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domingo, 15 de janeiro de 2017

Longe do Carnaval, Ângela Bismarchi será batizada em rio e se arrepende de escrever livro pornô

Como já informamos, assim como Andressa Urach, Ângela Bismarchi agora mudou todo seu estilo de vida por causa da religião.
“Fui criada na religião católica, mas não era fervorosa, não praticava. Acreditava em Jesus e em Deus. Hoje estou conhecendo muito mais a palavra Dele. Estou voltada no caminho de Jesus, estudando o Evangelho”, afirma em entrevista ao Ego.
Ângela, que frequenta um culto evangélico duas vezes por semana, faz questão de frisar que não segue uma religião específica. “A religião foi muito usada através dos séculos para separar as pessoas, para as pessoas se promoverem, para ganhar poder e dinheiro. Hoje as religiões estão muito vinculadas dessa maneira. Quero seguir o Evangelho, e, por isso, vou em uma célula de um pastor que é voltado para os caminhos de Jesus”, diz.
O batismo dela e do marido será no fim do mês, e a modelo só sabe que será ao ar livre, nas águas de um rio. E avisa: eles não serão batizados em uma religião específica. “Nós somos cristãos sem denominação, pois estudamos as escrituras e o Evangelho primitivo sem as afetações do mundo desse século. Mas nada nos impede de visitar uma igreja evangélica”, confessa.
Além disso, ela diz que se arrepende de ter escrito o livro erótico “Don Juan e seus tons de pink”. “Me arrependo de ter feito ele sim, porque da maneira que vejo as coisas hoje eu escreveria outra coisa. Não que o livro seja ruim, mas não faria outro. Vou continuar fazendo tiragem, porque o cristão também faz sexo, mas a maneira que for escrever hoje para falar de amor vai ser outra”, diz.
tv foco

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

De cada três novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro

Desemprego vai continuar crescendo no país canarinho
Até 2018, 13,8 milhões de pessoas não terão trabalho no País e o Brasil terá maior aumento de desemprego entre os países do G-20

O Brasil terá em 2017 o maior aumento do desemprego entre as economias do G-20 e adicionará 1,4 milhão de novos trabalhadores sem emprego à sociedade até 2018. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho que, em um informe publicado nesta quinta-feira, alerta que o desemprego no País vai continuar a se expandir para atingir um total de 13,8 milhões de brasileiros até o ano que vem.
A OIT estima que, entre 2016 e 2017, o exército de desempregados no planeta aumentará em 3,4 milhões. Mas o epicentro dessa crise será o Brasil, responsável por 35% desse número, com 1,2 milhão em 2017 e mais 200 mil em 2018. De cada três novos desempregos no mundo, um será brasileiro.
Em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, superado apenas pela China e Índia, países com uma população cinco vezes superior a do Brasil. Nos EUA, com uma população 50% superior à brasileira, são 5 milhões de desempregados a menos que no País.
“As coisas vão piorar no Brasil antes de voltar a melhorar”, alertou o economista-senior da OIT, Steve Tobin. Pelos dados da entidade, o número de brasileiros sem empregos passará de 12,4 milhões em 2016 para 13,6 milhões em 2017. Para 2018, o número total chegará a 13,8 milhões.
Em termos percentuais, o salto no desemprego no Brasil vai ser o maior entre as economias do G-20. A taxa irá passar de 11,5% em 2016 para 12,4% em 2017. Ao final de 2018, apenas a África do Sul terá um índice de desemprego ainda superior ao do Brasil.
Na avaliação de Tobin, existem indicações de que a economia brasileira vai começar a se recuperar em 2018. Mas um impacto no mercado de trabalho não seria imediato, já que empresas tendem a aguardar antes de voltar a contratar. “Mesmo que o PIB melhore, existe uma reação retardada no mercado de trabalho”, explicou. Na avaliação da entidade, a recessão em 2016 no Brasil foi “mais profunda que antecipada” e que essa realidade ainda vai se fazer sentir em 2017.
Um dos temores ainda da OIT é de que a informalidade no mercado de trabalho brasileiro cresça, assim como a taxa de pessoas em empregos precários.
Impacto. Na OIT, os economistas não escondem que os números brasileiros tiveram um impacto mundial e afetaram os cálculos gerais. Para a entidade, como consequência, a América Latina tem hoje o maior desafio do desemprego no mundo, diante da recessão e suas consequências em 2017. Além disso, o continente conta ainda com uma população jovem, pressionando o mercado de trabalho.
No total, a região deve terminar 2017 com uma taxa de desemprego de 8,4%, 0,3 pontos a mais que em 2016. “Isso será amplamente gerado pelo aumento do desemprego no Brasil”, disse a OIT, lembrando que a recessão de 2016 foi a segunda em menos de uma década.
De acordo com a entidade, com uma contração do PIB brasileiro de 3,3% e 2016, o resultado foi um impacto em toda a região e nas exportações de países vizinhos. O cenário brasileiro acabou levando o PIB regional a sofrer uma queda de 0,4%. Quanto mais dependente do Brasil, pior foi o resultado para o continente. Na América Central, por exemplo, a expansão do PIB foi de 2,4%. Já na América do Sul, a queda foi de 1,8%.
Uma das consequências deve ser ainda o grau de vulnerabilidade, mesmo entre aqueles com trabalho. Entre 2009 e 2014, esses problemas foram alvo de amplas melhorias. Mas com o fim do crescimento regional em 2015, a taxa de trabalhadores em condições precárias aumentou de novo e passou de 90,5 milhões naquele ano para uma estimativa de 93 milhões ao final deste ano.
No médio prazo, a OIT ve a região com certo otimismo. A tendência aponta para uma estabilização dos preços de commodities e as “incertezas políticas e macroeconômicas começam a diminuir”. O resultado seria uma volta do crescimento do PIB na região já em 2017, de cerca de 1,6%.
Mas, ainda assim, a pressão sobre o mercado de trabalho vai continuar e o número de desempregados aumentará. Isso por conta da expansão da população jovem continuar a um ritmo mais acelerado que a criação de postos de trabalho.
Mundo. Pelo mundo, a OIT alerta que o desemprego também deve aumentar em 2017, mas apenas de forma marginal. No total, serão 3,4 milhões de novos desempregados, uma taxa de 5,8%, contra 5,7% em 2016.
Isso significa que um total de 201 milhões de pessoas estarão sem trabalho neste ano, um número que irá aumentar em outros 2,7 milhões em 2018.
Se no início da década a explosão no desemprego foi gerado pela crise nos países ricos, agora os números apontam para os emergentes. Nas economias desenvolvidas, o número total de desempregados passará de 38,6 milhões de pessoas para 37,9 milhões entre 2016 e 2017. Mas, no mundo em desenvolvimento, ele subirá de 143,4 milhões para 147 milhões.
Para Guy Ryder, diretor-geral da OIT, o crescimento da economia mundial continua a ser “frustrante”, o que deve criar sérios problemas para que mercados gerem postos de trabalho.
Além do desemprego, a OIT alerta para o fato de que 42% daqueles com um trabalho ocupam postos com alta taxa de vulnerabilidade, baixos salários e nenhum direito. “Nos países emergentes, quase um em cada dois trabalhadores vivem uma situação de vulnerabilidade”, disse Tobin, economista da OIT.
Sem um crescimento suficiente da economia mundial, essa população com trabalhos precários deve aumentar em 11 milhões de pessoas. O número de trabalhadores ganhando menos de US$ 3,10 por dia deve também aumentar e mais de 5 milhões em apenas dois anos.
Agora RN

sábado, 31 de dezembro de 2016

Mundo se prepara para receber 2017 com fortes medidas de segurança

Soldado faz a segurança no Coliseu, em Roma

Segurança está no centro das preocupações em todos os continentes, ao término de um ano abalado por uma série de ataques mortíferos contra civis.


O mundo se prepara neste sábado para uma longa noite de celebrações para receber 2017 em meio a fortes medidas de segurança, ao término de um ano abalado por uma série de ataques mortíferos contra civis.
Istambul, Orlando, Bruxelas, Ouagadougou, Bagdá… A lista de cidades atingidas por ataques extremistas em 2016 é longa.
Em Nice (86 mortos no dia 14 de julho) e Berlim (12 mortos em 19 de dezembro), caminhões avançaram contra a multidão, o modus operandi mais temido pelos serviços de segurança neste ano-novo.
No entanto, milhões de pessoas já saem sucessivamente às ruas de Oceania, Ásia, Oriente Médio, África, Europa e América para comemorar a chegada de um ano repleto de incertezas políticas e geopolíticas.
Devido à diferença de horário, Sydney foi a primeira grande metrópole a receber o novo ano, que começou com 12 minutos de um show pirotécnico em sua emblemática baía.
Mas a Austrália também está na linha de frente da luta contra o terrorismo. Um total de 2 mil policiais extras foram mobilizados em Sydney após a prisão de um homem por “ameaças vinculadas ao ano-novo”. Há uma semana, o governo já havia afirmado ter frustrado um “complô terrorista” para o dia de Natal em Melbourne.
“Encorajo todos a aproveitar o ano-novo sabendo que a polícia faz tudo o que pode para garantir a segurança”, declarou o primeiro-ministro do Estado de Nova Gales do Sul, Mike Baird, para tranquilizar o milhão e meio de pessoas nas imediações da ponte da baía e da Ópera.
Paris. A segurança está no centro das preocupações em todos os continentes. A Indonésia também disse ter frustrado um projeto de atentado de um grupo ligado ao Estado Islâmico (EI) no Natal em Jacarta e dezenas de pessoas morreram nas Filipinas nos últimos dias em ataques atribuídos a extremistas.
Israel, por sua vez, divulgou na sexta-feira uma advertência sobre os riscos “imediatos” de atentados contra turistas, em particular israelenses na Índia.
Em Nova York, 165 veículos “bloqueadores” – como caminhões de lixo – serão colocados em “locais estratégicos” e, principalmente, nas imediações da Times Square, onde se espera que mais de um milhão de pessoas acompanhem a tradicional descida da bola que anuncia a mudança de ano.
Em Berlim, as autoridades colocaram blocos de concreto e veículos blindados nas artérias que conduzem ao Portão de Brandemburgo. Em Colônia, o número de agentes foi multiplicado por 10 para evitar que se repita a onda de ataques sexuais cometidos por migrantes registrados no ano passado, que provocaram uma onda de indignação na cidade.
Os dispositivos de segurança também foram reforçados em Roma, especialmente em torno da Basílica de São Pedro, onde o papa Francisco liderará durante a tarde o tradicional Te Deum.
Depois de uma véspera de ano-novo sombria em 2015 após os atentados de 13 de novembro, Paris volta a ser uma festa. Meio milhão de pessoas devem se reunir na Champs Élysées. Mas a segurança será enorme, com quase 100 mil policiais, gendarmes e militares mobilizados em toda a França.
Em Madrid, a Puerta del Sol já recebe 25 mil privilegiados que receberão o novo ano comendo uvas no compasso das doze badaladas da meia-noite, protegidos por cerca de 800 agentes das forças de segurança.
No Rio de Janeiro, mais de 2 milhões de pessoas invadirão a praia de Copacabana. Mas o espetáculo dos fogos de artifício foi reduzido de 16 para 12 minutos devido à crise e à falta de financiamento em uma cidade que tenta se recuperar do custo exorbitante da Copa do Mundo futebol de 2014 e dos recentes Jogos Olímpicos.
A América será o último continente a entrar em um novo ano, que se anuncia repleto de incógnitas, começando pela chegada à Casa Branca de Donald Trump, uma pessoa que ninguém teria apostado que venceria a disputa no início de 2016.
Também há incerteza sobre o conflito na Síria, cuja onda expansiva se propaga há quase seis anos muito além do Oriente Médio. Um cessar-fogo está em vigor desde 30 de dezembro, no qual são excluídos os grupos considerados terroristas, como o EI.
Mas antes de entrar no ano-novo, os cidadãos de todo o mundo terão mais um segundo para aproveitar esta noite especial.
O minuto que vai das 23h59 a zero hora durará um segundo a mais, 61, devido à inclusão de um “segundo intercalar” que permitirá sincronizar o tempo astronômico da rotação da Terra com a escala de tempo atômica, muito mais precisa.
Agora RN

Ilhas do Pacífico inauguram celebrações do Ano-Novo pelo planeta

As celebrações de Ano-novo já começaram nas ilhas do Pacífico. Samoa, Tonga e Kiribati entraram em 2017 às 8h da manhã do horário de Brasília. A maior parte da Nova Zelândia entrou no novo ano uma hora depois. As informações são da Rádio França Internacional.
A festa da virada na Austrália neste sábado terá segurança reforçada, depois que a polícia antiterrorismo australiana prendeu esta semana um homem por fazer ameaças na internet contra o réveillon em Sydney, cidade mais populosa do país.
Um milhão e meio de pessoas são esperadas para acompanhar a passagem de ano na baía de Sydney. Para garantir o melhor lugar para assistir o famoso espetáculo, centenas de pessoas passaram a noite acampadas. Sete toneladas de fogos de artifício vão iluminar os céus da cidade por doze minutos em uma imagem que marca o início das grandes celebrações de ano novo mundo afora.
Na Indonésia, a virada este ano também acontece sob forte esquema de segurança. Cerca de 20 mil policiais foram mobilizados apenas na capital, Jacarta. Recentemente, as autoridades indonésias frustraram ao menos dois planos de ataques terroristas a bomba.
Na Tailândia, de luto pela morte do rei Bhumibol Adulyadej em outubro, a passagem de ano será marcada por vigílias e orações em todo o país.
Uma das maiores celebrações da Ásia acontece em Hong Kong e é um dos pontos altos do calendário turístico do território chinês. Dentro de poucas horas, milhares de pessoas devem lotar diversos pontos da cidade para acompanhar os dez minutos de show pirotécnico no porto Vitória.
Agora RN

Lava Jato deve chegar ao Rio Grande do Norte em 2017, diz jornal

Uma reportagem publicada pela Agência Estado (pertencente ao grupo Estadão Conteúdo) na manhã deste sábado (31) aponta que a Operação Lava Jato está prevendo novas ações em pelo menos mais sete estados no ano que vem. Um deles é o Rio Grande do Norte.
A obra no RN que tem suspeição de desvios de dinheiro público é a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dom Nivaldo Monte, localizada no Baldo, em Natal. As intervenções no local foram de responsabilidade da Odebrecht, uma das empreiteiras que está diretamente ligada no maior esquema de propinas já registrado no país.
Estação de Tratamento de Esgoto do Baldo é a obra investigada pela Lava Jato no RN. (Foto: Reprodução / Autor desconhecido)
Concluída em 2010, a obra da ETE do Baldo custou, ao todo, R$ 84 milhões. Além do Rio Grande do Norte, a Lava Jato ainda prevê ações em federações como Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Ceará, Piauí e Espírito Santo.
Agora RN

Conta de energia será mais barata para o brasileiro no início de 2017

De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde

O ano vai começar com a conta de energia mais barata para os brasileiros. De acordo com um anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária para o mês de janeiro será verde, ou seja, sem cobrança extra no bolso dos consumidores.
O sistema de cobrança por meio de bandeiras tarifárias começou a ser implementado em janeiro de 2015, e funciona da seguinte forma: a bandeira de cor vermelha adiciona uma taxa extra de R$ 4,50 reais a cada 100 quilowatts-hora (KWh) consumidos, e a bandeira de cor amarela adiciona uma custo de R$ 1,50 reais a cada 100 kWh.
Para identificar a taxa que está em vigor no mês, o consumidor deve estar atento ao boleto da conta de luz, no qual estão dispostas as bandeiras com a coloração da bandeira e a descrição que indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.
Esse sistema foi conduzido com o objetivo de suprir os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que utiliza mais recursos financeiros do que a energia de hidrelétricas. De acordo a Aneel, a decisão tem como base o relatório do Operador Nacional do Sistema (ONS), que aponta que a condição hidrológica está mais favorável.
Agora RN

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Papa não virá ao Brasil em 2017, diz presidência da CNBB

Dom Sérgio da Rocha, informou que a CNBB havia reiterado o convite para que Francisco viesse ao Brasil no próximo ano


Por Redação
Uma notícia triste para muitos brasileiros: o Papa Francisco não poderá vir ao Brasil em 2017. A informação foi dada pela presidência da CNBB, após audiência com o Santo Padre nesta quinta-feira, 20. Logo após o encontro, concedeu entrevista exclusiva à equipe da Canção Nova Roma.
“Falamos do Ano Nacional Mariano que começou dia 12 de outubro e ele se interessou. Foi aí que entrou o assunto de Aparecida e ele nos disse que ano que vem não poderá ir a Aparecida, porque indo a Aparecida teria que ir na Argentina, Chile, Uruguai e não há condições porque esse ano suspendeu as visitas ad limina (a visita dos bispos), e ano que vem vai pegar as visitas que seriam deste ano e do próximo ano”, informou o vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (BA).
Embora não venha já em 2017, não está descartada uma segunda vinda ao Brasil. O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, informou que o Papa manifestou o desejo de retornar em outro período, não no próximo ano dadas as diversas circunstâncias.
“Nós esperamos que, no futuro, ele venha nos visitar mais uma vez e isso certamente acontecerá porque existe sempre uma conjuntura de elementos, de momentos, e também a necessidade da presença do Santo Padre em outros lugares do mundo. Então ele olha todo o conjunto da Igreja, não olha só para o Brasil. Pelo fato dele ter essa noção da necessidade da presença dele no mundo todo, devagar ele vai vendo onde há necessidade de ir primeiro”.
Antes do encontro com o Papa, a presidência da CNBB havia conversado com a Rádio Vaticano e o presidente da entidade, Dom Sérgio da Rocha, informou que a CNBB havia reiterado o convite para que Francisco viesse ao Brasil no próximo ano.
Embora a expectativa fosse grande pelo “sim”, Dom Sérgio disse expressou que um “não” seria compreensível diante da agenda do Pontífice. “Nós esperamos que ele possa estar no Brasil no próximo ano, mas é claro que compreendemos que ele tem também outros compromissos, outras necessidades da Igreja”, declarou Dom Sérgio antes do encontro com o Papa nesta manhã.
Portal no Ar

sábado, 15 de outubro de 2016

Saiba quais profissões terão maiores ganhos salariais em 2017

Mesmo com o país em recessão e com o desemprego crescente – são 12 milhões de pessoas procurando trabalho, segundo o dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado no último dia 30 -, há profissionais cuja demanda em alta indica salários mais altos para o próximo ano. Um levantamento feito pela empresa de recrutamento e seleção Robert Half, com base nas entrevistas feitas e vagas disponíveis, mostra as tendências em oito áreas:

  1. Finanças e contabilidade
– Auditor, empresas pequenas e médias: valorização de 6,6% (R$ 3.400 a R$ 9.500)
– Analista contábil/fiscal sênior, empresas pequenas e médias: valorização de 6,4% (R$ 5.500 a R$ 7.800)
– Gerente de auditoria, empresas de grande porte: valorização de 6,3% (R$ 13.500 a R$ 27.000)

  1. Recursos humanos
– Coordenador/especialista em recursos humanos, empresas pequenas e médias: valorização de 9,7% (R$ 7.000 a R$ 10.000)
– Gerente, remuneração e benefícios, empresas pequenas e médias: valorização de 8,3% (R$ 11.000 a R$ 15.000)
– Gerente, remuneração e benefícios, empresas de grande porte: valorização de 8,2% (R$ 15.000 a R$ 23.500)

  1. Tecnologia
– Desenvolvedor de software: valorização de 28,4% (R$ 3.255 a R$ 11.000)
– Gerente de produto: valorização de 21,7% (R$ 8.000 a R$ 20.000)
– Gerente de big data: valorização de 15,4% (R$ 10.000 a R$ 20.000)

  1. Vendas e marketing
– Coordenador de comunicação – marketing, empresas de grande porte: valorização de 10% (R$ 6.500 a R$ 9.500)
– Coordenador de comunicação – marketing, empresas pequenas e médias: valorização de 8,8% (R$ 5.100 a R$ 8.500)
– Supervisor de vendas: valorização de 7,1% (R$ 6.500 a R$ 8.500)

  1. Seguros
– Controller, finanças: valorização de 8,,6% (R$ 14.000 a R$ 24.000)
– Diretor, subscrição/técnico: valorização de 8,5% (R$ 17.500 a R$ 33.500)
– Diretor, atuarial: valorização de 8,5% (R$ 17.500 a R$ 33.500)

  1. Mercado financeiro
– Analista, finanças: valorização de 10% (R$ 5.000 a R$ 11.500)
– Associado, crédito e risco: valorização de 9,8% (R$ 13.500 a R$ 20.000)
– Analista, crédito e risco: valorização de 8,6% (R$ 5.500 a R$ 13.500)

  1. Jurídico
– Advogado júnior, consultivo trabalhista, empresa de grande porte: valorização de 13% (R$ 4.300 a R$ 7.000)
– Advogado pleno, trabalhista contencioso, empresa média/boutique: valorização de 11,5% (R$ 4.200 a R$ 6.500)
– Advogado pleno, trabalhista contencioso, empresa de grande porte: valorização de 9,9% (R$ 5.000 a R$ 9.500)

  1. Engenharia
– Gerente de planejamento, supply chain, empresas pequenas e médias: valorização de 18,3% (R$ 10.000 a R$ 15.000)
– Analista de logística, supply chain, empresas de grande porte: valorização de 11,1%, (R$ 5.000 a R$ 10.000)
– Analista de logística, supply chain, empresas pequenas e médias: valorização de 8,7%, (R$ 4.500 a R$ 8.000)
Agora RN

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Salário mínimo de Temer será de R$ 945,80 a partir de 2017

O governo de Michel Temer já definiu o salário mínimo a partir de janeiro de 2017. Será de R$ 945,80, com alta de 7,5%, ligeiramente acima da inflação esperada para este ano, de 7,2%.
O valor do mínimo está na proposta de Orçamento da União que foi encaminhado hoje ao Congresso. Pela regra, o governo deve corrigir o piso salarial pela inflação do ano anterior e pelo Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
Em 2015, o PIB teve queda de 3,8%, mas o governo está desconsiderando isso da previsão do reajuste. Está garantindo a correção da inflação, mais um ligeiro ganho real.
Robson Pires