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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Papa Francisco receberá Donald Trump no Vaticano

Papa e presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Santa Sé explicou em comunicado que o encontro entre o papa e Trump está previsto para 3h30, horário de Brasília

Cidade do Vaticano – A Santa Sé confirmou nesta quinta-feira que o papa Franciscoreceberá no Vaticano, em 24 de maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que depois se reunirá com o secretário de Estado vaticano, o cardeal Pietro Parolin.
A Santa Sé explicou em um comunicado que o encontro entre o papa e Trump está previsto para às 8h30 local (3h30, em Brasília) e acontecerá no Palácio Apostólico vaticano.
Após a reunião, o governante americano conversará, como é habitual, com o secretário de Estado vaticano, o cardeal Parolin, e com o secretário vaticano de Relações com os Estados, Paul Gallagher.
Trump será recebido pelo papa dois dias antes dos chefes de Estado e de Governo do G7, que se reunirão em uma cúpula entre 26 e 27 de maio na cidade siciliana de Taormina (sul).
Em 29 de abril, o papa Francisco afirmou sua disponibilidade para receber Trump, como qualquer outro chefe de Estado que solicitar, durante o voo de volta a Roma procedente do Cairo.
Agora RN

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Coreia do Norte vai acelerar programa nuclear em resposta à política de Trump

Kim Jong-un
Regime do líder Kim Jong-un sempre justificou o programa de armas nucleares como uma medida de proteção ao que considera uma atitude hostil dos EUA

A Coreia do Norte informou hoje (1º) que vai impulsionar “à velocidade máxima” seu programa de armas nucleares, em resposta à crescente pressão exercida sobre o país por parte do presidente americano, Donald Trump. A informação é da Agência EFE.
“Agora que os Estados Unidos [EUA] estão fazendo muito ruído a favor de mais sanções e pressão contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC, nome oficial da Coreia do Norte), de acordo com sua nova política de máxima pressão e compromisso”, o país asiátiaco “vai acelerar ao máximo as medidas para reforçar o programa nuclear”, disse em comunicado um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores.
O texto, publicado nesta segunda-feira pela agência estatal de notícias KCNA, assegura que essas medidas podem ser adotadas “a qualquer momento e em qualquer lugar”.
A mensagem da Coreia do Norte chega em momento de tensão diante do temor de que país faça o sexto teste nuclear, enquanto continua com seus testes de mísseis.
Já os EUA afirmam que não descartam uma ação militar em resposta às provocações e enviou um porta-aviões nuclear à região.
O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores norte-coreano acusou o governo Trump de elevar a tensão e reafirmou que a Coreia do Norte está “plenamente preparada” para responder a qualquer ação militar norte-americana.
“A agressividade histérica americana nunca tinha alcançado tal nível na península da Coreia e nunca tinha se aproximado tanto da borda de uma guerra nuclear”, diz o comunicado.
A Coreia do Norte fez um total de cinco testes nucleares desde 2006, os dois últimos em janeiro e setembro de 2016.
O regime do líder Kim Jong-un sempre justificou o programa de armas nucleares como uma medida de proteção ao que considera uma atitude hostil dos EUA, a quem acusa repetidamente de fazer exercícios militares na península da Coreia com o objetivo de invadir o país.
Agora RN

terça-feira, 25 de abril de 2017

Trump e China fecham acordo contra ameaça nuclear norte-coreana

Jinping disse ainda que espera que a situação não se agrave

Líderes comprometeram-se a juntar esforços para combater o programa nuclear da Coreia do Norte

Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, concordaram em unir esforços para combater o programa nuclear da Coreia do Norte, informou comunicado divulgado nesta segunda-feira pela Casa Branca.
Em telefonema realizado na noite de domingo, o presidente dos Estados Unidos criticou a “beligerância contínua” da Coreia do Norte e disse que as ações de Pyongyang estão desestabilizando a península coreana.
Os dois líderes concordaram com a urgência da ameaça que o país representa e Xi Jinping afirmou que se opõe  firmemente ao programa de armas nucleares da Coreia do Norte, que viola as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Jinping disse ainda que espera que a situação não se agrave.
O governo Trump advertiu que todas as opções, incluindo ataques militares, estão “em cima da mesa” para deter as ambições da Coreia do Norte de desenvolver um míssil nuclear que poderia chegar ao continente americano.
Fonte: AFP

domingo, 23 de abril de 2017

Coreia do Norte ameaça afundar porta-aviões dos EUA

Testes com mísseis em Pyongyang, Coréia do Norte (KCNA)

Na semana passada, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, prometeu uma “resposta esmagadora" em caso de ataque

A Coreia do Norte ameaçou afundar um porta-aviões dos Estados Unidos, neste domingo, para demonstrar força militar. Dois navios da Marinha japonesa se juntaram a um grupo dos EUA para exercícios no Mar das Filipinas, de acordo com o site FoxNews.com.
“Nossas forças revolucionárias estão prontas para combater um porta-aviões de propulsão nuclear americano com um único ataque”, informou o jornal Rodong Sinmum, do Partido dos Trabalhadores do país.
Na semana passada, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, prometeu uma “resposta esmagadora em caso de ataque” da Coreia do Norte. Em visita ao Japão, ele classificou o regime comunista de Kim Jong-un como a “ameaça mais perigosa e urgente para a paz e a segurança na Ásia Pacífico”.
O vice americano garantiu que o governo de Donald Trump vai manter o esforço com aliados como Japão, China e outras potências globais para exercer pressão econômica e diplomática sobre Pyongyang. Vestindo um uniforme militar verde, Pence discursou a bordo do porta-aviões USS Ronald Reagan, estacionado no Japão. Ele realiza uma visita de dois dias ao país depois de ter passado pela Coreia do Sul.
(Com Estadão Conteúdo)-veja

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O número dois do governo Trump deu a entender que a via militar é uma possibilidade se Pyongyang não ceder

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, na conferência de Munique - 18/02/2017 (Christof 
STACHE/AFP)

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, visitou nesta segunda-feira a zona desmilitarizada (DMZ) que separa as duas Coreias, em um momento de máxima tensão com a do Norte devido a seus repetidos testes de armas.

A poucos metros da fronteira com a Coreia do Norte, Pence destacou novamente a importância da aliança de Washington e Seul e a “determinação do povo e do presidente americano” para resolver a situação “através de meios pacíficos, através de negociações”.
Não obstante, o número dois do governo Trump lembrou que a “paciência estratégica” dos Estados Unidos está acabando e que “todas as opções estão sobre a mesa” para se conseguir a desnuclearização da península coreana, em uma nova insinuação de que a via militar é uma possibilidade se Pyongyang não ceder.
Pence foi levado do centro de Seul (a cerca de 50 quilômetros ao sul da DMZ) em um helicóptero militar Blackhawk até pousar em Camp Bonifas, que deve seu nome a um dos dois soldados dos EUA mortos por tropas norte-coreanas em um incidente acontecido na zona desmilitarizada em 1976.
Horas antes de Pence chegar à região neste domingo, a Coreia do Norte tentou lançar sem sucesso um míssil balístico que explodiu após ser disparado, no que representa mais um teste de armas do regime de Pyongyang no último ano.
(Com agência EFE)

domingo, 9 de abril de 2017

EUA enviam porta-aviões para península coreana

O Congresso Americano, em Washington (Reprodução)

A manobra do governo americano é uma demonstração de força diante das provocações do regime de Kim Jong-un

O governo dos Estados Unidos ordenou que o porta-aviões USS Carl Vinson e seu grupo de ataque em águas próximas seguissem no sábado para a Coréia do Norte como uma demonstração de força, após novas provocações do regime de Kim Jong-un.
Fontes do Pentágono confirmaram à  rede CNN que o almirante Harry Harris, chefe do Comando do Pacífico, ordenou a mobilização do porta-aviões e toda a sua frota de ataque em águas próximas da península coreana.
Os EUA afirmaram que o movimento é uma resposta para novas provocações por parte do regime norte-coreano, que realizou recentemente um teste de um míssil de médio alcance.
O envio do porta-aviões ocorre na semana em que o presidente dos EUADonald Trump, recebeu na Flórida o mandatário chinês, Xi Jinping, e ambos discutiram a necessidade de evitar novas provocações de Pyongyang.
(com agência EFE)

sábado, 8 de abril de 2017

‘Deus abençoe Trump’: cidade síria celebra bombardeio

'Nós amamos você': sírios satirizam slogan de Assad com a foto de Trump (@Ayei_Eloheichem/Twitter)

Moradores de Khan Sheikhun, alvo do ataque químico, elogiam o presidente americano pela represália contra o governo de Bashar Assad


Na cidade de Khan Sheikhun, vítima do ataque químico de terça-feira, a população ainda chora seus mortos, enquanto manifesta esperança de que os bombardeios americanos deem uma lição a seu inimigo, o presidente da Síria Bashar Assad.
“Que Deus abençoe Trump!”, grita Abu Ali, um morador dessa localidade, segundo reportou a agência France-Presse.
ataque químico matou 86 pessoas, entre elas 30 crianças e, três dias depois da tragédia, os habitantes ainda têm dificuldade para falar sobre o que aconteceu, as famílias continuam recebendo condolências de visitantes, e as ruas seguem com pouco movimento.
Algumas horas depois da primeira ação militar americana contra o regime de Assad desde o início do conflito sírio, Abu Ali comemora os ataques dos Estados Unidos. A ofensiva teve como alvo uma base militar de onde teria decolado – segundo os americanos – o avião lançou gases tóxicos sobre Khan Sheikhun.
“É um alerta claro a Bashar Assad: chega de assassinatos e de injustiça!”, acrescenta ele, esperando que Assad, Irã e Rússia vejam nesse episódio um “sinal” sobre a “mudança do equilíbrio de forças”.

Memes de apoio a Trump

Nas redes sociais, opositores ao governo de Bashar Assad comemoram o bombardeio com memes do presidente americano. Centenas de sírios trocaram temporariamente a imagem do perfil por uma sátira a Assad em que um foto de Donald Trump aparece com os dizeres “nós te amamos”, escrito em árabe. O slogan é utilizado por Assad e divulgados nas ruas das cidades sírias. 
O agradecimento à ação militar, no entanto, não significa apoio incondicional ao presidente americano. Em sua conta do Twitter, o usuário Obada destacou que Donald Trump é “um ser humano horrível”, mas fez uma coisa certa.

Insuficiente

Em Duma, reduto rebelde perto de Damasco, os moradores celebraram o ataque dos Estados Unidos, mas pedem mais intervenção. “Não queremos um único ataque, para que, depois, os crimes continuem”, disse à AFP Abu Shahid, de 30 anos. “É necessário um meio de dissuasão mais importante. Não acho que [os ataques] sejam suficientes”, completou.
Alguns querem que Washington impeça os aviões sírios de sobrevoarem a região. “Na realidade, os sírios querem uma zona de exclusão aérea”, comenta Hassan Taqiddin, de 27. “Porque, no fim das contas, esses ataques têm um efeito limitado. Eles atacam um aeroporto e, então, o quê?”, desabafou.
Em Khan Sheikhun, Abu Ali recorda que “uma parte do povo sírio fugiu do país, outra está enterrada, e outra está em busca de ajuda humanitária”. “Não queremos comida. Queremos exatamente que  Trump e seu governo ponham fim a essa farsa”, frisou.

Seis anos de conflitos

O conflito na Síria começou há seis anos, com manifestações pacíficas contra o governo. Duramente reprimidas por Damasco, transformaram-se em rebelião armada. Desde então, já são mais de 320 mil mortos e milhões de deslocados.
Ao longo dos últimos meses, as tropas do governo infligiram uma série de derrotas aos insurgentes. Nos territórios rebeldes, os ataques americanos desta madrugada parecem ter trazido a esperança de volta a seus habitantes.
“Somos agradecidos à Força Aérea americana por ter respondido ao massacre de Khan Sheikhun”, afirmou Ali al-Khaled, que mora no bairro atingido pelo suposto ataque de gás tóxico.
Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), o ataque de Khan Sheikhun é o segundo dessa natureza desde o de 2013, no qual mais de 1.400 pessoas morrera, na região rebelde da Ghuta Oriental, perto de Damasco.
Na época, o governo de Barack Obama disse estar pronto a atacar o Exército de Al-Assad, mas a ação militar acabou sendo descartada.
(com AFP)  -  Veja

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Rússia acusa EUA de planejar ataque na Síria com antecedência

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fala em terrorismo como causa das explosões em São Petersburgo - 03/04/2017 (Dmitri Lovetsky/Reuters)

Em resposta ao bombardeio à Síria, que deixou 9 mortos, Rússia suspende coordenação militar que mantinha com EUA


Rússia suspendeu, nesta sexta-feira, a coordenação militar que tinha com os Estados Unidos na Síria, em resposta ao ataque americano contra uma base aérea, que deixou nove mortos. O Ministério das Relações Exteriores russo acusa Washington de ter planejado o ataque com antecedência. “A parte russa suspende a vigência do memorando que existe para evitar incidentes e garantir a segurança de voos durante as operações (militares) na Síria, assinado com os EUA”, afirmou o Ministério, em uma declaração lida por sua porta-voz, Maria Zakharova.
De acordo com a porta-voz, “para qualquer especialista está claro que a decisão do ataque foi tomada em Washington antes do fato de Idlib (ataque com armas químicas atribuído ao governo sírio), utilizado como pretexto para uma demonstração de força”. “Estamos diante de uma clara agressão contra a Síria. As ações tomadas hoje pelos EUA destroem ainda mais as relações russo-americanas.”
Os russos acusam Washington de tentar usar “uma demonstração de força, o confronto militar com um país que luta contra o terrorismo internacional”, sem se preocupar em esclarecer as circunstâncias do suposto ataque químico contra população civil síria.
“Sem dúvida, a ação militar dos EUA também é uma tentativa de desviar a atenção da situação em Mossul (Iraque), onde como resultado das ações, entre outras da coalizão liderada pelos Estados Unidos, morreram centenas de civis inocentes e aumenta a catástrofe humanitária”, afirmou.

O ataque

Os Estados Unidos lançaram na noite desta quinta-feira uma ofensiva militar na Síria contra o regime de Bashar Assad. Na primeira ação militar do governoDonald Trump, as forças americanas bombardearam com 59 mísseis Tomahawkuma base aérea em Homs. A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra mobilizados no Mediterrâneo.
Nove civis, incluindo quatro crianças, foram mortos pelo ataque, afirmou a agência de notícias estatal da Síria. Segundo a Sana, os civis foram mortos em vilarejos perto da base aérea. De acordo com a agência, mais sete pessoas ficaram feridas e casas na região foram severamente danificadas.
(Com EFE) Fonte veja

Guerra na Síria: ataque foi ‘imprudente’ e ‘irresponsável’

EUA bombardeiam base do regime de Assad na Síria - 06/04/2017 (Mass Communication Specialist 3rd Class Ford Williams/U.S. Navy/AP)

O ataque na madrugada dessa sexta-feira foi a primeira ação militar do governo Donald Trump


Síria disse nesta sexta-feira que o ataque de mísseis dos Estados Unidoscontra uma base aérea em Homs foi “imprudente” e irresponsável” e que o governo americano foi “inocentemente convencido por uma campanha falsa de propaganda”. A declaração da Presidência emitida em um comunicado faz referência a acusações de que o governo sírio seria responsável pelo ataque de armas químicas desta semana, mais um capítulo sangrento na guerra na Síria, que entrou em seu sétimo ano.
Segundo Damasco, a ofensiva dos Estados Unidos aumentou também a determinação da Síria para derrotar grupos insurgentes, que se comprometeu a aumentar as ações contra os rebeldes. “Essa agressão intensificou a determinação da Síria para atingir esses agentes terroristas, para continuar a derrotá-los, e acelerar a velocidade de ações com esse objetivo onde quer que eles estejam”, dizia o comunicado.
O ataque na madrugada desta sexta foi a primeira ação militar do governo Donald Trump. As forças americanas bombardearam com 59 mísseis Tomahawk uma base aérea em Homs. A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra mobilizados no Mediterrâneo.
Segundo a agência de notícias oficial do governo sírio Sana, pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram no ataque. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat.

Congresso americano

A decisão de lançar uma ofensiva militar na Síria contra o regime de Bashar Assad foi aplaudida por grande parte dos membros do Congresso americano. Republicanos e democratas aprovaram a ação do presidente Trump, mas pediram que em próximas decisões militares o Congresso seja consultado.
“Garantir que Assad saiba que quando comete atrocidades tão desprezíveis ele pagará um preço é a coisa certa a  fazer”, disse o líder da minoria do Senado, o democrata Chuck Schumer. “Esta ação foi apropriada e justa”, disse o presidente da Câmara, Paul Ryan.
Mas, em ambos os partidos, muitos membros pediram por mais consulta ao Congresso. “O presidente precisa de autorização do Congresso para ações militares, conforme exigido pela Constituição, e peço-lhe que venha ao Congresso para um debate apropriado”, disse o senador republicano Rand Paul, do Kentucky. “Se o presidente pretende aumentar o envolvimento dos militares dos EUA na Síria, ele deve vir ao Congresso para uma autorização de Uso da Força Militar, que é qualificada para enfrentar a ameaça e impedir uma outra guerra no Oriente Médio”, afirmou também a líder da minoria na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.
Rússia
 A primeira consequência do ataque veio  da Rússia. O governo de Vladimir Putin suspendeu, nesta sexta-feira, a coordenação militar que tinha com os Estados Unidos na Síria. O Ministério das Relações Exteriores russo acusa Washington de ter planejado o ataque com antecedência. “A parte russa suspende a vigência do memorando que existe para evitar incidentes e garantir a segurança de voos durante as operações (militares) na Síria, assinado com os EUA”, afirmou o ministério, em uma declaração lida por sua porta-voz, Maria Zakharova.
veja

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Peixe venenoso chama atenção por “semelhança” com Donald Trump

Ele foi fotografado pelo visitante Steve Collins

Venenoso, o peixe conhecido como Longhorn Cowfish geralmente vive em recifes nos oceanos Índico e Pacífico

Um peixe está chamando atenção por ser considerado parecido com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Morador de um aquário de Manchester, na Inglaterra, ele foi fotografado pelo visitante Steve Collins, que disse que teve um ataque de riso ao perceber a semelhança.
“Honestamente, ele não me interesso pela política norte-americana, mas você vê fotos de Donald Trump em todo lugar. Concordo com algumas coisas que ele faz e discordo de outras, mas, quando vi o peixe, não consegui parar de rir”, relembra ele em entrevista ao Daily Mail.
Venenoso, o peixe conhecido como Longhorn Cowfish geralmente vive em recifes nos oceanos Índico e Pacífico.
Fonte: RedeTV

domingo, 29 de janeiro de 2017

Presidente da Rússia Vladimir Putin e dos Estados Unidos Donald Trump decidem lutar juntos contra o terrorismo na Síria

Trump conversou com Putin por cerca de 45 minutos

Em contato por telefone, presidentes de EUA e Rússia também concordaram em normalizar as relações bilaterais; em outra conversa, com a alemã Angela Merkel, presidente americano reconheceu importância da Otan


Os presidentes de Rússia, Vladimir Putin, e Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone neste sábado, 28, e decidiram coordenar a luta contra o Estado Islâmico (EI) e outros grupos terroristas na Síria, além de normalizar as relações bilaterais, informou o Kremlin.
“Os presidentes decidiram forjar uma autêntica coordenação entre russos e americanos com o objetivo de destruir o Estado Islâmico e outros grupos jihadistas na Síria”, afirma o comunicado oficial sobre o primeiro contato direto entre ambos desde a posse de Trump.
Durante a conversa, que durou aproximadamente 45 minutos, Putin e Trump abordaram o conflito na Síria, onde vigora um cessar-fogo desde o dia 30 de dezembro, embora continue a luta contra os grupos terroristas.
Putin, que aproveitou para parabenizar Trump pela posse e o desejou sucesso no cargo, destacou que a Rússia “apoiou os EUA durante os últimos dois séculos, foi aliada em duas guerras mundiais e agora vê os EUA como principal parceiro na luta contra o terrorismo internacional”.
Segundo o Kremlin, também foram abordados outros conflitos como o árabe-israelense, as crises nucleares iraniana e coreana, o conflito na Ucrânia e outros aspectos no âmbito da não proliferação nuclear e da estabilidade estratégica. “(Putin e Trump) decidiram cooperar como parceiros nestes e em outros âmbitos”, destacou a nota.
Trump destacou que o povo americano sente simpatia em relação aos russos, e Putin respondeu que esse sentimento de apreço é mútuo. Além disso, o líder russo e o novo chefe da Casa Branca decidiram manter contatos de maneira regular e estudar uma possível data e sede para uma primeira reunião.
Putin e Trump só tinham se falado uma vez até então, quando o líder russo ligou para o americano para dar os parabéns pela vitória nas eleições presidenciais de 20 de novembro do ano passado.
Alemanha. Em contato também por telefone com a chanceler alemã, Angela Merkel, Trump concordou sobre a “importância fundamental” da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para as relações transatlânticas.
Trump, que chegou a considerar a Otan “obsoleta”, e Merkel entraram em consenso sobre “a importância fundamental da aliança para uma relação transatlântica mais ampla e seu papel em garantir a paz e a estabilidade na comunidade do Atlântico Norte”, informou a Casa Branca em comunicado.
“Os líderes reconheceram que a Otan deve ser capaz de confrontar as ameaças do século 21 e a segurança comum requer investimentos apropriados em capacidades militares para garantir que todos os aliados forneçam sua parte equitativa para a segurança coletiva”, afirma a nota oficial.
Trump e Merkel também concordaram sobre “a necessidade de fortalecer a já robusta cooperação na luta contra o terrorismo e o extremismo, e de trabalhar para estabilizar áreas de conflito no Oriente Médio e no norte da África”.
O presidente americano e a chanceler alemã conversaram sobre “Rússia e a crise na Ucrânia”, além da “importância da estreita cooperação alemã-americana” para a paz e segurança de ambos os países.
Por último, Trump aceitou o convite de Merkel para comparecer em julho à cúpula do G-20 (grupo de países desenvolvidos e emergentes) que será realizada na cidade alemã de Hamburgo. A primeira conversa oficial entre Trump e Merkel desde que o magnata tomou posse, no último dia 20, durou “45 minutos”, de acordo com o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.
Esse diálogo faz parte de uma rodada de reuniões por telefone de Trump com vários líderes neste sábado, entre eles os de França, François Hollande; Japão, Shinzo Abe; e da Austrália, Malcolm Turnbull.
Agora RN

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Trump anuncia no Twitter construção de muro na fronteira com o México

Donald Trump, presidente dos EUA

Presidente planeja fazer o comunicado oficial em evento no Departamento de Segurança Interna nesta quarta-feira, 25

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai ordenar nesta quarta-feira, 25, a construção de um muro na fronteira com o México, uma das principais promessas da campanha dele. A informação foi confirmada no Twitter do empresário.
“Grande dia planejado sobre segurança nacional amanhã. Entre outras coisas, nós vamos construir o muro!”, escreveu o presidente na rede social.
No evento no Departamento de Segurança Interna na quarta, Trump planeja assinar uma ordem executiva para direcionar recursos federais para a construção do muro. Fontes da Casa Branca já confirmavam a informação durante a tarde desta terça-feira, 24.
Para construir o muro, Trump poderá se apoiar numa lei de 2006 que autorizou a instalação de cercas ao longo da fronteira. Essa legislação levou à construção de cerca de 1.126 quilômetros de barreiras de diversos tipos, feitas para bloquear a passagem tanto de pessoas quanto de veículos.
O presidente norte-americano argumenta que é vital controlar a entrada de imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Na mesma linha, Trump deve assinar também ordens executivas para restringir a entrada de refugiados no país. Ele deve banir a imigração da Síria e de outros seis países do Oriente Médio ou da África, de acordo com fontes da Casa Branca.
Além da Síria, a ordem de Trump deve restringir temporariamente o acesso aos EUA à maioria dos refugiados. Outra das medidas prevê o bloqueio de vistos emitidos para Iraque, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen, disseram os funcionários sob condição de anonimato.
Durante a campanha, Trump prometeu proibir temporariamente os muçulmanos de entrar nos EUA para proteger os americanos de ataques jihadistas. Muitos partidários de Trump condenaram a decisão do ex-presidente Barack Obama de aumentar o número de refugiados sírios que os EUA aceitariam com medo de que entre os que fogem da guerra civil estivessem jihadistas que poderiam cometer atentados em território americano.
Agora RN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Sob incerteza, Donald Trump se torna 45º presidente dos EUA nesta sexta

Donald Trump acena para seus seguidores no Memorial Lincoln

Bilionário substitui Barack Obama no cargo com um número superior a 52% de rejeição e sob boicote de mais de 60 democratas

O ambiente tóxico que dominou uma das disputas presidenciais mais polarizadas já vividas pelo país não arrefeceu após a eleição de 8 de novembro, em que ele venceu Hillary Clinton no Colégio Eleitoral, mas perdeu no voto popular. Trump continuou a disparar declarações polêmicas e críticas diárias aos que o questionam.
A conclusão da inteligência americana de que o governo russo orquestrou uma operação de ciberespionagem para favorecer Trump na campanha intensificou a desconfiança dos opositores.
Mais que oposição, a suposta interferência russa levou ao questionamento da legitimidade de Trump como presidente, como fez o deputado democrata John Lewis, ícone da luta contra a segregação racial no país.
Decidido a não comparecer à posse, Lewis deflagrou um movimento que já recebeu a adesão de mais de 60 deputados democratas ao boicote, o maior número desde o boicote à segunda posse de Richard Nixon (1913-1994) em 1973, por causa da Guerra do Vietnã.
Trump não será o primeiro presidente americano a assumir o poder em meio a dúvidas sobre sua legitimidade. No caso mais recente, George W. Bush tomou posse cercado de desconfiança de boa parte dos americanos após vencer a eleição de 2000 após uma conturbada recontagem de votos e a intervenção da Suprema Corte. A diferença é que Trump pouco fez para baixar as chamas.
“Longe de acalmar o país, Trump lembrou a todos que se opuseram a ele em 8 de novembro o porquê de o considerarem inadequado para a Presidência”, escreveu o comentarista politico E.J. Dionne no “Washington Post”.
O candidato não convencional e inimigo do politicamente correto que prometeu virar Washington de cabeça para baixo seguirá o ritual da posse presidencial com toda a pompa e circunstância, mas em escala menor.
CERIMÔNIA MODESTA
Em contraste com sua personalidade, a posse de Trump será mais modesta que as anteriores, dividida entre a festa e o repúdio.
Dezenas de manifestações estão planejadas por diversos grupos para mostrar sua oposição a Trump, que culminará com a marcha das mulheres, neste sábado (21).
Estima-se que 900 mil pessoas assistirão à posse, metade do público que acompanhou a chegada ao poder de Barack Obama, em 2009. Pelo cronograma Trump fará o juramento no Capitólio (sede do Congresso) às 15h de Brasília e depois percorrerá com o vice, Mike Pence, os 2,4 km até a Casa Branca.
Segundo o comitê que organiza a posse, o tradicional desfile foi encurtado a uma hora e meia (Obama levou mais de duas horas) para que Trump vá imediatamente “para o trabalho” antes dos três bailes oficiais a que deverá comparecer à noite com a primeira-dama, Melania. Barack Obama e Michelle foram a 11. Bill Clinton, a 14.
O glamour pop ao qual o bilionário está habituado após anos como celebridade nacional estará pouco representado na posse, depois da esnobada de artistas como os cantores Elton John e Andrea Bocelli ao convite para se apresentarem na festa.
Trump retrucou que estava pouco ligando para o boicote, e o que importa é “o povo”. Desde a eleição, porém, ele vem caindo aos olhos dos americanos.
Tomará posse com 52% de rejeição, uma maioria que não o considera apropriado para ser presidente e que os antecessores não tiveram de enfrentar. Bush entrou com 62% de aprovação em 2001, e Obama chegou à Casa Branca com o aval de 79% dos americanos.
Reprodução das informações da Folha de S. Paulo - Agora RN

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Serei o maior gerador de empregos que Deus criou, diz Trump


Objetivo é trazer postos de trabalho que alguns setores levaram para fora do país de volta para a economia dos EUA



Por Estadão Conteúdo
 

O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu estimular a economia norte-americana e declarou a jornalistas que será “o maior criador de empregos que Deus já criou”. Em seu governo, o objetivo é trazer postos de trabalho que alguns setores levaram para fora do país de volta para a economia dos EUA.
“Teremos bons empregos e boas notícias”, disse Trump em seus comentários iniciais, ressaltando que a montadora General Motors siga sua rival Ford e mantenha postos de trabalho nos EUA.
O republicano ressaltou ainda a necessidade da indústria farmacêutica voltar a criar empregos nos EUA e não em outros países. Ele prometeu melhorar os processos para licitações do setor, que tem desenvolvido bons remédios, mas no exterior.
Ao responder uma pergunta sobre se russos invadiram computadores dos EUA para vazar informações durante a campanha eleitoral, Trump disse que acredita que a Rússia tenha feito, mas também outros atuaram como “hackers”, disse ele, citando a China.
Trump ressaltou que não tem negócios com a Rússia e questionou se sua rival na campanha, Hillary Clinton, seria mais dura que ele com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. “Se Putin gosta de Donald Trump, eu considero isso como um ativo, não um passivo”, afirmou o presidente.
Portal no Ar

sábado, 26 de novembro de 2016

A curiosa reação de Donald Trump à morte de Fidel Castro

Donald Trump, candidato republicano à Presidência dos EUA, fala durante um evento em Hickory, no Estado americano da Carolina do Norte (Chris Keane/Reuters/Reuters)

O presidente eleito dos Estados Unidos sugeriu, durante sua campanha, que pode reverter a decisão de Obama de reatar relações com Cuba


O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste sábado sua primeira reação sobre a morte do líder cubano Fidel Castro, afirmando no Twitter que “Fidel Castro está morto!”
Cerca de uma hora depois da postagem, 20 mil pessoas já haviam retuitado a mensagem.
Trump, que assume a Presidência dos EUA em 20 de janeiro, ameaçou durante sua campanha reverter as ações do presidente Barack Obama de abertura de relações com Cuba.
veja