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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Policiais civis e servidores do ITEP e Sesed confirmam paralisação para esta terça-feira

Os policiais civis, servidores do ITEP e da Sesed, conforme deliberado em assembleia na última sexta-feira, farão uma paralisação de 24 horas, nesta terça-feira (18), como protesto contra os atrasos de salários por parte do Governo do Estado. As categorias vão se reunir na sede do SINPOL-RN, na avenida Rio Branco, a partir das 8h, e então irão realizar um ato público que será definido durante o início da manhã.
Com a paralisação de 24 horas, apenas as delegacias de Plantão, Norte e Sul de Natal, estarão funcionando, bem como as delegacias regionais no interior do Estado. Já no ITEP e Sesed serão mantidos apenas os serviços essenciais. A paralisação deverá contar com adesão dos delegados, conforme já foi divulgado pela Associação dos Delegados.
O SINPOL-RN informa que os Agentes e Escrivães da PC, juntamente com os trabalhadores do ITEP e Sesed, estarão mobilizados durante todo o dia e que, às 8h desta terça-feira, durante a concentração no Sindicato, será deliberada uma agenda de atividades a serem realizadas ao longo do dia, como caminhada e protesto em via pública.
Na sexta-feira passada (14), as três categorias já haviam se reunido na Governadoria e realizaram um ato público, inclusive, fazendo uma interdição da BR 101 por alguns minutos, como forma de chamar atenção da sociedade para a situação dos constantes atrasos de salários.
“Somente após essa mobilização é que o Governo do Estado quis receber a categoria. No entanto, na mesa de reunião, que contou com a presença do SINPOL-RN, da Adepol e da Assesp, o governador Robinson de Faria disse que iria pagar quem ganha até R$ 6 mil nesta segunda-feira (17), mas depois na imprensa negou essa informação. Então, diante desse quadro de incerteza e incredibilidade no Governo, vamos continuar realizando mobilizações e cobrando nosso pagamento em dia”, reforça Paulo César de Macedo, presidente do Sindicato.
Ele afirma que todos os Agentes e Escrivães, servidores do ITEP e Sesed deverão participar da mobilização, até mesmo aqueles que já receberam seus salários. “O Governo tem usado como tática fracionar os pagamentos para tentar dividir as categorias, mas, os trabalhadores que representamos têm como histórico a união e a luta constante pelos seus direitos. Com isso, todos estão convocados a participar dessa paralisação, até porque estamos lutando para que nos próximos meses não tenhamos novos atrasos e até mesmo para que tenhamos garantido o nosso 13º salário, que no momento ainda está incerto e sob risco de não ser pago”, completa.
Portal BO

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Após reunião com Governo, policiais civis e servidores do ITEP continuam greve

Os policiais civis decidiram continuar a greve iniciada no dia 12 de agosto


A reunião com o Governo do Estado, esperada pelos grevistas da segurança pública desde a semana passada, não apresentou resultado satisfatório e os policiais civis e servidores do ITEP decidiram manter a greve. O encontro com o chefe do Gabinete Civil, Carlos Augusto Rosado, aconteceu na tarde desta terça-feira (17/092013).
 
Chefe do Gabinete Civil, Carlos Augusto Rosado, recebeu grevistas
 
Ao término da reunião, os grevistas se reuniram em frente à Governadoria e deliberaram pela manutenção da paralisação. A diretoria do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública (Sinpol-RN) afirma que o Governo do Estado apenas prometeu convocar os concursados de maneira gradativa.
No entanto, o Governo não apresentou proposta para cumprimento de outros pontos da pauta de reinvindicações das duas categorias, como o andamento da Lei Orgânica e Estatuto do ITEP.
Diante da falta de acordo com o Executivo, os policiais civis e servidores do ITEP vão avaliar agora a possibilidade de endurecer o movimento grevista. Na semana passada, eles chegaram a suspender o atendimento das delegacias de plantão e o recolhimento de corpos durante seis horas.
De acordo com eles, isso pode voltar a acontecer. Os detalhes dos próximos passos da greve deverão ser definidos em assembleia realizada pelos policiais e servidores do ITEP, nesta quarta-feira.
  

Portal BO

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Policiais Civis normalizam serviços a partir de amanhã (19/07/2013), mas ficam em estado de alerta

Após quase quatro horas de diálogo, o SINPOL saiu da mesa de negociação com o Governo do Estado apenas com o compromisso de realização de outra reunião, para acontecer às 10h do dia 1 de agosto, quando a comissão estadual deverá dar respostas para a pauta de reivindicações dos policiais civis.
Em greve nesta quinta-feira 18, quando todas as delegacias distritais e especializadas suspendem seus serviços, ficando apenas ativos os plantões das zonas Sul e Norte, os policiais civis se reuniram na manhã de hoje, na sede do SINPOL, quando decidiram pela normalização dos serviços da categoria a partir desta sexta-feira 19. Segundo a vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Renata Pimenta, a categoria estará em estado de alerta até o dia primeiro de agosto, data que ficou acertada para uma nova reunião com o governo do Estado.
“Nos reunimos na sede do Sindicato na manhã de hoje e deliberamos que a partir de amanhã (sexta-feira) todos os serviços estarão normalizados. No entanto, todos os agentes, escrivães e delegados ficarão em estado de alerta; se o governo desmarcar a reunião até o dia primeiro, nós entraremos em greve imediatamente”, disse Renata Pimenta.
Durante a reunião desta quinta-feira na sede do Sindicato, ainda ficou acertado que após a reunião com o governo no próximo dia primeiro, às 9h, os agentes, escrivães e delegados se reunirão entre si na noite do mesmo dia para avaliarem as respostas dadas pelo governo à pauta de reivindicações do Sindicato. Caso a resposta do governo não seja de acordo com o que delibera a categoria, os agentes entrarão em greve novamente.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Policiais civis param por 48 horas na próxima semana

Os policiais civis do Rio Grande do Norte aprovaram uma paralisação de 48 horas a ser realizada nos dias 11 e 12 próximos, além de indicativo de greve por tempo indeterminado para o dia 18, caso o Governo do Estado não abra o diálogo com a categoria.

A decisão foi tomada em assembléia, porque o Governo vem se negando a receber os representantes dos servidores desde o início do ano para discutir sua pauta, mesmo o SINPOL/RN já tendo enviado mais de 30 ofícios solicitando audiências com os representantes do Estado. O Gabinete Civil agendou vários encontros, tendo remarcado todas as vezes e na última delas não deixando qualquer data prevista para a audiência.

Marcos Dantas

terça-feira, 16 de abril de 2013

Nesta terça-feira, 16 de abril de 2013 policiais civis paralisam atividades em todo o Rio Grande do Norte



Os policiais civis de todo o Rio Grande do Norte paralisam suas atividades hoje, dia 16 de abril, numa ação que estão denominando de: “O dia do resgate da Polícia Civil”. As mobilizações por todo o estado serão definidas em assembleias a partir das 8h no auditório do SINPOL/RN em Natal, e na sub-sede do SINPOL na cidade de Mossoró.


A decisão foi tomada no início do mês em virtude do retorno de presos para as delegacias, situação considerada inaceitável, visto que a custódia deve ser feita pelo sistema prisional, ou seja, por agentes penitenciários. A situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios, notadamente nos municípios de Caicó, Goianinha, Mossoró e Macau.
Os policiais civis, que há pouco tempo conseguiram acabar com os presos em delegacias na Grande Natal, informam que não vão admitir o retrocesso vindo do interior. O desvio de função é considerado ilegal no Brasil, com várias decisões judiciais, que apontam que policial civil não deve custodiar presos de justiça, situação que atrapalha o papel que possuem: de investigar e solucionar crimes.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Policiais civis do RN irão cruzar os braços no dia 16 diante do retorno dos presos às DPs


Para a categoria, a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios. Foto: Cedida


De acordo com a categoria, a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios, notadamente nos municípios de Caicó, Goianinha, Mossoró e Macau. Os policiais civis, que há pouco tempo conseguiram acabar com os presos em delegacias na Grande Natal, informam que não vão admitir o retrocesso vindo do interior. O desvio de função é considerado ilegal no Brasil, com várias decisões judiciais, que apontam que policial civil não deve custodiar presos de justiça, situação que atrapalha o papel que possuem: de investigar e solucionar crimes.Os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram que vão paralisar suas atividades no próximo dia 16 de abril. A decisão foi tomada, em assembleia geral da categoria, no auditório do Sinpol/RN. A medida acontece principalmente em virtude do retorno de presos para as delegacias, situação considerada inaceitável, visto que a custódia deve ser feita pelo sistema prisional, ou seja, por agentes penitenciários.

A paralisação, inclusive, está sendo chamada de “O dia do resgate da Polícia Civil” e também acontece por outras razões. Os policiais farão greve na busca pela convocação dos 306 policiais concursados, que aguardam desde 2010 a nomeação, uma vez que o Governo do Estado apenas está fazendo substituições com as vacâncias por aposentadorias ou falecimentos, e lutam ainda pelo curso de formação de 290 suplentes aprovados.
A assembleia também apreciou o fechamento da pauta 2013, a ser encaminhada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, e ao Governo do Estado. Dentre os pontos aprovados por unanimidade estão: alterações pontuais no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos e na LC 270, além de luta pela carreira única na Polícia Civil, que irá propor alteração legal e inovadora no formato da carreira policial, posto que o atual modelo encontra-se falido e há muito não atende aos anseios da sociedade.
Dentre os demais pontos, estão: adicional noturno para plantonistas, auxílio-saúde para todos os policiais civis, carga horária ininterrupta de 6 horas diárias, funcionamento das delegacias distritais durante 24 horas por dia (condicionada à nomeação de novos policiais e em quantidade necessária para desenvolvimento das atividades), autonomia da comunicação (retirada da equipe de policiais civis do Comando da PM), e melhorias das condições de trabalho (armamento adequado, colete, algemas e munições; além da modernização, aparelhamento e informatização das unidades policiais).
JH