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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Lado obscuro de Michael Jackson volta à tona em documentos

Segundo um relatório policial relacionado a uma operação realizada na residência de Michael Jackson em 2003, o cantor tinha um lado obscuro. De acordo com o informações divulgadas pelo site americano Radar Online, nesta terça-feira (21), ele colecionava imagens de crianças e de conteúdo mórbido e pornográfico.
As denúncias contra o rei do pop, que faleceu aos 50 anos, voltam à tona prestes a completar sete anos de seu falecimento. Em 2005, Jackson foi absolvido da acusação de agressão sexual, ao término de um julgamento que durou 14 semanas.
O Radar Online traz um relatório com detalhes sobre numerosos livros, revistas e documentos encontrados em Neverland, a mansão onde Jackson residia na Califórnia
De acordo com a polícia, o material não configurava crime, mas podia ser parte de uma estratégia de “preparação” através da qual os pedófilos “conseguem reduzir as inibições de suas vítimas e facilitar sua agressão”.
Radar Online reproduziu cenas onde aparecem jovens adultos em cenas sadomasoquistas, além de fotos mórbidas, incluindo torturas de crianças. As peças apreendidas e detalhadas no relatório policial também cita imagens de mutilações corporais.
O site ainda cita um investigador não identificado segundo o qual o astro pop possuía “imagens chocantes de tortura de crianças”, que não foram reproduzidas na publicação.”Os documentos recolhidos [pela polícia] traçam uma imagem sombria de Jackson”, diz a fonte.
Os responsáveis por administrar a fortuna do rei do pop criticaram o Radar Online, denunciando “os que seguem tentando (…) explorar vergonhosamente Michael e ignoram que em 2015 ele foi declarado inocente por um tribunal (…) após ser acusado durante uma caça às bruxas”. “Michael é tão inocente destas acusações infames agora que está morto como quando estava vivo, apesar de já não estar aqui para se defender. Basta.”
*Agência France Presse

sábado, 10 de outubro de 2015

Papa Francisco disse durante missa: invejas, calúnias e armadilhas vêm do diabo

Nesta sexta-feira, 9 de Outubro, durante a missa em Santa Marta o Papa Francisco disse que as invejas, as calúnias e as armadilhas vêm do diabo. No Evangelho do dia, Jesus expulsa um demônio, faz o bem, está entre a gente que o escuta e reconhece a sua autoridade, mas há quem o acuse:

“Havia um outro grupo de pessoas que não gostava dele e tentavam sempre interpretar as palavras e as atitudes de Jesus de modo diferente, contra Jesus. Alguns por inveja, outros por rigidez doutrinal, outros porque tinham medo que os romanos chegassem e fizessem uma tragédia; por muitas razões, tentavam afastar a autoridade de Jesus das pessoas e caluniar, como neste caso. ‘Ele expulsa os demônios através de Belzebu’. Ele é um endiabrado, faz magias, é um feiticeiro’. Colocavam-no à prova continuamente, provocavam-no com armadilhas, para ver se caia”.
Segundo o Santo Padre é fundamental saber “discernir as situações”, pois o cristão não se pode deixar anestesiar pensando que tudo está bem e permitindo que o ‘diabo’ o convence a fazer as coisas com relativismo. Por isso é necessário vigiar através do exercício do “exame de consciência” – sublinhou o Papa Francisco: discernir e vigiar: “Discernir e vigiar, para não deixar entrar aquele que engana, que seduz, que fascina. Peçamos ao Senhor esta graça, a graça do discernimento e a graça da vigilância”.
Robson Pires

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

TSE veta propaganda do PT e proíbe ataques em horário eleitoral

 

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O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (16) que as propagandas eleitorais gratuitas em cadeia nacional de rádio e TV não podem servir para “atacar” candidato adversário, mas sim para debater propostas. A proibição não abarca outros meios pelos quais a propaganda pode ser realizada nem atinge debates, entrevistas e outras manifestações dos candidatos em campanha.
Robson Pires

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Para neutralizar boatos, Aécio mira Nordeste no 2º turno

Petistas espalham que tucano pretende achatar salários e minar programas sociais. Agenda será intensificada nos Estados onde Dilma teve mais votos
 
O candidato à Presidência da República pelo PSBD, Aécio Neves, durante encontro com trabalhadores da construção civil em São Paulo, ao lado do governador reeleito Geraldo Alckmin do senador eleito José Serra
O candidato à Presidência da República pelo PSBD, Aécio Neves, durante encontro com trabalhadores da construção civil em São Paulo, ao lado do governador reeleito Geraldo Alckmin do senador eleito José Serra - Orlando Brito/Divulgação
 
Depois de ter conseguido sair vitorioso em colégios eleitorais estratégicos, como São Paulo e Paraná, no primeiro turno, o candidato do PSDB à Presidência da República decidiu mirar em Estados emblemáticos da região Nordeste para tentar neutralizar a onda de boatos disseminados pelo PT nessa reta final da eleição e reverter a ampla vantagem da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) na região. Na primeira etapa do processo eleitoral, Dilma obteve 16,4 milhões de votos nos nove Estados nordestinos – contra apenas 4,2 milhões de votos de Aécio –, apoiada principalmente no histórico favoritismo petista na região, abastecido pelo forte colchão social do governo, e na estratégia rasteira de disseminar boatos contra Aécio Neves, em sua maior parte relacionados ao fim dos programas como Bolsa Família, Universidade para Todos (ProUni) e Minha Casa Minha Vida.
A meta do bunker de Dilma é chegar a 75% dos votos da região Nordeste e, desde domingo, ganharam corpo boatos inéditos disseminados contra o tucano. Na Bahia, por exemplo, onde Dilma conseguiu impor vantagem de 3 milhões de votos sobre Aécio, o novo boato espalhado por cabos eleitorais petistas é o de que, se eleito, Aécio congelaria o salário mínimo. Na verdade, o candidato já se comprometeu, mais de uma vez, a manter o reajuste real do mínimo, mas a orientação da campanha de Dilma é martelar a tese de que Aécio promoveria um arrocho no benefício, prejudicando diretamente os trabalhadores. O prefeito de Salvador Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) foi escalado para tentar anular a boataria em território baiano.
 
Alvo preferencial da oligarquia Sarney no primeiro turno, o governador eleito do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) também tem sido procurado por emissários de Aécio para ajudar a conter os boatos de que o tucano colocaria em risco programas sociais e conquistas trabalhistas. Os tucanos esperam ainda que Dino atue em favor de Aécio e consiga reverter a ampla vantagem que a petista Dilma Rousseff teve no estado – quase 2,2 milhões de votos contra apenas 365.000 do candidato do PSDB. 
O alto nível de desconhecimento do candidato do PSDB no Nordeste, que mesmo lançando um programa específico para a região não conseguiu conquistar a preferência do eleitorado, foi um fator crucial para que a campanha do tucano decidir que, nos próximos dias, o senador precisa visitar a Bahia, Pernambuco, Ceará, Maranhão e Paraíba. Com exceção de Pernambuco, que deu vitória a Marina Silva (PSB) no primeiro turno, Dilma saiu vitoriosa em todos esses Estados. 
 
Região Sul – Em sentido oposto, Aécio tem conseguido ampliar o leque de apoios na região Sul. Em Santa Catarina, Aécio bateu Dilma Rousseff com mais de 800.000 votos de vantagem. Ele também teve o palanque fortalecido no Rio Grande do Sul, onde a candidata derrotada Ana Amélia Lemos (PP) e o ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori (PMDB), que disputa o segundo turno, apoiam a candidatura do tucano. Entre os gaúchos, Aécio recebeu 2,6 milhões de votos, 100.000 a menos que Dilma, que venceu no Estado.
No Paraná, onde conseguiu mais de 1 milhão de votos de vantagem contra Dilma, está definido que o governador reeleito do Estado Beto Richa (PSDB) atuará como o principal cabo eleitoral do candidato, mobilizando lideranças políticas e religiosas em cidades estratégicas como Ponta Grossa, Londrina, Curitiba, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu, além da capital Curitiba. Um grande ato político em prol de Aécio é esperado para a próxima segunda-feira em Curitiba.
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Crimes de ódio em redes sociais disparam no período eleitoral

                                    

As discussões em redes sociais sobre as eleições fizeram aumentar em 84% o número de denúncias de crimes de ódio cometidos na web. As páginas incluem conteúdo relacionado a racismo, homofobia, xenofobia, neonazismo e intolerância religiosa. As denúncias foram feitas à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, rede para denúncias anônimas de delitos contra os direitos humanos e dos animais. As reclamações são recebidas por Polícia Federal, Câmara, Senado e a ONG Safernet, entre outros.
Segundo o levantamento, obtido pela Folha, 8.429 denúncias envolvendo crimes de ódio no Facebook e no Twitter foram feitas entre 1º de julho e 6 de outubro deste ano; 3.018 páginas hospedavam os conteúdos. No mesmo período de 2013 –sem eleições–, foram 4.583 denúncias para 1.719 páginas. Os picos de denúncia aconteceram na semana passada. O maior deles foi no dia 29 de setembro, um dia após o candidato Levy Fidelix (PRTB) declarar, no debate da TV Record, que “aparelho excretor não reproduz”, entre outros ataques a homossexuais. Na data, ocorreram 1.143 denúncias, recorde no período, envolvendo 141 páginas no Facebook e no Twitter. No mesmo dia do ano passado, os números eram 63 denúncias para 20 páginas únicas. O aumento no volume de denúncias foi de 1.800%.
Marcos Dantas

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Presidenciáveis, Aécio Neves e Marina Silva criticam artilharia na internet

Grupos ligados provavelmente ao PT estariam de prontidão na internet para divulgar falsas informações contra adversários da reeleição de Dilma Rousseff

Presidenciáveis, Aécio Neves e Marina Silva criticaram o que chamaram de "mensalet". De acordo com os dois, pessoas possivelmente ligadas ao PT estariam usando a internet para prejudicar a imagem e a reputação deles.
A ex-senadora Marina Silva, que tenta fundar o partido Rede Sustentabilidade, disse que existe uma articulação de uma "militância dirigida, de partidos e outras organizações" para "disseminar mentiras" na internet.
Em artigo no jornal Folha de S. Paulo, ela afirmou que esse movimento foi observado quando internautas espalharam que ela defendia o deputado Marco Feliciano. Segundo Marina, em 2010, "já era visível essa militância dirigida, que depois se profissionalizou".
De acordo com a ex-senadora, "várias organizações mantêm suas brigadas digitais, com 'editores' dos debates e notícias cujos critérios são os interesses de seus patrões. Uma investigação detalhada poderia mostrar essa espécie de 'mensalão da internet', uma indústria subterrânea da calúnia".
Nesta segunda-feira (27), o senador Aécio Neves fez coro às críticas de Marina e também confirmou a existência do "mensalet". Também em artigo na Folha, o tucano disse que a declaração dela foi "uma corajosa abordagem sobre um tema que impressiona a quem frequenta o mundo das redes sociais".
— Classificado por ela como 'mensalet' ou 'mensalão da internet', trata-se da atuação de uma indústria subterrânea voltada a disseminar calúnias e a tentar destruir reputações.
De acordo com Aécio, "os objetivos são constranger, forjar suspeições, levantar dúvidas, transformar em verdade a mentira repetida mil vezes".
O senador ainda disse que "o mais grave é que esse roteiro se repete para buscar desconstruir a imagem de qualquer um que ouse defender ideias divergentes dos interesses daqueles que mantêm plugada essa verdadeira quadrilha virtual".