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segunda-feira, 27 de março de 2017

Novo shopping do Alecrim terá mais de 200 lojas e 2 mil empregos

O investimento no projeto será da ordem de R$ 55 milhões

O bairro do Alecrim, berço do comércio potiguar, irá ganhar um shopping com cerca de 35 mil m², todo climatizado, nove pavimentos (sendo seis deles para estacionamento, o que resultará em mil vagas), mais de 200 lojas de marcas nacionais e locais, e que possuirá a quarta maior praça de alimentação de Natal. O Outlet 25 Demais pertence ao Grupo 25, que tem atuação no comércio paulista da Rua 25 de Março, e deve iniciar sua operação em 2019, gerando 2 mil empregos diretos. O investimento no projeto será da ordem de R$ 55 milhões.
O projeto foi apresentado ao prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves e a secretários municipais na última quarta-feira (22), em reunião que aconteceu no Palácio Felipe Camarão, e que contou com a presença do presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, e do vice-presidente da instituição e presidente do Sindicato do Comércio Varejista e de Serviços do RN, George Ramalho.
“A reunião foi muito proveitosa. Há um grande esforço do prefeito, tanto nas melhorias da cidade, como uma atenção muito especial a este projeto e à grande mudança que acontecerá no Alecrim, gerando não só novos empregos, mas um crescimento comercial no bairro, trazendo limpeza, segurança, novos empreendedores e empreendimentos a este bairro, que apesar de todos os seus problemas é o único com o perfil da 25 de março em São Paulo”, detalhou o representante do Grupo 25, Minás Aravanis.
De acordo com estudos realizados pelo do Grupo, a expectativa é de que o fluxo inicial no Outlet 25 seja de 40 mil pessoas por dia; e no bairro como um todo, suba para 200 mil pessoas, atraídas não só pelo shopping como também pelas melhorias que o bairro irá receber. Segundo Minás, os projetos estão bem adiantados e a previsão é que as obras comecem no segundo semestre deste ano.
“Em Natal, o único local que comporta mais um shopping, é com certeza o bairro do Alecrim. O fato de termos um terreno próprio, em um bairro centralizado, de fácil acesso, e o grande número de linhas de ônibus para o local também influenciou muito. E claro o grande fluxo de clientes!”, comentou o empresário, só lamentando que apesar do grande fluxo de pessoas, é um bairro carente de estacionamento.
Minás Aravanis fez questão de destacar que os empresários potiguares tiveram uma receptividade positiva à chegada do investimento ao bairro. “Uma obra deste porte no Alecrim aumentaria o fluxo de pessoas e mudaria o bairro comercial mais intenso de Natal, que hoje vem, ano a ano, perdendo seus clientes para os shoppings”, acrescentou.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Serei o maior gerador de empregos que Deus criou, diz Trump


Objetivo é trazer postos de trabalho que alguns setores levaram para fora do país de volta para a economia dos EUA



Por Estadão Conteúdo
 

O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu estimular a economia norte-americana e declarou a jornalistas que será “o maior criador de empregos que Deus já criou”. Em seu governo, o objetivo é trazer postos de trabalho que alguns setores levaram para fora do país de volta para a economia dos EUA.
“Teremos bons empregos e boas notícias”, disse Trump em seus comentários iniciais, ressaltando que a montadora General Motors siga sua rival Ford e mantenha postos de trabalho nos EUA.
O republicano ressaltou ainda a necessidade da indústria farmacêutica voltar a criar empregos nos EUA e não em outros países. Ele prometeu melhorar os processos para licitações do setor, que tem desenvolvido bons remédios, mas no exterior.
Ao responder uma pergunta sobre se russos invadiram computadores dos EUA para vazar informações durante a campanha eleitoral, Trump disse que acredita que a Rússia tenha feito, mas também outros atuaram como “hackers”, disse ele, citando a China.
Trump ressaltou que não tem negócios com a Rússia e questionou se sua rival na campanha, Hillary Clinton, seria mais dura que ele com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. “Se Putin gosta de Donald Trump, eu considero isso como um ativo, não um passivo”, afirmou o presidente.
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