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domingo, 30 de abril de 2017

Lula lidera, mas Bolsonaro surpreende e chega a 2º lugar, diz pesquisa Datafolha

Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Daniel Pinheiro/Agência Brasil)

Deputado federal de extrema direita empata com Marina Silva nas intenções de votos para a Presidência em 2018

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança na corrida para a Presidência em 2018 segundo a primeira pesquisa do Datafolha após a delação da Odebrecht à Operação Lava Jato. Apesar de ser um dos nomes citados nos depoimentos, Lula chega a 30% das intenções de votos e amplia a distância dos demais possíveis candidatos.
Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparecem em seguida. O político de extrema direita subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos cenários em que disputam, respectivamente, os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Em ambos os casos Bolsonaro surge tecnicamente empatado com Marina. Em simulações de segundo turno, a candidata da Rede e o juiz Sérgio Moro são os únicos que vencem Lula.
A pesquisa também aponta que nomes relevantes do PSDB e o atual presidente Michel Temer (PMDB) sofrem com altos índices de rejeição. Temer, com 64%, lidera o ranking, seguido por Lula (45%), Aécio (44%) e Alckmin (28%). Quem ganha com a queda da popularidade dos colegas do PSDB é João Dória. Com baixa rejeição (16%), o prefeito de São Paulo desponta como um possível presidenciável. Contudo, ainda surge abaixo de Lula, Marina e Bolsonaro nas intenções de votos em um primeiro turno.
Com a popularidade em baixa, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) caiu no cenário eleitoral para a Presidência em 2018, e empatou com o lanterninha Luciano Huck. Em uma simulação feita pelo Datafolha, com dez possíveis candidatos, sem seleção por partido, Alckmin é o tucano com a menor possibilidade de se eleger, com 3% das intenções de votos, mesma porcentagem do apresentador global.
Aécio Neves e João Dória aparecem empatados com 5%, ao lado de Ciro Gomes(PDT) e Joaquim Barbosa. O juiz Sergio Moro soma 9% das intenções de votos, enquanto Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva (Rede) ocupam o segundo lugar, empatados com 11%. Lula (PT) se mantém na dianteira, com 29%.
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domingo, 16 de abril de 2017

Presidenciáveis fora da lista de Fachin ensaiam discurso ético

Ciro Gomes, Marina Silva e Jair Bolsonaro (Marcos D'Paula/Michael Melo/Dedoc Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Marina, Bolsonaro e Ciro, três pré-candidatos para 2018 que não são investigados, criticam o Congresso Nacional e envolvidos na Lava Jato

Os três presidenciáveis que ficaram de fora da lista de Fachin já ensaiam um discurso ético para as eleições de 2018. Ciro Gomes (PDT-CE), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Marina Silva (Rede-AC) avaliam que a lista de pessoas citadas não surpreende e criticam os investigados pela Lava Jato. A informação é da edição deste domingo do jornal O Estado de S.Paulo.

A ex-ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou para atacar a gestão Michel Temer, o Congresso Nacional e o PT, para o qual, segundo ela, “o poder de partido falou mais alto do que o poder de nação”. Marina ressaltou que “não é o momento para discutir nomes de quem está ou não na lista, mas, sim, de pensar como o Brasil vai fazer essa travessia para uma sociedade melhor, de como mudar um Congresso que está lá graças ao caixa 2 e à corrupção”. A ex-ministra disse ainda que “a eleição de 2014 foi uma fraude por causa do abuso de poder econômico”.
Questionada sobre como fazer uma campanha sem se relacionar com a corrupção, ela afirmou que as campanhas podem ser diferenciadas e não precisam ser do jeito que estão. “Esse modelo de política não funciona. O poder concentra o poder nele mesmo”, disse. Já Bolsonaro afirmou que esperava os nomes que estão na lista. Disse que, “quando o Poder Executivo vai ao Congresso, é para comprar voto”. Quanto às eleições de 2018, o deputado afirmou que, “se o povo reeleger o atual Congresso, ele merece o poder que tem”. O deputado afirmou que, se eleito, não vai lotear o governo em troca de governabilidade. Perguntado se isso não traria caos ao Planalto, Bolsonaro disse que “caos é o atual governo”. Risco.
Ex-ministro de Itamar Franco e também de Lula, Ciro Gomes atacou a generalização que a divulgação dos investigados no STF causa na sociedade. “A pena política não pode ser a mesma de alguém que recebeu R$ 50 mil com recibo e de outro que vendeu uma medida provisória”, afirmou. Segundo ele, “o pior dos mundos é incitar a opinião pública, o que coloca em risco a democracia”. O pré-candidato do PDT ainda criticou os outros dois que estão fora da lista de Fachin. “Olha o moralismo da Marina, do Bolsonaro!” Quando questionado quem seria seu maior adversário em uma corrida presidencial, o cearense respondeu: “Se o debate for inteligente sobre qual a solução do Brasil, eu reino!”.
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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Vídeo: Bolsonaro tenta 'mosh' no Rio... e cai direto no chão


Do alto de seus 8% de intenções de voto para presidente da República, de acordo com a última pesquisa Datafolha, em abril, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) já se comporta como um verdadeiro fenômeno de popularidade. Apoiado por alguns manifestantes que repudiavam em um ato na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a decisão do STF de torná-lo réu por apologia ao crime de estupro, Bolsonaro não conseguiu conter a empolgação. Ao lado do filho Flávio Bolsonaro, vereador e pré-candidato à prefeitura do Rio, e de dois cidadãos fantasiados - um deles de Capitão América - o deputado federal arriscou um mosh e, à la estrela do rock, pulou do teto de uma van em direção a seus apoiadores. Um homem até tentou demovê-lo da ideia, sem sucesso. Infelizmente para Jair Bolsonaro, ninguém se mostrou disposto a segurá-lo após o salto e ele acabou no chão. As reações no teto da van foram diferentes: Flávio Bolsonaro ria, enquanto o homem que aconselhara seu pai levava as mãos à cabeça sem cabelos. Capitão América apenas observava, incrédulo. Constrangido, Bolsonaro contou com a ajuda de alguns manifestantes para se levantar e logo passou a ser chamado de "mito" pela claque. (João Pedroso de Campos, de São Paulo)
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sábado, 23 de abril de 2016

Defensor do PT, ator José de Abreu cospe em casal após discutir em restaurante

O casal foi chamado por José de Abreu de "coxinha"


Por Redação
Uma polêmica envolveu o ator global José de Abreu, defensor do governo do PT, em um restaurante de SP. O ator afirmou que teria sido ofendido e chamado de “ladrão”, antes de cuspir em um casal dentro de um restaurante em São Paulo.
Segundo o portal UOL, o ator diz ter sofrido “agressão gratuita” durante 30 minutos enquanto jantava em um restaurante japonês ao lado de sua mulher. O casal foi chamado por José de Abreu de “coxinha” (apelido para quem é contrário à ideologia de esquerda), “fujão”, “covarde” e “fascista”.
O ator, recém-chegado do Japão, veio a São Paulo para participar do “Domingão do Faustão”, neste final de semana. Segundo ele, o casal o chamou de “ladrão” e sua mulher, Priscila Pettit, de “vagabunda”. Ele ameaçou chamar a polícia, porém voltou atrás em consideração ao amigo, dono do restaurante.
O fato lembra o que aconteceu no último domingo, durante a votação da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma, quando o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e foi revidado pelo filho dele, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), no Congresso Nacional. Internautas reprovaram a atitude de José de Abreu.
Portal no Ar

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Wyllys: Não nego ter cuspido num fascista que me chamou de veado, queima-rosca e boiola

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse não ter medo de sofrer processo por quebra de decoro parlamentar e reafirmou que cuspiria em Bolsonaro novamente. “Não temo enfrentar processo. Processo tem de enfrentar quem é machista, quem é racista, quem promove a violência, quem defende a memória de Brilhante Ustra – um torturador –, quem defende a tortura nesse país. Isso deveria escandalizar vocês, não o cuspe na cara de um canalha”, afirmou.
Em seu perfil no Twitter, o deputado Jean Wyllys especificou os insultos que ouviu de Bolsonaro. “Não negarei e nem me envergonharei de ter cuspido num fascista que me insultou de “veado”, “queima-rosca” e “boiola”.
Robson Pires

domingo, 17 de abril de 2016

Após voto, Jean Wyllys cospe em direção do deputado Jair Bolsonaro

"Cuspi na cara dele (Bolsonaro) que é o que ele merece", explicou Jean Wyllys (PSOL-RJ)


Por Estadão Conteudo
 


Deputado Jean Wyllys (com bandeira vermelha no pescoço) é   provocado pelos deputados Jair e Paulo   Bolsonaro (PSC/RJ), após votar não   durante sessão para votação do processo   de impeachment da presidente Dilma   Rousseff no plenário da Câmara, em   Brasília, na noite deste domingo, 17.   17/04/2016 - Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO
Deputado Jean Wyllys (com bandeira vermelha no pescoço) é provocado por Jair Bolsonaro após votar “não” durante sessão para votação do processo de impeachment da presidente Dilma (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

Após terminar de anunciar o seu voto no plenário da Câmara dos Deputados, Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na direção do parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Por serem do mesmo Estado, os dois votaram no mesmo bloco na Câmara dos Deputados sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, Bolsonaro enalteceu o ex-chefe de um dos órgãos de repressão da ditadura militar.
“Perderam em 1964, perderam agora em 2016”, disse, fazendo uma referência ao golpe militar. “Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, o meu voto é sim”, defendeu Bolsonaro. Ele parabenizou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que “ele entrará para a história”.
O deputado Jean Wyllys disse estar “constrangido” de participar de uma “eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores covardes, analfabetos políticos e vendidos. Uma farsa sexista”. Ele declarou seu voto contra o impeachment em nome “dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra”.
Jean Willys (PSOL-RJ) confirmou ter cuspido na cara de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) em resposta a um insulto durante a votação e disse não se arrepender do gesto.
“Na hora em que fui votar esse canalha (Bolsonaro) decidiu me insultar na saída e tentar agarra meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando ouvi o insulto eu devolvi, cuspi na cara dele que é o que ele merece”, explicou Willys.
Indagado se teria sido se arrependido do gesto, ele respondeu: “De jeito nenhum. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse e quantas vezes tivesse vontade”.
O deputado disse não temer um processo por causa do gesto. “Processo merece quem é machista, que é a favor da violência, quem defende a memória (do coronel Carlos Alberto) Brilhante Ustra, um torturador. Isso deveria escandalizar vocês, não um cuspe na cara de um canalha”, justificou.
O parlamentar do PSOL não detalhou qual o teor do suposto insulto de Bolsonaro.
Mais cedo, Jean Wyllys já tinha discutido no plenário com o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), membro da bancada evangélica. O parlamentar carioca disse que Feliciano deveria assumir sua homossexualidade. O deputado paulista retrucou.
Portal no Ar

terça-feira, 12 de abril de 2016

Filho de Bolsonaro mete bala em bandidos e evita assalto no Rio

Por Júlio Rocha
O deputado estadual do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro (PSC), deputado federal e pré-candidato a presidente em 2018, trocou tiros com criminosos para evitar um assalto na Barra da Tijuca.

“Vimos um assalto no carro ao lado e meu segurança, que é policial militar, saiu do carro para rendê-lo quando o assaltante pegou a arma para atirar nele e eu reagi. Foi um susto”, disse Bolsonaro.

Ele e o segurança não se feriram. Bolsonaro teria ferido um dos criminosos, que fugiu. Após a ocorrência, o deputado seguiu para registrar o caso na 16ª DP (Barra).
Portal no Ar

terça-feira, 14 de abril de 2015

Bolsonaro é condenado a pagar indenização de R$ 150 mil por declarações homofóbicas

Jair Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 150 mil por declarações homofóbicas foi condenado a pagar R$ 150 mil por declarações homofóbicas

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado pela 6ª Vara Cível do Fórum de Madureira, do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), a pagar indenização de R$ 150 mil ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDDD), criado pelo Ministério da Justiça, por conta de declarações homofóbicas num programa de televisão. A sentença ainda cabe recurso.
A decisão, tomada pela juíza Luciana Santos Teixeira, teve como base declarações feitas pelo deputado durante entrevista ao programa CQC, da Band, no dia 28 de março de 2011. Na oportunidade, Jair Bolsonaro, entre outras declarações, disse que não "corre risco" de ter um filho gay por ter sido um pai presente.

Para a juíza que definiu a sentença, a liberdade de expressão deve ser exercida em observação à proteção e dignidade do cidadão.

"Não se pode deliberadamente agredir e humilhar, ignorando-se os princípios da igualdade e isonomia, com base na invocação à liberdade de expressão. O réu praticou ilícito civil em cristalino abuso ao seu direito de liberdade de expressão", afirmou a juíza.

Em sua defesa, Bolsonaro alegou imunidade parlamentar. O que foi questionado pela juíza, que ressaltou que “a imunidade parlamentar não se aplica ao caso”.

TN