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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Livro revela que Hitler só tinha um testículo.

Um relatório médico do ditador Adolf Hitler, datado de 1923, confirmou em parte uma das lendas sobre ele, ao assinalar que sofria de criptorquia, ou seja, que só um de seus testículos tinha descido à bolsa escrotal.
O ata foi assinada pelo médico Josef Brinsteiner na prisão da Baviera onde Hitler ficou recluso após o fracassado golpe de estado que protagonizou em Munique em 1923, e faz parte do livro “Hitler como prisioneiro em Landsberg am Lech, 1923/24” que acaba de ser publicado na Alemanha pelo historiador Peter Fleischmann.
O médico anotou em um relatório assinado em 12 de novembro, após uma revisão médica, que o “preso número 45”, Hitler, se encontra em bom estado de saúde, e que padece de “criptorquia do lado direito”.
Como lembraram neste sábado vários meios de comunicação alemães, pouco se equivocaram os soldados britânicos, que na Segunda Guerra Mundial cantavam “Hitler has only got one ball” (“Hitler só tem uma bola”), uma paródia da popular “Marcha do coronel Bogey”.
O diagnóstico rebate no entanto a parte da lenda que indicava que Hitler poderia ter perdido um testículo ferido por uma granada no front durante a Primeira Guerra Mundial.
Exame - Por Robson Pires

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Padre Marcelo Rossi participa de sessão de autógrafos em Natal

Padre Marcelo Rossi estará em Natal nesta terça-feira (o6), para sessão de autógrafos do novo livro Philia: Derrote a depressão, o medo e outros, no piso 4 do Deck Parking do Natal Shopping, às 14h30. Escrito durante o período de composição do disco O tempo de Deus, o livro apresenta quatorze textos sobre os males da alma, como depressão ansiedade, tristeza e pessimismo.


Robson Pires

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Andressa Urach teme ameaças de morte por biografia reveladora

'Se eu morrer por causa das informações desse livro... Sei que minha alma está em paz', escreve modelo no Instagram. Livro sai com tiragem de 1 milhão de exemplares.
A modelo Andressa Urach promete revelações bombásticas em sua biografia, Morri para Viver, que chega às livrarias no final do mês, pela editora Planeta, com tiragem de 1 milhão de exemplares. E teme receber ameaças de morte por isso. “Se eu morrer por causa das informações desse livro… Sei que minha alma está em paz”, escreveu Andressa em sua conta no Instagram, que ela tem utilizado para divulgar a biografia, escrita com a ajuda do vice-presidente de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro. Foi também ele que colaborou em Nada a Perder, a biografia do bispo Edir Macedo.
No fim de semana, Andressa publicou a capa e a contra-capa do livro, em que fala de seu “submundo de fama, drogas e prostituição”. A modelo decidiu mudar de vida depois de quase morrer em decorrência de uma infecção causada por hidrogel, substãncia que injetou para engrossar e fortalecer a perna.
Segundo as informações contidas na contracapa, o livro contará como Andressa “se tornou uma das prostitutas mais caras e desejadas do país” e falará de seus “casos secretos com clientes ricos e famosos”, que envolvem “empresários milionários, cantores, jogadores de futebol, artistas, bandidos e religiosos”.
Fonte: Veja

domingo, 2 de agosto de 2015

Andressa Urach revela detalhes picantes de sua vida enquanto prostituta

Andressa escreve, na contracapa do livro, que seu nome de guerra no bordel era Ímola

Na biografia Morri para Viver, a modelo Andressa Urach pretende contar como se tornou “uma das prostitutas mais caras e desejadas do país”. O livro, que deverá ser lançado no final de agosto, conta a história de Andressa em sua “insana obsessão por dinheiro e sucesso”, como ela divulgou na última sexta (31) em sua conta no Instagram.
Andressa escreve, na contracapa do livro, que seu nome de guerra no bordel era Ímola. Ela pretende contar os “casos secretos com clientes ricos e famosos. Empresários milionários, cantores, jogadores de futebol, artistas, bandidos, religiosos”.
“Confesso que foi preciso coragem para contar tudo. Venci a vergonha de um passado sujo para tentar estender a mão para quem se considera em um beco sem saída”, escreveu em sua conta no Instagram.
O livro também abordará o vício em cirurgias plásticas da modelo que quase a levou a morte, em 2014, depois de injetar 400 mililitros de hidrogel nas pernas. “Meu livro, minha vida. Esta é a capa de Morri para Viver. Eu apenas aceitei escrever sobre tudo o que vivi para ajudar quem acha que necessita de ajuda”, disse.
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Fonte: Veja

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ex de Fernando Collor diz que ele participava de magia negra com fetos humanos

    

Rosane Malta foi por 22 anos a companheira de Fernando Collor e sua
cúmplice em rituais de magia negra e reuniões secretas realizadas quase sempre na Casa da Dinda, em Brasília.
Separada há nove anos por meio de um divórcio litigioso, ela guarda mágoas profundas do ex-marido. Ele se recusa a dividir com ela parte do patrimônio milionário acumulado durante o casamento e a pagar a pensão alimentícia de 30 salários mínimos, estabelecida pela Justiça. Depois da separação, Rosane teve depressão e conseguiu superar o problema com a ajuda da igreja evangélica, cujos cultos e obras de caridade ocupam parte da sua programação semanal.
Há dois anos, ela decidiu escrever a própria biografia, que se confunde com parte da história do governo Collor e do processo de impeachment sofrido por ele em 1992. Nas 220 páginas do livro que leva o título “Tudo que Vi e Vivi”, Rosane conta os bastidores de um casamento marcado por brigas e ambiciosos projetos de poder.
Ela detalha como o casal virou adepto de magia negra, e como Collor participava de rituais que incluíam sacrifício de animais e até o uso de fetos humanos. No livro, relata conversas que ouviu e assegura que o ex-marido mantinha contas bancárias na Suíça e uma conta conjunta com o tesoureiro de sua campanha, Paulo Cesar Farias.
Embora não apresente documentos, Rosane diz que suas histórias não são uma narrativa de quem pretende denunciar o ex-marido ou criar fatos políticos. Segundo ela, a ideia é contar sobre sua vida. Isso inclui fatos que presenciou durante o casamento com o primeiro presidente do Brasil eleito por voto popular depois dos longos anos de ditadura.
 
Istoé – O senador Fernando Collor acaba de ser reeleito. Houve pressão para que o livro fosse lançado antes ou durante a campanha, numa forma de influenciar o processo?
 
Rosane Malta – Sim, recebi propostas para lançar antes da campanha. Mas eu não queria isso. Eu queria contar a minha história sem parecer que eu estava indo para um enfrentamento com ele. Sou verdadeira. Meu livro não tem o intuito de prejudicar ninguém, muito menos o Fernando. Se eu
quisesse fazer isso, já teria feito. Já estamos separados há nove anos.
 
Istoé -Mas por que as pessoas acharam que o conteúdo do livro poderia prejudicá-lo?
 
Rosane Malta – É porque as pessoas nunca ouviram a minha versão completa dessas histórias, sobre qual era o meu ponto de vista. Por exemplo, ninguém soube, até agora, o que eu realmente sabia e pensava sobre os boatos de um caso entre Fernando e a Tereza (Collor). Havia vários indícios de que ele e a Tereza realmente tinham um caso. Alguns gestos davam a entender que sim.
 
Istoé – O que sra. achou de ele ser considerado inocente pelo STF e ter se livrado de todos os processos referentes ao seu governo e ao processo que levou ao impeachment?
 
Rosane Malta – A gente tem que acatar a decisão do Supremo. Quem sou eu para discutir? O que falo sempre é o que eu sabia. Por exemplo, o Fernando mantinha contas conjuntas com o PC Farias. O ex-presidente também tinha conta na Suíça.
 
Istoé – Mas o STF concluiu que era difícil provar as acusações contra ele. A senhora consegue mostrar alguma prova do que escreve no livro?
 
Rosane Malta – Eu conto o que sei. É o meu ponto de vista. Minha ideia é mostrar a visão de quem estava perto e dentro de todo processo, como esposa, companheira. Acho que o brasileiro é curioso. Sempre houve uma cobrança grande para que eu contasse minha versão dessas histórias.
 
Istoé – No livro, a senhora detalha os rituais de magia negra dos quais vocês costumavam participar. Como era isso?
 
Rosane Malta – Realmente decidi falar bastante sobre esse assunto. Eu vi, vivi e participei desses rituais. Não me isento disso não. Eu falo a verdade. Eu lembro que li várias entrevistas de ex-mulheres e muitas diziam que não sabiam o que estava acontecendo. Olha, eu sabia muitas coisas, mas outras eu não sabia que ele seria capaz de fazer.
 
Istoé – O que a surpreendeu, por exemplo?
 
Rosane Malta – O Fernando fez magia negra com feto humano. Eu só fui saber depois. Eu jamais participaria de uma coisa dessa e por isso faziam escondido de mim. No livro, eu conto esse caso e ainda incluí testemunhos de quem viu como acontecia. Depois que descobri o que eles faziam, eu questionei o Fernando sobre como ele tinha coragem de fazer uma coisa daquelas. Fiquei assustada.
 
Istoé – Fez algo a respeito?
 
Rosane Malta – É aquela coisa: a gente está junto, a gente ama, a gente termina perdoando. Fui educada para casar e para que o casamento durasse o resto da vida. Então passava por certas coisas e certas
situações e relevava muito para segurar o relacionamento e manter o casamento. Depois de algum tempo, o respeito e o amor acabaram. Aí não dava mais jeito.
 
Istoé -Sua narrativa mostra mágoas do seu ex-marido. Foi intencional?
 
Rosane Malta – A história do livro é de uma jovem que casa aos 19 anos com um político e abre mão da sua carreira e da própria vida para seguir o seu amor. O que falo é que, embora eu tenha passado por tantas dificuldades, estou de pé. Espero que o livro sirva para dar um exemplo a
mulheres com histórias parecidas e que não tiveram forças para continuar.Várias amigas entraram em depressão depois da separação e não saíram mais. Mas me pergunto como pode um ser humano viver durante 22 anos com uma pessoa, que dedicou a vida a ele, e não querer deixar absolutamente nada para ela? Nada do que construímos juntos ele acha que eu tenho direito. Como é que pode?
 
Istoé – A sra. também fala da pensão que ele não paga, embora a Justiça tenha entendido ser devida.
 
Rosane Malta – Sim, claro. Há nove anos eu luto pelos direitos que eu creio serem meus. Tudo que ele construiu durante o casamento era nosso e deveria ser dividido. Eu ganhei na Justiça o direito de receber uma pensão e eu não recebi nada. Ele recorreu, eu ganhei de novo. Mesmo assim eu não recebi nada. São nove anos de luta. Nem a pensão alimentícia ele paga. Meus advogados dizem que eu sou um caso de exceção à regra, pois no Brasil quem não paga pensão vai preso. Mas ele não paga, perdeu na Justiça e tudo continua como antes. Ele simplesmente não cumpre a decisão judicial. É incrível que isso aconteça. Eu via o Fernando fazendo maldades com outras pessoas e não esperava que quisesse um dia comigo. Meu terapeuta um dia disse uma coisa muito correta: eu subestimei a capacidade do inimigo. Foi isso mesmo que aconteceu.
 
 Fonte: IstoÉ

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Justiça autoriza lançamento da 'biografia gay' de Lampião


Por unanimidade, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) reformou a sentença de primeiro grau que proibia a venda da obra
O cangaceiro Lampião
O cangaceiro Lampião (Reprodução/VEJA)
 
Depois de três anos, finalmente o escritor e juiz aposentado Pedro de Morais vai poder lançar e vender o seu livro Lampião, O Mata Sete, em que diz que Virgulino Ferreira, o famoso cangaceiro nordestino, era gay. Por unanimidade, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) reformou a sentença de primeiro grau que proibia o lançamento e a venda da obra.
 
Para o autor, o voto unânime dos desembargadores pode abrir um precedente no Brasil para autores que estão com biografias paradas na Justiça. "Foi um voto notável", disse Morais, ao se referir ao desembargador Cezário Siqueira Neto, relator do processo.
 
No voto, Siqueira Neto entendeu que garantir o direito à liberdade de expressão coaduna-se com os recentes julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF). "Não é demais repetir que, se a autora da ação sentiu-se ‘ofendida’ com o conteúdo do livro, pode-se valer dos meios legais cabíveis. Porém, querer impedir o direito de livre expressão do autor da obra, no caso concreto, caracterizaria patente medida de censura, vedada por nossa Constituinte", afirmou o magistrado.
veja

terça-feira, 1 de julho de 2014

Australiana vira prostituta após sofrer estupro coletivo aos dezoito anos

     

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
A australiana, hoje conhecida por Gwyneth Montenegro, revela em seu livro recém-lançado que se tornou uma profissional do sexo após ser vítima de estupro coletivo. Segundo o Daily Mail, ela também conta na obra que já dormiu com 10.091 homens.
Durante o ponto alto da carreira, a australiana, criada por cristãos devotos, recebia de 500 a 1.000 dólares por hora como prostituta de luxo. Mas não demorou muito para sua vida ser devastada pelo álcool, drogas e orgias. Ao longo dos anos em que trabalhou como profissional do sexo, Montenegro viajou por toda a Austrália e para destinos exóticos ao redor do mundo.
Apesar da vida regada a muito luxo na época em que faturava muito dinheiro, a australiana, que tem hoje 36 anos, revela que se pudesse voltar no tempo, não faria o que fez.
Em seu livro, “10 Mil Homens e Contando” (em tradução livre), Montenegro revela como foi estuprada por vários homens, quando tinha 18 anos, e conta que, começou a dançar em boates aos 19 e se tornou uma prostituta de luxo aos 21.
“Eu era muito ingênua, fiquei bêbada e consegui 100 dólares em dinheiro na primeira noite – achei aquilo o máximo”, conta.
O sucesso com os clientes lhe deu a confiança que sempre lhe faltou, especialmente após sofrer bullying no ensino médio. “Pela primeira vez, eu estava conectada a outras pessoas, outras meninas, era como uma família, e aquilo me fez ‘florescer”‘, acrescenta.
Montenegro explica que resolveu escrever o livro para desmitificar a profissão de prostituta. “Para aquelas que desejam entrar nesta vida, eu aconselho que pensem muito bem, porque a partir do momento que você se afilia a este mundo, ele nunca mais sai de você”.
Após quase morrer em um acidente de carro, Montenegro resolveu deixar a indústria do sexo. Hoje, a australiana é empresária e trabalha junto com o namorado, Roger.
Fonte: Terra

domingo, 8 de dezembro de 2013

Livro contará a história do Valdetário Carneiro

 O assaltante que irrompeu o sertão nordestino, desafiando a polícia e espalhando o medo por todo o RN completa 10 anos de morte na terça-feira (10/12/2013). A história deste homem, Valdetário Carneiro, ganha as livrarias do estado na mesma data. A obra, “Valdetário Carneiro: A essência da bala”, é de autoria dos jornalistas Paulo Nascimento e Rafael Barbosa, publicada pela Editora Tribo.

A ideia de falar sobre a vida de um dos mais temidos criminosos que já protagonizaram a crônica policial do Rio Grande do Norte surgiu na universidade. Os autores ainda cursavam Jornalismo na UFRN quando se interessaram pelo tema. O projeto, a princípio, contaria os pormenores das brigas entre famílias que assombraram o Oeste potiguar. O nome dos Carneiro sempre surgia nos entreveros.
Cedida

As pesquisas começaram e os repórteres perceberam que o personagem de Valdetário Carneiro se destacava no enredo. Entre entrevistas e viagens a Caraúbas, terra natal do protagonista, a proposta acabou se tornando o trabalho de conclusão de curso dos dois. E agora virou livro. “Nós ampliamos o material da monografia para transformá-la em livro-reportagem”, explica Paulo Nascimento.

Os jornalistas entrevistaram mais de 20 pessoas durante o processo de apuração das informações para a composição do material literário. “Isso entre as que se identificaram e as que preferiram se manter ocultas como condição para darem as declarações”, observa Rafael Barbosa. Esta foi a maior dificuldade da dupla no percurso da produção da biografia. A figura de Valdetário ainda causa receio em boa parte das pessoas que conviveram de maneira próxima a ele. Portanto, obter determinadas informações a respeito do assaltante é difícil. “Mesmo as pessoas que falaram evitaram alguns assuntos”, conta Paulo Nascimento.

Os feitos criminosos espetaculosos deram a Valdetário Carneiro o estigma de mito. Enquanto estava vivo, se ouviam histórias do bando comandado por ele em todo o Nordeste. “Valdetário foi vestido de uma personalidade de onipresença. Por exemplo, enquanto ele assaltava um banco no interior do Piauí, alguém dizia que o viu em Olho D’água dos Borges, no Alto Oeste do RN”, esclarece Barbosa.

Val, como era conhecido, foi morto em 2003 em confronto com a polícia.
Nos anos de 1990, foi um dos assaltantes mais procurados do Nordeste.

 

José Valdetário Benevides, o Valdetário Carneiro, ganhou notoriedade pelos crimes que cometeu (Foto: Dudé Viana/Acervo da Família)Valdetário Benevides, o 'Valdetário Carneiro', ganhou notoriedade pelos crimes que cometeu em 10 anos
 
O   mecânico de automóveis José Valdetário Benevides, o 'Valdetário Carneiro',  nos anos de 1990 e início dos anos 2000 se tornou um dos assaltantes de banco mais perigosos do Nordeste. Foi morto em confronto com a polícia em dezembro de 2003.
Livro conta a história de Valdetário Carneiro (Foto: Reprodução)
Livro-reportagem conta a história de Valdetário
 
 
José Valdetário, como irá contar  o livro, participou de uma série de assaltos a bancos em vários estados do Nordeste durante o fim da década de 1990 e o início dos anos 2000. Ele também orquestrou homicídios contra inimigos políticos de sua família, em especial integrantes da família Simião Pereira, como os médicos e irmãos João e Aguinaldo Pereira.
Ele ainda participou da segunda maior fuga da história da Penitenciária de Alcaçuz, quando em novembro de 2000 foi resgatado, junto com outros 29 homens, por integrantes de sua quadrilha. Os homens neutralizaram a segurança da unidade prisional utilizando metralhadoras de uso exclusivo das Forças Armadas. O trabalho ainda traz uma versão inédita da operação que resultou na morte do assaltante, no dia 10 de dezembro, em um sítio da zona rural de Lucrécia.
Túmulo de Valdetário Carneiro, em Caraúbas, cidade onde nasceu (Foto: Anderson Barbosa/G1)Túmulo de Valdetário Benevides, em Caraúbas, cidade onde nasceu
 
Fonte: TN/G1

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ao prestigiar lançamento de livro de Padre Murilo "Farofa de Tição", Wilma demonstra que continua com pose de candidata

Agora com o respaldo de pesquisas que mostram sua popularidade, a ex-governadora Wilma de Faria (PSB), continua sendo vista como candidata a cargo majoritário.
Ela prestigiou na noite desta quinta-feira (29) autores potiguares. Primeiro ela foi ao lançamento do livro "Farofa de Ticão" do Padre Murilo, evento em que a Professora Socorro Evangelista recitou um dos poemas da publicação, encantando os presentes. Depois, a ex-governadora seguiu para a Editora Saraiva, onde Mailde Medeiros Azambuja lançava "Sem cursos e poucos recursos.
Marcos Dantas