Você tem um carregador de iPhone que não é original do aparelho ou feito por uma fabricante parceira da Apple? Então, você pode ter problemas com ele. Um estudo da empresa canadense de segurança energética UL indica que mais de 99% dos carregadores à venda na internet com preços baixos demais não atendem a padrões básicos de segurança.
Robson Pires
Mostrando postagens com marcador iPhone. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador iPhone. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Mais de 99% dos carregadores piratas de iPhone podem dar choques
Marcadores:
comunicação,
Internet,
iPhone,
redes sociais,
web
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Ateu ganha mais de R$ 270 mil por ano vendendo Bíblias para iPhone
Ele tinha como objetivo inicial arrecadar cerca de R$ 1500 mensais
Um norte-americano descobriu uma forma eficiente de ganhar dinheiro. Apesar de ser ateu, ele ganha a vida vendendo Bíblias para iPhone.
Trevor McKendrick fatura cerca de R$ 270 mil ao ano com aplicativos da Bíblia na AppStore, loja virtual da Apple.
Apesar do sucesso nos negócios, ele comenta que nem sempre se sente bem com o trabalho. Uma das alegações é o fato de não acreditar no produto que comercializa, mas, ainda assim, ele afirma que o dinheiro é muito bom para parar.
A ideia do empreendedor é utilizar o capital arrecadado para iniciar uma nova start-up.
Um norte-americano descobriu uma forma eficiente de ganhar dinheiro. Apesar de ser ateu, ele ganha a vida vendendo Bíblias para iPhone.
“Como seria se você vendesse livros do “Harry Potter” ou “Senhor dos Anéis”, e dissesse às pessoas que eram reais? E se dissesse que elas poderiam aprender a escrever encantamentos para curar os filhos? E se você vendesse isso como se fosse uma coisa real? Eu me sentiria mal com isso, mas é o que faço vendendo a Bíblia. Eu vendo uma coisa que realmente acredito que seja uma ficção”, comentou.
McKendrick disse ainda que recebe diversos e-mails de clientes que compram o aplicativo. Muitos pedem orações a familiares ou amigos. “Eles pensam que sou um padre”, disse.
A ideia da criação do app da Bíblia surgiu durante um jantar em família, em fevereiro de 2012. Um parente comentou que faturava até US$ 10 mil por mês vendendo programas na AppStore.
Foi então que McKendrick decidiu entrar no ramo dos negócios de apps, e tinha como objetivo inicial arrecadar cerca de R$ 1500 mensais.
“Percebi que haviam poucos aplicativos da Bíblia em espanhol, e todos eram mal feitos”, disse.
O rapaz contratou um programador romeno pela internet que realizou o trabalho. As vendas, logo que se iniciaram, demonstravam sucesso. O empreendedor lançou, em seguida, uma versão em áudio, a qual elevou ainda mais o faturamento mensal.
Logo no primeiro ano o aplicativo teve uma receita de aproximadamente R$ 200 mil. O negócio acabou se tornando a maior fonte de renda de McKendrick.
Assinar:
Postagens (Atom)

