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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Pesquisa - 80% dos brasileiros classificam gestão Temer como ruim e péssima

Estudo revela que a atual administração federal atinge a maior taxa negativa de avaliação

Em maio, a avaliação do governo do presidente Michel Temer alcançou o maior índice de rejeição, já que 80% dos brasileiros classificam-no como ruim e péssimo, segundo pesquisa Pulso Brasil, realizada pela Ipsos. Comparando o número atual da gestão do peemedebista com o de abril, percebe-se uma elevação de cinco pontos percentuais neste quesito (de 75% para 80%).  O estudo ainda aponta que 93% dos entrevistados consideram que o Brasil está no rumo errado – uma piora de um ponto percentual em relação ao índice do mês anterior (92%).
“O levantamento é uma fotografia da percepção dos brasileiros poucos dias antes da divulgação do acordo de delação premiada da JBS. Analisando a série histórica, tanto a taxa de aprovação quanto o barômetro sobre os rumos do país, é possível projetar que o noticiário recente tem grande probabilidade de acentuar a tendência identificada na pesquisa de maio”, comenta Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo Pulso Brasil.
No ranking “Barômetro Político”, a pesquisa também analisou a popularidade de 44 nomes listados entre políticos e personalidades públicas.  O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua sendo o nome mais rejeitado, com índice de 88%. Na segunda colocação está o presidente Michel Temer com 86%, seguido pelo senador Renan Calheiros, que soma 80%, e por Fernando Collor de Mello e Aécio Neves que estão empatados, com 77% de reprovação.
Analisando a imagem dos últimos três ex-presidentes do país, Dilma Rousseff totaliza 73% de rejeição versus 22% de aprovação. Fernando Henrique Cardoso soma 70% de desaprovação contra 12% de aprovação. Já, Luiz Inácio Lula da Silva possui 63%de reprovação e 33% de aprovação.
Medindo os políticos que já disputaram o segundo turno em um pleito presidencial, Aécio Neves é o tucano com maior taxa de rejeição com 77%, alta de um ponto percentual sobre o mês passado.  Seguido por José Serra, que permanece com os 70% de abril, e por último, Geraldo Alckmin com 64% (único do partido que teve uma queda na desaprovação de quatro pontos percentuais). Já Marina Silva, da REDE, continua melhorando seu índice e diminuiu seis pontos percentuais em relação a última edição do estudo, somando 52% de desaprovação.
Por outro lado, o juiz Sérgio Moro e o ex-juiz Joaquim Barbosa são as personalidades mais bem avaliadas com 69% e 43% de aceitação, respectivamente. Na sequência está o ex-presidente Lula da Silva e o deputado federal Tiririca, empatados com 33% de aprovação, seguidos por Cármen Lúcia que acumula 30% de favorabilidade.
A pesquisa da Ipsos ampliou, no levantamento de maio, a lista de pessoas analisadas. Outras personalidades que foram avaliadas quanto ao índice de desaprovação e aprovação são: Sérgio Cabral (72% e 1%, respectivamente); Anthony Garotinho (69% e 4%, respectivamente); Aloizio Mercadante (50% e 3%, respectivamente); Rodrigo Maia (50% e 2%, respectivamente); Jair Bolsonaro (50% e 14%, respectivamente); Romero Jucá (49% e 3%, respectivamente); Celso Russomano (49% e 17%, respectivamente); Ciro Gomes (48% e 13%, respectivamente); Eduardo Paes (48% e 2%, respectivamente ); Jean Wyllys (47% e 5%, respectivamente); Marcelo Crivella (46% e 12%, respectivamente); Romário (46% e 20%, respectivamente); Paulinho da Força (46% e 4%, respectivamente); ACM Neto (45% e 7%, respectivamente); Gilmar Mendes (44% e 3% respectivamente); Henrique Meirelles (44% e 6%, respectivamente); Fernando Haddad (44% e 5%, respectivamente); Roberto Justus (40% e 18%, respectivamente); Gleisi Hoffmann (40% e 3%, respectivamente); João Doria (39% e 16%, respectivamente); Lindberg Farias (39% e 1%, respectivamente); Paulo Skaf (38% e 6%, respectivamente); Rodrigo Janot (36% e 20%, respectivamente); Deltan Dallagnol (25% e 12%, respectivamente); Jorge Paulo Lemann (20% e 6%, respectivamente); Abilio Diniz (19% e 12%, respectivamente); Guilherme Leal (17% e 7% respectivamente); Luiza Trajano (17% e 8% respectivamente) e Viviane Senna (16% e 22% respectivamente).
Portal no Ar

domingo, 30 de abril de 2017

Lula lidera, mas Bolsonaro surpreende e chega a 2º lugar, diz pesquisa Datafolha

Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Daniel Pinheiro/Agência Brasil)

Deputado federal de extrema direita empata com Marina Silva nas intenções de votos para a Presidência em 2018

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança na corrida para a Presidência em 2018 segundo a primeira pesquisa do Datafolha após a delação da Odebrecht à Operação Lava Jato. Apesar de ser um dos nomes citados nos depoimentos, Lula chega a 30% das intenções de votos e amplia a distância dos demais possíveis candidatos.
Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparecem em seguida. O político de extrema direita subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos cenários em que disputam, respectivamente, os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Em ambos os casos Bolsonaro surge tecnicamente empatado com Marina. Em simulações de segundo turno, a candidata da Rede e o juiz Sérgio Moro são os únicos que vencem Lula.
A pesquisa também aponta que nomes relevantes do PSDB e o atual presidente Michel Temer (PMDB) sofrem com altos índices de rejeição. Temer, com 64%, lidera o ranking, seguido por Lula (45%), Aécio (44%) e Alckmin (28%). Quem ganha com a queda da popularidade dos colegas do PSDB é João Dória. Com baixa rejeição (16%), o prefeito de São Paulo desponta como um possível presidenciável. Contudo, ainda surge abaixo de Lula, Marina e Bolsonaro nas intenções de votos em um primeiro turno.
Com a popularidade em baixa, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) caiu no cenário eleitoral para a Presidência em 2018, e empatou com o lanterninha Luciano Huck. Em uma simulação feita pelo Datafolha, com dez possíveis candidatos, sem seleção por partido, Alckmin é o tucano com a menor possibilidade de se eleger, com 3% das intenções de votos, mesma porcentagem do apresentador global.
Aécio Neves e João Dória aparecem empatados com 5%, ao lado de Ciro Gomes(PDT) e Joaquim Barbosa. O juiz Sergio Moro soma 9% das intenções de votos, enquanto Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede) ocupam o segundo lugar, empatados com 11%. Lula (PT) se mantém na dianteira, com 29%.
veja

sábado, 4 de março de 2017

Rosalba tem 76% de avaliação ‘excelente, ‘ótima’ e ‘regular’, revela pesquisa


Prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP)

Um dos pontos positivos é a atualização dos salários dos servidores públicos; em apenas dois meses a gestão Rosalba pagou quase R$ 53 mi em folha salarial

Os dois primeiros meses da nova gestão Rosalba Ciarlini (PP) são aprovados pela população mossoroense, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Gama, de Fortaleza (CE).
A pesquisa mostra o governo aprovado por 52%, quando somados os índices “excelente” (8%) e bom (44%). E penas 11% de reprovação, somados “Ruim” (6%) e “péssimo” (5%).
A situação é ainda melhor quando insere o índice “regular” (24%), elevando para 76%.
O Instituto Gama também mediu a avaliação da nova administração através de forma mais direta, procurando saber do entrevistado se aprova ou desaprova:  67% responderam que aprovam e 20% disseram que desaprovam. Outros 13% não souberam responder.
A aprovação, nessa modalidade, mostra a gestão Rosalba bastante aceita pela população, inclusive, superando a avaliação positiva do governo de João Dória (PSDB) na Prefeitura de São Paulo, que é de 46%, e considerada a melhor avaliada no País.
O resultado da pesquisa não surpreende, uma vez que o início da nova gestão de Rosalba vem conseguindo resolver graves problemas deixados pela gestão passada e, por consequência, transmitindo confiança ao cidadão.
Um dos pontos positivos é a atualização dos salários dos servidores públicos. Em apenas dois meses a gestão Rosalba pagou quase R$ 53 milhões em folha salarial.
Esse montante refere-se as folhas de janeiro e fevereiro de 2017, o atrasado de novembro de 2016, o décimo-terceiro dos aniversariantes do mês, além do reajuste de 7,64% dos salários básicos dos professores.
O Instituto Gama realizou a pesquisa nos dias 22 e 23 de fevereiro, entrevistando 403 pessoas, na cidade e na zona rural.
Agora RN

domingo, 6 de novembro de 2016

Hillary lidera com 48% contra 43% de Trump, segundo pesquisa Washington Post

A candidata presidencial democrata Hillary Clinton tinha uma vantagem de cinco pontos percentuais sobre o republicano Donald Trump na corrida pela Presidência dos Estados Unidos, mostrou a última pesquisa do Washington Post-ABC, divulgada neste domingo.
Hillary tem 48 por cento das intenções de votos, ante 43 por cento de Trump. Na pesquisa Washington Post-ABC divulgada na sexta-feira, Clinton liderava com 47 por cento contra 44 por cento de Trump.
Clinton tinha uma vantagem em apoio afirmativo, segundo a pesquisa, com 55 por cento dos apoiadores dizendo que eles estão apoiando principalmente ela, em comparação com 43 por cento dos eleitores Trump. Eleitores de Trump dizem que “se opõem principalmente a Clinton”.
Robson Pires

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A 10 dias das eleições, Poti Neto lidera corrida sucessória em São Gonçalo do Amarante

Pesquisa aponta disputa acirrada entre o candidato do PMDB e Paulinho Emídio, do PR, que é apoiado pelo atual prefeito Jaime Calado

A pesquisa encomendada pelo Portal Agora RN junto ao Instituto Perfil mediu a corrida sucessória em São Gonçalo do Amarante visando o pleito de 2016. De acordo com os dados colhidos no levantamento, o candidato do PMDB, Poti Neto, lidera as intenções de voto com uma ligeira vantagem sobre Paulinho Emídio (PR), candidato do prefeito Jaime Calado.
O levantamento teve a participação de 500 eleitores e seu resultado mostrou liderança de Poti Neto com 26,4% das intenções. Paulinho apareceu em segundo, com 24,6%. O terceiro mais mencionado foi Barão (SDD), com 10% das intenções de voto, enquanto que Josi Gonçalves (PEN) apareceu em quarto, com 1,6%.
Ainda foram contabilizados que 9,6% dos eleitores têm a intenção de votar branco ou nulo, enquanto outros 27,8% se mostraram indecisos.
grafico-sga
DADOS DA PESQUISA
A pesquisa Perfil/Agora RN foi realizada entre os dias 10 e 11 de setembro e sua sondagem foi registrada no dia 15 do mesmo mês no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 05819/2016. A margem de erro é de 04,37% (quatro pontos percentuais e trinta e sete centésimos) e o intervalo de confiança de 95%.
Agora RN

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Por Leidismar Gurgel no seu blog São Gonçalo Verdade: ENCONTRO DA COMUNICAÇÃO JAIMISTA COM BRUNO GIOVANNI CAUSA SUSPEITA EM PROVÁVEL PESQUISA.



No minimo suspeito esse encontro do secretário de comunicação Ledson França, o adjunto Rodrigues neto com Bruno Giovanni escritor e proprietário do blog BG.

Essa imagem deixa em dúvida qualquer que seja o resultado dessa pesquisa publicada pelo programa do Bruno Giovani, ou seu blog, pois estão ai: O secretário de comunicação do prefeito Jaime Calado, o próprio Bruno Giovani e esse Rodrigues Neto que tem participado nas redes sociais, colocando posições favoráveis ao candidato oficial da prefeitura de São Gonçalo o Paulo de São Fernando.

Outra suspeita que está sendo levantada é que o blog do BG e seu programa, trabalham com a Consult.  De repente a pesquisa em São Gonçalo vai ser feita pelo instituto Seta, que não tem o nome que a Consult tem.
TIREM SUAS CONCLUSÕES.


Por Leidismar Gurgel no seu blog São Gonçalo Verdade

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Eleições 2016: registro de pesquisas deve vir acompanhado da nota fiscal da empresa contratante

A partir destas eleições, o registro das pesquisas eleitorais deverá vir acompanhado da cópia da nota fiscal emitida por quem contratou o instituto de pesquisa. A mudança foi introduzida pela Lei n° 12.891/2013 na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997, art. 33, inciso VII) e está prevista na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.453/2015, que disciplina os procedimentos relativos ao registro e à divulgação de pesquisas de opinião pública para as Eleições Municipais de 2016.
Desde o dia 1º de janeiro deste ano, está permitido o registro de pesquisas de opinião pública relativas às eleições  ou aos seus candidatos, para conhecimento público. Esse cadastro deve ser feito por meio do PesqEle – Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais, ainda que as empresas o tenham efetuado em pleitos anteriores. Até às 17h desta quarta-feira (24) foram registradas 1.623 pesquisas relativas ao pleito deste ano.
Segundo a legislação, o registro de cada pesquisa deve ser feito com, no mínimo, cinco dias de antecedência da sua divulgação. Além disso, deve vir acompanhado das seguintes informações: contratante da pesquisa e seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); valor e origem dos recursos despendidos no trabalho; e metodologia e período de realização da pesquisa.
Agora RN

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Internauta paraibano é multado em R$ 53,2 mil por postar pesquisa eleitoral falsa no Facebook

Um homem foi condenado a pagar uma multa de mais de R$ 53,2 mil após divulgar nas redes sociais uma falsa pesquisa eleitoral relacionada a disputa da prefeitura do município de Guarabira, no Brejo paraibano, a 106 km de João Pessoa.
Segundo a denúncia, a pesquisa, que não tinha registro eleitoral, divulgou percentuais favoráveis a um determinado candidato ao pleito em detrimento aos outros postulantes ao cargo. No processo, é relatado que o suspeito de divulgar a pesquisa fraudulenta alegou que havia tido a rede social pessoal hackeada e que a divulgação da pesquisa havia sido feita sem o seu consentimento.
Robson Pires

domingo, 3 de julho de 2016

Realização de enquetes estará proibida a partir do dia 20 de julho de 2016 - Estamos realizando uma enquete para prefeito de São Gonçalo até o dia 16 (sábado)




Paulinho/PR   *  -  *    Poti Neto/PMDB


Barão - Solidariedade
Tereza - PSD
Geraldo Veríssimo - PC do B
Josi - PEN
A partir do dia 20 de julho  não será permitida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. Quem insistir responderá as devidas consequências na Justiça Eleitoral.
O blog do max bezerra - www.maxbezerra.net - Começará neste domingo 03/07/2016 e terminará no dia 16 de julho de 2016 (em um sábado)

sexta-feira, 1 de julho de 2016

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo. O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.
A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% aprovam a maneira de Temer governar e 53% desaprovam. No caso de Dilma, 82% desaprovavam a maneira dela governar em março de 2016 e 14% aprovavam. Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.
Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é 95%.
Robson Pires

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Quase 70% dos brasileiros acreditam que Dilma não volta à Presidência

Mais de 60% dos entrevistados apoiam o afastamento definitivo de Dilma Rousseff da Presidência da República


Por Redação
Do total dos brasileiros, 62,4% defendem que foi correta a decisão pelo afastamento de Dilma Rousseff (PT) do cargo, tomada pelo Congresso Nacional. Outros 33,0% acreditam que a decisão foi errada e que ela não precisava ter sido afastada.
Os dados são da 131ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 2 a 5 de junho de 2016 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta quarta-feira (8).
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Legitimidade
A sondagem mostra ainda que 61,5% dos brasileiros consideram o processo de impeachment foi legítimo, contra 33,3% que avaliam que não foi.
Afastamento definitivo
Ao final do julgamento de Dilma Rousseff, 68,2% acreditam que ela será cassada e Michel Temer permanecerá na presidência. Já 25,3% pensam que Dilma reassumirá o cargo de presidente.
Democracia
Para 45,6% dos entrevistados, o processo de impeachment fortalece a democracia brasileira, contra 34,3% que avaliam que enfraquece.
Causas do impeachment
Sobre as causas que motivaram o processo, 44,1% citam a corrupção no governo federal. 37,3% atribuem à tentativa de obstrução da operação Lava Jato e 33,2% opinam que foram as pedaladas fiscais.
Antecipação das eleições
Para 50,3%, a eleição para presidente marcada para 2018 deveria ser antecipada para este ano. 46,1% consideram que a eleição não deve ser antecipada.
Portal no Ar

Lula ainda lidera pesquisa, mas perderia para Aécio e Marina no 2º turno

O senador Aécio Neves (PSDB) aparece como favorito em todos os confrontos diretos na segunda etapa das eleições


Por Redação
A 131ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 2 a 5 de junho de 2016 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta quarta-feira (dia 8) fez uma simulação do comportamento do eleitorado para as eleições de 2018.
Apesar de o ex-presidente Lula (PT) liderar as simulações de primeiro turno, o senador Aécio Neves (PSDB) aparece como favorito em todos os confrontos diretos na segunda etapa das eleições.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Confira os números da pesquisa estimulada do primeiro turno:
Cenário 1
Lula 22,0%, Aécio Neves 15,9%, Marina Silva 14,8%, Ciro Gomes 6,0%, Jair Bolsonaro 5,8%, Michel Temer 5,4%, Branco/Nulo: 21,2%, Indecisos: 8,9%
Cenário 2
Lula 22,3%, Marina Silva 16,6%, Geraldo Alckmin 9,6%, Ciro Gomes 6,3%, Michel Temer 6,2%, Jair Bolsonaro 6,2%, Branco/Nulo: 24,0%, Indecisos: 8,8%
Veja as simulações de segundo turno:
Cenário 1:
Aécio Neves 34,3%, Lula 29,9%, Branco/Nulo: 28,8%, Indecisos: 7,0%
Cenário 2:
Aécio Neves 32,3%, Michel Temer 15,8%, Branco/Nulo: 42,2%, Indecisos: 9,7%
Cenário 3:
Aécio Neves 29,7%, Marina Silva, 28,0%, Branco/Nulo: 34,6%, Indecisos: 7,7%
Cenário 4:
Lula 31,7%, Michel Temer 27,3%, Branco/Nulo: 33,4%, Indecisos: 7,6%
Cenário 5:
Marina Silva 33,7%, Michel Temer 20,9%, Branco/Nulo: 37,0%, Indecisos: 8,4%
Cenário 6:
Marina Silva, 35,0%, Lula 28,9%, Branco/Nulo: 30,0%, Indecisos: 6,1%
Portal no Ar

População culpa Dilma e Lula por corrupção na Petrobras, diz pesquisa

Nesse grupo, 66,9% consideram que a presidente Dilma Rousseff é culpada pela corrupção que está sendo investigada e 71,4% acham que o ex-presidente Lula é culpado


Por Redação
Na 131ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 2 a 5 de junho de 2016 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta quarta-feira (8), 89,3% dos entrevistados disseram que têm acompanhado ou ouviram falar das investigações no âmbito da operação Lava Jato e que envolvem a Petrobras.
Nesse grupo, 66,9% consideram que a presidente Dilma Rousseff é culpada pela corrupção que está sendo investigada e 71,4% acham que o ex-presidente Lula é culpado.
Sobre o futuro da operação Lava Jato, 36,2% acreditam que ela nem será fortalecida, nem será enfraquecida no governo Michel Temer, permanecendo como está. Para 29,3%, a Lava Jato será fortalecida e 26,0% consideram que será enfraquecida.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Portal no Ar

domingo, 22 de maio de 2016

Situação crítica - Reprovação popular ao governador Robinson Faria supera Dilma em Mossoró, diz pesquisa

A situação do prefeito Francisco José Júnior (PSD) e o governador Robinson Faria (PSD) é crítica em Mossoró.
A reprovação ao prefeito e governador supera a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), segundo a pesquisa de número RN-07755/2016, registrada no TRE, que ouviu 704 eleitores entre os dias 06 e 08 de maio.
Avaliação da administração do prefeito Francisco José Júnior (PSD):
Desaprova – 80,82%
Não sabe – 9,80%
Aprova – 9,38%
Avaliação da administração do governador Robinson Faria (PSD):
Desaprova – 63,07%
Aprova – 15,48%
Não sabe – 21,45%
Avaliação da administração da presidenta afastada Dilma Rousseff (PT):
Desaprova – 61,94%
Aprova – 30,82%
Não sabe – 7,24%
Robson Pires

Rosalba “dispara” para prefeita em Mossoró, segundo pesquisa Perfil

A rádio difusora de Mossoró divulgou neste sábado (21), uma pesquisa do instituto Perfil com registro RN-07755/2016 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), sobre o quadro eleitoral de Mossoró.
A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) lidera com folga a futura disputa, segundo a pesquisa feita que ouviu 704 eleitores entre os dias 06 e 08 de maio.
Rosalba (PP) – 47,03%
Larisa (PSB) – 14,06%
Tião (PSDB) – 12,50%
Luiz Carlos (PT) – 3,69%
Francisco José Júnior (PSD) – 2,48%
Josué Moreira (PSOL) – 1,70%
Brancos e Nulos 10,09%
Indecisos – 8,62
Robson Pires

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Fera, odiado e do mal: Eduardo Cunha, uma unanimidade nacional


 Cunha: a bancada fiel ao deputado é maior que a de muitos partidos políticos(André Dusek/Estadão Conteúdo)

De aliado a algoz do governo, Eduardo Cunha encarna o papel do político mais detestado do país, inclusive entre os defensores do impeachment de Dilma, e volta a recorrer a infindáveis manobras para escapar da guilhotina — até quando?
Até para triunfar no posto de político mais odiado do Brasil é preciso algum esforço. Nos ventos da crise, o deputado Eduardo Cunha, 57 anos, eleito com 233 000 votos pelo PMDB do Rio de Janeiro, é o campeão inconteste nesse quesito - daí o título que VEJA traz na capa desta edição: #Fera, Odiado e do Mal. Fera por sua capacidade incomparável de ir em frente com seus objetivos, mesmo que seja contra tudo e contra todos. Odiado porque a pesquisa mais recente do instituto Datafolha mostra que 77% dos brasileiros querem a cassação do seu mandato. E do Mal porque não param de aparecer depoimentos nos quais Cunha é apontado como um sujeito agressivo, capaz de inspirar medo em seus adversários. E #Fera, Odiado e do Mal, assim tudo junto, para fazer uma referência jocosa ao título "Bela, Recatada e 'do Lar' ", que VEJA publicou em reportagem sobre Marcela Temer, mulher do vice-­presidente Michel Temer - título que estourou na web, gerando memes absolutamente impagáveis.
A presidente Dilma Rousseff diz que Eduardo Cunha é traidor, vingativo, chantagista e, como insinua com frequência, corrupto. O procurador-­geral da República, Rodrigo Janot, tachou-o de "extremamente agressivo" e dado a retaliações. Uma minoria barulhenta da Câmara se refere a ele como "gângster" e "ladrão", como se ouviu na votação do impeachment. Empresários denunciam-no por extorsão. Cunha é acusado de embolsar propinas milionárias do petrolão, de ser correntista oculto de bancos na Suíça e de mentir aos colegas, o que configura quebra do decoro parlamentar. Mesmo com tantos rivais e denúncias, ele continua à frente da presidência da Câmara, submetendo a Casa a suas pautas e interesses pessoais. Sob sua presidência, os deputados aprovaram o pedido de impedimento de Dilma, e o vice Michel Temer está a um passo do Palácio do Planalto.
E que ninguém pense que Cunha está morto. Na histórica sessão de domingo passado, que decretou o enterro político do governo Dilma, deputados chegaram a defender uma anistia a Cunha por seu papel decisivo no processo. Tudo às claras, diante das câmeras de TV. Mas há outro motivo, oculto e eloquente, para a tentativa de torná-lo inimputável. Cunha tem se mostrado um provedor generoso. Ninguém sabe tocar tão fundo na alma, na consciência e no bolso dos deputados. Ninguém distribui tantas benesses e favores de forma tão democrática, do alto ao baixo escalão. Tecida durante anos a fio, essa rede de cumplicidade se recusa a passar na guilhotina o pescoço de Cunha. Na campanha eleitoral de 2014, ele conseguiu recursos para vários candidatos. Só o grupo JBS doou 21 milhões de reais ao diretório do PMDB do Rio - uma deferência especial ao parlamentar, dentro da lei, diga-se. Postulantes a deputado federal de outras legendas também foram agraciados e passaram a gravitar em sua órbita de poder.
A própria Operação Lava-Jato já descobriu detalhes desse protagonismo financeiro. Em mensagem encontrada em um celular do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro, condenado a dezesseis anos de prisão no escândalo do petrolão, Cunha reclama que o executivo repassou 5 milhões de reais ao vice Michel Temer numa parcela só, adiando o acerto com o restante da "turma", a sua turma, a turma formada por seus alimentados. Ao pedir o afastamento de Cunha do cargo de presidente da Câmara, Janot o acusou de usar o mandato para fins escusos e citou como exemplo o empenho do deputado em aprovar matérias de interesse do Banco BTG Pactual, cujo dono então, André Esteves, amigo de Cunha, chegou a ser preso pela Lava-Jato. "E-mails trocados demonstram que Eduardo Cunha atuou como longa manus dos bancos, protegendo os interesses ilícitos destes em detrimento do interesse público, visando, assim, a receber vantagens indevidas", disse Janot. Fundamental para a vitória de Cunha na disputa pela presidência da Câmara no ano passado, esse trabalho de captação de doações eleitorais para deputados é facilitado pela proximidade do peemedebista com os donos do dinheiro.
Antes de chegar ao comando da Casa, Cunha relatou quase todos os projetos que envolviam negócios grandiosos. Na medida provisória dos portos, que tratava das concessões no setor, ele defendeu a prorrogação de certos contratos de arrendamento. Durante a discussão do texto, um lobista da Santos Brasil, gigante especializado na operação de contêineres, circulou pelo plenário tentando convencer as excelências a apoiar a iniciativa. A presença do lobista em cena foi entendida por alguns parlamentares, especialmente os de olhos mais cobiçosos, como a prova de que ofertas apresentadas nos bastidores seriam honradas. Que ofertas? "É a emenda Tio Patinhas", gritou da tribuna o então deputado Anthony Garotinho, referindo-se à chuva de matéria sonante que inundava os bastidores. Cunha sempre negou que tivesse vendido às partes interessadas artigos de medidas provisórias. Sempre rechaçou que tivesse usado requerimentos de convocação de empresários para extorqui-los. Mas, registre-se, também sempre negou que tivesse conta secreta na Suíça... O lobista Júlio Camargo, delator do petrolão, acusou Cunha abertamente de ser um extorsionário.
Com reportagem de Thiago Bronzatto

domingo, 20 de março de 2016

Datafolha: apoio ao impeachment de Dilma e rejeição de Lula batem recorde

Dilma Rousseff e Lula durante a cerimônia de posse dos novos ministros no Palácio do Planalto, em Brasília(Adriano Machado/Reuters)

Número de brasileiros favoráveis ao afastamento da presidente chegou a 68%
A semana mais turbulenta dos 14 anos do governo presidencial do PT arranhou de vez a imagem de seus dois principais líderes, a presidente Dilma Rousseff e o agora ministro suspenso da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva. A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado, mostrou que subiu para 68% o número de brasileiros favoráveis ao impeachment de Dilma. Além disso, Lula atingiu o maior índice de rejeição popular de sua vida: 57%. O Datafolha ouviu 2.794 eleitores nos dias 17 e 18, em 171 municípios de todo o país.
O número de apoiadores do impeachment de Dilma subiu oito pontos em relação à última pesquisa, de fevereiro. Também cresceu o número de entrevistados que defendem a renúncia de Dilma: 65% contra 58% do mês passado. Os que são contrários ao impeachment somam agora 27%, 6 pontos a menos do que no mês passado.
O aumento do apoio pelo impeachment e renúncia de Dilma acontece na sequência das grandes manifestações populares contra o governo, novas denúncias da delação premiada do senador Delcídio do Amaral e a divulgação de áudios do ex-presidente Lula, incluindo um com a própria presidente.
Segundo o Datafolha, o apoio pelo afastamento da presidente aumentou em todos os segmentos pesquisados. Em setembro de 1992, pouco antes do impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, 75% dos brasileiros eram favoráveis ao impedimento do presidente, enquanto apenas 18% eram contrários.
Mas apesar do grande apoio pela saída de Dilma, apenas 16% acreditam que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer seria ótimo ou bom, enquanto 35% veem esse possível governo como ruim ou péssimo.
Lula - O retorno de Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto no cargo de ministro da Casa Civil, em uma evidente tentativa de obstruir o avanço das investigações da Lava Jato, derrubou de vez a popularidade do ex-presidente. Segundo o Datafolha, Lula atingiu sua maior taxa de rejeição: 57%. Seu maior índice de rejeição registrado antes deste levantamento era de 40%, em 1994, pouco antes da derrota na eleição presidencial para Fernando Henrique Cardoso.
Mesmo entre a classe mais pobre, Lula já é rejeitado por 49% da população. Ainda segundo o Datafolha, o índice cresce conforme o avanço da renda familiar dos entrevistados e chega a 74% entre aqueles que ganham dez ou mais salários mínimos por mês.
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quarta-feira, 2 de março de 2016

Andrade Gutierrez também pagou por pesquisas eleitorais da campanha de Dilma

Contas da campanha da então candidata Dilma Rousseff à presidência da República em 2010 foram pagas pela empreiteira Andrade Gutierrez(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Além de bancarem de forma irregular as despesas de campanha da então candidata à presidência da República Dilma Rousseff, em 2010, executivos da Andrade Gutierrez também pagaram por pesquisas eleitorais que mostravam Dilma na frente da corrida eleitoral em momentos importantes da campanha, segundo a edição desta quarta-feira do jornal O Estado de S. Paulo. Os executivos da empreiteira fizeram as revelações em depoimentos prestados depois de firmarem acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
Segundo os onze executivos ouvidos, a empreiteira simulou contratos de 6 milhões de reais com a agência de comunicação Pepper para repassar verbas à campanha que elegeu Dilma. As dívidas de campanha foram quitadas a pedido do governador mineiro Fernando Pimentel (PT). A empresa é investigada na Operação Acrônimo, que tem como um dos alvos o petista.
Em 2010, a Pepper desempenhou papel decisivo na campanha de Dilma Rousseff, quando fez de tudo um pouco: da produção de conteúdo e organização da militância nas redes sociais ao pagamento, com dinheiro vivo, do aluguel do imóvel de luxo que servia de bunker para a coordenação petista. De coadjuvante, a agência de comunicação passou a protagonista, tornando-se uma ferramenta imprescindível para a solução de vários problemas. Vitorioso na eleição, o PT retribuiu a ajuda recebida e garantiu à agência contratos milionários custeados com recursos públicos.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pesquisa: Rosalba lidera disparada seguida de Larissa Rosado na estimulada e na espontânea

A ex-governadora Rosalba Ciarlini lidera com ampla vantagem a pesquisa do Blog do BG e do programa Meio Dia Cidade, da 94 FM, tanto na estimulada, em que são apresentados os nomes dos candidatos, quanto na espontânea, em que os entrevistados falam o primeiro nome que lhes vem à cabeça. Vantagens grandes para um período de pré-campanha.

Na estimulada, Rosalba aparece em primeiro com a preferência de 43,8% do eleitorado. Quase quatro vezes o percentual de pessoas que disseram votar na suplente de deputada estadual Larissa Rosado (12,3%). Em terceiro aparece a ex-prefeita Fafá Rosado. As três aparecem a frente de Tião da Prest (3,2%) e do prefeito Francisco José Júnior (2,7%). Os demais candidatos não atingiram 1%, mas o blog coloca a lista com todos na tabela mais a abaixo. Os indecisos somaram 24,7% e o total de pessoas que afirmaram não votar em quaisquer dos nomes apresentados de 7,3%.
Na espontânea, Rosalba aparece em primeiro com 18,8%. Cerca de seis vezes o percentual da segunda colocada Larissa Rosado (2,8%). Em terceiro novamente Fafá (0,7%) e em quarto novamente Tião da Prest (0,5%). O prefeito Francisco José vem logo atrás com 0,3% empatado com o professor Josué Moreira (0,3) e a frente da prefeita cassada Cláudia Regina (0,2%). O total de indecisos ficou em 73%.
A pesquisa Blog do BG, Meio Dia Cidade e Consult foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 06811/2016. Nela foram escutadas 600 pessoas no dia 12 de fevereiro. A pesquisa possui uma margem de erro de 4% com grau de confiabilidade de 95%.
Robson Pires

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Rejeição a Lula é a maior entre possíveis presidenciáveis - Pela primeira vez em dez anos, as intenções de voto do Nordeste para o ex-presidente são equivalentes à sua rejeição.

Pela primeira vez em dez anos, as intenções de voto do Nordeste para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são equivalentes à sua rejeição. Em pesquisa divulgada nesta segunda-feira (22), o Ibope Inteligência investigou o potencial de voto da população aos possíveis candidatos à Presidência da República nas eleições de 2018. O resultado foi divulgado na página Da Exame.com. Entre os seis possíveis presidenciáveis testados pelo Ibope – Aécio Neves, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, José Serra e Lula – o ex-presidente é quem carrega a maior taxa de rejeição – 61% dos eleitores afirmam que não votariam nele de jeito nenhum.

Quatro meses atrás, a reprovação do petista era seis pontos menor. Já o grupo que diz que votaria com certeza em Lula soma 19% do eleitorado – em outubro de 2015 eram 33%. Levando em consideração que a pesquisa foi realizada de 13 a 17 de fevereiro deste ano, as investigações que giram em torno dele e sua família podem ter contribuído para a queda do potencial de voto. Para chegar a estes resultados, o levantamento do Ibope ouviu 2.002 pessoas em 142 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
Robson Pires