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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Novo piso salarial dos trabalhadores do comércio no RN será de R$ 961 - Foi fixado o percentual de 5%

O Sindicato do Comércio Varejista do Rio Grande do Norte (Sicomércio RN), filiado à Fecomércio RN, aumentou para R$ 961 o piso salarial dos trabalhadores da categoria. A decisão foi tomada na em reunião realizada na quinta-feira (18), com representantes do Sindicato Intermunicipal dos Empregados do Comércio do estado.
Houve consenso para a manutenção da maioria dos pontos da convenção do ano anterior, modificando a cláusula do piso salarial. Sobre o aumento das demais faixas salariais, foi fixado o percentual de 5%. Além disso, a cláusula referente à cobrança da contribuição assistencial pelos sindicatos será acordada antes do envio da Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 para o sistema mediador do Ministério do Trabalho e Emprego. Todos os efeitos decorrentes das obrigações assumidas retroagirão a 1º de abril deste ano.
O presidente do Sicomércio, George Ramalho, afirmou que estava impossibilitado de apresentar uma contraproposta aos trabalhadores devido às resoluções sobre a reforma trabalhista, que tramita no Congresso Nacional. Já o presidente do Sindicato Intermunicipal dos Empregados do Comércio do estado, Eduardo Martins de Moura, comentou que os trabalhadores vivem uma expectativa quanto ao aumento salarial, em virtude da data base da categoria, que é 1º de abril, e que foi bastante positivo o fato de as negociações não terem se estendido.
Ainda na reunião, ficou combinado que as negociações permanecem em aberto e que alterações para acréscimos ou supressões serão transformadas em termos aditivos. A nova rodada de negociações ficou agendada para a próxima semana, em data a ser definida.
Portal no Ar

sábado, 29 de abril de 2017

Greve geral provocou rombo de R$ 5 bilhões no faturamento do comércio brasileiro

Para centrais sindicais e movimentos sociais, a greve foi um sucesso

Em todo o Brasil, 20% das escolas particulares ficaram fechadas, segundo o sindicato da classe. Estimativa é que a greve geral dessa sexta provocou um impacto negativo

A greve geral de ontem pode ter provocado um impacto negativo de R$ 5 bilhões no faturamento do comércio em todo o país. Apenas no estado de São Paulo, o baque deve ter chegado a R$ 1,6 bilhão, apontam estimativas da Federação do Comércio local (FecomercioSP), que não reconheceu a paralisação e considerou o 28 de abril um dia útil de trabalho. “No momento econômico difícil que o país atravessa, após três anos de recessão, resultando em mais de 14 milhões de desempregados, não são mais admissíveis paralisações que tragam custos às empresas ou dificuldades de deslocamento de trabalhadores”, informou a Fecomercio.
Outro ramo que também sentiu, embora em menor escala, os efeitos da greve foi o da educação. Dos mais de 40 mil estabelecimentos de ensino particular no país, 20% paralisaram as atividades, afirmou o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amabile Pacios. “Esse percentual corresponde às escolas filantrópicas que pararam atendendo orientação da CNBB, contra o fim das isenções”, disse Amabile. No Distrito Federal, apenas cinco escolas particulares aderiram. O diretor financeiro do Sindicato das Escolas Particulares do Distrito Federal (Sinepe-DF), Clayton Braga, considerou baixa a adesão. “Não chega a 2% do total de 600 mil alunos dessas instituições”, disse.
Para centrais sindicais e movimentos sociais, a greve foi um sucesso. Postaram filmes e fotos de cidades, de todas as regiões do país, totalmente paradas. No entanto, há controvérsias: parte das entidades empresariais de setores estratégicos garantiram que não houve mudança na rotina laboral. A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) informou que as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) não sentiram o impacto da paralisação.
“Credibilidade”
Nelson Azevedo, primeiro vice-presidente da Fieam, disse que a dificuldade dos industriários para chegar ao trabalho foi provocada pelo bloqueio das principais vias que dão acesso ao bairro onde estão as grandes indústrias. “O país precisa dessas reformas urgentemente. Elas são necessárias para a economia do Brasil e o que vemos hoje é mais um movimento político, para fortalecer um determinado partido, do que reivindicações coerentes por estabilidade e credibilidade do país.”
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), nenhuma empresa do setor parou as atividades. No Polo Industrial de Camaçari, o funcionamento foi normal. O mesmo ocorreu no Polo Petroquímico do ABC. O Polo Petroquímico de Cubatão também não teve a produção afetada. Essa divergência de opiniões já era esperada, segundo Graça Costa, secretária de Relações do Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “Empresários e governo sempre tentam desmoralizar os movimentos populares. A intenção é passar a ideia de que nada está acontecendo”, criticou.
Pelo balanço da Força Sindical, os atos foram bem-sucedidos e 40 milhões de pessoas cruzaram os braços em todo o país. Fábricas e lojas fecharam as portas, e as máquinas permaneceram paradas. Metrôs, ônibus e trens não saíram das garagens. “Esperamos que, após as manifestações de puro descontentamento com as reformas, o Palácio do Planalto ouça as vozes das ruas, afaste sua intransigência e abra negociação sobre os temas em questão”, informou a Força Sindical. Apesar dos apelos, ontem, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, criticou a greve e garantiu que o governo “vai prosseguir com as reformas”.
No momento econômico difícil que o país atravessa, após três anos de recessão, resultando em mais de 14 milhões de desempregados, não são mais admissíveis paralisações que tragam custos às empresas ou dificuldades de deslocamento de trabalhadores”.
Fonte: Correio Braziliense


domingo, 13 de novembro de 2016

Comércio no Rio Grande do Norte deve enfrentar nova seca de vendas neste Natal

Expectativa é que o volume das vendas de varejo deste ano siga abaixo em relação a 2015, inclusive, registrando um recuo de 10%

Em virtude da crise financeira que assola o país, comerciantes de todo Brasil devem se preparar para mais um ano de baixas vendas no Natal. Cientes das possíveis dificuldades, poucos se movimentam para investir, buscando atrair a atenção dos clientes. Segundo dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a cada dez comerciantes ativos apenas três pretendem fazer investimentos durante o período natalino, como decorações e enfeites.
De acordo com pesquisa da Tribuna do Norte, em contato com o IBGE e a Fecomércio RN, a expectativa é que o volume das vendas de varejo deste ano siga abaixo em relação a 2015, inclusive, registrando um recuo de 10%. A esperança do setor comercial estaria depositada em um possível acerto salarial entre o governo e os servidores municipais, o que poderia encorajar a população a uma movimentação inspirada pela tradição natalina de presentear os familiares.
Com informações da Tribuna do Norte

domingo, 19 de junho de 2016

Comércio de armas avança no Facebook sem controle

Grupos, páginas e perfis no Facebook anunciam e vendem armas de fogo, munições e acessórios controlados pelo Exército e pela Polícia Federal em um mercado paralelo sem fiscalização.
Na lista de ofertas feitas na rede social há revólver, fuzil, cano, silenciador, máquina de recarga e até um kit importado que transforma uma pistola em submetralhadora de uso restrito das forças militares. Tanto o comércio sem autorização legal quanto a publicidade de armamento são crimes com pena de até oito anos de prisão e multa.
A reportagem do Estadão constatou a prática em ao menos dez grupos fechados ou secretos no Facebook, nos quais o acesso de um membro é controlado pelo administrador da página e as informações são bloqueadas ao público externo.
A maioria foi criada nos últimos dois anos e os integrantes se identificam como caçadores, atiradores e colecionadores de armas, os chamados CACs, que têm certificado de registro (CR) do Exército para comprar e portar arma e munição para a prática de tiro esportivo.
Robson Pires

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Vendas no Dia dos Namorados, 3ª data mais importante, têm pior desempenho em 2016

Economistas da empresa explicam que o crédito mais escasso e mais caro, a queda do poder de compra dos brasileiros, tendo em vista a escalada do desemprego, e a inflação ainda em patamar elevado, afetaram negativamente o movimento varejista no Dia dos Namorados


Por Estadão Conteúdo
As vendas no Dia dos Namorados, que é a terceira data mais relevante para o varejo brasileiro, registraram pior desempenho neste ano, segundo os levantamentos realizados pela Serasa Experian e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Dia dos Namorados 2016 mostrou que as vendas em todo o País na semana da data – de 6 a 12 de junho – recuaram 9,5% ante o mesmo período do ano anterior, o pior desempenho desde o início da série, em 2006. Já no final de semana (10 a 12 de junho), houve queda de 10,7% na comparação com o final de semana equivalente de 2015 (5 a 7 de junho).
Somente na cidade de São Paulo, conforme a Serasa, as comercializações na semana diminuíram 8,9% e no final de semana, 8,6%. Os economistas da empresa explicam que o crédito mais escasso e mais caro, a queda do poder de compra dos brasileiros, tendo em vista a escalada do desemprego, e a inflação ainda em patamar elevado, afetaram negativamente o movimento varejista no Dia dos Namorados deste ano.
Já o indicador calculado pelo SPC Brasil e CNDL, as vendas a prazo, caíram 15,23% entre os dias 5 e 11 de junho no País na comparação com o mesmo período de 2015, o pior resultado dos últimos sete anos. Conforme as entidades, desde 2011, o comércio vem desacelerando o seu ritmo de crescimento para a data, sendo que nos últimos dois anos as vendas haviam registrado resultado negativo.
Em anos anteriores, as variações foram de -7,82% (2015), -8,63% (2014), +7,72% (2013), +9,08% (2012), +10,80% (2011) e 7,00% (2010).
Segundo uma pesquisa realizada antes da data sobre intenção de compras, os produtos mais procurados neste período seriam os itens de vestuário, calçados, perfumaria, floricultura, joias e bijuterias. Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, em nota, “a intenção de presentear ainda é alta mas neste ano houve um redirecionamento para os presentes mais baratos e geralmente pagos à vista, tendo em vista que os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o próprio orçamento com compras parceladas”.
Sobre o desempenho do varejo para as próximas datas comemorativas, a economista pondera anda, que, embora os dados de confiança comecem a mostrar interrupção da piora que era vista desde 2014, ainda é cedo para afirmar que haverá um impacto positivo nas datas do segundo semestre. De acordo com ela, para que a melhora efetiva seja sentida pelos comerciantes é preciso que se verifique uma tendência de melhora na confiança dos consumidores, calcada no avanço da renda e do emprego, o que num cenário otimista, deve se efetivar apenas em 2017.
Portal no Ar

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Atividade do Comércio cai 8,5% até março e tem pior trimestre, diz Serasa

 
Em março, o indicador caiu 1,5% em relação a fevereiro, com ajuste sazonal

Por Estadão Conteúdo

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, medido a partir do volume de consultas realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa Experian, registrou entre janeiro e março o pior trimestre da série iniciada em janeiro de 2000. O índice encolheu 8,5% na comparação com igual intervalo do ano passado, pressionado por uma retração de 19,5% na atividade do segmento de Veículos, motos e peças.
Em março, o indicador caiu 1,5% em relação a fevereiro, com ajuste sazonal. Na comparação com março de 2015 houve queda de 9 2% no movimento dos consumidores nas lojas.
Segundo os economistas da Serasa Experian, a queda da atividade do Comércio é sustentada pelo aumento do desemprego, pela inflação e pelo baixo grau de confiança do consumidor. Além disso, o crédito mais caro também afetou o setor, especialmente nos segmentos onde o crédito exerce papel importante nas vendas. É o caso, justamente, do segmento de Veículos, motos e peças.
Os segmentos de Tecidos, vestuário, calçados e acessórios e Móveis, eletroeletrônicos e informática também se destacaram negativamente no trimestre, com retração de 14,6% e 13,1%, respectivamente. O único segmento a apresentar expansão das atividades em 2016 na comparação anual foi o de combustíveis e lubrificantes, com alta de 5,3%.
O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é calculado a partir de uma base composta por 6.000 empresas comerciais, e é segmentado em seis ramos de atividade comercial. Além das áreas citadas, compõem o estudo também os segmentos de Supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-6,2% no trimestre) e Material de construção (-4,5%).

Portal no Ar

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Vendas no Dia dos Pais caem 11,21%, o pior resultado em 6 anos, apontam SPC Brasil


tumblr_ly0sboeaAJ1qeb44so1_500As expectativas pessimistas dos comerciantes brasileiros se confirmaram e o comércio varejista registrou o pior resultado dos últimos seis anos para o Dia dos Pais. As consultas para vendas a prazo, que sinalizam o ritmo do movimento no comércio, repetiram o comportamento de baixa das demais datas comemorativas deste ano e caíram 11,21% na semana do Dia dos Pais, entre os dias 2 e 8 de agosto.
Os dados são calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em 2014, as vendas já haviam registrado uma queda de 5,09%, mas em anos anteriores, os resultados foram positivos: crescimentos de 3,78% (2013), 4,75% (2012), 6,86% (2011) e 10% (2010).
Robson Pires

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Feriados em dias úteis geram prejuízos de R$ 92,7 bilhões ao comércio em 2015

feriadosPesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) revela que os 11 feriados nacionais em dias úteis provocarão no setor, em todo o país, prejuízo médio de R$ 92,7 bilhões este ano. Em relação ao ano passado, a perda é superior em 11,4%. 

Robson Pires

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ateu ganha mais de R$ 270 mil por ano vendendo Bíblias para iPhone

Ele tinha como objetivo inicial arrecadar cerca de R$ 1500 mensais

Um norte-americano descobriu uma forma eficiente de ganhar dinheiro. Apesar de ser ateu, ele ganha a vida vendendo Bíblias para iPhone.

Trevor McKendrick fatura cerca de R$ 270 mil ao ano com aplicativos da Bíblia na AppStore, loja virtual da Apple.
Apesar do sucesso nos negócios, ele comenta que nem sempre se sente bem com o trabalho. Uma das alegações é o fato de não acreditar no produto que comercializa, mas, ainda assim, ele afirma que o dinheiro é muito bom para parar.
A ideia do empreendedor é utilizar o capital arrecadado para iniciar uma nova start-up.
Um norte-americano descobriu uma forma eficiente de ganhar dinheiro. Apesar de ser ateu, ele ganha a vida vendendo Bíblias para iPhone.
“Como seria se você vendesse livros do “Harry Potter” ou “Senhor dos Anéis”, e dissesse às pessoas que eram reais? E se dissesse que elas poderiam aprender a escrever encantamentos para curar os filhos? E se você vendesse isso como se fosse uma coisa real? Eu me sentiria mal com isso, mas é o que faço vendendo a Bíblia. Eu vendo uma coisa que realmente acredito que seja uma ficção”, comentou.
McKendrick disse ainda que recebe diversos e-mails de clientes que compram o aplicativo. Muitos pedem orações a familiares ou amigos. “Eles pensam que sou um padre”, disse.
A ideia da criação do app da Bíblia surgiu durante um jantar em família, em fevereiro de 2012. Um parente comentou que faturava até US$ 10 mil por mês vendendo programas na AppStore.
Foi então que McKendrick decidiu entrar no ramo dos negócios de apps, e tinha como objetivo inicial arrecadar cerca de R$ 1500 mensais.
“Percebi que haviam poucos aplicativos da Bíblia em espanhol, e todos eram mal feitos”, disse.
O rapaz contratou um programador romeno pela internet que realizou o trabalho. As vendas, logo que se iniciaram, demonstravam sucesso. O empreendedor lançou, em seguida, uma versão em áudio, a qual elevou ainda mais o faturamento mensal.
Logo no primeiro ano o aplicativo teve uma receita de aproximadamente R$ 200 mil. O negócio acabou se tornando a maior fonte de renda de McKendrick.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

São Gonçalo do Amarante: vendedores ambulantes da Avenida Tomaz Landin em Jardim Lola tem cinco dias para desocupar bancas


O Ministério Público Estadual (MPE) publicou nesta sexta-feira (22/07/2011), no Diário Oficial do Estado, um termo de ajustamento de conduta que prevê a ordenação do passeio público da calçada da Avenida Tomaz Landim em Jardim Lola, São Gonçalo do Amarante. Há mais de 20 anos, vendedores ambulantes utilizam o espaço para comercialização de produtos,além de uma parte do terreno de propriedade de uma empresa de vendas no atacado. com essa publicação, os comerciantes terão um prazo de cinco dias para retirar as bancas e desocupar a área da calçada.

De contra partida, a empresa terá um prazo de 60 dias para a construção de um espaço físico destinado as bancas com infra-estrutura no estacionamento da empresa, para que os comerciantes sejam relocados. Desta maneira, a prefeitura de São Gonçalo do Amarante vai ser a responsável por fiscalizar o cumprimento do termo de ajustamento de conduta, visto que no prazo de um mês o município deverá apresentar a comprovação das obrigações assumidas, a contar do término dos prazos estabelecidos.

Caso não ocorra, a empresa responsável pelo terreno terá que pagar uma multa diária de R$ 500,00 e a prefeitura o pagamento de 4% desse valor, que será revertido ao fundo municipal de meio ambiente.

Fonte: DN