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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Maior líder muçulmano pede logo a destruição de todas as igrejas cristãs


No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses


O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”
Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.
O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.
“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.
A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás  [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas.  Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.
No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos  últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.
Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.
Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer,  imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente  “intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.
O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de  proporções globais.  
Fonte: Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ATÉ QUANDO??!! EXECUÇÕES EM NOME DE DEUS OU ALÁ???!!!!! PORQUÊ ACONTECE ISTO EXATAMENTE NAS TERRAS ONDE JESUS "CAMINHOU" QUANDO ESTEVE NA TERRA???!!!Terrorismo - Estado Islâmico divulga vídeo de decapitação de cristãos egípcios

Estado Islâmico divulga vídeo com decapitação de 21 egípcios cristãos na Líbia

Presidente do Egito convocou Conselho de Defesa em caráter de urgência


O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) divulgou um vídeo neste domingo mostrando a decapitação de 21 cristãos egípcios que foram sequestrados na Líbia. Na gravação, os civis egípcios aparecem vestindo macacões cor de laranja à frente dos terroristas mascarados antes de serem executados. 
Os reféns são forçados a se ajoelhar e então são decapitados. O vídeo foi divulgado em perfis de jihadistas líbios que apoiam o Estado Islâmico nas redes sociais, com a seguinte legenda: "o povo da cruz, os seguidores da igreja egípcia hostil". 
O vídeo de cinco minutos de duração ainda não teve a autenticidade confirmada, mas a agência de notícias Mena, do Egito, afirmou que um porta-voz da igreja copta no país confirmou a morte dos reféns. 
O presidente Abdel Fatah Sisi anunciou a convocação do Conselho de Defesa em caráter de emergência. O conselho reúne, além do chefe de Estado, o primeiro-ministro, Ibrahim Mahlab, os ministros da Defesa e do Interior, e representantes de mais alta patente das Forças Armadas. 
O sequestro dos trabalhadores egípcios, todos cristãos coptas, ocorreu na cidade costeira de Sirte, no leste da Líbia, que está sob controle de grupos islâmicos, informou a rede britânica BBC. Milhares de egípcios têm viajado à vizinha Líbia em busca de empregos. 
Estimativas apontam que entre 9 e 15 milhões de cristãos coptas vivem no Egito atualmente. A população total do país é de cerca de 87 milhões de pessoas. 
Com agências Reuters, EFE e France-Presse)