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terça-feira, 5 de abril de 2016

Brasileiros estão insatisfeitos com a vida, diz pesquisa

Os brasileiros nunca estiveram tão insatisfeitos, revela pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope) para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em março, o Índice de Satisfação com a Vida caiu 2,8% na comparação com dezembro de 2015 e atingiu 92,4 pontos, o menor patamar desde o início da série histórica iniciada em março de 1999. Na comparação com março de 2015, a queda foi de 2,4%.

O Índice de Medo do Desemprego teve alta de 4,1% em março ante dezembro de 2015 e registrou 106,5. Esse foi o segundo maior indicador da série histórica, iniciada em 1999. Na comparação com março de 2015, o índice cresceu 7,8%. Segundo a pesquisa, o medo do desemprego aumentou mais fortemente entre dezembro de 2014 e março de 2015. O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 142 municípios entre 17 e 20 de março.
Robson Pires

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Cresce pessimismo do brasileiro com preocupação pelo desemprego em março

Houve melhora na percepção do brasileiro em relação ao endividamento frente aos últimos três meses


Por Portal da Indústria
O pessimismo dos consumidores cresceu em março puxado pela preocupação com o emprego. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), que reduziu 1,1% frente a fevereiro, está 11% abaixo da média histórica. Só o indicador de desemprego teve queda de 6,1% na passagem de fevereiro para março. As informações são da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)nesta sexta-feira (1º).
A redução da confiança dos brasileiros sinaliza um período de demanda ainda mais fraca. Dos seis componentes do INEC, outros dois também apresentaram queda em março ante fevereiro. O indicador de situação financeira na comparação com os últimos três meses ficou 2,9% menor e o de expectativas para os próximos seis meses em relação à renda pessoal caiu 2,8% no período.
Houve melhora na percepção do brasileiro em relação ao endividamento frente aos últimos três meses, cujo indicador teve alta de 2,2% em março. Já o indicador de expectativas em relação à inflação, que cresceu 0,4%, e o expectativas de compras de bem de maior valor, com aumento de 0,7% no período, ficaram praticamente estáveis.
Feito em parceria com o Ibope, o INEC deste mês ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 17 e 20 de março.
Portal no Ar

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Pesquisa revela variação de 296% em preços de material escolar


material_escolar_3O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) realizou entre os dias 08 e 12 de janeiro uma pesquisa de preços de material escolar em 11 estabelecimentos da capital potiguar a fim de alertar o consumidor na hora de fazer as compras de volta às aulas.
Entre os 36 itens pesquisados estavam: apontador, cola, caneta, giz de cera, lápis de cor, corretivo, papéis e cartolinas, materiais básicos e indispensáveis para qualquer estudante. E o resultado revelou que a pesquisa é a melhor amiga do consumidor.
O Procon Natal encontrou variações de até 296% entre produtos da mesma marca, e diferença de até 568% entre marcas concorrentes, valores que assustam o consumidor, em um momento em que todos sofrem com a crise econômica.
Robson Pires

sábado, 23 de janeiro de 2016

Crise reduziu consumo de nove entre dez brasileiros, mostra pesquisa


compras_do_varejoPesquisa divulgada esta semana pelo Instituto Data Popular mostra que nove entre dez brasileiros diminuíram o consumo no ano passado, devido à crise econômica. As entrevistas foram feitas entre os dias 4 e 12 de janeiro com 3,5 mil consumidores maiores de 16 anos em 153 municípios de todos os estados.
Segundo os dados, dos 99% dos consultados que acreditam que o país está em crise, 81% têm certeza de que vivenciam um período de recessão. Para 55%, esta é a pior crise que já enfrentaram. De acordo com o presidente do instituto, Renato Meirelles, isso acontece por dois fatores.
O primeiro deles é que existe hoje um contingente enorme de consumidores que não participavam do mercado na época em que o Brasil conviveu com hiperinflação. “Não eram adultos na época da hiperinflação. É, de fato, um conjunto de consumidores jovens que tendem a achar que esta é a maior crise”, disse Meirelles, para quem a crise atual não é a maior que o país atravessa. “A gente já teve crises com taxas de desemprego maiores, com o país com menos reserva internacional do que tem hoje, com mais inflação.”
Robson Pires