Mostrando postagens com marcador paralização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paralização. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Minha Casa, Minha Vida: Paralisação atinte 32 canteiros de obras da construção civil


minha_casaA crise se agravou de vez no setor da construção civil do Rio Grande do Norte, com a decisão das construtoras do “Minha Casa, Minha Vida” suspender o programa e iniciar a demissão de trabalhadores.A reação não foi das melhores. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil anunciou a paralisação de 32 canteiros de obras, como forma de protestar a ameaça da classe patronal de demitir 4,5 mil trabalhadores.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra o RN como o estado que mais fechou postos de trabalho no País, revela que a construção civil perdeu 41 mil vagas de empregos nos últimos 12 meses, o que corresponde a 28% ao número de vagas no setor.
As construtoras ainda esperam do Governo Federal uma posição sobre a dívida do “Minha Casa, Minha Vida”. O Ministério das Cidades prometeu liberar R$ 7 milhões de uma dívida de R$ 28 milhões. Os construtores não aceitaram. Nesta sexta-feira (8) os trabalhadores realizam ato público em defesa do emprego e contra a falta de iniciativa do governo para solucionar o problema de caixa do Programa Minha Casa, Minha Vida.
De Fato

domingo, 28 de setembro de 2014

Bancários rejeitam propostas e aprovam greve nacional a partir do dia 30

 

A Fenaban propõe reajuste de 7% nos salários, enquanto os sindicatos de bancários em todo o país pedem 12,5%

87O78O5
Os bancários realizaram assembleias na noite desta quinta-feira (25/09/2014) e rejeitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última sexta-feira (19) e decretaram greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira (30).
O Comando considerou insuficientes as propostas dos bancos. A Fenaban propõe reajuste de 7% nos salários (0,61% de aumento real) e 7,5% no piso (1,08% acima da inflação), dentre outros itens. O modelo de pagamento da PLR é o mesmo do ano passado, apenas com o reajuste de 7% nos valores.
“Queremos mais e reivindicamos um reajuste de 12,5%, piso do Dieese (R$ 2.975,49) e PLR de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247, dentre outras demandas econômicas, assim como avanços no emprego e nas condições de saúde, segurança e trabalho, além de igualdade de oportunidades”, afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
“Reivindicamos o fim das demissões imotivadas, da rotatividade e das terceirizações, bem como o fim das metas abusivas, do assédio moral e das discriminações, além de mais segurança contra assaltos e sequestros, entre outros pontos”, salienta o dirigente sindical.
“Os bancos que atuam no Brasil continuam tendo a mais alta rentabilidade de todo o sistema financeiro internacional. Somente os seis maiores tiveram lucro líquido de R$ 56,7 bilhões em 2013 e mais R$ 28,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, sobretudo pelo empenho e à produtividade dos bancários. Mas os banqueiros só valorizam os altos executivos e não querem atender as reivindicações da categoria”, aponta Carlos Cordeiro.
Os bancários ainda decidiram realizar novas assembleias na próxima segunda-feira (29).
Conforme informações enviadas à Contraf-CUT até as 21h desta quinta-feira, as propostas dos bancos foram rejeitadas e a greve nacional foi aprovada a partir do dia 30 por tempo indeterminado pelas assembleias dos sindicatos de:
São Paulo
Rio de Janeiro
Brasília
Belo Horizonte
Curitiba
Porto Alegre
Florianópolis
Campo Grande
Alagoas
Mato Grosso
Piauí
Ceará
Pará
Roraima
Acre
Sergipe
Espírito Santo
Rio Grande do Norte
Campinas (SP)
Apucarana (PR)
Guarapuava (PR)
Cornélio Procópio (PR)
Londrina (PR)
Juiz de Fora (MG)
Joaçaba (SC)
Chapecó (SC)
Limeira (SP)
Piracicaba (SP)
Uberaba (MG)
Angra dos Reis (RJ)
Baixada Fluminense (RJ)
Sul Fluminense (RJ)
Três Rios (RJ)
Itaperuna (RJ)
Teresópolis (RJ)
Macaé (RJ)
Campina Grande (PB)
Rondonópolis (MT)
Barra das Garças (MT)
Dourados (MS)
Itabuna (BA)
Vitória da Conquista (BA)
Camaçari (BA)
Feira de Santana (BA)
Ilhéus (BA)
Jacobina (BA)
Jequié ( BA)
Juazeiro (BA)
Vale do Paranhana (RS)
JH

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Policiais civis do RN irão cruzar os braços no dia 16 diante do retorno dos presos às DPs


Para a categoria, a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios. Foto: Cedida


De acordo com a categoria, a situação se tornou insustentável com as recentes decisões judiciais de interdições de cadeias públicas e presídios, notadamente nos municípios de Caicó, Goianinha, Mossoró e Macau. Os policiais civis, que há pouco tempo conseguiram acabar com os presos em delegacias na Grande Natal, informam que não vão admitir o retrocesso vindo do interior. O desvio de função é considerado ilegal no Brasil, com várias decisões judiciais, que apontam que policial civil não deve custodiar presos de justiça, situação que atrapalha o papel que possuem: de investigar e solucionar crimes.Os policiais civis do Rio Grande do Norte decidiram que vão paralisar suas atividades no próximo dia 16 de abril. A decisão foi tomada, em assembleia geral da categoria, no auditório do Sinpol/RN. A medida acontece principalmente em virtude do retorno de presos para as delegacias, situação considerada inaceitável, visto que a custódia deve ser feita pelo sistema prisional, ou seja, por agentes penitenciários.

A paralisação, inclusive, está sendo chamada de “O dia do resgate da Polícia Civil” e também acontece por outras razões. Os policiais farão greve na busca pela convocação dos 306 policiais concursados, que aguardam desde 2010 a nomeação, uma vez que o Governo do Estado apenas está fazendo substituições com as vacâncias por aposentadorias ou falecimentos, e lutam ainda pelo curso de formação de 290 suplentes aprovados.
A assembleia também apreciou o fechamento da pauta 2013, a ser encaminhada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, e ao Governo do Estado. Dentre os pontos aprovados por unanimidade estão: alterações pontuais no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos e na LC 270, além de luta pela carreira única na Polícia Civil, que irá propor alteração legal e inovadora no formato da carreira policial, posto que o atual modelo encontra-se falido e há muito não atende aos anseios da sociedade.
Dentre os demais pontos, estão: adicional noturno para plantonistas, auxílio-saúde para todos os policiais civis, carga horária ininterrupta de 6 horas diárias, funcionamento das delegacias distritais durante 24 horas por dia (condicionada à nomeação de novos policiais e em quantidade necessária para desenvolvimento das atividades), autonomia da comunicação (retirada da equipe de policiais civis do Comando da PM), e melhorias das condições de trabalho (armamento adequado, colete, algemas e munições; além da modernização, aparelhamento e informatização das unidades policiais).
JH

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Juiz bloqueia 12 milhões da Prefeitura de Natal para área de Educação


O juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude, Sérgio Maia, acatou o pedido da promotora Zenilde Alves, e decidiu bloquear 12 milhões de reais dos cofres do Município de Natal para que seja investido na educação da rede municipal e permita a conclusão do ano letivo. 

Os valores devem ser bloqueados na conta corrente que tem como titular a Secretaria Municipal de Educação (SME), em duas parcelas com intervalo de 30 dias. Município tem um prazo de 48 horas para o repasse da primeira parcela. Caso a Prefeitura não cumpra o pagamento, pagará multa diária no valor de R$ 1 mil.

Na tarde da terça-feira (27), professores e diretores decidiram suspender as aulas por falta de condições de trabalho, infraestrutura e merenda nas escolas.

nominuto.com

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Governo não envia proposta e médicos intensificam greve, atendimentos em ambulatórios está paralisado

Os médicos lotados na Secretaria Estadual de Saúde, em greve há 17 dias, decidiram intensificar a greve em represália a falta de contraproposta do Governo. Na última reunião entre o Sinmed e a governadora Rosalba Ciarline, houve o comprometimento da gestora junto à interina da saúde, Dorinha Burlamaqui em verificar a questão orçamentária e com isso convocar a categoria para a apresentação de uma proposta. Os médicos aguardam algum posicionamento sobre a incorporação da gratificação de alta complexidade, que apesar de prevista em lei ainda não foi cumprida em sua totalidade, reajuste de 7% ao salário e 50% como gratificação. A reunião predefinida para a última segunda-feira não aconteceu e também não houve nenhuma sinalização do governo a respeito.

Com isso, os médicos aprovaram durante assembleia ontem (15) novas diretrizes para o movimento grevista. A partir de hoje (16) não ocorrerá nenhum tipo de atendimento ambulatorial, os atendimentos de urgência deverão ser encaminhados as UPAS e AMES e a obstetrícia deverá fazer uma triagem rigorosa e se possível encaminhar as pacientes para a Maternidade das Quintas e Leide Morais.

O Sindicato orientou os médicos que tiverem problemas em seus plantões, decorrente a falta de insumos ou condições técnicas, a registrarem Boletim de Ocorrência em uma delegacia próxima com o objetivo de documentar a precariedade e dessa forma pressionar o governo.

Deu em Ana Ruth

Greve dos rodoviários chega ao terceiro dia em Natal

Rodoviários se reuniram em frente à empresa Guanabara na manhã desta quarta-feira (16)

Já fazem três dias de greve dos ônibus que paralizam e prejudicam as atividades dos natalenses e dos moradores das cidades que fazem parte da região metropolitana, da chamada Grande Natal, como São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Parnamirin e Extremox.

A população natalense novamente enfrenta dificuldades para se locomover durante a manhã desta quarta-feira (16). A paralisação dos rodoviários permanece ocorrendo e afeta cerca de 400 mil usuários que dependem do serviço para ir ao trabalho, aula ou outra atividade.

Apesar de mais veículos estarem rodando na cidade, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do RN (Sintro/RN) permanece descumprindo o quantitativo estabelecido pelo Tribunal Regional do Trabalho, que é de 70% da frota em horários de pico.

Durante a noite da terça-feira, negociações ocorreram, mas o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do RN (Sintro/RN) resolveu pela permanência da greve. O procurador do Trabalho, José Diniz de Moraes , entrou na Justiça pela suspensão do movimento grevista. O pedido foi encaminhado ao desembargador vice-presidente do TRT e ainda não foi apreciado.

Em caso de descumprimento da suspensão, o procurador pede que a multa seja elevada para R$ 50 mil e que o presidente do Sintro, Nastagnan Batista, seja preso.

Enquanto não há movimentações de finalização do movimento, a população alcança medidas alternativas para não sair tão prejudicada. Alguns recorrem ao transporte opcional e outros pedem carona com amigos e familiares. Transporte de linha não habilitados também tentam suprir a demanda dos natalenses.

Fonte:DN

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Paradas lotadas: motoristas de ônibus entram em greve em Natal

Greve de ônibus em Natal paraliza cidade e afeta cidades vizinhas

As paradas de ônibus em Natal estão praticamente lotadas. O problema é que os motoristas e cobradores de ônibus de do município decidiram, na última sexta-feira (11), pela paralisação das atividades a partir de hoje.

O indicativo de greve por tempo indeterminado foi mantido durante assembleia geral da categoria, que ocorreu na sede do Sindicato dos Rodoviários.

Os profissionais cobram reajuste salarial de 14,3%, manutenção do vale-alimentação unificado de R$ 200, além de plano de saúde e melhorias nas condições de trabalho. De acordo com o presidente do sindicato, Nastagnan Batista, os empresários teriam oferecido aos trabalhadores aproximadamente 5% de reajuste, referente à reposição da inflação.

Fonte: Robson Pires

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Professores da rede estadual paralisam atividades nesta quinta-feira, 10 de maio de 2012


Os professores da rede estadual irão paralisar as atividades durante todo o dia nesta quinta-feira (10). A manifestação terá início às 9h e ocorrerá até às 15h, quando os irão realizar um debate na Assembleia Legislativa.

Durante a terça-feira (8), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) visitou as escolas para mobilizar professores para o movimento. O protesto, a princípio, não se estenderá e os professores retornarão às aulas na sexta-feira.


Na manifestação, os professores irão exigir melhorias nos planos de carreira e nas condições de trabalho, segundo informou a presidenta do Sinte/RN, Fátima Cardoso. De acordo com ela, na paralisação, os professores irão se manifestar pelo pagamento do plano de carreira dos funcionários e o pagamento de forma integral dos aposentados. A gratificação a diretores das escolas também será lembrada pelo Sindicato durante a paralisação.

Além disso, os professores cobram o envio de um Projeto de Lei que encontra-se no Governo. "Tem um projeto de Lei sobre a revisão de plano de carreira que está no Governo desde 2010", disse Fátima Cardoso. Outro ponto citado pela presidenta como motivador da greve é sobre a intenção do Governo de privatizar pontos da Educação e da Saúde. Segundo ela, o Governo do Estado enviou uma proposta à Assembleia Legislativa para privatizar alguns serviços relativos às duas classes. No tocante à infraestrutura, o sindicato também coloca em pauta a ampliação de algumas escolas estaduais.

A presidenta do sindicato, Fátima Cardoso, reclamou também da falta de diálogo por parte da secretária de Educação, Bethânia Ramalho. Segundo ela, a secretária não se manifesta sobre as proposições do Sinte e segue em "silêncio total". "Ela tá reprimindo cada vez mais as nossas demandas. É fundamental esse diálogo com sindicato", lamenta. Segundo Fátima Cardoso, a secretária não se dispõe a se reunir com o sindicato. "Quando a gente consegue se reunir, ela reclama que tem muita pauta pra ser discutida. Infelizmente, as pautas vão acumulando", reclamou.

TN

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Médicos entrarão em greve no próximo domingo

 
Motivos seriam a falta de negociação do governo às reivindicações da classe.

Médicos da rede estadual de saúde decidiram realizar uma paralisação a partir do próximo domingo (27), por tempo indeterminado, segundo o Sindicato dos Médicos do Estado (Sinmed-RN). O movimento grevista foi definido em assembleia e os motivos seriam a falta de negociação do governo às reivindicações da classe.

Incorporação da gratificação de alta complexidade para todos os médicos, piso nacional estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), criação de uma gratificação de plantão para unidades de saúde de 24 horas, condições melhores de trabalho nas unidades da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) e posição contrária à terceirização proposta nas unidades estaduais são as reivindicações pedidas pelos médicos.

Outro ponto bastante apontado pelos profissionais é a falta de abastecimento dos hospitais e Unidades Básicas de Saúde (Ubs) e a que tem impossibilitado o atendimento dos pacientes. O sindicato vai mandar, ainda nesta quinta-feira (26), ofícios as Unidades de Saúde sobre a paralisação.

Os rumos da greve serão decididos no dia 1º de maio, quando haverá um evento comemorativo ao dia do trabalhador e será lida uma carta de declaração dos sindicatos da saúde do estado.

Fonte:nominuto.com

quinta-feira, 1 de março de 2012

Secretário de Educação Walter Fonseca vê motivação política em possível greve dos professores de Natal

O secretário municipal de Educação, Walter Fonseca (foto), não chegou a um acordo com os professores da rede pública municipal de ensino. Enquanto os profissionais querem reajuste de 22,22%, o secretário disse, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (1º), que a Prefeitura não pode arcar com o pedido e fez a oferta de um aumento de 10%, dividido em três vezes e pago a partir de maio. Caso os professores não acatem e mantenham a intenção de iniciar a greve na segunda-feira (5), nem os 10% serão oferecidos e o caso será encaminhado à Justiça. Para Walter Fonseca, a greve tem motivações políticas.

Durante a entrevista coletiva, o titular da SME afirmou que não havia como a Prefeitura pagar o reajuste de 10% em parcela única porque, caso fosse feito, o município "poderia quebrar" e a Lei de Responsabilidade Fiscal seria desrespeitada. O secretário julgou a proposta de 10% como a melhor na realidade atual e disse que, por haver eleições municipais neste ano e eleição interna no próprio Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte), a paralisação estaria sendo motivada por interesses políticos contra a administração municipal.

No início da semana, após reunião entre o Sinte e o secretário Walter Fonseca, a proposta de 10% foi considerada satisfatória pelos líderes do sindicato. No entanto, quando houve a assembleia da categoria, a proposta não foi acatada e o indicativo de greve foi mantido. Com isso, caso não haja acordo, os professores da rede municipal podem, mais uma vez, cruzar os braços. A paralisação está marcada para a segunda-feira (5).

Fonte: TN