Segundo pesquisa inédita encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz, o valor da conta de telefonia celular é de R$ 104 por mês em média. O levantamento mostra que quase nove em cada dez brasileiros (87%) que usam o celular e acessam a internet consideram esses serviços necessários no dia a dia.
E não pense que as classes C, D e E estão muito atrás das classes A e B. Confira a comparação com outros gastos abaixo. Na visão da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, nos últimos anos, o celular e a internet se converteram em mecanismos de interação online e de busca e compartilhamento de informações.
Robson Pires

domingo, 7 de dezembro de 2014

Municípios do RN estão no “SPC” do governo federal

cauc papel
Segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais cinco mil prefeituras estão com algum tipo de irregularidade no CAUC (Cadastro Único de Convênios). No Rio Grande do Norte, todos os 167 municípios têm problemas nesse “SPC” do governo federal.
Robson Pires