Mostrando postagens com marcador aprovação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aprovação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Pesquisa - 80% dos brasileiros classificam gestão Temer como ruim e péssima

Estudo revela que a atual administração federal atinge a maior taxa negativa de avaliação

Em maio, a avaliação do governo do presidente Michel Temer alcançou o maior índice de rejeição, já que 80% dos brasileiros classificam-no como ruim e péssimo, segundo pesquisa Pulso Brasil, realizada pela Ipsos. Comparando o número atual da gestão do peemedebista com o de abril, percebe-se uma elevação de cinco pontos percentuais neste quesito (de 75% para 80%).  O estudo ainda aponta que 93% dos entrevistados consideram que o Brasil está no rumo errado – uma piora de um ponto percentual em relação ao índice do mês anterior (92%).
“O levantamento é uma fotografia da percepção dos brasileiros poucos dias antes da divulgação do acordo de delação premiada da JBS. Analisando a série histórica, tanto a taxa de aprovação quanto o barômetro sobre os rumos do país, é possível projetar que o noticiário recente tem grande probabilidade de acentuar a tendência identificada na pesquisa de maio”, comenta Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo Pulso Brasil.
No ranking “Barômetro Político”, a pesquisa também analisou a popularidade de 44 nomes listados entre políticos e personalidades públicas.  O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua sendo o nome mais rejeitado, com índice de 88%. Na segunda colocação está o presidente Michel Temer com 86%, seguido pelo senador Renan Calheiros, que soma 80%, e por Fernando Collor de Mello e Aécio Neves que estão empatados, com 77% de reprovação.
Analisando a imagem dos últimos três ex-presidentes do país, Dilma Rousseff totaliza 73% de rejeição versus 22% de aprovação. Fernando Henrique Cardoso soma 70% de desaprovação contra 12% de aprovação. Já, Luiz Inácio Lula da Silva possui 63%de reprovação e 33% de aprovação.
Medindo os políticos que já disputaram o segundo turno em um pleito presidencial, Aécio Neves é o tucano com maior taxa de rejeição com 77%, alta de um ponto percentual sobre o mês passado.  Seguido por José Serra, que permanece com os 70% de abril, e por último, Geraldo Alckmin com 64% (único do partido que teve uma queda na desaprovação de quatro pontos percentuais). Já Marina Silva, da REDE, continua melhorando seu índice e diminuiu seis pontos percentuais em relação a última edição do estudo, somando 52% de desaprovação.
Por outro lado, o juiz Sérgio Moro e o ex-juiz Joaquim Barbosa são as personalidades mais bem avaliadas com 69% e 43% de aceitação, respectivamente. Na sequência está o ex-presidente Lula da Silva e o deputado federal Tiririca, empatados com 33% de aprovação, seguidos por Cármen Lúcia que acumula 30% de favorabilidade.
A pesquisa da Ipsos ampliou, no levantamento de maio, a lista de pessoas analisadas. Outras personalidades que foram avaliadas quanto ao índice de desaprovação e aprovação são: Sérgio Cabral (72% e 1%, respectivamente); Anthony Garotinho (69% e 4%, respectivamente); Aloizio Mercadante (50% e 3%, respectivamente); Rodrigo Maia (50% e 2%, respectivamente); Jair Bolsonaro (50% e 14%, respectivamente); Romero Jucá (49% e 3%, respectivamente); Celso Russomano (49% e 17%, respectivamente); Ciro Gomes (48% e 13%, respectivamente); Eduardo Paes (48% e 2%, respectivamente ); Jean Wyllys (47% e 5%, respectivamente); Marcelo Crivella (46% e 12%, respectivamente); Romário (46% e 20%, respectivamente); Paulinho da Força (46% e 4%, respectivamente); ACM Neto (45% e 7%, respectivamente); Gilmar Mendes (44% e 3% respectivamente); Henrique Meirelles (44% e 6%, respectivamente); Fernando Haddad (44% e 5%, respectivamente); Roberto Justus (40% e 18%, respectivamente); Gleisi Hoffmann (40% e 3%, respectivamente); João Doria (39% e 16%, respectivamente); Lindberg Farias (39% e 1%, respectivamente); Paulo Skaf (38% e 6%, respectivamente); Rodrigo Janot (36% e 20%, respectivamente); Deltan Dallagnol (25% e 12%, respectivamente); Jorge Paulo Lemann (20% e 6%, respectivamente); Abilio Diniz (19% e 12%, respectivamente); Guilherme Leal (17% e 7% respectivamente); Luiza Trajano (17% e 8% respectivamente) e Viviane Senna (16% e 22% respectivamente).
Portal no Ar

sábado, 4 de março de 2017

Rosalba tem 76% de avaliação ‘excelente, ‘ótima’ e ‘regular’, revela pesquisa


Prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP)

Um dos pontos positivos é a atualização dos salários dos servidores públicos; em apenas dois meses a gestão Rosalba pagou quase R$ 53 mi em folha salarial

Os dois primeiros meses da nova gestão Rosalba Ciarlini (PP) são aprovados pela população mossoroense, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Gama, de Fortaleza (CE).
A pesquisa mostra o governo aprovado por 52%, quando somados os índices “excelente” (8%) e bom (44%). E penas 11% de reprovação, somados “Ruim” (6%) e “péssimo” (5%).
A situação é ainda melhor quando insere o índice “regular” (24%), elevando para 76%.
O Instituto Gama também mediu a avaliação da nova administração através de forma mais direta, procurando saber do entrevistado se aprova ou desaprova:  67% responderam que aprovam e 20% disseram que desaprovam. Outros 13% não souberam responder.
A aprovação, nessa modalidade, mostra a gestão Rosalba bastante aceita pela população, inclusive, superando a avaliação positiva do governo de João Dória (PSDB) na Prefeitura de São Paulo, que é de 46%, e considerada a melhor avaliada no País.
O resultado da pesquisa não surpreende, uma vez que o início da nova gestão de Rosalba vem conseguindo resolver graves problemas deixados pela gestão passada e, por consequência, transmitindo confiança ao cidadão.
Um dos pontos positivos é a atualização dos salários dos servidores públicos. Em apenas dois meses a gestão Rosalba pagou quase R$ 53 milhões em folha salarial.
Esse montante refere-se as folhas de janeiro e fevereiro de 2017, o atrasado de novembro de 2016, o décimo-terceiro dos aniversariantes do mês, além do reajuste de 7,64% dos salários básicos dos professores.
O Instituto Gama realizou a pesquisa nos dias 22 e 23 de fevereiro, entrevistando 403 pessoas, na cidade e na zona rural.
Agora RN

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Saiba o que muda com a aprovação final da PEC do Teto dos Gastos Públicos

A emenda constitucional segue agora para sanção presidencial.


Por Redação
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (13), por 53 votos a favor e 16 contra, o texto final da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que impõe um teto aos gastos públicos pelos próximos 20 anos. A matéria aprovada na Câmara dos Deputados como PEC 241 precisava de pelo menos três quintos dos integrantes do Senaod (49 de 81) para ser aprovada em segundo turno e seguir para sanção presidencial.
Após a aprovação do texto-base sem alterações, foram apreciados dois destaques. Um que tratava da limitação de despesas obrigatórias, como o salário mínimo, e outro que propunha um limite mínimo de gastos com saúde e educação. Ambos foram rejeitados. A emenda constitucional segue agora para sanção presidencial.
Entenda o que muda com a decisão do Congresso:
O que propõe a PEC 55?
A PEC do Teto de Gastos Públicos, proposta pelo governo federal, tem o objetivo de limitar o crescimento das despesas do governo. Considerado pelo governo Michel Temer como o primeiro passo para superar a crise econômica e financeira do país, a medida fixa para os três Poderes, incluindo Ministério Público e Defensoria Pública da União, um limite anual de despesas.
Por que o governo quer limitar os gastos?
A equipe econômica encaminhou a medida para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos e impedir que a dívida do setor público, que atingiu 70% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto, aumente ainda mais.
Para quem vale a limitação do teto de gastos públicos?
A regra vale tanto para gastos do Executivo quanto para despesas do Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União, Ministério Público da União (MPU), Conselho do MPU, Defensoria Pública, Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Conselho Nacional de Justiça e justiças do Trabalho, Federal, Militar, Eleitoral e do Distrito Federal e Territórios.
Como é calculado esse limite de gastos?
Segundo a medida, o governo, assim como as outras esferas, poderá gastar o mesmo valor que foi gasto no ano anterior, corrigido apenas pela inflação. A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é a desvalorização do dinheiro, ou seja, quanto ele perde de poder de compra num determinado período. Apenas para 2017 o limite orçamentário das despesas primárias – aquelas que excluem o pagamento de juros da dívida – será o total gasto em 2016 corrigido por 7,2%. De 2018 em diante, o limite será o do ano anterior corrigido pela variação do IPCA de 12 meses do período encerrado em junho do ano anterior. No caso de 2018, por exemplo, a inflação usada será a colhida entre julho de 2016 e junho de 2017.
Qual será a duração da medida?
O texto limita por 20 anos os gastos federais ao Orçamento do ano anterior corrigido pelo IPCA.
Ela poderá sofrer alterações?
O presidente da República pode propor um projeto de lei complementar para alterar, a partir do décimo ano de vigência do novo regime fiscal, o método de correção dos limites de cada grupo de órgão ou poder. O texto permite apenas uma alteração do método de correção por mandato presidencial.
Quais serão as consequências caso o limite não seja cumprido?
Caso o limite de crescimento de gastos seja descumprido, Poderes ou órgãos a eles vinculados ficarão impedidos no exercício seguinte de: reajustar salários, contratar pessoal, fazer concursos públicos (exceto para reposição de vacância) e criar novas despesas até que os gastos retornem ao limite previsto pela PEC.
No caso do Poder Executivo, a extrapolação de seu limite global provocará a proibição adicional de criar ou expandir programas e linhas de financiamento ou o perdão, renegociação ou refinanciamento de dívidas que causem ampliação de despesas com subsídios e subvenções.
Além disso, o governo também não poderá conceder ou ampliar incentivo ou benefício de natureza tributária.
A medida se aplica para todos os tipos de gastos do governo? O que fica de fora?
Ficarão fora dos limites, entre outros casos, as transferências constitucionais a estados e municípios, os créditos extraordinários para calamidade pública, as despesas para realização de eleições e os gastos com aumento de capital das chamadas empresas estatais não dependentes.
Outra possibilidade de exclusão do teto é o uso de recursos excedentes ao resultado primário de cada ano no pagamento de restos a pagar registrados até 31 de dezembro de 2015.
Assim, mesmo com a previsão de um deficit, como o projetado para 2017, de cerca de R$ 139 bilhões, se ele for menor, a diferença poderá ser usada para quitar esses restos a pagar sem entrar no limite do regime fiscal.
Como ficam os gastos com saúde e educação?
Diferentemente de outras áreas, saúde e educação tiveram o limite traçado pelo mínimo a ser gasto e não o máximo das despesas. Em 2017, haverá exceção para as áreas de saúde e educação, que somente passarão a obedecer ao limite a partir de 2018, segundo o governo. Pelo texto, o piso para os dois setores passa a obedecer ao limite de despesas ligado à inflação a partir de 2018. Atualmente, a Constituição especifica um percentual mínimo da arrecadação da União que deve ser destinado para esses setores.
Em 2017, o parecer prevê, no caso da saúde, percentual de 15% da receita líquida, que, segundo a Emenda Constitucional 86, só valeria em 2020. No caso da educação, o piso constitucional foi mantido em 18% da arrecadação de impostos. De 2018 em diante, o valor executado no ano anterior será corrigido pelo IPCA até 2036.
Qual é o impacto da medida sobre o salário mínimo?
No relatório apresentado à comissão especial que analisou a PEC na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou em seu parecer que a proposta prevê que o salário mínimo, referência para mais de 48 milhões de pessoas, deixará de ter aumento real, aquele acima da inflação se o governo ultrapassar o limite de despesas, ou seja, gastar mais do que o fixado na lei.
Como ficam os concursos públicos?
O diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, Ricardo Volpe, disse que, pela PEC, Judiciário e Legislativo têm “gordura para queimar” e estão em situação confortável, inclusive para promoverem novas contratações por concurso público. A exceção seriam os “mais gastadores”, como a Justiça do Trabalho. Já o Executivo ficaria dependendo de outras medidas de ajuste fiscal para se manter com a atual estrutura.
Portal no Ar

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Pesquisa: Temer já tem 40,6% de aprovação

Segundo a pesquisa realizada pelo Instituto Paraná o governo do presidente em exercício Michel Temer (PMDB) tem 40,6% de aprovação, já a desaprovação é de 50,4%. Não souberam, ou não quiseram opinar 9,1%. Os números mostram o crescimento da aprovação, que logo após sua posse se situavam em torno dos 15%.
A análise comparativa das pesquisas realizadas nos meses de junho e julho, mostram que a credibilidade de Temer vem evoluindo gradativamente. Em junho aprovação do presidente era de 36,2%, a desaprovação era de 55,4%. Já em julho, houve uma pequena melhora, 38,6% aprovavam e 52,0% desaprovavam seu governo.
Foram ouvidas 2.023 pessoas entre os dias 20 e 24 de agosto de 2016. A pesquisa foi realizada em 157 municípios em 24 Estados e no Distrito Federal. O grau de confiança atinge 95,0% para uma margem de erro de 2,0%.
Robson Pires

sexta-feira, 1 de julho de 2016

CNI/Ibope: 39% desaprovam governo Temer; 13% aprovam

Com pouco mais de um mês de gestão, o governo do presidente interino Michel Temer foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população, em junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. O levantamento foi divulgado hoje (1º) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na última pesquisa CNI/Ibope que avaliou o governo de Dilma, em março deste ano, 69% dos entrevistados consideram o governo da petista ruim ou péssimo. O percentual de pessoas que consideram o governo de Michel Temer ótimo ou bom é 13%, contra 10% de Dilma. Já os que avaliam o governo Temer como regular somam 36%. Em março, 19% disseram que o governo de Dilma era regular.
A popularidade do presidente interino é maior que a da presidenta afastada Dilma Rousseff, mas também é negativa. Entre os entrevistados, 31% aprovam a maneira de Temer governar e 53% desaprovam. No caso de Dilma, 82% desaprovavam a maneira dela governar em março de 2016 e 14% aprovavam. Sobre a confiança, 27% confiam no presidente Temer e 66% não confiam. O índice de confiança de Dilma era de 18%; 80% não confiavam na presidenta afastada.
Temer assumiu o governo em 12 de maio, quando o Senado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A pesquisa foi feita entre os dias 24 e 27 de julho com 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é dois pontos percentuais e, segundo a CNI, o grau de confiança da pesquisa é 95%.
Robson Pires

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

PEC que autoriza PMs e bombeiros a acumular cargos é aprovada pela Câmara


camara_vistos
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou por 435 votos, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/03, que permite a policiais e bombeiros militares acumular cargos de professor, de profissional de saúde ou técnico-científico quando houver compatibilidade de horários.
O texto, aprovado com apenas um voto contrário, autoriza aos militares dos estados e Distrito Federal o acúmulo de função nas áreas de educação e saúde. Atualmente, esses profissionais passam para a reserva quando assumem permanentemente cargos públicos civis. Em caso de cargo temporário, a função pode ser acumulada por até dois anos. A PEC segue para o Senado.
Robson Pires

sábado, 19 de setembro de 2015

PESQUISA BG/SMART SÃO GONÇALO ADMINISTRAÇÃO PREFEITO: 63% aprova gestão Jaime Calado




Pesquisa realizada pelo instituto SMART, em parceria com o Blog do BG e o programa Meio-Dia Cidade, entre os dias 09 e 10 de setembro, entrevistou 404 pessoas no município de São Gonçalo do Amarante, com margem de erro de 4%. Vejam como ficou a aprovação da gestão do prefeito Jaime Calado.
Ótimo –   11,39%
Bom –       33,66%
Regular – 36,63%
Ruim –      7,43%
Péssimo – 9,65%
NS/NR –     1,24%
Fonte: Blog do BG

sábado, 4 de julho de 2015

Governador Robinson Faria tem aprovação popular acima de 70%, diz pesquisa da Fiern


A pesquisa foi contratada pela instituição ao Instituto GPP, com sede no Rio de Janeiro, e foi realizada de 23 a 28 de junho, em todo o estado, e ouviu 805 pessoas


A Fiern (Federação das Indústrias do Estado do RN) divulgou nesta sexta-feira (3), a primeira pesquisa de opinião pública realizada após Robinson Faria assumir o governo do estado, o que coincide com os seis primeiros meses de sua gestão. Nesta primeira avaliação, o governador Robinson Faria teve a sua administração aprovada por 71,8% (soma dos índices ótimo, bom e regular) da população.

Os números foram divulgados na reunião mensal da diretoria a Fiern. A 

pesquisa foi contratada pela instituição ao Instituto GPP, com sede no Rio de 

Janeiro, e foi realizada de 23 a 28 de junho, em todo o estado, e ouviu 805 

pessoas.

Robinson Faria obteve 30,2% de ótimo/bom; 41,6% de regular; 16,5% de 

ruim/péssimo e 11,7% não responderam. Levando em conta o grau de 

nstrução, a aprovação a Robinson Faria é maior entre os que cursaram o 

ensino superior completo (34,9%) e menor entre os que tem ensino 

fundamental completo (27,2%). No quesito renda familiar o governo é melhor 

avaliado na faixa de renda que vai de dois a cinco Salários Mínimos (33,6).


A pesquisa também avaliou as regiões do estado e setores onde o governo tem 

melhores índices de aprovação.
JH

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Maioridade: “A Casa do povo atende clamor das ruas”, diz Fábio Faria

Em sua conta no Twitter, o deputado federal Fábio Faria (PSD) comentou a redução da maioridade penal. Segundo ele, “a Casa do povo atende clamor das ruas”. Pesquisa Datafolha aponta que 87% da população brasileira é a favor da diminuição.


Robson Pires

terça-feira, 20 de maio de 2014

Aprovado por 21 deputados o projeto de promoção de praças da PM e dos Bombeiros



917e9cc2e5c0404533089d50f56376d9
O Projeto de Lei Complementar 592, que dispõe sobre o Regime de Promoção dos Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado, foi aprovado por unanimidade pelos 21 deputados que participaram da votação nesta terça-feira (20).
Sete emendas foram sugeridas, e acatadas, pelas entidades representativas das categorias.A versão original do Projeto de Lei Complementar que dispõe sobre o Regime de Promoção de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar foi aprovado.
 
Marcos Dantas

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ibope/Estadão: Taxa de aprovação ao governo Dilma cai de 43% para 39%

 

12975

A taxa de aprovação ao governo Dilma Rousseff caiu de 43% para 39% desde o início de dezembro, segundo pesquisa Ibope/Estadão feita entre os dias 13 e 17 deste mês. Após a onda de protestos de junho, o porcentual dos que consideram o governo ótimo ou bom caiu de 55% para 31% (julho), subiu para 38% (agosto), oscilou entre 37% e 39% (setembro a novembro), voltou a subir para 43% (dezembro) e agora baixou quatro pontos porcentuais. O governo tem taxas mais baixas de aprovação entre o eleitorado com menos de 24 anos (35%), escolaridade superior (26%) e renda superior a cinco salários mínimos (34%). Em termos regionais, sua pior avaliação se concentra no Sudeste (33% de ótimo e bom) e no Norte/Centro Oeste (32%).
A aprovação é maior nos segmentos com mais de 55 anos (45%), escolaridade até a quarta série (50%) e renda de até um salário mínimo (49%). No Nordeste, a taxa chega a 51%. O levantamento revelou ainda que 58% da população é a favor da realização da Copa do Mundo no Brasil. Outros 38% são contra. Para 43%, o evento trará mais benefícios que prejuízos para o País, e 40% acham o contrário.
O levantamento do Ibope foi feito em 141 municípios. Foram ouvidos 2.002 eleitores. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, a aprovação ao governo pode estar entre 37% e 41%. No levantamento anterior, de dezembro, poderia se situar entre 41% e 45%. A chance de a taxa ter sido de 41% na pesquisa anterior e na atual, porém, é de apenas 0,12%, segundo cálculos do Estadão Dados - por isso, pode-se afirmar com segurança que houve queda na avaliação positiva.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

MEC divulga hoje segunda chamada do Sisu; confira lista

A partir de hoje (27), quem participou do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderá consultar na internet o resultado da segunda chamada. Quem for selecionado deve fazer a matrícula no período de 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Aqueles que perderem o prazo, perdem a vaga. O local, o horário e os procedimentos para a inscrição devem ser verificados pelo estudante com a escola em que foi selecionado.

No Rio Grande do Norte, todas as graduações participantes do Sisu terão vagas abertas nesta segunda chamada. Os cursos são ofertados pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e pela Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa).

A UFRN registrou 60% das vagas preenchidas na primeira chamada, o que equivale a 2.585 matrículas. A universidade ofertou um total de 4.309 vagas, em 88 cursos.

Segundo o pró-reitor de Graduação, Adelardo Medeiros, em relação ao ano passado, o número de vagas preenchidas na primeira chamada é alto. “Nas duas edições do ano passado, o número de vagas preenchidas foi da ordem de 40% na primeira chamada”, avaliou. A UFRN também alcançou número superior à média nacional, que foi de 40%. Também ficaram acima da média nacional o IFRN, com 51% das vagas ocupadas, bem como a Ufersa, com 45% das vagas preenchidas. 

O Sisu oferece vagas de educação superior em instituições públicas. A seleção é feita com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que somou mais de 5 milhões de candidatos em 12013. Nesta primeira edição de 2014, o Sisu oferece 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. As vagas são disputadas por 2.559.987 inscritos.

O candidato que não foi selecionado para a primeira opção de curso  poderá participar da lista de espera. O prazo para a adesão é do dia 27 de janeiro a 7 de fevereiro, também pela internet. A convocação desses candidatos ocorre a partir de 11 de fevereiro.

Os cursos com o maior número de inscrições nesta primeira edição de 2014 do Sisu foram administração, direito, pedagogia e medicina. O curso mais concorrido foi medicina, com a relação de 72 candidatos por vaga. A maioria dos candidatos tem entre 18 e 24 anos.


Agência Brasil

sábado, 14 de dezembro de 2013

Avaliação positiva de Dilma Rousseff sobe para 43%

Destaque da Tribuna do Norte:

Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira, 13, apontou que a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff subiu de 37% para 43% em relação ao último levantamento, em setembro. No mesmo período, a sondagem registrou uma queda de 39% para 35% dos entrevistados que consideram o governo regular e o porcentual dos que o avaliam como ruim ou péssimo oscilou dentro da margem de erro, de 22% para 20%.
Desde julho, a presidente cresceu 12 pontos percentuais entre os entrevistados que consideram o governo ótimo ou bom. Na pesquisa anterior, Dilma também havia subido seis pontos percentuais em relação ao levantamento de julho, quando registrou 31% de avaliação positiva.
O porcentual dos entrevistados que aprovam a maneira da presidente Dilma Rousseff de governar oscilou de 54% para 56%. A variação ocorre dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais e para menos, em relação ao levantamento anterior, de setembro.
O porcentual dos entrevistados que desaprovam a maneira de Dilma governar caiu, também no limite da margem de erro, no mesmo período, de 40% para 36%. O indicador vem caindo desde julho, quando ela tinha 49% de reprovação da maneira de governar, superando, na ocasião, aqueles que a aprovavam, que eram 45%.
Isso ocorreu logo após o início dos protestos de rua país afora. Foi a única vez que ela registrou uma reprovação superior à aprovação da maneira de governar desde que assumiu a presidência, em 2011.
A confiança na presidente Dilma manteve-se estável em 52% em relação ao último levantamento, de setembro. O porcentual entre os que não confiam oscilou no mesmo período de 43% para 41%, dentro da margem de erro.
O índice dos que não souberam ou não quiseram responder a essa pergunta também oscilou dentro da margem de erro, de 5% para 7%.
Desde que assumiu a presidência, somente em julho – logo após o início dos protestos de rua – a presidente teve o índice dos que não confiam superior ao dos que confiam, 50% a 45%, respectivamente.
Contudo, a presidente ainda não recuperou completamente a confiança que a população tinha nela nos dois primeiros anos de governo, quando chegou a ter 75% de confiança.
A pesquisa foi feita entre 23 de novembro e 2 de dezembro, com 15.414 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 727 municípios.

panorama político

quarta-feira, 26 de junho de 2013

PEC 37 - Acuada, Câmara derruba emenda que tentava amordaçar o Ministério Público

Plenário da Câmara Federal em Brasília 

Pressionada pelas manifestações populares nas ruas, a Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira 25/06/2013) , em plenário, a PEC 37 - Proposta de Emenda Constitucional que pretendia retirar o poder de investigação do Ministério Público. Apresentada pelo deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), a proposta sofreu dura oposição de promotores, procuradores e de setores do Banco Central, da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Nas últimas semanas, a rejeição à PEC passou a integrar o cardápio de reivindicações da onda de protestos pelo país. E quase não sobrou deputados dispostos a levá-la adiante: foi recusada por 430 votos a 9 - houve duas abstenções.

Desde a segunda-feira, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disparou telefonemas para líderes governistas e de oposição pedindo que a PEC 37 fosse rejeitada de vez. Líderes do PT e do PP, porém, defenderam que os debates fossem prolongados até agosto para que pudesse haver espaço para discutir regulamentações pontuais da atuação do Ministério Público, como prazos para que processos pudessem ficar nas mãos de promotores, por exemplo.

O que diz a PEC 37

A PEC define como competência "privativa" da polícia as investigações criminais ao acrescentar um parágrafo ao artigo 144 da Constituição. O texto passaria a ter a seguinte redação: "A apuração das infrações penais (...) incumbe privativamente às polícias federal e civis dos estados e do Distrito Federal." 

  1. O que diz a Constituição:A legislação brasileira confere à polícia a tarefa de apurar infrações penais, mas em momento algum afirma que essa atribuição é exclusiva da categoria policial. No caso do Ministério Público, a Constituição não lhe dá explicitamente essa prerrogativa, mas tampouco lhe proíbe. É nesse vácuo da legislação que defensores da PEC 37 tentam agora agir. 
  2. Votação:

    As propostas de emenda à Constituição, como a PEC 37, tem um regime diferenciado de votação e, para serem aprovadas, exigem quórum mínimo de 3/5 de votos favoráveis do total de membros da Casa (308 votos na Câmara e 49 no Senado) e apreciação em dois turnos tanto na Câmara quanto no Senado.

GALERIA LOTADA POR MANIFESTANTES

Em plenário, com as galerias lotadas de manifestantes, essencialmente contrários à PEC 37, apenas o deputado Lourival Mendes, autor da proposta, se arriscou a discursar a favor da emenda constitucional nesta terça-feira.

HENRIQUE ALVES PEDE A APROVAÇÃO
Henrique Alves pediu que o plenário aprovasse a proposta por unanimidade. “Tenho certeza que cada parlamentar estará votando de acordo com sua consciência, pelo combate à corrupção e pelo combate à impunidade”, disse o deputado ao abrir a sessão de votação. “Nossas ruas pedem nesta hora, e reforço aqui o apelo àqueles que resistem ainda que legitimamente, vamos nos encontrar com nossas ruas e dar uma votação unânime na derrubada da PEC 37”, completou.

Vaiado, Lourival Mendes tentou justificar a suposta legitimidade do texto. “A PEC 37 não é a PEC da Impunidade, como foi rotulada. A PEC 37 traz o regramento para não permitir que as investigações do MP, que não tem ordenamento tipificando para tal, [sejam discutidas] no Supremo ou nos tribunais do Brasil, sob o argumento da inconstitucionalidade dos seus atos”, disse ele. Nas últimas semanas, a derrubada da PEC ganhou força e se tornou, ao lado das melhorias no transporte público, uma das principais bandeiras nas manifestações que levam milhares de brasileiros às ruas. 
Ao acrescentar um parágrafo ao artigo 144 da Constituição Federal, a PEC 37 define que as investigações criminais serão de competência "privativa" da polícia. Atualmente, a legislação brasileira confere à polícia a tarefa de apurar infrações penais, mas em momento algum afirma que essa atribuição é exclusiva. No caso do Ministério Público, a Constituição não lhe dá explicitamente essa prerrogativa, mas tampouco lhe proíbe. É com base na suposta falta de clareza da Constituição que delegados de polícia queriam emplacar a PEC.

EMBATE

Ao longo dos debates, os principais interessados na proposta – delegados de polícia e representantes do Ministério Público – não chegaram a um consenso sobre como conduzir as investigações lado a lado. Após um mês e meio de discussões dentro de um grupo de trabalho formado para apresentar um texto alternativo ao do deputado Lourival Mendes, as duas entidades não deram o braço a torcer: as polícias mantiveram-se determinadas a monopolizar as investigações, enquanto o MP não recuou de deter total autonomia em seus trabalhos.

Durante as reuniões, representantes da polícia chegaram a apresentar uma proposta que apenas maquiaria a PEC 37: sugeriu incorporar à Constituição a possibilidade de o MP investigar – mas apenas em casos “extraordinários” e com o aval da polícia. Para promotores e procuradores, essa era apenas mais uma medida para silenciar o ministério. A proposta foi recusada.

sábado, 8 de junho de 2013

Popularidade em alta, mas arranhada

Chegou ao Planalto a mais recente pesquisa para medir a popularidade de Dilma Rousseff. Feita pelo Vox Populi em maio, revelou que caiu cinco pontos percentuais a avaliação de “ótimo” e “bom” do governo em comparação com o início do ano.
O resultado está em linha com duas pesquisas feitas pelo Ibope. Em abril, constatou que a aprovação de Dilma diminuiu sete pontos ante um levantamento feito em março.
Em maio, contudo, Dilma recuperou um pouco a perda: ficou quatro pontos percentuais abaixo do que alcançara em março. Ressalte-se que Dilma caiu, sim, mas ainda ostenta uma popularidade exuberante: 63% dos entrevistados avaliam o seu governo como “ótimo” ou “bom”.
O Ibope, aliás, está em campo para uma nova rodada de pesquisas, que deverá ser divulgada entre os dias 7 e 10 deste mês.
Por Lauro Jardim

terça-feira, 19 de março de 2013

Aprovação ao governo Dilma chega a 63% e bate novo recorde, diz pesquisa


Dilma Rousseff posa para foto durante visita a feira rural em Cascaval, no Paraná

A aprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff se manteve alta e registrou, neste mês, seu índice mais alto desde a posse, conforme pesquisa do Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). Aqueles que consideram o governo "ótimo" ou "bom" passou de 62% para 63%.

A aprovação à forma de governar da presidente também registrou novo recorde. Na última pesquisa, de dezembro passado, o índice dos que aprovam seus métodos foi de 78%. Agora, foi a 79%

Ambas as variações estão dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa capta o período em que começou a valer a redução de até 20% nas contas de luz de consumidores residenciais. Usada como forma de frear o crescimento da inflação, outra medida popular do governo, e mais recente, foi a desoneração da cesta básica. As duas medidas foram anunciadas pela própria presidente em pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e televisão. A oposição acusou a presidente de fazer uso eleitoreiro desses pronunciamentos.


O intervalo entre a última pesquisa CNI/Ibope e a divulgada nesta terça-feira também coincide com o início de uma ofensiva publicitária do governo sobre a erradicação da miséria. O governo anunciou ter retirado da extrema miséria todos os registrados no Cadastro Único do governo federal, que serve de base para programas de transferência de renda, como o Bolsa Família. Ou seja, todas essas famílias agora recebem mensalmente do governo pelo menos R$ 70 per capita. A erradicação da pobreza extrema foi a principal promessa de Dilma na área social.Apesar dos dados decepcionantes em relação ao crescimento do PIB, que cresceu apenas 0,9% em 2012, o emprego e a renda apresentaram resultados robustos, conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O nível de desemprego chegou a 5,5%, o mais baixo da história. Em relação à renda, a alta de 4,1% no ano passado representou o crescimento mais acentuado desde 2004, segundo o IBGE. Esses dois fatores mexem muito mais com a percepção econômica da população do que os dados do PIB.

A pesquisa CNI/Ibope foi realizada entre os dias 8 e 11 de março, com 2.002 pessoas em 143 municípios de todo o país.

folha

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Confira o listão dos aprovados no Vestibular 2013 da UFRN


A Comissão Permanente de Vestibular divulgou em seu site o listão de aprovados em 2013. 
 A presidente da Comperve, Magda Melo, fez um balanço do trabalho da organizadora desde o lançamento do edital, aplicação e correção. Ela destaca a antecipação na divulgação, nesta quinta-feira (3), e avalia o certame como tranqüilo, tudo dentro do previsto, surpreendendo a quem esperava pelo resultado entre esta sexta e a próxima semana, fechando o processo com “chave de ouro”.
Madga Melo disse que a Comperve contou com cerca de cinco mil colaboradores, entre fiscais, coordenadores e corretores. Sobre as provas ela reafirmou que cabe recurso, com o site da organizadora disponibilizando o resultado final, edital de cadastramento, matrícula e remanejamento de cada curso e área, e, ainda, candidato poderá solicitar a cópia da prova discursiva.

Apesar da possibilidade de recurso, a presidente da Comperve, lembrou que a correção é muito rigorosa, e que alguns anos não têm modificação na listagem, independente de recurso.

Sobre o futuro da Comperve, Magda disse que a sociedade liga a organizadora apenas ao vestibular. “Não é apenas isso. Temos outros trabalhos, como pesquisa, concursos e integração de ensino com educação básica. Ainda pretendemos realizar seminários com base nos resultados Enem”.

Sobre os concursos, Madga disse que serão realizados processos de seleção externos e dentro da universidade. Ela destacou que em 2012, vinte e um foram realizados, com média de dois por mês.

DN

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Rosalba culpa a falta de “credibilidade do Estado” pela desaprovação da sua gestão


 
A governadora Rosalba Ciarlini creditou o alto índice de desaprovação da sua gestão, que chegou a mais de 75% nas últimas pesquisas, a falta de “credibilidade” do Estado. Ela voltou ao discurso da “herança maldita” e afirmou que tudo foi “destruído”.

“Todos sabem a situação difícil com que peguei o Estado. Num minuto se destruiu tudo. Reconstruir é difícil. Estamos fazendo uma reconstrução”, destacou durante entrevista a rádio 96 FM. Ela lembrou ainda da falta de capacidade de endividamento do Estado.
A governadora voltou a falar que quando chegou ao Executivo a Copa estava perdida e foi ela que “conseguiu viabilizar” Natal como sede do mundial.

Fonte: Panorama Político

quarta-feira, 9 de maio de 2012

UFRN fica em 6º lugar em ranking de aprovados no exame da OAB

O último Exame de Ordem Unificado teve 19 universidades públicas entre as 20 instituições que mais aprovaram candidatos. A universidade com o maior índice de aprovação proporcionalmente ao número de inscritos foi a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), de Minas Gerais. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) conquistou a 6ª colocação, com 80 escritos e 62, uma aprovação de 77,50%

Ao todo, foram aprovados 25.912 candidatos entre 101.936 inscritos em todo o país no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, o que dá um índice de aprovação de 25,4%. A única instituição de ensino privada entre as 20 melhores é a Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV), com 74,36% de aprovação.

Fonte:DN