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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Regina Duarte comparece as manifestações contra políticos e sobe em carro na Avenida Paulista

Regina Duarte

Manifestantes vestindo verde e amarelo ocuparam sete quarteirões da Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto a favor da Operação Lava Jato neste domingo (4). As manifestações também foram realizadas em outras cidades do país.

A Polícia Militar informou que, aproximadamente, 15 mil pessoas estiveram presentes na manifestação no horário de maior concentração, que foi entre 16h e 16h30. Por volta das 18h, os manifestantes começaram a deixar a avenida.


Entre os participantes, a atriz Regina Duarte. A atriz subiu no carro de som e foi ovacionada pelo público ao ser anunciada no microfone. Regina gritou palavras de ordem e deu um abraço simbólico nos manifestantes. “Os que estão aqui já sabem que precisam estar aqui”, disse a artista, sendo bastante aplaudida.
No ano passado, ela fez um selfie de cima de uma árvore durante um protesto contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Recentemente, a artista contou que foi vítima de assédio moraldurante uma briga no trânsito, na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Ontem, no fim da tarde, fui vítima de intolerância num incidente de trânsito. Mais que tudo, me impressiona a agressividade generalizada e a desconfiança reinante”, declarou.
tv foco

terça-feira, 5 de abril de 2016

Índice de Satisfação com a Vida é o menor já registrado por pesquisa

Os brasileiros nunca estiveram tão insatisfeitos, revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em março, o Índice de Satisfação com a Vida caiu 2,8% na comparação com dezembro de 2015 e atingiu 92,4 pontos, o menor patamar desde o início da série histórica iniciada em março de 1999. Na comparação com março de 2015, a queda foi de 2,4%.

O Índice de Medo do Desemprego teve alta de 4,1% em março ante dezembro de 2015 e registrou 106,5. Esse foi o segundo maior indicador da série histórica, iniciada em 1999. Na comparação com março de 2015, o índice cresceu 7,8%. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego aumentou mais fortemente entre dezembro de 2014 e março de 2015. O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 17 e 20 de março.
Robson Pires

Brasileiros estão insatisfeitos com a vida, diz pesquisa

Os brasileiros nunca estiveram tão insatisfeitos, revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em março, o Índice de Satisfação com a Vida caiu 2,8% na comparação com dezembro de 2015 e atingiu 92,4 pontos, o menor patamar desde o início da série histórica iniciada em março de 1999. Na comparação com março de 2015, a queda foi de 2,4%.

O Índice de Medo do Desemprego teve alta de 4,1% em março ante dezembro de 2015 e registrou 106,5. Esse foi o segundo maior indicador da série histórica, iniciada em 1999. Na comparação com março de 2015, o índice cresceu 7,8%. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego aumentou mais fortemente entre dezembro de 2014 e março de 2015. O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 17 e 20 de março.
Robson Pires

terça-feira, 21 de julho de 2015

70,9% DOS BRASILEIROS REPROVA GOVERNO PETISTA - Avaliação positiva do governo Dilma cai para 7,7% em julho, mostra pesquisa


dilma_abismoA avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu para 7,7% segundo a 128ª Pesquisa Confederação Nacional do Transporte (CNT/MDA), divulgada hoje (21). A avaliação negativa passou de 64,8%, em março, para 70,9% no levantamento realizado entre os dias 12 e 16 de julho. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios.
A última pesquisa, divulgada em março, mostrou que 10,8% das pessoas ouvidas consideraram positiva a avaliação do governo. Com o atual resultado, o governo teve a menor avaliação positiva registrada pela pesquisa desde outubro de 1999, quando o desempenho do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi aprovado por 8% das pessoas.
Em março, 18,9% dos entrevistados avaliaram o desempenho pessoal da presidenta como positivo, 77% avaliaram negativamente e 3,4% não souberam dizer ou não responderam. Durante a campanha eleitoral, 41% dos entrevistados consideraram o governo de Dilma positivo e 23,5% consideraram negativo. No levantamento feito nos dias 27 e 28 de setembro do ano passado, 35% das mais de 2 mil pessoas ouvidas avaliaram a administração como regular e 0,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam no período pré-eleitoral.
Robson Pires

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Desemprego em alta é o traço mais doloroso do governo Dilma, avalia ITV

“O desemprego voltou a subir e a renda do trabalhador brasileiro simplesmente despencou mais uma vez em maio”, diz trecho do documento

A Carta de Formulação e Mobilização Política, divulgada nesta sexta-feira (26/06/2015), destaca uma das faces mais tristes da crise que assola a economia brasileira. “Estamos diante de uma verdadeira sangria no mercado de trabalho, um dos traços mais visíveis, e certamente o mais doloroso, do arrocho recessivo que o PT promove sem pudor”, diz trecho do documento editado pelo Instituto Teotonio Vilela. “Infelizmente tornou-se tão rotineiro que os jornais já nem dão mais destaque à notícia: o desemprego voltou a subir no país e a renda do trabalhador brasileiro simplesmente despencou mais uma vez em maio”, aponta outro trecho do texto.
Confira o documento na íntegra:
Infelizmente tornou-se tão rotineiro que os jornais já nem dão mais destaque à notícia: o desemprego voltou a subir no país e a renda do trabalhador brasileiro simplesmente despencou mais uma vez em maio. É a chaga mais dolorosa da crise econômica que piora a cada mês.
O IBGE revelou ontem que a renda média caiu 5% no mês passado em relação a maio de 2014. É a maior queda desde janeiro de 2004, depois de o indicador já ter diminuído 3% em cada um dos dois meses anteriores. Na média, a remuneração do trabalhador brasileiro é hoje a mais baixa dos últimos três anos.
Todos os setores de atividade, todas as modalidades de ocupação sofreram perdas, tanto em termos de baixa nas remunerações quanto de aumento do desemprego. Passou a valer a máxima: feliz de quem ainda continua trabalhando. Mesmo para estes, porém, sobram dias e falta salário no bolso no fim do mês.
A taxa de desemprego foi a 6,7% em maio, na quinta alta mensal consecutiva. Um ano antes estava em 4,9%. A estimativa de analistas é de que atinja 9% até dezembro, colocando definitivamente o Brasil no grupo de países com índice de desemprego alto.
Entre os jovens, a situação já está bastante pior. A taxa de desocupação para aqueles com idade entre 18 e 24 anos alcança agora 16,4%, com alta de mais de quatro pontos em relação a um ano antes. Em metrópoles como Salvador, chega a 26%.
Na semana passada, o Caged já havia mostrado um retrato sombrio do mercado de trabalho, com destruição de vagas de emprego em todos os setores da economia – a única exceção foi a agropecuária. As piores situações são a da indústria e a da construção, com 652 mil vagas eliminadas nos últimos 12 meses.
Outra pesquisa do IBGE, a Pnad Contínua, revela, a partir de um universo mais abrangente, que o exército de desempregados aumentou em quase 1 milhão de pessoas nos últimos 12 meses. Segundo este indicador, a taxa de desemprego já está em 8% no trimestre entre fevereiro e abril.
Até as últimas eleições, Dilma Rousseff e o PT não se cansavam de alardear que o Brasil tinha “uma das mais baixas taxas de desemprego do mundo”. Apenas um ano atrás, quando lançou uma campanha pelo trabalho decente na Copa, a presidente afirmava: “O desemprego era uma ameaça sempre presente. Felizmente, o Brasil virou esta página da história”.
Infelizmente, não era verdade. Este e o próximo ano deverão ser marcados por uma verdadeira sangria no mercado de trabalho, um dos traços mais visíveis, e certamente o mais aflitivo, do arrocho recessivo que o mesmo PT que metia aos brasileiros hoje promove sem pudor.
(Fonte: ITV)

domingo, 21 de junho de 2015

O governo do PT conseguiu unir o Brasil; todos estão contra

DATAFOLHA  – Desde Collor, ninguém fazia o milagre de unir o Brasil. O governo do PT conseguiu: todos estão contra — de todas as classes, escolaridades, regiões e idades. Parabéns, companheiros! O futuro do Brasil agradece!

popularidade de dilma
Sim, voltarei ao assunto com mais vagar. Dou uma palinha agora. Não vou dizer que os números da pesquisa Datafolha são devastadores para o governo Dilma porque é o contrário: o governo Dilma é que é devastador para o Brasil, e isso se reflete nas pesquisas, não é? Afinal, não é o Datafolha que faz o governo ser ruim, como podem pensar os petistas; é o governo ruim que faz o Datafolha ser o que é.
Consideram o governo ruim ou péssimo nada menos de 65% dos que responderam à pesquisa. Apenas 10% dizem ser ótimo ou bom, e 24%, regular. Dilma está mal em todas as classes. Acham-na ruim ou péssima 62% dos que ganham até dois mínimos; 69% dos que ganham de 2 a 5; 65%, entre 5 e 10, e 66% acima de 10. Não, PT! Não é coisa de rico.
Por região, a coisa não é melhor: o Nordeste é o mais generoso, com “apenas”  58% de ruim ou péssimo, e a coisa evolui assim na rejeição: 63% nas regiões Norte e Sul; 69% no Sudeste e 70% no Centro-Oeste.
Por idade, os jovens têm um pouco mais de paciência com Dilma: “só” 59% consideram seu governo ruim ou péssimo entre 16 e 24 anos. E o índice negativo avança assim: 62% entre os que tem 60 ou mais; 64% entre os de 45 a 59; 68% entre os de 35 a 44, e nada menos de 70% entre os de 25 a 34.
Dilma também uniu as diferentes escolaridades: avaliam o seu governo como ruim ou péssimo 64% dos que têm ensino fundamental; 66% dos com ensino médio, e 65% com ensino superior.
Temos aí muitos elementos para reflexão. E nós a faremos. Mas, de saída, noto: desde Fernando Collor ninguém unia o Brasil como o governo do PT: UNIÃO CONTRA!
Datafolha expectativas
Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Após marcha de 32 dias, grupo entrega pedido de impeachment

Documento cita negligência da presidente diante de ilegalidades praticadas por subordinados; grupo que entregará pedido marchou por 32 dias

Em 15 de março e 12 de abril, milhões de brasileiros saíram às ruas em centenas de cidades para demonstrar sua insatisfação com a presidente Dilma Rousseff. Depois disso, em 24 de abril, um grupo de manifestantes iniciou uma marcha rumo a Brasília (DF) para pedir o impeachment da presidente da República. O desfecho acontecerá nesta quarta-feira às 15 horas, quando o documento será entregue pessoalmente ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Não é a primeira representação do tipo contra Dilma. Mas o documento de aproximadamente 3.000 páginas se torna o único com sustentação jurídica suficiente para não ser descartado de imediato.

A peça principal, à qual o site de VEJA teve acesso, se baseia em quatro pontos. Em todos, Dilma é acusada de negligência, nunca de ação direta. No entender dos autores do pedido, isso aumenta a probabilidade de punição, já que não será preciso comprovar a participação ativa da presidente em cada um dos atos questionados.
O primeiro item cita a omissão de Dilma diante do escândalo de corrupção na Petrobras. O pedido afirma que, ao não demitir Graça Foster do comando da empresa e Edison Lobão (PMDB-MA) do Ministério de Minas e Energia, mesmo depois de ambos se tornarem alvos dos investigadores, Dilma cometeu crime de responsabilidade.
O segundo item lembra que Dilma não demitiu Guido Mantega do Ministério da Fazenda nem Alexandre Tombini do Banco Central quando os dois executaram as “pedaladas fiscais” em 2013 e 2014, já comprovadas pelo Tribunal de Contas da União.
O terceiro afirma que Dilma não tomou providências diante da manobra fiscal gestada para maquiar o descumprimento da meta de superávit em 2014. Só em dezembro é que o Congresso alterou a lei na qual constava a meta e, assim, poupou o governo de ser responsabilizado. “Resta evidente que tal alteração foi casuística, com um único propósito, qual seja: evitar a responsabilização do governo federal pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma o pedido.
O quarto ponto afirma que Dilma nada fez quando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu empréstimos sigilosos e financiou vinte empreendimentos no exterior, o que configuraria desvio de função.
O documento se baseia, sobretudo, na lei 1.079/50, que estabelece como crime de responsabilidade do presidente da República “não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos contrários à Constituição”.
O professor de Economia Adolfo Sachsida é um dos 22 subscritores do pedido, que foi articulado por grupos oposicionistas como o Movimento Brasil Livre. “De maneira alguma acusamos a presidente de desonesta. O nosso pedido de impeachment não é baseado em desonestidade. Contudo, as leis são claras: negligência e imperícia são crimes”, afirma ele.
O documento ainda afirma que, por uma “interpretação teleológica”, Dilma pode ser responsabilizada por atos que ocorreram em seu primeiro mandato. Isso porque, quando a Constituição foi elaborada, não havia possibilidade de reeleição. Assim, mesmo que a presidente esteja em seu segundo mandato, os autores da representação defendem que o seu governo é um período único.
A epígrafe do pedido traz uma citação de Rui Barbosa: ” lei, Toda vez que o presidente, o vice-presidente, ou outro funcionário que violou ciente e deliberadamente os termos expressos da Constituição, ou qualquer outra que lhe cometa funções não discricionárias, ou sendo a função discricionária, exerceu-a caprichosa, perversa, leviana, ou obcecadamente, impassível ante as consequências desastrosas desse proceder, cabe ao caso o julgamento político”.
Protesto
Os organizadores da Marcha Pela Liberdade esperam pelo menos 2.000 pessoas a favor do impeachment em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira. O grupo deve ser recebido por parlamentares de oposição. O primeiro passo do pedido de impeachment será a análise da Mesa Diretora da Câmara, que pode engavetar o requerimento. Se o pedido for levado adiante, terá início um longo processo que depende do apoio de dois terços da Câmara e no Senado para que Dilma seja punida com a perda do mandato.
Fonte: Veja

domingo, 10 de maio de 2015

Dilma é recebida com protesto e panelaço ao chegar a casamento em SP

Entre os convidados do cardiologista estavam a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva


Por Estadão Conteúdo
Cerca de 30 manifestantes reuniram-se na noite deste sábado (09/05/2015) em frente ao bufê da festa de casamento do médico Roberto Kalil Filho, em São Paulo. Entre os convidados do cardiologista estavam a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por volta das 21 horas, com a chegada da presidente Dilma, moradores de prédios próximos ao bufê Leopoldo, no Itaim Bibi, começaram a bater panela. Do lado de fora da recepção, estavam pessoas que souberam do evento por movimentos nas redes sociais Ouvia-se gritos de “Fora PT” e “Lula cachaceiro, devolve meu dinheiro”.
Outros políticos como o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, também compareceram à cerimônia. O ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante, o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Segurança Alexandre de Moraes e o deputado federal Paulo Maluf também estavam presentes.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Panelaço durante programa do PT na TV atinge SP, Rio e várias cidades

O PT, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram alvos de um novo protesto na noite desta terça-feira, durante a exibição do programa do PT, veiculado em cadeia nacional de televisão e rádio. Nos dez minutos da propaganda petista, houve panelaço, buzinaço e até mesmo fogos de artifício em várias cidades do país.

Em São Paulo, foram registrados protestos em toda a cidade, em bairros com moradores de diferentes classes sociais, como Jardins, Barra Funda, Perdizes, Pompeia, Santa Cecilia, Bixiga, Ipiranga, Vila Carrão e Tatuapé. Em Santos, no litoral paulista, o panelaço e buzinaço foram durante o tempo todo da propaganda do PT.
Em Brasília, houve fortes protestos nas Asas Sul e Norte. Em Belo Horizonte, panelaço, cornetas e gritos na vizinhança do apartamento do governador Fernando Pimentel (PT), no bairro da Serra.
No Rio, em vários bairros da zona sul, como Botafogo, Humaitá, ouviu­se gritos de “Fora PT”, e “Fora Lula”, Copacabana. Os protestos também foram registrados na zona norte, na Tijuca, e em Niterói, no bairro de Icaraí, de alto poder aquisitivo.
Robson Pires

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Protesto contra a terceirização deixa trânsito lento na Salgado Filho

Sindicalistas participam de protesto na avenida Salgado Filho
O protesto dos trabalhadores contra a Lei da Terceirização começou por volta das 15h30 e foi encerrado cerca de 3 horas depois. A concentração foi na avenida Senador Salgado Filho, próximo ao cruzamento com a avenida Amintas Barros, no bairro de Lagoa Nova. Centenas de pessoas participam do ato para garantir os direitos dos trabalhadores.

Os manifestantes caminharam até o cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira, próximo ao Midway Mall, deixando o trânsito lento na região. Dois agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) fizeram fazendo o controle do tráfego junto com fiscais da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).


O helicóptero Potiguar 1, da Polícia Militar, sobrevoou a área para acompanhar o andamento do protesto. Duas viaturas da PM também fizeram o policiamento da manifestação. Com medo de atos de violência, um supermercado colocou lonas na frente das vidraças e fechou a entrada de pedestres localizada na Salgado Filho.

Por causa da manifestação, os ônibus que circulam pela avenida Salgado Filho desviaram seus itinerários pelas avenidas Romualdo Galvão e Prudente de Morais.


Protesto é com o projeto de lei que regulamenta a terceirização


O Dia Nacional de Paralisação acontece hoje em todo o país. Pela manhã, membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT) fecharam o quilômetro 78 da rodovia BR-101, na altura do município de Extremoz, na Grande Natal. O trecho foi liberado por volta das 8h.

Funcionários do Departamento Estadual de Trânsito e de algumas agências bancárias também cruzaram os braços hoje. 

TN

quarta-feira, 18 de março de 2015

Datafolha: 62% dos brasileiros reprovam o governo Dilma e popularidade da presidente despenca para 13%

Primeira pesquisa depois dos protestos de 15 de março aponta a mais alta rejeição a um governante desde Fernando Collor; popularidade da presidente despencou para 13%

Taxa de aprovação de Dilma chega ao seu ponto mais baixo, segundo o Datafolha(Evaristo Sá/AFP)
A primeira pesquisa sobre o governo depois dos protestos de 15 de março mostrou que a grande maioria dos brasileiros reprova a gestão de Dilma Rousseff. Segundo levantamento do instituto Datafolha, publicado nesta quarta-feira pela Folha de S. Paulo, 62% dos entrevistados classificam o governo Dilma como ruim ou péssimo. Com os indicadores econômicos batendo recordes negativos e a insatisfação popular com a corrupção tomando as ruas, a reprovação à presidente subiu 18 pontos desde a última pesquisa, há pouco mais de um mês. O número também representa a mais alta taxa de desaprovação a um governante desde setembro de 1992, quando Fernando Collor era rejeitado por 68% dos brasileiros nas vésperas do impeachment.
O Datafolha também indicou que a popularidade de Dilma despencou dez pontos: apenas 13% dos brasileiros consideram o governo da presidente bom ou ótimo. É a pior taxa de aprovação desde que Dilma assumiu a presidência, em 2011. O levantamento apontou ainda que 24% dos eleitores avaliam a gestão de Dilma como regular.
Segundo o Datafolha, a popularidade da presidente caiu até em tradicionais redutos petistas. No Nordeste, onde Dilma conseguiu uma grande votação em 2014, apenas 16% aprovam o seu governo. Pela primeira vez, a maioria dos eleitores com menor renda e menor escolaridade ouvidos pelo instituto avaliou a gestão da governante como ruim ou péssima.
A pesquisa ouviu 2.842 eleitores nos dias 16 e 17 de março, logo depois das manifestações que levaram quase 2 milhões de brasileiros às ruas contra o governo Dilma e o PT. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Congresso - Atingido em cheio pela Lava Jato, o Congresso Nacional também amarga uma péssima avaliação no Datafolha. Somente 9% dos entrevistados consideram o desempenho dos parlamentares bom ou ótimo. Para metade dos brasileiros (50%), a atuação dos congressistas é ruim ou péssima.
Fonte: Veja (Da redação)

domingo, 15 de março de 2015

Várias capitais terão manifestações contra o governo Dilma Rousseff e o PT

Manifestações tomam conta do país

Brasil mobilizado contra o governo do PT
PT partido odiado pelo povo brasileiro

O portal IG mapeou as manifestações deste domingo (15) contra o governo da presidente Dilma Rousseff e contra o PT começam logo pela manhã. É o caso de Brasília e Belo Horizonte, que terão grupos nas ruas a partir das 9h30. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o protesto está marcado para começar às 14h.
Os protestos têm a organização de grupos como Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados e são apoiados por partidos de oposição, como o PSDB (derrotado nas eleições presidenciais), DEM e Solidariedade. Alguns artistas também divulgaram vídeos em favor dos protestos nas redes sociais.
Parte dos organizadores defende a bandeira do impeachment da presidente Dilma. Outros grupos, como o Vem pra Rua, pedem apenas o fim da corrupção no governo.
Na manifestação da última sexta-feira (13), que defendia a Petrobras e a presidente Dilma e condenava a política de ajuste fiscal do governo, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) conseguiu reunir cerca de 12 mil pessoas (segundo a Polícia Militar) em São Paulo, onde o protesto teve maior adesão. No Rio de Janeiro, os cálculos da PM apontaram para pouco mais de 1 mil pessoas. Já em Brasília participaram do ato por volta de 1,5 mil pessoas.
Confira a agenda divulgada pelo Vem pra Rua, um dos organizadores dos protestos do dia 15, que inclui a agenda de outros grupos.
CAPITAIS:
Aracaju/SE – 9h30 – Arcos da Orla
Belém/PA – 9h30 – Praça da República
Belo Horizonte/MG – 9h30 – Praça da Liberdade
Boa Vistra/RR – 17h – Praça do Centro Cívico
Brasília/DF – 9h30 – Museu da República
Campo Grande/MS – 14h – Praça do Rádio
Cuiabá/MT – 13h – Praça da República, Centro
Cuiabá/MT – 16h – Praça da Rádio
Curitiba/PR – 14h – Praça Santos Andrade
Curitiba/PR – 9h30 – Centro Cívico
Curitiba/PR – 14h00 – Praça Santos Andrade
Florianópolis/SC – 16h00 – TICEN (Av. Paulo Fontes, 701)
Fortaleza/CE – 10h00 – Praça Portugal
Goiânia/GO – 14h00 – Praça Tamandaré
João Pessoa/PB – 15h00 – Busto de Tamandaré
Macapá/AP – 16h – Praça da Bandeira
Maceió/AL – 9h30 – Corredor Vera Arruda
Manaus/AM – 14h – Posto 300 (Av. Djama Batista)
Manaus/AM – 9h30 – Av. Eduardo Ribeiro, em Frente à Feirinha
Natal/RN – 15h00 – Avenida Roberto Freire
Palmas/TO – 16h – Palácio Araguaia, Praça dos Girassóis
Porto Alegre/RS – 9h30 – Redenção
Porto Alegre/RS – 14h00 – Parcão
Porto Velho/RO – 14h – Praça das 3 Caixas D’Água, Centro
Recife/PE – 9h30 – Av. Boa Viagem (em frente a Padaria Boa Viagem)
Rio Branco/AC – 14h – Palácio do Governo
Rio de Janeiro/RJ – 14h – Candelária
São Luiz/MA – 15h00 – Av. Litorânea
São Paulo/SP – 14h00 – Metrô Trianon MASP (Av. Paulista, 1.370)
Salvador/BA – 16h00 – Farol da Barra
Teresina/PI – 16h00 – Av. Marechal Castelo Branco (em frente a Alepi)
Vitória/ES – 16h00 – Praça do Papa
Vitória/ES – 16h – Sede da Petrobras

Humor: programa Minha Vaia, Minha Vida!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Governo teme o fracasso das manifestações em favor de Dilma marcadas para hoje

Para evitar vaias e xingamentos, a presidente Dilma Rousseff cancelou a visita que faria, hoje, a Belo Horizonte. Melhor ficar reclusa no Palácio do Alvorada. Não sair por aí se exibindo.
Providenciou-se um motivo mais nobre para justificar o cancelamento da viagem. A mãe de Dilma não estaria bem de saúde. Nada grave. Mas filha amorosa se comporta assim.
Em quase todos os Estados, hoje é dia de manifestações em favor de Dilma, do governo, da Petrobras e do PT, convocadas pela Central Única dos Trabalhadores.
O PT afundou a Petrobras. Agora, sai em seu socorro.
Não há previsão de conflitos de rua entre manifestantes pro e contra o governo. Quando nada porque serão no domingo as manifestações favoráveis ao impeachment de Dilma.
Mas o governo tudo fez, sem sucesso, para que a CUT suspendesse as manifestações. Teme que elas sejam comparadas com as do próximo domingo. E que percam de goleada.
De resto, manifestações expressivas, hoje, poderão estimular os promotores das manifestações do domingo a tentar fazê-las ainda mais gigantescas.
Em resumo: o governo pouco teria a lucrar com o que se passará hoje. E tudo a perder.
Mas como não faltam estrategistas políticos de primeira a serviço do governo, eles devem saber o que fazem.
Robson Pires

quinta-feira, 12 de março de 2015

PSDB dá ‘apoio irrestrito’ a protesto e estimula militantes

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou nesta quarta-feira (11) que o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff “não está na agenda do PSDB”. O tucano participou de reunião com a Executiva Nacional da legenda, em Brasília. Após a reunião, o partido divulgou nota em que manifesta “irrestrito apoio” aos protestos contra o governo de Dilma.
“Nós não proibimos e nem estamos proibidos de dizer a palavra impeachment, ela apenas não está na agenda do PSDB”, afirmou Aécio. “Agora, desconhecer que setores da sociedade defendem essa tese, é desconhecer a realidade. Mas essa não é a agenda, neste momento, do PSDB. O que nós combatemos é o estelionato eleitoral. Um governo que agora toma medidas absolutamente no campo oposto daquelas que defendia durante a campanha eleitoral”, ressaltou o senador.
Robson Pires

Dilma diz que não tem o menor interesse em restringir manifestações

A presidenta Dilma Rousseff voltou a comentar hoje (11) as manifestações contrárias ao governo que ocorreram nos últimos dias e as que estão programadas para o próximo domingo (15). Dilma disse que “passou a vida” protestando nas ruas e que não tem o “menor interesse” em restringir o direito à livre manifestação no país. Segundo Dilma, como o país não vive uma ditadura, os brasileiros têm o direito de se manifestar, mas sem que haja violência. “A livre manifestação é algo que o Brasil tem de defender e tem ao mesmo tempo de defender que ela seja feita de forma pacífica”.

“Já falei para vocês que sou uma pessoa mais velha e sou de uma época em que não era possível se manifestar. As pessoas que se manifestavam iam direto para a cadeia ou eram chamadas de subversivas ou de nomes piores. Eu passei minha vida manifestando nas ruas, principalmente na minha juventude. Não tenho o menor, mas o menor interesse, o menor intuito nem tampouco o menor compromisso com qualquer processo de restrição a livre manifestação nesse país”, disse, em entrevista a jornalistas em Rio Branco, após entregar casas a famílias atingidas pela enchente no Acre.
Robson Pires

quarta-feira, 11 de março de 2015

Após vaias, Dilma afirma que crise é conjuntural

Depois de ser recebida com vaias, Dilma vai para o auditório

São Paulo (AE) - A presidente Dilma Rousseff foi insistentemente vaiada durante um curto período de tempo em que visitou os estandes do 21º Salão Internacional da Construção. Ainda fechado ao público geral, o evento, que ocorre no pavilhão de exposições do Anhembi, era ocupado somente por empresários e funcionários do segmento de construção civil, na manhã de ontem.
A presidente chegou ao local de helicóptero, mas adentrou o pavilhão de carro. Os corredores da exposição foram isolados pela segurança com fitas que garantiam distância entre a comitiva presidencial e os demais presentes. Entre os acompanhantes de Dilma estavam o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, o Secretario de Comunicação Social da Presidência, ministro Thomas Traumann, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Diante da reação do público, que gritou palavras de ordem como “fora Dilma”, a presidente percorreu apenas uma pequena parte da exposição e, mostrando desconforto, voltou ao carro. Dilma foi conduzida ao auditório Elis Regina onde participou da solenidade oficial de abertura do 21º Salão Internacional da Construção. Com capacidade para 799 pessoas, o local não tinha metade da lotação.

Ao iniciar seu discurso, depois da fala do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Coven, anfitrião do evento, Dilma disse que reconhecia o momento difícil pelo qual passa a economia brasileira e os impactos sobre o setor. “Tenho trabalhado para superarmos a desaceleração pela qual passa a construção civil”. A presidente acrescentou que estão tomando importantes e necessárias medidas de correção, mas ressaltou em mais de um momento, que a crise é conjuntural. “Os fundamentos são sólidos”, disse, estimando que até o final do ano, resultados positivos deverão aparecer na economia do País.

Dirigindo-se diretamente ao empresariado, a presidente pediu que “não deixem as incertezas conjunturais determinarem a sua visão de futuro”. Segundo a presidente, sem a ajuda do empresariado, o governo não conseguirá avançar nas suas propostas. Dilma disse ainda que o setor de construção civil é um exemplo bem-sucedido de parceria entre os governos federal, estaduais e municipais com a iniciativa privada. “Desejo muito sucesso e podem contar que nós iremos juntos superar desafios que temos pela frente”, encerrou a presidente.

TN

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Um milhão de pessoas confirmam presença em atos pelo impeachment de Dilma

Dilma Rousseff (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Cinquenta dias depois de começar o segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma onda pró-impeachment na internet. A consultoria Bites encontrou no Facebook 37 manifestações pela interrupção do mandato de Dilma, todas marcadas para o fatídico 15 de março. Mais de 1 milhão de pessoas confirmaram presença. A Bites checou seus perfis para evitar dupla contagem.
Por Felipe Patury

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Protestos de grevistas e contra gastos com a Copa marcam quinta pelo Brasil

protesto copa
A quinta-feira (15/05/2014) foi marcada por protestos em várias cidades em um ato chamado Dia Internacional de Lutas contra a Copa, o 15M, em referência ao dia de ontem, 15 de maio. Os gastos públicos com a Copa do Mundo foram o principal alvo das manifestações, além das reivindicações de categorias que estão em greve. Os protestos foram organizados por meio das redes sociais. Os movimentos estão programando outros atos até a Copa do Mundo, com temas como saúde, educação, desmilitarização da polícia e direito das mulheres.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que as manifestações não assustam o governo. Segundo ele, os protestos são democráticos desde que os manifestantes não recorram a atos de violência, e os atos têm apresentado demandas sem relação direta com a Copa do Mundo. Os protestos, ressaltou Carvalho, buscam “muito mais se aproveitar da oportunidade e apresentar reivindicações que são legítimas, são naturais, mas que pouco têm a ver com a Copa”. A opinião é semelhante à do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que mais cedo disse que o foco das manifestações não é o torneio.
Mais tarde, Carvalho disse que o governo federal não vai mais apoiar nenhum dos projetos em tramitação no Congresso que aumentem as penas para crimes cometidos durante manifestações. “Essa é a nossa posição, nós vamos caminhar nessa perspectiva e temos confiança de que sairemos bem lá no final”, disse, que esclareceu que a posição do governo mudou após discussões internas e de consultas à sociedade.

Por Robson Pires

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Nova pesquisa CNI/IBOPE confirma que a aprovação do governo Dilma cai de 55% para 31%, diz pesquisa CNI/Ibope


A aprovação do governo da presidenta Dilma Rousseff caiu de junho para julho, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentada hoje (25). O percentual de entrevistados que avaliam o governo como ótimo ou bom caiu de 55% em junho, para 31% em julho. O grupo de pessoas que responderam ruim ou péssimo subiu de 13% para 31%, e os que consideram regular passou de 32% para 37%.

O levantamento, de julho, foi feito no período em que se intensificaram os protestos no país. Em relação à avaliação pessoal da presidenta, o número de entrevistados que aprovam diminuiu de 71% em junho, para 45% em julho. Os que desaprovam subiram de 25% em junho, para 49% este mês.

Foram feitas 7.686 entrevistas em 434 municípios, sendo que 2 mil entrevistas foram com amostragem nacional e as demais feitas em 11 estados. A margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Agência Brasil