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domingo, 30 de abril de 2017

Lula lidera, mas Bolsonaro surpreende e chega a 2º lugar, diz pesquisa Datafolha

Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Daniel Pinheiro/Agência Brasil)

Deputado federal de extrema direita empata com Marina Silva nas intenções de votos para a Presidência em 2018

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança na corrida para a Presidência em 2018 segundo a primeira pesquisa do Datafolha após a delação da Odebrecht à Operação Lava Jato. Apesar de ser um dos nomes citados nos depoimentos, Lula chega a 30% das intenções de votos e amplia a distância dos demais possíveis candidatos.
Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparecem em seguida. O político de extrema direita subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos cenários em que disputam, respectivamente, os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Em ambos os casos Bolsonaro surge tecnicamente empatado com Marina. Em simulações de segundo turno, a candidata da Rede e o juiz Sérgio Moro são os únicos que vencem Lula.
A pesquisa também aponta que nomes relevantes do PSDB e o atual presidente Michel Temer (PMDB) sofrem com altos índices de rejeição. Temer, com 64%, lidera o ranking, seguido por Lula (45%), Aécio (44%) e Alckmin (28%). Quem ganha com a queda da popularidade dos colegas do PSDB é João Dória. Com baixa rejeição (16%), o prefeito de São Paulo desponta como um possível presidenciável. Contudo, ainda surge abaixo de Lula, Marina e Bolsonaro nas intenções de votos em um primeiro turno.
Com a popularidade em baixa, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) caiu no cenário eleitoral para a Presidência em 2018, e empatou com o lanterninha Luciano Huck. Em uma simulação feita pelo Datafolha, com dez possíveis candidatos, sem seleção por partido, Alckmin é o tucano com a menor possibilidade de se eleger, com 3% das intenções de votos, mesma porcentagem do apresentador global.
Aécio Neves e João Dória aparecem empatados com 5%, ao lado de Ciro Gomes(PDT) e Joaquim Barbosa. O juiz Sergio Moro soma 9% das intenções de votos, enquanto Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede) ocupam o segundo lugar, empatados com 11%. Lula (PT) se mantém na dianteira, com 29%.
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domingo, 25 de dezembro de 2016

PT lança Lula candidato à Presidência da República no início de 2017

Estratégia do partido é aproveitar baixa popularidade de Temer e reforçar a defesa jurídica do ex-presidente, que é réu em cinco ações penais e pode ficar inelegível

O PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril. A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula, réu em cinco processos penais, quatro deles provenientes da Operação Lava Jato e seus desdobramentos.
A informação foi confirmada reservadamente por integrantes da direção petista e também do Instituto Lula.

O PT defende formalmente a antecipação da eleição presidencial em caso de cassação da chapa Dilma Rousseff-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Parte dos líderes petistas defende que Lula seja lançado candidato logo no começo do ano, em fevereiro, para se antecipar a possíveis condenações na Justiça que possam barrar sua candidatura ou até levar o ex-presidente à prisão em 2017.
A pré-candidatura de Lula reforçaria o discurso do PT, que acusa a Lava Jato de querer criminalizar as ações de seu líder máximo e do partido. Segundo os defensores da ideia, ao se colocar publicamente como candidato, o ex-presidente poderá se blindar parcialmente da força-tarefa em Curitiba. Conforme esse raciocínio, com a pré-candidatura na rua seria mais fácil difundir a tese de que está em curso uma tentativa de interditar judicialmente a possibilidade de Lula disputar um terceiro mandato no Planalto. O bom desempenho do petista nas pesquisas de opinião reforça a estratégia.
“A necessidade de condenar Lula cresce na medida em que ele assume protagonismo nas eleições de 2018. Ao que parece a população começa a fazer a comparação entre os projetos”, disse o coordenador do setorial jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho. Outro grupo defende que a candidatura seja lançada durante o 6.º Congresso Nacional do PT, marcado para abril, mas que pode ser adiado para maio.
Momento
Em conversas privadas Lula já concordou com a estratégia. A única dúvida é em relação ao momento de anunciar a candidatura. Para evitar precipitações, o ex-presidente tem até evitado alguns eventos públicos temeroso de ter seu nome lançado antes da hora.
A ideia é esperar que o governo Temer, diante das dificuldades de apresentar resultados a curto prazo na economia e com uma agenda impopular de ajustes, chegue ao “fundo do poço” para, só então, Lula ressurgir com um discurso de contraste em relação a seus oito anos de governo e um programa econômico embasado na recuperação do mercado interno.

Em mensagem de fim de ano divulgada nesta quinta-feira, 22, Lula confrontou a política econômica de Temer e defendeu o fortalecimento do mercado interno, uma das marcas de seus governos. “Estou falando com conhecimento de causa porque já fiz isso uma vez”, disse o ex-presidente no vídeo.
Também nesta quinta-feira, a ex-presidente Dilma, em viagem à Argentina, defendeu abertamente um terceiro mandato para Lula. “Não penso em voltar para a política porque o grande presidente para o Brasil é Lula”, disse ela ao lado da ex-presidente do país vizinho Cristina Kirchner.
Fontes do Instituto Lula ressaltaram que a possível antecipação do lançamento da pré-candidatura do petista ao Planalto é incompatível com os planos de amplos setores do PT de convencer Lula a aceitar a presidência da legenda no 6.º Congresso do PT.

Agora RN

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

PMDB convida Roberto Justus para concorrer à presidência em 2018


Depois que o apresentador Roberto Justus revelou que tem interesse em se candidatar a presidente em 2018, o PMDB, partido de Michel Temer, convidou o veterano para ser o presidenciável nas próximas eleições. As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.


“Eu nunca pensei nessa coisa da política na minha vida. Nunca combinava muito com o um estilo, eu sou uma pessoa um pouco diferente desse mundo político. Mas, ajudar o país, ajudar a tua nação, se isso for uma possibilidade, eu posso até pensar no assunto”, afirmou o apresentador recentemente ao “Estadão”.
Vale lembrar que o famoso está com a agenda bastante comprometida na Record. Isso porque Roberto vai comandar novas edições de “Power Couple” e “A Fazenda”.
tv foco

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Conheça o ‘apê’ coberto de ouro e mármore de Donald Trump em NY

O luxuoso imóvel situa-se no 66º andar da famosa Trump Tower na Quinta Avenida


Donald Trump foi eleito o 45º presidente da história dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 9, após derrotar a democrata Hillary Clinton nas eleições 2016.
Agora, o bilionário norte-americano trocará sua luxuosa cobertura em Manhattan — com vista privilegiada do Central Park em Nova York — para a Casa Branca em Washington.
O apartamento na Quinta Avenida coberto de ouro, bronze e mármore situa-se no 66º andar da famosa Trump Tower e ocupa nada menos do que três andares em um dos metros quadrados mais valorizados do mundo.
O arquiteto Angelo Donghia se inspirou no estilo de Luis XIV — conhecido como o “Rei Sol” — para compor os ambientes requintados da residência construída em 1983. Os cômodos contam com diversas mobílias em tons dourados, lustres de cristais, quadros antigos, poltronas clássicas, obras de arte, estátuas e candelabros.
Fonte: Caras

domingo, 6 de novembro de 2016

Hillary lidera com 48% contra 43% de Trump, segundo pesquisa Washington Post

A candidata presidencial democrata Hillary Clinton tinha uma vantagem de cinco pontos percentuais sobre o republicano Donald Trump na corrida pela Presidência dos Estados Unidos, mostrou a última pesquisa do Washington Post-ABC, divulgada neste domingo.
Hillary tem 48 por cento das intenções de votos, ante 43 por cento de Trump. Na pesquisa Washington Post-ABC divulgada na sexta-feira, Clinton liderava com 47 por cento contra 44 por cento de Trump.
Clinton tinha uma vantagem em apoio afirmativo, segundo a pesquisa, com 55 por cento dos apoiadores dizendo que eles estão apoiando principalmente ela, em comparação com 43 por cento dos eleitores Trump. Eleitores de Trump dizem que “se opõem principalmente a Clinton”.
Robson Pires

sexta-feira, 4 de março de 2016

Deputados e senadores da oposição vão pedir nova eleição

Deputados e senadores da oposição estão voltando a Brasília e vão se revezar nos plenários da Câmara e do Senado com discursos pedindo a saída de Dilma Rousseff da Presidência.
As falas deverão seguir a linha ditada pelo líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, que disse que a nova fase da Lava-Jato mostra que a eleição foi fraudada e deveria haver novo pleito.
O senador Cassio Cunha Lima (PSDB-PB) deve discursar já pela manhã, nessa linha.
A oposição ainda não unificou totalmente o discurso. O presidente do PPS, Roberto Freire, reagiu pedindo o impeachment de Dilma.
“Agora resta somente o STF liberar o acórdão do impeachment para que a oposição possa tirar Dilma e o Brasil, superar a crise”, afirmou.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Aécio lidera disputa pela presidência em 2018, aponta Paraná Pesquisas e rejeição a Dilma aumenta


Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado aécio-  geraldo magela AS
Paraná Pesquisas, do Murilo Hidalgo, acaba de divulgar um levantamento, realizado em todo o território nacional, sobre a disputa pela Presidência da República em 2018. Quem aparece com mais vantagem é Aécio Neves, que lidera, com alguma folga, o cenário mais provável, contra Marina, Lula e Bolsonaro. Outras projeções foram feitas, e nelas Serra e Marina Silva aparecem como favoritos. O Instituto também verificou o humor do brasileiro em relação ao possível afastamento de Dilma Rousseff. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 27 de agosto e ouviu mais de 2 mil eleitores em todas as regiões do Brasil. Veja, a seguir, os dados.
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Cenário 1: Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e os candidatos fossem esses, em quem o Sr(a) votaria? (ESTIMULADA)
Não sabe 7,2%
Nenhum 7,4%
Aécio Neves 36,2%
Marina Silva 20,4%
Lula 19,6%
Jair Bolsonaro 4,6%
Eduardo Cunha 3,2%
Caiado 1,3%

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Cenário 2: Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e os candidatos AGORA fossem esses, em quem o Sr(a) votaria? (ESTIMULADA)
Não sabe 8,4%
Nenhum 8,6%
Marina Silva 26,6%
Geraldo Alckmin 25,4%
Lula 20,5%
Jair Bolsonaro 5,1%
Eduardo Cunha 3,9%
Caiado 1,5%

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Cenário 3: Se as eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e os candidatos AGORA fossem esses, em quem o Sr(a) votaria? (ESTIMULADA)
Não sabe 8,2%
Nenhum 8,4%
José Serra 27,2%
Marina Silva 26,2%
Lula 20,1%
Jair Bolsonaro 5,0%
Eduardo Cunha 3,3%
Caiado 1,5%

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Qual destes candidatos do PSDB teria mais chance de ganhar o seu voto para Presidente do Brasil?
Não sabe 7,1%
Nenhum 14,0%
Aécio Neves 38,4%
José Serra 13,1%
Geraldo Alckmin 12,8%
Fernando Henrique Cardoso 9,3%
Álvaro Dias 5,3%

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Caso o 2º turno das eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e o Sr(a) tivesse que escolher entre Aécio Neves e Lula, em quem o Sr(a) votaria?
Não sabe 8,5%
Nenhum 8,5%
Aécio Neves 54,7%
Lula 28,3%

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Caso o 2º turno das eleições para Presidente do Brasil fossem hoje e o Sr(a) tivesse que escolher entre Aécio Neves e Marina Silva, em quem o Sr(a) votaria?
Não sabe 6,8%
Nenhum 8,9%
Aécio Neves 49,2%
Marina Silva 35,2%

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De uma maneira geral, o Sr(a) diria que aprova ou desaprova a administração da Presidenta Dilma Rousseff até o momento?
Aprova 13,7%
Desaprova 83,6%
Não sabe/ não respondeu 2,7%

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A Presidente Dilma Rousseff conseguirá terminar o mandato em 2018 ou será afastada antes de terminar o mandato?
Será afastada antes de terminar o mandato em 2018 48,8%
Conseguirá terminar o mandato em 2018 48,7%
Não sabe/ não respondeu 2,5%

lula marques - agencia pt 28.07.15
Foto: Lula Marques/ Agência PT (28/07/2015)
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No caso do afastamento da Presidente Dilma Rousseff, o que em sua opinião vai acontecer? (ESTIMULADA)
Não sabe 4,0%
Ocorre nova eleição 41,5%
Assume o Vice-Presidente 37,3%
Assume o segundo colocado das eleições presidenciais de 2014 9,9%
Assume o Presidente da Câmara 3,4%
Assume o Presidente do STF, Supremo Tribunal Federal
2,2%
Assume o Presidente do Senado 1,7%

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PROCEDIMENTOS UTILIZADOS NA REALIZAÇÃO DA PESQUISA: 
O universo desta pesquisa abrange os eleitores brasileiros. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2.060 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, escolaridade e posição geográfica. O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 23 Estados e Distrito Federal e 154 municípios brasileiros entre os dias 24 a 27 de agosto de 2015, sendo checadas simultaneamente à sua realização em 19,8% das entrevistas. Tal amostra representativa do Brasil atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de 2,0% para os resultados gerais. A Paraná Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 3ª Região sob o nº 6288/10 e é filiada à Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa – ABEP desde 2.003. Para a seleção da amostra utilizou-se o método de amostragem estratificada proporcional. Conforme o mapeamento do Brasil nas 5 regiões, Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, segundo o IBGE. Essa divisão geográfica foi considerada como primeira estratificação. Dentro de cada região, agruparam-se os municípios em grupos homogêneos, procedendo-se à estratificação proporcional final da amostra.

domingo, 12 de julho de 2015

Ibope: o 'volume morto' de Lula- O tucano Aécio Neves venceria o petista por 48% a 33% num eventual segundo turno, segundo a mais recente pesquisa do Ibope

O ex-presidente Lula e os números recentes do Ibope: o volume morto é pior do que o esperado(Paulo Whitaker/Reuters)

Se o segundo turno da eleição presidencial fosse hoje, o tucano Aécio Neves derrotaria o petista Luiz Inácio Lula da Silva por 48% a 33% dos votos, segundo pesquisa encomendada pelo jornal O Estado de S. Paulo feita ao instituto Ibope. Nos votos válidos - sem os indecisos e os eleitores que não votariam nos dois candidatos-, o resultado fica em 59% a 41% para o tucano.
Realizada na segunda quinzena de junho, a sondagem ainda fez uma simulação de uma eventual disputa entre o petista e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Nesse cenário, haveria empate técnico, com leve vantagem para o tucano: 40% a 39% - nos votos válidos, 51% contra 49% a favor de Alckmin.
A pesquisa ainda mostra a preferência pelo nome de Aécio nos segmentos de sexo, idade e tamanho do município. No segmento de renda e escolaridade, Lula ficaria à frente apenas entre os eleitores que ganham até um salário mínimo, de 788 reais, e que têm até quatro anos de estudo. Os números mostram também uma baixa considerável na popularidade de Lula entre os eleitores de baixa renda que ganham entre um e dois salários mínimos: desses, 53% votariam em Aécio, e 47% nele. A adesão aos votos ao tucano cresce conforme o aumento de renda, até chegar a uma diferença entre 78% a 28% na faixa dos que recebem mais de cinco salários mínimos.
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domingo, 21 de junho de 2015

Datafolha: Aécio lidera pesquisa que simula corrida presidencial - O tucano tem 35% das intenções de voto, e o ex-presidente Lula aparece em segundo, com 25% -

Senador Aécio Neves (PSDB-MG)(George Gianni/PSDB/Divulgação)
Pesquisa do Datafolha aponta que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) lidera com 35% das intenções de voto em simulação de eleições para presidente, noticia o jornal Folha de S. Paulo neste domingo (21/06/2015). Em segundo lugar, 10 pontos atrás de Aécio, aparece o ex-presidente Lula (PT).
A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PSB), com 18% das intenções de voto, está em terceiro. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOL) alcançaram 2% cada. No levantamento do Datafolha, 11% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 5% não sabem em quem votar.
O instituto também fez uma simulação com o nome de Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, no lugar de Aécio. Nesta hipótese, Lula e Marina Silva estão tecnicamente empatados em primeiro lugar com 26% e 25%, respectivamente. O tucano Alckmin ficaria em terceiro lugar com 20%. Paes e Luciana Genro alcançariam 3% cada um. Eduardo Jorge ficaria com os mesmos 2% da simulação anterior. Brancos, nulos e nenhum somam 14%; e indecisos, 7%.
O Datafolha realizou 2.840 entrevistas na quarta-feira na quinta. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Marina Silva reaparece e critica ‘desmandamentos’ de Dilma

Marina Silva publica texto criticando “desgovernos” de Dilma Rousseff.

Enquanto seu partido ensaia um novo embarque no governo Dilma Rousseff, a ex-senadora e candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, reapareceu nesta quinta-feira atirando contra a petista.
Em texto publicado em seu blog, intitulado “A distância entre a candidata e a presidente”, Marina fez um paralelo entre as promessas de Dilma na campanha e as medidas opostas aplicadas pelo governo pós-urnas – batizadas por ela de “desmandamentos”.
“A calúnia envenena, aprofunda as divisões, agrava os conflitos e isso só leva ao desastre. De maldade, todo mundo já está cansado”, escreveu.
Ela também voltou a lembrar que foi vítima do “marketing selvagem” do PT. Segundo aliados, Marina deverá retomar seu projeto de conseguir tirar do papel a Rede Sustentabilidade a partir deste final de semana.
Fonte: VEJA (Mariana Zylberkan)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

'Mais vivo do que nunca', Aécio sai das urnas líder da oposição

 

O candidato derrotado à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), discursa acompanhado de sua mulher e líderes partidários, em Minas
O candidato derrotado à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), discursa acompanhado de sua mulher e líderes partidários, em Minas (Marcos de Paula/Estadão Conteúdo)
 
Com mais de 51 milhões de votos neste domingo, algo que não havia sido obtido por nenhum candidato que enfrentou o PT desde 2002, Aécio Neves (PSDB) retornará ao Senado como principal líder da oposição no país. Em um breve discurso, por volta das 21h20 deste domingo, o tucano deu sinais de que entendeu o recado que as urnas lhe transmitiram: "Saio desta eleição mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, e deixo esta campanha com o sentimento de que cumprimos nosso papel".
 
Nos últimos meses, Aécio conseguiu atrair apoios cruciais, como o da ex-senadora Marina Silva e do seu PSB, uniu seu partido e conseguiu uma votação acachapante justamente no Estado em que os tucanos imaginavam que ele teria dificuldade, dada a rivalidade das alas internas da sigla – o eleitorado de São Paulo deu 15,2 milhões de votos a Aécio.
Com 54 deputados federais eleitos, o partido terá alinhado a ele no Congresso Nacional DEM, PSB, PPS, PV, PSC e SD, que, em 2015, junto com o PSDB, formarão bancada de 155 deputados federais.

No Senado, a oposição terá 24 das 81 cadeiras e contará com nomes de peso, além do  próprio Aécio, como os ex-governadores José Serra (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), e os hoje deputados Romário (PSB-RJ) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). “Vamos atuar com firmeza e combatendo tudo o que combatemos nessa campanha para que se afaste o fantasma da corrupção, dos desmandos, da desorganização que são típicos do governo petista", disse José Serra.

No RN, vereadora sugere divisão entre Brasil e ‘Nova Cuba’ no Facebook

 

Figura do mapa do Brasil 'subdividido' foi postado pela vereadora de Natal Eleika Bezerra na página que ela mantém no Facebook        (Foto: Reprodução/Facebook de Eleika Bezerra)
G1/RN - A vereadora de Natal Eleika Bezerra (PSDC) postou em uma rede social na manhã desta segunda-feira (27) uma imagem que mostra o mapa do Brasil dividido entre os estados onde Dilma Rousseff teve maioria de votos e os que onde Aécio Neves saiu vencedor. A imagem mostra os estados das regiões Norte e Nordeste, além Rio de Janeiro e Espírito Santo compondo o que denominou de “Nova Cuba”. O Brasil ficaria sendo os demais estados, com exceção de Minas Gerais, que seria “implodido para a construção de um lago”. A assessoria de imprensa da vereadora confirmou que a postagem foi publicada pela própria Eleika Bezerra.
A postagem causou indignação em internautas que não pouparam críticas à vereadora. “Professora, confesso que perdi toda a admiração que nutria pela sua figura. Confiava que você pudesse fazer a diferença na política potiguar, alçando inclusive vôos mais altos do que o posto de vereadora de Natal. Acreditava na voz pela Educação. Agora eu vejo que a senhora é só mais uma igual a eles”, comentou Heronildes Júnior. “Que absurdo, estou preocupado com esse povo que não respeita a democracia”, disse Adilson Rodrigo.

Após a disputa mais acirrada da história, Dilma pede união e promete começar governo com reforma

  
            

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Após ser reeleita com 51,6% dos votos válidos, na disputa mais apertada da história, a presidente Dilma Rousseff discursou para uma militância inflamada em um hotel de Brasília na noite deste domingo (26). Na fala (leia a íntegra), Dilma defendeu a reforma política por meio de um plebiscito.
“Vamos encontrar a força e a legitimidade exigida nesse momento de transformação para levar à frente a reforma politica. Quero discutir isso com o Congresso Nacional e com toda a sociedade brasileira”, disse a presidente reeleita, que não mencionou o adversário Aécio Neves em seu discurso. Foto: Pedro Ladeira/Folhapress.

 

Brasil tem eleição para presidente mais apertada desde disputa de 1989

O G1 destaca que o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) teve a disputa mais apertada para presidente desde 1989, quando o país voltou a ter eleições diretas para presidente. A vitória de Dilma só foi conhecida às 20h30, com 98% das seções apuradas. A petista liderava com 51,45% a 48,55%.
ss

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Presidenciáveis participam hoje do “último combate”

 

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Hoje realiza-se o último debate de uma série de quatro verificados na campanha pelo segundo turno. Felizmente ficará para daqui a quatro anos o sacrifício a nós imposto pela ditadura das principais redes de televisão, às quais se rendem covardemente os candidatos e seus partidos.
Porque se são quatro as empresas que detém as preferências do telespectador, dá-se às quatro a oportunidade de repetir os mesmos confrontos, conflitos e exposições incompletas dos pretendentes à presidência da República, numa enfadonha repetição de muitas mentiras e poucas verdades.
Robson Pires

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Contidos na Record, Dilma e Aécio vão para o tudo ou nada na Globo

    

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Dilma e Aécio repetiram o mesmo figurino usado no debate na Band, no dia 14
 
 
As críticas à baixaria e aos ataques agressivos deram resultado. Dilma Rousseff e Aécio Neves tiveram comportamento quase diplomático no debate na Record, realizado na noite de domingo (19).
Nem pareciam os mesmos candidatos que se digladiaram no confronto no SBT, gerando comparações com a campanha difamatória entre Lula e Collor, em 1989.
Mas não houve a tão esperada discussão efetiva de propostas. A petista e o tucano gastaram a maior parte do tempo emitindo opiniões sobre a gestão alheia — Dilma criticando o governo de Aécio em Minas Gerais, e Aécio torpedeando a presidência de Dilma.
A repetição da tática de desqualificação do adversário deixou o confronto quase enfadonho: mesmas perguntas, previsíveis respostas. Nenhum novo esclarecimento relevante ao telespectador-eleitor.
Após a artilharia pesada vista na emissora de Silvio Santos, surgiram boatos sobre supostas acusações bombásticas que seriam apresentadas no embate no canal dos bispos. Foi apenas terrorismo eleitoral. Nada de surpreendente gerou discussão.
Tudo indica que a munição especial, se é que existe, foi preservada para a batalha final, na Globo, na sexta-feira (24). Assim como aconteceu no primeiro turno, deverá ser o debate mais enérgico. O perigoso ‘tudo ou nada’ a 2 dias da eleição.
Na Record, os mediadores Celso Freitas e Adriana Araújo ficam sem muita função com o formato livre do debate. A missão deles se restringiu ao anúncio da ordem dos candidatos para perguntas, respostas, réplicas e tréplicas.
Os dois jornalistas fugiram do roteiro apenas em três momentos, ao tentar (sem sucesso) conter a plateia. As manifestações — aplausos e vaias — foram as mais efusivas entre os debates deste segundo turno.
Uma observação técnica: a emissora errou na iluminação. Bastava Dilma dar um passo para o lado — e a candidata se movimenta bastante enquanto fala — para sair do foco de luz e ficar com o rosto escurecido na tela.
Dilma e Aécio repetiram o mesmo figurino usado no debate na Band, no dia 14: a presidente de blazer branco, a cor mais usada por ela nos encontros entre os presidenciáveis desta eleição, e o senador com o infalível terno cinza com gravata azul claro.
Sisudos, os dois olharam mais para a câmera do que um para o outro. Mais um vez recorreram bastante à papelada em cima da bancada. Esta é a eleição da contestação de dados e estatísticas, e não da discussão profícua de propostas para o país.

Fonte: Terra

sábado, 18 de outubro de 2014

Nova pesquisa Sensus mostra Aécio à frente de Dilma, com 56,4% dos votos válidos.


Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. 

A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.

Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.

Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. 

Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. 

O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.

No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” 

Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato. (Isto É)

domingo, 12 de outubro de 2014

Marina encerra suspense e anuncia apoio a Aécio Neves

A ex-candidata, que recebeu 22 milhões de votos no primeiro turno, declara apoio após carta de compromisso do candidato tucano

Marina Silva anuncia apoio ao candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), no segundo turno das eleições
Marina Silva anuncia apoio ao candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), no segundo turno das eleições  (Marcos Alves/Agência o Globo)
 
Na manhã deste domingo, a candidata Marina Silva (PSB), que chegou em terceiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais de 2014 com cerca de 20 milhões de votos, anunciou seu apoio "como cidadã" a Aécio Neves (PSDB), na disputa do segundo turno.  
 
Carta enviada por Aécio Neves nesse sábado teve papel fundamental na decisão. Marina fez questão de ressaltar que interpretou a carta não como tentativa de atrair seu apoio, mas sim como "carta-compromisso endereçada ao povo brasileiro".
 
Além da convergência nas questões macroeconômicas, ela citou ainda pontos fundamentais de aproximação entre a plataforma tucana e a que ela defende, como compromissos de âmbito energético, educação, fim da reeleição e transformação do Bolsa Familia em direito e não em favor do estado. Ela voltou a demonstrar que os ataques da campanha petista deixaram marcas profundas.
Durante o anúncio, Marina mostrou dominar as técnicas do suspense. Ela caprichou no 'marinês' e conseguiu encaixar até uma citação ao sociólogo polonês Zygmunt Bauman, cujos livros a acompanharam na campanha presidencial.
 
O PSB, partido sexagenário que acolheu a candidatura de Marina depois da morte de seu líder Eduardo Campos, já havia declarado apoio ao candidato tucano, superando a oposição de integrantes da velha guarda partidária como Roberto Amaral. Marina lembrou ainda que seu partido, a Rede Sustentabilidade, cujo registro ainda está pendente, liberou para seus filiados o voto branco, nulo ou em Aécio Neves, excluindo apenas o apoio à presidente Dilma Rousseff (PT).

Aécio abre 17 pontos sobre Dilma, mostra Istoé/Sensus


Montagem com os candidatos à presidência Dilma Rousseff e Aécio Neves
No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7%

São Paulo - Pesquisa ISTOÉ\Sensus divulgada neste sábado (11/10/2014) mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Trata-se de uma diferença de 17,6 pontos percentuais.
O índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. Já a rejeição de Aécio Neves é de 29,2%.
Segundo a publicação, a pesquisa capta parte dos efeitos provocados pelas declarações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.
No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Em votos espontâneos, quando nenhum nome é mencionado, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. 

sábado, 11 de outubro de 2014

PMDB não dará apoio integral a Dilma em ao menos 10 estados

Em disputa acirrada pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff (PT) ficará sem apoio integral do PMDB, principal aliado do governo federal, em mais de um terço dos Estados no segundo turno. Adversário do PT nas urnas, Aécio Neves (PSDB) tem apoio oficial do PMDB em seis Estados (AC, BA, ES, PE, RR e RS) e deverá contar com o empenho de setores peemedebistas em ao menos outros quatro (PI, MS, RJ e SC).
Somados, esses Estados reúnem cerca de 35% do eleitorado nacional e incluem os dois redutos onde Marina Silva (PSB) venceu no primeiro turno: Acre e Pernambuco. Em alguns Estados onde peemedebistas prometem apoio oficial a Dilma, a presidente terá dificuldades para cativar militantes da sigla.