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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Brasil reduz desigualdade, mas ainda tem 2,5 milhões fora da escolas

Dados de 2015 mostram que o país tem 2.486.245 crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola

Entre os mais pobres, em 2005, 86,8% estavam na escola, contra 97% dos mais ricos; em 2015, esses índices passaram, respectivamente, para 93,4% e 98,3%

Nos últimos dez anos, o Brasil aumentou o acesso de parcelas mais vulneráveis da população à escola, de acordo com levantamento do movimento Todos pela Educação (TPE). De 2005 a 2015, o acesso daqueles que têm de 4 a 17 anos aumentou principalmente entre a população parda e negra, entre os de baixa renda e entre moradores do campo. Os avanços foram maiores que os registrados entre brancos, ricos e moradores da cidade.
O levantamento foi feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). Entre os mais pobres, em 2005, 86,8% estavam na escola, contra 97% dos mais ricos. Em 2015, esses índices passaram, respectivamente, para 93,4% e 98,3%. Entre aqueles que moram no campo, o acesso subiu de 83,8% para 92,5%, enquanto a taxa dos moradores de zonas urbanas passou de 90,9% para 94,6%. O crescimento do acesso entre negros e pardos – que passou, respectivamente, de 87,8% para 92,3% e de 88,1% para 93,6% – foi maior que o da população branca – que passou de 91,2% para 95,3%.
Na avalição do movimento, há uma redução de desigualdade “importante, embora não suficiente”, pois mesmo que os indicadores tenham avançado, ainda estão entre essas populações as maiores concentrações de crianças e jovens fora da escola. “São aqueles que mais precisam da educação para superar a exclusão e a pobreza. Muitos são crianças e jovens com deficiência e moradores de lugares ermos. Muitos têm gerações na família que nunca pisaram na escola”, diz a presidente executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz.
Por lei, todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos devem estar matriculados na escola. Pela Emenda Constitucional 59 de 2009, incorporada no Plano Nacional de Educação (PNE), lei sancionado em 2014, o Brasil teria que universalizar o atendimento até 2016.
UNIVERSALIZAÇÃO
Os dados de 2015 mostram que o país tem 2.486.245 crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. A maior parte tem de 15 a 17 anos, são 1.543.713 jovens que não frequentam as salas de aula.

O maior avanço dos últimos dez anos se deu entre os mais novos. Em 2005, 72,5% das crianças com 4 e 5 anos estavam na escola. Esse percentual passou para 90,5% em 2015. Entre aqueles com idade entre 15 e 17 anos, o percentual passou de 78,8% para 82,6% no mesmo período. A faixa de 6 a 14 anos é tida como universalizada, atualmente 98,5% estão na escola. No entanto, isso ainda significa dizer que há 430 mil adolescentes nessa faixa etária fora da escola.
“Temos que tomar cuidado quando se diz que estamos quase universalizando. Esse discurso tirou pressão nos governos”, diz Priscila. “É a questão que mais deveria envergonhar os brasileiros, saber que temos 2,5 milhões de crianças e jovens fora da escola em pleno século 21”.
O TPE estabeleceu, em 2006, metas para melhorar a educação até 2022, ano do bicentenário da independência do Brasil. A primeira delas é a matrícula de pelo menos 98% das crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola. Para chegar a esse percentual, a entidade estabeleceu metas intermediárias. Para 2015, a meta traçada era que o país tivesse incluído 96,3%, índice superior à taxa atual de 94,2%.
Agora RN

quinta-feira, 9 de março de 2017

Enem 2017 será em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro

Exame Nacional do Ensino Médio terá inscrições abertas em maio.

Medida deverá beneficiar os sabatistas, integrantes de religiões que guardam o sábado. Até ano passado, eles tinham que ficar isolados em uma sala das 13h até o sol de pôr e faziam as provas de sábado à noite.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, este ano, será realizado em dois domingos consecutivos – dias 5 e 12 de novembro – e não mais em um único fim de semana. As inscrições estarão abertas de 8 a 19 de maio.
A medida deverá beneficiar os sabatistas, integrantes de religiões que guardam o sábado. Até o ano passado, eles tinham que ficar isolados em uma sala das 13h (horário de início da prova) até o sol de pôr e faziam as provas de sábado à noite.
Os candidatos interessados em fazer o exame devem pagar uma taxa de inscrição. São isentos do pagamento da taxa os estudantes concluintes do ensino médio em escolas públicas e os participantes de baixa renda. Os estudantes isentos que não comparecerem e não justificarem a ausência perderão o benefício em 2018, caso queiram fazer a prova novamente.
As mudanças foram feitas com base em consulta pública realizada pelo ministério.
Agora RN

domingo, 5 de março de 2017

INDICATIVO DE GREVE DA EDUCAÇÃO - Dia 08/03 tem assembleia unificada do Estado e municípios e Marcha das Mulheres

A quarta-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, será marcada por duas grandes atividades. A primeira será uma assembleia unificada do Estado e municípios com indicativo de Greve Geral Nacional da Educação, convocada pela direção do SINTE/RN.
A assembleia acontece às 14h, na ASSEN. Além da greve da educação, o Dia Internacional da Mulher será pautado.
Uma outra assembleia unificada já está marcada para dia 15 de março.

MARCHA DAS MULHERES
Logo após a assembleia, às 15h, será realizada a Marcha das Mulheres Contra a Reforma da Previdência. A atividade está sendo organizada por diversas entidades. A concentração será em frente ao INSS da Rua Apodi, no Centro de Natal/RN.
Fonte: Sinte RN

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Governo federal aumenta repasses do salário-educação em 7% - Salário-educação é uma contribuição social recolhida de todas as empresas


O Ministério da Educação anunciou hoje o aumento de 7% do repasse dos recursos do salário-educação para municípios, estados e Distrito Federal em relação a 2016. No ano passado, o repasse foi R$ 11,71 bilhões e deve chegar a R$ 12,53 bilhões este ano, segundo informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O salário-educação é uma contribuição social recolhida de todas as empresas e entidades vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social. Após a arrecadação, feita pela Receita Federal, cabe ao FNDE repartir os recursos. Do valor arrecadado, 90% vai para a cota estadual/municipal (2/3) e para a cota federal (1/3), e 10% devem serem utilizados pela autarquia em programas e ações voltados à educação básica.
“O salário-educação é uma das principais fontes de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino no país, ao lado do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação [Fundeb]”, disse o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro.
A distribuição dos recursos é feita com base no número de matrículas no ensino básico. A cota correspondente aos estados e municípios é depositada mensalmente nas contas das secretarias de educação. A cota federal é administrada pelo FNDE para reforçar o financiamento da educação básica. O objetivo é reduzir os desníveis socioeducacionais entre municípios e estados.
Portal no Ar

Ensino integral perde mais de 2 milhões de alunos do 1º ao 9º ano


PNE prevê que até 2024 50% das escolas públicas ofertem modalidade

Para especialistas, queda de 46% em 1 ano é consequência da descontinuidade de programas com esse foco e da crise

O número de matrículas para o período integral no ensino fundamental (do 1.º ao 9.º ano) caiu 46% no ano passado. De acordo com os dados do Censo Escolar, divulgados nesta quinta-feira, 16, em 2015 eram 4,6 milhões de alunos matriculados na modalidade. Em 2016, o número ficou em 2,4 milhões. A queda é puxada, principalmente, pela rede pública de ensino, mas também houve recuo de 18,9% na particular.
O aumento da s vagas em tempo integral é uma das apostas do governo federal para melhorar a educação no País. O Plano Nacional da Educação (PNE) prevê que, até 2024, 25% das matrículas e 50% das escolas da rede pública ofertem essa modalidade. Em 2015, 19,4% das matrículas das escolas públicas no fundamental eram no período integral – o porcentual caiu para 10,5% no ano passado. E foi ainda menor nos anos finais (do 6.º ao 9.º ano), com 7,7%.
Para especialistas, a queda registrada é consequência da descontinuidade de programas que impulsionavam essa oferta e da crise financeira. O Mais Educação, principal programa do Ministério da Educação (MEC) para fomentar o tempo integral com prioridade para o ensino fundamental, acabou paralisado em 2015. Ele foi criado em 2007 para distribuir dinheiro para que Estados e municípios pudessem ampliar a jornada escolar para pelo menos 7 horas. Desde 2014, sofria com atrasos nos repasses e foi alvo de críticas por não promover melhoria no desempenho em Matemática e Língua Portuguesa nem fazer cair a evasão.
“A crise econômica afetou, mas mais determinante foi a crise política que culminou no abandono de programas. É uma tradição brasileira: acabar com projetos de outros governos”, disse Ângela Maria Martins, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas.
Médio. Na contramão do ensino fundamental, houve expansão de 8,8% nas matrículas em tempo integral no ensino médio na rede pública e de 5,6%, na particular. Para Carlos Eduardo Chagas, consultor da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), os Estados conseguiram dar prioridade aos investimentos no ensino médio, com aumento de vagas no período integral, por ofertarem menos lugares nos anos finais do fundamental.
“Está ocorrendo com maior intensidade uma municipalização dessa etapa do fundamental, o que provoca um desequilíbrio financeiro nas prefeituras, que consequentemente não conseguem mais garantir a oferta de tempo integral. Por outro lado, os Estados têm mais capacidade para investir no ensino médio. O efeito é ruim, porque não adianta só pensar na etapa final”, afirmou.
Em nota, o MEC informou que o Mais Educação foi paralisado nos anos de 2015 e 2016, na gestão Dilma Rousseff, quando não foram previstos recursos no orçamento. O ministério disse que o programa vai retornar, sem informar o valor previsto de investimento e o número de escolas atendidas.
Procurado, o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante (PT) falou em “desmontes e retrocessos” da gestão atual. E destacou “a evolução contínua do número de estudantes em tempo integral” durante a administração petista.
DUAS PERGUNTAS PARA
Priscila Cruz, presidente do Todos Pela Educação
1. A que podemos atribuir a queda de matrículas em tempo integral no ensino fundamental?
São três pontos que atuam em conjunto. O primeiro foi a descontinuidade do programa Mais Educação, que dava apoio para Estados e municípios. O segundo é a própria crise, porque os gestores cortam o que acham ser excedente – e a educação integral ainda, infelizmente, é vista dessa forma. E a terceira é que o orçamento da educação não cresceu em termos reais e houve prioridade de investimentos para o ensino médio, que está em ênfase.
2. Qual a importância do tempo integral?
É superimportante, porque hoje o aluno fica pouquíssimo na escola e menos ainda em sala de aula. Mas eu acredito mais em um modelo que amplie a carga horária para todos os alunos, não apenas para alguns. Ou, se for para crescer cirurgicamente, que sejam priorizadas as escolas em locais de alta vulnerabilidade, com alto índice de violência ou de pobreza. 19
Agora RN

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Avaliação Temer diz que reforma do ensino médio é fruto de “ousadia responsável”

Ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira. 'Houve um debate extraordinário nos últimos meses', diz Temer

Ele minimizou as críticas ao texto, afirmando que a polêmica gerou o aperfeiçoamento da reforma do ensino médio

BRASÍLIA – O presidente Michel Temer (PMDB) sancionou na manhã desta quinta-feira, 16, a Lei do Novo Ensino Médio no Palácio do Planalto, em Brasília. Durante a cerimônia, ele declarou que a proposta é fruto de uma “ousadia responsável” do governo, que continuará defendendo a aprovação das “grandes reformas”. O presidente tem buscado em solenidades criar agendas positivas para tentar reverter sua baixa popularidade.
Ele minimizou as críticas ao texto, afirmando que a polêmica gerou o aperfeiçoamento da reforma do ensino médio.
“Houve um debate extraordinário nos últimos meses. Não tenho dúvida de que foi uma coisa extraordinária o que fizemos.”
Temer avaliou que a reforma foi “consensuada” entre o governo, o Congresso e a sociedade, que agora “recebe o aplauso de todos”. “As modificações que foram feitas no Congresso nasceram também da sociedade, que participou de maneira expressiva”, disse.
O presidente defendeu que é preciso modernizar a educação no Brasil, lembrando que há um orçamento previsto de R$ 10 bilhões para o setor. Ele afirmou que decidiu fazer a reforma porque o tema estava “parado” no Congresso há mais de 20 anos.
“Com a medida provisória, a reforma do ensino médio ganhou espaço extraordinário no debate nacional”, avaliou.
Esta é a primeira reforma do governo Temer aprovada pelo governo. Durante a sua fala, ele lembrou que há outras reformas, como a da previdência e a trabalhista, em análise no Legislativo.
“Esse momento é muito revelador do nosso governo. É um governo de reforma e ousadia, mas de ousadias responsáveis”, ponderou.
Ele também lembrou a aprovação da proposta que estipula um limite para os gastos públicos. “Quem ousaria fazer isso?”, questionou. “Quero registrar enfaticamente que, nos dias atuais, mais do que coragem é preciso ousadia.”
A medida provisória do ensino médio foi aprovada pelo Congresso no último dia 8. O projeto flexibiliza a grade curricular, permitindo que o estudante escolha parte das matérias que irá cursar.
Agora RN

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

SINTE/RN derruba portaria que determinava hora/relógio; 20 horas/aula estão mantidas

O SINTE/RN conseguiu derrubar na Justiça a portaria da Secretaria Estadual de Educação que instituía a hora-relógio no cálculo do terço de hora/atividade. A juíza da 2° Vara da Fazenda Pública, doutora Francimar Dias, anulou todos os atos praticados antes da inclusão do SINTE/RN no processo. Também ficou determinado que a Ação deverá ser julgada na 5ª Vara da Fazenda Pública.
Com isso, permanece a decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública que protege o direito dos professores a hora/atividade como já vem sendo praticada e cumprida por decisão do Tribunal de Justiça, confirmada pelo STJ e STJ.
“Foi uma decisão impecável por parte da Juíza. A sentença que favorecia a Secretaria de Educação foi anulada e o processo que deve prevalecer é a Ação Coletiva do SINTE/RN que garantiu o direito da hora aula/hora atividade” explica o assessor jurídico, Odilon Garcia.
A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, lembra que essa vitória se soma à várias outras e que só foi possível por causa do engajamento do Sindicato, da categoria e do intenso trabalho da assessoria jurídica: “A Justiça foi feita. É um momento histórico para a luta do Trabalhadores em Educação do Estado”, comemorou Fátima.
O coordenador geral do SINTE/RN, professor Rômulo, se somou à comemoração: “Foi uma ação de extrema importância da nossa assessoria jurídica. Mas queremos externar que a luta está apenas começando. Está muito evidente que existe o interesse por parte do governo de implementar essa ação, mas nós vamos continuar barrando na justiça e na luta”.
A assembleia geral da rede estadual marcada para a próxima segunda-feira (13), às 8h, na ASSEN, em Natal/RN, está mantida.
Sinte RN

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Michel Temer anuncia liberação de R$ 465 milhões para merenda escolar

Michel Temer, presidente da República

A merenda é um elemento fundamental para a educação porque formata melhor o ser humano', disse o presidente da República

Após sete anos sem reajuste, a merenda escolar para estados e municípios será reajustada em 2017. O presidente da República, Michel Temer, anunciou nesta quarta-feira (8), no Palácio do Planalto, a liberação de R$ 465 milhões para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) no ano de 2017 para atender 41 milhões de estudantes em todo o país. Para os alunos nos ensinos fundamental e médio regular, que representam 71% dos atendidos pelo programa, o reajuste ficou em 20%. Já para as demais modalidades, a exemplo de escolas de tempo integral, pré-escola e outros programas especiais, o aumento médio é de 7%.
“A merenda é um elemento fundamental para a educação porque formata melhor o ser humano. Ele alimentado raciocina muito melhor, participa mais ativamente da sociedade”, afirmou Temer.
O presidente lembrou que a educação é uma das prioridades do seu governo e que, para o orçamento de 2017, houve um aumento de quase R$ 10 bilhões para o setor. Disse, ainda, que seu governo investe na educação para que as futuras gerações possam ter melhoria significativa na qualidade de vida e na participação social.
“Nosso sonho é que nós possamos dar um passo a mais para que em 10, 15, 20 anos, aqueles que se servem da merenda possam ter comido em casa e fazer cada vez mais o Brasil crescer”.
Para esse ano, o orçamento do PNAE é de R$ 4,15 bilhões, sendo R$ 1,24 bilhão destinado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agriculta Familiar (Pronaf). Os repasses aos estados e municípios serão feitos para 200 dias letivos por ano, sendo que cada parcela é repassada para o atendimento de 20 dias letivos. Os repasses para os municípios também terão valores corrigidos acima dos 10%. Para cidades de até 20 mil habitantes, o novo repasse é de R$ 231,292, com aumento de 15%. Já de até 50 mil, o repasse será de R$ 429,016, com 12% de reajuste. Os municípios com até 100 mil habitantes receberão R$ 993,458, com aumento de 12%. E os com até 500 mil habitantes, o repasse novo é de R$ 2,835,184, cujo reajuste é de 13%.
O ministro da Educação, Mendonça Filho, destacou que o reajuste no repasse do PNAE é mais uma etapa das melhorias na educação básica do país que o MEC vem desenvolvendo atualmente. “Em algumas comunidades, os alunos têm na escola a única refeição. O aumento vai refletir na vontade dos alunos irem à escola e terem mais energia na sala de aula para poder aprender, ou seja, teremos resultados também no desempenho escolar. Não existe educação de qualidade sem a valorização dos alunos e dos professores”.
Origem – O PNAE foi implementado pelo governo federal em 1955 com o objetivo de contribuir para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos estudantes brasileiros. Atualmente, estão cadastrados no programa 6 mil nutricionistas e 80 conselheiros de alimentação escolar.
Agora RN

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

PODE VIR NOVA GREVE DOS PROFESSORES DO ESTADO - SEEC mantém decisão sobre terço de hora e SINTE convoca categoria para greve

A Secretaria Estadual de Educação anunciou no final da tarde de ontem,  quinta-feira (02) que vai manter a decisão de aumentar a carga horária dos professores da rede estadual. Na prática, a medida contraria uma decisão judicial favorável aos profissionais da educação e extingue o terço de hora atividade, que é o momento que o profissional da educação tem para planejar suas aulas e/ou realizar atividades extra classe.
Diante disso, a direção do SINTE/RN já informou que vai convocar a categoria para greve. A possibilidade de iniciar um movimento grevista será analisada em assembleia da rede estadual, marcada para o dia 13/02, às 8h, na ASSEN.
A coordenadora geral do SINTE, professora Fátima Cardoso, também convoca a categoria para se engajar na luta pelo terço de hora atividade: “A greve será inevitável”. Clique AQUI e veja o comunicado da sindicalista.
O coordenador geral do SINTE/RN, professor Rômulo Arnaud, referenda a decisão de desobedecer a recomendação da secretaria e anuncia que a assessoria jurídica do Sindicato está tomando providências: “A posição do SINTE é de desobediência a essa recomendação da procuradoria e da SEEC em relação à hora relógio (24 horas aula). O governo está desobedecendo uma determinação judicial e medidas judiciais cabíveis já foram tomadas”.
Sinte RN

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

“Em dez anos pretendo ter mais de 50% das escolas em tempo integral”, diz secretária

Cláudia Santa Rosa, secretária estadual de Educação
De acordo com Cláudia Santa Rosa, novo ensino médio em tempo integral será motivador e fará com que o aluno esteja mais envolvido com a escola

O Rio Grande do Norte começa o ano com novidades na Rede Estadual de Educação. Ao todo, 17 instituições de ensino, entre escolas e centros educacionais passarão a funcionar de forma integral. Em entrevista concedida ao Portal Agora RN, a secretária estadual de Educação, Cláudia Santa Rosa falou sobre expectativas, projetos e planos para a educação do Estado em um planejamento que se estenderá por dez anos.
“Queremos fazer com que o Rio Grande do Norte se torne exemplo com esse novo modelo de ensino. Esperamos ser também um estado pioneiro no Nordeste. Desejamos fazer a diferença”, declarou a secretária.
Cláudia adiantou que pretende fazer com que o novo projeto de ensino integral atraia os jovens estudantes, apostando em metodologias diversificadas, aliadas a um projeto pedagógico motivador. “Os nossos alunos serão beneficiados com esse projeto. As escolas receberão grandes investimentos e, com isso, o aluno poderá usufruir melhor de toda estrutura proporcionada pela educação em tempo integral”, disse.
A secretária estadual de Educação ainda completou dizendo que “os alunos estarão cada vez mais próximos dos professores e receberão monitoria sempre que necessário para auxiliar no conhecimento”.
As unidades estudantis de ensino fundamental também serão beneficiadas com as escola em tempo integral. De acordo com a secretária, ainda este ano, serão aplicadas o ensino integral em novas sete escolas de nível fundamental.
Agora RN

Robinson sanciona lei que trata da gestão democrática das escolas estaduais

Alunos assistem aula em escola da rede estadual do RN
Intuito é promover o debate na comunidade escolar, visando fortalecer a Gestão Democrática, através da eleição para Diretores e Vice-Diretores das unidades

O Governador do Estado, Robinson Faria, sancionou a lei que dispõe sobre a gestão democrática e participativa da Rede Pública Estadual de Ensino. A lei complementar nº 585 foi sancionada em 30 de dezembro de 2016 e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na edição do dia 31 de dezembro 2016.
Proposta pelo Executivo Estadual, a lei é resultado de estudos da Comissão Estadual Central de Gestão Democrática que elaborou o texto base e das discussões realizadas nos 16 fóruns regionais e no fórum estadual.
O intuito é promover o debate na comunidade escolar, visando fortalecer a Gestão Democrática, através da eleição para Diretores e Vice-Diretores das unidades escolares da Rede Pública Estadual de Ensino. A lei fortalece a democratização e a autonomia dos processos da gestão do sistema estadual, adequando sua legislação para que as escolas possam, de fato, vivenciar uma democracia participativa em todos os aspectos.
Uma das principais alterações é a ampliação do mandato dos diretores e vice-diretores das escolas. A partir das próximas eleições, os gestores terão mandato de três anos à frente da administração da escola, ao invés de dois.
Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de o candidato ter pelo menos dois anos de atuação na escola. Com a nova lei, o gestor precisa atuar no mínimo por um ano na unidade para concorrer a uma das vagas de gestor.
“As mudanças incluídas na lei resultam de um processo democrático construído num fórum com várias entidades educacionais. Trouxemos aperfeiçoamentos no processo que acolhe a participação de estudantes, pais, professores, servidores e comunidade escolar na construção de uma escola mais justa e que atenda as necessidades da população”, explica a secretária de estado da Educação, Cláudia Santa Rosa.
A Lei 585 revoga a Lei Complementar Estadual nº 290, de 16 de fevereiro de 2005, e o Decreto nº 18.463, de 24 de agosto de 2005.
Agora RN

domingo, 6 de novembro de 2016

PF realiza operações em oito estados contra fraudes no Enem

Criminosos são acusados de vender gabaritos para estudantes. Um total de 50 mandados judiciais foram cumpridos em todo país

A Polícia Federal cumpriu hoje 28 mandados judiciais em Montes Claros (MG). Quatro pessoas foram presas temporariamente e outras quatro levadas coercitivamente para delegacia local da PF. Os outros mandados são busca, apreensão e sequestro de bens. A “Operação Embuste”, desmantelou uma quadrilha especializada em fraudar concursos públicos.

Segundo a PF, os envolvidos já teriam fraudado outros dois concursos realizados neste ano: vestibulares na cidade de Mineiros, em Goiás, e Vitória da Conquista, na Bahia. Os policiais afirmam que os criminosos também atuariam durante a realização do Enem. Eles utilizariam meios eletrônicos para transmitir gabaritos para os candidatos.

A Superintendência da Polícia Federal, no Maranhão, deflagrou uma outra operação, batizada de “Jogo Limpo”. Foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão em sete estados – Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Tocantins, Amapá e Pará – com o objetivo de desmantelar uma outra quadrilha que também comercializava gabaritos. Ninguém foi preso.
veja

Tema da redação do Enem 2016 foi intolerância religiosa; saiba mais

Além da redação, neste domingo os alunos tiveram  que responder questões sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias

Por: Extra

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou a informação em seu perfil no Twitter pouco depois do fechamento dos portões dos locais de prova.

Além da redação, neste domingo os alunos tiveram  que responder questões sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias.

O gabarito oficial do Enem será divulgado na quarta-feira.
Agora RN

sábado, 5 de novembro de 2016

Enem começou neste sábado (05/11/2016) para 8,6 milhões de estudantes



Exame Nacional do Ensino Médio ocorre neste fim de semana



Por Redação
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam hoje (5) para os 8,6 milhões de inscritos. Nesse primeiro dia os estudantes vão responder a 90 questões de ciências humanas e ciências da natureza. Os candidatos terão quatro horas e 30 minutos para concluir as provas.
A área de ciências da natureza e suas tecnologias abrange os conteúdos de química, física e biologia. Em ciências humanas e suas tecnologias, as provas são de geografia, história, filosofia, sociologia e conhecimentos gerais.
Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. Com o horário de verão e diferenças de fusos horários, os estudantes precisam ficar atentos, pois vários estados estão com a hora local diferente da capital federal. A aplicação do exame começa 30 minutos após o fechamento dos portões.
Para fazer a prova é fundamental apresentar documento de identidade original com foto e usar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Outra cor de tinta impossibilita a leitura óptica do cartão de respostas.
É proibido o uso de celular ou qualquer aparelho eletrônico durante as provas. Os aparelhos terão de ser colocados em um porta-objetos com lacre, que deverá ficar embaixo da cadeira até o fim das provas. Em anos anteriores, candidatos foram eliminados por postar imagens da prova em redes sociais.
O candidato também não poderá usar lápis, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações, óculos escuros, boné, chapéu, gorro e similares e portar armas de qualquer espécie, mesmo com documento de porte. Se estiver com um desses objetos, eles deverão ser colocados no porta-objetos.
Para enfrentar as longas horas de prova, o candidato poderá levar água e comida. O Ministério da Educação informou que haverá fiscalização dos lanches.
Neste ano, pela primeira vez, haverá identificação biométrica dos estudantes. O objetivo é prevenir fraudes. As impressões digitais serão colhidas durante as provas.
O aluno poderá deixar o local após duas horas do início da prova. Só é possível sair com o caderno de questões nos últimos 30 minutos antes do fim das provas. Caso descumpra qualquer uma dessas regras, será eliminado.
O Ministério da Educação adiou para os dias 3 e 4 de dezembro as provas dos candidatos que fariam o exame em prédios ocupados
Portal no Ar

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Enem é adiado em mais uma unidade do RN e 5.150 potiguares vão fazer o exame em dezembro

Na primeira lista divulgada pelo Inep, na terça-feira (1º), o RN teria as provas adiadas em cinco locais; agora são em seis


Por Redação
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) divulgou na manhã desta sexta-feira (4) uma lista atualizada com os locais nos quais o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será cancelado neste final de semana (dias 5 e 6). O Enem será adiado para os candidatos que estiverem com as provas marcadas em escolas, universidades e institutos federais ocupados por estudantes. A nova aplicação será nos dias 3 e 4 de dezembro.
Na primeira lista divulgada pelo Inep, na terça-feira (1º), o Rio Grande do Norte teria as provas adiadas em cinco locais. Com a atualização desta sexta, o campus da UERN em Pau dos Ferros também passou a incluir a relação. Dessa forma, o adiamento atinge 6 unidades potiguares e 5.150 estudantes.
Confira onde o Enem foi adiado no RN!
Caicó
UFRN Campus De Caicó – Prédio: Auditório – Prédio: Bloco A – Prédio: Bloco B – Prédio: Bloco D
Macau
IFRN – Instituto Federal De Ciências E Tecnologia – Prédio: Bloco A – Prédio: Bloco B
Natal
EE Des. Floriano Cavalcanti – Prédio: Bloco A – Prédio: Bloco B – Prédio: Bloco C – Prédio: Bloco D
EE Prof. Anísio Teixeira – Prédio: Bloco A – Prédio: Bloco B – Prédio: Bloco C
IFRN – Campus Zona Norte – Prédio: Bloco A – Prédio: Bloco B
Pau Dos Ferros
UERN – Campus Pau Dos Ferros – Prédio: Bloco A / Prédio: Bloco B / Prédio: Bloco C / Prédio: Bloco D / Prédio: Bloco E
Portal no Ar

sábado, 29 de outubro de 2016

Justiça determina desocupação de escolas e prazo do MEC termina segunda-feira

Movimentos contrários às ocupações têm pressionado os manifestantes a deixarem as unidades de ensino


Por Agência Brasil
Na segunda-feira (31), termina o prazo dado pelo Ministério da Educação (MEC) para que os estudantes deixem as escolas, universidades e institutos federais ocupados em protesto contra medidas propostas pelo governo federal. Caso isso não ocorra, o MEC informou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 5 e 6 de novembro, será cancelado nesses estabelecimentos.
Os estudantes que fazem as ocupações são contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, e a reforma do ensino médio instituída pela Medida Provisória (MP) 746/2016, enviada ao Congresso. O governo argumenta que a PEC, aprovada em dois turnos na Câmara, é fundamental para o ajuste fiscal das contas do país. Em relação à reforma do ensino, o Ministério da Educação diz que o tema já vinha sendo debatido com especialistas e o setor, inclusive com a tramitação de projetos no Legislativo, porém, em decorrência da urgência do tema, foi necessária a edição de uma medida provisória.
Movimentos contrários às ocupações têm pressionado os manifestantes a deixarem as unidades de ensino. Além disso, a Justiça tem concedido ações de reintegração de posse em diversas cidades.
Desocupações
De acordo com o último balanço da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), 1.177 locais estão ocupados em todo o país. Não há um balanço nacional oficial. Há divergências entre os números apresentados pela Ubes e pela secretarias de Educação. Um exemplo é o Paraná, estado que concentra mais ocupações. Segundo a UBES, há 843 estabelecimentos ocupados. Para a Secretaria de Educação, são 491, número inferior ao divulgado ontem (27), 590.
Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), somente em Curitiba, foram expedidos desde ontem 25 liminares para reintegração de posse. No estado, o Movimento Brasil Livre, contrário às ocupações, tem feito ações para pedir que os estudantes deixem as instituições de ensino.
Em vídeo publicado hoje (28) no Facebook, dois integrantes do movimento informam ter feito manifestações em três escolas estaduais: Colégio Estadual Lysímaco Ferreira da Costa, Colégio Estadual do Paraná e Colégio Estadual Leôncio Correia. “Nessas três escolas, a gente organizou manifestações junto com os pais, junto com vários estudantes, e as pessoas estavam furiosas com as invasões”, dizem. “Fomos defender os direitos dos estudantes, estamos aqui depois daquela batalha, daquele campo de guerra”, acrescentam.
Em nota divulgada nesta sexta-feira (28), a secretária de Educação do Paraná, Ana Seres, pede que os estudantes liberem pacificamente as escolas e permitam a realização das provas do Enem. De acordo com Ana, se as unidades permanecerem ocupadas, 72 mil estudantes serão prejudicados. “Peço que todos – pais, estudantes e comunidade – pensem com critério neste momento e vejam que os alunos estão sendo os grandes prejudicados.” Com as ocupações, 460 mil alunos estão sem aulas no estado.
De acordo com a coordenação do movimento Ocupa Paraná, a orientação é que os estudantes deixem os colégios caso recebam mandado de reintegração de posse. O movimento recomenda que eles deixem as escolas para que não seja preciso o uso da força policial. Segundo a coordenação, o movimento se considera vitorioso por ter promovido a articulação entre os estudantes.
O Ocupa Paraná destaca ainda a importância do discurso feito pela estudante Ana Júlia Ribeiro, de 16 anos, quarta-feira (26) na Assembleia Legislativa do Paraná. “É um insulto a nós que estamos lá, nos dedicando, procurando motivação todos os dias, sermos chamados de doutrinados”, disse Ana Júlia aos parlamentares.”Nós sabemos pelo que estamos lutando: a nossa bandeira é a educação, nossa única bandeira é a educação”, acrescentou a jovem.
A morte de um estudante de 16 anos dentro de uma escola ocupada em Curitiba também marcou o movimento. Ele teria sido morto por colega, também menor, após desentendimento. Ambos teriam consumido uma droga sintética.
Nesta semana, foram registradas reintegrações em outros estados. No Tocantins, a retirada dos estudantes foi tumultuada e alguns teriam saído algemados. Em São Paulo, a Polícia Militar desocupou, no último dia 25, a Escola Estadual Silvio Xavier, no Piqueri, na zona norte da capital paulista, em uma ação de reintegração. Após a desocupação, 13 estudantes que participavam da ocupação da escola foram detidos e levados para delegacia.
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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Lei aprovada pela Câmara prevê acesso à internet Wi-Fi para alunos das escolas municipais de Natal

Por Allan Darlyson
A Câmara Municipal de Natal (CMN) aprovou, na última sessão plenária antes do recesso, o Projeto de Lei de autoria do vereador Ubaldo Fernandes (PMDB) que determina a instalação de internet com rede Wi-Fi nas escolas públicas municipais. A proposta agora segue para a sanção do prefeito Carlos Eduardo (PDT).
De acordo com a proposta, o sistema deverá ser gratuito e de livre acesso para os alunos matriculados na unidade de ensino correspondente, de uso exclusivo para acesso a notícias do cotidiano, buscas e pesquisas escolares, informações científicas e demais conteúdos que a escola entender como importante para o processo de aprendizado.
O sinal disponibilizado poderá ser acessado por meio de celular, smartphone, laptop, tablet, notebook e demais aparelhos que possuam dispositivos compatíveis com o padrão de conexão Wi-Fi.
O Projeto de Lei determina que as escolas deverão adotar regulamento interno disciplinando os horários de acesso e ambientes com o sistema de internet sem fio “Wi-Fi” bem como filtros para impedir acesso a conteúdos impróprios e inadequados, bloqueando sítios de pornografia, apologia a crime ou materiais ilícitos, violência, dentre outros.
A Lei proposta por Ubaldo prevê ainda que a escola deverá promover o cadastro prévio dos alunos por meio da matrícula, para viabilizar a conexão ao sistema de forma que o corpo educacional possa acompanhar os acessos dos alunos.
Caberá ao Poder Executivo a regulamentação da Lei no prazo de 60 dias após ela entrar em vigor. “Essa iniciativa é importante, para a utilização dos avanços tecnológicos também no aprendizado das nossas crianças”, ressaltou Ubaldo Fernandes.
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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Coca, Ambev e Pepsi deixam de vender refrigerante a escolas


Empresas deixarão de vender refrigerante a cantinas de escolas com crianças de até 12 anos e oferecerão apenas água mineral, suco, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos



Por Estadão Conteúdo
 

A Coca-Cola, a Ambev e a PepsiCo anunciaram nesta quarta-feira, 22, que a partir de agosto as empresas deixarão de vender refrigerante a cantinas de escolas com crianças de até 12 anos e oferecerão apenas água mineral, suco, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos.
As companhias afirmaram em comunicado que a estratégia faz parte de uma “mudança no portfólio de bebidas para escolas em todo o País”. Segundo as três empresas, a venda de produtos nos colégios terá foco em hidratação e nutrição a fim de contribuir para uma alimentação mais equilibrada.
“A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução”, declararam a Ambev, a Coca e Pepsi. “No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo.”
As empresas disseram que a mudança foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, “além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças”.
Distribuição
O comunicado informou que a política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. “Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.”
As três companhias declararam que estão em contato com Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor.
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domingo, 29 de maio de 2016

Com os salários atrasados trabalhadores em educação do RN vão paralisar as atividades a partir do dia 2 de junho de 2016 (quinta-feira)

O SINTE está convocando os/as trabalhadores em educação do Estado para participar da paralisação contra o atraso no pagamento dos salários dos servidores do RN.
A manifestação está marcada para o dia 2 de junho, às 9h, em frente ao Walfredo Gurgel, em Natal. O ato está sendo convocado pelo Fórum Estadual dos Servidores, entidade da qual o SINTE participa.
O coordenador geral do SINTE/RN, professor José Teixeira, avisa que os trabalhadores em educação do Estado vão permanecer com as atividades paralisadas até que o governo pague os salários.
A adesão à paralisação do dia 2 e a continuidade dela foi a principal deliberação da última assembleia da categoria, realizada em 12 de maio.
Sinte/RN

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Professores de Natal decidem manter greve por tempo indeterminado

Iniciada na última segunda-feira (22), a paralisação conta, segundo dados do próprio Sinte-RN, com uma adesão de 70%. SME estima número bem inferior


Por Bruno Araújo e Saulo de Castro
A greve dos professores da rede pública municipal continua por tempo indeterminado. A decisão foi tomada na tarde desta sexta-feira (26), durante plenária realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte-RN), no bairro da Cidade Alta.
Professores foram convocados nesta quinta (Foto: Camila Souza/ Divulgação)
Greve teve início com pauta de 17 itens reivindicados (Foto: Camila Souza/ Divulgação)
Iniciada na última segunda-feira (22), a paralisação conta, segundo dados do próprio Sinte-RN, com uma adesão de 70%. Ao todo são pelo menos 17 pontos, entre reivindicações de ajustes salariais, pagamentos atrasados e realização de promoções.
“A greve continua por tempo indeterminado e não há chance de acabar até então. O prefeito (Carlos Eduardo) deu as costas para categoria. Enviamos ofício, mas o prefeito não deu sinal de resposta sobre uma reunião ou sequer audiência”, afirmou Fátima Cardoso, presidente do Sindicato.
O grupo está na avenida Rio Branco e sairá em caminhada até a Prefeitura do Natal, em protesto a partir do qual os manifestantes tentarão garantir uma audiência para discutir os pleitos da categoria.
Negociação
Apesar da garantia da secretária de Educação, Justiva Iva, em oferecer a correção salarial dos professores municipais referente ao novo piso nacional da educação, definido pelo Ministério da Educação (MEC), que é de 11,36%, a representante da categoria afirma que as atividades só deverão retornar em caso de negociação do pagamento de um acordo de 2013 e que segue com duas parcelas a pagar.
Segundo a secretária, o pagamento das duas últimas parcelas referentes a dívidas com a categoria em gestões anteriores não será efetuado – ao menos em curto prazo. Para Justina Iva, o principal motivo é a grave crise econômica enfrentada pelo Município e a retirada de parte dos recursos federais do RN do Fundeb.
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