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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Filho de Bin Laden ameaça EUA e diz que vingará morte do pai

Osama Bin Laden (morto em 2011)

Hamza Bin Laden, um dos supostos filhos do terrorista Osama Bin Laden, morto em 2011, ameaçou os EUA


Por Redação
Em um áudio divulgado pela Al-Qaeda, Hamza Bin Laden, um dos supostos filhos do terrorista Osama Bin Laden, morto em 2011, ameaçou os EUA, no que ele diz ser uma resposta à opressão “ao povo da Síria, Palestina, Afeganistão, Iraque, Iêmen e Somália, além de outras terras muçulmanas”.
De acordo com o Independent, Hamza citou o ataque feito pelos Estados Unidos que acarretou na morte de seu pai em Abbottabad, no Paquistão:
“Se vocês pensaram que o crime de Abbottabad passou sem punição, vocês estão errados”.
Especula-se que Hamza, hoje na casa dos 20 anos, possa vir a ser o novo chefe da Al-Qaeda, organização terrorista que foi comandada por seu pai e foi responsável por, entre os diversos ataques, o 11 de setembro.
Portal no Ar

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Joia com microchip é nova arma para combater estupros na Índia

Estudante indiana vestido com trajes tradicionais durante celebrações do dia de formação do estado de Andhra Pradesh, em Hyderabad. Foto: Divulgação


Quando apertado, o pingente emite sinais de geolocalização e manda mensagens eletrônicas para smartphones de pessoas escolhidas pela potencial vítima

Um pingente com uma pedra preciosa e um microchip é a nova arma para o combate às agressões sexuais na Índia, onde foram registrados mais de 100 casos por dia no ano passado. Projetado por cinco jovens engenheiros indianos que começaram a vender a joia pela internet, o Safer, nome dado ao pingente, possui um sistema oculto na parte posterior de uma gema. Ele é capaz de mandar um aviso de perigo através de um aplicativo para smartphones. O alerta pode ser localizado pelo Google Maps graças ao sistema de GPS incorporado ao microchip.
Quando o pingente é apertado duas vezes seguidas, os “guardiões” – contatos de emergência escolhidos pela pessoa – recebem uma mensagem pela internet ou SMS alertando sobre a situação de perigo vivido pela possível vítima, assim como sua localização exata. Dessa forma, as novas tecnologias entram na luta contra o estupro no país. O Safer não é o único acessório útil para evitar o crime que está disponível no mercado indiano. Há também peças íntimas que descarregam uma descarga elétrica de 3.800 quilowatts sobre o agressor, sprays de pimenta e até mesmo meias com pelos – para deixar as pernas das mulheres menos atraentes aos olhos dos agressores.
E quem mais fica satisfeito com o desenvolvimento tecnológico aliado à segurança são os pais das jovens, disse o diretor de Vendas e Marketing da Leaf, empresa que comercializa o Safer, Paras Batra. “As meninas ficam encantadas com o design, mas os que tiveram melhor reação foram os pais, que se sentem mais seguros”, comentou. “Pensamos em algo que não fosse uma coisa a mais para a mulher carregar. As indianas gostam de joias, por isso que fomos às joalherias e descobrimos que os pingentes são os mais procurados”, disse Batra.
Apesar dos benefícios, Batra ressaltou que o Safer é apenas um sistema de alerta sobre uma potencial situação de risco e não um elemento dissuasório para evitar a agressão sexual. Os pedidos podem ser realizados pelo site da Leaf por preços especiais por meio de uma campanha de crowdfunding. A empresa espera começar a produção em massa do Safer e começar as vendas em lojas de Nova Délhi, Mumbai e Bangalore até novembro.
Upgrade
Os engenheiros da Leaf já estão pensando em como melhorar o primeiro modelo. Para isso, eles têm tido apoio da polícia para desenvolver um serviço que alerte às forças de segurança em caso de estupro, melhorando a resposta das autoridades às agressões. “Estamos em contato com a polícia para que possamos gerar uma alerta que também chegue às delegacias, comunicando-os por rádio, para que possam chegar mais rápido à cena do crime”, explicou o diretor da Leaf, Manik Mehta.
Fonte:Veja

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Foto de criança síria afogada na Turquia choca o mundo e gera revolta

Imagem forte, porém importante, da realidade de centenas de milhares de pessoas que tentam fugir da guerra, da fome e da miséria é alerta para o mundo civilizado de que algo precisa ser feito.

Pelo menos 12 imigrantes sírios que fugiam do Estado Islâmico e da guerra civil no país, entre eles oito crianças, morreram nesta quarta-feira na costa da Turquia, quando tentavam cruzar o Mar Egeu e chegar à Grécia, informou a agência de notícias estatal turca Anadolu. Um bebê de nove meses e crianças de entre um ano e meio e 11 anos estavam entre os mortos, segundo relatório da autópsia citado pela agência. A imagem chocante da criança morta afogada percorreu o mundo e provocou revolta nas redes sociais.
Apesar do choque causado pela imagem, a foto do bebê encontrado morto deve se tornar um símbolo do drama dos refugiados que tentam chegar à Europa fugindo de conflitos e da pobreza no Oriente Médio e no norte da África. A tragédia causou comoção na Turquia e as imagens do bebê afogado na praia se disseminaram rapidamente. Milhares de usuários usaram as redes sociais para lamentar o custo humano da crise imigratória e o assunto era um dos mais comentados no Twitter. A Guarda Costeira ainda buscava duas pessoas desaparecidas.
Os imigrantes tentam cruzar a nado a distância de 5 quilômetros entre o popular resort de verão de Bodrum, no sudoeste turco, e a ilha grega de Kos. Dois barcos que tentavam fazer a jornada naufragaram em águas internacionais, segundo a agência turca Dogan. Uma embarcação de 2 metros com nove imigrantes do Paquistão foi forçada a retornar por autoridades turcas.
A maioria dos imigrantes tenta fazer esse trajeto durante a noite, aumentando os riscos, segundo moradores na região. Um refugiado sírio, Omer Mohsin, disse à agência Dogan que seu barco naufragou pouco após zarpar, às 2h (hora local). Segundo o refugiado, caberiam dez pessoas no barco, mas foram colocadas 17, cada uma pagando 2.050 euros aos traficantes de pessoas. O irmão de Mohsin está desaparecido.
Fonte: Istoé

domingo, 31 de maio de 2015

As dez capitais mais perigosas e suscetíveis a atentados terroristas do mundo

1º - Bagdá, Iraque

2º - Cabul, Afeganistão

3º - Mogadíscio, Somália

4º - Abuja, Nigéria

5º - Sana, Iêmen

6º - Beirute, Líbano

7º - Damasco, Síria

8º - Jerusalém, Israel

9º - Islamabad, Paquistão

10º - Cairo, Egito

A capital iraquiana Bagdá foi considerada a mais suscetível a sofrer um atentado terrorista em todo o mundo. Um estudo da companhia britânica Verisk Maplecroft, especializada em análises de situações de risco, estipulou um ranking de acordo com a intensidade e a frequência com que ocorreram ataques nos doze meses seguintes a fevereiro de 2014. Os números foram combinados com a gravidade dos incidentes dos últimos cinco anos. O levantamento apontou que 64 cidades ao redor do mundo apresentam "risco extremo" de sofrer um atentado terrorista, informou o jornal Daily Telegraph.

O Oriente Médio é a região mais perigosa do mundo, com 27 cidades entre as mais ameaçadas por extremistas. A Ásia aparece em segundo, com 19, e a África em terceiro, com 14. Somente três estão localizadas na Europa, todas no leste do continente: Lugansk (46) e Donetsk (56), ambas na Ucrânia, e Grozy (54), na Rússia. O município de Cali, na Colômbia, é o único da América do Sul a figurar na relação dos 64 locais mais arriscados.
Veja

quinta-feira, 5 de março de 2015

Estado Islâmico atira jovem gay de cima de prédio e multidão assiste chocada




Segundo o "Daily Mail", uma multidão assistiu, aos gritos, o ato de violência


Imagens publicadas no site “Raqqa” mostram um grupo do Estado Islâmico executando um jovem de 20 anos, na Síria. O rapaz é atirado de um edifício sob a acusação de ser homossexual. Segundo informações do site, esse mesmo grupo também publicou fotos de um ladrão tendo a mão decepada por militantes.


A execução teria ocorrido em 26 de fevereiro em mais uma tentativa de provar ao mundo que a população da Síria está sendo massacrada. Segundo o “Daily Mail”, uma multidão assistiu, aos gritos, o ato de violência.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Maior líder muçulmano pede logo a destruição de todas as igrejas cristãs


No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses


O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região.”
Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país.
O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá.
“Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarou em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe]’. Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.
A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás  [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas.  Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes “.
No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos  últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.
Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de forte Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.
Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer,  imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devem ser destruídas, imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente  “intolerância” e “islamofobia”, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos”.
O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazerem ataques. O resultado disso pode ser um conflito de  proporções globais.  
Fonte: Traduzido e adaptado de Arabian Business e WND

terça-feira, 12 de agosto de 2014

TERRORISMO NO ORIENTE MÉDIO: Em foto chocante, criança segura cabeça decapitada de sírio

 

Menino segura cabeça de soldado sírio decapitado
Menino segura cabeça de soldado sírio decapitado           
 
Menino é filho de terrorista australiano que passou a integrar as fileiras do EIIL. Premiê da Austrália diz que imagens são prova de 'atrocidades terríveis'
 
Na foto, o garoto aparece segurando a cabeça de um soldado sírio decapitado.
 
Na legenda, a frase: “Este é o meu garoto”. A imagem assustadora foi publicada no perfil de Khaled Sharrouf no Twitter. Em outras fotos, o terrorista aparece com os três filhos, todos segurando armas, à frente de uma bandeira do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, o grupo que está desintegrando o território iraquiano e espalhando a barbárie.
O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, disse que as imagens são outro exemplo das “atrocidades horríveis” de que os terroristas são capazes. “Vemos cada vez mais evidências do quão bárbara é essa entidade em particular”, disse à imprensa australiana.
Sharrouf foi condenado na Austrália e alegou ser culpado das acusações de terrorismo. Ele fugiu do país no ano passado para se juntar aos jihadistas na Síria e no Iraque. “O Estado Islâmico – como eles estão chamando a si mesmos agora – não é apenas um grupo terrorista, é um exército terroristas que não está em busca apenas de um enclave terrorista, mas de um estado terrorista, de uma nação terrorista”, disse o premiê a uma rádio australiana.
 
O grupo jihadista está impondo uma selvageria cotidiana em um vasto território entre a Síria e o Iraque, decapitando, crucificando e executando sumariamente os considerados 'infiéis'. A minoria yazidi é um dos principais alvos do EIIL no norte do Iraque – neste domingo, ao menos 500 pessoas foram mortas e muitas foram enterradas vivas, incluindo mulheres e crianças. Em Raqqa, na Síria, o grupo expôs cabeças de várias vítimas em postes no final de julho – quando também teria sido tirada a foto do filho de Sharrouf, segundo o jornal Sydney Morning Herald.  
 
Armas aos curdos – Os Estados Unidos iniciaram na última sexta-feira uma série de ataques aéreos contra os terroristas, e começaram a fornecer armas diretamente às forças curdas para o enfrentamento, segundo a agência Associated Press, que citou fontes da administração Barack Obama.
Um representante do Departamento de Estado limitou-se a dizer que os curdos estão sendo armados “por várias fontes”, sem negar o envolvimento do governo americano. “Há várias discussões ocorrendo entre vários países. Eles estão recebendo algo rapidamente”, disse.
Os Estados Unidos vinham afirmando que o envio de armas era feito somente para o governo iraquiano em Bagdá, mas a situação mudou depois dos ganhos conseguidos pelos jihadistas nas últimas semanas. As forças americanas estão ajudando a enviar armas dos iraquianos aos curdos, fornecendo assistência logística e transporte para o norte.
 
Combates – No domingo (10/08/2014), as forças curdas retomaram duas cidades controladas pelo EIIL, ajudadas pelos ataques aéreos realizados pelos EUA na região. As cidades retomadas foram Gwer e Mahmour, ambas localizadas a poucos quilômetros de Arbil. No entanto, na manhã desta segunda-feira, os terroristas tomaram a cidade de Jalawla, 115 quilômetros a nordeste da capital Bagdá. No domingo, um ataque suicida havia matado dez combatentes curdos no local.
 
Iraquianos que fugiram da violência na província de Nínive, chegar à província de Sulaimaniya
Iraquianos que fugiram da violência na província de Nínive, chegar à província de Sulaimaniya - Reuters

Mapa Estado Islâmico do Iraque e do Levante  
Cristãos iraquianos buscam abrigo na igreja de São José, em Arbil, no norte do Iraque depois de fugirem de suas aldeias invadidas por terroristas
O número de cristãos no Iraque caiu de aproximadamente 1,5 milhão em 2003 para algo entre 350.000 e 450.000 atualmente, estimativa que corresponde a menos de 1% dos habitantes do país. A maioria vive na província de Nínive, no norte do país. Além de Qaraqosh – a maior cidade cristã do país, tomada pelos jihadistas em 7 de julho –, outros locais como Bartella, Al Hamdaniya e Tel Kef também abrigam cristãos.
Os cristãos no país são de diversas etnias e denominações, mas a maioria é de católicos assírios ou caldeus – uma das várias igrejas iraquianas com nomes que remontam às origens do cristianismo –, descendentes de povos da Mesopotâmia que falam aramaico.
veja

sábado, 9 de agosto de 2014

Oriente Médio - Decapitações, crucificações, execuções sumárias: o horror imposto pelos jihadistas no Iraque e na Síria

Imagem divulgada pelo site jihadista Welayat Salahuddin mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ao lado de dezenas de iraquianos membros das forças de segurança antes de serem executados em um local desconhecido - EFE/Welayat Salahuddin/EFE
Nem mesmo crianças são poupadas da fúria selvagem dos jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). O avanço do grupo terrorista obrigou os Estados Unidos a atacarem o território iraquiano pela primeira vez desde a retirada das tropas, em 2011. Execuções sumárias, decapitações, amputações e crucificações compõem um modus operandi de brutalidade incomensurável, que faz empalidecer até mesmo a violência da Al Qaeda. 
 
 
Ao ordenar a ação, o presidente Barack Obama mencionou a necessidade de ajudar a minoria yazidi, que foi encurralada pelos terroristas em regiões montanhosas de Sinjar, onde estão morrendo de fome e sede. Essa minoria segue uma religião pré-islâmica que o EIIL vê como ‘demoníaca’. “Crianças estão morrendo de sede, enquanto isso, o EIIL pede a destruição sistemática de toda a população yazidi, o que constituiria genocídio”, disse Obama.
Em Raqqa, na Síria, o grupo expôs as cabeças de várias vítimas em postes. Em uma das gravações da selvageria postadas no YouTube, um cristão é forçado a se ajoelhar, cercado de homens mascarados que o forçam a se ‘converter’ ao Islã. A vítima é decapitada. Em outro vídeo, um narrador afirma que os corpos expostos são de soldados sírios.
 
 
Depois de proclamarem a criação de um Estado islâmico em um vasto território entre a Síria e o Iraque, extorquindo os que quiserem ‘proteção’, os jihadistas divulgaram uma lista de regras para moradores da província de Nínive, no noroeste iraquiano. O jornal The Washington Post reproduziu algumas delas: “todo muçulmano será bem tratado, a menos que esteja aliado com opressores ou ajude criminosos”; “qualquer pessoa que roube ou saqueie enfrentará amputações”; “rivais políticos ou armados não serão tolerados”; “policiais e militares podem se arrepender, mas quem insistir em apostasia será morto”; “a lei da sharia será implementada”; “sepulturas e santuários serão destruídos”; “as mulheres são informadas de que a estabilidade está no lar e, por isso, não devem sair sem necessidade. Elas devem estar cobertas com vestes islâmicas completas”. E ainda, um ‘conselho’: “seja feliz por viver em uma terra islâmica”.
A força mais incivilizada em ação no Oriente Médio usa a violência chocante também como apelo para recrutar radicais islâmicos ao redor do mundo. No Instagram, um jihadista britânico escreve, abaixo de uma foto em que um homem aparece ao lado de várias cabeças decepadas e um esqueleto falso: “Nosso Irmão Abu B do Isis posa com seus dois troféus depois da operação de ontem. O esqueleto não é real”.
 
A maioria dos recrutados são jovens. E uma nova geração de jihadistas está sendo preparada. A revista Vice divulgou um vídeo em sua página na internet no qual uma criança belga diz ser do Estado Islâmico e afirma que não quer voltar para a Bélgica porque lá há “infiéis que matam muçulmanos”. Ele fala de maneira relutante, ao lado do pai, membro do EIIL. “O que você quer ser, um jihadista ou executar uma operação suicida?”, pergunta o pai. “Jihadista”, responde o menino.

Selvageria do EIIL afastou até mesmo a Al Qaeda. Grupo que está desintegrando o território iraquiano é alvo de ataques aéreos dos EUA.

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