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terça-feira, 7 de março de 2017

Perus fazem ‘dança’ ao redor de gato morto e intrigam a internet

Biólogos acreditam que os animais ficaram presos em um tipo de "círculo sem fim", em que cada ave persegue a cauda que está à sua frente (Youtube/Reprodução)

Cena foi registrada por morador de Boston. Biólogos explicam que animais estavam inspecionando a área – ou simplesmente seguindo um a cauda do outro


Um surpreendente vídeo de uma dúzia de perus andando em círculos ao redor do corpo de um gato atropelado percorreu as redes sociais na última semana, despertando a curiosidade dos usuários. As imagens foram gravadas por Jonathan Davis, morador de Boston, nos Estados Unidos, e postadas em sua conta no Twitter. O vídeo já foi compartilhado quase 100.000 vezes.

domingo, 5 de março de 2017

Nicarágua: mulher ‘possuída’ morre após ser queimada por religiosos

Caso de mulher 'possuída' queimada em fogueira em igreja evangélica na Nicarágua (Polícia Nacional da Nicarágua/Reprodução)

Vilma Trujillo García, de 25 anos, foi jogada em um fogueira e não resistiu às queimaduras em 80% do corpo


O caso da mulher que morreu após ser jogada em uma fogueira por grupo religioso por estar “possuída” revoltou a população da Nicarágua. Vilma Trujillo García, de 25 anos, sofreu queimaduras em quase todo o corpo em um ritual da igreja Assembleia de Deus realizado e terminou morrendo.
Segundo Reynaldo Peralta, marido da vítima, Vilma foi despida antes de ser amarrada e jogada no fogo.
A Polícia Nacional prendeu o pastor Juan Gregorio Rocha Romero e quatro supostos cúmplices, que são apontados como responsáveis pelo crime.
O incidente aconteceu na comunidade rural de El Cortezal, no município de Rosita, na Região Autônoma Caribe Norte (RACN), no nordeste da Nicarágua.
Com queimaduras em 80% do corpo, a mulher chegou a ser transferida para um hospital na capital Manágua, mas com poucas chances de continuar viva, afirmou Peralta. Vilma era mãe de duas meninas.
(Com EFE) - Fonte Veja

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Muçulmano é espancado até a morte na Índia após sacrificar uma vaca

Devotos hindus deitam no chão, no local de passagem de vacas, durante o ritual do festival Govardhan Puja, em Dhar, nesta segunda-feira (4)(Chetan Soni/AP/VEJA)
Um grupo de hindus linchou até a morte um muçulmano e deixou em estado crítico um de seus filhos pelo sacrifício de uma vaca, um animal sagrado para os hindus, em uma cidade próxima a Nova Délhi, informou nesta quarta-feira um policial. O linchamento aconteceu na noite da segunda-feira na cidade de Bisara, depois que alguém denunciou durante um culto hindu que o muçulmano tinha matado a vaca, afirmou o policial Anurag Singh. Um sacerdote hindu presente no culto teria autorizado a vingança.
Um grupo de hindus foi à casa das vítimas e linchou Mohammad Akhlaq, um granjeiro de 50 anos, e seu filho de 22 anos. "Umas quinze pessoas chegaram à casa e os atacaram. Até agora foram acusadas dez delas e ocorreram seis detenções. Entre os detidos não está o sacerdote hindu, que foi interrogado e depois posto em liberdade", explicou o policial. Segundo Singh, o filho do morto foi levado a um hospital de Noida, uma cidade próxima a Nova Délhi, e seu estado é crítico.
Meios de comunicação locais informaram que os agentes recolheram mostras da carne que havia na geladeira da casa das vítimas para examiná-la e determinar se era de vaca, embora a filha do falecido disse que eles só comiam "cordeiro". A vaca é considerada um animal sagrado pela religião majoritária da Índia, o hinduísmo, e seu consumo é proibido e penalizado por lei.
No entanto, no gigante asiático é comum que outras comunidades religiosas consumam outros tipos de animais bovinos, como o búfalo. A Índia, embora seja um país eminentemente vegetariano, é um dos maiores exportadores mundiais dessa carne. Os hindus representam 79,8% dos cerca de 1,2 bilhão de indianos e os muçulmanos 14,2%, segundo dados publicados em agosto pelo governo indiano sobre o censo de 2011, o último disponível na Índia.
(Da redação)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ex de Fernando Collor diz que ele participava de magia negra com fetos humanos

    

Rosane Malta foi por 22 anos a companheira de Fernando Collor e sua
cúmplice em rituais de magia negra e reuniões secretas realizadas quase sempre na Casa da Dinda, em Brasília.
Separada há nove anos por meio de um divórcio litigioso, ela guarda mágoas profundas do ex-marido. Ele se recusa a dividir com ela parte do patrimônio milionário acumulado durante o casamento e a pagar a pensão alimentícia de 30 salários mínimos, estabelecida pela Justiça. Depois da separação, Rosane teve depressão e conseguiu superar o problema com a ajuda da igreja evangélica, cujos cultos e obras de caridade ocupam parte da sua programação semanal.
Há dois anos, ela decidiu escrever a própria biografia, que se confunde com parte da história do governo Collor e do processo de impeachment sofrido por ele em 1992. Nas 220 páginas do livro que leva o título “Tudo que Vi e Vivi”, Rosane conta os bastidores de um casamento marcado por brigas e ambiciosos projetos de poder.
Ela detalha como o casal virou adepto de magia negra, e como Collor participava de rituais que incluíam sacrifício de animais e até o uso de fetos humanos. No livro, relata conversas que ouviu e assegura que o ex-marido mantinha contas bancárias na Suíça e uma conta conjunta com o tesoureiro de sua campanha, Paulo Cesar Farias.
Embora não apresente documentos, Rosane diz que suas histórias não são uma narrativa de quem pretende denunciar o ex-marido ou criar fatos políticos. Segundo ela, a ideia é contar sobre sua vida. Isso inclui fatos que presenciou durante o casamento com o primeiro presidente do Brasil eleito por voto popular depois dos longos anos de ditadura.
 
Istoé – O senador Fernando Collor acaba de ser reeleito. Houve pressão para que o livro fosse lançado antes ou durante a campanha, numa forma de influenciar o processo?
 
Rosane Malta – Sim, recebi propostas para lançar antes da campanha. Mas eu não queria isso. Eu queria contar a minha história sem parecer que eu estava indo para um enfrentamento com ele. Sou verdadeira. Meu livro não tem o intuito de prejudicar ninguém, muito menos o Fernando. Se eu
quisesse fazer isso, já teria feito. Já estamos separados há nove anos.
 
Istoé -Mas por que as pessoas acharam que o conteúdo do livro poderia prejudicá-lo?
 
Rosane Malta – É porque as pessoas nunca ouviram a minha versão completa dessas histórias, sobre qual era o meu ponto de vista. Por exemplo, ninguém soube, até agora, o que eu realmente sabia e pensava sobre os boatos de um caso entre Fernando e a Tereza (Collor). Havia vários indícios de que ele e a Tereza realmente tinham um caso. Alguns gestos davam a entender que sim.
 
Istoé – O que sra. achou de ele ser considerado inocente pelo STF e ter se livrado de todos os processos referentes ao seu governo e ao processo que levou ao impeachment?
 
Rosane Malta – A gente tem que acatar a decisão do Supremo. Quem sou eu para discutir? O que falo sempre é o que eu sabia. Por exemplo, o Fernando mantinha contas conjuntas com o PC Farias. O ex-presidente também tinha conta na Suíça.
 
Istoé – Mas o STF concluiu que era difícil provar as acusações contra ele. A senhora consegue mostrar alguma prova do que escreve no livro?
 
Rosane Malta – Eu conto o que sei. É o meu ponto de vista. Minha ideia é mostrar a visão de quem estava perto e dentro de todo processo, como esposa, companheira. Acho que o brasileiro é curioso. Sempre houve uma cobrança grande para que eu contasse minha versão dessas histórias.
 
Istoé – No livro, a senhora detalha os rituais de magia negra dos quais vocês costumavam participar. Como era isso?
 
Rosane Malta – Realmente decidi falar bastante sobre esse assunto. Eu vi, vivi e participei desses rituais. Não me isento disso não. Eu falo a verdade. Eu lembro que li várias entrevistas de ex-mulheres e muitas diziam que não sabiam o que estava acontecendo. Olha, eu sabia muitas coisas, mas outras eu não sabia que ele seria capaz de fazer.
 
Istoé – O que a surpreendeu, por exemplo?
 
Rosane Malta – O Fernando fez magia negra com feto humano. Eu só fui saber depois. Eu jamais participaria de uma coisa dessa e por isso faziam escondido de mim. No livro, eu conto esse caso e ainda incluí testemunhos de quem viu como acontecia. Depois que descobri o que eles faziam, eu questionei o Fernando sobre como ele tinha coragem de fazer uma coisa daquelas. Fiquei assustada.
 
Istoé – Fez algo a respeito?
 
Rosane Malta – É aquela coisa: a gente está junto, a gente ama, a gente termina perdoando. Fui educada para casar e para que o casamento durasse o resto da vida. Então passava por certas coisas e certas
situações e relevava muito para segurar o relacionamento e manter o casamento. Depois de algum tempo, o respeito e o amor acabaram. Aí não dava mais jeito.
 
Istoé -Sua narrativa mostra mágoas do seu ex-marido. Foi intencional?
 
Rosane Malta – A história do livro é de uma jovem que casa aos 19 anos com um político e abre mão da sua carreira e da própria vida para seguir o seu amor. O que falo é que, embora eu tenha passado por tantas dificuldades, estou de pé. Espero que o livro sirva para dar um exemplo a
mulheres com histórias parecidas e que não tiveram forças para continuar.Várias amigas entraram em depressão depois da separação e não saíram mais. Mas me pergunto como pode um ser humano viver durante 22 anos com uma pessoa, que dedicou a vida a ele, e não querer deixar absolutamente nada para ela? Nada do que construímos juntos ele acha que eu tenho direito. Como é que pode?
 
Istoé – A sra. também fala da pensão que ele não paga, embora a Justiça tenha entendido ser devida.
 
Rosane Malta – Sim, claro. Há nove anos eu luto pelos direitos que eu creio serem meus. Tudo que ele construiu durante o casamento era nosso e deveria ser dividido. Eu ganhei na Justiça o direito de receber uma pensão e eu não recebi nada. Ele recorreu, eu ganhei de novo. Mesmo assim eu não recebi nada. São nove anos de luta. Nem a pensão alimentícia ele paga. Meus advogados dizem que eu sou um caso de exceção à regra, pois no Brasil quem não paga pensão vai preso. Mas ele não paga, perdeu na Justiça e tudo continua como antes. Ele simplesmente não cumpre a decisão judicial. É incrível que isso aconteça. Eu via o Fernando fazendo maldades com outras pessoas e não esperava que quisesse um dia comigo. Meu terapeuta um dia disse uma coisa muito correta: eu subestimei a capacidade do inimigo. Foi isso mesmo que aconteceu.
 
 Fonte: IstoÉ

domingo, 20 de julho de 2014

Menino de 9 anos atende pedido de mortos e se casa com mulher de 62

Saneie Masilela, 9, uniu-se a Helen Shabangu, 62, para deixar parentes mortos felizes
 
Um menino de 9 anos atendeu o pedido de antepassados mortos, casou-se com uma mulher de 62 anos e tornou-se o noivo mais jovem do mundo. Saneie Masilela uniu-se a Helen Shabangu, que já é mãe de cinco filhos, com idades entre 28 e 38 anos. Eles celebraram seus votos na frente de cem convidados em Ximhungwe, na África do Sul.
A cerimônia aconteceu na frente daquele que é marido há mais tempo de Helen: Alfred Shabangu, 66. Ao jornal britânico "Mirror", Shabangu disse que não vê problema na união, e nem ele nem seus filhos se importam com opiniões contrárias ao relacionamento.
O casamento faz parte de um ritual em que se respeita o desejo de antepassados mortos de Saneie, que lhe pediram que se casasse no ano passado. "Escolhi a Helen porque eu a amo. Apesar de nós não vivermos juntos o tempo todo, nós nos encontramos no lixão onde minha mãe trabalha", contou o garoto. "Quando eu crescer, casarei com uma mulher da minha idade". A família do menino --o mais novo entre cinco filhos-- pagou 500 euros à noiva e outros 1.000 euros pela cerimônia. O amor é mesmo i-nex-pli-cá-vel!
Helen, que trabalha com reciclagem, diz que o casamento é apenas para agradar os ancestrais. "Sanele vai crescer normalmente e, um dia, terá sua própria família e se casar. Toda essa cerimônia é para deixar os antepassados felizes".
Para a mãe do menino, de 47 anos, caso ele não tivesse atendido o pedido dos ancestrais, algo ruim poderia ter acontecido à família.
Uol

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Polícia procura corpo de adolescente que teria sido morta em ritual macabro

Agentes e peritos do Itep passaram a manhã em busca do cadáver.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Capturas (Decap) e peritos do Instituto Técnico Científico de Polícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN) passaram a manhã desta sexta-feira (31/05/2013)  procurando o cadáver de uma adolescente de 13 anos, que teria sido morta em um ritual macabro. A vítima teria sido executada pelos mesmos assassinos da comerciante Edilma Dantas de Souza, cujo corpo foi encontrado enterrado na casa de João Maria Guedes da Silva, o “João Macumbeiro”, em Nordelândia, na zona Norte de Natal.
Segundo o delegado da Decap, Ben-hur Medeiros, quando foi preso, há cerca de duas semanas, João confessou que ajudou Jarbas Gomes Menezes a ocultar o cadáver da adolescente, jogando-o na Lagoa de Extremoz. Entretanto, dias depois, o réu confesso voltou atrás e revelou que o corpo havia sido jogado em uma fossa séptica no quintal de uma casa alugada por Jarbas, no bairro de Lagoa Nova.
“Só que já esgotamos a fossa e não encontramos nada. Por isso, resolvemos cavar o quintal, para tentar localizar algum resto mortal desta vítima. O Jarbas nega tudo, mas o João foi categórico ao dizer que o corpo estava aqui no imóvel, então, como se trata de uma confissão, temos a obrigação de procurar o corpo”, disse Ben-hur.
O delegado afirmou ainda que, apesar da confissão de João Maria, não há registro algum de desaparecimento de criança ou adolescente na polícia e que, por isso, fica mais difícil ter certeza de que realmente houve homicídio. “Se tem alguma família nesta situação, com uma adolescente desaparecida, que nos procure, para que possamos trabalhar com mais subsídios”, alertou.
Durante as escavações, feitas pelos acusados João Maria e Jarbas Gomes, os dois não se falaram. Cada um cavou em um local diferente e, por volta das 11h, o primeiro deixou escapar que acreditava que Jarbas tenha retirado o cadáver de dentro da fossa e que tenha enterrado em algum lugar secreto. “Ele pode ter ficado com medo de ser descoberto e fez isso”, disse João.
Dona da casa relata cenário macabro
Acompanhando o trabalho da Polícia Civil e do Itep/RN, a proprietária do imóvel alugado por Jarbas Gomes por oito meses, Maria José do Nascimento, disse que teve um choque ao entrar na residência após a prisão do acusado. Ela revelou ainda que tinha medo de receber o dinheiro do aluguel pessoalmente, com o inquilino e que, por isso, não ia ao local.
“As pessoas comentavam coisas dele, e eu, com medo, não vinha cobrar o aluguel. Só entrei aqui no dia em que ele foi preso e fiquei assustada. Tinha muitas garrafas de cachaças, de mel, galinhas mortas, cabeça de bode e de boi, chifres e outras coisas que ele usava nos rituais. Era horrível”, desabafou Maria José.
Os moradores próximos à residência onde Jarbas morava, na Rua Capitão Carlos Del Prete, também tinham medo do vizinho e que, por causa disso, ninguém deixava as crianças brincando na rua. E que, mesmo com a prisão do acusado, eles ainda têm medo de uma possível represália, por parte da família deste, que teria ameaçado os moradores.
“Toda noite era uma barulheira enorme, de chocalhos, tambores, pessoas falando com voz alteradas e teve gente que viu ele várias vezes, usando uma capa preta e vermelha. Todo mundo sabia que ele fazia macumba, por isso, todos tinham medo dele. Mesmo com ele preso, temos muito pavor”, disse um morador, que não quis se identificar.
Além dos dois acusados, os policiais da Decap prenderam ainda Gildásio Cardoso Gomes. Os três são apontados como os assassinos de Edilma, que estava desaparecida desde o dia 1º de abril passado, quando saiu de casa dizendo que retornaria em breve.

JH

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Natal, RN: populares queimam casa de homem que matou mulher durante ritual e enterrou corpo no quintal.


Corpo de Edilma Dantas (foto) foi encontrado na última terça-feira (21); caso aconteceu em Natal, Rio Grande do Norte.

Comerciante foi deitada em um lençol, banhada com sangue de um bode  e depois sufocadaReprodução/Rede Record
A casa do João Macumbeiro, onde ele confessou ter enterrado o corpo da comerciante Edilma Dantas no quintal,  foi queimada e depredada por populares após a descoberta do crime. A residência fica localizada no bairro Jardim Progresso, em Natal, no Rio Grande do Norte.
O crime ocorreu no dia 1° de abril, mas o corpo da mulher só foi encontrado na última terça-feira (21).  A comerciante teria sido vítima de um ritual de magia negra.
Edilma teria procurado João Macumbeiro para fazer um trabalho espiritual para atrair um homem casado com quem queria se relacionar, mas ele não estava respondendo as ligações.
Com essa informação, João teria ligado para outro homem, conhecido como Bruxo, e convencido o suspeito a matar a comerciante para um sacrifício.
Ritual
Ele contou, durante o interrogatório na polícia, que junto com mais dois suspeitos, embebedou Edilma, alegando que seria necessário para o ritual. Quando ela estava tonta, a deitaram em um lençol e mataram um bode. O sangue do animal foi jogado nela e depois o Bruxo a teria matado sufocada. Em seguida, o corpo foi enterrado no quintal.
A família dela registrou o desaparecimento no dia 3 de abril. Os outros suspeitos foram presos, mas negam o crime. A polícia informou que a versão apresentada por João coincide com as provas encontradas.
A polícia também investiga a possibilidade de mais três pessoas terem sido vítimas do ritual de magia negra, dentre elas, uma garota de 13 anos. O corpo teria sido jogado em uma lagoa no município de Extremoz, no Rio Grande do Norte, há um ano.
João Macumbeiro teria denunciado os casos e afirmou que teria ajudado a se livrar do corpo da adolescente. Já as outras vítimas, ele não forneceu os nomes nem idade. Já o Bruxo negou o crime. Além dos dois, a polícia prendeu mais um suspeito de participação nos rituais.
Segundo o delegado titular da delegacia de capturas de Natal, Ben-hur de Medeiros, a polícia trabalha agora para tentar localizar os parentes da garota de 13 anos, que seria uma possível vítima, mas até o momento ninguém deu queixa do desaparecimento de uma jovem.
— Nós não iremos parar. Conclui Ben Hur.
R7