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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Mais seis entidades aderem à greve geral marcada para o dia 28 de abril, sexta-feira que vem; veja quem para

Metroviários realizam assembleia para definição da greve, na sede do sindicato, no bairro do Tatuapé em São Paulo (SP) - 14/03/2017 (Willian Moreira/Futura Press/Folhapress)

A paralisação é um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas pelo governo de Michel Temer


Até a tarde desta segunda-feira, mais seis sindicatos confirmaram que vão aderir à mobilização do dia 28 de abril, proposta pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais sindicais contra às reformas trabalhista e previdenciária do governo do presidente Michel Temer.
Na última sexta-feira, sete sindicatos (dos metroviários, rodoviários, bancários, correios, servidores municipais, professores municipais e professores estaduais) haviam decidido fazer parte do protesto e paralisar suas atividades.
As centrais estão organizando um ato que começa às 17h no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, seguida de uma caminhada até a casa do presidente Temer. No dia 1º de maio, quando é celebrado o Dia do Trabalho, a CUT planeja um ato político na avenida Paulista. Veja quem para:
Os professores das escolas privadas do estado de São Paulo confirmaram que vão aderir à greve geral na tarde da última sexta-feira. Os pedagogos estão fazendo um trabalho de mobilização que envolve visitas às escolas e distribuição de boletins, adesivos e camisetas.
Além de São Paulo, professores de outros estados também irão paralisar as atividades, como os docentes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Alagoas.
Os trabalhadores dessa categoria também aderiram às paralisações da próxima sexta-feira. Em comunicado no site do sindicato, a federação pede que os trabalhadores participem do ato no Largo da Batata.
O sindicato confirmou a participação nas paralisações e no ato do Largo da Batata, juntamente à União Geral dos Trabalhadores (UGT).
A federação confirmou que vai paralisar as atividades durante o dia 28 de abril para aderir à greve geral. Os cinco sindicatos filiados à FNP também irão participar da paralisação, como o Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista.
O sindicato irá paralisar suas atividades no dia 28 de abril, para aderir à greve geral.
Tanto o sindicato dos trabalhadores da região de São Paulo e Mogi das Cruzes, quanto os do ABC confirmaram que irão aderir à greve geral da próxima sexta-feira e participar da manifestação no Largo da Batata.
Os metroviários confirmaram a participação na greve. A paralisação será durante o dia inteiro. Os sindicalistas estão fazendo divulgação do ato nas estações de metrô e dentro dos vagões.
Sindicato dos Rodoviários
O Sindicato dos Rodoviários do ABC confirmou paralisação durante todo o dia 28 de abril. A greve irá atingir as empresas de ônibus de todas as cidades do Grande ABC.
Os trabalhadores do sindicato também irão parar durante todo o dia de greve.
O sindicato irá antecipar a greve para o dia 26 de abril, às 22h, e promete manterá a paralisação por tempo indeterminado. As reivindicações da categoria incluem críticas à gestão da empresa, como proibição de férias até maio de 2018, defasagem salarial e congelamento de contratações de funcionários desde 2011.
O sindicato confirmou participação na greve geral do dia 28, mas ainda não determinou se a paralisação durará o dia inteiro.
Sindicato dos Professores Municipais (SINPEEM) e Estaduais (APEOESP):
As duas categorias irão parar durante todo o dia 28 de abril. O protesto será contra as reformas do presidente Michel Temer e a reposição salarial.
veja

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sindicatos protestam contra atrasos de salários em frente à Assembleia Legislativa

Funcionários públicos se manifestam nesta manhã, pedindo ao governador do estado regularização no pagamento de salários

Um grupo de sindicatos que representam servidores públicos protestaram na manhã desta quinta-feira (02), em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, pedindo regularização do pagamento de salários por parte do Governo do Estado.
Nesta quinta-feira, os deputados estaduais retomaram os trabalhos após o recesso parlamentar. Na primeira sessão, o deputado Ezequiel Ferreira foi reconduzido à presidência da Casa Legislativa, e o governador Robinson Faria fez a leitura da mensagem anual, para inaugurar os trabalhos.
No lado de fora, os servidores gritavam palavras de ordem e protestavam contra o atraso de salários no governo, que já dura um ano.
Agora RN

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

PCC ameaça ‘tocar fogo’ em Natal caso Governo transfira líderes para presídios federais

Detentos amaçaram o Governo do Estado do RN

Em entrevista coletiva dada em Brasília, governador Robinson disse que não se intimidou com ameaça e acertou transferência de presos

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), afirmou nesta terça (17) que o motim dos presos de Alcaçuz, o maior presídio do Estado, é uma represália da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) ao massacre ocorrido em Manaus no início do ano.
Faria declarou ainda que o PCC mandou um recado para o governo, de que iria “tocar fogo em Natal”, caso os líderes da facção fossem transferidos para prisões de outros Estados.
Segundo o governador, o Rio Grande do Norte “não se intimidou” e pediu ao Ministério da Justiça um avião, previsto para ser enviado ainda nesta terça (17), para transferir dez líderes do PCC para outros Estados. Desses dez líderes, seis estavam em Alcaçuz e quatro, em outros presídios do RN.
“Fazer fogueira de cabeças… Até para ver você fica chocado. É querer intimidar o Estado. O Estado não pode ser intimidado”, disse Faria.
Ele esteve nesta manhã em Brasília reunido com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Em seguida, Moraes se encontrou com secretários estaduais de administração penitenciária para discutir saídas para a crise no sistema prisional.
Desde que as rebeliões começaram, motivadas por guerras entre facções criminosas rivais, os Estados têm solicitado ao governo federal o envio de um maior número de homens da Força Nacional para ajudar as forças de segurança locais.
‘SÓ OS MUROS’
O governador do Rio Grande do Norte disse que o motim em Alcaçuz foi “impossível prever porque surgiu de repente”. Segundo ele, membros do PCC estavam numa ala isolada dos integrantes da facção Sindicato do Crime do RN, e não havia motivos para que brigassem.
Por isso, de acordo com Faria, o setor de inteligência do Estado identificou que o que houve foi uma reação à morte de membros do PCC em Manaus. A tendência, segundo o governador, é que ações do tipo se espalhem para prisões de outros Estados.
Agora, a polícia do Rio Grande do Norte investiga se o PCC teve ajuda de agentes do Estado para atacar o Sindicato do Crime, muito mais numeroso que a facção de origem paulista. “Eles [PCC] tiveram armamentos [que entraram em Alcaçuz], condição privilegiada para atacar à noite. Deve ter tido colaboração [de agentes penitenciários ou policiais]”, afirmou Faria.
De acordo com ele, em Alcaçuz restaram apenas os muros. Parte do dinheiro liberado pela União para a construção de novos presídios pelos Estados, segundo Faria, será usada para a reconstrução do presídio, que é o maior do Estado.
O motim no local continua nesta terça. Presos permanecem em cima do telhado, exibindo faixas e pedaços de pau. O governador disse que a prioridade é cercar a área para que não fujam. “Não podemos entrar e matar, temos que evitar um novo Carandiru, disse.
Há hoje no Rio Grande do Norte 120 policiais da Força Nacional, segundo o governador. Ele pediu ao Ministério da Justiça um aumento do efetivo.
Agora RN

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Protesto contra a terceirização deixa trânsito lento na Salgado Filho

Sindicalistas participam de protesto na avenida Salgado Filho
O protesto dos trabalhadores contra a Lei da Terceirização começou por volta das 15h30 e foi encerrado cerca de 3 horas depois. A concentração foi na avenida Senador Salgado Filho, próximo ao cruzamento com a avenida Amintas Barros, no bairro de Lagoa Nova. Centenas de pessoas participam do ato para garantir os direitos dos trabalhadores.

Os manifestantes caminharam até o cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira, próximo ao Midway Mall, deixando o trânsito lento na região. Dois agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) fizeram fazendo o controle do tráfego junto com fiscais da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).


O helicóptero Potiguar 1, da Polícia Militar, sobrevoou a área para acompanhar o andamento do protesto. Duas viaturas da PM também fizeram o policiamento da manifestação. Com medo de atos de violência, um supermercado colocou lonas na frente das vidraças e fechou a entrada de pedestres localizada na Salgado Filho.

Por causa da manifestação, os ônibus que circulam pela avenida Salgado Filho desviaram seus itinerários pelas avenidas Romualdo Galvão e Prudente de Morais.


Protesto é com o projeto de lei que regulamenta a terceirização


O Dia Nacional de Paralisação acontece hoje em todo o país. Pela manhã, membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT) fecharam o quilômetro 78 da rodovia BR-101, na altura do município de Extremoz, na Grande Natal. O trecho foi liberado por volta das 8h.

Funcionários do Departamento Estadual de Trânsito e de algumas agências bancárias também cruzaram os braços hoje. 

TN

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Sete sindicatos apresentam pauta de reivindicações ao governador eleito

O governador eleito, Robinson Faria, e a equipe de transição se reuniram nesta terça-feira (02), na Escola de Governo, com o Fórum Estadual dos Servidores do RN, que inclui sete sindicatos de servidores públicos estaduais. São eles: Sindicato dos Servidores da Administração Indireta (Sinai), Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/RN), Sindicato dos Servidores em Saúde (Sindsaúde), Sindicato dos Técnicos de Tributação (Sintern), Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindfern), Sindicato dos Servidores da Administração Direta (Sinsp) e Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública (Sinpol).
As entidades entregaram uma pauta de reivindicações ao governador eleito que inclui 16 pontos, dentre os quais negociação anual, com data base de reajuste salarial, convocação de concursados e realização de novos concursos, atualização e pagamento de precatórios, gestão democrática nos órgãos e execução da dívida ativa do Estado.
Cada representante dos sindicatos aproveitaram para apresentar um breve histórico da situação dos servidores de suas categorias e pleitearam um diálogo aberto com o governador após sua posse. “O nosso governo terá a marca do diálogo. Vamos conversar diretamente com os sindicatos, com boa vontade e sem nenhum protocolo. O Governo do Estado fará parcerias com as entidades sindicais. Temos o direito e o dever de ter essa união. Reafirmo meu compromisso de campanha, vamos valorizar o servidor público”, afirmou Robinson Faria. Ficou acordado que posteriormente haverá nova reunião para o governador apresentar seu posicionamento com relação ás reivindicações.
Robson Pires

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Início dos trabalhos legislativos é marcado por protestos contra Rosalba Ciarlini

 
Faixas e cartazes foram expostos nas galerias da AL (Foto: Luis Carlos / Cedida)
Faixas e cartazes foram expostos nas galerias da AL (Foto: Luis Carlos / Cedida)
 
Servidores e sindicalistas entoaram gritos e apresentaram faixas de contra a governadora
 
O que já era esperado, se concretizou. A sessão solene pela abertura dos trabalhos legislativos realizado na tarde desta segunda-feira (17) foi marcado por protestos contra a governadora Rosalba Ciarlini.
Já nas primeiras horas da tarde, vários sindicalistas e servidores públicos estaduais lotavam as galerias com faixas de protestos. As mensagens eram das mais variadas desde “O pior governo da história do RN” até o “Rio Grande da Morte”.
Sindicalistas tomaram conta da entrada da AL (Foto: Virgínia França)
Sindicalistas tomaram conta da entrada da AL (Foto: Virgínia França)
Mas os protestos não terminaram por aí. Assim que entrou na Assembleia Legislativa, a governadora foi recebida aos gritos de “Fora Rosalba”. Não bastando, o discurso da governadora foi paralisado por duas vezes e continuado aos gritos por causa dos gritos ecoados das galerias.

Do lado, uma multidão tomou conta da frente do Palácio José Augusto, também aos gritos só que contra a gestora.
 
Portal no Ar

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Sindicalistas organizam caminhada e protesto contra Dilma e Rosalba

Os sindicatos de categorias de servidores da rede estadual e federal estão organizando um protesto para amanhã, nas proximidades do Arena das Dunas, durante a visita inaugural que será feita pela presidente Dilma Rousseff ao local. Com o lema “Da Copa eu abro mão, queremos mais dinheiro pra saúde, segurança e educação”, o ato terá início às 14h, no cruzamento das Avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho,em frente ao Shopping Midway. De lá, às 15h, os manifestantes sairão em passeata até as proximidades da Arena das Dunas.

Para o protesto, os sindicatos levarão dois bonecos gigantes: um representando Dilma Rousseff e outro a governadora Rosalba Ciarlini.
O ato está sendo organizado por sindicatos dos servidores da saúde, policiais civis, servidores estaduais, funcionários da UFRN, guardas municipais e bancários, além de estudantes e das centrais CSP-Conlutas e Intersindical. Pela internet, os organizadores estão convocando a população para participar da manifestação.

“Os governantes parecem que esqueceram o que a população exigiu nos protestos de junho. Mas estão enganados. Essa vai ser a Copa dos protestos”, afirmou Rosália Fernandes, do Sindsaúde.

Os sindicatos denunciam a prioridade para as obras da Copa do Mundo, como o Arena das Dunas, as obras do aeroporto e seus acessos e a ampliação da avenida Roberto Freire. O protesto pedirá a saída da governadora Rosalba Ciarlini. Para os organizadores do ato, a prioridade do governo estadual com a Copa contrasta com a situação dos serviços públicos no Estado: fechamento de pediatrias, pacientes nos corredores dos hospitais, falta de gasolina nos carros da polícia, falta de professores nas escolas e salários congelados dos servidores, que realizaram longas greves nos últimos anos.

Os sindicatos instalaram dois outdoors um na BR 101, próximo ao aeroporto Augusto Severo, e outro nos arredores do Arena das Dunas. O foco da peça publicitária é focando no fato de que essa é a Copa mais cara, no comparativo da África do Sul e do que da Alemanha. O Mundial no Brasil está orçado em R$ 27,4 milhões.


TN

 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Policiais Civis normalizam serviços a partir de amanhã (19/07/2013), mas ficam em estado de alerta

Após quase quatro horas de diálogo, o SINPOL saiu da mesa de negociação com o Governo do Estado apenas com o compromisso de realização de outra reunião, para acontecer às 10h do dia 1 de agosto, quando a comissão estadual deverá dar respostas para a pauta de reivindicações dos policiais civis.
Em greve nesta quinta-feira 18, quando todas as delegacias distritais e especializadas suspendem seus serviços, ficando apenas ativos os plantões das zonas Sul e Norte, os policiais civis se reuniram na manhã de hoje, na sede do SINPOL, quando decidiram pela normalização dos serviços da categoria a partir desta sexta-feira 19. Segundo a vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Renata Pimenta, a categoria estará em estado de alerta até o dia primeiro de agosto, data que ficou acertada para uma nova reunião com o governo do Estado.
“Nos reunimos na sede do Sindicato na manhã de hoje e deliberamos que a partir de amanhã (sexta-feira) todos os serviços estarão normalizados. No entanto, todos os agentes, escrivães e delegados ficarão em estado de alerta; se o governo desmarcar a reunião até o dia primeiro, nós entraremos em greve imediatamente”, disse Renata Pimenta.
Durante a reunião desta quinta-feira na sede do Sindicato, ainda ficou acertado que após a reunião com o governo no próximo dia primeiro, às 9h, os agentes, escrivães e delegados se reunirão entre si na noite do mesmo dia para avaliarem as respostas dadas pelo governo à pauta de reivindicações do Sindicato. Caso a resposta do governo não seja de acordo com o que delibera a categoria, os agentes entrarão em greve novamente.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Movimento plural e pacífico toma conta do ‘Dia Nacional de Lutas’ em Natal

Cerca de 10 mil manifestantes caminharam pela avenida Senador Salgado Filho. Policiamento teve reforço de 300 homens.

Servidores públicos municipais e estaduais, trabalhadores das áreas da saúde, educação, segurança, policiais civis, bancários e estudantes formaram um público de mais de 10 mil pessoas que foram às ruas em Natal na manhã de hoje, formalizando o ato unificado do Dia Nacional de Lutas. O movimento foi todo orquestrado pelas Centrais Sindicais do país. Entre os organizadores do ato estão a Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes e o Movimento dos Sem Terra (MST).

A pauta nacional de reivindicações é extensa e tem a ver principalmente com as demandas trabalhistas. Entre elas, o fim do Fator Previdenciário, fim do projeto de lei que amplia a terceirização, valorização da aposentadoria, a redução da jornada de trabalho sem abatimento salarial, reforma agrária e o fim dos leilões de poços de petróleo. Além disso, em Natal, o protesto contou com a força dos membros da Revolta do Busão, que voltaram a questionar o poder público sobre as melhorias no sistema público de transporte.

“Esse ato de hoje é diferente dos protestos que aconteceram ao longo do mês de junho, que começaram nas redes sociais e foram liderados por um movimento em defesa da redução do preço das passagens de metrô, trens e ônibus. Hoje estamos trabalhando outros setores da sociedade, principalmente aqueles que envolvem a classe trabalhista, e que também precisam de mais atenção dos governos”, avaliou Santino Arruda, presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta do Rio Grande do Norte (Sinai/RN).

A concentração do movimento aconteceu no cruzamento das avenidas Bernardo Vieira com a Salgado Filho, área que foi totalmente interditada por volta das 10h da manhã. Os manifestantes cumpriram um trajeto que parou em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, seguindo em direção à zona Sul, passando por toda a avenida Salgado Filho, BR-101 e seguindo na avenida Roberto Freire. Os manifestantes ainda ameaçaram interromper as obras do Arena das Dunas, mas mudaram o rumo do trajeto.

INÍCIO DOS PROTESTOS: Manifestantes interrompem tráfego no cruzamento da Bernardo Vieira com Salgado Filho


O protesto previsto para Natal teve início pontualmente às 9h desta quinta-feira (11). No ponto de encontro, o cruzamento das avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho, em Lagoa Nova, centenas de manifestantes iniciaram a interrupção do tráfego de veículos. Tudo, no entanto, ocorreu sem tumulto e com a fiscalização de membros da Semob. Não havia, no início da manifestação, policiais militares fardados.

A maior parte dos manifestantes é composta por membros de sindicatos, que estão com faixas e camisas das entidades que representam. Os membros do protesto estão nos quatro cantos do sindicato, mas ainda está sendo permitida a passagem de alguns carros que trafegam pelo local. 

Quanto ao transporte público, os ônibus estão circulando normalmente, assim como o comércio no Centro e Alecrim, apesar da pouca movimentação de clientes.

A expectativa é que o protesto siga em direção à Ponta Negra e termine até as 14h. 

TN