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sábado, 2 de abril de 2016

Dilma: Uma presidente fora de si

Os últimos dias no Planalto têm sido marcados por momentos de extrema tensão e absoluta desordem com uma presidente da República dominada por sucessivas explosões nervosas, quando, além de destempero, exibe total desconexão com a realidade do País. Não bastassem as crises moral, política e econômica, Dilma Rousseff perdeu também as condições emocionais para conduzir o governo. Assessores palacianos, mesmo os já acostumados com a descompostura presidencial, andam aturdidos com o seu comportamento às vésperas da votação do impeachment pelo Congresso. Segundo relatos, a mandatária está irascível, fora de si e mais agressiva do que nunca. Lembra o Lula dos grampos em seus impropérios. Na última semana, a presidente mandou eliminar jornais e revistas do seu gabinete.
Agora, contenta-se com o clipping resumido por um de seus subordinados. Mesmo assim, dispara palavrões aos borbotões a cada nova e frequente má notícia recebida. Por isso, os mais próximos da presidente têm evitado tecer comentários sobre a evolução do processo de impeachment. Nem com Lula as conversas têm sido amenas. Num de seus acessos recentes, Dilma reclamou dos que classificou de “traidores” e prometeu “vingança”. Numa conversa com um assessor, na semana passada, a presidente investiu pesado contra o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. “Quem esse menino pensa que é? Um dia ele ainda vai pagar pelo quem vem fazendo”, disse.
Há duas semanas, ao receber a informação da chamada “delação definitiva” em negociação por executivos da Odebrecht, Dilma teria, segundo o testemunho de um integrante do primeiro escalão do governo, avariado um móvel de seu gabinete, depois de emitir uma série de xingamentos. Para tentar aplacar as crises, cada vez mais recorrentes, a presidente tem sido medicada com dois remédios ministrados a ela desde a eclosão do seu processo de afastamento: rivotril e olanzapina, este último usado para esquizofrenia, mas com efeito calmante. A medicação nem sempre apresenta eficácia, como é possível notar.
Isto É

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Aplicativo vai monitorar mensagens de ódio e racismo nas redes sociais

racismo internet
Um aplicativo na internet vai monitorar postagens nas redes sociais que reproduzam mensagens de ódio, racismo, intolerância e que promovam a violência. Criado pelo Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), o instrumento será lançado este mês e permitirá que usuários sejam identificados e denunciados.
De acordo com o professor responsável pelo projeto, Fábio Malini, os direitos humanos são vistos de maneira pejorativa na internet e discursos de ódio tem ganhado fôlego. “É preciso desmantelar esse processo”, defende. Por meio da disponibilização dos dados, ele acredita que é possível criar políticas públicas “que amparem e empoderem as vítimas”.
Encomendado pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, o Monitor de Direitos Humanos, como foi batizado o aplicativo, buscará palavras-chaves em conversas que estimulem violência sexual contra mulheres, racismo e discriminação contra negros, índios, imigrantes, gays, lésbicas, travestis e transexuais. Os dados ficarão disponíveis online.
Robson Pires

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Crimes de ódio em redes sociais disparam no período eleitoral

                                    

As discussões em redes sociais sobre as eleições fizeram aumentar em 84% o número de denúncias de crimes de ódio cometidos na web. As páginas incluem conteúdo relacionado a racismo, homofobia, xenofobia, neonazismo e intolerância religiosa. As denúncias foram feitas à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, rede para denúncias anônimas de delitos contra os direitos humanos e dos animais. As reclamações são recebidas por Polícia Federal, Câmara, Senado e a ONG Safernet, entre outros.
Segundo o levantamento, obtido pela Folha, 8.429 denúncias envolvendo crimes de ódio no Facebook e no Twitter foram feitas entre 1º de julho e 6 de outubro deste ano; 3.018 páginas hospedavam os conteúdos. No mesmo período de 2013 –sem eleições–, foram 4.583 denúncias para 1.719 páginas. Os picos de denúncia aconteceram na semana passada. O maior deles foi no dia 29 de setembro, um dia após o candidato Levy Fidelix (PRTB) declarar, no debate da TV Record, que “aparelho excretor não reproduz”, entre outros ataques a homossexuais. Na data, ocorreram 1.143 denúncias, recorde no período, envolvendo 141 páginas no Facebook e no Twitter. No mesmo dia do ano passado, os números eram 63 denúncias para 20 páginas únicas. O aumento no volume de denúncias foi de 1.800%.
Marcos Dantas

sábado, 3 de novembro de 2012

O ódio e o sentimento de vingança de alguns contra a "Borboleta"

MICARLA, ALVO DO ÓDIO E VINGANÇA DE ALGUNS

Micarla foi afastada da prefeitura de Natal sem ter chances de nenhum tipo de defesa.
Porque só com ela?
Nós estamos "bestas" de ouvir, ver e saber que até os "bandidos" da mais alta periculosidade tem o amplo direito de defesa. Tem alguns que até respondem em casa sem serem encarcerados.

Estamos vivendo realmente na democracia ou a ditadura voltou de uma forma inconsciente, sem ser oficializada?

Por mais reprovada que esteja pela população natalense (90% ou mais),  ela como cidadã, ser humano e até mesmo mãe deve ter o direito de se defender, até por que a "Borboleta" não foi e não é a única política que passou por isto.

Nunca se viu tanto ódio de alguns para com ela. Foram quatro anos de oposição ferrenha a sua administração e até a ela própria. Tudo fizeram para desestabiliza-la. Sindicatos, instituições e agentes políticos ocultos trabalharam 24 horas sem cessar e até chegar a exaustão. O ódio e o sentimento de vingança era tanto que até a vida pessoal de Micarla foi vasculhada. Quando nada encontravam, aí era a vez dos boatos: "Micarla fez isso ...disse isso e vai fazer isso.

WILMA COMO EXEMPLO

Micarla para voltar novamente a tona tem que fazer como Dona Wilma.
Existiu uma pessoa que mais sofreu e ainda sofre problemas com justiça como Wilma de Faria?
Acusações de lavagem de dinheiro, de tráfico de influências, de compra de votos, de corrupção e de familiares envolvidos em falcatruas são constantes na vida da guerreira, mas nem por isto ela deixou se abater.

E tem mais. Em termos de derrotas, Wilma sofreu a maior de todas quando em 1994 ficou em último lugar para governadora perdendo até para Mineiro, obtendo nesta época uma votação pífia.
Tudo passa e a  vida  continua, e a guerreira continua de pé. 


ATÉ POR SER EVANGÉLICA MICARLA FOI CRITICADA

Diz a bíblia que quando uma pessoa aceita Jesus como seu único salvador, as forças infernais se voltam enfurecidas contra ela com o intúito de roubar, matar e destruir.

Até a imagem do batismo de Micarla nas águas serviu de chacota nas redes sociais.

A JUSTIÇA DIVINA

A bíblia também fala que quando a justiça dos homens falha, a justiça de Deus continua inatingível e perfeita,  e todo o mal que se deseja ao seu semelhante ainda nesta vida, o mal volta em dobro causando estragos irreparáveis.