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terça-feira, 25 de abril de 2017

Trump e China fecham acordo contra ameaça nuclear norte-coreana

Jinping disse ainda que espera que a situação não se agrave

Líderes comprometeram-se a juntar esforços para combater o programa nuclear da Coreia do Norte

Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, concordaram em unir esforços para combater o programa nuclear da Coreia do Norte, informou comunicado divulgado nesta segunda-feira pela Casa Branca.
Em telefonema realizado na noite de domingo, o presidente dos Estados Unidos criticou a “beligerância contínua” da Coreia do Norte e disse que as ações de Pyongyang estão desestabilizando a península coreana.
Os dois líderes concordaram com a urgência da ameaça que o país representa e Xi Jinping afirmou que se opõe  firmemente ao programa de armas nucleares da Coreia do Norte, que viola as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Jinping disse ainda que espera que a situação não se agrave.
O governo Trump advertiu que todas as opções, incluindo ataques militares, estão “em cima da mesa” para deter as ambições da Coreia do Norte de desenvolver um míssil nuclear que poderia chegar ao continente americano.
Fonte: AFP

sábado, 12 de novembro de 2016

Melania Trump esposa do presidente eleito do EUA Donald Trump é a 2ª primeira-dama estrangeira (mas a 1ª a posar nua)

A primeira estrangeira a morar na Casa Branca foi a britânica Louisa, mulher de John Quincy Adams, presidente americano entre 1825 e 1829

Melania Trump em página da revista ‘GQ’, de 2000 (Reprodução/GQ/)

Das passarelas à Casa Branca, a modelo eslovena Melania Trump, de 45 anos, é a nova primeira-dama dos Estados Unidos, sendo a única a já ter posado nua para uma revista masculina. Melania estampou as páginas da revista britânica QG no ano 2000, logo após começar seu namoro com o magnata Donald Trump, de 70 anos. Ela foi fotografada nua, coberta apenas por diamantes, em um Boeing 727 para ilustrar seu perfil na revista britânica. Com o resultado da eleição, as fotos voltaram à imprensa americana e tomaram as redes sociais.

Com a eleição de Trump, Melania também se torna a segunda primeira-dama americana nascida fora do país. A primeira foi a britânica Louisa, mulher de John Quincy Adams, presidente entre 1825 e 1829. Nascida em 26 de abril de 1970, em Sevnica, perto de Liubliana, capital da Eslovênia, Melania chegou aos Estados Unidos em 1996 e, logo em 1998, conheceu o magnata durante um evento de moda patrocinado pela revista Allure.
(Com ANSA) veja

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Na Casa Branca, Trump diz que vai pedir conselhos a Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebe o republicano Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington - 10/11/2016 (Kevin Lamarque/Reuters)


“Discutimos muitas situações, algumas delas maravilhosas e algumas mais difíceis”, afirmou Donald Trump em coletiva de imprensa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o recém-eleito Donald Trump se encontraram nesta quinta-feira na Casa Branca. De acordo com o republicano, a reunião, que deveria durar no máximo quinze minutos, acabou se estendendo por uma hora e meia e foi muito produtiva.
Em um rápido pronunciamento à imprensa no Salão Oval, os dois afirmaram que discutiram os preparativos para uma transição tranquila entre os dois governos. “Nós queremos garantir que eles se sintam bem-vindos e queremos estar preparados para essa transição”, afirmou Obama. Os dois conversaram sobre “assuntos organizacionais e políticas externa e interna”, segundo o presidente. 
veja

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Estado Islâmico ameaça atacar Casa Branca, Roma e novamente Paris

O grupo extremista Estado Islâmico divulgou nessa quinta-feira (19) um vídeo em que ameaça fazer novos atentados na Casa Branca, em Roma e novamente em Paris, após os ataques da última sexta-feira (13) na capital francesa.

No vídeo de seis minutos, supostos integrantes da organização ameaçam fazer ataques suicidas na residência do presidente dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se congratulam com os atentados em Paris, em que morreram 129 pessoas.
Os terroristas também ameaçam com mais atentados na capital francesa e mencionam “a conquista de Roma”, depois de a Praça de São Pedro, no Vaticano, ter sido capa da revista online do grupo.
O novo vídeo foi divulgado depois de, na quarta-feira (18), o presidente da Câmara de Nova York, Bill de Blasio, ter dito que “não existe qualquer ameaça credível e específica” contra a cidade.
“Quero encorajar todos os nova-iorquinos a manterem as suas rotinas habituais e quero que saibam que não existe qualquer ameaça credível e específica contra a cidade”, afirmou de Blasio, em entrevista na Times Square, acompanhado do chefe da polícia, William Bratton.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Tunísia, Kuwait e França são alvos de atentados


Uma mesquita xiita na capital deixou pelo menos 25 mortos e 202 feridos



Por Paula Laboissière/Agência Brasil

Atentado no Kuwait deixou pelo menos 25 mortos (Foto:  Raed Qutena/EPA/Agência Lusa)
Atentado no Kuwait deixou pelo menos 25 mortos (Foto: Raed Qutena/EPA/Agência Lusa)

Três países registraram nesta sexta-feira (26) atentados com mortes já confirmadas. Na França, uma pessoa morreu e duas ficaram feridas após um atentado a uma usina próxima à cidade de Lyon. Na Tunísia, pelo menos 27 pessoas morreram em um resort na cidade de Sousse, região turística do país. No Kuwait, um atentado a uma mesquita xiita na capital deixou pelo menos 25 mortos e 202 feridos.
Poucas horas após o ataque à usina, o presidente francês François Hollande disse que é preciso não ceder ao medo e que este é o momento de prevenir novas ações terroristas. Ele interrompeu a reunião de líderes europeus da qual participa, em Bruxelas, para fazer a declaração e anunciou que voltará em seguida para a França, onde deverá ter uma reunião emergencial de crise.
No Kuwait, o ataque foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico. O braço do grupo na Arábia Saudita, designado Província de Nadj, informou que o combatente Abu Suleiman Al Muwahhid foi responsável pelo ataque contra a mesquita.
Também hoje, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, telefonou para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para conversar sobre os acontecimentos no Oriente Médio provocados pelo Estado Islâmico e a situação na Ucrânia, anunciou a Casa Branca em comunicado.
Portal  BO

Suprema Corte dos EUA aprova casamento homossexual em todo o país

Em sua conta no Facebook, a Casa Branca comemorou a aprovação

A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (26) o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todos os 50 Estados do país. A decisão foi aprovada por cinco votos a quatro e derruba proibições em Estados que não permitiam o casamento homossexual, como Kentucky, Michigan, Ohio e Tennessee. Através de sua conta no Facebook, a Casa Branca comemorou a aprovação.
Antes da decisão, o casamento homossexual era legal em 36 estados e no distrito de Columbia. Em 2003, Massachusetts tornou-se o primeiro Estado norte-americano a validar a união entre pessoas do mesmo sexo. A decisão não terá efeito imediato, pois o tribunal dá um prazo de três semanas para pedidos de reconsideração.

Em sua página no Twitter, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que "hoje é um grande passo na nossa marcha em direção à igualdade". "Casais de gays e lésbicas têm agora o direito de se casar, como qualquer outra pessoa", continuou. O presidente concluiu o tweet com a hastag "#lovewins" ("o amor vence", em tradução livre).


Estadão Conteúdo

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

‘Estado Islâmico" será derrotado’, diz Obama, ao apresentar pedido de autorização de guerra

Barack Obama promete ‘derrotar’ o Estado Islâmico, em pronunciamento na Casa Branca ao lado do vice-presidente Joe Biden (esq), do secretário de Estado John Kerry e do secretário de Defesa Chuck Hagel (Jonathan Ernst/Reuters)

O presidente Barack Obama pediu ao Congresso nesta quarta aval para uso de força militar contra o Estado Islâmico. Esta é a primeira vez que uma autorização de guerra é solicitada desde que os congressistas deram autoridade ao então presidente George W. Bush para travar a guerra do Iraque, em 2002.
O pedido não limita o âmbito geográfico das ações militares e prevê que o uso da força militar deverá ser concluído em um período de três anos, a menos que haja uma nova autorização. O Executivo também deverá informar o Congresso sobre o desenrolar das operações a cada seis meses.
Em um pronunciamento na Casa Branca, Obama defendeu que a medida tornará os Estados Unidos “mais fortes” no combate aos terroristas e declarou que a campanha militar será bem-sucedida. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o EI está na defensiva. O EI vai ser derrotado”, afirmou, tendo ao seu lado o vice-presidente Joe Biden, o secretário de Estado John Kerry e o secretário de Defesa Chuck Hagel.
Com o equivalente a uma declaração de guerra, Obama seria autorizado a continuar a luta contra o grupo jihadista sobre uma base legal mais sólida, ao mesmo tempo em que teria uma cobertura legal no âmbito doméstico. Em uma carta aos legisladores, o presidente declarou que a concessão de mais poderes para combater o EI “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação" para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”. "Se não for controlado, o EI representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo à pátria americana", insistiu.
Democratas e republicanos expressaram diferentes preocupações sobre a questão, com os democratas defendendo limitações, particularmente relacionadas ao envio de tropas, e os republicanos argumentando que o presidente precisa do máximo de flexibilidade na luta contra o grupo terrorista, indicou o Wall Street Journal.
Adam Schiff, principal representante democrata no Comitê de Inteligência da Câmara, disse que a autorização precisa ser mais limitada no que diz respeito ao escopo geográfico e à capacidade de enviar tropas. “Uma nova autorização deve colocar limites mais específicos sobre o uso de tropas para assegurar que não vamos autorizar outra grande guerra terrestre sem o presidente vir ao Congresso expor as razões para isso”. O republicano John Boehner, presidente da Câmara dos Deputados, disse que a solicitação representa o “início de um processo legislativo” e previu que haverá mudanças no texto durante as discussões.
No comunicado aos congressistas, Obama tentou assegurar que a autorização não vai afundar os EUA em uma guerra extensa – mas não excluiu nenhuma possibilidade. “A proposta não autoriza operações de combate de longo período e larga escala como aquelas conduzidas no Iraque e no Afeganistão. Forças locais, e não as forças militares americanas, devem ser deslocadas para conduzir tais operações. A autorização que proponho providenciaria a flexibilidade para conduzir operações de combate terrestres em outras circunstâncias, mais limitadas, como operações de resgate envolvendo pessoal dos EUA ou da coalizão ou o uso de forças especiais para uma ação militar contra a liderança do EI”, diz o texto.

(Com agências France-Presse e Reuters)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Lula ganha estátua na Casa Branca

 

lula estatua
Uma estátua em bronze de Lula foi instalada no National Mall, parque ao lado da Casa Branca, local onde são homenageados os ex-presidentes do país, em Washington. Junto ao ex-presidente estão figuras ilustres como Abraham Lincoln, o general Simon Bolívar e até o recém-falecido Gabriel García Márquez. A escultura faz parte da exposição “A América nos olhos de Yuan Xikun”.
O escultor chinês diz que suas criações “homenageiam quem extraordinariamente contribuiu para os povos das Américas”. Yuan Xikun é reconhecido internacionalmente por sua habilidade em retratar figuras políticas de destaque. Lula é o primeiro presidente brasileiro a ter uma estátua em exposição na capital dos EUA.

Robson Pires