Mostrando postagens com marcador guerra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guerra. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de maio de 2017

POSSÍVEL 3ª GUERRA MUNDIAL ???!!! - Coreia do Norte está pronta para produção em massa de míssil

O míssil balístico estratégico de longo alcance Hwasong-12 (Marte-12) lançado durante teste em imagem divulgada pela Coreia do Norte (KCNA/Reuters)

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, supervisionou pessoalmente o teste do míssil Pukguksong-2

O regime da Coreia do Norte disse nesta segunda-feira que testou com sucesso um míssil balístico intermediário que satisfez todos os requisitos técnicos e que agora pode ser produzido em massa, indicando avanços em sua ambição de ser capaz de atingir os Estados Unidos.
Pyongyang lançou o míssil nas águas de sua costa leste no domingo, em seu segundo teste de míssil em uma semana, o que a Coreia do Sul disse acabar com as esperanças de seu novo governo liberal, comandado pelo presidente Moon Jae-in, de paz entre os países vizinhos.
O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, supervisionou o teste do míssil Pukguksong-2, que confirmou orientação confiável da ogiva nuclear em fase tardia e o funcionamento de um motor de combustível sólido, informou a agência de notícias estatal KCNA.
A agência relatou que Kim disse que o Pukguksong-2 satisfez todas as especificações técnicas necessárias e por isso deve ser produzido em massa e utilizado pela unidade de batalha do Exército Popular da Coreia.
(com agência Reuters) - veja

sábado, 8 de abril de 2017

‘Deus abençoe Trump’: cidade síria celebra bombardeio

'Nós amamos você': sírios satirizam slogan de Assad com a foto de Trump (@Ayei_Eloheichem/Twitter)

Moradores de Khan Sheikhun, alvo do ataque químico, elogiam o presidente americano pela represália contra o governo de Bashar Assad


Na cidade de Khan Sheikhun, vítima do ataque químico de terça-feira, a população ainda chora seus mortos, enquanto manifesta esperança de que os bombardeios americanos deem uma lição a seu inimigo, o presidente da Síria Bashar Assad.
“Que Deus abençoe Trump!”, grita Abu Ali, um morador dessa localidade, segundo reportou a agência France-Presse.
ataque químico matou 86 pessoas, entre elas 30 crianças e, três dias depois da tragédia, os habitantes ainda têm dificuldade para falar sobre o que aconteceu, as famílias continuam recebendo condolências de visitantes, e as ruas seguem com pouco movimento.
Algumas horas depois da primeira ação militar americana contra o regime de Assad desde o início do conflito sírio, Abu Ali comemora os ataques dos Estados Unidos. A ofensiva teve como alvo uma base militar de onde teria decolado – segundo os americanos – o avião lançou gases tóxicos sobre Khan Sheikhun.
“É um alerta claro a Bashar Assad: chega de assassinatos e de injustiça!”, acrescenta ele, esperando que Assad, Irã e Rússia vejam nesse episódio um “sinal” sobre a “mudança do equilíbrio de forças”.

Memes de apoio a Trump

Nas redes sociais, opositores ao governo de Bashar Assad comemoram o bombardeio com memes do presidente americano. Centenas de sírios trocaram temporariamente a imagem do perfil por uma sátira a Assad em que um foto de Donald Trump aparece com os dizeres “nós te amamos”, escrito em árabe. O slogan é utilizado por Assad e divulgados nas ruas das cidades sírias. 
O agradecimento à ação militar, no entanto, não significa apoio incondicional ao presidente americano. Em sua conta do Twitter, o usuário Obada destacou que Donald Trump é “um ser humano horrível”, mas fez uma coisa certa.

Insuficiente

Em Duma, reduto rebelde perto de Damasco, os moradores celebraram o ataque dos Estados Unidos, mas pedem mais intervenção. “Não queremos um único ataque, para que, depois, os crimes continuem”, disse à AFP Abu Shahid, de 30 anos. “É necessário um meio de dissuasão mais importante. Não acho que [os ataques] sejam suficientes”, completou.
Alguns querem que Washington impeça os aviões sírios de sobrevoarem a região. “Na realidade, os sírios querem uma zona de exclusão aérea”, comenta Hassan Taqiddin, de 27. “Porque, no fim das contas, esses ataques têm um efeito limitado. Eles atacam um aeroporto e, então, o quê?”, desabafou.
Em Khan Sheikhun, Abu Ali recorda que “uma parte do povo sírio fugiu do país, outra está enterrada, e outra está em busca de ajuda humanitária”. “Não queremos comida. Queremos exatamente que  Trump e seu governo ponham fim a essa farsa”, frisou.

Seis anos de conflitos

O conflito na Síria começou há seis anos, com manifestações pacíficas contra o governo. Duramente reprimidas por Damasco, transformaram-se em rebelião armada. Desde então, já são mais de 320 mil mortos e milhões de deslocados.
Ao longo dos últimos meses, as tropas do governo infligiram uma série de derrotas aos insurgentes. Nos territórios rebeldes, os ataques americanos desta madrugada parecem ter trazido a esperança de volta a seus habitantes.
“Somos agradecidos à Força Aérea americana por ter respondido ao massacre de Khan Sheikhun”, afirmou Ali al-Khaled, que mora no bairro atingido pelo suposto ataque de gás tóxico.
Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), o ataque de Khan Sheikhun é o segundo dessa natureza desde o de 2013, no qual mais de 1.400 pessoas morrera, na região rebelde da Ghuta Oriental, perto de Damasco.
Na época, o governo de Barack Obama disse estar pronto a atacar o Exército de Al-Assad, mas a ação militar acabou sendo descartada.
(com AFP)  -  Veja

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Rússia acusa EUA de planejar ataque na Síria com antecedência

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fala em terrorismo como causa das explosões em São Petersburgo - 03/04/2017 (Dmitri Lovetsky/Reuters)

Em resposta ao bombardeio à Síria, que deixou 9 mortos, Rússia suspende coordenação militar que mantinha com EUA


Rússia suspendeu, nesta sexta-feira, a coordenação militar que tinha com os Estados Unidos na Síria, em resposta ao ataque americano contra uma base aérea, que deixou nove mortos. O Ministério das Relações Exteriores russo acusa Washington de ter planejado o ataque com antecedência. “A parte russa suspende a vigência do memorando que existe para evitar incidentes e garantir a segurança de voos durante as operações (militares) na Síria, assinado com os EUA”, afirmou o Ministério, em uma declaração lida por sua porta-voz, Maria Zakharova.
De acordo com a porta-voz, “para qualquer especialista está claro que a decisão do ataque foi tomada em Washington antes do fato de Idlib (ataque com armas químicas atribuído ao governo sírio), utilizado como pretexto para uma demonstração de força”. “Estamos diante de uma clara agressão contra a Síria. As ações tomadas hoje pelos EUA destroem ainda mais as relações russo-americanas.”
Os russos acusam Washington de tentar usar “uma demonstração de força, o confronto militar com um país que luta contra o terrorismo internacional”, sem se preocupar em esclarecer as circunstâncias do suposto ataque químico contra população civil síria.
“Sem dúvida, a ação militar dos EUA também é uma tentativa de desviar a atenção da situação em Mossul (Iraque), onde como resultado das ações, entre outras da coalizão liderada pelos Estados Unidos, morreram centenas de civis inocentes e aumenta a catástrofe humanitária”, afirmou.

O ataque

Os Estados Unidos lançaram na noite desta quinta-feira uma ofensiva militar na Síria contra o regime de Bashar Assad. Na primeira ação militar do governoDonald Trump, as forças americanas bombardearam com 59 mísseis Tomahawkuma base aérea em Homs. A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra mobilizados no Mediterrâneo.
Nove civis, incluindo quatro crianças, foram mortos pelo ataque, afirmou a agência de notícias estatal da Síria. Segundo a Sana, os civis foram mortos em vilarejos perto da base aérea. De acordo com a agência, mais sete pessoas ficaram feridas e casas na região foram severamente danificadas.
(Com EFE) Fonte veja

Guerra na Síria: ataque foi ‘imprudente’ e ‘irresponsável’

EUA bombardeiam base do regime de Assad na Síria - 06/04/2017 (Mass Communication Specialist 3rd Class Ford Williams/U.S. Navy/AP)

O ataque na madrugada dessa sexta-feira foi a primeira ação militar do governo Donald Trump


Síria disse nesta sexta-feira que o ataque de mísseis dos Estados Unidoscontra uma base aérea em Homs foi “imprudente” e irresponsável” e que o governo americano foi “inocentemente convencido por uma campanha falsa de propaganda”. A declaração da Presidência emitida em um comunicado faz referência a acusações de que o governo sírio seria responsável pelo ataque de armas químicas desta semana, mais um capítulo sangrento na guerra na Síria, que entrou em seu sétimo ano.
Segundo Damasco, a ofensiva dos Estados Unidos aumentou também a determinação da Síria para derrotar grupos insurgentes, que se comprometeu a aumentar as ações contra os rebeldes. “Essa agressão intensificou a determinação da Síria para atingir esses agentes terroristas, para continuar a derrotá-los, e acelerar a velocidade de ações com esse objetivo onde quer que eles estejam”, dizia o comunicado.
O ataque na madrugada desta sexta foi a primeira ação militar do governo Donald Trump. As forças americanas bombardearam com 59 mísseis Tomahawk uma base aérea em Homs. A ofensiva foi lançada a partir de navios de guerra mobilizados no Mediterrâneo.
Segundo a agência de notícias oficial do governo sírio Sana, pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram no ataque. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat.

Congresso americano

A decisão de lançar uma ofensiva militar na Síria contra o regime de Bashar Assad foi aplaudida por grande parte dos membros do Congresso americano. Republicanos e democratas aprovaram a ação do presidente Trump, mas pediram que em próximas decisões militares o Congresso seja consultado.
“Garantir que Assad saiba que quando comete atrocidades tão desprezíveis ele pagará um preço é a coisa certa a  fazer”, disse o líder da minoria do Senado, o democrata Chuck Schumer. “Esta ação foi apropriada e justa”, disse o presidente da Câmara, Paul Ryan.
Mas, em ambos os partidos, muitos membros pediram por mais consulta ao Congresso. “O presidente precisa de autorização do Congresso para ações militares, conforme exigido pela Constituição, e peço-lhe que venha ao Congresso para um debate apropriado”, disse o senador republicano Rand Paul, do Kentucky. “Se o presidente pretende aumentar o envolvimento dos militares dos EUA na Síria, ele deve vir ao Congresso para uma autorização de Uso da Força Militar, que é qualificada para enfrentar a ameaça e impedir uma outra guerra no Oriente Médio”, afirmou também a líder da minoria na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.
Rússia
 A primeira consequência do ataque veio  da Rússia. O governo de Vladimir Putin suspendeu, nesta sexta-feira, a coordenação militar que tinha com os Estados Unidos na Síria. O Ministério das Relações Exteriores russo acusa Washington de ter planejado o ataque com antecedência. “A parte russa suspende a vigência do memorando que existe para evitar incidentes e garantir a segurança de voos durante as operações (militares) na Síria, assinado com os EUA”, afirmou o ministério, em uma declaração lida por sua porta-voz, Maria Zakharova.
veja

sábado, 14 de novembro de 2015

A França está em guerra e atacará o Estado Islâmico para destruí-lo

Paris, França – A França está em guerra e atacará o Estado Islâmico para destruí-lo, afirmou neste sábado (14/11) o primeiro-ministro francês Manuel Valls em referência aos atentados de Paris.
“Quero dizer aos franceses que estamos em guerra (…), Sim, estamos em guerra e vamos atuar e atingir esse inimigo jihadista para destruí-lo na França, na Europa, na Síria e no Iraque”, afirmou Valls falando à tv TF1. Ele afirmou ainda que a resposta francesa aos ataques de Paris será “do mesmo nível”.
Robson Piress

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ATÉ QUANDO??!! EXECUÇÕES EM NOME DE DEUS OU ALÁ???!!!!! PORQUÊ ACONTECE ISTO EXATAMENTE NAS TERRAS ONDE JESUS "CAMINHOU" QUANDO ESTEVE NA TERRA???!!!Terrorismo - Estado Islâmico divulga vídeo de decapitação de cristãos egípcios

Estado Islâmico divulga vídeo com decapitação de 21 egípcios cristãos na Líbia

Presidente do Egito convocou Conselho de Defesa em caráter de urgência


O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) divulgou um vídeo neste domingo mostrando a decapitação de 21 cristãos egípcios que foram sequestrados na Líbia. Na gravação, os civis egípcios aparecem vestindo macacões cor de laranja à frente dos terroristas mascarados antes de serem executados. 
Os reféns são forçados a se ajoelhar e então são decapitados. O vídeo foi divulgado em perfis de jihadistas líbios que apoiam o Estado Islâmico nas redes sociais, com a seguinte legenda: "o povo da cruz, os seguidores da igreja egípcia hostil". 
O vídeo de cinco minutos de duração ainda não teve a autenticidade confirmada, mas a agência de notícias Mena, do Egito, afirmou que um porta-voz da igreja copta no país confirmou a morte dos reféns. 
O presidente Abdel Fatah Sisi anunciou a convocação do Conselho de Defesa em caráter de emergência. O conselho reúne, além do chefe de Estado, o primeiro-ministro, Ibrahim Mahlab, os ministros da Defesa e do Interior, e representantes de mais alta patente das Forças Armadas. 
O sequestro dos trabalhadores egípcios, todos cristãos coptas, ocorreu na cidade costeira de Sirte, no leste da Líbia, que está sob controle de grupos islâmicos, informou a rede britânica BBC. Milhares de egípcios têm viajado à vizinha Líbia em busca de empregos. 
Estimativas apontam que entre 9 e 15 milhões de cristãos coptas vivem no Egito atualmente. A população total do país é de cerca de 87 milhões de pessoas. 
Com agências Reuters, EFE e France-Presse)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

‘Estado Islâmico" será derrotado’, diz Obama, ao apresentar pedido de autorização de guerra

Barack Obama promete ‘derrotar’ o Estado Islâmico, em pronunciamento na Casa Branca ao lado do vice-presidente Joe Biden (esq), do secretário de Estado John Kerry e do secretário de Defesa Chuck Hagel (Jonathan Ernst/Reuters)

O presidente Barack Obama pediu ao Congresso nesta quarta aval para uso de força militar contra o Estado Islâmico. Esta é a primeira vez que uma autorização de guerra é solicitada desde que os congressistas deram autoridade ao então presidente George W. Bush para travar a guerra do Iraque, em 2002.
O pedido não limita o âmbito geográfico das ações militares e prevê que o uso da força militar deverá ser concluído em um período de três anos, a menos que haja uma nova autorização. O Executivo também deverá informar o Congresso sobre o desenrolar das operações a cada seis meses.
Em um pronunciamento na Casa Branca, Obama defendeu que a medida tornará os Estados Unidos “mais fortes” no combate aos terroristas e declarou que a campanha militar será bem-sucedida. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o EI está na defensiva. O EI vai ser derrotado”, afirmou, tendo ao seu lado o vice-presidente Joe Biden, o secretário de Estado John Kerry e o secretário de Defesa Chuck Hagel.
Com o equivalente a uma declaração de guerra, Obama seria autorizado a continuar a luta contra o grupo jihadista sobre uma base legal mais sólida, ao mesmo tempo em que teria uma cobertura legal no âmbito doméstico. Em uma carta aos legisladores, o presidente declarou que a concessão de mais poderes para combater o EI “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação" para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”. "Se não for controlado, o EI representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo à pátria americana", insistiu.
Democratas e republicanos expressaram diferentes preocupações sobre a questão, com os democratas defendendo limitações, particularmente relacionadas ao envio de tropas, e os republicanos argumentando que o presidente precisa do máximo de flexibilidade na luta contra o grupo terrorista, indicou o Wall Street Journal.
Adam Schiff, principal representante democrata no Comitê de Inteligência da Câmara, disse que a autorização precisa ser mais limitada no que diz respeito ao escopo geográfico e à capacidade de enviar tropas. “Uma nova autorização deve colocar limites mais específicos sobre o uso de tropas para assegurar que não vamos autorizar outra grande guerra terrestre sem o presidente vir ao Congresso expor as razões para isso”. O republicano John Boehner, presidente da Câmara dos Deputados, disse que a solicitação representa o “início de um processo legislativo” e previu que haverá mudanças no texto durante as discussões.
No comunicado aos congressistas, Obama tentou assegurar que a autorização não vai afundar os EUA em uma guerra extensa – mas não excluiu nenhuma possibilidade. “A proposta não autoriza operações de combate de longo período e larga escala como aquelas conduzidas no Iraque e no Afeganistão. Forças locais, e não as forças militares americanas, devem ser deslocadas para conduzir tais operações. A autorização que proponho providenciaria a flexibilidade para conduzir operações de combate terrestres em outras circunstâncias, mais limitadas, como operações de resgate envolvendo pessoal dos EUA ou da coalizão ou o uso de forças especiais para uma ação militar contra a liderança do EI”, diz o texto.

(Com agências France-Presse e Reuters)

domingo, 1 de setembro de 2013

Papa Francisco I decreta dia de jejum para 7 de setembro pela paz na Síria

O papa Francisco I decretou um dia de jejum e oração no dia 7 de setembro pela paz na Síria e em todo o Oriente Médio. O anúncio ocorreu nesse domingo (1º) na Praça São Pedro, em Roma, durante a oração do Angelus, no qual ele abandonou os temas religiosos e abordou apenas a situação da Síria. “Condeno veementemente o uso de armas químicas. Ainda tenho gravadas na minha mente e no meu coração as imagens terríveis dos últimos dias", declarou. 

Ele convocou para a vigília no dia 7 de setembro, entre as 22h e a 0h (hora de Brasília), cristãos, fiéis de outras religiões e mesmo os que não são crentes. “Que o grito se eleve com força por um mundo de paz e não à guerra!", disse o papa.

A declaração do pontífice ocorreu um dia após o presidente dos Estados Unidos Barack Obama anunciar que o país realizará uma intervenção militar na Síria, após denúncias de uso de armas químicas pelo governo de Basshar Al-Assad nos civis sírios. "Meu coração está profundamente ferido pelo que acontece na Síria e angustiado pelo desenvolvimento dramático", declarou Francisco. O ataque também é cogitado pelo governo da França.

Com informações da Agência Brasil e Diário do Nordeste

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Treinados por rebeldes, meninos de 14 anos viram "máquinas de matar" na guerra da Síria

Internacional: crianças se transformam em máquinas de guerra



"Aqui eles entram crianças, mas saem transformados em máquinas de matar", afirma sem rodeios Abdul Rasah, um sargento que abandonou o Exército da Síria e que agora é responsável pelo treinamento de um grupo de cerca de 20 adolescentes de 14 a 18 anos que, em breve e com a autorização dos pais, se somarão às fileiras de rebeldes sírios que combatem as tropas leais so presidente Bashar al Assad

domingo, 3 de junho de 2012

Foto da guerra do Vietnã (1959-1975) completa 40 anos marcando sentimentos tristes na vida daqueles que presenciaram o horror deste conflito mundial

Foto do grupo de criança tentando escapar de um bombardeio de uma aldeia vietnamita, em 1972, foi uma das imagens mais chocantes do conflito no sudoeste asiático.

Nenhuma guerra produziu tantas imagens e mexeu com os sentimentos e a opinião pública mundial quanto a Guerra do Vietnã (1959-1975). E nenhuma foto, entre os milhares de registros dos campos de batalha, ficou tão profundamente gravada na memória das gerações que vivenciaram o horror daquele conflito quanto a das crianças correndo por uma estrada, tentando escapar de um bombardeio. No centro da cena, uma menina magra, nua, desesperada, ferida.  Esta semana, aquela foto estará completando 40 anos.

Era 8 de junho de 1972, no Vietnã, e o fotógrafo Huynh Cong 'Nick' Ut viu algumas crianças correndo, tentando escapar de seguidas explosões na vila de Trang Bang, na província de Tay Ninh. Ele não pensou duas vezes antes de fotografar a cena

A garotinha de 9 anos, nua, gritando "muito quente, muito quente", enquanto tentava escapar das bombas, era Kim Phuc entre o irmão mais novo, Phan Thanh Phouc, que perdeu um olho, e dois primos, que aparecem de mãos dadas, Ho Van Bon e Ho Thi Ting.

A imagem tornou-se um dos símbolos da Guerra do Vietnã. Kim Phuc está com 49 anos e diz que a foto a perseguiu a vida inteira. "Eu realmente quis escapar daquela menina", diz Phan Thi Kim Phuc. "Eu queria escapar dessa imagem, mas parece que a foto não me deixou escapar", disse ela, que hoje comanda uma fundação para ajudar crianças vítimas da guerra. "Eu fui queimada e me tornei uma vítima da guerra, mas crescendo, tornei-me outro tipo de vítima", completa ela.

Ao relembrar o momento em que a foto foi tirada, ela diz ter ouvido fortes explosões e que o chão "tremeu". "Eu vou ficar feia, não serei mais normal. As pessoas vão me ver de um jeito diferente", ela diz ter pensado na hora, ao perceber que sua mão e braço esquerdos estavam queimados.

Em choque, ela correu atrás seu irmão mais velho e não se lembra de reparar nos jornalistas estrangeiros reunidos enquanto corria na direção deles, gritando. Depois disso, ela perdeu a consciência.


"Eu chorei quando a vi correndo", diz Ut, que cobria a guerra pela Associated Press. "Se eu não a ajudasse e alguma coisa acontecesse que a levasse a morte, acho que eu me mataria depois", comenta o fotógrafo, que nunca mais deixou de falar com Phuc. Ele a deixou em um pequeno hospital e fez os médicos garantirem que tomariam conta da garota.

A foto foi publicada e, alguns dias depois, outro jornalista, Christopher Wain, um correspondente britânico que tinha dado água de seu cantil a Phuc, descobriu que ela tinha sobrevivido. A garota tinha sido transferida para uma unidade americana em Barsky, única instalação em Saigon equipada para lidar com ferimentos graves.

"Eu não tinha ideia do que tinha acontecido comigo", diz Phuc. "Acordei no hospital com muita dor e com enfermeiras ao meu redor. Acordei com um medo terrível". "Toda manhã, às 8 horas, as enfermeiras me colocavam em uma banheira com água quente para cortar toda a minha pele morta. Eu só chorava e quando eu não aguentava mais, desmaiava", relembra ela que hoje vive com o filho e o marido, Bui Huy Toan, no Canadá.

Depois de vários enxertos de pele e cirurgias, Phuc foi finalmente autorizada a deixar o hospital, 13 meses após o bombardeio. Ela tinha visto foto de Ut, que até então tinha ganhado o Prêmio Pulitzer, mas ainda não sabia do alcance e poder da imagem.

"Fico muito feliz em saber que ajudei Kim", disse Ut, que ainda é fotógrafo da Associated Press. "Eu a chamo de minha filha", brinca. "A maioria das pessoas conhece minha foto, mas sabe pouco sobre minha história", diz Phuc. "Fico agradecida por poder aceitar essa foto como um presente. Com ela, eu posso usá-la para a paz."
 
o que foi

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado ocorrido no Sudeste Asiático entre 1959 e 30 de abril de 1975. A guerra colocou em confronto, de um lado, a República do Vietnã (Vietnã do Sul) e os Estados Unidos, com participação efetiva, porém secundária, da Coreia do Sul, da Austrália e da Nova Zelândia; e, de outro, a República Democrática do Vietnã (Vietnã do Norte) e a Frente Nacional para a Libertação do Vietname (FNL). A China, a Coreia do Norte e, principalmente, a União Soviética prestaram apoio logístico ao Vietnã do Norte, mas não se envolveram efetivamente no conflito.

Em 1965, os Estados Unidos enviaram tropas para sustentar o governo do Vietnã do Sul, que se mostrava incapaz de debelar o movimento insurgente de nacionalistas e comunistas, que se haviam juntado na Frente Nacional para a Libertação do Vietname (FNL). Entretanto, apesar de seu imenso poder militar e econômico, os norte-americanos falharam em seus objetivos, sendo obrigados a se retirarem do país em 1973 e dois anos depois o Vietnã foi reunificado sob governo socialista, tornando-se oficialmente, em 1976, a República Socialista do Vietnã.

Fonte: TN