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domingo, 9 de abril de 2017

Âncora noticia ao vivo na TV acidente que matou o próprio marido - Caso aconteceu na Índia neste sábado

Apresentadora Supreet Kaur noticia a morte do marido, morto em acidente de carro, durante telejornal na Índia (Youtube/Reprodução)

A apresentadora de um telejornal indiano noticiou ao vivo neste sábado o acidente de carro que matou o próprio marido. Supreet Kaur, que ancora o programa IBC24, de Chhattisgarh, transmitia o caso quando identificou, nas imagens da tragédia, o veículo em que viajava o cônjuge. A jornalista de 28 anos ainda manteve a compostura até o fim do noticiário – e então começou a chorar.

O marido de Supreet, Harshad Kawade, viajava com outras cinco pessoas quando seu carro foi atingido, provavelmente por um caminhão. O repórter que participava da cobertura não chegou a revelar os nomes das vítimas, mas Supreet reconheceu o veículo e a região da batida.
A agonia de Supreet durou mais dez minutos. Só depois de encerrada a transmissão, ela começou a chorar e a ligar para os parentes, segundo o jornal Indian Express. Mais tarde, a polícia do distrito de Mahasamund confirmou a morte de Harshad Kawade.
veja

domingo, 5 de março de 2017

Indiana de 24 anos é cremada viva na funerária após erro médico

Seu prontuário afirmava que ela teria morrido de uma infecção pulmonar


Embora não tivesse demonstrado sinais vitais após isso, um exame post-mortem revelou a presença de partículas carbonizadas
Uma mulher indiana de 24 anos, identificada como Rachna Sisodia, foi queimada até a morte em uma pira funerária horas após os médicos terem erroneamente anunciado sua morte.
Seu prontuário afirmava que ela teria morrido de uma infecção pulmonar. Então, a família se preparou para cremar o corpo da jovem em uma região do estado de Uttar Pradesh. Seu marido, Devesh Chaudhary, de 23 anos, tomou posse do corpo durante a madrugada e levou-o a uma funerária a duas horas de distância do hospital, em Aligarh, onde começaram a queimá-lo às 8 horas na manhã.
No entanto, de acordo com relatos, alguém teria tirado a mulher da fornalha acreditando que ainda estivesse viva. Embora não tivesse demonstrado sinais vitais após isso, um exame post-mortem revelou a presença de partículas carbonizadas em sua traqueia e pulmões, o que indica que ela estava respirando no momento em que entrou no forno.
Um porta-voz da polícia local afirmou que “isso acontece quando alguém é queimado vivo. As partículas entram a partir da respiração”. No entanto, “se uma pessoa está morta, tais partículas não podem alcançar os pulmões ou traqueia e por isso os médicos concluíram que a morte teria sido causada não por infecção pulmonar, mas um choque por ter sido queimada viva”, explicou.
A polícia também disse estar levando em conta as acusações de Kailash Singh, tio de Rachna, que alega que a jovem teria sido sexualmente abusada pelo marido e outros 10 homens. Já o marido da vítima negou as acusações e afirmou que a família de Rachna estaria tentando adquirir sua propriedade por meio das acusações. Os médicos preservaram e entregaram à polícia um pedaço de osso para a realização de testes de DNA, mas até o momento os resultados ainda não foram disponibilizados.
Fonte: Jornal Ciência

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Uber começa a testar serviço de aluguel de carros para motoristas

Aplicativo da Uber
O UberHIRE permite que o usuário alugue carros da companhia por até 12 horas e desempenhe seu trabalho

O aplicativo de mobilidade Uber começou a testar na Índia nesta segunda-feira, 6, uma nova modalidade de transportes. Chamada de UberHIRE, a nova categoria permite que usuários aluguem  carros da companhia por até 12 horas, juntamente com motorista. A ideia é que as pessoas possam se movimentar ao longo de todo um dia sem se preocupar com transporte, tendo o carro à disposição durante todo o dia.
Para usar, basta pedir um carro na modalidade pelo app tradicional do Uber e epserar que ele chegue. A partir daí, a pessoa poderá ir para onde quiser com o carro por, no mínimo, duas horas ou 30 quilômetros; e, no máximo, 12 horas. A tarifa pode variar entre R$ 20 e R$ 30, em conversão direta.
Por enquanto, o UberHIRE está disponível naas cidades de Vishakhapatnam, Nagpur, Nova Deli, Bangalore, Chennai, Mumbai e Pune e só aceita pagamentos em dinheiro.
Ainda não há previsão de quando o serviço chegará em outros países ou se o Uber irá, de fato, expandir a modalidade.
Agora RN

sábado, 29 de outubro de 2016

Tubarão devora vaca de uma vez no Oceano índico




Um vídeo completamente surreal mostra o momento em que um tubarão devora uma vaca inteira. A cena foi flagrada por um mergulhador no meio do oceano Índico.
Não se sabe ao certo como a vaca foi parar no fundo do oceano, mas sua conservação indica que isso ocorreu há pouco tempo. A cena chocou moradores da região da ilha Mayotte, onde ocorreu o flagra.
As teorias afirmam que a vaca deve ter caído de algum navio de transporte e morreu afogada pouco depois. Assista às imagens divulgadas:

terça-feira, 5 de julho de 2016

Mulher dar à luz aos 72 anos e está amamentando

Daljinder Kaur não desistiu do sonho de ser mãe e aos 72 anos deu à luz pela primeira vez.
O caso aconteceu em Amritsar (Índia). Mohinder Gill, o pai do bebê, tem 79 anos.
Andar pela rua grávida levava todos a me olharem. Eles não podiam acreditam no que viam: uma idosa com um barrigão, disse Daljinder, de acordo com reportagem do “Sun”.
O casal se uniu em 1970 e, desde então, tentava ter um filho.
Após três abortos, depressão e a sensação de que nunca seria mãe, Daljinder ouviu pela primeira vez sobre fertilização in vitro.
Decidiu se submeter ao procedimento, apesar da relutância inicial do médico por causa da idade da indiana.
Arman Singh nasceu em 19 de abril pesando 2 quilos.
Vinte anos após o início da menopausa de Daljinder.
Robson Pires

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Vídeo: Elefante selvagem invade cidade da Índia e destrói casas e veículos

Elefante caminha pelas ruas de Siliguri, na Índia(VEJA.com/AFP)

Um elefante selvagem entrou na cidade de Siliguri, no leste da Índia, nesta quarta-feira e danificou residências, lojas e dezenas de veículos. O animal circulou por quatro horas e meia pela cidade de mais de 500.000 habitantes, situada no estado de Bengala, até ser capturado. De acordo com o chefe da polícia local, Manoj Kumar Verma, ninguém ficou ferido, mas o elefante destruiu parcialmente cerca de 100 construções e vinte carros, além de dezenas de bicicletas e motos.
"Talvez ele estivesse se sentindo sozinho e tenha tentado encontrar uma saída, mas se deparou com muitas pessoas", explicou o chefe da polícia. Após uma operação da polícia, o animal foi capturado, sedado e devolvido à floresta. A Índia abriga uma população de mais de 27.000 elefantes selvagens. Os animais estão espalhados em 30 reservas que ocupam 65.000 quilômetros quadrados.
No final de semana, um leopardo invadiu uma escola em Banglore, no sul da Índia, e deixou três pessoas feridas.
(Com EFE)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Leopardo invade escola na Índia e deixa três feridos; Confira o vídeo - Operação de captura do felino durou cerca de 14 horas; ele foi alvejado com tranquilizantes e mandado para um parque da região


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Um leopardo invadiu no sábado (06/02/2016)  uma escola na cidade de Banglore, no sul da Índia, e deixou três pessoas feridas. Câmeras de segurança do colégio Vibgyor flagraram o momento em que o felino ataca uma pessoa perto da piscina da escola. O homem tenta fugir do local, pulando o muro, quando é puxado para baixo com uma mordida do animal. Entre os feridos, está um funcionário do departamento florestal e um jornalista que estava cobrindo o caso.
As autoridades demoraram cerca de 14 horas para capturar o animal desde que ele foi avistado pelas redondezas. O leopardo conseguiu ser contido após ser alvejado com tranquilizantes. Ele foi anestesiado e mandado para um parque nacional da região. Após passar por exames, o animal passa bem e as autoridades ainda vão decidir o que farão com ele.
Não é incomum que leopardos e tigres sejam vistos em áreas urbanas na Índia. Ambientalistas alertam que tais situações acontecem e podem se tornar mais frequentes à medida que seus habitats são invadidos e destruídos pelos humanos. Apesar de não existir um censo atualizado de leopardos na Índia, estima-se que haja cerca de 50 mil animais no país, segundo dados da Fundação para a Vida Selvagem na Índia (WTI).
(Com agência Efe)

Homem morre após queda de meteorito, dizem autoridades indianas

Caso seja comprovado, pode se tratar da primeira morte de uma pessoa causada por um meteorito


Por Agência Brasil
As autoridades indianas dizem que um homem morreu e outras três pessoas ficaram feridas após a queda de um meteorito no sábado (8), no estado de Tamil Nadu. A vítima é um motorista de ônibus, que passava próximo ao local onde o meteorito caiu. O impacto deixou uma grande cratera no chão e destruiu vitrines num edifício próximo.
Imagens da imprensa local mostram uma pedra de tom azulado, que o ministro de Tamil Nadu, Jayalalithaa Jayaram, descreveu como um meteorito, mas cientistas dizem que isso ainda não foi provado. S. P. Rajaguru, professor assistente no Instituto Indiano de Astrofísica, em Bangalore, admitiu que a pedra pode ser um meteorito, mas acredita que é necessário fazer mais testes. Caso seja comprovado, tratar-se-á da primeira morte de uma pessoa causada por um meteorito, disse o professor.
Segundo ele, a maioria dos meteoros nunca atingem a superfície da Terra, porque são pulverizados completamente na atmosfera. “Atingir a superfície da Terra é muito raro e não há registos de mortes.”
Os meteoros são partículas de poeiras e pedras que geralmente se incendeiam ao passarem pela atmosfera da Terra. Os que não são destruídos por completo, chegando até a Terra, são designados como meteoritos.
Com informações da Agência Lusa

sábado, 10 de outubro de 2015

Mulher saudita decepa a mão de empregada doméstica que reclamou de maus tratos

Empregada doméstica teve a mão decepada(World Breaking News/Youtube/Reprodução)

Uma empregada doméstica indiana teve a mão direita decepada pela dona da casa onde trabalhava, em Riad, capital da Arábia Saudita, na semana passada. A família de Kasturi Munirathinam, de 58 anos, alega que ela foi punida após reclamar de assédio e tortura e tentar ir embora da casa da empregadora, para quem trabalhava havia três meses.
"Minha mãe não estava autorizada a falar com a família pelo telefone. Ela não se alimentava adequadamente e era forçada a trabalhar por muitas horas", disse Kumar, filho da vítima, à rede britânica BBC.
Kasturi está se recuperando em um hospital saudita, mas a família informou que não tem recursos para pagar as despesas médicas. Os parentes pedem que o governo indiano ajude a financiar a viagem de volta de Kasturi à Índia.
A ministra do Exterior indiana, Sushma Swaraj, manifestou indignação por meio do Twitter. "Isso é inaceitável. Levamos o caso às autoridades sauditas. Nossa embaixada está em contato com a vítima", tuitou. Em uma entrevista ao jornal Indian Express, um porta-voz do ministério afirmou que o governo do país irá pressionar a Arábia Saudita por justiça. "Nossa embaixada em Riad já pediu punição severa à agressora".
Autoridades indianas também pedem indenização à família de Kasturi e pagamento de todas as despesas médicas.
Todos os anos, milhares de homens e mulheres viajam da Índia para a Arábia Saudita para trabalhar como operários e empregados domésticos.
(Da redação)

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Muçulmano é espancado até a morte na Índia após sacrificar uma vaca

Devotos hindus deitam no chão, no local de passagem de vacas, durante o ritual do festival Govardhan Puja, em Dhar, nesta segunda-feira (4)(Chetan Soni/AP/VEJA)
Um grupo de hindus linchou até a morte um muçulmano e deixou em estado crítico um de seus filhos pelo sacrifício de uma vaca, um animal sagrado para os hindus, em uma cidade próxima a Nova Délhi, informou nesta quarta-feira um policial. O linchamento aconteceu na noite da segunda-feira na cidade de Bisara, depois que alguém denunciou durante um culto hindu que o muçulmano tinha matado a vaca, afirmou o policial Anurag Singh. Um sacerdote hindu presente no culto teria autorizado a vingança.
Um grupo de hindus foi à casa das vítimas e linchou Mohammad Akhlaq, um granjeiro de 50 anos, e seu filho de 22 anos. "Umas quinze pessoas chegaram à casa e os atacaram. Até agora foram acusadas dez delas e ocorreram seis detenções. Entre os detidos não está o sacerdote hindu, que foi interrogado e depois posto em liberdade", explicou o policial. Segundo Singh, o filho do morto foi levado a um hospital de Noida, uma cidade próxima a Nova Délhi, e seu estado é crítico.
Meios de comunicação locais informaram que os agentes recolheram mostras da carne que havia na geladeira da casa das vítimas para examiná-la e determinar se era de vaca, embora a filha do falecido disse que eles só comiam "cordeiro". A vaca é considerada um animal sagrado pela religião majoritária da Índia, o hinduísmo, e seu consumo é proibido e penalizado por lei.
No entanto, no gigante asiático é comum que outras comunidades religiosas consumam outros tipos de animais bovinos, como o búfalo. A Índia, embora seja um país eminentemente vegetariano, é um dos maiores exportadores mundiais dessa carne. Os hindus representam 79,8% dos cerca de 1,2 bilhão de indianos e os muçulmanos 14,2%, segundo dados publicados em agosto pelo governo indiano sobre o censo de 2011, o último disponível na Índia.
(Da redação)

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Joia com microchip é nova arma para combater estupros na Índia

Estudante indiana vestido com trajes tradicionais durante celebrações do dia de formação do estado de Andhra Pradesh, em Hyderabad. Foto: Divulgação


Quando apertado, o pingente emite sinais de geolocalização e manda mensagens eletrônicas para smartphones de pessoas escolhidas pela potencial vítima

Um pingente com uma pedra preciosa e um microchip é a nova arma para o combate às agressões sexuais na Índia, onde foram registrados mais de 100 casos por dia no ano passado. Projetado por cinco jovens engenheiros indianos que começaram a vender a joia pela internet, o Safer, nome dado ao pingente, possui um sistema oculto na parte posterior de uma gema. Ele é capaz de mandar um aviso de perigo através de um aplicativo para smartphones. O alerta pode ser localizado pelo Google Maps graças ao sistema de GPS incorporado ao microchip.
Quando o pingente é apertado duas vezes seguidas, os “guardiões” – contatos de emergência escolhidos pela pessoa – recebem uma mensagem pela internet ou SMS alertando sobre a situação de perigo vivido pela possível vítima, assim como sua localização exata. Dessa forma, as novas tecnologias entram na luta contra o estupro no país. O Safer não é o único acessório útil para evitar o crime que está disponível no mercado indiano. Há também peças íntimas que descarregam uma descarga elétrica de 3.800 quilowatts sobre o agressor, sprays de pimenta e até mesmo meias com pelos – para deixar as pernas das mulheres menos atraentes aos olhos dos agressores.
E quem mais fica satisfeito com o desenvolvimento tecnológico aliado à segurança são os pais das jovens, disse o diretor de Vendas e Marketing da Leaf, empresa que comercializa o Safer, Paras Batra. “As meninas ficam encantadas com o design, mas os que tiveram melhor reação foram os pais, que se sentem mais seguros”, comentou. “Pensamos em algo que não fosse uma coisa a mais para a mulher carregar. As indianas gostam de joias, por isso que fomos às joalherias e descobrimos que os pingentes são os mais procurados”, disse Batra.
Apesar dos benefícios, Batra ressaltou que o Safer é apenas um sistema de alerta sobre uma potencial situação de risco e não um elemento dissuasório para evitar a agressão sexual. Os pedidos podem ser realizados pelo site da Leaf por preços especiais por meio de uma campanha de crowdfunding. A empresa espera começar a produção em massa do Safer e começar as vendas em lojas de Nova Délhi, Mumbai e Bangalore até novembro.
Upgrade
Os engenheiros da Leaf já estão pensando em como melhorar o primeiro modelo. Para isso, eles têm tido apoio da polícia para desenvolver um serviço que alerte às forças de segurança em caso de estupro, melhorando a resposta das autoridades às agressões. “Estamos em contato com a polícia para que possamos gerar uma alerta que também chegue às delegacias, comunicando-os por rádio, para que possam chegar mais rápido à cena do crime”, explicou o diretor da Leaf, Manik Mehta.
Fonte:Veja

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Índia, o país dos estupros

Prestes a ultrapassar o Brasil como a sétima economia do planeta, a Índia patina ao tentar controlar o avanço desse tipo de crime. Lá, uma mulher é violentada a cada 25 minutos. E com frequência se atribui a culpa à própria vítima

Com mais de 800 milhões de eleitores, de um total de 1,2 bilhão de habitantes - o que a coloca no posto de maior democracia do mundo -, a Índia coleciona contradições. O mesmo país que, neste ano, deve superar a China em crescimento - 7,2% - tem quase um Brasil inteiro, 200 milhões de pessoas, vivendo em situação de extrema pobreza. Embora exporte para potências estrangeiras alguns dos melhores engenheiros e tecnólogos da atualidade, tem cerca de 80% da população que mal conseguem assinar o nome. O trânsito nas grandes cidades é espantosamente caótico, porém menos de 2% das pessoas possuem carro. Na última lista de bilionários da revista americana Forbes havia 90 indianos, 28 deles estreantes no levantamento, contudo, o atual premiê, Narendra Modi, se elegeu tendo como uma de suas principais bandeiras a construção de banheiros públicos - as ruas são frequentemente usadas como privadas pelos cidadãos. Seria mais do que suficiente parar por aqui, mas eis que se impõe a contradição das contradições. Frequentemente associada à ideia de uma "terra plena de espiritualidade", para a qual se deslocam milhares de estrangeiros todos os anos, em busca de "iluminação interior", a Índia ostenta uma insuportável característica: os casos de estupro se multiplicam de modo estarrecedor.

Segundo o Escritório Nacional de Registros Criminais do país, os casos de estupro aumentaram 26,7% entre 2012 e 2013. Pelas estatísticas atuais, uma mulher é violentada a cada 25 minutos. Só em Nova Délhi, em dez anos, houve uma variação da ordem de 329%, o que rendeu à cidade a alcunha de capital mundial do estupro.

Há poucas semanas o governo tentou encerrar uma discussão que vem ganhando fôlego desde que o país endureceu as leis de violência sexual, em 2013: o fato de o estupro marital, ou seja, aquele cometido pelo marido, não ser passível de crime. Em um comunicado endereçado às Nações Unidas, o ministro do interior, Haribhai Chaudhary, tentou sustentar a posição oficial. "O conceito de estupro marital, como é conhecido internacionalmente, não pode ser aplicado ao contexto indiano por vários fatores: analfabetismo, pobreza, valores, costumes, crenças religiosas, o fato de a sociedade tratar o casamento como um sacramento etc", observou ele. O anúncio surtiu o efeito contrário e as críticas vieram de forma avassaladora, afinal, o que choca no país não são só os números, mas principalmente a maneira como a sociedade, incluindo a elite política, encara o problema: mais como uma contingência do que como um crime a ser combatido a todo custo.
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sábado, 4 de julho de 2015

Menino nasce com cauda, é adorado como deus e faz cirurgia para removê-la


A cauda era uma condição congênita rara, que apareceu durante o desenvolvimento do feto no útero da mãe, mas que deveria ter desaparecido naturalmente com o tempo

Um menino que nasceu com uma cauda e começou a ser tratado como um deus passou por uma cirurgia para removê-la e assim poder andar.

Em 2001 Arshid Ali Khan nasceu com uma condição incomum. Ele possuía uma espécie de cauda de 10 centímetros.


De uma vila rural da Índia, a criança passou a ser adorada por centenas de 

pessoas que acreditavam que ele era a reencarnação do “deus macaco” Hindu 

Hanuman.


Os médicos, então, informaram à família do garoto que a cauda poderia ser 

removida, mas isso não aconteceu em um primeiro momento.


Em 2004, o pai do menino morreu e sua mãe, Salma Begum, de 28 anos, o 

abandonou após se casar novamente. Ele passou a ser criado pelo avô, Iqbal 

Qureshi, de 64 anos.


Com o crescimento de Arshid, chamado de Balaji por seus “seguidores”, a 

cauda o deixou com problemas nas pernas e nos pés, incapacitando-o de andar.


Aos 14 anos, o garoto foi, então, submetido a uma cirurgia para a remoção da “

cauda”, que já possuía cerca de 18 centímetros.


Após sete horas de uma cirurgia complexa, Dr. Ashis Pathak, diretor de 

neurocirurgia, no Fortis Hospital Mohali, juntamente com sua equipe de 

cirurgiões, executou a operação de maneira bem sucedida e gratuita.
Fonte: Gadoo

sexta-feira, 6 de março de 2015

Conheça a tribo que se alimenta de carne de cadáveres humanos e urina

Tribo Aghori, que vive em Varanasi, uma cidade da Índia, pratica estranhos rituais como os de se alimentar de carne humana e urina

Temidos pelos indianos, a tribo Aghori, que vive em Varanasi, uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia, conhecida localmente como Kashi, se alimenta de carne humana e cultiva rituais estranhos a nós.

As imagens que você verá agora foram feitas pelo fotógrafo Cristiano Ostinelli, que passou algum tempo entre eles para tentar conhecer mais do modo de vida dos Aghori.
Ostinelli capturou estas imagens de tirar o fôlego, que mostram os tribais com rostos pintados de brancos e usando colares, entre outras curiosidades.
Os membros da tribo misteriosa vivem em cemitérios e locais de cremação da Índia, por acreditam que o deus Shiva e a deusa Kali Ma ali habitam. Ele também comem a carne humana dos cadáveres jogados no rio e bebem urina, como parte de seus rituais.
Além disso, mastigam as cabeças de animais vivos e meditam sobre os cadáveres, a fim de alcançarem iluminação espiritual.
De acordo com Ostinelli, os indianos os temem e dizem que os Aghori podem prever o futuro e andar sobre as águas.
Os monges da tribo usam uma combinação de maconha e álcool para meditarem, a fim de se aproximarem do venerado deus hindu, Shiva.
Os Aghori também evitam bens materiais e andam completamente nus nas ruas.
Fonte: Techmestre

sábado, 31 de janeiro de 2015

Gengibre é considerado “armário de medicamentos”


gengibreA medicina Ayurvédica confere ao gengibre o estatuto de armário de medicamentos virtual. Isto porque esta milagrosa especiaria tem, há muito reconhecidas, propriedades digestivas fabulosas além de inúmeros outros benefícios para a saúde.
Na Índia consome-se muito gengibre diariamente. O chá enriquecido com gengibre é um dos favoritos das famílias e é o antídoto de eleição das avós para combater constipações e gripes. Em milhões de casas na Índia, não se prescinde, à mesa de jantar, dos palitos de gengibre fresco embebidos em sumo de limão e sal: um acompanhamento indispensável para o seu prato favorito.
Dez benefícios do gengibre:
01. Anda sem apetite? Coma gengibre fresco antes do almoço para estimular o apetite. A medicina Ayurvédica recomenda que o almoço seja a principal refeição do dia, porque é nessa altura que a energia digestiva está no pico. O gengibre melhora a absorção e assimilação dos nutrientes essenciais.
02. O gengibre limpa os “canais” de microcirculação do organismo, incluindo os seios nasais que tendem a congestionar-se de vez em quando.
03. Sente-se com enjoo ou náuseas? Mastigue gengibre, de preferência envolvido num pouco de mel.
04. Não consegue controlar os gases? Adivinhe! O gengibre ajuda a eliminar a flatulência!
05. Sofre de cólicas? Mastigue gengibre – e para melhores resultados, passe-o por azeite quente antes de o mastigar.
06. Torcendo-se com dores nas articulações? O gengibre, com as suas propriedades anti-inflamatórias, pode aliviar. 08. 07.Deite umas gotas de óleo essencial de gengibre no seu banho para aliviar as dores musculares e das articulações.
08. Fez uma cirurgia? Mastigar gengibre no pós-operatório pode ajudar a superar a náusea.
09. Beba chá de gengibre para se livrar das dores de garganta e da congestão nasal. E quando corre uma aragem, os benefícios de aquecimento deste saboroso chá são ainda maiores!
10. Angústias noturnas?? Experimente adicionar um bocado de gengibre ao seu prato de sopa. Psst … os textos Ayurvédicos conferem ao gengibre propriedades afrodisíacas, também.
Robson Pires

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tigre branco mata jovem em zoológico na Índia

 

Tigre branco ataca um jovem, em zoológico na Índia
Tigre branco ataca um jovem, em zoológico na Índia (Reprodução/internet/VEJA)
 
Um tigre branco matou nesta terça-feira um jovem que entrou na jaula do animal em um zoológico de Nova Délhi, informaram uma fonte oficial e testemunhas à rede CNN. Os motivos do acidente ainda não foram esclarecidos. Enquanto os trabalhadores do zoo afirmam que o jovem entrou no recinto do animal, os visitantes afirmaram que a vítima caiu no local.
 
“O jovem entrou na jaula do tigre. Estamos tentando identificá-lo”, disse um funcionário do zoo, R. A. Khan, à agência local Ians. A emissora local NDTV mostrou imagens do animal movimentando o corpo do jovem de um lado para o outro. Segundo testemunhas, a vítima tinha em torno de 20 anos. “Assim que o jovem caiu na jaula do tigre, o animal se aproximou e ficou o observando em silêncio durante uns minutos antes de atacar”, contou em entrevista à agência Ians uma testemunha que gravou o acidente por telefone.
 
Segundo ele, os visitantes começaram a jogar pedras e fazer barulho para desviar a atenção do animal. “O tigre então foi para cima do jovem e mordeu seu pescoço”, acrescentou. A vítima teria demorado cerca de dez minutos até morrer. Os ataques de tigres em cativeiro não são comuns na Índia, mas sim em zonas rurais. Frequentemente a imprensa divulga notícias sobre vítimas destes animais que estão em perigo de extinção.
 
Atualmente, existem cerca de 1.700 tigres na Índia, 60% da população mundial de uma espécie que também é encontrada em países asiáticos como Bangladesh, Vietnã, Tailândia, Nepal e Camboja.
Veja

sábado, 13 de setembro de 2014

Homem corta o próprio pênis por não conseguir ‘fazer menino’ na esposa

Um homem cortou o seu pênis nesta quinta-feira (11/09/2014) na Índia, após uma discussão acalorada com a mulher. O casal tem duas filhas e o marido acusou a mulher de não conseguir ter filhos rapazes.
 
O caso foi revelado esta manhã pela polícia do Bihar, no Leste da Índia, que disse que o homem teve de ser levado para o hospital devido à forte hemorragia que sofreu.
 
“O homem estava irritado já há algum tempo por ter duas moças”, explicou um familiar do casal à polícia, “discutia frequentemente com a mulher por não engravidar de um menino”.
 
Segundo a mesma fonte, o homem tem cerca de 30 anos, trabalha no Qatar e estava de volta a casa durante um mês em licença. O incidente aconteceu em Kujhwa, uma aldeia do distrito de Siwan, tendo o ‘instrumento’ usada sido uma faca afiada.
 
O corte do pênis era um castigo relativamente frequente na Ásia, usado tanto por soldados após uma batalha, para humilhar os seus adversários vencidos – tanto mortos como ainda vivos – e também devido a crimes praticados, sexuais ou não. Atualmente, os casos que surgem são vinganças de âmbito sexual, mas ocasionalmente há situações de auto-mutilação, normalmente relacionadas também com traições amorosas.

 Fonte: Sol PT

terça-feira, 6 de maio de 2014

ÁSIA: Jovem indiana mata o pai por abuso sexual

 

Mulher se prepara para uma cerimônia de casamento coletivo em Nova Délhi, na Índia
Mulher se prepara para uma cerimônia de casamento coletivo em Nova Délhi, na Índia  (Money Sharma/EFE)
 
Ajudada por dois amigos, uma jovem matou seu pai após sofrer constantes abusos sexuais. Os jovens foram presos em Nova Délhi, informa nesta terça-feira a imprensa local. O crime ocorreu na semana passada, mas a informação não foi divulgada até a última prisão ser realizada nesta segunda, reporta o jornal local Hindustan Times, citando informações da polícia.
A jovem Kulvinder Kaur, de 23 anos, e dois amigos foram acusados de matar o pai da moça com golpes de um taco de críquete quando ele dormia em sua casa na capital indiana. O motivo do crime foram os frequentes abusos sexuais aos quais o homem submetia a jovem desde a morte da sua mãe, há três anos. Aparentemente, a moça deixou a porta de sua casa aberta no último dia 30 para que os dois amigos pudessem entrar sem fazer barulho e matar seu pai.
Para garantir que o homem, Daljeet Singh, um taxista de 56 anos, estava morto, uma janela foi quebrada e, com um caco de vidro, extraíram de seu peito o marca-passo, relatou um oficial de polícia. O corpo do homem foi transportado em um carro e abandonado em uma área arborizada da cidade, em Uttam Nagar, a alguns quilômetros de sua casa, onde foi descoberto no dia seguinte e a polícia divulgou fotografias para que fosse identificado. Alguns familiares reconheceram o homem e a polícia foi até sua residência. Durante um interrogatório, a menina confessou e seus cúmplices foram identificados como Prince Sandhu, um tatuador de 22 anos, que foi detido no último sábado, e Ashok Sharma, de 23, que trabalha em uma loja de roupas e foi preso ontem.
Os frequentes casos de estupros contra mulheres e crianças deixaram a comunidade internacional consternada com a situação na Índia. Diante da ineficiência das autoridades em coibir os abusos, a política indiana Asha Mirge, membro da Comissão pelos Direitos da Mulher no estado de Maharashtra, relacionou os estupros ao “comportamento das mulheres". Mesmo criticado por organizações defensoras direitos humanos e das mulheres, o discurso encontrou suporte nas vozes de outras autoridades e personalidades indianas. Um exemplo foi o popular guru Asaram Bapu, que chegou a dizer que uma das vítimas abusadas veio a falecer porque, ao invés de resistir, “deveria ter rezado a Deus e pedido aos agressores que a deixassem em paz”.
(Com agência EFE)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Depois de estupros coletivos, aulas de artes marciais viram febre na Índia

    
Protestos contra estupros "varrem" a Índia

Malaika Joshi, de 28 anos, começou a aprender técnicas de defesa pessoal depois da onda de estupros coletivos na Índia. Foto:Divulgação
Malaika Joshi, de 28 anos, começou a aprender técnicas de defesa pessoal depois da onda de estupros coletivos na Índia. Foto:Divulgação
 
Não para de crescer o número de mulheres que se inscrevem em aulas e workshops de defesa pessoal, na Índia. Segundo Shihan Sharif Bapu, um premiado treinador de artes marciais de Mumbai, houve um grande aumento de mulheres que se matricularam em aulas de defesa pessoal desde 2012. “Antes as mulheres aprendiam a lutar porque eram obrigadas, fazia parte do currículo escolar delas, agora elas estão participando das aulas por vontade própria”, contou Bapu.

Malaika Joshi, de 28 anos, não costuma sair com os amigos aos sábados à noite. Ao invés disso, ela usa seu tempo para aprender técnicas de defesa pessoal. Os treinos de Krav Maga, uma arte marcial israelense, não são um hobby, mas sim uma necessidade. “Os índices de criminalidade estão subindo então eu decidi que precisava agir e fazer algo para me proteger e proteger meus entes queridos”, disse a instutora de dança de salão que costuma voltar sozinha  para casa a noite.
As alunas de Shihan Sharif Bapu aprendem técnicas e habilidades específicas para que elas saibam se defender em lugares cheios, como os trens lotados de Mumbai.
Bapu, que treinava o time nacional de karatê contou que o número de empresas que optaram por treinar suas funcionarias também cresceu: “Antes eles organizavam festas ou piqueniques para seus funcionários, agora eles usam o orçamento para organizar workshops que ensinam técnicas de defesa pessoal”. Houve também uma mudança na atitude dos pais, acrescenta Bapu. “Antes os pais matriculavam apenas os filhos homens para as aulas de judô e karatê, mas agora eles matriculam as meninas também”, disse ele.
Em setembro do ano passado, o governo de Maharashtra anunciou que iria incluir aulas de defesa pessoal no currículo escolar de 2014 e 2015.
O número de crimes registrados contra as mulheres em Mumbai dobrou em 2013. Embora a quantidade de denúncias tenha crescido, o número de criminosos na prisão não cresceu na mesma proporção, como prova o caso de uma menina de 16 anos de Kolkata. Ela foi queimada e violentada pela segunda vez, depois de denunciar seus estupradores. A polícia não forneceu nenhum tipo de proteção especial à garota, que morreu uma semana depois do segundo ataque.

Fonte:Terra

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Brasil é o 8º país com mais adultos analfabetos

Do total de 774 milhões de adultos analfabetos no mundo, 72% deles estão em dez países, entre eles o Brasil. A Índia lidera a lista, com um total de 287 milhões, seguido de China e Paquistão. O Brasil ocupa o oitavo lugar.
 
Os dados fazem parte de relatório divulgado pela Unesco sobre seis metas para melhorar a educação até 2015.Segundo o Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2012, o Brasil tem 13,2 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais.
 
Marcos Dantas