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domingo, 4 de junho de 2017

Ataques terroristas provocam 7 mortes e deixam 48 feridos em Londres

Pedestres correm em rua próxima à Ponte de Londres
Primeira-ministra Theresa May fez pronunciamento em que culpou o 'extremismo islâmico' pelos 'três ataques terroristas realizados na Inglaterra nos últimos meses'

Ataques terroristas no coração de Londres levaram pânico à população na noite deste sábado 3 causando sete mortes – além de três suspeitos de praticarem os atos, que acabaram mortos pela polícia. De acordo com o serviço de ambulâncias local, 48 pessoas ficaram feridas e foram levadas para os hospitais da capital inglesa.
Na manhã deste domingo, a primeira-ministra Theresa May fez um pronunciamento oficial, em que culpou o “extremismo islâmico” pelos “três ataques terroristas realizados na Inglaterra nos últimos meses” e afirmou e que “a luta contra o o extremismo islâmico é o grande desafio da atual geração”. May também confirmou que as eleições parlamentares – adiantadas pela própria premiê – não serão afetadas pelo atentado: “como um ato de respeito, os dois partidos políticos suspenderam as campanhas nacionais por hoje, mas a violência nunca pode interromper o processo democrático. Portanto, essas campanhas recomeçarão amanhã (segunda-feira) e a eleição geral acontecerá como planejado na quinta-feira.”
OS ATAQUES
Por volta das 22 horas (18 horas em Brasília), a Ponte de Londres foi fechada após testemunhas relatarem que uma van branca em alta velocidade subiu na calçada e atropelou ao menos seis pedestres. A jornalista da BBC Holly Jones, que estava no local no momento do ataque, contou que viu uma van dirigida por um homem e pelo menos cinco pessoas foram atendidas por serviços de emergências com lesões. Jones disse ainda que viu um homem, sem camisa, ser algemado e detido.

Minutos depois, surgiram informações sobre pessoas esfaqueadas em um restaurante no Borough Market, conhecido centro perto da Ponte de Londres. Imagens mostraram clientes assustados quando policiais entraram no local com armas na mão, gritando “fiquem abaixados”. A polícia disse ter efetuado disparos e comunicou a quem quer que estivesse nas zonas afetadas que corressem e se escondessem.
“Foram ataques deliberados e covardes contra londrinos inocentes”, afirmou o prefeito de Londres, Sadiq Khan.
A primeira-ministra acompanhou a situação com os serviços de Segurança. “Quero expressar minha imensa gratidão à polícia e aos serviços de emergência. Nossos pensamentos estão com aqueles afetados por esses terríveis atos.” A cinco dias da eleição no Reino Unido, o atentado pode influenciar o cenário político.
A polícia britânica procurava por suspeitos, mas ainda não há informações sobre quantas pessoas teriam cometido os ataques e se alguma havia sido morta pela polícia. Um homem que aparece em imagens caído no chão e com objetos metálicos presos ao corpo pode ser um dos autores dos ataques.
Um terceiro incidente chegou a ser registrado na região de Vauxhall, também em Londres, mas a polícia descartou que tivesse relação com terrorismo.
MEDO
O Reino Unido já estava em estado de alerta pela série de ataques. No dia 22 de março, um homem lançou seu carro contra dezenas de pessoas na ponte de Westminster. Na sequência, ele matou a facadas um policial que estava em serviço na frente do Parlamento. Cinco pessoas morreram.

No dia 22 de maio, a Grã-Bretanha foi alvo de um ataque que deixou 22 mortos em Manchester, no final do show da cantora americana Ariana Grande. Nele, um jovem britânico de origem líbia se detonou, em um episódio reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI).
SEGURANÇA
O presidente americano, Donald Trump, foi informado sobre os ataques e, mesmo antes da confirmação de que se tratavam de terrorismo, aproveitou para reforçar a necessidade de mais medidas de segurança. “Temos que ser inteligentes, vigilantes e fortes. Precisamos que as cortes nos devolvam nossos direitos”, escreveu Trump em seu Twitter, se referindo ao decreto migratório que está paralisado e deve ser analisado pela Suprema Corte.
O presidente também disse que os EUA farão tudo o que for necessário para ajudar Londres nas investigações.
Agora RN

domingo, 23 de abril de 2017

Estado Islâmico mostra criança de 6 anos ajudando numa decapitação

Menino fez um breve discurso em frente à câmera

Essa não é a primeira vez que o grupo terrorista mostra crianças participando de execuções violentas
Uma nova e assustadora propaganda em vídeo do grupo terrorista Estado Islâmico, divulgada nessa terça-feira (18) nas redes sociais, mostra uma criança de seis anos de idade ajudando na decapitação de dois prisioneiros.
No vídeo, o menino – que não teve a identidade revelada ou identificada – faz um breve discurso em frente à câmera, antes de entregar duas facas a uma dupla de membros do Estado Islâmico .
Vestindo trajes de batalha, com roupa camuflada e um lenço negro na cabeça, a criança pede que o profeta Muhammed e Allah abençoe os terroristas responsáveis pela decapitação.
“O infiel e seu assassino nunca se encontram no inferno”, afirma a criança, ao fim de seu discurso. Em seguida, os dois carrascos passam em frente ao menino, carregando suas vítimas.
No vídeo, não é possível identificar quem são as vítimas ou quais crimes foram cometidos por elas.
Outros casos com crianças
Essa não é a primeira vez que uma criança aparece nos vídeos do grupo jihadista. Em julho de 2015, uma outra criança apareceu decapitando friamente um capitão do exército sírio em outra propaganda dos terroristas.
Em janeiro do mesmo ano, um terceiro garoto apareceu em outro vídeo, ao lado de um rebelde do grupo extremista, antes de atirar na cabeça de um refém.
As crianças, aliás, não são usadas apenas como soldados pelos rebeldes. Afinal, relatos de assassinatos brutais em massa contra meninos e meninas já se tornaram comuns na região dominada pelo grupo dentro de uma ampla parte dos territórios sírio e iraquiano.
Relatórios da Organização das Nações Unidas já afirmavam, inclusive, que o Estado Islâmico decapita e queima crianças vivas. Ainda em 2015, o chefe do comitê de segurança da província iraquiana de Diyala, Sadiq al-Husseini, afirmou que integrantes da organização explodiram um bebê à distância durante um treinamento.
Fonte: iG

domingo, 29 de janeiro de 2017

Presidente da Rússia Vladimir Putin e dos Estados Unidos Donald Trump decidem lutar juntos contra o terrorismo na Síria

Trump conversou com Putin por cerca de 45 minutos

Em contato por telefone, presidentes de EUA e Rússia também concordaram em normalizar as relações bilaterais; em outra conversa, com a alemã Angela Merkel, presidente americano reconheceu importância da Otan


Os presidentes de Rússia, Vladimir Putin, e Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone neste sábado, 28, e decidiram coordenar a luta contra o Estado Islâmico (EI) e outros grupos terroristas na Síria, além de normalizar as relações bilaterais, informou o Kremlin.
“Os presidentes decidiram forjar uma autêntica coordenação entre russos e americanos com o objetivo de destruir o Estado Islâmico e outros grupos jihadistas na Síria”, afirma o comunicado oficial sobre o primeiro contato direto entre ambos desde a posse de Trump.
Durante a conversa, que durou aproximadamente 45 minutos, Putin e Trump abordaram o conflito na Síria, onde vigora um cessar-fogo desde o dia 30 de dezembro, embora continue a luta contra os grupos terroristas.
Putin, que aproveitou para parabenizar Trump pela posse e o desejou sucesso no cargo, destacou que a Rússia “apoiou os EUA durante os últimos dois séculos, foi aliada em duas guerras mundiais e agora vê os EUA como principal parceiro na luta contra o terrorismo internacional”.
Segundo o Kremlin, também foram abordados outros conflitos como o árabe-israelense, as crises nucleares iraniana e coreana, o conflito na Ucrânia e outros aspectos no âmbito da não proliferação nuclear e da estabilidade estratégica. “(Putin e Trump) decidiram cooperar como parceiros nestes e em outros âmbitos”, destacou a nota.
Trump destacou que o povo americano sente simpatia em relação aos russos, e Putin respondeu que esse sentimento de apreço é mútuo. Além disso, o líder russo e o novo chefe da Casa Branca decidiram manter contatos de maneira regular e estudar uma possível data e sede para uma primeira reunião.
Putin e Trump só tinham se falado uma vez até então, quando o líder russo ligou para o americano para dar os parabéns pela vitória nas eleições presidenciais de 20 de novembro do ano passado.
Alemanha. Em contato também por telefone com a chanceler alemã, Angela Merkel, Trump concordou sobre a “importância fundamental” da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para as relações transatlânticas.
Trump, que chegou a considerar a Otan “obsoleta”, e Merkel entraram em consenso sobre “a importância fundamental da aliança para uma relação transatlântica mais ampla e seu papel em garantir a paz e a estabilidade na comunidade do Atlântico Norte”, informou a Casa Branca em comunicado.
“Os líderes reconheceram que a Otan deve ser capaz de confrontar as ameaças do século 21 e a segurança comum requer investimentos apropriados em capacidades militares para garantir que todos os aliados forneçam sua parte equitativa para a segurança coletiva”, afirma a nota oficial.
Trump e Merkel também concordaram sobre “a necessidade de fortalecer a já robusta cooperação na luta contra o terrorismo e o extremismo, e de trabalhar para estabilizar áreas de conflito no Oriente Médio e no norte da África”.
O presidente americano e a chanceler alemã conversaram sobre “Rússia e a crise na Ucrânia”, além da “importância da estreita cooperação alemã-americana” para a paz e segurança de ambos os países.
Por último, Trump aceitou o convite de Merkel para comparecer em julho à cúpula do G-20 (grupo de países desenvolvidos e emergentes) que será realizada na cidade alemã de Hamburgo. A primeira conversa oficial entre Trump e Merkel desde que o magnata tomou posse, no último dia 20, durou “45 minutos”, de acordo com o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.
Esse diálogo faz parte de uma rodada de reuniões por telefone de Trump com vários líderes neste sábado, entre eles os de França, François Hollande; Japão, Shinzo Abe; e da Austrália, Malcolm Turnbull.
Agora RN

sábado, 31 de dezembro de 2016

Mundo se prepara para receber 2017 com fortes medidas de segurança

Soldado faz a segurança no Coliseu, em Roma

Segurança está no centro das preocupações em todos os continentes, ao término de um ano abalado por uma série de ataques mortíferos contra civis.


O mundo se prepara neste sábado para uma longa noite de celebrações para receber 2017 em meio a fortes medidas de segurança, ao término de um ano abalado por uma série de ataques mortíferos contra civis.
Istambul, Orlando, Bruxelas, Ouagadougou, Bagdá… A lista de cidades atingidas por ataques extremistas em 2016 é longa.
Em Nice (86 mortos no dia 14 de julho) e Berlim (12 mortos em 19 de dezembro), caminhões avançaram contra a multidão, o modus operandi mais temido pelos serviços de segurança neste ano-novo.
No entanto, milhões de pessoas já saem sucessivamente às ruas de Oceania, Ásia, Oriente Médio, África, Europa e América para comemorar a chegada de um ano repleto de incertezas políticas e geopolíticas.
Devido à diferença de horário, Sydney foi a primeira grande metrópole a receber o novo ano, que começou com 12 minutos de um show pirotécnico em sua emblemática baía.
Mas a Austrália também está na linha de frente da luta contra o terrorismo. Um total de 2 mil policiais extras foram mobilizados em Sydney após a prisão de um homem por “ameaças vinculadas ao ano-novo”. Há uma semana, o governo já havia afirmado ter frustrado um “complô terrorista” para o dia de Natal em Melbourne.
“Encorajo todos a aproveitar o ano-novo sabendo que a polícia faz tudo o que pode para garantir a segurança”, declarou o primeiro-ministro do Estado de Nova Gales do Sul, Mike Baird, para tranquilizar o milhão e meio de pessoas nas imediações da ponte da baía e da Ópera.
Paris. A segurança está no centro das preocupações em todos os continentes. A Indonésia também disse ter frustrado um projeto de atentado de um grupo ligado ao Estado Islâmico (EI) no Natal em Jacarta e dezenas de pessoas morreram nas Filipinas nos últimos dias em ataques atribuídos a extremistas.
Israel, por sua vez, divulgou na sexta-feira uma advertência sobre os riscos “imediatos” de atentados contra turistas, em particular israelenses na Índia.
Em Nova York, 165 veículos “bloqueadores” – como caminhões de lixo – serão colocados em “locais estratégicos” e, principalmente, nas imediações da Times Square, onde se espera que mais de um milhão de pessoas acompanhem a tradicional descida da bola que anuncia a mudança de ano.
Em Berlim, as autoridades colocaram blocos de concreto e veículos blindados nas artérias que conduzem ao Portão de Brandemburgo. Em Colônia, o número de agentes foi multiplicado por 10 para evitar que se repita a onda de ataques sexuais cometidos por migrantes registrados no ano passado, que provocaram uma onda de indignação na cidade.
Os dispositivos de segurança também foram reforçados em Roma, especialmente em torno da Basílica de São Pedro, onde o papa Francisco liderará durante a tarde o tradicional Te Deum.
Depois de uma véspera de ano-novo sombria em 2015 após os atentados de 13 de novembro, Paris volta a ser uma festa. Meio milhão de pessoas devem se reunir na Champs Élysées. Mas a segurança será enorme, com quase 100 mil policiais, gendarmes e militares mobilizados em toda a França.
Em Madrid, a Puerta del Sol já recebe 25 mil privilegiados que receberão o novo ano comendo uvas no compasso das doze badaladas da meia-noite, protegidos por cerca de 800 agentes das forças de segurança.
No Rio de Janeiro, mais de 2 milhões de pessoas invadirão a praia de Copacabana. Mas o espetáculo dos fogos de artifício foi reduzido de 16 para 12 minutos devido à crise e à falta de financiamento em uma cidade que tenta se recuperar do custo exorbitante da Copa do Mundo futebol de 2014 e dos recentes Jogos Olímpicos.
A América será o último continente a entrar em um novo ano, que se anuncia repleto de incógnitas, começando pela chegada à Casa Branca de Donald Trump, uma pessoa que ninguém teria apostado que venceria a disputa no início de 2016.
Também há incerteza sobre o conflito na Síria, cuja onda expansiva se propaga há quase seis anos muito além do Oriente Médio. Um cessar-fogo está em vigor desde 30 de dezembro, no qual são excluídos os grupos considerados terroristas, como o EI.
Mas antes de entrar no ano-novo, os cidadãos de todo o mundo terão mais um segundo para aproveitar esta noite especial.
O minuto que vai das 23h59 a zero hora durará um segundo a mais, 61, devido à inclusão de um “segundo intercalar” que permitirá sincronizar o tempo astronômico da rotação da Terra com a escala de tempo atômica, muito mais precisa.
Agora RN

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Governo confirma que 1200 militares do Exército e Marinha ficarão no RN até dia 16

Militares das Forças Armadas darão apoio à segurança pública do Rio Grande do Norte no combate à onda de violência que assola a capital Natal e cidades vizinhas. Cerca de 1.200 homens do Exército e da Marinha atuarão na região metropolitana de Natal. A operação começou nesta segunda-feira (1º/08) e vai até o dia 16 de agosto.
A decisão, para aplicação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), foi autorizada no domingo (31/07) pelo presidente em exercício, Michel Temer, atendendo a um pedido do governador do estado, Robinson Faria.


Blog do BG

domingo, 31 de julho de 2016

Sobe para 50 número de presos envolvidos em ataques no RN

Balanço vem sendo divulgado pela Secretaria de Segurança Pública.


Por Redação
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) por meio das Polícias Militar e Civil detiveram, na noite deste sábado (30), mais seis suspeitos em envolvimento em atos de vandalismo relacionados a transportes e prédios públicos na Região Metropolitana de Natal e no interior. Com essas ações, sobe para 50 o número de suspeitos presos e apreendidos. A Polícia também apreendeu 30 coqueteis molotovs em uma casa abandona em Natal e três galões de combustíveis com os suspeitos.
Em Parnamirim, durante patrulhamento em uma área conhecida por “beco do engole”, no Bairro de Monte castelo, três pessoas foram presas e identificadas como: João Paulo Tavares Nascimento, 20 anos, Rafael Marcelino de Brito, 22 anos e André de Assis Barroso, 20 anos. Com eles, a Polícia apreendeu dois galões contendo nove litros de combustíveis, faca, duas balanças de precisão, um revólver calibre 38 com sete munições, celulares e ainda duas placas de colete balístico, além de entorpecentes.
Ao perceber a presença dos policiais, os três homens tentaram esconder os objetos, mas foram detidos e conduzidos para plantão zona Sul para as autuações. Nos aparelhos celulares apreendidos havia informações sobre atentados a transportes públicos, o que evidência a participação dos infratores nos atos de violência dos últimos dias. A área onde o trio foi detido já é conhecida pela Polícia por ser um ponto de tráfico de drogas.
Em Patu, um trio foi preso por policiais militares e civis portando um reservatório de gasolina. Os infratores foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil para as devidas autuações.
Outros suspeitos, conduzidos para averiguação, foram detidos em Monte Alegre, Macaíba, Parnamirim, Parelhas, Santa Cruz e Natal. Com eles a PM apreendeu motos roubadas, arma e recipientes de combustíveis. Todos os detidos estão sendo apresentados à Polícia Civil que está realizando os procedimentos necessários para elucidar cada caso.
Até o momento 45 ocorrências foram registradas sendo 39 relacionadas a incêndios e tentativas de incêndios, quatro de disparos contra prédios públicos, uma envolvendo explosivos em agência bancária ou proximidades e uma depredação. Foram confirmadas ações criminosas em dezesseis cidades do estado: Natal, Parnamirim, Macaíba, São José de Mipibú, Caicó, Currais Novos, Caiçara do Norte, Santa Cruz, Mossoró, João Camara, Jardim de Piranhas e Assú.
Portal no Ar

Sintro e Seturn emitem nota sobre paralisação do transporte público em Natal

Funcionamento do transporte público na capital está paralisado até que segurança seja retomada, garantem sindicatos; diversos ônibus foram queimados neste fim de semana


Os natalenses estão, neste domingo (31), impossibilitados de utilizarem os serviços de transporte público na capital. Devido aos ataques incessantes que criminosos realizaram aos ônibus nos últimos dois dias, as empresas optaram por não colocar a frota nas ruas hoje, temendo que novos atentados fossem realizados. O Sintro e o Seturn emitiram nota oficial para esclarecer a decisão. Veja abaixo:
O Sindicato dos Rodoviários e os empresários do setor de transporte público da cidade de Natal, após reunião entre os mesmos na noite de ontem (30), decidiram paralisar suas atividades, tendo em vista os crimes cometidos contra os seus veículos e a onda de violência que está ocorrendo na capital potiguar.
Portanto, a partir deste domingo (31), não haverá ônibus nas ruas. Os coletivos somente voltarão à transportar os passageiros quando a Polícia Militar do RN tiver solucionado à questão da insegurança que está ocorrendo na capital do Estado.
Ressaltamos ao trabalhador potiguar, usuário do transporte coletivo, que não haverá coletivos nas ruas até que a segurança seja retomada. Aproveitamos a situação para solicitarmos à compreensão de todos os nossos passageiros e usuários do transporte coletivo em Natal e todo RN.
Agora RN 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Um ex-membro da Al Qaeda à solta no Brasil

Ahmed Mustafa Diyab, ex-prisioneiro de Guantánamo, que está no Brasil(Enrique Marcarian/Reuters)

O sírio Jihad Ahmad Deyab, que cumpriu pena na prisão americana de Guantánamo por seus vínculos com a organização terrorista Al Qaeda, está vivendo no Brasil. Ele foi um dos seis ex-detentos que o Uruguai aceitou receber em 2014.
O governo do Uruguai confirmou a notícia publicada pela imprensa local, afirmando que antes de fugir para o Brasil, Deyab havia tentado atravessar legalmente a fronteira, mas que tinha sido barrado pelas autoridades brasileiras. O paradeiro de Deyab é desconhecido desde 6 de junho.
O ministro do Interior do Uruguai, Eduardo Bonomi, disse que as autoridades do país, em conjunto com a Interpol e a Embaixada dos Estados Unidos em Montevidéu, estão investigando o paradeiro de Deyab.
Deyab, de 45 anos, foi preso no Paquistão e serviu nas fileiras da Al Qaeda, tendo participado de operações na África e atuado como recrutador na Europa. Esse currículo que serviu para que os Estados Unidos não permitissem a sua repatriação. O ex-presidente Jose Mujica comprometeu-se a cuidar dos terroristas. Mas o seu populismo explosivo ajudou um um extremista a ingressar em território brasileiro.

veja



domingo, 12 de junho de 2016

Atirador de Orlando ligou para a polícia e jurou lealdade ao EI

Omar Mateen

O senador pela Flórida Bill Nelson afirmou que o atentado pode ter relação com o grupo terrorista Estado Islâmico. O atirador, americano de origem afegã, foi morto pela polícia


O atirador responsável pelo massacre em uma boate em Orlando, apontado como o pior ataque armado da história dos Estados Unidos, teria ligado para a polícia minutos antes do tiroteio e jurado lealdade ao líder do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), de acordo com a rede CNN. O senador pela Flórida Bill Nelson também afirmou que o ataque teria alguma relação com o grupo.
O grupo terrorista Estado Islâmico se responsabilizou pelo ataque, por meio de um comunicado da agência de notícias Amaq, comandada pelos extremistas. As autoridades americanas estão sendo cautelosas em relação ao massacre. Até agora, confirmam apenas que Omar Mateen, de 29 anos e descendente de afegãos, foi o responsável pelo ato.
Mateen foi investigado em duas ocasiões pelo FBI por sua possível ligação com grupos terroristas. Em entrevista coletiva, o agente do FBI Ron Hopper confirmou que o atirador foi investigado em 2013 por defender o EI em comentários nas redes sociais e novamente em 2014 por aparentemente querer cometer um ataque suicida. As autoridades, contudo, consideraram o resultado da apuração inconclusiva. O FBI disse ainda que o atirador comprou ao menos duas armas de fogo nas últimas semanas e que trabalhou como segurança.
O senador Nelson lamentou que dois fatos de violência perpetrados por homens armados ocorreram em um mesmo fim de semana em Orlando e manifestou a necessidade de uma maior regulação no uso de armas entre os cidadãos do país. Na sexta-feira, um homem de 27 anos disparou contra a cantora Christina Grimmie durante um show que ela fazia na cidade e a jovem morreu em decorrência dos ferimentos.
No tiroteio da última madrugada, pelo menos 50 pessoas morreram e outras 53 ficaram feridas na boate gay Pulse, no centro de Orlando. O responsável pelo massacre morreu em um enfrentamento com a polícia no local.
(Com EFE e Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Mãe queima filha viva por se casar sem permissão no Paquistão

Hassan Khan mostra a imagem de sua esposa Zeenat Rafiq, queimada viva pela própria mãe, contrária ao casamento da filha, em Lahore no Paquistão - 08/06/2016(K.M. Chaudary/AP)
Este foi o terceiro crime desse tipo no período de um mês no país

Uma mulher foi presa nesta quarta-feira no Paquistão acusada de torturar e queimar até a morte a própria filha, que casou sem sua permissão. Zeenat Bibi, de 17 anos, foi encharcada de querosene e queimada por sua mãe, Perveen Bibi, em sua casa da cidade oriental de Lahore uma semana depois de se casar, contou o porta-voz policial da região, Matloob Hussain. Esse foi o terceiro crime dessa natureza no período de um mês no Paquistão, onde são comuns os ataques a mulheres que desrespeitam tradições conservadoras relacionadas ao casamento.
O porta-voz explicou que a família pediu à vítima que retornasse à casa após fugir com seu marido para realizar uma cerimônia matrimonial. "Ela não queria retornar para sua família porque temia que a matassem. Mas eu dei permissão depois que um de seus tios garantiu sua segurança. Deixei que fosse", disse o marido, Hassan Khan, à televisão paquistanesa Geo. Khan disse à polícia que viu como vários familiares a agarravam enquanto a mãe jogava combustível e lhe ateava fogo.
No dia 30 de maio, Maria Sadaqat, professora de 19 anos, foi torturada e queimada viva por um grupo de homens após rejeitar um pedido de casamento do filho do dono da escola onde ela lecionava na cidade de Murree, próxima à capital. Maria morreu em decorrência dos ferimentos na quarta-feira passada, dois dias depois da agressão.
Em meados de maio, moradores de um vilarejo perto de Abbottabad mataram uma adolescente, também queimando-a viva, porque a garota ajudou uma amiga a fugir para se casar sem a permissão da família.
Crimes de honra - Este tipo de crime é muito frequente no sul da Ásia e costuma envolver homens de uma família que consideram uma afronta que transgride a conservadora moral familiar das sociedades locais.
Em 2015, 923 mulheres foram vítimas desse tipo de crime no país, segundo um relatório da Comissão de Direitos Humanos do Paquistão (HRCP), que adverte que esse número esconde uma realidade ainda maior que fica fora dos registros.
A ativista cineasta Sharmeen Obaid Chinoy ganhou neste ano seu segundo Oscar pelo documentário em curta-metragem A Girl in the River: The Price of Forgiveness (Uma Garota no Rio: o Preço do Perdão, em tradução livre), que conta a história de Saba Qaiser, uma sobrevivente de um desses "crimes de honra" - em 2014, Saba casou-se sem o consentimento dos pais e, como punição, foi baleada na cabeça e jogada no rio pelo próprio pai.
(Com EFE)


domingo, 5 de junho de 2016

Irã rejeita título de ‘maior patrocinador do terrorismo do mundo’ dado pelos EUA


Aiatola khamenei, líder supremo do Irão

O porta-voz do Ministério do Exterior, Hossein Jaberi Ansari, foi autor da declaração



Por Estadão Conteúdo
O Irã rejeitou publicamente um relatório anual do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que afirma que o país do Oriente-Médio é o maior patrocinador do terrorismo no mundo. O porta-voz do Ministério do Exterior, Hossein Jaberi Ansari, fez uma declaração na televisão estatal do país, neste domingo, dizendo que o relatório é falso e que há evidências de que falta credibilidade aos relatórios do departamento norte-americano.
Como em muitos anos anteriores, o relatório identificou o Irã como o “principal Estado patrocinador do terrorismo em 2015” por meio do seu financiamento, formação e equipagem dos vários grupos extremistas, principalmente o Hezbollah, assim como o governo do presidente sírio, Bashar Assad.
A maioria xiita do Irã está ajudando as forças iraquianas e sírias a lutar contra o Estado Islâmico, um grupo extremista sunita. Mas Teerã tem defendido seu apoio a grupos militantes palestinos, dizendo que eles têm o direito de resistir à ocupação de Israel. Fonte: Associated Press.
Portal no Ar

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Conheça os grupos terroristas que mais matam no mundo - O Estado Islâmico, que realizou os atentados em Paris há duas semanas, não encabeça a lista


Estado Islâmico

O Estado Islâmico age principalmente na Síria e Iraque e tem como característica a brutalidade - decapitações, crucificações e execuções coletivas. Em 2014, foram 1.071 ataques protagonizados pelo grupo terrorista, nos quais 6.073 pessoas morreram e outras 5.799 ficaram feridas. Os sunitas do EI, que surgiram de uma dissidência do braço da Al Qaeda no Iraque, aspiram conquistar a região do Levante, que inclui Israel, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria. O grupo opõe-se ao regime do ditador Bashar Assad na Síria e ao governo xiita no Iraque. Afirma estar travando uma guerra sagrada contra os muçulmanos xiitas, os cristãos e os yazidis, um grupo étnico-religioso no Iraque e na Síria.


Boko Haram (Jerome Delay/AP)
Após os atentados de 13 de novembro em Paris, no qual 130 pessoas morreram, a atenção do mundo se voltou para o grupo terrorista Estado Islâmico, que reivindicou a autoria dos ataques. Apesar das atrocidades cometidas pelo EI, como decapitações e crucificações, o grupo não é o que causou mais mortes em 2014 no mundo, segundo um estudo publicado pelo Instituto para Economia e Paz, baseado em Sidney, na Austrália. O Índice Global de Terrorismo 2015 coloca o nigeriano Boko Haram no topo da lista dos grupos terroristas mais letais do mundo. Os jihadistas que agem principalmente na Nigéria, Camarões e Chade mataram 6.644 pessoas em 2014. Já os jihadistas do Estado Islâmico causaram 6.073 mortes no mesmo ano.
O índice se baseou nos dados de ataques de grupos extremistas reunidos pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desde 1970. Em nível global, existem 530 grupos classificados por distintos governos como organizações terroristas. Só em 2014, 33 novas organizações radicais foram criadas.
Os civis constituem 77% de suas vítimas. Recentemente, o grupo tem aumentado o uso de bombas e explosivos em seus ataques. A maior parte dos atentados atingem mercados ou lugares públicos, como um ataque realizado em janeiro deste ano, quando um bomba presa a uma garota de 10 anos matou, além da criança, pelo menos 20 pessoas que estavam em um mercado de Maiduguri, na Nigéria.
Os jihadistas africanos têm interagido constantemente com a Al Qaeda e com a Al Qaida no Magreb Islâmico, grupo de origem argelina que mantém laços com a Al Qaeda desde 2002. Mais recentemente, eles passaram a se relacionar com o Estado Islâmico, compartilhando treinamentos militares e canais de mídias sociais. Em março de 2015, o Boko Haram firmou oficialmente aliança com o EI e reconheceu seu líder, al-Baghdadi, como Califa dos Muçulmanos.
Segundo o índice, em 2014, os jihadistas protagonizaram 453 ataques. Devido à violência deste grupo, a Nigéria é hoje, atrás do Iraque, o país com o mais alto número de mortes causadas por terrorismo, segundo o Índice.
Os dois ataques mais letais realizados pelo grupo em 2014 ocorreram em junho, quando os terroristas invadiram uma prisão em Badush, no Iraque, e mataram 670 prisioneiros xiitas, e em agosto, quando 500 pessoas da etnia Yazidi foram mortas em Sinjar, também no Iraque.
Al Qaeda - Por outro lado, a rede jihadista Al Qaeda, que orquestrou os ataques do 11 de setembro sob a chefia de Osama Bin Laden, tem perdido sua influência e encontra dificuldade para financiar seus planos. As derrotas sofridas para os rivais do Estado Islâmico no Oriente Médio esvaziaram os cofres do grupo jihadista e provocaram uma debandada de recrutas. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian em junho, dois dos principais chefes da Al Qaeda declararam que o atual número um da organização, o egípcio Ayman al-Zawahiri, não possui mais influência para chefiar os comandantes do grupo e só o mantém em atividade devido aos pedidos por lealdade que faz reiteradas vezes.
A tática utilizada pelo EI para orquestrar seus ataques no Ocidente também tem se destacado do método da Al Qaeda. Os jihadistas usam os novos combatentes cooptados no exterior para executar seus ataques em outros países. O estudo do Instituto para Economia e Paz chama essa estratégia de "tática dos lobos solitários", já que a maioria dos atentados executados por seguidores do grupo em países ocidentais são realizados por um único terrorista ou grupos pequenos e independentes.
veja

domingo, 22 de novembro de 2015

Vamos destruir o Estado islâmico, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo (22) que seu país e aliados não cederão na luta para combater os extremistas islâmicos e que iriam caçar seus líderes e cortar o financiamento do grupo.
"Destruir (o Estado Islâmico) não é apenas uma meta realista", disse ele em entrevista coletiva após uma reunião de líderes asiáticos na Malásia.
"Vamos destruí-los. Vamos tomar de volta terras onde eles estão atualmente, retirar o seu financiamento, caçar liderança, desmantelar as suas redes, linhas de abastecimento e nós vamos destruí-los."
Obama disse que "seria útil" se a Rússia direcionasse seu foco sobre o combate ao Estado Islâmico e que esperava que Moscou aceitasse uma transição de liderança na Síria que significasse seu presidente deixar o cargo.
uol

sábado, 21 de novembro de 2015

Primeira mulher-bomba da Europa gostava de festas e tirava selfie na banheira - Jornal belga revela perfil de Hasna Aitboulahcen, a mulher que se explodiu na operação policial que resultou na morte do mentor dos atentados em Paris

Hasna Aitboulahcen(Mailonline/Reprodução)
Hasna Aitboulahcen, a mulher-bomba que se explodiu no apartamento investigado pela polícia francesa em Saint-Denis na quarta-feira, era uma pessoa extrovertida, que gostava de festas, bebidas alcoólicas e cigarro antes de se radicalizar e se juntar ao Estado Islâmico (EI), há cerca de um mês, reportou o jornal belga La Dernière Heure. Na quarta-feira, Hasna, a primeira mulher-bomba da Europa, se matou ao detonar um cinto de explosivos no apartamento localizado no terceiro andar. Com a explosão, sua cabeça e coluna vertebral foram parar na calçada.
O irmão de Hasna, Youssouf Aitboulahcen, contou à publicação que ela nunca demonstrou interesse pela religião nem leu o Corão. Segundo ele, a irmã decidiu o usar o véu islâmico há apenas um mês. A publicação divulgou uma selfie de Hasna nua em uma banheira e fotos da mulher usando véu.
"Ela vivia em seu próprio mundo. Nunca se interessou em estudar religião. Ela ficava o tempo todo no telefone, vendo Facebook e Whatsapp", disse o irmão. Filha de pais separados, Hasna foi adotada por outra família quando era criança. "Ela era feliz e cresceu assim até a adolescência. Mas depois ela saiu dos trilhos, se tornou irresponsável, andando com más companhias".
Ex-vizinhos contam que ela era festeira, bebia e fumava bastante e saía com muitos rapazes. Segundo o jornal britânico Daiy Mail, amigos a apelidaram de 'cowgirl', pois ela gostava de usar grandes chapéus de cowboy.
Hasna era prima de Abdelhamid Abaaoud, o belga de 28 anos que planejou e financiou os ataques à capital francesa que deixaram 129 mortos e mais de 350 feridos na última sexta. Os militantes que estavam no apartamento invadido pela polícia planejavam realizar um ataque ao distrito financeiro parisiense de La Défense, e a polícia chegou ao local por meio de interceptações telefônicas.
Nesta quinta, a imprensa francesa divulgou um áudio em que é possível ouvir o diálogo entre Hasna e um policial que participava da ação. O agente pergunta 'Onde está seu namorado?', e Hasna responde 'Ele não é meu namorado!, antes de detonar os explosivos.
veja

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Estado Islâmico ameaça atacar Casa Branca, Roma e novamente Paris

O grupo extremista Estado Islâmico divulgou nessa quinta-feira (19) um vídeo em que ameaça fazer novos atentados na Casa Branca, em Roma e novamente em Paris, após os ataques da última sexta-feira (13) na capital francesa.

No vídeo de seis minutos, supostos integrantes da organização ameaçam fazer ataques suicidas na residência do presidente dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se congratulam com os atentados em Paris, em que morreram 129 pessoas.
Os terroristas também ameaçam com mais atentados na capital francesa e mencionam “a conquista de Roma”, depois de a Praça de São Pedro, no Vaticano, ter sido capa da revista online do grupo.
O novo vídeo foi divulgado depois de, na quarta-feira (18), o presidente da Câmara de Nova York, Bill de Blasio, ter dito que “não existe qualquer ameaça credível e específica” contra a cidade.
“Quero encorajar todos os nova-iorquinos a manterem as suas rotinas habituais e quero que saibam que não existe qualquer ameaça credível e específica contra a cidade”, afirmou de Blasio, em entrevista na Times Square, acompanhado do chefe da polícia, William Bratton.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Polícia identifica mentor dos atentados em Paris


abdelAs polícias da Bélgica e da França identificaram nesta segunda-feira o suspeito de estar por trás dos ataques terroristas de Paris, que deixaram 129 mortos. Trata-se de Abdelhamid Abaaoud, de 27 anos, nascido em Molenbeek, subúrbio de Bruxelas, na Bélgica. Ele teria planejado e financiado os atos e estaria atualmente na Síria. À agência Reuters, um oficial francês afirmou que o suspeito tem origem marroquina e é acusado de envolvimento com outros atentados na Europa, como a tentativa de um massacre no trem Thalys que fazia o trajeto entre Amsterdã e Paris, em agosto deste ano.
Segundo a Veja, Abaaoud é considerado uma das figuras midiáticas mais importantes entre os jihadistas belgas por sua atividade em redes sociais. Em um vídeo publicado na internet em 2014, ele diz que reza “para que Alá extermine aqueles que se opõem a ele, seus soldados e admiradores”. O suspeito é tido pelos investigadores, segundo o Le Monde, como alguém próximo a Salah Abdeslam – atualmente foragido e irmão do homem-bomba que se explodiu no bar Comptoir Voltaire, na noite de sexta.

Robson Pires

sábado, 14 de novembro de 2015

A França está em guerra e atacará o Estado Islâmico para destruí-lo

Paris, França – A França está em guerra e atacará o Estado Islâmico para destruí-lo, afirmou neste sábado (14/11) o primeiro-ministro francês Manuel Valls em referência aos atentados de Paris.
“Quero dizer aos franceses que estamos em guerra (…), Sim, estamos em guerra e vamos atuar e atingir esse inimigo jihadista para destruí-lo na França, na Europa, na Síria e no Iraque”, afirmou Valls falando à tv TF1. Ele afirmou ainda que a resposta francesa aos ataques de Paris será “do mesmo nível”.
Robson Piress

Estado Islâmico reivindica a responsabilidade por ataques em Paris

O grupo militante Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade neste sábado pelos ataques que mataram 127 pessoas em Paris.
Em uma declaração oficial, o grupo disse que seus combatentes presos a cintos com explosivos e carregando metralhadoras realizaram os ataques em vários locais no centro da capital francesa. Eles afirmam ainda que a série de atentados foi cuidadosamente estudada.
Além de 127 pessoas mortas, os atentados simultâneos em Paris deixaram 180 feridos, dos quais 80 se encontram em estado grave.

(Com agência Reuters)

Papa diz que ataques à França não têm justificativas religiosa ou humana

“Sinto-me muito próximo do povo francês, tão amado. Estou próximo dos familiares das vítimas e rezo por todos eles”, disse o Papa


O papa Francisco disse hoje (14) que os atentados terroristas de Paris “não têm justificação religiosa ou humana”. “Isto não é humano”, destacou o papa em declaração ao canal de televisão TV200, da Conferência Episcopal Italiana. “Não entendo essas coisas feitas por seres humanos. Por isso, estou comovido e rezo”, acrescentou Francisco por telefone.
“Sinto-me muito próximo do povo francês, tão amado. Estou próximo dos familiares das vítimas e rezo por todos eles”. Questionado sobre se os ataques são uma amostra da “guerra mundial aos pedaços” a que ele tem se referido frequentemente, Francisco afirmou que “este é um pedaço”. Segundo ele, não há justificativas para essas coisas.
Numa mensagem enviada antes ao arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois, Francisco tinha condenado vigorosamente os atentados e disse que “a violência não pode resolver nada”. Pelo menos 127 pessoas morreram e 180 ficaram feridas, 80 dos quais em estado crítico, nos diversos atentados de ontem (13) à noite em Paris, de acordo com fontes policiais francesas.
Agora RN

Hollande acusa Estado Islâmico e promete revidar - A polícia encontrou um passaporte sírio perto do corpo do terrorista que se explodiu perto do estádio de futebol

Presidente francês François Hollande faz pronunciamento após sequência de atentados terroristas no país - 13/11/2015(VEJA.com/Reprodução)

O presidente francês, François Hollande, disse na manhã desta sexta-feira que o grupo Estado Islâmico orquestrou o pior ataque na França desde a Segunda Guerra Mundial e prometeu revidar. A polícia encontrou um passaporte sírio perto do corpo do terrorista que se explodiu perto do Stade de France, o estádio de futebol onde a seleção nacional disputava um amistoso com a Alemanha.
Hollande disse após a reunião de segurança de emergência, neste sábado (14), que o número de mortos oficial subiu para 127, na série de ataques simultâneos na sexta à noite. No entanto, outras fontes afirmam que as vítimas fatais já passam de 150.
O presidente declarou três dias de luto nacional e colocou a segurança da nação em seu nível mais alto. Ele disse que a França "vai ser implacável para com os bárbaros do Estado Islâmico". "A França vai agir por todos os meios em qualquer lugar, dentro ou fora da país". A França já está bombardeando alvos dos extremistas na Síria e no Iraque e tem tropas lutando com extremistas na África.
Mais cedo, o Vaticano condenou "da maneira mais radical" os ataques terroristas em Paris. O reverendo Federico Lombardi disse em um comunicado que a madrugada de sábado foi "um atentado à paz para toda a humanidade".
Lombardi disse que o Vaticano estava rezando pelas vítimas e feridos.
veja