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quarta-feira, 29 de março de 2017

Governo do Rio Grande do Norte inicia pagamento de março nesta sexta-feira

Governador Robinson Faria (PSD)

Por solicitação de sindicatos e associações de servidores, o governo vem pagando a folha sem distinção entre ativos, aposentados e pensionistas

O Governo do Rio Grande do Norte começa a pagar a folha de março nesta sexta-feira 31, quando deposita os vencimentos dos 24.038 servidores ativos da Educação e da Administração Indireta que possui recursos próprios, uma soma equivalente a R$ 75,5 milhões.
O governo segue acompanhando as receitas para anunciar o pagamento dos salários dos demais servidores o mais breve possível, a partir da disponibilidade de recursos.
Por solicitação de sindicatos e associações de servidores, o governo vem pagando a folha sem distinção entre ativos, aposentados e pensionistas.
Agora RN

terça-feira, 28 de março de 2017

Salários atrasados - Governo do Rio Grande do Norte encerra folha de fevereiro nesta quinta-feira

Governador Robinson Faria (PSD)
Folha foi iniciada desde 24 de fevereiro e, no dia 11 de março, mais de 82% dos servidores já haviam recebido integralmente os salários

O Governo do Rio Grande do Norte conclui a folha de fevereiro nesta quinta-feira-feira 30, quando deposita o complemento salarial dos 19.563 servidores ativos, inativos e pensionistas que recebem acima de R$ 4 mil.
O governo explicou que o grupo desta faixa salarial já havia recebido, desde o dia 17, uma parcela de R$ 4 mil.
A soma dos valores pagos nesta quinta-feira chega a R$ 61,4 milhões. O governo ressalta ainda que a folha foi iniciada desde 24 de fevereiro e, no dia 11 de março, mais de 82% dos servidores já haviam recebido integralmente os salários.
Agora RN

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sindicatos protestam contra atrasos de salários em frente à Assembleia Legislativa

Funcionários públicos se manifestam nesta manhã, pedindo ao governador do estado regularização no pagamento de salários

Um grupo de sindicatos que representam servidores públicos protestaram na manhã desta quinta-feira (02), em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, pedindo regularização do pagamento de salários por parte do Governo do Estado.
Nesta quinta-feira, os deputados estaduais retomaram os trabalhos após o recesso parlamentar. Na primeira sessão, o deputado Ezequiel Ferreira foi reconduzido à presidência da Casa Legislativa, e o governador Robinson Faria fez a leitura da mensagem anual, para inaugurar os trabalhos.
No lado de fora, os servidores gritavam palavras de ordem e protestavam contra o atraso de salários no governo, que já dura um ano.
Agora RN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Governo paga parte de salários dos servidores neste sábado


Complemento dos salários deste grupo, independente do valor, será depositado em breve, a partir da disponibilidade de recursos

Será pago uma parcela de R$ 4 mil aos servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado que recebem acima de R$ 4 mil

O Governo do RN paga neste sábado (21) uma parcela de R$ 4 mil aos servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado que recebem acima de R$ 4 mil, totalizando uma soma de R$ 78,8 milhões.
O complemento dos salários deste grupo, independente do valor, será depositado em breve, a partir da disponibilidade de recursos, encerrando a folha de dezembro.
É importante destacar que o Governo já pagou integralmente os salários de 82% do funcionalismo, incluindo os servidores ativos da Educação, administração indireta que possuem recursos próprios, além de ativos, inativos e pensionistas que recebem até R$ 4 mil.
Agora RN

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Governador anuncia pagamento de dezembro e do 13º salário

Robinson Faria fez o anúncio através das redes sociais nesta quarta-feira (4)


Por Redação
O governador Robinson Faria anunciou nesta quarta-feira (4), através das redes sociais, o calendário de pagamento do mês de dezembro e do restante do 13º salário dos servidores públicos.
Na próxima terça-feira (10), os funcionários públicos estaduais que recebem mais de R$ 4 mil vão receber o 13º salário.
No dia seguinte, quarta (11), acontece o pagamento para servidores, aposentados e pensionistas que recebem até R$ 3 mil.
Para os demais funcionários, o governador informou que aguarda confirmação de receitas para efetuar o pagamento.
“Continuamos com todo foco e economia, aguardando a confirmação de receitas para anunciar o pagamento das demais faixas salariais em breve”, escreveu.
Portal no Ar

domingo, 13 de novembro de 2016

48% dos servidores estaduais poderão se aposentar em até 10 anos, diz estudo


'Pelas regras atuais, os sistemas previdenciários estaduais não vão suportar a conta e a crise, hoje concentrada em alguns Estados, vai se espalhar', disse economista


Ao longo dos próximos 10 anos, 48% dos servidores estaduais hoje na ativa – praticamente a metade da força de trabalho – terão direito a pedir a aposentadoria. Serão 1,8 milhão de funcionários públicos com direito a reivindicar um pecúlio para o resto da vida. “Pelas regras atuais, os sistemas previdenciários estaduais não vão suportar a conta e a crise, hoje concentrada em alguns Estados, vai se espalhar”, diz o economista Nelson Marconi, professor da Fundação Getulio Vargas e autor do levantamento.
Parte do fenômeno tem razões históricas. Como lembra o economista Paulo Tafner, especialista em Previdência, a concentração de aposentadorias nos próximos anos deriva de um boom de contratações que ocorreu em praticamente em todas as esferas do setor público no final dos anos 80 e início dos anos 90, durante a redemocratização. A Constituição de 1988 reforçou o processo, ao ampliar as obrigações de Estados e municípios nas áreas de educação, saúde e segurança, que dependem de muita mão de obra.
Pesa também o fato de duas categorias, professores e policiais, cujas contrações estão concentradas nos Estados, terem direito a aposentadorias especiais. Professores podem se aposentar com 50 anos. Em vários Estados, policiais têm entrado com pedido de aposentadoria aos 46, 47 anos de idade. Essa peculiaridade, inclusive, precisou ser considerada na pesquisa. Marconi adotou uma média ponderada para incluir as aposentadorias precoces no levantamento (ver página B3).
O problema ocorreria de qualquer maneira, mas tem pelo menos dois agravantes: chega no momento em que o brasileiro começa a ficar mais velho e a viver mais, o que eleva e prolonga os gastos da Previdência, e quando o País mergulha na mais profunda crise econômica da história – o que reduz a arrecadação que deveria suportar aumentos nos próximos anos.
“A recessão, a crise de crédito e de setores-chave para a arrecadação agravaram e anteciparam a crise estrutural da Previdência: servidores trabalham menos tempo para ficar mais tempo aposentados e não é a toa que há uma razoável correlação entre o tamanho da Previdência própria dos Estados e a crise financeira de muitos deles”, diz economista Jose Roberto Afonso, pesquisador do Instituto de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
De fato, nos dois Estados em situação financeira mais frágil – falta dinheiro até para a folha de pessoal – há fortes desequilíbrios na Previdência. No Rio, a previsão é que as contas estaduais encerrem o ano com um rombo de R$ 17,5 bilhões – R$ 12 bilhões vêm do sistema previdenciário. No Rio Grande do Sul, 56% da folha de pagamento do funcionalismo vai para aposentados e pensionistas.
Agora RN

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Em crise, Rio Grande do Norte terá dificuldades para pagar 13º de servidores, diz jornal

Frustração de receitas no Rio Grande do Norte chega a R$ 800 milhões, mas repatriação deve render 'apenas' trezentos; informações são do secretário de tributação André Horta

Pressionados pela grave crise fiscal, governadores cobram do Palácio do Planalto uma ajuda emergencial da União para terminar o ano e conseguir pagar o 13º salário dos servidores públicos. Pelo menos três estados — Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte — estão com sérias dificuldades para honrar essas despesas. Outras unidades da federação também enfrentam problemas e já tiveram de atrasar ou parcelar salários nos últimos meses.
É o caso, por exemplo, de Minas Gerais e do Distrito Federal. Um dos principais argumentos apresentados pelos governadores é que o não pagamento do benefício causaria uma onda de pessimismo no país, pois a gratificação contribui para movimentar a economia no fim do ano. Eles alegam que isso teria impacto negativo para os setores de comércio e serviços.
Integrantes da equipe econômica reconhecem o drama dos estados, mas afirmam que não há como colocar mais dinheiro nas mãos dos governadores, pois o problema é estrutural. Eles afirmam que o caminho a seguir é implementar programas de ajuste fiscal que reequilibrem as contas regionais. Os estados, por sua vez, rebatem que esse tipo de ação não resolverá as dificuldades até o fim de 2016.
As 22 medidas fiscais anunciadas pelo Rio de Janeiro na sexta-feira, como aumento da contribuição previdenciária de servidores, cortes de secretarias, cargos comissionados e programas sociais, por exemplo, começarão a ter efeito a partir de 2017. Segundo o secretário de Fazenda do estado, Gustavo Barbosa, o resultado desejado só virá a partir de 2022.
Técnicos da área econômica ouvidos pelo GLOBO elogiaram o pacote do governo fluminense e disseram que, pela primeira vez, o estado “está pagando o ônus político do ajuste”. Eles lembram que a União também está com problemas para fechar suas contas e que transferir recursos ou dar aval do Tesouro Nacional a mais empréstimos para governadores sem condições financeiras é “prejudicar o global em detrimento de alguns”.
SOLUÇÃO POLÍTICA NÃO ESTÁ DESCARTADA
Mesmo assim, interlocutores do governo federal afirmam que o Planalto está sensível às demandas e que “uma solução política não está descartada”. O formato dessa saída não está definido. As propostas dos governadores são as mais variadas. Um grupo defende até mesmo um socorro do BNDES para quem precisar de ajuda para quitar o 13º salário.
Uma dificuldade, porém, é que o banco de fomento não pode emprestar recursos para financiar despesas de custeio. A ideia é que os empréstimos do BNDES fossem usados para pagar despesas de capital (como a dívida externa tomada para investimentos) e, assim, desonerar os tesouros estaduais para pagar os servidores. Seria uma nova edição do Programa Especial de Financiamento (PEF), mecanismo usado em 2009 e 2011 para socorrer estados.
Procurado, o BNDES disse desconhecer qualquer solicitação nesse sentido, mas afirmou que, como órgão de governo, está aberto a estudar alguma solução, “desde que inserida na política econômica global do governo”.
CENÁRIO POTIGUAR
No Rio Grande do Norte, há atrasos nos salários, e o secretário de Fazenda do estado, André Horta, afirmou que o 13º depende de quanto será repassado aos governos regionais pelo programa de repatriação de recursos e de receitas adicionais que estão sendo buscadas. Ele explicou que a frustração de receitas no Rio Grande do Norte chega a R$ 800 milhões, sendo que a repatriação deve render R$ 300 milhões. Ou seja, ainda ficam faltando R$ 500 milhões para fechar as contas.
A repatriação, que rendeu R$ 50,9 bilhões à União, será partilhada com estados e municípios. A equipe econômica alega que apenas o que foi obtido com Imposto de Renda (IR) deve ser dividido, o que equivale a R$ 12,7 bilhões. No entanto, 12 estados procuraram o STF para pedir que o valor arrecadado com a multa também seja dividido com os governadores.
Agora RN

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Robinson cobra repasses federais: “Só nos resta decretar calamidade pública”

Governador cobra incentivos do Governo Federal, que de acordo com ele, “tem esquecido o Rio Grande do Norte e todo o Nordeste”


Por Ayrton Freire
“Só nos resta decretar calamidade pública”. A afirmação é do governador Robinson Faria sobre a situação financeira do Estado, que tem os salários dos servidores atrasados. O gestor cobra repasses do Governo Federal, que de acordo com ele, “tem esquecido o Rio Grande do Norte e todo o Nordeste”.
As declarações de Robinson foram feitas nesta segunda-feira (24) durante entrevista a uma rádio de Natal. Para o governador, o Governo Federal prejudica a um dos estados que menos deve à União.
“O Governo Federal encontrou medidas rápidas para salvar a economia do Rio de Janeiro e São Paulo. Dois dos estados mais devedores. O Rio Grande do Norte e o Tocantins têm as menores dívidas do Brasil e não recebem auxílio. O Governo Federal ajudou a quem devia e prejudicou a quem não devia. O Brasil não será salvo da crise se não salvar os estados, mas para o Governo Federal, o Brasil se restringe a quatro ou cinco”, declarou Robinson.
Preocupação com o servidor
“Você acha que eu quero ficar mal com o servidor? Se eu quisesse, numa canetada só eu demitiria quantos servidores eu quisesse, tenho amparo pra isso. Mas eu acordo e durmo pensando nos servidores. Não fui eleito para tirar emprego de pai de família concursado”, citou o governador.
Citando que a “frustração de receita não foi causada pelo Governo Robinson Faria”, o governador disse que o Estado tem mais de 100 mil servidores e destes apenas 1.200 são comissionados.
Portal no Ar

sábado, 22 de outubro de 2016

PREVIDÊNCIA: Contribuição de servidores estaduais pode subir de 11% para 14%

Alguns governos estaduais já cobram esse nível mais elevado, mas a maioria tem dificuldade em aprovar, nas assembleias legislativas, esse aumento

A proposta de reforma da Previdência ainda nem chegou ao Congresso, mas o governo Michel Temer já pensa no passo seguinte: encontrar uma nova fonte de financiamento para o sistema de aposentadorias e pensões. O diagnóstico é que, mesmo se a reforma for aprovada, o sistema ocupará um espaço cada vez maior no Orçamento federal e seguirá impedindo a expansão das demais despesas, como investimentos e programas sociais.
“Temos de ter coragem de colocar esse tema em debate”, disse um interlocutor do presidente. “Acho que temos de começar.” As opções seriam, por exemplo, aumentar as contribuições previdenciárias ou algum novo tributo, duas medidas altamente impopulares.
Uma fonte de financiamento que não existe, mas que poderá ser criada até mesmo pela própria Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência a ser encaminhada nos próximos dias ao Congresso, é a elevação das contribuições previdenciárias dos servidores estaduais de 11% para 14%, conforme antecipou o Estado em setembro. Alguns governos estaduais já cobram esse nível mais elevado, mas a maioria tem dificuldade em aprovar, nas assembleias legislativas, esse aumento.
É por isso que os governadores querem que Temer inclua, na PEC da Previdência, algumas medidas que os ajudariam a estancar o crescimento dos gastos com a folha de servidores ativos e inativos. Dados do Tesouro Nacional mostram que o rombo da Previdência dos Estados ultrapassa R$ 77 bilhões, R$ 18 bilhões superior ao que eles informavam. Oito Estados não cumprem os limites para gastos com pessoal.
O presidente quer conversar com governadores, e também com sindicalistas e confederações empresariais, antes de encaminhar a matéria ao Congresso. Esses contatos ocorrerão após a votação na Câmara, em segundo turno, do projeto que limita o crescimento dos gastos públicos – a PEC do Teto – programada para terça-feira. A PEC da Previdência está redigida, mas o texto poderá ser modificado para dar “carona” às propostas dos governadores.
Os governadores seriam beneficiados, por exemplo, se Temer desistisse da ideia de dar aos professores um plano mais longo de transição para o novo regime. Mas o Planalto não está inclinado a isso.
Mudanças. Pela regra geral, a emenda fixa a idade mínima de 65 anos para as pessoas se aposentarem. Mas, para não prejudicar muito quem está próximo da aposentadoria, foi fixada uma idade de corte, de 50 anos para homens e 45 anos para mulheres, a partir do qual as pessoas pagarão apenas um “pedágio” para obter o benefício. Esse “pedágio” corresponde a um adicional de 50% sobre o tempo que falta para a aposentadoria. Para dar uma regra mais benéfica aos professores, a proposta prevê que eles terão o mesmo tratamento das mulheres. Ou seja, o corte será de 45 anos.
Por causa do aumento da expectativa de vida, o governo havia cogitado estabelecer, na reforma, um mecanismo pelo qual a idade mínima de 65 anos poderia ser aumentada de forma automática. Mas a ideia foi descartada. “Era muita frente de guerra de uma vez só”, avaliou um integrante do núcleo político. Isso não quer dizer que esse debate não tenha de ser travado no futuro, pois muitos países já adotaram idade mínima de 70 anos.
Principais pontos da reforma
Idade mínima
65 anos para homens e mulheres. Haverá regra de transição para homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais.
Pedágio
Na transição, a pessoa pagará um “pedágio” de 50% do tempo que falta para se aposentar. Haverá uma regra de transição especial para professores. Eles deverão ter o mesmo tratamento das mulheres.
Contribuição
O tempo mínimo de contribuição deve subir de 15 anos para 25 anos; para ter o benefício integral serão necessários 50 anos. Não será permitido acúmulo de aposentadoria e pensão por morte
Regras iguais
Funcionários públicos e políticos terão regras de aposentadoria iguais às do sistema geral. Militares terão outra regra que ainda será definida.
Benefícios assistenciais
Loas e Renda Mensal Vitalícia, por exemplo, passarão a ser menores do que o salário mínimo.
Agora RN