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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Por que as pessoas roem as unhas? E como parar com o hábito

Pessoas que roem ou roeram as unhas o fazem por inúmeros motivos que vão desde ansiedade até tédio. Em relação as causas para esse hábito que é considerado uma espécie de TOC, estudos sugerem que pode ser um fator genético, uma forma de relaxar ou ainda para aliviar o perfeccionismo. (iStock/Getty Images)


O hábito de roer as unhas afeta até 30% da população mundial e pode estar relacionado de ansiedade à genética. Mais: é possível parar com o hábito


Você rói as unhas?  Estudos estimam que o hábito afete entre 20% e 30% da população mundial. Os motivos para a prática variam de acordo com a pessoa, muitos associam ao nervosismo, ansiedade, tédio, fome, frustração e até mesmo como uma forma de relaxamento. Entretanto, as causas que levam a isso ainda permanecem um mistério para a ciência e para a comunidade médica, como afirma um estudo sobre o tema publicado na revista especializada Iranian Journal of Medical Sciences, segundo informações da BBC Brasil.

Onicofagia

O termo técnico para o hábito de roer as unhas é onicofagia e “pode levar a problemas psicossociais significativos e ter um impacto negativo na qualidade de vida” das pessoas, de acordo com um estudo publicado em 2016 na revista on-line PubMed.com.
Roer unhas também pode causar problemas na “unidade ungueal (da unha) e na cavidade oral”, de acordo com outro estudo chamado Onicofagia: o mistério, para os médicos, de roer as unhas. Para os autores dessa pesquisa, este problema é tão difícil de tratar que é preciso um esforço multidisciplinar envolvendo dermatologistas, pediatras e dentistas, entre outros.
veja

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ansiedade faz com que enxerguemos o mundo de maneira diferente, comprova estudo - Para os ansiosos, as sensações funcionam no esquema “8 ou 80”

De acordo com um estudo publicado pelo Jornal Current Biology, ansiosos não tem a capacidade de diferenciar situações “seguras” de situações neutras. Elas se dividem em apenas duas opções: momentos indiferentes ou momentos ameaçadores (ou ruins).

Entenda melhor
A pesquisa feita pelo Instituto Weizmann de Ciências, em Israel, constatou que essa disfunção está ligada diretamente à plasticidade cerebral, a área do sistema nervoso responsável por desenvolver “respostas” à experiências, ou seja, é a parte do cérebro que indica como cada um de nós vai lidar com cada situação.
Em pessoas diagnosticadas com ansiedade, a plasticidade costuma ser mais “resistente”, ou seja, o cérebro têm mais dificuldade em reorganizar e formar novas conexões.
Com essa confusão, os momentos bons acabam sendo encarados como banais, e os momentos neutros podem ser interpretados pelo cérebro como um momento ruim.

O estudo
Para descobrir isso, inicialmente os cientistas apresentaram aos voluntários três sons específicos, cada um correspondia a um resultado: perder dinheiro, ganhar dinheiro ou ficar na mesma.
Então, esses três sons foram misturados a outros 12 sons, e os especialistas pediram aos voluntários que identificassem quais daqueles ruídos já tinham sido ouvido por eles anteriormente, ou seja, eles tinham que sinalizar quando ouvissem um dos três primeiros sons apresentados.
Foi então que a surpresa aconteceu, os pesquisadores repararam que as pessoas diagnosticadas com ansiedade generalizavam os novos sons, pois tinha a propensão a achar que um som novo era um dos 3 primeiros apresentados no início do teste.
Eles não tinham problemas de audição, nem de aprendizado. Os sons eram encarados como experiências emocionais (ganhar ou perder dinheiro) e para as pessoas sem o transtorno, o experimento era compreendido somente como um teste.
“Os traços da ansiedade podem ser completamente normais e até benéficos do ponto de vista da evolução. Mas um evento emocional, mesmo que de pouca importância, pode induzir mudanças no cérebro que podem levar a um transtorno de ansiedade”, explicou o pesquisador envolvido no estudo, Rony Paz.

De quem é a culpa?
Segundo um estudo da Universidade de Wisconsin-Madison, ansiedade pode ser um fator hereditário. Enquanto isso, de acordo com os dados dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças, órgão do governo americano, só 25% das pessoas diagnosticadas com doenças mentais acreditam que as outras pessoas entendem suas experiências.
É muito importante que estudos como este continuem a serem feitos. A sociedade, com um todo, precisa entender que não podemos responsabilizar quem sofre de ansiedade por seus sintomas.
Fonte: Huffington Post

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Governo confirma que 1200 militares do Exército e Marinha ficarão no RN até dia 16

Militares das Forças Armadas darão apoio à segurança pública do Rio Grande do Norte no combate à onda de violência que assola a capital Natal e cidades vizinhas. Cerca de 1.200 homens do Exército e da Marinha atuarão na região metropolitana de Natal. A operação começou nesta segunda-feira (1º/08) e vai até o dia 16 de agosto.
A decisão, para aplicação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), foi autorizada no domingo (31/07) pelo presidente em exercício, Michel Temer, atendendo a um pedido do governador do estado, Robinson Faria.


Blog do BG

sábado, 2 de abril de 2016

Dilma: Uma presidente fora de si

Os últimos dias no Planalto têm sido marcados por momentos de extrema tensão e absoluta desordem com uma presidente da República dominada por sucessivas explosões nervosas, quando, além de destempero, exibe total desconexão com a realidade do País. Não bastassem as crises moral, política e econômica, Dilma Rousseff perdeu também as condições emocionais para conduzir o governo. Assessores palacianos, mesmo os já acostumados com a descompostura presidencial, andam aturdidos com o seu comportamento às vésperas da votação do impeachment pelo Congresso. Segundo relatos, a mandatária está irascível, fora de si e mais agressiva do que nunca. Lembra o Lula dos grampos em seus impropérios. Na última semana, a presidente mandou eliminar jornais e revistas do seu gabinete.
Agora, contenta-se com o clipping resumido por um de seus subordinados. Mesmo assim, dispara palavrões aos borbotões a cada nova e frequente má notícia recebida. Por isso, os mais próximos da presidente têm evitado tecer comentários sobre a evolução do processo de impeachment. Nem com Lula as conversas têm sido amenas. Num de seus acessos recentes, Dilma reclamou dos que classificou de “traidores” e prometeu “vingança”. Numa conversa com um assessor, na semana passada, a presidente investiu pesado contra o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. “Quem esse menino pensa que é? Um dia ele ainda vai pagar pelo quem vem fazendo”, disse.
Há duas semanas, ao receber a informação da chamada “delação definitiva” em negociação por executivos da Odebrecht, Dilma teria, segundo o testemunho de um integrante do primeiro escalão do governo, avariado um móvel de seu gabinete, depois de emitir uma série de xingamentos. Para tentar aplacar as crises, cada vez mais recorrentes, a presidente tem sido medicada com dois remédios ministrados a ela desde a eclosão do seu processo de afastamento: rivotril e olanzapina, este último usado para esquizofrenia, mas com efeito calmante. A medicação nem sempre apresenta eficácia, como é possível notar.
Isto É