As escolas católicas de Natal vão aderir à greve geral desta sexta-feira, 28, e suspendem as aulas. Em atendimento ao pedido dos bispos do estado, as instituições protestam contra as reformas da Previdenciária e da legislação trabalhista.
Em nota, a Rede Salesiana de Escolas considerou “que tais medidas atingem diretamente os direitos do povo brasileiro, a muito conquistados, além de representarem um atentado real contra a vida e dignidade da população, sobretudo dos mais pobres”.
Outra escola católica, o Colégio Nossa Senhora das Neves disse que “se soma aos milhões de brasileiros que estão na luta por seus direitos conquistados e garantidos na Constituição Federal que, por sua vez, se encontram ameaçados pelas Reformas Trabalhistas e da Previdência, na forma como estão sendo impostas”.
Portal no Ar
Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Escolas católicas suspendem aulas na sexta de greve geral - Instituições atendem pedido dos bispos do estado
Marcadores:
Bispos,
escolas católicas,
greve geral,
Igreja Católica,
padres,
professores,
reforma da previdência
quarta-feira, 29 de março de 2017
Governo do Rio Grande do Norte inicia pagamento de março nesta sexta-feira
Governador Robinson Faria (PSD)
Por solicitação de sindicatos e associações de servidores, o governo vem pagando a folha sem distinção entre ativos, aposentados e pensionistas
Por solicitação de sindicatos e associações de servidores, o governo vem pagando a folha sem distinção entre ativos, aposentados e pensionistas
Por Redação
O Governo do Rio Grande do Norte começa a pagar a folha de março nesta sexta-feira 31, quando deposita os vencimentos dos 24.038 servidores ativos da Educação e da Administração Indireta que possui recursos próprios, uma soma equivalente a R$ 75,5 milhões.
O governo segue acompanhando as receitas para anunciar o pagamento dos salários dos demais servidores o mais breve possível, a partir da disponibilidade de recursos.
Por solicitação de sindicatos e associações de servidores, o governo vem pagando a folha sem distinção entre ativos, aposentados e pensionistas.
Agora RN
Marcadores:
folha de pagamento,
Governo do Estado,
pagamento,
professores,
Rio Grande do Norte,
RN,
Robinson Faria,
servidores estaduais
terça-feira, 21 de março de 2017
Assembleia aprova manutenção da greve geral dos/as trabalhadores/as em educação do RN
Créditos: Lenilton Lima
A greve geral da educação do RN continua. Foi o que decidiu a assembleia unificada dos/as trabalhadores/as em educação realizada na tarde desta segunda-feira (20). Na ocasião, a categoria lotou o pátio da ASSEN e avaliou o movimento grevista que visa barrar a Reforma da Previdência do governo Temer.
ATIVIDADES DA GREVE
As atividades de greve definidas pelo SINTE/RN em conjunto com a categoria continuam até o dia 31 de março nas escolas, ruas e praças de Natal e interior. Nesta terça-feira (21) acontecerão duas atividades importantes. A primeira delas será um ato do Fórum Estadual dos Servidores, a partir das 9h, em frente à Assembleia Legislativa. Em pauta o repasse do duodécimo dos poderes para garantir a folha de pagamento do funcionalismo.
Às 14h, na Assembleia Legislativa, será realizada uma audiência pública sobre a Reforma da Previdência do RN que está sendo proposta pelo governo Robinson. Confira abaixo o calendário de lutas da greve:
CALENDÁRIO DE LUTAS
Fonte: Sinte/RN
Marcadores:
Assembléia,
Assembleia Geral Unificada,
Educação,
educadores,
PEC,
previdência,
professores,
reforma da Previdência Social
quarta-feira, 15 de março de 2017
Professores do Rio Grande do Norte e de Natal entraram em greve por tempo indeterminado -Em audiência com governador, Fórum Estadual apresentou pauta de reivindicações e governador não deu respostas
Em decorrência do descaso do governo do estado e prefeitura de Natal professores entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira, dia 15 de março de 2017, em protesto também contra a reforma da previdência.
O Fórum Estadual dos Servidores se reuniu com o governador Robinson Faria nessa segunda-feira (13/03) . Em pauta os recorrentes atrasos de salários, a apresentação de um calendário de pagamento, bem como a Reforma da Previdência do RN.
O governador ouviu os pleitos dos trabalhadores, contudo, não deu respostas. Prometeu fazer uma análise e em seguida convocar nova audiência com o Fórum. Veja AQUI o depoimento da coordenadora geral Fátima Cardoso.
Sinte RN
Marcadores:
Educação,
Fátima Cardoso,
greve,
paralisação,
professores,
protestos,
reforma da Previdência Social,
Robinson Faria,
SINTE/RN
quinta-feira, 9 de março de 2017
No dia da Mulher, trabalhadoras em educação do RN foram às ruas lutar por igualdade e direitos
“Aposentadoria fica. Temer sai!”. Esse foi o mantra que ecoou ao longo de toda a Marcha das Mulheres Contra a Reforma da Previdência. A atividade aconteceu na tarde desta quarta-feira, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, pelas ruas do Centro de Natal/RN.
A marcha, convocada pelo SINTE/RN, CUT RN e movimentos sociais, reuniu trabalhadoras e trabalhadores em educação de Natal e de vários municípios do Rio Grande do Norte. O movimento se iniciou em frente ao INSS da Rua Apodi, logo após o término da assembleia unificada do Estado e municípios. (Saiba o resultado da assembleia AQUI).
Na marcha, as mulheres falaram acerca de como serão diretamente afetadas se a Reforma da Previdência for aprovada pelo Congresso Nacional. Além da Reforma da Previdência, a ocasião pautou a cotidiana luta das mulheres para conseguir igualdade e reconhecimento perante a sociedade, bem como acabar com a violência cotidiana a qual são submetidas.
Mulheres de distintos credos empunharam cartazes que gritavam suas dores, aflições e pedidos de respeito. Um cartaz exclamava: “Moça, faz da tua dor a tua luta!”. Outro dizia: “Nenhuma a menos. Machismo mata”. Outros traziam mensagens que denunciavam os prejuízos que o governo Temer está causando a toda classe trabalhadora.
Na ocasião, se revezando nos apartes, elas lembraram que têm uma jornada superior a dos homens, a chamada jornada dupla, e ganham uma remuneração inferior. Latas e instrumentos de percussão nas mãos firmes da juventude deram o tom as paródias políticas e sociais cantadas ao longo do movimento.
A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, exaltou a importância da atividade e parabenizou as mulheres pelo engajamento: “Esse momento é muito importante. É mais uma oportunidade que nós mulheres temos de mostrar a sociedade as nossas pautas e exigir respeito, denunciar o machismo e a desigualdade. Todas as trabalhadoras em educação estão de parabéns!”.
A marcha prosseguiu pelas ruas até tomar a Avenida Rio Branco. A atividade foi finalizada em frente à Prefeitura da capital.
Sinte RN
Marcadores:
Dia Internacional da Mulher,
dia previdência social,
Educação,
greve,
greve nacional,
Natal,
paralisação,
professores,
protestos,
Rio Grande do Norte,
RN,
SINTE/RN
quarta-feira, 8 de março de 2017
Assembleia unificada aprova indicativo de greve geral da educação do RN
A assembleia unificada do Estado e municípios aprovou o indicativo de greve geral da educação do RN. A deliberação aconteceu na tarde desta quarta-feira (08) e reuniu trabalhadores em educação de Natal e de diversas cidades do Estado. O pátio da ASSEN ficou lotado.
Na próxima quarta (15) será realizada outra assembleia unificada. Desta vez para deflagrar o movimento grevista que está sendo convocado pela CNTE.
A greve objetiva barrar a Reforma da Previdência proposta pelo governo Michel Temer, bem como garantir a implementação do Piso Salarial em todos os municípios.
A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, convocou a categoria para participar da próxima assembleia e se engajar na Greve Geral da educação: “Todos precisam entender a necessidade desse movimento (grevista). É a nossa aposentadoria que está em jogo. Por isso, dia 15 vamos participar da deflagração da greve geral”.
Sinte RN
Marcadores:
CNTE,
Educação,
greve,
greve nacional,
paralisação,
professores,
SINTE/RN
domingo, 5 de março de 2017
INDICATIVO DE GREVE DA EDUCAÇÃO - Dia 08/03 tem assembleia unificada do Estado e municípios e Marcha das Mulheres
A quarta-feira (08/03), Dia Internacional da Mulher, será marcada por duas grandes atividades. A primeira será uma assembleia unificada do Estado e municípios com indicativo de Greve Geral Nacional da Educação, convocada pela direção do SINTE/RN.
A assembleia acontece às 14h, na ASSEN. Além da greve da educação, o Dia Internacional da Mulher será pautado.
Uma outra assembleia unificada já está marcada para dia 15 de março.
MARCHA DAS MULHERES
Logo após a assembleia, às 15h, será realizada a Marcha das Mulheres Contra a Reforma da Previdência. A atividade está sendo organizada por diversas entidades. A concentração será em frente ao INSS da Rua Apodi, no Centro de Natal/RN.
Fonte: Sinte RN
Marcadores:
Educação,
educadores,
Escolas,
Governo do Estado,
greve,
greve geral,
greve nacional,
mulheres,
paralisação,
previdência social,
professores,
protestos,
Rio Grande do Norte,
RN,
Robinson Faria
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Ensino integral perde mais de 2 milhões de alunos do 1º ao 9º ano
PNE prevê que até 2024 50% das escolas públicas ofertem modalidade
Para especialistas, queda de 46% em 1 ano é consequência da descontinuidade de programas com esse foco e da crise
Por Isabela Palhares - O Estado de S. Paulo
O número de matrículas para o período integral no ensino fundamental (do 1.º ao 9.º ano) caiu 46% no ano passado. De acordo com os dados do Censo Escolar, divulgados nesta quinta-feira, 16, em 2015 eram 4,6 milhões de alunos matriculados na modalidade. Em 2016, o número ficou em 2,4 milhões. A queda é puxada, principalmente, pela rede pública de ensino, mas também houve recuo de 18,9% na particular.
O aumento da s vagas em tempo integral é uma das apostas do governo federal para melhorar a educação no País. O Plano Nacional da Educação (PNE) prevê que, até 2024, 25% das matrículas e 50% das escolas da rede pública ofertem essa modalidade. Em 2015, 19,4% das matrículas das escolas públicas no fundamental eram no período integral – o porcentual caiu para 10,5% no ano passado. E foi ainda menor nos anos finais (do 6.º ao 9.º ano), com 7,7%.
Para especialistas, a queda registrada é consequência da descontinuidade de programas que impulsionavam essa oferta e da crise financeira. O Mais Educação, principal programa do Ministério da Educação (MEC) para fomentar o tempo integral com prioridade para o ensino fundamental, acabou paralisado em 2015. Ele foi criado em 2007 para distribuir dinheiro para que Estados e municípios pudessem ampliar a jornada escolar para pelo menos 7 horas. Desde 2014, sofria com atrasos nos repasses e foi alvo de críticas por não promover melhoria no desempenho em Matemática e Língua Portuguesa nem fazer cair a evasão.
“A crise econômica afetou, mas mais determinante foi a crise política que culminou no abandono de programas. É uma tradição brasileira: acabar com projetos de outros governos”, disse Ângela Maria Martins, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas.
Médio. Na contramão do ensino fundamental, houve expansão de 8,8% nas matrículas em tempo integral no ensino médio na rede pública e de 5,6%, na particular. Para Carlos Eduardo Chagas, consultor da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), os Estados conseguiram dar prioridade aos investimentos no ensino médio, com aumento de vagas no período integral, por ofertarem menos lugares nos anos finais do fundamental.
“Está ocorrendo com maior intensidade uma municipalização dessa etapa do fundamental, o que provoca um desequilíbrio financeiro nas prefeituras, que consequentemente não conseguem mais garantir a oferta de tempo integral. Por outro lado, os Estados têm mais capacidade para investir no ensino médio. O efeito é ruim, porque não adianta só pensar na etapa final”, afirmou.
Em nota, o MEC informou que o Mais Educação foi paralisado nos anos de 2015 e 2016, na gestão Dilma Rousseff, quando não foram previstos recursos no orçamento. O ministério disse que o programa vai retornar, sem informar o valor previsto de investimento e o número de escolas atendidas.
Procurado, o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante (PT) falou em “desmontes e retrocessos” da gestão atual. E destacou “a evolução contínua do número de estudantes em tempo integral” durante a administração petista.
DUAS PERGUNTAS PARA
Priscila Cruz, presidente do Todos Pela Educação
1. A que podemos atribuir a queda de matrículas em tempo integral no ensino fundamental?
São três pontos que atuam em conjunto. O primeiro foi a descontinuidade do programa Mais Educação, que dava apoio para Estados e municípios. O segundo é a própria crise, porque os gestores cortam o que acham ser excedente – e a educação integral ainda, infelizmente, é vista dessa forma. E a terceira é que o orçamento da educação não cresceu em termos reais e houve prioridade de investimentos para o ensino médio, que está em ênfase.
2. Qual a importância do tempo integral?
É superimportante, porque hoje o aluno fica pouquíssimo na escola e menos ainda em sala de aula. Mas eu acredito mais em um modelo que amplie a carga horária para todos os alunos, não apenas para alguns. Ou, se for para crescer cirurgicamente, que sejam priorizadas as escolas em locais de alta vulnerabilidade, com alto índice de violência ou de pobreza. 19
Agora RN
Marcadores:
alunos,
Educação,
ensino fundamental,
ensino integral,
ensino médio,
Escolas,
professores
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
SINTE/RN derruba portaria que determinava hora/relógio; 20 horas/aula estão mantidas
O SINTE/RN conseguiu derrubar na Justiça a portaria da Secretaria Estadual de Educação que instituía a hora-relógio no cálculo do terço de hora/atividade. A juíza da 2° Vara da Fazenda Pública, doutora Francimar Dias, anulou todos os atos praticados antes da inclusão do SINTE/RN no processo. Também ficou determinado que a Ação deverá ser julgada na 5ª Vara da Fazenda Pública.
Com isso, permanece a decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública que protege o direito dos professores a hora/atividade como já vem sendo praticada e cumprida por decisão do Tribunal de Justiça, confirmada pelo STJ e STJ.
“Foi uma decisão impecável por parte da Juíza. A sentença que favorecia a Secretaria de Educação foi anulada e o processo que deve prevalecer é a Ação Coletiva do SINTE/RN que garantiu o direito da hora aula/hora atividade” explica o assessor jurídico, Odilon Garcia.
A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, lembra que essa vitória se soma à várias outras e que só foi possível por causa do engajamento do Sindicato, da categoria e do intenso trabalho da assessoria jurídica: “A Justiça foi feita. É um momento histórico para a luta do Trabalhadores em Educação do Estado”, comemorou Fátima.
O coordenador geral do SINTE/RN, professor Rômulo, se somou à comemoração: “Foi uma ação de extrema importância da nossa assessoria jurídica. Mas queremos externar que a luta está apenas começando. Está muito evidente que existe o interesse por parte do governo de implementar essa ação, mas nós vamos continuar barrando na justiça e na luta”.
A assembleia geral da rede estadual marcada para a próxima segunda-feira (13), às 8h, na ASSEN, em Natal/RN, está mantida.
Sinte RN
Marcadores:
alunos,
aulas,
Educação,
Escolas,
greve,
luta,
paralisação,
professores,
protesto,
SINTE/RN
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
PODE VIR NOVA GREVE DOS PROFESSORES DO ESTADO - SEEC mantém decisão sobre terço de hora e SINTE convoca categoria para greve
A Secretaria Estadual de Educação anunciou no final da tarde de ontem, quinta-feira (02) que vai manter a decisão de aumentar a carga horária dos professores da rede estadual. Na prática, a medida contraria uma decisão judicial favorável aos profissionais da educação e extingue o terço de hora atividade, que é o momento que o profissional da educação tem para planejar suas aulas e/ou realizar atividades extra classe.
Diante disso, a direção do SINTE/RN já informou que vai convocar a categoria para greve. A possibilidade de iniciar um movimento grevista será analisada em assembleia da rede estadual, marcada para o dia 13/02, às 8h, na ASSEN.
A coordenadora geral do SINTE, professora Fátima Cardoso, também convoca a categoria para se engajar na luta pelo terço de hora atividade: “A greve será inevitável”. Clique AQUI e veja o comunicado da sindicalista.
O coordenador geral do SINTE/RN, professor Rômulo Arnaud, referenda a decisão de desobedecer a recomendação da secretaria e anuncia que a assessoria jurídica do Sindicato está tomando providências: “A posição do SINTE é de desobediência a essa recomendação da procuradoria e da SEEC em relação à hora relógio (24 horas aula). O governo está desobedecendo uma determinação judicial e medidas judiciais cabíveis já foram tomadas”.
Sinte RN
Marcadores:
alunos,
ano letivo,
Educação,
Escolas,
Governo do Estado,
greve,
paralisação,
professores,
protestos
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Sindicatos protestam contra atrasos de salários em frente à Assembleia Legislativa
Funcionários públicos se manifestam nesta manhã, pedindo ao governador do estado regularização no pagamento de salários
Por Manoel Adalberto
Um grupo de sindicatos que representam servidores públicos protestaram na manhã desta quinta-feira (02), em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, pedindo regularização do pagamento de salários por parte do Governo do Estado.
Nesta quinta-feira, os deputados estaduais retomaram os trabalhos após o recesso parlamentar. Na primeira sessão, o deputado Ezequiel Ferreira foi reconduzido à presidência da Casa Legislativa, e o governador Robinson Faria fez a leitura da mensagem anual, para inaugurar os trabalhos.
No lado de fora, os servidores gritavam palavras de ordem e protestavam contra o atraso de salários no governo, que já dura um ano.
Agora RN
Marcadores:
Assembléia Legislativa,
greve,
professores,
protestos,
Robinson Faria,
salários atrasados,
servidores estaduais,
sindicatos
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
MEC anuncia reajuste do piso salarial dos professores acima da inflação - Piso dos professores tem reajuste de 7,64% e vai para R$ 2.298
O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%
Valor representa um aumento real, acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%; novo valor começa a valer a partir deste mês
O piso salarial dos professores terá aumento de 7,64% em 2017. O índice, anunciado pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira (12) representa incremento de 1,35% acima da inflação acumulada de 2016, que foi de 6,29%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado na quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou também a nova composição do fórum permanente para acompanhamento da atualização progressiva do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. A Portaria nº 1/2017, da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do MEC, com a nova composição do fórum, foi publicada também nesta quinta-feira.
De acordo com o ministro, o reajuste anunciado segue os termos do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. “Para este ano, o piso nacional do magistério é de R$ 2.298,80”, disse Mendonça Filho.
Agora RN / Robson Pires
Marcadores:
Educação,
ministério da educação,
Piso nacional dos professores,
piso salarial dos professores,
professores,
reajuste salarial
MEC deve anunciar nesta quinta-feira reajuste de 7,5% no piso salarial dos professores
O ajuste deste ano deverá ficar 1,2 ponto percentual acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%
Uma reunião com com representantes dos estados, municípios e trabalhadores para discutir o assunto está marcada para hoje
Por Redação
O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nesta quinta-feira (12) o índice de reajuste do piso salarial dos professores de 2017 que, de acordo com cálculos de entidades educacionais, deverá ser de aproximadamente 7,5%. Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para um valor entre R$ 2.285 a R$ 2.298. Uma reunião com com representantes dos estados, municípios e trabalhadores para discutir o assunto está marcada para hoje. O encontro chegou a ser cancelado, mas foi confirmado na noite de ontem (11).
O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo aa regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Pela lei, o anúncio do reajuste deve ser feito sempre em janeiro. O ajuste deste ano deverá ficar 1,2 ponto percentual acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%.
A reunião é a primeira do ano do Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, criado em 2015 com o objetivo de discurtir formas mais sustentáveis de pagar os professores. O Fórum é composto por representantes do MEC e por entidades como o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Agora RN
Marcadores:
Educação,
MEC,
Piso nacional dos professores,
piso salarial dos professores,
professores,
reajuste salarial
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
“Em dez anos pretendo ter mais de 50% das escolas em tempo integral”, diz secretária
Cláudia Santa Rosa, secretária estadual de Educação
De acordo com Cláudia Santa Rosa, novo ensino médio em tempo integral será motivador e fará com que o aluno esteja mais envolvido com a escola
Por Rafael Araújo
O Rio Grande do Norte começa o ano com novidades na Rede Estadual de Educação. Ao todo, 17 instituições de ensino, entre escolas e centros educacionais passarão a funcionar de forma integral. Em entrevista concedida ao Portal Agora RN, a secretária estadual de Educação, Cláudia Santa Rosa falou sobre expectativas, projetos e planos para a educação do Estado em um planejamento que se estenderá por dez anos.
“Queremos fazer com que o Rio Grande do Norte se torne exemplo com esse novo modelo de ensino. Esperamos ser também um estado pioneiro no Nordeste. Desejamos fazer a diferença”, declarou a secretária.
Cláudia adiantou que pretende fazer com que o novo projeto de ensino integral atraia os jovens estudantes, apostando em metodologias diversificadas, aliadas a um projeto pedagógico motivador. “Os nossos alunos serão beneficiados com esse projeto. As escolas receberão grandes investimentos e, com isso, o aluno poderá usufruir melhor de toda estrutura proporcionada pela educação em tempo integral”, disse.
A secretária estadual de Educação ainda completou dizendo que “os alunos estarão cada vez mais próximos dos professores e receberão monitoria sempre que necessário para auxiliar no conhecimento”.
As unidades estudantis de ensino fundamental também serão beneficiadas com as escola em tempo integral. De acordo com a secretária, ainda este ano, serão aplicadas o ensino integral em novas sete escolas de nível fundamental.
Agora RN
Marcadores:
alunos,
Educação,
ensino fundamental,
ensino médio,
Escolas,
Governo do Estado,
professores,
Rio Grande do Norte,
Secretaria de Educação e Cultura
Robinson sanciona lei que trata da gestão democrática das escolas estaduais
Alunos assistem aula em escola da rede estadual do RN
Intuito é promover o debate na comunidade escolar, visando fortalecer a Gestão Democrática, através da eleição para Diretores e Vice-Diretores das unidades
Por Redação
O Governador do Estado, Robinson Faria, sancionou a lei que dispõe sobre a gestão democrática e participativa da Rede Pública Estadual de Ensino. A lei complementar nº 585 foi sancionada em 30 de dezembro de 2016 e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), na edição do dia 31 de dezembro 2016.
Proposta pelo Executivo Estadual, a lei é resultado de estudos da Comissão Estadual Central de Gestão Democrática que elaborou o texto base e das discussões realizadas nos 16 fóruns regionais e no fórum estadual.
O intuito é promover o debate na comunidade escolar, visando fortalecer a Gestão Democrática, através da eleição para Diretores e Vice-Diretores das unidades escolares da Rede Pública Estadual de Ensino. A lei fortalece a democratização e a autonomia dos processos da gestão do sistema estadual, adequando sua legislação para que as escolas possam, de fato, vivenciar uma democracia participativa em todos os aspectos.
Uma das principais alterações é a ampliação do mandato dos diretores e vice-diretores das escolas. A partir das próximas eleições, os gestores terão mandato de três anos à frente da administração da escola, ao invés de dois.
Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de o candidato ter pelo menos dois anos de atuação na escola. Com a nova lei, o gestor precisa atuar no mínimo por um ano na unidade para concorrer a uma das vagas de gestor.
“As mudanças incluídas na lei resultam de um processo democrático construído num fórum com várias entidades educacionais. Trouxemos aperfeiçoamentos no processo que acolhe a participação de estudantes, pais, professores, servidores e comunidade escolar na construção de uma escola mais justa e que atenda as necessidades da população”, explica a secretária de estado da Educação, Cláudia Santa Rosa.
A Lei 585 revoga a Lei Complementar Estadual nº 290, de 16 de fevereiro de 2005, e o Decreto nº 18.463, de 24 de agosto de 2005.
Agora RN
Marcadores:
alunos,
Democracia,
diretores,
Educação,
Escolas,
gestão democrática,
gestão pública,
professores,
Robinson Faria
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Pagamento do 13º salário é confirmado para esta sexta pela Prefeitura do Natal
Primeira parcela, que correspondia a 20% dos valores, já havia sido paga de maneira adiantada ainda no mês de junho; confirmação é para os 80% restantes
Por: Redação
O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), comunicou através da sua conta na rede social Twitter que a segunda parcela do décimo terceiro salário será paga nesta sexta-feira (16) a todos os servidores municipais.
A primeira parcela, que correspondia a 20% dos valores, foi paga de maneira adiantada ainda no mês de junho. Agora, os 80% restantes serão pagos ao funcionalismo.
Em contrapartida, a Prefeitura ainda não tem data certa para efetuar os pagamentos dos salários de novembro. Vale lembrar que os vencimentos de outubro só foram integralmente quitados nesta segunda-feira (12).
Agora RN
Marcadores:
13º salário,
Carlos Eduardo Alves,
funcionalismo público,
município,
Natal,
prefeitura do Natal,
professores,
servidores
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Em assembleia dos educadores/as de Natal, SINTE convoca assembleia unificada
Os/as educadores de Natal reuniram-se em assembleia nessa segunda-feira (12). Da reunião, foi deliberada a realização de uma assembleia unificada da rede municipal de Natal e rede estadual.
A nova assembleia foi marcada para o dia 21 de dezembro às 14h30, na ASSEN. Em pauta a campanha salarial com vistas ao início do ano letivo de 2017 nas duas redes de ensino.
Sinte RN
Marcadores:
Assembléia,
Educação,
funcionalismo público,
greve,
Natal,
professores,
protestos,
Rio Grande do Norte,
servidores,
SINTE/RN
domingo, 13 de novembro de 2016
48% dos servidores estaduais poderão se aposentar em até 10 anos, diz estudo
'Pelas regras atuais, os sistemas previdenciários estaduais não vão suportar a conta e a crise, hoje concentrada em alguns Estados, vai se espalhar', disse economista
Por: Alexa Salomão - Estado de S. Paulo
Ao longo dos próximos 10 anos, 48% dos servidores estaduais hoje na ativa – praticamente a metade da força de trabalho – terão direito a pedir a aposentadoria. Serão 1,8 milhão de funcionários públicos com direito a reivindicar um pecúlio para o resto da vida. “Pelas regras atuais, os sistemas previdenciários estaduais não vão suportar a conta e a crise, hoje concentrada em alguns Estados, vai se espalhar”, diz o economista Nelson Marconi, professor da Fundação Getulio Vargas e autor do levantamento.
Parte do fenômeno tem razões históricas. Como lembra o economista Paulo Tafner, especialista em Previdência, a concentração de aposentadorias nos próximos anos deriva de um boom de contratações que ocorreu em praticamente em todas as esferas do setor público no final dos anos 80 e início dos anos 90, durante a redemocratização. A Constituição de 1988 reforçou o processo, ao ampliar as obrigações de Estados e municípios nas áreas de educação, saúde e segurança, que dependem de muita mão de obra.
Pesa também o fato de duas categorias, professores e policiais, cujas contrações estão concentradas nos Estados, terem direito a aposentadorias especiais. Professores podem se aposentar com 50 anos. Em vários Estados, policiais têm entrado com pedido de aposentadoria aos 46, 47 anos de idade. Essa peculiaridade, inclusive, precisou ser considerada na pesquisa. Marconi adotou uma média ponderada para incluir as aposentadorias precoces no levantamento (ver página B3).
O problema ocorreria de qualquer maneira, mas tem pelo menos dois agravantes: chega no momento em que o brasileiro começa a ficar mais velho e a viver mais, o que eleva e prolonga os gastos da Previdência, e quando o País mergulha na mais profunda crise econômica da história – o que reduz a arrecadação que deveria suportar aumentos nos próximos anos.
“A recessão, a crise de crédito e de setores-chave para a arrecadação agravaram e anteciparam a crise estrutural da Previdência: servidores trabalham menos tempo para ficar mais tempo aposentados e não é a toa que há uma razoável correlação entre o tamanho da Previdência própria dos Estados e a crise financeira de muitos deles”, diz economista Jose Roberto Afonso, pesquisador do Instituto de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
De fato, nos dois Estados em situação financeira mais frágil – falta dinheiro até para a folha de pessoal – há fortes desequilíbrios na Previdência. No Rio, a previsão é que as contas estaduais encerrem o ano com um rombo de R$ 17,5 bilhões – R$ 12 bilhões vêm do sistema previdenciário. No Rio Grande do Sul, 56% da folha de pagamento do funcionalismo vai para aposentados e pensionistas.
Agora RN
Marcadores:
aposentadoria,
professores,
Rio Grande do Norte,
RN,
servidores estaduais,
sistema previdenciário
sábado, 5 de novembro de 2016
Prefeitura de Natal anuncia pagamento para quem recebe até R$ 2 mil; Demais sem data para receber
Esse grupo que já conta com seus rendimentos equivale a 17% do universo total de servidores
A Prefeitura do Natal deu início ao pagamento do funcionalismo municipal. Pelo fato de seus órgãos estarem enquadrados em condições específicas, como a disposição de receitas próprias, os servidores do Magistério, da Urbana, da Arsban (Agência Reguladora de Saneamento Básico de Natal) e os funcionários ativos da Natalprev foram os primeiros a receber seus salários. Esse grupo que já conta com seus rendimentos equivale a 17% do universo total de servidores.
A partir do próximo dia 11, receberão salários os servidores que possuem vencimentos de até R$ 2 mil. Para o restante do funcionalismo, ainda não há previsão de pagamento, que ficará na dependência da entrada de receitas e da disponibilidade financeira do Município.
A Prefeitura do Natal lamenta o momento financeiro difícil, provocado pela queda acentuada de receitas ao longo do ano, em função da crise econômica que atinge o país. Somente de janeiro a setembro deste ano, a frustração de receitas no Município atingiu R$ 124 milhões, o que vem impedindo o pagamento integral dos servidores públicos de Natal. A Prefeitura reitera sua dedicação e esforço constantes para garantir o pagamento da folha no prazo mais curto possível.
Portal no Ar
Marcadores:
Carlos Eduardo Alves,
funcionalismo público,
outubro,
pagamento,
prefeitura do Natal,
professores,
servidores
domingo, 16 de outubro de 2016
Estudo prevê perda de R$ 24 bi anuais para educação com PEC 241
Dados são da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados
Por Agência Brasil
Cerca de R$ 24 bilhões poderão deixar de ser investidos por ano em educação, a partir da vigência da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de acordo com a Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados. A estimativa, a qual a Agência Brasil teve acesso, está em fase final de elaboração na Casa.
O número – R$ 24 bilhões – considera os orçamentos destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE) e ao Ministério da Educação (MEC). Atualmente, a União deve investir pelo menos 18% dos impostos em educação. Com a PEC, essa obrigatoriedade cai e o mínimo que deve ser investido passa a ser, a partir de 2018, o valor do ano anterior corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Procurado para responder a respeito do tema, o ministro da Educação, Mendonça Filho, diz, por meio de nota, que o estudo da Câmara parte de pressupostos equivocados, porque leva em consideração a manutenção do quadro econômico atual, “que é muito ruim, mas poderá ficar ainda pior se não houver equilíbrio das contas públicas”.
Os R$ 24 bilhões correspondem à diferença do mínimo constitucional para 2017, de 18% dos impostos arrecadados pela União, fixados pelo Projeto de Lei Orçamentária, e as aplicações totais previstas, observadas as regras impostas pela PEC 241/2016. Em 2017, a previsão é que o governo invista além do limite constitucional.
De acordo com os cálculos da consultoria, cerca de R$ 24 bilhões representam o investimento que fica descoberto com as regras da PEC. Esse investimento a mais não é obrigatório para a União e seguirá sendo opcional com a aprovação da PEC, ou seja, pode aplicar nas áreas que desejar.
Com a PEC 241/2016, o investimento total “vai depender de governo a governo, que poderá investir mais do que o mínimo”, explica o consultor Cláudio Riyudi Tanno, responsável pela elaboração de estudo técnico que analisa os impactos do novo regime fiscal constante na PEC nas políticas educacionais.
Embora educação e saúde tenham sido liberadas de um teto específico, há um teto global de gastos do governo e é esse teto que preocupa as entidades do setor. Tanno avalia que esse teto fará com que as despesas obrigatórias acabem tomando grande espaço e, com isso, os novos investimentos fiquem de lado.
“Tem a possibilidade de aumentar [o investimento em educação], mas no cenário de compressão de despesas é difícil imaginar o crescimento em educação, que terá que ser em detrimento de outras áreas”, afirmou.
Segundo Tanno, os R$ 24 bilhões descobertos calculados a partir do Projeto de Lei Orçamentária Anual são uma referência para os próximos 20 anos porque 2017 é a base para a correção das despesas em educação.
Equilíbrio fiscal
Principal estratégia do governo de Michel Temer para segurar o avanço da crise econômica no Brasil, a PEC 241/2016 fixa um teto para as despesas primárias do governo para os próximos 20 anos.
A proposta limita os gastos de todos os Poderes ao Orçamento do ano anterior, corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pelo período de 20 anos, podendo ser alterado no 10º ano de vigência da regra. Apenas no primeiro ano (2017) desse ajuste, o limite será corrigido por 7,2%. Se órgãos e poderes não cumprirem a regra ficarão proibidos de conceder aumentos salariais, reajuste de benefícios e de realizarem concurso.
O diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, Ricardo Volpe, que ajudou a elaborar a proposta, assegura que o ajuste fiscal é inevitável. “A gente criou a ilusão, pós-Constituição de 1988, que o Estado tem condições de dar tudo para a sociedade. Agora, a gente vai ter que priorizar. Se educação e saúde são prioridades, vamos tirar de outro lugar. Todas as áreas têm um teto e saúde e educação têm um piso, um mínimo. Quer gastar mais com isto? Basta gastar menos em outros”, disse em entrevista à Agência Brasil.
Para áreas prioritárias, as regras são diferentes e valem como piso, mínimo de gastos. No caso da saúde, o mínimo a ser gasto em 2017 será equivalente a 15% da receita corrente líquida do exercício corrente e, na educação, 18% dos impostos. A partir de 2018 esses pisos serão calculados com base também no IPCA.
Segundo Volpe, mantida a atual trajetória, o país chegará ao ponto de desconfiança do ponto de vista do mercado, que pode deixar de comprar títulos públicos, usado para rolagem da dívida, ou vai querer comprar com valor muito baixo. “O que significa que terá de aumentar a taxa de juros. Não conseguindo financiar suas despesas, a União deixará de pagar mesmo e terá de emitir moedas para pagar seus compromissos, a inflação vai subir e os salários serão congelados”, projetou.
A saída, de acordo com o técnico legislativo, será a busca por maior eficiência dos gastos. “O Estado brasileiro gasta muito e gasta mal. O Estado terá de buscar eficiência”. Especificamente sobre os gastos em educação, o técnico legislativo diz que o Estado gastou “uma montanha de dinheiro a mais. Gastou 4% a mais que o PIB [Produto Interno Bruto] nos últimos anos e o Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] não sai do lugar. Nem sempre dar dinheiro a mais resolve o problema. Você tem de buscar qualidade, profissionalismo”.
Segundo o ministro Mendonça Filho, o teto proposto pela PEC 241 é global e reforça o compromisso do governo com o equilíbrio das contas públicas, além de garantir a governabilidade econômica. “O que retira dinheiro da educação é o Brasil em recessão, quebrado, sem espaço para crescimento e aumento de receita”. A nota acrescenta que o equilíbrio fiscal possibilita a retomada do crescimento, a geração de empregos e aumenta a arrecadação, inclusive o investimento em educação.
O ministro defende que, sem a PEC, “o governo quebra e inviabiliza todas as áreas, inclusive a educação”. De acordo com o Ministério da Educação, em 2016, a pasta conta com R$ 129,96 bilhões previstos para custear despesas e programas. No PLOA 2017, esse valor chega a R$ 138,97 bilhões, um crescimento de 7%, “o que mostra a prioridade com a área”.
Portal no Ar
Marcadores:
Câmara dos deputados,
Câmara Federal,
Educação,
governo Temer,
PEC 241,
professores
Assinar:
Postagens (Atom)






















