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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Avaliação ruim do governo Temer sobe de 39% para 46%, aponta Ibope/CNI

A pesquisa Ibope/CNI foi realizada de 1º a 4 de dezembro, antes do vazamento da delação premiada do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo
Aprovação pessoal do presidente também piorou. Em dezembro, 64% dos entrevistados disseram desaprovar a maneira de Temer governar

A avaliação negativa do governo do presidente Michel Temer (PMDB) aumentou para 46% em dezembro, mostra pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta-feira, 16. No levantamento anterior, realizado em setembro e divulgado em outubro deste ano, o porcentual dos que avaliavam o governo como ruim ou péssimo era de 39%.
A avaliação positiva do governo Temer, por sua vez, oscilou de 14% para 13% entre setembro e dezembro. A avaliação regular do governo do peemedebista também oscilou levemente para 35% em dezembro, ante 34% na última pesquisa. Os que não souberam ou não responderam sobre a avaliação do governo representaram 6% dos entrevistados em dezembro, ante 12% em setembro.
A aprovação pessoal do presidente também piorou. Em dezembro, 64% dos entrevistados disseram desaprovar a maneira de Temer governar. Em setembro, esse porcentual era de 55%. Já os brasileiros que aprovam o jeito do presidente de administrar o País oscilaram de 28% para 26% de setembro para dezembro. Outros 10% não sabem ou não responderam essa questão em dezembro, ante 17% em setembro.
A confiança da população no presidente também diminuiu. Em dezembro, 23% dos entrevistados disseram confiar em Temer, queda de três pontos porcentuais em relação ao levantamento de setembro (26%). Ao mesmo tempo, o porcentual dos que não confiam no presidente aumentou de 68% para 72% entre as duas pesquisas. Os que não sabem ou não responderam essa questão foram 5% em dezembro, ante 6% em setembro.
Temer x Dilma
A pesquisa traz ainda a comparação da administração Temer com o governo da presidente cassada Dilma Rousseff (PT). Em dezembro, o porcentual dos que avaliaram que o governo Temer é melhor do que o da petista diminuiu para 21%, ante 24% em setembro. Ao mesmo tempo, os que consideram que o governo Temer é pior do que o da petista aumentaram de 31% para 34% entre as duas pesquisas. Para 42% os dois governos são iguais, ante 38% na pesquisa anterior. Outros 3% não sabem ou não responderam em dezembro, ante 7% em setembro.
A perspectiva para o restante do governo Temer também piorou, segundo a pesquisa. Aqueles que acreditam que a perspectiva é ruim ou péssima aumentaram de 38% para 43% entre setembro e dezembro, enquanto os que preveem que o governo será ótimo ou bom diminuíram de 24% para 18%. Os que preveem que o governo Temer será regular oscilaram de 30% para 32% dos entrevistados. Outros 7% não souberam ou não responderam em dezembro, ante 8% na pesquisa anterior.
A pesquisa Ibope/CNI foi realizada de 1º a 4 de dezembro, antes do vazamento da delação premiada do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo, na qual ele citou Temer e ministros do governo. O levantamento ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de 2 pontos e o nível de confiança, 95%.
Agora RN

sexta-feira, 1 de julho de 2016

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo. O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.
A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% aprovam a maneira de Temer governar e 53% desaprovam. No caso de Dilma, 82% desaprovavam a maneira dela governar em março de 2016 e 14% aprovavam. Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.
Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é 95%.
Robson Pires

sábado, 2 de abril de 2016

Presidente Dilma é rejeitada por 74,5% da população do RN

Governo da presidente Dilma Rousseff também foi desaprovado em 91% por empresários potiguares


Por Redação
Pesquisa aponta os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado (Foto: Reprodução)
Pesquisa aponta os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado (Foto: Reprodução)
Índices de aprovação e desaprovação dos governos federal e estadual; impeachment da presidente Dilma Rousseff; avaliação dos serviços públicos prestados; expectativa dos empresários industriais quanto à várias questões pertinentes às suas atividades e à economia em geral são alguns dos temas levantados por pesquisa feita pela Consult para a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN).
A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira, 01, na Casa da Indústria, durante reunião mensal da Diretoria da FIERN, pelo presidente Amaro Sales de Araújo.
Segundo o levantamento, o governo da presidente Dilma Rousseff é desaprovado por 91% dos empresários e por 74,5% da população do Rio Grande do Norte. Os percentuais favoráveis ao impeachment da presidente são ainda mais próximos: 66% dos empresários são favoráveis, enquanto que o índice chega a 61,4 entre a população.
Os números relativos à aprovação e desaprovação do governo Robinson Faria entre industriais e população também estão próximos. Entre os empresários da indústria, 29,5 aprovam e 49,5 desaprovam; a população deu 32,7 de aprovação e 50,1 de desaprovação à administração estadual.
A pesquisa quis saber o que a população considera como seus maiores problemas. Falta de segurança lidera, com 46,5 pontos, mais do dobro do segundo lugar, Saúde, com 21,7 pontos, seguido por desemprego, com 9,4 pontos e falta d’água, como 5,9 pontos.
De acordo com a pesquisa os principais responsáveis pelos problemas enfrentados no estado são, pela ordem: a classe política, 48,8 pontos; todos, 31,9 pontos; governo federal, 11,3, e governo estadual, 4,3 pontos.
Portal no Ar

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ibope/CNI: avaliação ruim/péssima do governo Dilma oscila de 69% para 70%



Dilma Rousseff enfrenta baixa popularidade desde o início do segundo mandato

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A porcentagem da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo oscilou de 69% para 70% de setembro para dezembro, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa também oscilou de 10% para 9%. Já os que consideram o governo regular oscilaram de 21% para 20%.
De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma em dezembro, mesmo patamar de setembro. A proporção dos que aprovam também se manteve em 14%. Não souberam ou não responderam 4%.

A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança na presidente Dilma Rousseff. A parcela dos que não confiam nela oscilou de 77% em setembro para 78% em dezembro, enquanto o porcentual do que confiam na pessoa da presidente oscilou de 20% para 18%.

A pesquisa foi realizada entre 4 e 7 deste mês, depois, portanto da aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foram ouvidas 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.


Estadão Conteúdo 

sábado, 7 de novembro de 2015

Rejeição da população ao governo Dilma chega a 86,5%


dilma dedo no nariz
Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná revelou que a desaprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu 86,5%. Apenas 11,1% aprovam a condução do País e 2,4% não souberam o que dizer. A informação é do Diário do Poder. A desaprovação atinge o seu máximo, 90,1%, entre as pessoas de 25 a 34 anos, justamente quem está tentando se consolidar no mercado de trabalho.
Se as eleições presidenciais fossem hoje, Aécio Neves (PSDB) apareceria em primeiro com 34,2% das intenções de voto e disputaria o segundo turno com Marina Silva (Rede) que aparece em segundo com 19,7%. O ex-presidente Lula ficaria em terceiro com 17,1%, seguido por Jair Bolsonaro (PTB) com 5,3% e Ciro Gomes (PDT) com 5,2%. Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tiveram apenas 1,5% e 1%, respectivamente. Cerca de 8,5% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,5% não souberam responder.
Caso Geraldo Alckmin fosse o representante do PSDB, Marina Silva lideraria com 24,3% contra 22,6% do tucano. Lula continuaria em terceiro com 18,2%, seguido por Ciro Gomes (6,1%) e Jair Bolsonaro (5,7%). Temer e Caiado teriam 1,6% e 1,4%, respectivamente. Nesse cenário, 10,7% dos eleitores não votariam em nenhum dos candidatos citados e o número de indecisos subiria para 9,4%.
Se o candidato do PSDB fosse José Serra, ele apareceria em primeiro com 25,5% dos votos contra 23,8% de Marina Silva. Lula ficaria em terceiro com 17,7%, seguido por Ciro Gomes (6%) e Bolsonaro (5,8%). Temer e Caiado apareceriam com 2% e 1,4%, respectivamente. Outros 9,8% não votariam em nenhum deles e 8% não souberam dizer em quem votariam.
O Instituto Paraná ouviu 2.085 eleitores em 170 municípios de 23 estados entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro. Houve checagem simultânea de 19,95% das entrevistas e o grau de confiança do resultado é de 95%. A margem de erro é de 2% para mais ou menos.
Robson Pires

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rejeição a Dilma é a maior da história em 27 anos de Pesquisa CNI/Ibope

Percentual de pessoas que considera o governo ruim ou péssimo é o maior registrado nos 27 anos da pesquisa CNI-Ibope


Por Redação
Presidenta Dilma Rousseff entrega unidades habitacionais do Conjunto Habitacional Jardim João Domingos Netto e simultaneamente unidades do Condomínio Rubi, do programa Minha Casa Minha Vida (Roberto Stuckert Filho/PR)
Dilma amarga rejeição (Roberto Stuckert Filho/PR)
O número de brasileiros que considera o governo Dilma Rousseff ótimo ou bom foi de 10% em setembro, praticamente igual aos 9% registrados em junho. Os que avaliam o governo como ruim ou péssimo oscilou de 68% para 69%. “A popularidade da presidente Dilma manteve-se inalterada entre junho e setembro”, observa a pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quarta-feira (30), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os indicadores do levantamento ficaram dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O percentual de pessoas que considera o governo ruim ou péssimo é o maior registrado nos 27 anos da pesquisa CNI-Ibope. A avaliação dos dados revela que a queda na popularidade enfrentada por Dilma Rousseff neste início do segundo mandato é maior do que a registrada pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.
“Perder popularidade no início do segundo mandato não é novidade. Mas a perda da presidente Dilma foi mais intensa”, observa o levantamento. Em dezembro de 2014, último mês do primeiro mandato, 40% da população considerava o governo Dilma ótimo ou bom. O número caiu para 10% agora em setembro de 2015, similar ao verificado no fim do governo de José Sarney, em 1989. No início do segundo mandato de Fernando Henrique, o número dos que avaliavam o governo como ótimo ou bom diminuiu de quase 40% para 16%. No caso de Lula, o percentual recuou de 57% para cerca de 50%.
MANEIRA DE GOVERNAR – A pesquisa de setembro revela ainda que 82% da população desaprovam a maneira de governar e que 77% não confiam na presidente Dilma. Mas a popularidade melhorou um pouco entre as pessoas com mais de 55 anos de idade. Nessa camada da população, o percentual dos que aprovam a maneira de governar da presidente subiu de 20% em junho para 24% em setembro, e o número dos que desaprovam caiu de 75% para 70%.
A popularidade da presidente também melhorou nas periferias das capitais. Nesses locais, o percentual dos que confiam na presidente aumentou de 13% em junho para 20% em setembro, e os que avaliam o governo como ótimo ou bom subiu de 6% para 10%.
IMPOSTOS E JUROS – Conforme a CNI-Ibope, as ações do governo com as piores avaliações da população são os impostos e a taxa de juros. Entre os entrevistados, 90% desaprovam a atuação do governo na área de impostos e 89% estão insatisfeitos com as ações sobre os juros. As medidas do governo nas áreas de segurança pública, saúde, educação, combate à inflação, combate ao desemprego também são reprovadas por mais da metade dos brasileiros.
“As políticas melhoras avaliadas são às relativas ao combate à fome e à pobreza, com 29% de aprovação, e ao meio ambiente, com 25% de aprovação”, observa a pesquisa. Essa edição da CNI-Ibope ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios, entre 18 e 21 de setembro. O nível de confiança é de 95%.

sábado, 19 de setembro de 2015

São Gonçalo: 84% da população desaprova gestão Dilma Rousseff

Pesquisa realizada pelo instituto SMART em parceria com o Blog do BG e o programa Meio-Dia Cidade, entre os dias 09 e 10 de setembro, entrevistou 404 pessoas no município de São Gonçalo do Amarante, com margem de erro de 4%. Vejam como ficou a aprovação do governo Dilma:

Reprova – 84,65%
Aprova – 50,74%
NS/NR – 0,99%
Robson Pires

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Aprovação de 8% do governo Dilma preocupa auxiliares

Recentemente, o Blogue do Camarotti revelou que o Palácio do Planalto teve acesso a uma pesquisa que apontava que, pela primeira vez, a aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff está abaixo dos 10%. Sabe-se agora que numa das simulações, o índice ótimo e bom do governo foi de apenas 8%.

Desde a redemocratização, só ex-presidente Fernando Collor havia atingido – em seu pior momento – um patamar semelhante. Nas palavras de um auxiliar direto da presidente Dilma, essa queda acentuada da popularidade tem reflexo direto no ânimo dos petistas.
“O clima de hostilidade na rua aos integrantes do PT é enorme”, observou esse auxiliar. “Há uma mistura explosiva de dois fatores que ajudam a entender esse momento do governo: uma situação econômica muito difícil e a visibilidade que ganhou a investigação do esquema de corrupção na Petrobras”, reconheceu um ministro.
Robson Pires

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Lula quer resgatar popularidade do governo


imagesO ex-presidente Lula tem avaliado com assessores que pode ter chegado a hora de ele, e não apenas Dilma Rousseff, falar mais publicamente, para combater a crise de popularidade do governo. O petista, em geral, no Brasil, tem se limitado a fazer discursos em encontros partidários e sindicais. A informação é de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo de hoje.
‘A desaprovação à administração de Dilma já afeta a imagem do ex-presidente, segundo revelou o Datafolha. Quando deixou o governo, em 2010, ele era considerado o melhor presidente que o Brasil já teve por 71% dos eleitores. Agora, o percentual é de 50%.’
Robson Pires

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Pesquisa Consult: Governo Dilma é reprovado por 77% dos potiguares

Do Blog do BG – A Pesquisa Consult/BlogdoBG/Meio Dia Cidade, que ouviu 1.500 pessoas em 51 municípios de dez regiões do Estado no período de 6 a 8 de abril, fez uma avaliação administrativa dos governantes (presidente, governador e prefeitos) e convidou a população a apresentar os principais problemas de sua cidade ou região. Veja o resultado referente a aprovação do governo Dilma:

O governo da presidente Dilma Roussef é aprovado por apenas 17,33% dos entrevistados e reprovado por 77,47%. Outros 5,2% não quiseram ou não souberam responder. A situação de desaprovação do governo da presidente é generalizada por todo o Estado. Os índices de desaprovação vão de 62,8% na região Oeste a 80,7% entre os eleitores consultados na capital.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Aprovação do governo Dilma despenca para 12%, diz CNI/Ibope


Segundo pesquisa, 64% consideram o governo ruim ou péssimo; confiança na presidente e aprovação da maneira de governar também caíram


A aprovação do governo Dilma Rousseff caiu para 12%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o levantamento indica que o governo é desaprovado por 64% da população.

Em dezembro do ano passado, a pesquisa, que é realizada a cada três meses, apontava uma aprovação do governo Dilma era de 40%.  Esse percentual, dos brasileiros que consideram o governo ótimo e bom, caiu 28 pontos percentuais em três meses, chegando aos 12%. O percentual do ruim e péssimo subiu de 27% para 64%, 37 pontos percentuais. O regular passou de 32% para 23%.
O índice de aprovação do governo é o pior registrado na série histórica desde o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, em 1995. O tucano chegou a registrar 22% no mesmo período de 1999, depois de sua reeleição, índice que chegou a 16% e 17% no mesmo ano, em um período de desvalorização do Real.
A aprovação da maneira de governar e a confiança na presidente Dilma Rousseff também despencaram, segundo a pesquisa. O percentual dos que aprovavam o desempenho da petista passou de 52% para 19%, enquanto a desaprovação foi de 42% para 78%. A confiança passou de 51% para 24%, enquanto os que não confiam subiu 30 pontos percentuais para 74%.
Segundo a pesquisa, a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff foi mais acentuada entre os grupos onde a petista costumava ser melhor avaliada. Em dezembro, 53% dos eleitores com até quarta série do ensino fundamental consideravam o governo ótimo e bom. Esse percentual passou para 18%.
A popularidade também teve queda entre os mais jovens. Apenas 8% dos eleitores entre 25 e 34 anos avaliam o governo como ótimo ou bom, percentual que era de 36% em dezembro. O governo Dilma teve a maior queda de aprovação na região Sul, passando de 40% para 8%.
Para 76% dos entrevistados, o segundo governo da presidente Dilma é pior, atualmente, que o primeiro. Dos entrevistados, apenas 14% acreditam que o segundo mandato pode ser ótimo ou bom.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 21 e 25 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Inflação e impostos 
Especificado por áreas de atuação, 84% dos eleitores disseram que desaprovam o governo no combate à inflação e 90% falaram o mesmo em relação aos impostos. Os índices de reprovação também foram elevados quando os entrevistados foram questionados sobre saúde (85%), segurança (81%) e combate ao desemprego (79%).

As políticas de combate à fome, que costumam apresentar índices positivos desde 2011, são desaprovadas por 64% ante 33% dos entrevistados.
Cenário pós-eleitoral 
Para o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, a pesquisa  revela uma decepção entre os eleitores da presidente Dilma. A petista era aprovada por 63% dos que votaram nela em dezembro e esse índice passou para 22%. Entre os eleitores de Aécio Neves (PSDB), só 2% consideram o governo ótimo ou bom.

"O que a gente percebe é essa decepção. O que explica essa queda forte são os eleitores de Dilma que, com o quadro atual de intensificação da crise, desemprego aumentando, e medidas de ajuste fiscal, geraram essa maior insatisfação. As questões econômicas passam a ser as mais criticadas", disse.
A confiança na presidente também caiu de 80% para 42% entre as pessoas que declararam ter votado nela. A aprovação da maneira de governar também caiu: de 80% para 34%.
terra

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Rejeição alta e resistente é o problema de Dilma

 

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Na análise do colunista Josias de Souza, o maior problema de Dilma chama-se taxa de rejeição: 33% dos eleitores informaram que não votariam nela de jeito nenhum. É o mesmo percentual que o Ibope havia anotado no mês passado. Quer dizer: para atenuar a aversão que desperta em um terço do eleitorado, Dilma precisa vender sonhos novos, não medo. Para desassossego do petismo, deu-se coisa diferente com Aécio e Campos.
Segundo o Ibope, o índice de rejeição do presidenciável do PSDB caiu em um mês de 25% para 20%. A aversão ao candidato do PSB despencou de 21% para 13%. Aécio e Campos também desfrutaram das janelas abertas no horário nobre da tevê pelas respectivas propagandas partidárias. Aparentemente, uma parte da plateia gostou tanto do que viu que deixou de torcer o nariz para o que não conhecia. Considerando-se que ambos são bem menos manjados do que Dilma, pode-se intuir que têm potencial para crescer mais.
O segundo maior problema de Dilma é a avaliação do governo dela. Cresceu o percentual dos que consideram a atual administração federal ruim ou péssima: 33%. É coisa jamais vista. Na outra ponta, somam 35% os que avaliam o governo como ótimo ou bom. Mais um pouco e as curvas se cruzam.

Robson Pires

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ibope/Estadão: Taxa de aprovação ao governo Dilma cai de 43% para 39%

 

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A taxa de aprovação ao governo Dilma Rousseff caiu de 43% para 39% desde o início de dezembro, segundo pesquisa Ibope/Estadão feita entre os dias 13 e 17 deste mês. Após a onda de protestos de junho, o porcentual dos que consideram o governo ótimo ou bom caiu de 55% para 31% (julho), subiu para 38% (agosto), oscilou entre 37% e 39% (setembro a novembro), voltou a subir para 43% (dezembro) e agora baixou quatro pontos porcentuais. O governo tem taxas mais baixas de aprovação entre o eleitorado com menos de 24 anos (35%), escolaridade superior (26%) e renda superior a cinco salários mínimos (34%). Em termos regionais, sua pior avaliação se concentra no Sudeste (33% de ótimo e bom) e no Norte/Centro Oeste (32%).
A aprovação é maior nos segmentos com mais de 55 anos (45%), escolaridade até a quarta série (50%) e renda de até um salário mínimo (49%). No Nordeste, a taxa chega a 51%. O levantamento revelou ainda que 58% da população é a favor da realização da Copa do Mundo no Brasil. Outros 38% são contra. Para 43%, o evento trará mais benefícios que prejuízos para o País, e 40% acham o contrário.
O levantamento do Ibope foi feito em 141 municípios. Foram ouvidos 2.002 eleitores. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, a aprovação ao governo pode estar entre 37% e 41%. No levantamento anterior, de dezembro, poderia se situar entre 41% e 45%. A chance de a taxa ter sido de 41% na pesquisa anterior e na atual, porém, é de apenas 0,12%, segundo cálculos do Estadão Dados - por isso, pode-se afirmar com segurança que houve queda na avaliação positiva.

sábado, 29 de junho de 2013

Pesquisa Datafolha: popularidade de Dilma despenca após protestos

Primeira pesquisa do instituto publicada após as manifestações no país aponta uma queda de 27 pontos na avaliação positiva do governo: de 57% para 30%

 Avaliação negativa do governo Dilma subiu de 9% para 25% 

 A primeira pesquisa Datafolha divulgada após os protestos de rua que se espalharam pelo Brasil em junho mostra uma queda vertiginosa na popularidade da presidente Dilma Rousseff. O levantamento, publicado na edição deste sábado do jornal Folha de S. Paulo, aponta que a avaliação positiva do governo despencou 27 pontos percentuais em um período de apenas três semanas.

Infográfico: Em fotos e vídeos, confira a cronologia dos protestos no Brasil

 Segundo os dados do instituto, 30% dos entrevistados avaliaram a administração de Dilma como boa ou ótima. No início do mês, antes das manifestações, esse percentual era de 57%. Enquanto isso, o número de brasileiros que consideram a gestão da presidente como ruim ou péssima subiu de 9% para 25%. O jornal destaca que a queda na popularidade de Dilma é a maior registrada pelo instituto desde que o ex-presidente Fernando Collor caiu 35 pontos, de 71% para 36%, quando confiscou a poupança dos brasileiros em 1990.

 Ainda de acordo com o Datafolha, a deterioração da imagem da presidente não se limitou a um único grupo demográfico: a popularidade de Dilma registrou queda de mais de 20 pontos em todas as regiões do país e em todos os recortes de idade, renda e escolaridade.

Economia - O instituto também perguntou a opinião dos entrevistados sobre o desempenho da governante diante da onda de protestos. Neste quesito, as respostas se dividiram. Para 32%, Dilma teve uma postura ótima ou boa, 38% consideraram regular e 26% avaliaram como ruim ou péssima a resposta da presidente. Além da onda de insatisfação evidenciada pelos protestos, o Datafolha aponta que outros motivos para a queda são a avaliação ruim da gestão econômica do governo e a preocupação dos brasileiros com a inflação e o desemprego.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Revista VEJA revela através de pesquisas o desespero de Dilma: "O que pensam as ruas do país"

Reeleição ameaçada

Dilma entra em desespero com resultados de pesquisas internas realizadas por pessoas do seu próprio governo. 

Na tarde de hoje, segunda (24) a presidenta se reúne com governadores e prefeitos de capitais para  tomar medidas administrativas  urgentes com o objetivo de conter as manifestações de ruas que prometem explodir o país. 

Confira o que diz a revista VEJA desta semana que já está nas bancas:
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sábado, 8 de junho de 2013

Popularidade em alta, mas arranhada

Chegou ao Planalto a mais recente pesquisa para medir a popularidade de Dilma Rousseff. Feita pelo Vox Populi em maio, revelou que caiu cinco pontos percentuais a avaliação de “ótimo” e “bom” do governo em comparação com o início do ano.
O resultado está em linha com duas pesquisas feitas pelo Ibope. Em abril, constatou que a aprovação de Dilma diminuiu sete pontos ante um levantamento feito em março.
Em maio, contudo, Dilma recuperou um pouco a perda: ficou quatro pontos percentuais abaixo do que alcançara em março. Ressalte-se que Dilma caiu, sim, mas ainda ostenta uma popularidade exuberante: 63% dos entrevistados avaliam o seu governo como “ótimo” ou “bom”.
O Ibope, aliás, está em campo para uma nova rodada de pesquisas, que deverá ser divulgada entre os dias 7 e 10 deste mês.
Por Lauro Jardim

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rosalba culpa a falta de “credibilidade do Estado” pela desaprovação da sua gestão


 
A governadora Rosalba Ciarlini creditou o alto índice de desaprovação da sua gestão, que chegou a mais de 75% nas últimas pesquisas, a falta de “credibilidade” do Estado. Ela voltou ao discurso da “herança maldita” e afirmou que tudo foi “destruído”.

“Todos sabem a situação difícil com que peguei o Estado. Num minuto se destruiu tudo. Reconstruir é difícil. Estamos fazendo uma reconstrução”, destacou durante entrevista a rádio 96 FM. Ela lembrou ainda da falta de capacidade de endividamento do Estado.
A governadora voltou a falar que quando chegou ao Executivo a Copa estava perdida e foi ela que “conseguiu viabilizar” Natal como sede do mundial.

Fonte: Panorama Político

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Crise na saúde aumenta desaprovação de Rosalba

A governadora e a prefeita Micarla de Sousa: altos índices de rejeição.

O natalense não está nada satisfeito com a gestão da governadora Rosalba Ciarlini. É o que revela a quarta rodada da pesquisa Consult/Sinduscon divulgada na tarde de ontem. De acordo com a pesquisa, o governo de Rosalba Ciarlini é desaprovado por 67,4% da população da capital contra 17,6% que aprovam, enquanto 15% dos entrevistados disseram não ter opinião formada sobre o assunto. Na pesquisa anterior, divulgada no início de abril, o índice de desaprovação do governo estadual era de 59,7%. Já o índice de desaprovação ao governo da prefeita Micarla de Sousa teve uma pequena redução: de 88,6% na última pesquisa para 87,8% na atual. Na contramão das desaprovações dos governos estadual e municipal, a administração da presidenta Dilma Rousseff é aprovada por 69,9% dos natalenses.

O índice de reprovação do governo de Rosalba Ciarlini aumentou oito pontos percentuais de janeiro (59,6%), data da primeira pesquisa, para cá (67,4%). Em janeiro, o governo estadual era aprovado por até 25,1% dos entrevistados e agora por apenas 17,6%. O diretor presidente do Instituto Consult, Paulo de Tarso, atribuiu o aumento no índice de reprovação do governo de Rosalba Ciarlini à crise enfrentada na saúde pública. "Rosalba ainda não criou sintonia com a população natalense e a pesquisa aponta uma rejeição do povo aos gestores locais", disse.

Em relação à gestão municipal, a avaliação do natalense teve uma pequena oscilação de janeiro para cá. Na primeira pesquisa a gestão de Micarla de Sousa era reprovada por 90,2%, e agora o índice de reprovação é de 87,8%, uma diferença de 2,4 pontos percentuais. Paulo de Tarso não comentou a redução no índice de desaprovação da gestão municipal por estar dentro do "índice de erro".

Fonte: DN